Blog do Sakamoto

Falta autocrítica a nossos representantes “comerciais”

Brasília - Ouvi o ministro Celso Amorim reafirmar, há pouco, aqui no Senado Federal, que a maior parte das críticas ao etanol é representada por interesse econômicos estrangeiros.

Nada sobre os sindicatos de trabalhadores rurais brasileiros, entidades de direitos humanos brasileiras, juízes brasileiros, procuradores brasileiros, parlamentares brasileiros, fiscais do trabalho brasileiros que denunciam as condições degradantes de milhares de cortadores de cana. Amorim comparou o etanol ao “colesterol”, dizendo que há o bom e o mau. O mau seria aquele que disputa espaço com alimentos, numa clara referência àquele produzido a partir de milho nos Estados Unidos. O bom seria o nosso, feito de cana, que não briga com a produção de alimentos. Condições péssimas de trabalho? Imagina, segundo ele a cana gera empregos.

Não só o chanceler Amorim, mas todos aqueles que só vêem o lado comercial do etanol costumam jogar para baixo do tapete as questões sociais, como os mais de 20 mortos de exaustão durante o corte da cana no interior paulista nos últimos três anos, os 3131 libertados da escravidão na cana no país no ano passado e por aí vai. O que é bom a gente mostra, o que é ruim a gente esconde? Já ouvi isso de outro embaixador, anos atrás…

Petróleo é uma degraça para o meio ambiente e vai acabar, mais cedo ou mais tarde. Os agrocombustíveis são uma realidade e o etanol de cana brasileiro vai conquistar o mundo – pelo menos nas próximas décadas. Portanto, fico com um pouco de vergonha quando vejo esses casos de maniqueísmo comercial explícito, ainda mais de uma pessoa tão inteligente quanto nosso chanceler. Senhores, menos. Com mais autocrítica iremos mais longe, com trabalhadores com melhor qualidade de vida.

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Comentários

34 Responses to “Falta autocrítica a nossos representantes “comerciais””

  1. Nilton disse:

    Sakamoto…saca só, você esta certo , mas lembre-se de que as condições degradantes em que se fala dos trabalhadores da cana , nao mensionanam os operãrios das minas de carvão, dos lixeiros, dos trabalhadores das companhias eletricas, (alta periculosidade) e isso meu amigo é no mundo inteiro…tem gente catando lixo no mundo inteiro (inclusive na EUROPA, ) que tanto vcs elogiam, ha não se esqueça também de quando fazer critica lembrar que emissoras de TV colocam crianças em nucleos onde acontecem dialogos e cenas no minimo improprias , e isso acontece também em filmes Americanos…bom se vc achar por bem ler um refletir ..o faça , senão deixa …é bem mais fcil criticar Nosso Paíz não é…aqui vem gente de todo o lugar do mundo pra encher a barriga e saem falando …seja do italiano…coberto de lixo ao Japonês , comedor de golfinho….

  2. Gabriela Rangel disse:

    Hoje mesmo estava comentando desse lado “negro” do alcool com amigos, é muito legal que essa discussão seja levantada. Ela é muita importante, há uma negligência do jornalismo em relação a ela.

  3. Marcos disse:

    Caro Sakamoto, é muito interessante vc tocar na questão do esforço realizado pelos rurícolas do corte de cana. É estranho ver um homem suado e sujo de fuligem depois de um dia de trabalho, sobretudo um trabalho que é remunerado de acordo com a produtividade individual. É triste saber que pessoas injustas façam o homem trabalhar sem receber, isso deve ser combatido com energia. Mas para aqueles que não são craques do futebol, não tocam violão ou fazem poesia, não têm predisposição em sobreviver graças a bolsas governamentais, ou mesmo que não puderam escolheram se dedicar às ciências que estudam as sociedades humanas, o trabalho de natureza comum é a única alternativa. Seja ele na agricultura, indústria ou comércio. O etanol não pode ser visto pelo foco do ufanismo nacionalista e nem do idealismo social. Nosso povo já tem muito disso.

  4. Ariane disse:

    Sakamoto fico chateada quando escuto alguém comentar a tamanha falta de conhecimento sobre cana de açucar …Vc nem imagina o que é cana de açúcar a quantidade de beneficio que trás p/ uma cidade ou região onde encontra-se uma usina e o quanto os empregadores se preocupam em legalizar seus funcionários …Tenho certeza que vc nunca foi em uma granja de frango p/ falar em escravidão na lavoura de cana, eles são totalmente irregular a tb tenho certeza que vc nunca visitou uma leiteria que os func. ñ tem folga , muito menos horas extra e insalubridade …Meu querido concordo com vc tem muita coisa errada ainda mas, junto com os ministério do trabalho de cada estado e sindicatos dos trabalhadores rurais no cultivo de cana de açucar isso vai melhorar tenho certeza …
    Seja consciente a cana de açucar é a salvação da agricultura brasileira é um dos unicos produtos que tem preço publico e venda antecipada … Ao contrario do gado de corte e do leite que vc produz e ñ sabe por quando vai vender …Se informe das outras agricultura por favor …abraços

  5. Richard disse:

    Li um texto seu ótimo há duas semanas sobre isso. E vi umapalestra sua aqui em Ribeirão Preto sobre a cana. Você tem razão: há de tomar cuidado.

  6. paulo disse:

    pros trabalhadores da cana? e pra economia (os outros, saúde, educação..).. veja o exemplo de um estado que só tem a cana como economia: Alagoas – os piores índices de IDH do país.

  7. jose disse:

    o chanceler não é justiça do trabalho. se ocorrem problemas trabalhistas na padaria do sr Manoel não quer dizer que padaria nao dá empregos e não deve ser apoiada comercialmente, muito menos a industria metalurgica que ceifou milhões de braços, mãos, no mundo todos, deva ser riscada do mapa, Há sim que, melhorar condições e segurança, mas sem misturar alhos e galhos, nao é de bom tom para um colunista, nao saber diferenciar as coisas

  8. boni disse:

    Sr Sakamoto, li com a devida atenção sua matéria postada, confesso que quase mim empolguei com suas considerações, porém ao citar entidades de direitos humanos, juizes, procuradores e pasmem, parlamentares e fiscais do trabalho brasileiros, acredito que o Sr esteja vivendo, o melhor, o Sr nunca viveu em terra brasilis, essa gente é o maior problema brasileiro, é o grande entrave, retrocesso e estagnação, portanto tente buscar outras fontes visto que estas estão profundamente contaminadas, logo em serve de parâmetro.

  9. Heitor da Silva Henk disse:

    Olha, Maranhão e Piauí são grandes fornecedores de mão-de-obra da cana para São Paulo. Estados pobres. Alagoas, Pernambuco e Sergipe têm baixo IDH e são estados historicamente de cana. Uns ficam ricos. Outros dão o sangue. Quem não percebe isso tem o olhar colonizador do Sudeste.
    Parabéns Sakamoto.

  10. Hélio Querino Jost disse:

    Ariane, não podemos esquecer que o que é bom prá um Município, prá alguns fazendeiros, nem sempre é bompro Brasil como um todo. VC já viu paisagem mais triste que plantação de cana? -E os bichos que aí viviam quando a natureza era intocada? A cana, ocupa sim, espaço onde poderiam ser plantados alimentos. Precisamos entender mais: que o custo de vida em função dos preços dos alimentos aumentou aqui dentro e está causando inflação, devido à exportação, aos bons preços no exterior. E nós aqui, ó,… Abraços.

  11. Carlos Henrique disse:

    Caro Sakamoto, o que esperar das raposas ávidas por sangue do neoliberalismo?. Você tem toda razão. Um abraço.

  12. André Farias disse:

    Parabens Marcos da 01:16, concordo com sua colocação, acho que critica sem solução é facil, porque será que ninguém critica o petróleo que é poluente, causa diversos impactos por vazamentos nos oceanos, essa critica ao ethanol é claramente um jogo de mercado, e os idealistas do socialismo brasileiro aproveitam isso querendo vincular o processo produtivo do ethanol ao trabalho escravo. A mecanização está ai e jaja esses trabalhadores vao começar a bater nas portas de quem a incentivou, pois se critica mas nao se ofrerece uma alternativa pra esses coitados que nao tem outra oportunidade de sobrevivencia, alem de um trabalho digno entretanto de grande esforço fisico. Outro dia numa conversa com um cortador de cana ele falou: se o governo não me deixar mais cortar cana vao me pagar pra eu sustentar meus filhos parado em casa? Na realidade o objetivo deve ser esse né, pelo menos o voto fica garantido.

  13. Luís Carlos disse:

    Uma usina de álcool pode dar todos os direitos trabalhistas aos seus trabalhadores. Parabéns por isto. Mas isto não pode livrar o dono da usina de concentrar milhares e milhares de hectares em suas mãos. Este sujeito é um latifundiário, um desmatador de florestas e matas nativas. Quantos dos seus trabalhadores não queriam ter um pedaço de terra para trabalhar dignamente e não ter que levar a vida pesada, suja e insalubre do corte de cana. Mas este trabalhador não pode ser um pequeno sitiante ou um assentado da reforma agrária, pois a maior parte da terra está nas mãos deste latifundiário produtor de etanol. Ele só dá os direitos trabalhistas mínimos, porque alguém que compra a sua produção ou o Estado exige alguns requisitos destes senhores, se não fosse isto estes trabalhadores rurais nem carteira assinada teriam.

  14. marcelo batista disse:

    Vou citar um exemplo, de uma industrial alcoleira em Goiás. Uma das maiores do país, que fica mais precisamente em Goianésia. Foi um dos primeiros a comprarem máquinas colheitadeiras. O interressante é que esses pobres coitados e escravizados trabalhadores, como vc quer colocar, se reuniram, a pedir para que não mudassem tão rapidamente a forma de colheita, pois haveria um enorme desemprego. Fico pensando,alguns aqui se mostram muito preocupados com bichinhos, que habitavam áreas de plantação,outros condenam toda uma classe porque , como em qualquer classe, existem aqueles que realmente abusam do poder e do dinheiro, mas eu pergunto, e o restante ? e os milhares de pais de família que dependem desse trabalho para sustentarem seus filhos? me parece muito comodismo e muita hipocrisia certos comentários. Regulamentação, melhores condições de trabalho? Sim, devemos, se quisermos ser um país desenvolvido. Agora vai ser dif´cil ser grande, e dar melhores condições aos trabalhadores, com esse terrorismo ecológico e trabalhista que alguns querem impor. tenho certeza que os que defendem isso, ja tem suas vidas ganhas, e falar é fácil, fazer são outros 500.

  15. Carlos disse:

    Em breve a cana não gerará mais empregos… Nem esse discurso não vai dar mais pra fazer.

  16. marcelo batista disse:

    Carlos, discordo de vc, uma vez que aqui em Goiás hoje, a cana emprega cerca de 50.000 trabalhadores, e nos próximos 4 anos esta prevista a criação de mais 50.000 postos, totalizando 100.000. Só que o interessante é que a maioria não serão cortadores manuais. Serão maquinistas, soldadores, eletricistas, engenheiros, tecnicos agronomos, e uma infinidade de outros, isso falando dos empregos diretos, se analizarmos o que a cadeia cana de açucar emprega, encontraremos outros milhares nas fabricas de máquinas para as usinas, nas que fabricam caminhões para o transporte, e ai vai…
    O que eu acho é que radicalismo de qualquer lado nunca ajuda em nada.
    O setor sucroalcooleiro é bom como qualquer outro que gera empregos, divisas,desenvolvimento. O que tem que existir é um maior controle,maior fiscalização,treinamento, coisas que levam os dois lados , patrões e empregados a ficarem satisfeitos.

  17. chris disse:

    Lendo os comentários, fiquei refletindo… Qual é o modelo de desenvolvimento melhor para os brasileiros?
    É interessante continuar sendo um país com uma CONCENTRAÇÃO DE RENDA tão brutal? Pode ser ótimo para os grandes latifundiários quadriplicarem os seus lucros e, até mesmo, para trabalhadores que não conseguem vislumbrar melhores perspectivas, ganharem um salário mínimo e terem a carteira assinada.
    Para o governo será ótimo aumentar a arrecadação e “distribuir renda” por programas sociais.
    Em meio a globalização, a economia de escala, aos commodities, qual é a perspectiva de uma reforma agrária bem sucedida neste país? Será que é isso que o governo quer?
    Nunca aquela música do Chico Buarque foi tão atual – “Deus lhe pague”.

  18. Paulo Bento Bandarra disse:

    Existe muito engodo ideológico nesta história. Se o milho compete com alimentos, a verdade é que todo o seu rejeito acaba na ração animal, que produz alimento protéico de maior qualidade, enquanto a cana produz refugo imprestável a não ser para poluir o ar na queima. Milho irá continuar a produzir alimentos, enquanto a cana não! Quanto as condições de trabalho, só se o álcool melhorar de preço nas bombas. Daí vamos ver se o consumidor quer pagar mais! Não é só o ministro que não quer saber da realidade! Se tivesse que igualar o preço do álcool a gasolina para melhorar as condições de trabalho quero ver quem abasteceria o seu carro com este combustível! Abraços

  19. marcelo batista disse:

    Paulo, a geração de energia elétrica através do bagaço da cana é uma realidade hoje, e é uma matriz energética forte, garantindo nossa estabilidade energética. E não é poluente como podes achar. Muito menos é jogado fora, pois se não é ultilizado na geração de energia, é ultilizado como ração animal, assim como o milho, em confinamentos de gado. Da cana não se perde nem a palha que hoje é indispensável e usada na colheita mecânica como cobertura natural.

  20. biquei disse:

    Tenho aqui sido persistente,e voz distoante,afirmando que a democracia,não tem as ferramentas necessárias para vencer a índole dos politicos do país.
    wwx.congressoemfoco.com.br.
    Jefferson: “Não me acostumo com a classe política”
    Em entrevista ao Congresso em Foco, Jefferson Péres se dizia desiludido com a vida pública e que pretendia encerrar sua carreira política ao término do mandato. “Hoje
    prevalece
    a corrupção
    ou o oportunismo.”
    As instituições que aí estão, justamente para repelir tais práticas,não estão cmprindo com sua finalidade.

  21. Casa disse:

    U.S.Army,chegando eles,já vão empacotando.
    http://www.elapis.com.
    El líder de las FARC podría haber muerto, según el ministro de Defensa colombiano
    ‘Tiro Fijo’, cabecilla y fundador de la guerrilla, pudo haber muerto de un infarto el pasado mes de marzo
    El líder máximo de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), Manuel Marulanda Vélez, Tirofijo, podría haber muerto de un infarto el pasado 26 de marzo, ha asegurado el ministro de Defensa colombiano, Juan Manuel Santos.El ministro ha realizado esa afirmación en un entrevista con la revista “Semana” que empieza a circular mañana y que hoy adelantó su director, Alejandro Santos.

  22. Rodolfo Vianna disse:

    Tira esse barba de bode e chama o Paulo Henrique Amorim.

  23. Rodolfo Vianna disse:

    Esse Sakamoto tem cara de drogado.

  24. Gisele disse:

    Usinas que moem gente. Ai, ai, dá preguiça. Esses latifundiários brasileiros são o ó.

  25. Germano disse:

    Concordo em parte com seu texto, mas a questão é um pouco mais profunda, muitas empresas no Brasil praticam o mais valia e ninguém fala a respeito dessa questão, agora eu pergunto ruim com elas ou pior sem elas.

  26. carlos disse:

    meu caro, o ministro celso amorim, como os outros que ocupan cargo nomeados pelo presidente da republica, tem mais que ser leal a quem lhe coloca no cargo.eu duvido que o ministro celso amorim, tem coragem de se alojar por 24 horas contando cana no meio dos boias frias. essa é demais, né.

  27. jorji disse:

    Esse Nilton……………..como fala besteira. Moramos em país de terceiro mundo, só com desenvolvimento iremos superar os nossos problemas.

  28. marcelo batista disse:

    Quero ver se um dia todos do campo se revoltarem , não plantarem mais nada, não criarem mais nada, quero ver esse monte de burgues que só fica sentado em confortáveis poltronas e ganhando para falar mal da vida dos outros , o que vão fazer, quero ver um ir pegar no cabo da enchada, operar uma colheitadeira, ou laçar um bezerro para curá-lo. Do jeito que as coisas são colocadas aqui , fica parecendo que o homem do campo é um verdadeiro carrasco, um marginal, bandido. Usem mais de sabedoria, e saibam melhor separar o joio do trigo.

  29. cidadao brasileiro disse:

    Sakamoto:
    Você tem inteira razão quando fala do regime de trabalho quase escravo que são submetidos os cortadores de cana, tambem acho desumano, mas como afirmou um bloguista, a escravidão é generalizada em outros setores da ecônomia, trabalhei no setor eletrico, fui operador de usina e de subestaçâo, o regime de turno inicialmente, a jornada de trabalho era de 48 horas semanais, havia duas viradas de turno em que o intervalo entre uma jornada e outra era de 08 horas, mas descontando o tempo gasto com transporte que era de 04 horas, o intervalo para o descanso caia para 04 horas, na verdade trabalhava 48 horas em 05 dias para que pudesse ter uma folga de 02 dias. Com a constituição de 1988, que obrigou a empresa a implantar turno com jornada de 06 horas, as folgas foram reduzidas para apenas um dia, e para que essa folga acontecessem em um dia de domingo, o operador teria que trabalhar durante 90 dias ou seja 03 meses sem saber o que era ter um dia de folga no domingo, imagine o desgaste emocional e afetivo que era imposto os familiares deste operador, os filhos teriam que ir passear praticamente aos domingos com as mães, este regime de turno era tão danoso, que muitos operadores perdiam a noção dos dias da semana, praticamente sabiam apenas que era dia ou noite, o que seria para oferecer maior descanso para esses trabalhadores, revelou-se no maior desastre, para quem trabalhavam em regime de turno com jornada de 06 horas, algumas empresas aceitaram negociar com seus empregados uma escala de turno que fosse menos danosa para seus empregados, a que trabalhei, infelizmente, foi intransigente para com seus funcionarios, e o resultado disso, foi praticamente uma rebelião em quase todas as suas instalações, onde muitos operadores criaram turnos paralelos afim obter folga que contemplasse um fim de semana, o resultado desse turno paralelo foi catastrofico para muitos operadores, que foram demitidos, e a demissão só não foi maior, porque praticamente fecharia a empresa, e a mesma não teria condições de contratar e treinar tantos operadores em curto periodo de tempo, e operação de um sistema eletrico não se faz com operadores inexperiende, exige pessoal capacitado, imagine um setor tão estrategico para qualquer pais do mundo onde o trabalhador trabalha eternamante cansado, devido intrasigencia da empresa em negar melhores condições de trabalhos para esses funcionarios, creio que em outros países o tratamento é melhor que o nosso, quem tem paraticamente tudo no Brasil, é praticamente aqueles não levam a vida muito a serio, vivem no mundo da fantasia e ganham milhares em reais tais como jogadores de futebol, cantores, atores, politicos e pricipalmente os grandes empresarios que estão cada vez mais multimilionarios e pagam aos seus empregados salarios aviltantes, em que 10% dos ricos possuem mais de 90% das riqusas do Brasil.

  30. Escravatura geral disse:

    Exploração do trabalhador não se dá só nas plantações de cana.
    Em todos os lugares há a exploração do trabalhador até no comércio há esta exploração.
    Por acaso alguém nunca ouviu falar dos vendedores das lojas de shopping?
    Estão ficando quase nas condições dos trabalhadores das subestações de eletricidade comentadas abaixo.
    Quando se fala em trabalho, temos centenas de casos de exploração e só não consideram trabalho escravo porque estes casos acontecem em grandes metrópoles brasileiras.
    E os maus tratos então?
    Estes casos são a ponta do iceberg apenas.

  31. Protestando disse:

    E se falar de melhores condições de trabalho o empregador logo diz que se não aceitarem suas condições, eles colocarão máquinas colheitadeiras que não tem 13º salário, dias parados, problemas de doença, transporte para operários, restaurante e alimento, pagamento para o INSS, encargos sociais e produção constante e vai aí afóra.

  32. bianca disse:

    caro Leonardo Sakamoto
    vou fazer um concurso sobre as condições de trabalho podem levar uma vida melhor
    gostaria que o senhor podesse me ajudar…
    atensiosamente
    Bruna

  33. bruno disse:

    isso é uma besteira vc nao sabe oq esta falnado

  34. Edigar disse:

    Cara eu li seu texto e quer saber?!!! Vc é ridículo velho….