Como age a fiscalização rural do trabalho
Sei que há muitos representantes de empresas do setor agropecuário e proprietários rurais que visitam regularmente este blog e, antes de mais nada, agradeço a audiência. Por isso, achei interessante postar a instrução normativa número 76 do Ministério do Trabalho e Emprego, que foi publicada nesta semana no Diário Oficial da União, e que atualiza os procedimentos para fiscalização rural.
O tema pode parecer chato e técnico demais, mas sua importância é inconteste. Para aqueles que falam que ações que encontram trabalho infantil, precário ou escravo no campo seguem um roteiro obscuro e desconhecido, essa é uma boa chance para conhecer como deve agir a fiscalização e, por conseguinte, o empregador rural.
A nova IN reforça a parceria entre o Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério Público do Trabalho, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e a Advocacia Geral da União e traz informações sobre a contratação correta de trabalhadores de outras regiões, evitando assim o aliciamento ilegal.
Nela, há um modelo da Certidão Declaratória de Transporte de Trabalhadores (CDTT), documento usado para autorizar o transporte de trabalhadores recrutados em regiões diferentes de sua moradia. Esse documento substitui a antiga Certidão Liberatória, cuja emissão era obrigatoriamente solicitada pelo empregador à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE). A partir dessa nova resolução é preciso apenas que o empregador comunique à SRTE sobre o transporte dos trabalhadores por meio da Certidão Declaratória.
Para baixar a IN, clique aqui.

Sakamoto, vc. não nos informou seu conceito e qual deveria ser a real definição sobre o que é ESCRAVIDÃO NOS DIAS DE HOJE?
Perguntas:
Para um grupo de 100 trabalhadores rurais, admitamos hipotéticamente a necessidade obrigatório 10 banheiros químicos. Assim, se somente existir 9 banheiros, será caso de maus tratos e consequentemente “trabalho escravo”.
Para um grupo de empregados de uma empresa, que trabalha sem carteira assinada, por acaso será “trabalho escravo” por falta de cumprimento do empresário com as normas do registro em carteira?
Para determinado trabalhador que resolve de livre espontânea vontade passar a hora do café, pois não gosta de “café”. Estaremos lidando com trabalho forçado e consequentemente com “trabalho escravo”?
Eventuais trabalhadores, furam os tempos de descanso “a paradinha legalizada” entre o serviço e segue direto por vontade própria e declarada. Admitamos ainda que os fiscais do trabalho descubra tais práticas durante o serviço, mesmo que determinada exatamente o contrário pelo empregador (ou seja, é para dar as paradas). É caso de abuso ao trabalhador e consequente trabalho escravo?
Qualquer abuso de qualquer ordem, deverá ser considerado trabalho escravo?
Determinados dormitórios, tem condições de acomodar um grupo de trabalhadores, porém esse grupo ultrapassa em números não expressivos. Trata-se de uma moradia provisória equiparada a senzala dos velhos tempos? Esse número expressivo deveria sofrer qualquer tolerância? Caso fosse tolerado, qual deveria ser o percentual de tolerância?
Um funcionário que em algum momento de descuido sofre acidente no trabalho, é caso de trabalho escravo?
Sonegar horas extras ao trabalhador, sonegar insalubridade e periculosidade é submetê-lo a regime de escravidão?
Contratar cozinheira, para cozinhar para um grupo de trabalhadores, sem que essa cozinheira não tenha curso de especialização é trabalho escravo?
Não contratar nutricionista (não estou debochando), para verificar o balanceamento de toda a comida, com suas vitaminas, ferro, sais minerais, proteínas, calorias para suportar um dia de trabalho forte que o campo exige, é trabalho escravo?
Transportar trabalhadores com o transporte fora das condições de trânsito, é trabalho escravo? Ou apenas crime de trânsito?
Separar homens e mulheres mesmo que de uma mesma família é submeter a reigme de escravidão?
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Notem leitores, que o conceito e a dúvida sobre trabalho escravo para os dias atuais são amplos e controversos.
Toda irregularidade deve ser punida exemplarmente, pois o ser humano vale mais do que qualquer coisa nesse planeta, porém os direitos individuais devem ser respeitados, até mesmo dos criminosos, senão seria “correto invadirmos presídios para matar prisioneiros”.
Para um trabalho dígno, existem regras, normatizações que obrigatoriamente tem de ser respeitadas, e quando isso não ocorre, é obrigação do Estado exigir o cumprimento dessas normas, com policiamento e investigando todas as denúncias formalizadas, e seus descumprimentos passíveis de cadeia, multa indenizatória e até pecuniária.
Tal punição, deverá ser feita através de uma investigação ampla do ministério do trabalho e da polícia, posteriormente deverá ser encaminhado ao Ministério Público para oferta da denúncia contra esse empregador, seja ele, produtor rural, empresário, comerciante, profissional de qualquer área, doméstico…
Porém nada pode ser admitido fora da justiça brasileira, sem que seja recebido a sentença definitiva da mesma, que é o único caminho legal para condenar ou inocentar o denunciado.
Assim diante de tamanho emaranhado de dúvidas, muitas das quais nem mencionadas, temos uma incerteza sobre o que é escravidão nos dia de hoje, já que sabemos apenas o conceito da escravidão dos tempos antigos, com senzala, chicote, corrente, comércio de escravos, cartas de alforrias….
Não resta dúvida, de que o termo definitivo para o conceito “escravidão/atualizada”, é subjetivo.
Portanto aceitar além da punição do infrator/bandido/safado/aliciador/aproveitador…, com a pena de prisão, multa, indenização material, moral…, proibição de angariar recursos do Estado é válido, após sentença definitiva da justiça.
Porém desapropriar patrimônio particular é no mínimo, dar a oportunidade para movimentos ditos “sociais” usar a lei de maneira totalmente em seu favor e trazer a anarquia ao Estado de Direito, baseado em conceito INDEFINITO.
É a oportunidade que manobradores e manobrados sociais precisam para invadir, ocupar, apropriar e grilar patrimônios particulares sem qualquer resistência de todos, permitindo até mesmo que a sociedade concorde com tamanha usurpação de patrimônio, baseada no conceito ERRADO/INAPROPRIADO/DESCARACTERIZADO que alguns grupos de excluídos sociais como o MST por exemplo, utilizarão com o AMPLO TERMO que o conceito escravidão poderá resultar, sem que a sociedade tenha noção ou dimensão real e exata deste conceito, e na falta de parâmetros resultar na manipulação dela, facilitando aos “MSTs da vida” buscar apoio necessário a seus abusos, mesmo que dentro da lei, apenas amparado no amplo conceito “moderno” da escravidão.
Para os desavisados, não se esqueçam que uma empregada doméstica poderá usurpar o termo escravidão em proveito próprio e com isso, jogar o Senhor e a Senhora no olho da rua, desapropriando suas casas.
No início seria imóveis rurais, depois casas, depois empresas, depois seus móveis e utensílios, depois o chofer a lhe tomar seu carro.
Lembram da CPMF, que era provisória, ficou definitiva, teve sua alíquota aumentada várias vezes e somente com muita força política a oposição conseguiu derrubá-la? Pois é exatamente assim que tudo começa.
É igual pensão alimentícia, onde no começo é só meio salário mínimo, depois a criança crescendo é um salário, já na escola são dois salários…até comprometer toda sua renda.
Baseado nesta explanação, acho bom ficarem atentos a vossos conceitos de esquerda radical, e adotarem um tom mais conciliador e apropriado com a realidade do momento e esquecer a visão arcaica sobre formas, coisas e conceitos.
Não existe comparação entre desapropriar uma propriedade por plantio de maconha, que sempre será maconha e nunca será pé de alface, salsa, cebolinha, sempre sempre sempre será maconha. Ao contrário do conceito atual de escravidão que nunca será exatamente a mesma coisa para cada cabeça humana.
Deixe a hipocrisia, o pré-conceito de lado e analisem friamente a situação.
Não trata-se de dar as costas para as barbáries que são vítimas determinados grupos de trabalhadores, mas sim buscar um entendimento para que novos erros históricos não sejam cometidos, pois direitos humanos é para todo o individuo, de qualquer cor, religião, classe social, sexo e regime de governo.
o reflexão é um dos fazendeiros que o Sakamoto falou.
Rodrigo Campos Braga.
Independentemente deu ser fazendeiro, milico, safado, hipócrita, charlatão, ignorante, mulher, homem, flamenguista, corintiano, nordestino, nortista, paulista, amazonino, goiano, baiano, portador de necessidades especiais, velhaco, honesto, insano, galanteador, nojento, educado, reprimido, hetero ou homo, branco, amarelo, vermelho, pé grande, pé pequeno, forte, fraco, oprimido, opressor, juiz, promotor, polícia, empresário, dono ou dona de casa, “mané”, sabichão, socialista, capitalista, poeta, poetisa, médico, dentista, engenheiro, pintora, florista, manobrista, favelada, andarilho……Pode ter certeza de uma única coisa, sou ser humano com os mesmos direitos seus, e vc. tem as mesmas obrigações perante a sociedade inteira assim também como eu.
Portanto não se apegue em quem eu sou, pois amanhã posso ser diferente do que hoje sou(posso estudar, profissionalizar, ganhar e perder patrimônio, trocar de namorada, ou de marido), mas nunca, deixarei de respeitar opiniões independente de alguém se apresentar vestido de branco, toga, paletó e gravata, roupa suja e rasgada, continuarei a mesma pessoa.
Assim, nada importa quem eu seja. Não entre nos meus comentários com os dois pés, cheio de pré-conceitos. Não procure me diminuir ou discriminar, pois ao invés de me rebaixar, vc. acaba rebaixando vc. mesmo. Pode ter certeza disso.
Analisamos sob um determinado prisma: Uma criança, dorme criança e acorda adulto, sem qualquer noção política.
Ai ela resolve pesquisar os conceitos de capitalista e socialista, entra no IG, encontra o Blog do Sakamoto, vem até está matéria que ele postou, e procura entender o conceito socialista que é pregado pelo Sakamoto, Você e outros.
Quando ela se depara com seu comentário “o reflexão é um dos fazendeiros que o Sakamoto falou”, ela pensará baseado nas suas afirmações e chegará a “conclusão” de que o socialismo é discriminatório, leva a discórdia, ofende irmãos, desmerece profissão…afinal é essa a real idéia que vc. quer, seja feita de você?
Não pode ser. Mesmo porque não acredito que dentro de vc. exista tanto desprezo e “ódio” a classes adversas a sua.
Escolha suas palavras, renove seus conceitos, pois precisamos juntamente fazermos deste país um lugar melhor para se viver, livre das desigualdades, violência e adversidade de opiniões.
Olha, é insuportável o posicionamento de alguns. Me refiro ao “reflexão”.
Porque todos eles não saem do anonimato?
Todos os que defendem injustiças sociais pela rede ficam escondidinhos…
Fale comigo pelo telefone, deixe uma mensagem de voz e respondo a você todas as suas perguntas. Meu cel. 6281351386.
Eu sou bacharel em Direito, e lhe fornecerei uma consulta jurídica gratuita.
Para o Diogo Siqueira.
Não sou insuportável, é vc. que é intolerante e arrogante.
Vejamos:
Porquê não saiu do anonimato:
Estou em um blog público, onde não me é exigido no registro, os dados pessoais para comunicar-me com todos os demais, inclusive com vc.
Observo neste blog, através das matérias direcionadas “algumas até propositada”, além de diversos comentários, um enorme pré—conceito sobre cada um dos indivíduos que não compartilha da mesma opinião. Se eu me manifestar ser qualquer um ou uma das diversas possibilidades inumeradas acima, será motivo seja ela qual for, para ataques de cunho pessoal, fugindo do cerne de cada uma das discussões propostas.
Não é isso que quero, e não deveria ser isso que vc. deverá buscar.
Portanto, guarde para vc. seu telefone, sua profissão, não lhe procurarei para pedir noção, orientação ou consulta, mesmo porquê, ao invés de bacharel como você, talvez possa eu ser advogado e sua consulta jurídica, ser totalmente desnecessária e até mesmo equivocada perante minha experiência na labuta advocatícia.
Também posso ser um jurista, um representante do ministério público, delegado, juiz togado ou mesmo ex-juiz classista.
Não estou no anonimato, porque somos o reflexo de nossa opinião que aqui estou expondo e não aquilo que possuo, nem muito menos o cargo, a profissão, a cor da minha pele, o carro importado, ou a bicicleta barraforte que me leva e trás do serviço de pedreiro.
Basta de covardias contra as classes, basta de revanchismo, basta de ofensas, basta de desrespeito, pois se realmente for eu advogado, posso quem sabe, propor uma audiência/sessão de desagravo na Oab do seu Estado, lhe acusando de crimes contra a intolerância e difamação contra opiniões adversas a sua e até quem sabe de colegas de sua “pretensa” futura profissão. O mesmo também poderá ser aplicado se vc. angariar a magistratura ou o MP. caso eu seja um representante destas profissões é claro.
Quanto a acusação mais grave que vc. dirige a mim “Todos os que defendem injustiças sociais pela rede ficam escondidinhos…” somente fica a noção a todos de que vc. não sabe ler e interpretar os comentários alheios, pois vc. é mais um a ter uma visão e noção distorcida daquilo que disse.
Sua capacidade e de alguns outros de colocar palavras e conclusões que não representa aquilo que somos, chega a ser absurdamente deplorável.
Não faça isso, pois também me sentir no mesmo direito seu e entender que como bacharel em Direito, foi uma total perda de tempo e dinheiro seus 5 anos de Universidade.
Na verdade, já que não entendeu, irei repetir:
Sou contra qualquer desigualdade, desrespeito ao próximo, escravidão, porém sempre seu direito termina onde o meu começa.
E o parâmetro que utilizo para me guiar são dois “Orientação religiosa e respeito as normas constitucionais de cada país onde esteja ou visito”.
Não fuja da raia, deixe registrado nesta matéria, seu conceito verdadeiro, se é que possui sobre a escravidão.
Se não dá para dobrar a língua e anular seus pensamentos, faça o favor de dobrar os dedos.
Fica aqui mais um registro de desrespeito que observo neste blog.
Vamos ser homens por um instante e parar com este argumento falacioso?
Liga pra mim! Deixa uma mensagem! Tire uma foto sua e mande para o meu email com suas perguntinhas idiotas!
A minha foto está no meu blog para todo mundo ver. Basta clicar no meu nome, ai em cima!
Qual o site da sua empresa? Qual o telefone dela?
Continuarei te “desrespeitando” enquanto for um anônimo reclamão!
Apareça, ou guarde o seu tempo programando onde irá recrutar suas próximas vítimas…
estou ficando nervoso com estes comentarios, vou virar um samurai, pego meu 79cv e a 180kms por hora jogo contras seus carros de luxo , como faziam os samurais no tempo da segunda guerra que jogavam os avioes en cima de alvos inimigos e se despedacavam todos.
Apenas para esclarecer: disse que sou bacharel em Direito apenas pra dizer que posso lhe auxiliar em seus questionamentos descabidos. Não foi para lhe humilhar. Se a carapuça serviu…
Outra coisa: você não pode ser jurista. Nem um cursando do 1º ano de Direito faria perguntas perguntas tão neófitas.
E não me venha com esse papinho de direitos iguais! Você defende a desigualdade de tratamento entre os trabalhadores brasileiros!
Antes de me responder, você terá que ler todo o conteúdo deste site para se qualificar:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fal%C3%A1cia
E somente após ler o conteúdo do site que citei acima, e se qualificar como um homem perante todos, poderá dirigir a palavra à minha pessoa novamente.
Caso contrário fique mordendo a língua do outro lado da telinha.
Coneço todos!!!
é bom e é verdade saber disso, não transformemos este instrumento, em um ringue.
Naõ irei me delatar sobres os comentarios parte a parte.
Mas, parte a parte, vivemos em uma mesma casa, e nesta casa comporta direitos e obrigação, alem da liberdade de pensamento, sou caracteristico, moro a 25 anos no sul pará e aqui é o melhor lugar de viver.
Trabalho Escravo, Latifundio, Desenvolvimento Sustentavel, Oligarquias Modernas de Comunicação e Politica, Questão Agraria, são varios CHAVOES que são usados parte a parte, portanto reafirmo ESTE É O NOSSO BRASIL e não o MEU BRASIL.
Sectarismos a parte, devemos sim fundamentar cada vez mais a s razoes sem que a historia seja sim ESCRAVA DE parte a parte de pensamentos.
muita confusao,confundir trabalho escravo, com sub emprego, trabalho escravo e obrigar alguem fazer um trabalho que nao quer fazer e nao recebe remuneraçao e sub emprego e quem trabalha em condiçoes precarias, e com sálarios baixo. tanta confusao que já nao sei se confusao leva acento ou não, sei que todas as palavras proparoxítonas tem acento, depois tem as paróxiotnas , oxítonas, terminadas em ditongo crescente e decrescente, dai a criança vai a escola e aprende o ba,be, bi,bo,bu e xa,xe,xi,xo,xu e depois digo a palavra cachorro se escreve com ch e nao com x, cachorro e não caxorro, casa se escreve com s e nao com z casa, e não caza a escrita e uma forma gráfica de como se fala, entao porque nao escrever da maneira que se fala, Parece que querem complicar para quem sabe ser melhor. é muita confusao que nao se sabe mais se confusao leva acento ou nao e assim ao invés de simplificar as coisas complicam.
o certo e escrever a palavra confusão com z , confuzao dai nao precisaria de acento, se escrevo com s e são e nao zao
Gente!!! Esse alguém do Povo só pode ser retardado mental.
Diogo Siqueira,
Noto um enorme interesse de sua parte, com tamanha insistência para que eu entre em contato contigo. Fornece telefone, nome, email, informa possuir foto…
Pede meu telefone, email, todos os contatos “trabalho, pessoal”, inclusive para eu enviar uma fotografia minha diretamente no seu email, deixar uma mensagem de voz na sua caixa postal.
Ah, isso é muito suspeito!
Será que na verdade, seu “interesse é outro”? Se for pode ter certeza que eu estou fora dessa!
Será que entendi, seu pedido para sermos homens por um instante. Confesso que da minha parte, não tenho dúvida em ser por todos os instantes, mas vc. não é por todos os momentos, é isso? Entendi direito o que afirmou?
Desculpe a franqueza, mas vc. arranha? Morde a fronhinha?
Já que vc. recusa-se a responder as perguntas sobre escravidão, que merecem total atenção de todos nós, de maneira a deixar quaro a todos sobre o verdadeiro conceito para o presente, faço uma pergunta com a mesma liberdade e desinibição que também me dirige e pergunto:
Você gosta de kiwi (peludinha por fora e toda frutinha por dentro), gosta de moranguinho?
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Continue a destilar seu veneno!!!
Quanto a sua afirmação sobre eu não ser jurista, talvez você possa realmente ter razão, mas por outro lado não, afinal com todo o respeito, minha profissão é algo pessoal, correto?
Peço novamente para que não continue a se equivocar, tentando colocar palavras que jamais disse na matéria, como sua afirmação dirigida a mim …”Você defende a desigualdade de tratamento entre os trabalhadores brasileiros!”, porquê vc. continua sendo leviano e desonesto, em momento nenhum faço uma afirmação no sentido de sua acusação.
Acrescento no pedido, reafirmando meu compromisso em debater e chegar a uma definição de maneira que fique clara para todos aqueles que possam buscar nesse blog qualquer referência sobre o tema.
Talvez não tenha notado ou não tenha conhecimento para debater a proposta, mas essa matéria postada é informativa para a classe contratada e contratante, assim, conveniente alongar no tema Escravidão, e também somá-la com uma informação clara, coerente, sobre A ESCRAVIDÃO NOS DIAS ATUAIS.
Já finalizando, e adiantando aceitar sua recomendação para não mais dirigir a palavra a vc., o que também não é verdade absoluta, pois nunca me dirigi a vc, somente quando por vc. fui inquirido, aproveito para perguntar novamente:
O que é, ficou machão é, no final da sua argumentação? O instante opressor, violento e reacionário voltou num estalo de liberação hormonal masculina, correto?
Cuidado, não esgote seu frasco de testosterona!!! É apenas um conselho.
Melhore o nível.
Como bem colocado por colega:
Pronto. Falei.
este reflexão e o soboba. muda de apelido depois que leva pela cara, e passa vergonha.
Anônimo (reflexão), você não fez a sua lição de casa. Não leu o site que indiquei, não se identificou como um HOMEM e ainda descumpriu uma recomendação minha.
Você tenta me atacar e continua se escondendo…Como um viadinho na relva! UM BAMBI!
Homem mostra a cara a tapa e mostra a que veio, como eu fiz ANONIMO.
Você deve uma daquelas mocinhas escondem o rostinho no travesseiro enquanto fazem um fio terra. Porque você adora se esconder!
Enquanto respondia aos meus comentários, parecia uma dançarina de dança do ventre – com um véu escondendo o rostinho e piscando os olhinhos…
Anonimo, você é ANONIMO porque não tem convicção no que diz. Você é o ANONIMO que é, porque deve aos fiscais do trabalho.
Logo você não poderia postar nada aqui fihlinho.
PS: Agora não quero uma voto sua pra escrachá-la pela rede. Quero ver o rostinho da sua esposa. Quero que ela caia de boca no meu, mastigando um Kiwi e um moranguinho e depois quero ensiná-la a usar o chicotinho que você usa nos seus subordinados, quando se fantasia de dominador. E enquanto ela faz um fio terra em você no dia seguinte, ela te conta como gostou do meu CARA***, e ai talvez você queira cair de boca também. MAS EU RECUSO OBRIGADO! GUARDE ISSO PARA OS SEUS SONHOS ERÓTICOS. EU GOSTO É DO TREM CABELUDO!
SR Reflexao
Concordo plenamente com tudo o que sr comentou,tenho a mesma opiniao do sr.
Ô meu pai! Mais um chato com síndrome de perseguição! Sai do meu pé: Não gosto que alguém do povo me amole. Pronto. Falei.
Siboba,
Gosto do seu “Pronto. Falei”, cada vez que leio seus comentários fico rindo do “Pronto. Falei”.
Aliás, fico rindo somente disso, porque o restante daquilo que comenta, merece atenção e respeito.
Pronto. Falei.
Dr. Leonardo, não permita comentários de anônimos aqui. Dá nisso ai em cima.
PS: relfexão eu vi que algo mexeu dentro de você enquanto via minha foto no blog. Sei que me achou boa pinta. Mas eu gosto é da RACHADA! Tenta bolinar um dos seus cortadores de cana…
Nossa! O Sr. Diogo Siqueira parece coronel da Ultra-direita: Já quer até censurar os comentários alheios! Ai ai ai, só com muita ironia pra aguentar tanta ignobilidade. Recolha-se às suas idéias e respeite a opinião alheia. Se não gosta do jeito que tá, vá pra Cuba. Ninguém vai sentir a sua falta. PRONTO. FALEI. E VOU CONTINUAR FALANDO.
P.S.: Abaixo à censura!!!
P.S. para Diogo Siqueira: “Blog do Caipira esperto?” de Goiânia? huahuahuahuahuahuahuauahhuh!!!!!!!!!
P.S.2: O que significa a sigla UCG? NUNCA OUVI FALAR……. ahahahahahahahahahah!!!!! Piada pronta, como diz o grande amigo Simão…….
Pronto. Falei de novo.
Sakamoto.
Você ao negar a responder sobre as condições de transporte, moradia, alimentação, trabalho, salário, descanso, índice de higiene e de segurança no trabalho, que devem ser analisados com critério de maneira a considerar ou não trabalho escravo na atualidade, presta um verdadeiro desserviço aos leitores deste blog, e mais grave ainda vindo de alguém como vc. Sakamoto que carrega a bandeira da escravidão, mas nada esclarece suas reais opiniões sobre o tema por mim proposto.
Isto não é compromisso com a causa, é sim o contrário. Total descaso com toda a coibição ao trabalho escravo no Brasil.
Lamentável/Vergonha.
Em um pais que tem mais de 500 deputados para fazer leis, o Ministério do Trabalho precisa se basear em “Instruções Normativas”, Resoluções , e qualquer nome que se queira dar às supostas leis que os órgãos fazem e que normalmente não resistem à uma contestação judicial, é natural que decrete uma “Instrução Normativa! para dixzer o que é trabalho escravo e assim justificar a criação de equipes e não raro distribuir verbas para ONGS e outros órgãos paralelos que não se fartam de “contribuir” para a justiça social desse país, claro que precisa uma renumeração para isso, não é mesmo?
Sakamoto, seu néscio, quando você vier para Ribeirão Preto ou para São José do Rio Preto eu vou te dar uma surra. Você não me responde, e ao não me responder, não responde à nação brasileira! É um espírito de gente pobre mesmo.
Como tem oportunistas covardes se aproveitando do meu apelido “Reflexão” para manchar minha imagem e aproveitar para fazer ameaças ao Sakamoto.
Não concordo com o Sakamoto provavelmente na maioria de sua ideologia e conduta, mas quero deixar claro que o “intitulado Reflexão acima” que faz as ameaças não é o mesmo que inicia esta matéria com os questionamentos sobre a escravidão.
Os questionamentos sobre as escravidões, sou eu quem realmente faço, mas não as ameaças postadas das 11:51 do dia 23/05/09.
Falso apropriador de apelido, não seja baixo. Não peço que forneça qualquer informação pessoal, mas pelo menos respeite o apelido daqueles que comentam. Caso tenha adoração pelo apelido, que tal acrescentar na frente do reflexão alguma outra letra ou número.
Ou então me avise, que não faço questão em mudar meu apelido, mesmo porque o importante é meu email, que é direcionado ao Sakamoto, o que permite a ele me identificar com minhas opiniões diferenciando de seus comentários em tom de ameaça.
Nossa como nesse blog dá pessoas de mau caráter como vc. que apropria de apelido alheio e outros radicais agressivos e até rampeiros pederastas como o Diogo Siqueira.
Diogo Siqueira,
Será que vc. não admite levar um fora.
Já lhe disse no comentário das 12.25 do dia 22/05 que “estou fora dessa”, não faço parte de clubes prives.
Já que tanto me ascedia, vou lhe dizer para ver se vc. se enxerga e larga do meu pé. Seu hetero, não sou bezouro. Não tenho queda por cuecas, mesmo que seja cuecas fio dentais.
Também não adianta fazer joguete, para descobrir se sou casado ou solteiro, não vou lhe dizer.
Já lhe disse, vc. é sem chance, vá procurar seu grupo.
Outra, não dá uma de apelador, ou fera (leoa) ferida porque recuso seus convites para mandar foto minha, deixar mensagem no seu correio de voz. Aceite o fora, prefiro sexo oposto ao meu e não tenho culpa se a natureza nos fez diferentes.
Até aceito que vc conforme seu comentário das 14.32 do dia 22/05 goste disso “EU GOSTO É DO TREM CABELUDO!”, afinal fazer o que se vc. gosta de Trem cabeludo (afinal todo trem, tem um maquinista, vários vagões, é comprido e largo, tem a cabine na frente) e se gostar cabeludo é só pedir para o maquinista não depilar.
Sai fora, que vc. não tem chance, não sou pederasta. Me esqueçe e aceite o chute na bunda, com sapato redondo, pois se for de bico fino, talvez vc. ficará contente, e tudo que eu quero é distância de vc.
Sai fora marileusa.
Para o “Reflexão”: Deus te ajude, Irmão, para que um dia você nem parente, aderente ou consequente seu caia nas mãos de um “gato”. Deus o livre disso!
Deus livre nos dois, parentes, aderentes…. Caso de gato é com a justiça.