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	<title>Comentários sobre: O padre, o delegado, o coronel e os Direitos Humanos no Brasil</title>
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		<title>Por: Best Weber Grills On Sale</title>
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		<dc:creator>Best Weber Grills On Sale</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 05:32:23 +0000</pubDate>
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		<description>I&#039;ve been absent for a while, but now I remember why I used to love this web site. Thank you, I will try and check back more often. How frequently you update your website?</description>
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		<title>Por: Bernardo Lunz</title>
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		<dc:creator>Bernardo Lunz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 06:18:29 +0000</pubDate>
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		<description>cholesterol reduce</description>
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		<title>Por: Grazyna Nirenberg</title>
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		<dc:creator>Grazyna Nirenberg</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 18:05:35 +0000</pubDate>
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		<description>Andrea</description>
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		<title>Por: Gucci Shoes</title>
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		<dc:creator>Gucci Shoes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 14:51:00 +0000</pubDate>
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		<description>Cheers for creating this it was helpful for a paper I am now writing for my thesis.  Thanks

&lt;a href=&quot;http://www.guccidiscountstore.com&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Discount Gucci Shoes&lt;/a&gt;</description>
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	<item>
		<title>Por: Global Voices Online &#187; Brazil: The National Program for Human Rights &#8211; Part 1</title>
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		<dc:creator>Global Voices Online &#187; Brazil: The National Program for Human Rights &#8211; Part 1</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 22:37:07 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Sakamoto [pt] goes further, criticizing the Church&#039;s stance against the program, adding sarcastically: Com tanta atitude arbitrária e antidemocrática do governo Lula para ser criticada [...] </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Sakamoto [pt] goes further, criticizing the Church&#039;s stance against the program, adding sarcastically: Com tanta atitude arbitrária e antidemocrática do governo Lula para ser criticada [...] </p>
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	<item>
		<title>Por: P Pereira</title>
		<link>http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2010/01/09/o-padre-o-delegado-o-coronel-e-os-direitos-humanos-no-brasil/#comment-169496</link>
		<dc:creator>P Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 01:09:34 +0000</pubDate>
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		<description>Trecho do blog do Wálter  Maierovitch, em 10 de janeiro de 2010:

“A luta armada, uma reação legítima contra o golpe e o terror de Estado, começou a ser articulada em 1967 e se mostrou apenas em 1969, sem a participação do Partido Comunista Brasileiro, que adotara a linha da oposição sem violência: a posição do PCB, chamado Partidão, levou Carlos Marighella a criar e comandar a Ação Libertadora Nacional (ALN).
Apegados à máxima de que a história é escrita pelos vencedores, o regime ditatorial, por perceber que chegava à exaustão e por cautela voltada a conferir um bill de indentidade e  impunidade aos agentes do terror, elaborou, em 1979, a chamada Lei de Anistia. Ela concedeu, em plena ditadura, anistia aos autores de crimes políticos, conexos a eles ou por motivação militar. Como se nota, a lei número 6.683, de 1979, representa caso típico de autoanistia, em pleno regime excepcional.”

http://maierovitch.blog.terra.com.br/2010/01/10/os-muros-de-borracha-de-2010-a-lei-de-anistia-torna-impunes-crimes-de-lesa-humanidade/





PS:  Michelle Bachelet, torturada pela ditadura chilena, já sofreu diversas acusações infundadas, assim como a  Dilma  Rousseff. Ela  foi eleita e conduz seu pais dentro das normas democráticas. Deveríamos seguir o exemplo do Chile, mas o Brasil  é o único país da América Latina que ainda não reviu a Lei da Anistia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Trecho do blog do Wálter  Maierovitch, em 10 de janeiro de 2010:</p>
<p>“A luta armada, uma reação legítima contra o golpe e o terror de Estado, começou a ser articulada em 1967 e se mostrou apenas em 1969, sem a participação do Partido Comunista Brasileiro, que adotara a linha da oposição sem violência: a posição do PCB, chamado Partidão, levou Carlos Marighella a criar e comandar a Ação Libertadora Nacional (ALN).<br />
Apegados à máxima de que a história é escrita pelos vencedores, o regime ditatorial, por perceber que chegava à exaustão e por cautela voltada a conferir um bill de indentidade e  impunidade aos agentes do terror, elaborou, em 1979, a chamada Lei de Anistia. Ela concedeu, em plena ditadura, anistia aos autores de crimes políticos, conexos a eles ou por motivação militar. Como se nota, a lei número 6.683, de 1979, representa caso típico de autoanistia, em pleno regime excepcional.”</p>
<p><a href="http://maierovitch.blog.terra.com.br/2010/01/10/os-muros-de-borracha-de-2010-a-lei-de-anistia-torna-impunes-crimes-de-lesa-humanidade/" rel="nofollow">http://maierovitch.blog.terra.com.br/2010/01/10/os-muros-de-borracha-de-2010-a-lei-de-anistia-torna-impunes-crimes-de-lesa-humanidade/</a></p>
<p>PS:  Michelle Bachelet, torturada pela ditadura chilena, já sofreu diversas acusações infundadas, assim como a  Dilma  Rousseff. Ela  foi eleita e conduz seu pais dentro das normas democráticas. Deveríamos seguir o exemplo do Chile, mas o Brasil  é o único país da América Latina que ainda não reviu a Lei da Anistia.</p>
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	<item>
		<title>Por: Cristiane S Carvalho</title>
		<link>http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2010/01/09/o-padre-o-delegado-o-coronel-e-os-direitos-humanos-no-brasil/#comment-169495</link>
		<dc:creator>Cristiane S Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 16:15:34 +0000</pubDate>
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		<description>Caríssimo, existem duas versões da história. Claramente percebemos que eu acredito em uma,  você em outra. Infelizmente devo admitir que a sua versão é muito mais popular e, mais uma vez infelizmente, continuará sendo a oficial.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo, existem duas versões da história. Claramente percebemos que eu acredito em uma,  você em outra. Infelizmente devo admitir que a sua versão é muito mais popular e, mais uma vez infelizmente, continuará sendo a oficial.</p>
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	<item>
		<title>Por: Cristiane S Carvalho</title>
		<link>http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2010/01/09/o-padre-o-delegado-o-coronel-e-os-direitos-humanos-no-brasil/#comment-169494</link>
		<dc:creator>Cristiane S Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 15:11:57 +0000</pubDate>
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		<description>E que não adiantou nada! hehe</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E que não adiantou nada! hehe</p>
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	<item>
		<title>Por: daniel christino</title>
		<link>http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2010/01/09/o-padre-o-delegado-o-coronel-e-os-direitos-humanos-no-brasil/#comment-169493</link>
		<dc:creator>daniel christino</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 02:28:53 +0000</pubDate>
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		<description>Joaquim, me acompanha num racioncínio.

Vamos combinar, weberianamente, que poder político quer dizer o seguinte: uso exclusivo da violência para impor a ordem num determinado território. Quem detém o poder no país? O Estado. E é assim também em outros lugares. Hoje, com os comunas no governo, o uso da violência obedece a certos princípios e só é legítimo quando se submete a eles. A legitimidade do uso do poder no Brasil hoje obedece a regra democrática. Dentre todos os princípios, aquele que melhor representa a democracia é o princípio da participação. Ele diz, mais ou menos, o seguinte: &quot;todo cidadão tem o direito de opinar sobre as ações (leis, em geral) do Estado que interferem direta ou indiretamente na sua vida&quot;. No nosso caso fazemos isso pela via representativa. E também na imprensa, daí sua importância.

Agora volta no tempo. Logo depois do Golpe de 64, qual era o princípio que legitimava o uso da violência? Era o democrático? Não. O Estado, então, usava o poder como bem lhe convinha e não submetia suas ações à consulta popular, nem mesmo indireta. É isso que chamamos, grosso modo, ditadura.

A razão pela qual um grupo de malucos resolveu apelar para a violência era a de que não adiantava dialogar com um Estado autoritário que não sabia lidar com a sociedade senão com um fuzil.

Alguns revisionistas gostam de dizer que um plano para a tomada do poder pelo comunismo internacional estava sendo preparado antes mesmo do golpe. Mas isso é especulação pura e simples. Prova disso é que os militares não largaram o osso, re-instituindo a ordem democrática, depois de debelado o tal &quot;plano&quot;. Além disso, não existe uma única prova histórica de que os comunistas brasileiros estavam suficientemente preparados para tomar o poder (com estruturas paralelas funcionando de modo eficiente, com logística e articulação nacionais); e que não seria possível enquadrá-los na ordem democrática, sem necessidade de um golpe. Foi o clima da guerra fria que botou na cabeça dos milicos que era necessário agir preventivamente. E depois correram atrás para justificar o que tinham feito.

Então, há como compreender (o que não significa perdoar) o uso da violência por gente como o Lamarca - inspirada, claro, pelo modelo mental moscovita. Na verdade, se tivesse feito aquilo antes da ditadura, seria condenado publicamente pela opinião pública da época. Foi, paradoxalmente, a ditadura que legitimou ações como estas, quando decidiu dar uma banana para a sociedade.

Por fim, já que estamos falando de mortes, indique uma única morte provocada pela estrutura golpista de esquerda ANTES de 64 (não antes do AI-5). Aí eu começo a respeitar suas idéias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Joaquim, me acompanha num racioncínio.</p>
<p>Vamos combinar, weberianamente, que poder político quer dizer o seguinte: uso exclusivo da violência para impor a ordem num determinado território. Quem detém o poder no país? O Estado. E é assim também em outros lugares. Hoje, com os comunas no governo, o uso da violência obedece a certos princípios e só é legítimo quando se submete a eles. A legitimidade do uso do poder no Brasil hoje obedece a regra democrática. Dentre todos os princípios, aquele que melhor representa a democracia é o princípio da participação. Ele diz, mais ou menos, o seguinte: &#8220;todo cidadão tem o direito de opinar sobre as ações (leis, em geral) do Estado que interferem direta ou indiretamente na sua vida&#8221;. No nosso caso fazemos isso pela via representativa. E também na imprensa, daí sua importância.</p>
<p>Agora volta no tempo. Logo depois do Golpe de 64, qual era o princípio que legitimava o uso da violência? Era o democrático? Não. O Estado, então, usava o poder como bem lhe convinha e não submetia suas ações à consulta popular, nem mesmo indireta. É isso que chamamos, grosso modo, ditadura.</p>
<p>A razão pela qual um grupo de malucos resolveu apelar para a violência era a de que não adiantava dialogar com um Estado autoritário que não sabia lidar com a sociedade senão com um fuzil.</p>
<p>Alguns revisionistas gostam de dizer que um plano para a tomada do poder pelo comunismo internacional estava sendo preparado antes mesmo do golpe. Mas isso é especulação pura e simples. Prova disso é que os militares não largaram o osso, re-instituindo a ordem democrática, depois de debelado o tal &#8220;plano&#8221;. Além disso, não existe uma única prova histórica de que os comunistas brasileiros estavam suficientemente preparados para tomar o poder (com estruturas paralelas funcionando de modo eficiente, com logística e articulação nacionais); e que não seria possível enquadrá-los na ordem democrática, sem necessidade de um golpe. Foi o clima da guerra fria que botou na cabeça dos milicos que era necessário agir preventivamente. E depois correram atrás para justificar o que tinham feito.</p>
<p>Então, há como compreender (o que não significa perdoar) o uso da violência por gente como o Lamarca &#8211; inspirada, claro, pelo modelo mental moscovita. Na verdade, se tivesse feito aquilo antes da ditadura, seria condenado publicamente pela opinião pública da época. Foi, paradoxalmente, a ditadura que legitimou ações como estas, quando decidiu dar uma banana para a sociedade.</p>
<p>Por fim, já que estamos falando de mortes, indique uma única morte provocada pela estrutura golpista de esquerda ANTES de 64 (não antes do AI-5). Aí eu começo a respeitar suas idéias.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joaquim</title>
		<link>http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2010/01/09/o-padre-o-delegado-o-coronel-e-os-direitos-humanos-no-brasil/#comment-169492</link>
		<dc:creator>Joaquim</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 00:16:55 +0000</pubDate>
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		<description>Cristiane,

As regras da guerra não eram respeitadas pelas forças revolucionárias de esquerda.

Vc coloca: &lt;i&gt;Existem regras até mesmo para a guerra. Estude o assunto e você vai entender.&lt;/i&gt;

Estudei.

Uma das regras é não matar o inimigo que é feito prisioneiro. Ou tou errado?

Então, cara Cristiane, o q vc me diz sobre o Tenente Alberto Mendes Júnior?

Ele era um cativo q se rendeu para poupar seus homens cercados por pelo grupo de Lamarca e, depois, foi morto pq atrapalhava o deslocamento. O cara atrapalhava a revolução! Ou não?

Cristiane, estudiosa, isso está dentro das suas regras para a guerra?

Os movimentos armados de esquerda, todos, apresentem-me uma exceção por favor, tem alta conta de mortes sumárias e contrárias às convenções e costumes das guerras. Os caras gostam de prender, acusar, julgar e executar os seus inimigos. Uma concentração de poderes que gera justiça pra alguém?

&lt;b&gt;Cristiane, aliás, pra voltar aqui pro nossos revolucionários brasileiros, sequestrar embaixadores tá em qual regra de guerra? &lt;/b&gt;

Ou vai me dizer q o tenente morto pelo Lamarca e os atos contra embaixadores é tudo invenção da rede bobo, da direita reacionária tb?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cristiane,</p>
<p>As regras da guerra não eram respeitadas pelas forças revolucionárias de esquerda.</p>
<p>Vc coloca: <i>Existem regras até mesmo para a guerra. Estude o assunto e você vai entender.</i></p>
<p>Estudei.</p>
<p>Uma das regras é não matar o inimigo que é feito prisioneiro. Ou tou errado?</p>
<p>Então, cara Cristiane, o q vc me diz sobre o Tenente Alberto Mendes Júnior?</p>
<p>Ele era um cativo q se rendeu para poupar seus homens cercados por pelo grupo de Lamarca e, depois, foi morto pq atrapalhava o deslocamento. O cara atrapalhava a revolução! Ou não?</p>
<p>Cristiane, estudiosa, isso está dentro das suas regras para a guerra?</p>
<p>Os movimentos armados de esquerda, todos, apresentem-me uma exceção por favor, tem alta conta de mortes sumárias e contrárias às convenções e costumes das guerras. Os caras gostam de prender, acusar, julgar e executar os seus inimigos. Uma concentração de poderes que gera justiça pra alguém?</p>
<p><b>Cristiane, aliás, pra voltar aqui pro nossos revolucionários brasileiros, sequestrar embaixadores tá em qual regra de guerra? </b></p>
<p>Ou vai me dizer q o tenente morto pelo Lamarca e os atos contra embaixadores é tudo invenção da rede bobo, da direita reacionária tb?</p>
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