Blog do Sakamoto

Direitos quilombolas e trabalho escravo no Vladimir Herzog

Duas belas reportagens para internet vão ser agraciadas com o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos este ano. André Deak, Rodrigo Savazoni, Spensy Pimentel e equipe, pela Agência Brasil, ganharam com “Nação Palmares”. E Lucio Lambranho, do Congresso em Foco, receberá a menção honrosa por “Vida e Morte Correntina”.

Já tinha indicado as duas reportagens neste blog e faço novamente agora com muito prazer. Porque jornalismo bom infelizmente não é lido, reproduzido e copiado com a freqüência necessária.

Para assistir ao documentário interativo “Nação Palmares”, sobre a luta da população quilombola pelo reconhecimento de seus direitos no Brasil, clique aqui.

Para ler a série de reportagens “Vida e Morte Correntina” sobre o drama de 79 trabalhadores rurais do Piauí, submetidos a condições análogas de escravo e vítimas de um grave acidente rodoviário no interior da Bahia, clique aqui.

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Comentários

One Response to “Direitos quilombolas e trabalho escravo no Vladimir Herzog”

  1. Elenice disse:

    Abolição do trabalho escravo no Brasil não garantiu cidadania, e a população negra sem acesso à propriedade não tem reconhecida sua dignidade, mesmo tendo sido um dos pilares da economia do país, com seu trabalho durante 350 anos.
    E, lendo suas noticiuas sabemos que a escravidão persiste.
    Mas sabemos também que o Estado não é livre quando não garante a liberdade, e a vida de seus cidadãos.
    O cotidiano dos quilombolas (povo sofrido)é uma roleta russa.