Lula e a defesa do sagrado direito ao aborto
Brasília - Estive na abertura da 11ª Conferência Nacional de Direitos Humanos, ontem, aqui na capital federal. No seu discurso, o presidente Lula foi feliz e certeiro ao criticar quem é contra o direito ao aborto: “Quantas madames vão fazer aborto até em outros países, enquanto as pobres morrem nas periferias dos grandes centros urbanos?” Hoje, organizações de defesa dos direitos das mulheres fizeram uma manifestação sobre o tema na Conferência.
Defendo incondicionalmente o direito da mulher sobre seu corpo (e o dever do Estado de permitir esse direito). É uma vergonha absoluta não darmos a devida atenção às milhares de mulheres que morrem todos os anos por conta de abortos clandestinos mal-feitos como alternativa à inexistência de uma política pública nesse sentido.
Como já disse neste espaço, é extremamente salutar que todos os credos tenham liberdade de expressão e possam defender este ou aquele ponto de vista. Mas o Estado brasileiro, laico, não pode se basear em argumentos religiosos para tomar decisões de saúde pública. E o aborto é isso, questão de saúde pública.
Já é um absurdo prédios públicos, como o plenário do STF, ostentarem crucifixos. Ah, e antes que alguém apele, não sou ateu e isso não faz diferença nesse debate, tanto que uma das organizações mais atuantes em prol dos direitos reprodutivos é a Católicas pelo Direito de Decidir. Agir em prol de motivos religiosos seria mais uma derrota da razão, somada às derrotas diárias para a desigualdade, o preconceito, a intolerância… “É cultural”, justificam alguns. O argumento é risível, o mesmo dado por fazendeiros que superexploram trabalhadores, defendendo uma cultura construída por eles mesmos e, por isso, excludente. Nesse caso, poderíamos considerar que vivemos em uma ditadura religiosa, pois uma democracia prevê o respeito pelas diferenças.
Para entender mais sobre essa discussão e sobre a luta pela efetivação dos direitos das mulheres, sugiro o blog Viva Mulher, da jornalista Maíra Kubik Mano, que tratou dos aplausos à fala de Lula – e das vaias destinadas a Arlindo Chinaglia (PT-SP), presidente da Câmara dos Deputados. Dias atrás, ele assinou a criação da “CPI do Aborto” para investigar interrupções clandestinas de gravidez em território nacional.
Que só servirá para criminalizar quem é obrigada a procurar clínicas de segunda categoria por falta de opção pública. Ou alguém acha que as filhas dos mais ricos irão para a cadeia por interromper uma gravidez indesejada?
PS: Vale lembrar que apesar da fala dura de Lula, o governo federal não tem agido muito no sentido de efetivar direitos reprodutivos. Esperemos que o presidente não se deixe levar pelo acordo bilateral que firmou com o Vaticano, em novembro passado, e que traz sérias preocupações à manutenção de um pleno Estado laico…

Olá Sakamoto, tenho acompanhado recentemente o teu blog, e gostaria de congratular a coerência com que expôe as questões.
O Estado Brasileiro é laico por direito, mas não de fato, e ainda há uma herança (que ao meu ver, possui marcas profundas de dor e ressentimento, em nome de Deus).
Gostaria que desse uma pesquisada sobre “REVERSAL CATÓLICA”.
É uma poderosa ferramenta pra justificar essas coisas que acontecem. Existem também outros tipos de reversais.
Obrigado. Em breve manterei contato.
De fato, praticar o aborto deve ser um direito da mulher. Ninguém faz isso porque quer ou por questão de vaidade, mas sim porque não há opções – tanto psicológicas como financeiras.
Leis feitas por pessoas do sexo masculino são fáceis de serem assinadas quando não são eles que geram filhos.
Este é um assunto dificílimo de tomar uma posição, que não seja hipócrita, é claro. Os católicos defendem o direito à vida de um ser indefeso que começou a ser formado. No aborto, este se ser não tem condições de opinar se quer ou não nascer, ele está e depende do corpo da mulher mas não É o corpo da mulher… Não há nenhuma falha nesta argumentação (não sou católica).
Acho que o aborto é o egoísmo e a covardia de quem não quer ou não se vê preparada para encarar a barra de cuidar de uma criança… poderia se colocar a criança para adoção, a criança poderia sofrer abandono (isto é pior ou melhor do que não nascer?), a mulher teria que enfrentar a opinião dos familiares, dos amigos… e no final, opta-se por retirar a fonte de todo medo e angústia, uma criança sem rosto, de quem não teve-se nem tempo para sentir afeição… só te digo uma coisa, isso deixa marcas que vão além do corpo físico (sei muito bem do que estou falando). Por isso a religião se acha no direito de se meter.
Sinceramente, não sei se o caminho é a criminalização mas com certeza, se houvesse mais amor e apoio na sociedade para mães que não se sentem preparadas, isto resolveria muito mais.
Olá Sakamomoto, adoro seu blog.
Até entendo os argumentos, mas, uma vez que existem diversos métodos contraceptivos acredito que o ”direito da mulher sobre seu corpo” deveria ser discutido e vivenciado antes da gravidez, não se resumindo ao ‘direito’ ao aborto. Um autor, Stuart Hall, fala sobre o quanto o movimento feminista foi deturpado e calou o direito feminino, sinceramente, a quem interessa manter as mulheres abortando ao invés de exercerem ‘domínio verdadeiro sobre si mesmas’?
Parabénspelo seu trabalho!
Abs, Cris
No pais do ALÍMARAVILHA,parece que nem tudo está maravilhoso.
http://www.Elpais.com.
El problema de la vivienda es una de las asignaturas pendientes en este país, que de no poner remedio urgente acabará, según los analistas, favelizándose por completo. El sábado pasado, un estudio del Instituto Brasileño de Geografía y Estatística (IBGE) reveló que una de cada tres ciudades del país tiene ya favelas. El 93% de las ciudades con más de 500.000 habitantes ya está rodeado de favelas. Se calcula que 53 millones de ciudadanos habitan en viviendas consideradas inhumanas por la total falta de estructura y por su carácter de ilegalidad.
Hummm direito ao aborto. Certo. E porque não evitam o indesejado efeito colateral ou seja a nova vida que teima em aparecer após a transa gostosinha.
Acho que uma pesquisa poderia mapear o perfil psicológico de quem acaba com esse efeito colateral (filho(a)), e aceita cuidar, e quem tenta e fez uso do “direito” de comandar o seu corpo, assim teríamos subsídios concretos para essa discussão.
Ah ia esquecendo tem as mulheres que sofrem com uma gravidez não desejada ou concentida porque sofreram abuso sexual. Neste caso admito que fico meio na dúvida. Contudo considerando outras variáveis, chego a conclusão que mesmo nestes casos o aborto não seria uma boa opção. Afinal a nova vida não pode e não deve pagar pelo mal cometido por outro.
Creio que nesta questão não se trata de direito ou caso de saúde pública se fosse mesmo esse o negócio, teríamos toda uma rede de apoio do estado para cuidar de forma eficiente e eficaz das crianças não desejadas, que seriam colocadas para adoção em familias avaliadas como exemplares. Mas parece que isso é fabula não é mesmo.
A questão aqui colocada é de ambito ético existem aqueles que não se importam de exercer comportamento de predador da própria espécie sobre alegação de poder exercer direito sobre o próprio corpo. Argumento risível. E fato, é que há aqueles que lutam contra isso ou se posicionam contra.
Quanto ao pronunciamento de Excelentíssimo Senhor Presidente da Republica, mais uma peça de retórica vazia para arrancar aplausos da assistencia da ocasião.
A mesma igreja que condena o aborto, em nome da vida, é a mesma que abençoou o nazi-fascismo.
a igreja é 1 máfia!
Eu sou contra o aborto, mas a favor da descriminalização. E acho que o Estado deveria investir mais em políticas de prevenção e planejamento familiar e não ficar investindo em infraestrutura para realizar abortos. Não acho que a vida que se desenvolve dentro da mulher lhe pertence. Esta vida não pertence a ninguém a não ser a ela mesma, é o início de um ser humano, a origem de um indivíduo, independente se tem duas, meia dúzia ou 1 milhão de células.
Valeu, Sakamoto!
Já chegou a hora das/dos brasileiras/os dizerem se querem ver suas irmãs, namoradas e amigas passarem anos na prisão porque precisaram recorrer a um aborto!
Acredito que nem mesmo a Cris/Chris – que enviou comentários contrários ao direito ao aborto – aceita que uma mulher fique presa durante anos por esse motivo. Um abraço, continue batalhador como sempre, Teresa
Aprovar aborto é absurdo….
Se fundamente pelo fato por exemplo de a Igreja católica ser favorável a pena de morte mas CONTRÁRIA AO ABORTO.
Se o nula está dizendo NÃO AO ABORTO, palmas para ele.
muito bom o seu blog
abraço
Ola
Precisamos colocar na imprensa tambem o assunto:
Mulher gravida abandonada pelo homem!
Todo dia temos fatos criminalizados pela imprensa tipo: mulher gravida, abortou ou, como na maioria dos casos, ela não conseguiu interromper a gravidez e comete um delito ao abandonar/matar a criança logo após o nascimento (depressão pós-parto?? )
obrigado
ps; tenho 58 anos e duas filhas. (uma sociologa e outra biologa)
Sou ateu, mas antes de mais nada sou ser humano e não vou aceitar sob hipótese nenhuma que uma mulher tenha direito a assassinar. Existem métodos contraceptivos e mesmo que não houvesse, o bebê está em formação. Como uma pessoa em sã consciência pode dizer que “o corpo é da mulher – ela faz o que quiser com ele”??
Seguindo esse raciocínio, deveriam também apoiar o suicídio, afinal, ‘a vida é dos outros. Desde que não nos matem, tudo bem’.
O Lula sempre se mostrou um homem despreparado pra governar, mas com esse pensamento pró-aborto, pró-matança, está muito pior do que eu imaginava.
Se “milhares de mulheres morrem todos os anos tentando o aborto”, que morram. Não se pode fazer muito a não ser dar educação sexual nas escolas, fazer campanha. Agora, colocar essa situação como justificativa, é loucura.
Meu comentário é demasiado extenso para colocar aqui – sugiro que leiam meu artigo: Lula (e) um aborto em http://marthonmendes.blogspot.com.
Sakamoto, me diga onde existe religião nisto: o feto humano está vivo e tem direitos que lhe são garantidos pela constituição. A discussão não é “a mulher tem direito sobre o próprio corpo”, isto é óbvio! Nem o Papa discorda. A discussão sobre o aborto tem como premissa o direito à vida e não o direito ao corpo… Mesmo feministas famosas e influentes como a americana Paglia afirmam que o aborto é, sim, um assassinato, seja ele cometido legal ou ilegalmente. Isso é óbvio! Pergunte para qualquer mulher grávida se “o que” está no ventre dela é só um conjunto de células… Sakamoto, o único dogma religioso nessa discussão é o dogma marxista, é a crença de que um ser humano não é ser humano pela sua “simples biologia”, mas definido por suas “relações sócio-culturais”. Nenhuma mulher é obrigada a parir, mas toda mulher, inclusive a que está no ventre materno, tem o direito sagrado de nascer. Antes de aderir a uma causa pergunte-se quem a financia… A causa do aborto todo mundo sabe que é financiada por organizações internacionais. A mulher mesmo, como te dirá qualquer pesquisa, é contrária ao “direito” ao aborto… As feministas são favoráveis. E quanto ganham as feministas mesmo?
Pergunta: pela lógica do Gustavo, bater uma punheta é genocídio, pois é semente de vida jogada fora.
Faça-me um favor! Fique grávido você!
É no mínimo insólito, alguém que se diz interessado em direitos humanos ter coragem de defender o “direito” ao aborto!!!!
Então de que espécie será um ser vivo (abortado) que foi gerado por dois seres Humanos?
Resposta: É um ser humano! Sabia? E agora, ainda defende o “direito” ao aborto?
Quanto aos “católicos pelo direito a decidir” é preciso que se desmascare aquilo que é um jogo sujo dos abortistas:
http://algarvepelavida.blogspot.com/2008/01/jogo-sujo-catlicas-pelo-direito-decidir.html
SER CATÓLICO NÃO TEM NADA A VER COM O APOIO AO ABORTO:
http://algarvepelavida.blogspot.com/2008/01/para-os-catlicos-pr-aborto.html
Pergunta-se, para quê recorrer à mentira?
João Lima
O “Sagrado Direito ao Aborto” poderia ter sido garantido às mães de quem apóia esta tese, em especial àquelas que geraram políticos desprezíveis que se promovem através de um populismo barato, prometendo proporcionar às “mocinhas pobres” os mesmos direitos de supostas “madames” .
A interrupção da vida não é uma “opção” . O fato de um ser humano estar dentro de um útero não o faz menos importante do que uma criança de 2 meses ou de um idoso de 90 anos.
Gustavo e Paulo, vocês poderiam ficar grávidos, não é? Tentem dar o c…, vai ver que conseguem.
Rita, deboche também não serve de premissa no “debate” sobre o aborto – se é que você tem interesse em algum debate ou se, dogmaticamente, já decidiu que qualquer um que pense diferente de você merece seu deboche.
Em todo caso é lamentável sua dificuldade em perceber a diferença entre um feto humano e uma “punheta”.
Lucas, gravidez não é castigo. Nenhuma mulher é obrigada a engravidar, mas se engravidar é constituição brasileira garante o direito à vida da mulher em gestação (e do homem, inclusive). Se você estudar a cultura criada pela “emancipação sexual e reprodutiva” vai perceber que o aborto, longe de ser uma “escolha”, virou obrigação nos países desenvolvidos que legalizaram o aborto – de modo especial no Canadá, único país no mundo que não impõe limite algum no abortamento. As mulheres, especialmente em fase universitária, são pressionadas a abortar para não comprometer a carreira. É muito comum uma mulher sofrer violência simbólica – quando não moral e mesmo física – se decide ter um filho “antes do tempo”. Gravidez só é castigo quando uma sociedade adere à cultura do aborto.
Prezado “Sr. Lucas”. Sua capacidade de argumentação é muito sofisticada. Sugiro que trate do assunto diretamente com a “presidência”.
Prezado “comentador”, se tua mãe tivesse exercido o “tão sagrado direito de abortar e exercer o domínio pleno sobre o corpo dela (incluindo o útero)”, você não estaria aqui dizendo asneiras para defender o assassinato covarde, injusto e desumano de uma vida humana indefesa. Que tal sermos mais profundamente democráticos ao ponto de sermos capazes de nos colocar no lugar dos inocentes aniquilados ainda no ventre materno?Puxa, não seria covardia assassinar fetos, embriões e beb~es (humanos!) justamente quando eles mais precisam de proteção? Querido, mude seu “aspecto cultural”, porque ele incide sobre o mal para os outros (sobretudo aos indefesos)… Se for pra ser jornalista num site como esse e defender a morte dos inocentes, prefiro varrer ruas como gari. É mais honroso do que legitimar a violência e a morte aos mais indefesos dentre todos os seres humanos!
Prezado “comentador”, se tua mãe tivesse exercido o “tão sagrado direito de abortar e exercer o domínio pleno sobre o corpo dela (incluindo o útero)”, você não estaria aqui dizendo asneiras para defender o assassinato covarde, injusto e desumano de uma vida humana indefesa. Que tal sermos mais profundamente democráticos ao ponto de sermos capazes de nos colocar no lugar dos inocentes aniquilados ainda no ventre materno?Puxa, não seria covardia assassinar fetos, embriões e bebês (humanos!) justamente quando eles mais precisam de proteção? Querido, mude seu “aspecto cultural”, porque ele incide sobre o mal para os outros (sobretudo aos indefesos)… Se for pra ser jornalista num site como esse e defender a morte dos inocentes, prefiro varrer ruas como gari. É mais honroso do que legitimar a violência e a morte aos mais indefesos dentre todos os seres humanos!
Vida, sim; aborto, não! Uma cultura humana se constrói a partir do direito à vida! Em vez de distribuir camisinhas, anti-concepcionais e defender o aborto, que tal ensinar , às crianças, aos adolescentes e aos jovens de hoje o respeito ao próprio corpo e ao corpo dos outros? Que tal resgatar valores nobres como família, casamento e fidelidade conjugal? É cômodo defender o aborto, quando vivemos numa sociedade na qual a cultura permite a pornografia, a prostituição precoce e a destruição da família… Afinal, quem mais incomoda? A propaganda pornografizante nos filmes, novelas e programas de auditório (sem falar em outras “atrações televisivas” ou sites) ou um silencioso inocente, que nunca fez mal a ninguém? O problema não são as “crianças indesejáveis”, mas os adultos e jovens que não sabem tomar atitudes responsáveis numa relação sexual.
Opa! Gustavo! mas dizer que uma sociedade (como a canadense) adere à cultura do aborto, não é o mesmo que dizer que o ser humano é definido por suas “relações sócio-culturais”? O que é isso companheiro? virou marxista?
Sakamoto, já vi muita coisa ridícula nesse mundo…Mas isso que voce escreveu é apologia a um crime!!!!Voce está louco?!?!!
Não sou religioso,mas sevoce for analisar a constituição verá que o feto humano, sendo já vivo, tem direitos que lhe são garantidos.Como eu e você e todos os brasileiros.
Espero que voce volte atrás e pense as idiotices escritas.
E me espanta o quanto de imbecis o Brasil ainda tem!!!cadeia pra esse povo que se utiliza dos meios de comunicaçao para destruir a família e os princípios de uma sociedade!CAdei pra esse povo que faz apologia a um assassinato!
Voce é a favor do nazismo da Alemanha hitlerista???Só falta essa agora!Japonês maluco!!!
Rafael, minha crítica é ao fato dos marxistas argumentarem que as “relações sócio-culturais” é que definem quem é e quem não é um ser humano. Nada tem a ver com a cultura que impõe o aborto no Canadá… Não fiz nenhuma relação entre uma coisa e outra.
O absurdo é tão grande que não é incomum ouvirmos “defensores dos direitos sexuais e reprodutivos” (os abortistas, como se dizia antigamente…) darem uma aula sobre o binômio mãe-bebê, querendo que a mulher e a criança sejam um ser só, a própria mulher… É ridículo, mas existe o argumento.
Sakamoto, independente de qual lado você assume nesse debate, importa conhecê-lo bem, para além de dogmatismos religiosos ou marxistas. É interessante citar que, no início, os movimentos feministas eram ferrenhos *opositores* do aborto. As feministas do passado acreditavam que o aborto legalizado era algo que só beneficiava homens e empresas. As coisas mudaram quando homens de empresas sorriram para as feministas… Há de se suspeitar.
Gustavo, as feministas do passado viviam sob uma sociedade do passado. Leia mais sobre o que representou a virada cultural das décadas de 60 e 70 para o movimento e não fale besteiras.
Quem lê só a orelha do livro, como você, tem que se aprofundar mais antes de chegar ao final da história.
Leonardo, o texto do Sakamoto está ótimo. Morra de raiva por haver liberdade de imprensa e ele poder falar o que quiser e você ser obrigado a escutar!
Padre Éder AP. Monteiro, quer dizer que as mulheres não podem abortar, mas os padres podem encochar gariotinhos na sacristia? Masturbar crianças de oito anos, como ocorreu em Boston, nos Estados Unidos, tempos atrás?
O Vaticano não gasta tanto tempo se justificando da pedofilia nas igrejas quanto gasta atacando o direito ao aborto. E as histórias de bacanais envolvendo os papas na Idade Média? E os abortos que eles obrigaram a acontecer para que não gerassem herdeiros junto às famílias ricas da França e da Itália.
Responsabilidade sexual deve começar em casa. Ou na sacristia…
Camisinha: R$ 1,50
Sakamoto, se o aborto, por parte de algumas, resulta em morte de quem o praticou não justifica que se permita que faça ASSASSINATO em massa. O que você defende é a mesma coisa que: se alguns tentam roubar e são mortos como parte da reação então vamos legalizar o roubo porque alguns morreram. Como uma pessoa “doutorada” como você pode defender algo assim??? Ter liberdade sobre o próprio corpo não pode incluir licença para MATAR pois é disso que se trata. MATAR simplesmente.
Como é possível perceber do texto abaixo, pouco importa que seja trabalhador ou empresário, enquanto não houver;
Liberté, Égalité, Fraternité :
http://WWW.lefigaro.com.La République discriminatoire,Par Yves Thréard.
Sem hierarquia não vai funcionar, estaremos todos vivenciando anarquia de todos os dias?
http://WWW.Elpais.com.
Hace 30 años China imitó a Occidente. Con un éxito fuera de toda medida. Ahora es Occidente quien imita a China. De nuevo más Estado, economías intervenidas, obra pública a todo pasto y jornadas continuas para las impresoras de papel moneda. La única ideología es la práctica, como quería el pequeño timonel, aquel inteligente y astuto Deng Xiaoping que sedujo a Felipe González con una frase que se hizo célebre: “Qué más da que el gato sea negro o blanco, lo importante es que cace ratones”. Y a estas ideas salidas del crisol maoísta se atienen ahora los rectores de las economías mundiales.
Sakamoto, se o Lula aprova o aborto demonstra, mais uma vez, que não está e nunca esteve preparado para ser o Mandatário desta nação porque ele deveria estar equidistante do debate e não influencia-lo como fez. Infelismente é mais um daqueles que acham que se o aborto,por parte de algumas, resulta em morte de quem o praticou não justifica que se permita que faça ASSASSINATO em massa. O que você defende é a mesma coisa que: se alguns tentam roubar e são mortos como parte da reação então vamos legalizar o roubo porque alguns morreram. Agora, como voce, uma pessoa “doutorada”, pode defender algo assim??? Ter liberdade sobre o próprio corpo não pode incluir licença para MATAR pois é disso que se trata. MATAR simplesmente.
Quando leio certos comentários começo a dar valor para aqueles intelectuais favoráveis ao aborto retroativo: quem defende o aborto acima de qualquer gesto racional deveria dar o exemplo e abortar a si mesmo.
Ou impedir que alguns filhos chegassem ao mundo, né Gustavinho?
CÍNTIA ACAIBE..Ainda bem que a sociedade ainda possui pessoas que lutam pela familia e princípios.
Incrível que a Sr ,uma mulher, defender tipo de crime!!!
Aborto é algo animalesco e predador!É condenar a morte, sumariamente, um ser indefeso.
Que democracia que é essa???Que liberdade é essa?Que mundo é esse que voces querem???
Justificar uma execução?!
Pelo jeito voce deve ser a favor da retirada do útero dessas mesmas mulheres né?Quem sabe, assim evitaremos mais abortos???Pense nisso…rsrs
Outra pergunta…vc tem filhos?
Caro Leonardo, não sei epla Cíntia, mas eu tenho sim, dois lindos que criei muito bem e estão na faculdade, filhos de um grande amor. E não tenho medo de falar que, em um momento da minha vida, eu abortei sim. Não foi algo alegre, claro, mas não queria um filho naquele momento. Não me arrependo disso, de maneira alguma.
Mas eu tinha recursos para ir a uma clínica particular. Enquanto milhares de pessoas não têm. Não importa se você ou quem quer que seja é a favor ou contra. O que importa é que abortos vão acontecer, vocês querendo ou não. Um aborto em uma clínica custa hoje R$ 4 mil. Ou seja, quase 10 salários mínimos.
Fique discordando que o mundo vai continuar acontecendo com você ou não. Hoje, o aborto é legal em algumas condições. Em alguns anos, serão em todas. Se não estiver feliz, mude-se.
Nossos bancos também,tinham aplicação com Madoff.
Então o CASA tinha razão,outra vez!
Avisa os seus colegas que não adianta ficarem emburrado,como no caso do Helio Castro Neves.
Aproveita e aviso Kupfer,que muito feio um jornalista omitir informação da qual tinha conhecimento.
Aposto que muitos desses homens que estão opinando aki, já transaram com mulheres por aí e, no dia seguinte não quiseram tomar conhecimento delas. Ou seja, como um homem pode tomar partido de uma discussão dessas???? aliás, o que todos tem a ver com a mulher lá do sertão do Ceará que resolveu enfiar um cabo no ventre pra abortar????ninguém sabe nada sobre ela e não sabe o que ela já vivenciou pra fazer isso.
Nem contra nem a favor, a mulher “tem direito sobre seu próprio corpo” porque numa grande parcela das vezes é ela quem vai arcar com as consequencias que são de responsabilidade também do homem que a abandona. Esse homem vai simplismente embora, vai viver sua vida …
Não tenho religião e acredito em um Deus, já fui feminista, vivo com meu companheiro e tenho um filho. Nunca cometi um aborto, não acho que o Lula é despreparado, e não sou a favor do aborto. Sou sim, a favor da livre escolha, então sou anarquista. Tudo isso para dizer que, cada um cuida da sua vida, ninguém pode apontar o dedo na cara de outra ou outro para dizer o que deve ser feito. Cada um tem um história e uma retórica. Vamos parar de ser hipócritas, todos: principalmente os que são contra. O direito de livre escolha está acima de tudo, se você acha não quer dizer que o outro tem que sofrer as consequencias do seu “achismo”.
Leis estão aí para quem não sabe cuidar do seu próprio destino…se alguém mata uma vida latente, independente das pedras jogadas pelos outros humanos, a lei de ação e reação está aí para acontecer, independente do nosso querer…deixe que a Força Suprema se cumpra…a favor ou contra….
O mal da humanidade é sempre querer impor sua cultura sobre a outra achando que é a melhor….santa ignorância….
a propósito: desconsiderem tudo o que eu escrevi.
Afinal, quem sou eu para querer mudar a forma de pensar de todos vocês?????
Quando os homens de bem se calam diante fatos ou opiniões de cunho maligno, os inocentes pagam com a vida.Podemos comprovar isso no decorrer da história da humanidade…
Por isso convocamos todo pai de família e mãe…Todos da sociedade que ainda acreditam numa familia unida.Que sonham em uma sociedade esclarecida e humana.
Vamos mostrar a nossa opinião sobre esse assunto.E acabar de uma vez por todas com esse tipo de murmurinho em de atentados contra a vida humana.
E vai um recado para a minha amiga Cíntia.
Você jamais venceria um debate com esse argumento “nazista” disseminado por nosso ilustre Blogueiro.Acorde desse movimento vazio de valores.
Seja a favor da vida!!!
Abraços a todos.
Camila
“Tudo isso para dizer que, cada um cuida da sua vida, ninguém pode apontar o dedo na cara de outra ou outro para dizer o que deve ser feito. Cada um tem um história e uma retórica. Vamos parar de ser hipócritas, todos”
Voce tem toda a razão!!!Mas o que voce v6e aqui apenas é a reaçao de opiniões contrárias a do autor.
Temos o direito de nos expressar.
Agora, não podemos mudar o imutável!!!É simples…se voce tirar a vida de outra pessoa seja por qual meio for, se voce influenciar para que a outra pessoa morra…pode ter certeza que será um assassinato!
Não adianta justificar o injustificável.É dar murro em ponta de faca…Mas o que me intriga…Pra quê isso tudo?O Mundo será um lugar melhor?
Abraços
Mariana
Voce já ouviu falar de camisinha???Como um colega aqui disse.R$ 1,50.Faz a lambança e depois se livra do inoscente???
Não irei me mudar.Vocês estão loucas!Ainda bem que são parcela mínima da população.
Quero ver se os seus filhos iriam ficar contentes em saber que vc teria coragem de descartá-los!!!Como se fossem algum objeto indesejável.Tenho um mãe maravilhosa, provavelmente tenho a mesma idade dos seus filhos.Mas só de ver o que a Sra escreveu me dá uma tristeza tremenda.
Acho que eles sentiriam da mesma forma…
Lamentável…
Feliz natal pra Sra e toda a família.
“”"Eu também defendo o direito da mulher sobre o seu corpo!!!Mas, quem disse que o feto se enquadra nesse conceito???
È óbvio que o feto esta distinto do organisno da mulher , apesar de necessitar do mesmo para sobrevivencia durante os nove meses!!!Que tal exercitar o tal direito sobre o corpo tomando anticoncepcionais , usando preservativo , tendo um pouquinho de juizo, ou é mais facil banalizar a vida???Abç!!”"”"
todos os nossos filhos passaram pela fase de embrionária e pela gestação. Se fossemos favoráveis ao aborto, não os teríamos hoje.Matá-los porque não estamos preparados? Ou porque não esperávamos a gravidez da companheira? Qualquer motivo que venha a tirar uma vida, seja na fase embrionária, ou em qualquer outra fase da gestação, sempre será um homicídio, e qualquer que seja o motivo será futil, torpe!!
Leo, desde a época da faculdade você sabe o que eu penso disso. Se o Gustavo, em 17/12/2008 – 19:46, não tivesse colocado a mensagem dele, eu teria feito isso.
Ninguém está querendo “impor crenças religiosas”. Se a Igreja quisesse passar uma lei obrigando todo mundo a ir à missa de domingo, ou a acreditar na Imaculada Conceição, vá lá. Mas defender a vida? O fato de a Igreja estar na linha de frente dessa briga não significa que o direito à vida seja “dogma religioso”.
Que desde a concepção existe um novo indivíduo humano, com DNA próprio e diferente do de seus pais, está comprovado pela biologia, e não pela teologia. Tanto que aqui mesmo no blog você viu ateus contra o aborto. Aliás, Norberto Bobbio, também não-religioso, justificava sua oposição ao aborto lembrando que o “não matarás” não devia ser monopólio apenas dos cristãos, como se a qualquer outro fosse possível transgredir essa regra.
Quer fazer a defesa do aborto? Bom, é direito seu. Mas não tente empurrar a discussão para o lado da religião, com argumentos do tipo “se os católicos são contra, eles que não façam, mas não impeçam quem não é católico”, porque isso é mascarar a verdade.
Estou plenamente de acordo com o Gustavo,quem está a favor do aborto,deveria dar o exemplo e abortar a si mesmo. Certos seres humanos de humanos não tem nada.
Não existe método contraceptivo 100% eficaz. Quem nao é virgem sabe disso.
Ninguém faz aborto porque acha um barato. Nem entende isso como uma forma de contracepção. É doloroso e traumático e só quem realmente não quer a criança é que se submete a ele.
Ou seja, o aborto não é um método anticoncepcional. É o último recurso quando a merda aconteceu.
Nossa lei garante aborto em alguns casos. Juntas, conseguiremos ampliar o seu alcance.
Prezados amigos.Não preciso defender a não prática do aborto pq foi mt bem defendida, aqui.Lamento a falta de discernimento e de nível dos amigos Rita, Lucas e Mariana…Quanto ao Sakamoto, por ter um blog eu recomendo que estude as coisas espirituais através do Esoterismo ou Rozacrucianismo, etc pra entender essa questão.O Presidente , embora venha fazendo um bom governo desconhece essas questões espirituais e está por fora desses assuntos como de outros dessa estirpe.A ignorância do argumento de q a mulher é dona do seu próprio corpo e q pode matar um ser vivo q já foi mt bem contestado, aqui, antes me irritava mas depois q amadureci, compreendi q os ignorantes merecem perdão e passei a ter pena de quem o defende e hoje oro por elas…!Abraços a todos!!!
Esqueci de enquadrar a Mirdes na falta de discernimento e baixo nível…Abraços a todos!!!
Se a mulher tem o sagrado direito de matar uma criança incoveniente e indefesa no seu utero, os maridos deviam ter o sagrado direito de matar as esposas incovenientes tambem.
eu naõ poço ajudar vc assinado;ariane descupe
volto a questionar aki: quem de todos esses homens que estão opinando, pode levantar a mão e dizer: “não, eu tenho a absoluta certeza de que não tenho nenhum filho por aí.”
Vocês estão todos bonitinhos opinando, mas vocês sabem o que aconteceu no dia seguinte de todas as mulheres com as quais vocês se deitaram e nuncam mais viram?????
Será que elas não estão arcando com um filho de vocês sozinha porque vocês sumiram no Mundo???
Para mim, abdicar da responsabilidade de ser pai também é um aborto…e ainda por cima vocês querem impor algo ao outro: aboroto não!Sim, ao direito de escolha de cada um, se quiser faz e ponto. Se vai matar ou não, o problema é do Universo. Já disse e reafirmo: ninguém é Deus para dizer o que o outro deve ou não deve fazer e, se o fizer errado (do ponto de vista de Deus, da força universal) ela se encarrega do karma dessa pessoa.
Outra coisa, por mais absurda que pareça: se todos vocês estão defendendo a vida, genericamente ou não, então por quê todos santo dia vocês sentam a mesa e comem um ser que já foi vivo de carne e osso como vocês que sentiu dor, muita dor ao morrer????
Isso tudo é absurdo porque quem defende a vida, não pode querer salvar um feto de depois matar uma outra vida, um animalzinho para comer…
dêem o exemplo indiscriminadamente para depois quererem dizer o que é certo ou errado, certo?
ahh no meu outro post esqueci de dizer que sou estritamente vegetariana e a favor da discriminalização do aborto porque cada um tem um experiência de vida e uma raciocínio. Se é certo ou errado só Deus pode dizer, e com certeza ele saberá como compensar a vida que foi tirada e como ajustar a vida de quem tirou outra vida…anarquia já
Camila, existe uma enorme diferença ontológica entre um ser humano e outros animais. O ser humano tem uma dignidade intrínseca que deve ser respeitada. Isso não quer dizer que se deva usar de crueldade para com os outros animais, mas que eles não podem ser colocados no mesmo patamar que o ser humano como se valessem a mesma coisa.
Aliás, invertendo seu argumento, se você faz o discurso de defesa dos animaizinhos, você não deveria ser **contra** o aborto? Afinal, se temos que proteger a vida dos animaizinhos, especialmente dos indefesos, o ser humano não está incluído aí também? Afinal, o ser humano é animal, e o feto é totalmente indefeso.
Olá Marcio Campos!
Não quero entrar no mérito da discussão de defesa dos animais (aliás Sakamoto, seria um ótimo tema pra você) mas eles estão SIM no mesmo patamar que nós, quem disse que não???Algum “homocêntrico” como você? Vida é vida, independe de qual espécie. Dependendo da questão, somos até piores que eles pois estamos acabando com o nosso planeta, inclusive com eles…vá para o abate e veja o quanto é gostoso!!!Eles tem sistema nervoso e sentem dor tanto quanto nós, e sentimentos também sim, eles também tem (muitas vezes mais que os “superiores humanóides”).
Bom mas voltando ao tema, eu não sou a FAVOR do aborto, aliás muito menos praticante. Sou sim completamente a favor da LIBERDADE. Se alguém mata, em qualquer ocasião que seja, a Lei da Ação e Reação vai imperar de qualquer forma. A lei dos humanos é falha, por isso que digo que ninguém deve julgar ninguém. Aliás, entrando na questão metafísica ou karmica, o que existe de relacionamento ou a história transcendental entre aqueles dois egos (do feto e da mãe), só diz respeito aos dois (esse é um argumento que vale somente para quem acredita em reencarnação). Para quem não acredita em multiplas encarnações, vale o argumento “não jogue pedra no telhado do vizinho porque o seu é de vidro”.
Ao que diz respeito ao direito de viver do feto, realmente ele tem. Como as crianças que estão vivendo nas ruas teriam direito a um pai e uma mãe (nesse caso qual a diferença entre aborto de feto e aborto do filho que já nasceu e foi abandonado a própria sorte???), escola, comida e serem felizes. O que é mais cruel?? Me diga: matar antes de nascer ou deixar que morram aos poucos nas ruas? Talvez essa questão passou na cabeça da mãe que fez o aborto e sabia que esse seria o futuro fatídico desse ser pois não ia ter condição de criá-lo.
O buraco é muito mais fundo!
Matamos nossas crianças todos os dias poluindo o ar que elas respiram, alimentando-as com agrotóxicos e “faty foods”, enclausurando-as dentro de casa em frente da tv, etc…quem é mais criminoso???
é tudo uma questão de ponto de vista.
O que eu faço é simplesmente tentar minimizar o máximo de vidas que eu vou matar não comendo carne, não gastando menos nossa biodiversidade, educando o melhor possível meu filho. Quanto ao vizinho, eu deixo que ele cumpra o que pra ele foi escrito isentando-me ao máximo de impor meu julgamento ditatorial a ele…
Camila, veja só:
> Ao que diz respeito ao direito de viver do feto,
> realmente ele tem.
Se o feto tem direito à vida, como podemos ser a favor da descriminalização do aborto?
> O que é mais cruel?? Me diga: matar antes
> de nascer ou deixar que morram aos poucos nas ruas?
Aí é que está um problema: as duas opções são mesmo cruéis (como você mesma diz ao perguntar “o que é mais cruel?”). Mas você acha coerente permitir uma crueldade (o aborto) só porque não somos capazes de impedir a outra (o abandono de crianças)? Não seria melhor tentar acabar com as duas crueldades? Aonde vamos parar, se formos aceitando gradativamente uma crueldade, depois outra, e outra, e outra? Pior: defendendo crueldades sob uma bandeira de “direitos humanos”, esquecendo que o feto também é humano?
Ainda ñ entendi como você recebeu prêmio em prol dos Direitos Humanos. Depois de feito um aborto já viram como fica o feto( o ser humano)? esmagado, cortado, queimado… e depois ser jogado no lixo ou no vaso sanitário e dar descarga e ir para o esgoto. Não pode se defender e um grito que não pode ser ouvido. É vida, o coração bate, ele se alimenta, ele sente e ouve. Não permita isso. É vida.
Agradeçamos pelo dom da vida, que é dom e é linda.
Olá Márcio,
Os bebês já estão morrendo. O aborto já existe, ele apenas está sendo ignorado no momento pela sociedade. A nossa legislação atual está punindo apenas as mulheres pobres em detrimento das mulheres ricas que podem pagar.
É exatamente o mesmo caso das criminalização das drogas. Usuários existem, aliás a sociedade está tomada por ela e mesmo assim ela está lá. Isso reflete o fracasso do nosso sistema, ou seja, a proibição não é o melhor caminho. Tanto no caso do aborto como das drogas, a ilegalidade é causa ainda mais mortes, que poderiam ser poupadas.
O que eu realmente acredito é na educação, na evolução do ser humano. Vamos ensinar (com exemplos) que tudo o que você faz volta pra você mesmo. Se você usar drogas, vai ficar escravo e debilitado; se você abortar, vai causar danos irreversíveis a sua saúde e sua consciência nunca mais te deixará viver em paz.
Quem está decidido verdadeiramente a fazer alguma coisa não vai mudar de idéia porque é proibido.
Por um acaso a ditadura que proibiu tantas coisas deu certo? É um caso extremo, mas é a mesma realidade só que maximizada.
O aborto, a prostituição, as drogas e todas as coisas que a sociedade julga como erradas sempre existiram, algumas épocas foram bem vistas outras não.
Talvez a nossa sociedade ainda não esteja madura o suficiente para uma anarquia, mas podemos começar desde já a ensinar ao invés de proibir. Isso vale tanto para nossos filhos quanto para os outros.
“Não seria melhor tentar acabar com as duas crueldades?”, você disse. Creio que seja muita pretensão sua impor o que você “acha” para o resto do Mundo ou mesmo do Brasil somente, não é? Você pensa desta maneira, e quer que assim seja feito. Nem Jesus Cristo impôs o que pensava! Apenas disse, deixou ensinamentos, não obrigou ninguém. Ele foi um exemplo de anarquista onde vale a Lei da Ação e Reação.Assim como Gandhi, Buda e tantos outros.
Sakamoto, gostei da sua observação sobre o crucifixo no plenário do STF. O Brasil não é um estado láico?. Acho que estamos copiando os costumes dos norte-americanos. Lá, o Congresso decreta feriado por dois dias nas comemorações do Ano novo judeu. É um paradoxo, sabendo-se que o judeu não da valor ao cristianismo e os americanos com praticamente 100% de sua população sendo cristão. Quanto ao aborto, acho uma hipocrisia quando alguem diz que é contra o aborto mas aceita a descriminilização. Infelizmente as pessoas que discutem a legalização ou não legalização do aborto não são as mesmas que sentem na pele o drama de ter um filho sem poder sustentá-lo.Eu senti na pele este fato. Não como responsável por aborto e sim como vítima dos atos dos meus pais que iam gerando filhos sem a mínima condições de criá-los. Alguem ai vai dizer: mas você se deu bem. Acontece que alguns irmãos meus não tiveram a mesma sorte. Portanto sou a favor da legalização do aborto.
A criança dentro do útero de uma mulher não é parte do corpo dela.
Prova disso é que muitas vezes o típo sanguíneo da criança é diferente do fator RH da mãe; logo, a criança não é uma parte do corpo da mãe.
Para quem é favorável a facilitação do aborto, em nome desse “direito sobre o próprio corpo”: quem estaria disposto a ser a criança rejeitada e abortada por sua própria mãe?
“Pimenta nos olhos dos outros é refresco”
Se a criança ainda no útero tivesse como se defender com certeza o faria!
Viva a vida!
Cícero
Não ser a favor do aborto não quer dizer que se é contra….
Cícero
Você deveria lutar para que pessoas como seus pais recessem instrução para a prevenção.
Ah…sou a favor da legalização (!de tudo aliás!)
e não sou contra o aborto..apenas não o faria e me abstenho de julgar quem o faz!
Pessoal.O Colega Ubiratan Sousa resumiu tudo!Devemos é lamentar a falta de discernimento de pessoas como a Dona Mariana, Rita , Camila e etc… etc…
Como o colega disse, os argumentos ignorantes e desumanos aqui apresentados em prol da legalização foram muito bem contestados em todos as interpretaçoes possíveis!!!
Agora o que me faz rir é essa Mariana!!!
“Ah…sou a favor da legalização (!de tudo aliás!)” (mariana)
Acorda minha filha!!!Você no mundo da lua?Tá querendo é destruir a sociedade mais rapidamente?Se voce é omissa tudo bem.Fique quieta no seu canto.Mas não venha promover a desordem.
Abraço a todos.
Corrigindo…No lugar de Mariana leia-se Camila.
Obrigado.
hehehe eu é que estou no mundo da lua?
aliás o Brasil está muito “ordenado” do jeito que vai, né!?
realmente é um bom modelo a ser seguido
PS:
“Fique quieta no seu canto.Mas não venha promover a desordem.”
Isso tá me cheirando a ditadura, hein!?
E eu é que não tenho discernimento…
ANARQUIA JÁ
Camila,
> Os bebês já estão morrendo.
Sim, eu sei. E isso é bom? Vamos nos resignar a aceitar o fato, e então gastar esforço — e dinheiro — para que os bebês possam continuar morrendo? Se o dinheiro que vem das fundações Ford e MacArthur da vida para que as ONGs abortistas brasileiras façam lobby no Congresso fosse usado para programas de educação sexual, ou para cuidado de menores abandonados, não estaríamos melhor?
> Quem está decidido verdadeiramente a fazer alguma coisa não
> vai mudar de idéia porque é proibido.
E por isso vamos abolir toda e qualquer regra? Porque, afinal de contas, ***toda lei*** é transgredida. É proibido matar, mas as pessoas matam; é proibido roubar, mas as pessoas roubam; é proibido corromper, mas as pessoas corrompem; é proibido estuprar, mas as pessoas estupram. Um cara realmente decidido a roubar seu carro, apesar do roubo de carro ser proibido, vai tentar fazer isso. Pelo raciocínio que você prega, o dono do carro que se dane: ele que gaste com alarmes, rastreamento GPS… lei e polícia pra quê, se o cara vai tentar mesmo roubar o carro?
> Talvez a nossa sociedade ainda não esteja madura o suficiente
> para uma anarquia, mas podemos começar desde já a ensinar
> ao invés de proibir.
Ensinar e proibir não são coisas excludentes. A gente ensina, mas não pode forçar ninguém a aprender. A proibição entra em cena quando o ensino não funciona mais. Quando se define uma lei, se traça uma linha e se diz ao indivíduo “daqui pra lá é ruim para você, e ruim para a sociedade”. Toda vez que se levou essa linha para o lado mais permissivo, a sociedade que fez isso rumou para a barbárie.
Fico com uma curiosidade: você concorda com leis, por exemplo, contra o preconceito racial? Contra a violência doméstica? Veja bem, as pessoas continuam discriminando; maridos continuam espancando. E aí, como ficamos? Aceitamos isso, nos resignamos, alegando que o negócio é ensinar as pessoas que somos todos iguais e que em mulher não se bate nem com uma flor?
> Creio que seja muita pretensão sua impor o que você “acha”
> para o resto do Mundo ou mesmo do Brasil somente, não é?
> Você pensa desta maneira, e quer que assim seja feito.
Qual o problema, você não pensa assim? Você não gostaria que essas duas crueldades desaparecessem?
> Nem Jesus Cristo impôs o que pensava! Apenas disse, deixou
> ensinamentos, não obrigou ninguém.
Obrigar, não obrigou mesmo, porque Deus respeita o livre arbítrio. Mas Jesus reservou palavras muito duras para os que não O aceitassem. Veja se o Evangelho que você anda lendo não está com umas páginas a menos. E pode confirmar com o Sakamoto que desse assunto eu entendo muito.
Querida e amável Camila.Como seria possível uma Sociedade Anarquista se cada ser humano pensa de uma forma diferente?Não caracterizada por inúmeros conflitos, guerras e antagonismos?
A Sra, portanto, acha que a sociedade estaria melhor ordenada sem a existência de leis e governos…Interessante.
Seria um sistema no qual voce teria total liberdade para fazer o que bem querer né?Agora, imagina…Se voce libera geral,o que as pessoas ‘más’ poderiam fazer???Voce ainda acha que se acabar qualquer forma de repressão e controle os indivíduos como: MANIACO DO PARQUE, CHICO PICADINHO, ACÁCIO (vulgo bandido da luz vermelha),CORRUPTOS DESSE BRASIL ..Enfim toda a corja de criminosos estariam ‘beatificados’ ou simplesmente evitaria que outros da mesma índole cometessem os seus crimes?
Será que é a solução?
Recado ao dono do blog:
por favor, seu esquerdopata, não preste mais esse serviço de desinformação à Nação.
Sei que não adianta argumentar com marxistas, mas aos leitores:
ABORTO NÃO!
Vide comentários pró-vida acima, estão muito bem fundamentados.
Que desgraça esse pensamento materialista!
Marcio,
Muito pertinentes suas palavras.
Segunda-feira continuamos esse bate-papo tão interessante !!!
Bom fim de semana,
Abraço a todos
Camila, bom fom de semana para você também! Continuamos, então, na segunda
todos tem direitos de sobreviver. o problema maior é politicamente falando recurssos que até agora não tem. pois é horrivel um flho saber que foi trocado por uma cesta de natal e $50 reais ou que foi achado no lixo.ealguns choram pedindo ajuda para Deus e outros acompanham a vida de maneira facíl que não há muito sussesso. á que tantos recorrem na dor não so nao a elimina, Mas pelo contrário, agrava-a pelo novo mal que se lhe cresce.
Caro Dizer que o Aborto é um assunto religioso é uma grande falacia , assim como dizer que a mulher tem direito a seu corpo também é uma grande mentira , pois o Aborto não tem nada a ver com o corpo da mulher , a partir do momento da concepção o que temos é um outro corpo guardado dentro do organismo da mulher , a mulher é apenas guarda de outra vida , tanto que já aconteceu varias veses de em acidentes a mae hospedeira vir a falecer e a criança permanecer viva até o nascimento , pois são vidas distintas , portanto sou a favor sim que as mulheres façam o que bem entender com o seu corpo , mas um feto não é mais o seu corpo mas sim um outro corpo , que esta dentro do seu , tanto isto é verdade que não vemos nenhuma mulher pedindo o direito de arancar um braço ou uma perna de seu corpo , outro argumento falso , é o de que milhoes de pessoas fazem , se este é um argumento válido , vamos então liberar as drogas que milhoes usam , nas favelas vamos entregar o poder aos traficantes , pois é a melhor fonte de renda nas favelas , chega de argumentos simplistas , é muito mais facil fazer um aborto e muito mais barato para o estado do que o respeito a vida humana , o que mais me impressiona nas pessoas é que estão mais preocupadas com a estinção do mico leão dourado , do que com dar uma vida digna a população , os que são abortistas vão a uma maternidade olhem nos olhos de uma criança e vejam o grau de indefesa que uma criança tem , a lei tem que proteger o mais fraco , contra o mais forte , quanto aos que dizem a mais um feto ainda não é uma criança , psiquiatras famosos já verificaram que um feto é capaz de sentir emoções já na bariga da mae , inclusive muitos traumas de adultos são causados ainda na vida intrauterina , ser contra o aborto é ser contra uma politica do mais simples , do mais barato e do mais facil ,e não do que é o correto . Outro argumento é que é mais digno matar uma criança do que dar a ela uma vida miseravel , Defender a vida não é uma questão religiosa , por que a varias pessoas ateistas ou de outras religioões não cristas que consideram o aborto um atentado a vida humana , até os animais em sua maioria consideram a sua cria a coisa mais importante , e muitos animais as maes morrem para defender seus filhotes , e lembre-se , voce apenas esta neste mundo por que sua maê com todos os problemas e incomodos que uma gravidez causa , decidiu pela vida , voce gostaria de ter sido abortado ???
Cientificamente , faça um DNA do feto e veja se é igual ao da mãe , não é o DNA que é utilizado para identificar corpos , então o Feto não é o corpo da maê e todo o seu argumento de direito do corpo é invalido e por meios cientificos e não religiosos .
Cara Camila
Anailise suas Palavras
Sou sim, a favor da livre escolha, então sou anarquista. Tudo isso para dizer que, cada um cuida da sua vida, ninguém pode apontar o dedo na cara de outra ou outro para dizer o que deve ser feito. Cada um tem um história e uma retórica. Vamos parar de ser hipócritas, todos: principalmente os que são contra. O direito de livre escolha está acima de tudo, se você acha não quer dizer que o outro tem que sofrer as consequencias do seu “achismo”.
Voce diz que ninguem tem o direito de apontar o dedo na cara do outro e dizer o que pode ser feito .
Grande mentira , infelismente os homens não são capazes de se relacionarem sem traumas e para isto são obrigados a criarem leis que ditem limites para o que pode e o que não pode ser feito, pois todos os atos que tomamos ou não tomamos ( omissão) tem consequencias não apenas em nós , mas em toda a sociedade a qual pertencemos , coisas simples como jogar lixo no chão , que entope um bueiro , que alaga uma rua , que mata uma famila , não é hipocrisia , é sim definir regras de vivencia em sociedade , em termos de direito , a grande discução é se um feto pode ou não ser considerado ser humano , pois a decição do aborto , não é uma decisão que a mulher tome que diga respeito apenas a ela , é sim uma decisão que envolve um terceiro , qual a diferença entre a mulher que aborta por que o aborto vai trazer prejuizos a sua vida e um marido que mata a esposa para não ter que pagar pensão ? temos sim que ter leis que disciplinem a vida em sociedade , a questão do aborto não é uma questão religiosa , portanto o que padres ,papa igreja católica fazem ou não é totalmente irelevante é uma questão de como organizamos nossa sociedade , do nosso conceito de direito .
No fundo o que voce diz é que a mulher tem o direito de apontar para o outro e dizer , voce vive e voce morre .
Se voce fosse assaltada , voce diria eu não posso condenar o assaltante , pois ninguem pode dizer ao assaltante o que fazer ???
Pessoal, vou discordar das pessoas que disseram que este assunto é dificílimo de discutir. Pelo contrário, o aborto é algo extremamente possível de discutir sem maiores problemas. O direito ao aborto é algo que quem deve decidir é a mulher. Hoje, vivemos uma politica de leis e costumes baseada nas imposições e dogmas católicos, o que é um absurdo pois somos um país rico em etnicas e crenças. Desta forma, o catolicismo é apenas mais uma no Brasil. Concordo plenamente com o Sakamoto quando ele fala nestes crucifixos em prédios públicos. Não somos um país de uma religião só. Quem é catolico que coloque o cruxifixo na casa dele. temos que respeitar o direito que nós temos de dar o destino que melhor nos convém na vida, e não o que uma religião qualquer impõe. Gente, religião não é Deus. Religião é uma criação do homem, e junto com o dinheiro, a ganância e o poder, a religião se tornou um dos maiores problemas da humanidade gerando atualmente os conflitos mais sangretos e absurdos do mundo comteporâneo. Católicos, nada contra a religião de vocês, mas me desculpem se acham que o Brasil é católico. O Brasil não é catolico, não nasceu católico e provavelmente nunca será uma unanimidade católica.
Não podemos “tapar o sol com a peneira” porque a luz vai passar pelos vãos inevitavelmente.
São coisas que proibidas matam ainda mais. O trafico, o aborto ilegal. Milhões e milhões de pessoas morrem direta ou indiretamente devido a ilegalidade. A diferença – no caso do aborto como já foi dito – é que quem tem dinheiro banca uma boa clínica e quem não tem vai no açougue mesmo. Fatos como esses, nem uma lei punitiva contém o avanço, muito menos resolve. Apenas piora.
O que adiantam as leis, se não tem coerência com a realidade?
Os números mostram, infelizmente (isso mesmo, infelizmente pq não sou a favor do aborto e sim da livre escolha) o aborto é praticado por um número incontável de mulheres que, sem informação e amparo apenas pioram a situação. Talvez, se elas tivessem espaço na sociedade para expor suas angústias sem preconceito elas pudessem ser orientadas a mudar de ideía. Ou mesmo, fazer o que para elas deve ser feito naquele momento e depois com amparo legal fossem reeducadas a prevenção e ao planejamento para que aquela situação não mais ocorresse.
Essa é a diferença, trabalhar com a realidade. A lei proíbe o aborto, mas de que adianta? Ele está aí e em número cada vez maior.
Um paralelo que faço a essa situação é o das drogas: ao invés de gastar-se dinheiro com armas e tantas outras desgraças decorrentes do trafico, porque não investir esse dinheiro em centro de reabilitação para adcitos e em massiva educação infantil (isso que é prevenção, não é!?). Assim, quando a criança se tornar um adolescente ela já vai saber que é ruim pra ela, tanto a gravidez indesejada quanto às drogas.
Proibição nunca é o melhor caminho, insisto. O melhor caminho é a educação.
ahh … sobre minha utopia anárquica, hehe eu sei que ainda não é o momento, que a sociedade ainda não está preparada (como já havia escrito antes). Mas nem por isso devemos proibir e proibir e proibir… existem coisas que nem a pena de morte pode conter o avanço, não existe nenhuma punição que coíba. (vide países com pena de morte!)
Até….hehehehe
CARA COLEGA QUE DEFENDE O ABORTO,
AINDA BEM QUE SUA MÃE NÃO PENSOU EM FAZER ISSO, NÃO É VERDADE?
NA HORA DO BEM BOM NINGUEM PENSA NA RESPONSABILIDADE DE.
Aí Sakamoto, deixando a questão religiosa de lado que na verdade é uma desculpa para quem não conseguiu ainda provar para a sociedade que essa coisa de eleiminar seres humanos é apenas mais uma forma de egoísmo disfarçada de liberdade, qual é a razão para se abortar? Não queremos mais pessoas deficientes no mundo? Então diga aos deficientes que eles estão fadados a não existir com o abor to em vigor. E onde fica meu caro a responsabilidade em se gerar um feto? Isso é coisa apenas da natureza? Que tal questionarmos a perda da adolescencia e da infância em função de uma permissividade sexual que faz com que meninas sejam mães e garotos pais? Ah, tem mais: O que vc me diz do envelhecimento da sociedade tanto aqui como nos paízes que já possuem o aborto legal?
Parabéns para aqueles que querem eutanásia para os velhos e aborto para os fetos o mundo mata aos poucos.
ABORTO É ATO DE COVARDIA.
ABORTO É ASSASSINATO.
É NÃO ASSUMIR RESPONSABILIDADES.
CATÓLICO A FAVOR DO ABORTO NÃO É CATÓLICO.
JÁ PENSOU SE SUA MÃE TIVESSE PENSADO ABORTO AMIGO. BOM PELO MENOS ESSA DISCUSSÃO INÚTIL NÃO EXISTIRIA.
Aí Sakamoto, deixando a questão religiosa de lado que na verdade é uma desculpa para quem não conseguiu ainda provar para a sociedade que essa coisa de eleiminar seres humanos é apenas mais uma forma de egoísmo disfarçada de liberdade, qual é a razão para se abortar? Não queremos mais pessoas deficientes no mundo? Então diga aos deficientes que eles estão fadados a não existir com o abor to em vigor. E onde fica meu caro a responsabilidade em se gerar um feto? Isso é coisa apenas da natureza? Que tal questionarmos a perda da adolescencia e da infância em função de uma permissividade sexual que faz com que meninas sejam mães e garotos pais? Ah, tem mais: O que vc me diz do envelhecimento da sociedade tanto aqui como nos paízes que já possuem o aborto legal?
Parabéns para aqueles que querem eutanásia para os velhos e aborto para os fetos o restante o mundo mata aos poucos.
Disse bem, Sakamoto, a mulher tem o direito completo sobre o seu corpo, sua vida…Mas limita-se ao seu corpo e a sua vida. O aborto agride o “direito ao corpo” de terceiro e a vida de terceiros. Como disse, o direito da mulher sobre seu corpo é incontestável, mas é incontestável também o direito à vida e ao corpo do ser que habita no ventre de alguém. A mulher tem direito sim de exercer o controle sobre seu corpo, mas faço isso antes de promover a vida a um ser humano. É contraditório dizer a mulher tem o direito sobre o seu corpo, e ao mesmo tempo negar o mesmo direito à outra vida.
Questão de saúde pública…sim…concordo também. Mas o caminho que está sendo tomado é o caminho do comodismo social. É mais fácil abortar do que educar as crianças e os jovens, ensinando-lhes o respeito e o conhecimento sobre o próprio corpo, sobre a responsabilidade e os métodos de prevenção. É mais fácil abortar do que assumir os deveres sobre seus atos. É mais fácil para o estado promover o aborto do que cumprir seu dever constitucional de educação e segurança.
O aborto é um ato covarde e sem explicação racional. É uma ato de comodismo e covardia, da mulher, dos pais, e até mesmo do Estado que o quer promover. O direito de um, começa quando termina o de outro.
Mas como disse, a mulher tem o total direito sobre o seu corpo e sua vida. Basta saber utilizar desse direito.
Fábio Alexandre Claudiano
Camila, vou começar pelo fim.
> Proibição nunca é o melhor caminho, insisto. O melhor
> caminho é a educação
Concordo com você que é muito melhor educar. Mas repare que proibição, embora não seja **o melhor** caminho, também não é um caminho inválido. Como eu disse antes, a proibição entra em cena quando a educação falha. Você pode oferecer a melhor educação para um adolescente e, se mesmo assim ele resolver cair no crime, o que vai impedi-lo se não houver a proibição? Claro, a pessoa pode dizer “hoje existe proibição e isso não impede muita gente de ser criminosa”, e é verdade mesmo. Mas aí onde está a deficiência? No ato de proibir em si? Ou na ineficiência da nossa polícia e do Judiciário?
> São coisas que proibidas matam ainda mais. O trafico, o aborto
> ilegal.
O problema de raciocínios como esse é a atitude de resignação. A gente sabe que droga é ruim; a gente sabe que aborto é ruim. Mas, como a gente não consegue conter, então vamos deixar o negócio correr solto. Eu acho que isso é abrir mão do objetivo de termos uma sociedade civilizada, é compactuar com o caminho que mais cedo ou mais tarde leva à barbárie. Vamos permitindo um negócio aqui, outro negócio lá, e quando a gente menos espera estamos num ponto que não tem volta.
> O que adiantam as leis, se não tem coerência com a realidade?
Aí volta aquela pergunta que eu fiz anteriormente sobre leis que proíbem o preconceito, ou a violência doméstica. As pessoas continuam sendo racistas e agredindo as esposas. O que é “coerência com a realidade”? Se as leis só devessem ser promulgadas se houvesse 100% de condições de cumpri-las, poderíamos por exemplo jogar a legislação ambiental no lixo, porque sabemos que não existem as condições mínimas de se coibir desmatamento e poluição. A “coerência com a realidade” que uma lei precisa ter é essa: desmatamento é ruim? Proiba-se. Racismo é ruim? Proiba-se. Violência doméstica é ruim? Proiba-se.
> Talvez, se elas tivessem espaço na sociedade para expor suas
> angústias sem preconceito elas pudessem ser orientadas a
> mudar de idéia.
Espaço para se expor a angústia de carregar um filho em condições adversas existe. Inclusive há quem se disponha a cuidar de gestantes nessas situações.
Até mesmo há espaço para quem quer expor mais que angústia, o orgulho de ter feito aborto. É o que mais vemos por aí, gente dizendo “fiz e não me arrependo”. Basta folhear qualquer Veja da vida. Se existe espaço até para isso…
Abraços
Marcio
se oque eu axo?
um absurdo o aborto…
é covardia o aborto
porque as mulheres não se cuidam se não querem um filho
depois se axam no direito de fikar matando vidas por ai
porque elas não deixam a cria~ça nascer então e dão para alguém se não querem
porque todos tem o direito de nascer e viver e ninguém pode tirar esse direito
se oque eu axo?
um absurdo o aborto…
é covardia o aborto
porque as mulheres não se cuidam se não querem um filho
depois se axam no direito de fikar matando vidas por ai
porque elas não deixam a cria~ça nascer então e dão para alguém se não querem
Que coisa FEIA ABORTAR COMO QUE TEM MÃES QUE SÃO CAPAZES DE FAZER ISSO COM O PROPRIO FILHO COM O PROPRIO FETO …
CARA ISSO É UM ABSURDO E TEM GENTE QUE AXA BONITO ISSO AINDA
QUE FALA QUE É AFAVOR
MAS QUE VÃO TD SE DANAREM ESSA GENTE QUE NÃO PENSSA NÃO TEM VERGONHA de querer um PAIS desse geito tudo desorganizado
ABORTO É CRIME E O CRIME MAIOR É O ATO DE COVARDIA CONTRA UMA CRIANÇA INDEFESA
porque todos tem o direito de nascer e viver e ninguém pode tirar esse direito