Blog do Sakamoto

Quem financia a Frente Nacionalista?

Conforme já comentei antes, foi lançada a Frente Parlamentar Nacionalista no Congresso Nacional que pretende questionar as motivações de organizações não-governamentais estrangeiras de defesa do meio ambiente. Fala-se de interesses externos de olho no solo e no subsolo do país. É claro que existem ONGs canalhas, muitas, mas da mesma forma que empresas e governos desqualificados e todos precisam ser punidos se cometerem crimes. Contudo, esses parlamentares não falam sobre a degradação ambiental, social, trabalhista causada por empresas estrangeiras e nacionais que têm interesse no tipo de “progresso” a qualquer custo. A Amazônia, o Cerrado e o Pantanal já estão internacionalizados. E não é de agora.

Sugiro a leitura de matéria de Aldem Bourscheit, retirada retirado do site O Eco:

Um dos principais alvos da nova frente parlamentar nacionalista da Câmara é a atuação no país de organizações não-governamentais financiadas com dinheiro estrangeiro. Conforme o coordenador do grupo, o deputado Aldo Rebelo (PCdoB/SP), essas entidades recebem recursos do exterior para ditar regras sobre o desenvolvimento brasileiro, posicinando a frente como um meio para “lutar contra as ações que contrariam os interesses do Brasil em favor dos interesses externos”.

Uma consulta à prestação de contas dos parlamentares da frente ao Tribunal Superior Eleitoral revela campanhas apoiadas com dinheiro de multinacionais, de empresas brasileiras com capital estrangeiro e de outras com histórico pouco notável no respeito à legislação ambiental. O cruzamento foi baseado no pleito de 2006, destacando doações de Pessoas Jurídicas com valor igual ou superior a dez mil reais, sem descartar valores menores de grupos ou indivíduos conhecidos da opinião pública.

Algumas das empresas na lista têm em seu currículo acusações sobre desmatamento ilegal da Amazônia, Mata Atlântica e outras regiões, plantação de árvores exóticas em locais contrariando à legislação ambiental, ocupação de terras de indígenas e quilombolas, mineração descontrolada, receptação de madeira ilegal, aplicação de venenos em áreas de preservação permanente, contaminação de águas subterrâneas e de rios, poluição do ar, desrespeito às leis trabalhistas, uso de empresas-laranja para compra de terras, além de participação em megaprojetos de infraestrutura com severos impactos socioambientais.

Dinheiro de multinacionais ou de empresas brasileiras com participação de capital estrangeiro, como Bunge, Stora Enso, Tractebel, Veracel, Aracruz, Fosfértil, Vallurec Manes Mann, Guascor, Norske Skog Pisa e Duke Trading, foram registrados nas campanhas de parlamentares como Paulo Piau (PMDB/MG), Duarte Nogueira (PSDB/SP), Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR), Eduardo Sciarra (DEM/PR), Waldemir Moka (PMDB/MS), Odacir Zonta (PP/SC), Moacir Micheletto (PMDB/PR), Cezar Silvestri (PPS/PR), Vieira da Cunha (PDT/RS), Dilceu Sperafico (PP/PR), Júlio César (DEM/PI), Moreira Mendes (PPS/RO) e José Maia Filho (DEM/PI).

Na listagem, também são encontradas doações recebidas pelos candidatos de empresas de petróleo, biotecnologia, celulose e papel, agrotóxicos e cigarros, de frigoríficos que atuaram na devastação da Amazônia, de siderúrgicas e mineradoras, de empreiteiras com atuação nacional e internacional, bancos privados, e companhias ligadas à produção de armamentos.

Não se fazem mais nacionalistas…
Para o deputado federal Ivan Valente (PSOL/SP), há grande contradição entre discursos e atos dos parlamentares auto-intitulados nacionalistas. “Não existem mais nacionalistas como antigamente, com projeto nacional de desenvolvimento, de nação. Hoje aceitam ações e dinheiro de transnacionais. Entendo que quem se diz nacionalista não deveria aceitar dinheiro de multinacionais ou de empresas que foram criminosamente privatizadas, como a Vale (do rio Doce) e Companhia Siderúrgica Nacional”, disse.

Para ele, a recriação da frente no momento em que se debatem mudanças no código florestal é um “deboche à inteligência dos brasileiros”. “A discussão não pode servir de álibi para se detonar a defesa dos recursos naturais brasileiros ou para não se discutir um outro modelo de desenvolvimento para a Amazônia, por exemplo. Os grandes benefíciarios do modelo destruidor atual de desenvolvimento são justamente os grupos ligados ao agronegócio, ao capital financeiro internacional”, ressaltou. “Por isso sou a favor do financiamento público exclusivo de campanhas”, arrematou.

Campanhas de peso
Dos 31 parlamentares que assinaram a refundação da frente nacionalista (veja tabela abaixo), Aldo Rebelo figura com a campanha mais cara, de quase 1,5 milhão de reais. Sua prestação de contas inclui doações recebidas da Votorantim, Camargo Corrêa, Companhia Siderúrgica Nacional e Caemi Mineração, do grupo Vale do Rio Doce, somando 740 mil reais. Ou seja 50% da origem dos fundos vieram destas empresas

O parlamentar é relator da proposta de mudança no Código Florestal Brasileiro na Câmara, apontada por ambientalistas e pesquisadores como altamente perigosa para o futuro das matas nacionais por aumentar a possibilidade de desmatamento legal. Em 2004, Rebelo foi responsável por relatório e substitutivo que abria as portas do país ao monopólio de multinacionais do setor de produtos transgênicos, como a Monsanto.

Outras campanhas dos ‘nacionalistas’ também tiveram forte financiamento estrangeiro e empresarial, como a de Moreira Mendes (PPS/RO), com quase 70% das receitas oriundas desse tipo de fonte, de Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR), com cerca de 60%, de Sérgio Petecão (PMN/AC), com 50%, de Eduardo Sciarra (DEM/PR), com quase 30%, e de Edmilson Valentim (PCdoB/RJ), com 25%.

Conforme o deputado federal Edson Duarte (PV/BA), os argumentos levantados pela nova frente parlamentar são ultrapassados e não têm consistência quando colocados frente à frente com as doações que receberam em suas campanhas eleitorais. “Ruralistas e neoruralistas na frente usam argumentos de séculos atrás. Percebe-se que quem levanta agora a bandeira do nacionalismo é na verdade financiado por grupos econômicos com atuação global”, disse.

Para ele, a frente atuará de forma orquestrada para constranger quem atua com responsabilidade socioambiental, enquanto deveria proteger o patrimônio natural brasileiro. “Hoje o que mais se espera globalmente é que empresas atuem com responsabiliade socioambiental. Se esse movimento é mesmo nacionalista, deveriam proteger nossas florestas e rios, não reduzir sua proteção”, comentou.

Tanto Duarte como Valente avaliam que o código florestal precisa de instrumentos econômicos e de fiscalização para que possa ser cumprido. “É possível adequar isso, só não podemos adequar a lei aos ilegais. Até porque a questão ambiental nunca foi entrave para nada nesse país, vide os recordes frequentes em produção e exportação do agronegócio”, apontou Duarte.

“O que está em jogo é a manutenção do mesmo modelo de ocupação destruidora, produção e exportação com baixo valor agregado, responsável por grande parte do desmatamento da Amazônia, e outro que pode investir em fortes centros de pesquisa na região para atuar com química fina e explorar a biodiversidade preservando a floresta”, disse Valente. “O Brasil pode promover uma revolução agrícola apenas com o que se tem de pastagens degradadas, mais de cem milhões de hectares”, completou Duarte.

A reportagem de O Eco também consultou as receitas de campanha de Valente e Duarte. Nenhum recebeu dinheiro na campanha de 2006 de empresas ligadas a nenhuma das atividades listadas na reportagem.

Leia o restante no site de O Eco.

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Comentários

22 Responses to “Quem financia a Frente Nacionalista?”

  1. Miriam Coata disse:

    E só pensar que eu votei nesse cara para deputado federal… Nunca mais!

  2. Arnaldo Mazzolin Junior disse:

    Sr. Sakamoto se me permite tenho uma pergunta para lhe fazer:”O que na prática, faz um Dr. em Ciência Política? O que é Direitos Humanos?
    Explico minha dúvida: Há no Congresso Nacional um Projeto de Lei que obriga “todos” os brasileiros independentemente de classe social, credo, a declarar “todos” os bens que possui. Aquele que comprou seu carro em 60 parcelal, aquele que comprou sua casa ou apartamento utilizando dos penefícios do PAC, em 30 anos, aquele que possuem contas no exterior, anda de lancha e frequenta o parque do povo. O governo terá a relação de todos os bens móveis ou imóveis que cada cidadão possue, para que?
    Simples, para que se o cidadão por quealquer motivo deixar de pagar seus impostos o “bem” possa ser confiscado. O Sr. sabe disso?
    O Sr. dentro de sua experiência e formação sabe que pela guerra fiscal e pelo volume de tributos no Brasil há empresas que chegam a ter seus produtos 20% mais caro do que outras regiões da Federação e isso afeta diretamente o nível de empregos nos Estados? O Sr. sabe que empresas nacionais estão optando em adquirir empresas nos países vizinhos aumentando o nível de emprego lá só para poder vender no Brasil mais barato, decorrente das taxas cobradas?
    Há coisas reais, nesse nosso país real, que tem gente real, e que precisam de pessoas “reais” que defendam seus interesses……me pego pensando, essas últimas matérias suas, fazem com que entremos no exerc´cio da achologia, como disse anteriormente ai me lembro de uma música antiga do Zé Geraldo que tinha um refrão assim: “Tudo isso acontecendo e nóis aqui na praça, dando milho aos pombos”.
    atenciosamente

    • Problema não é a pessoal “real” (como você diz) defender seus interesses. Problema é a tal pessoa mascarar os interesses…

    • MARKUS disse:

      Claro que vc ta exagerando, mas muitos nao aguentam nao. Tem muito ONGUEIRO DE BOUTIQUE por ae. QUEM FINANCIA O SAKAMOTO!!!!!! Hahahahahahahah. No Site da ONG REPORTER BRASIL tem um banner da TAM, mas nao deve ser dificil descobrir quantos estrangeiros estao por tras disto.Olha, ninguem sabe direito quem e essa galera. MEEEEEDDDDOOOOOOOO!!!!!!!!

  3. JOTA disse:

    ESSE ALDO REBELO È UMA PIADA DE MAU GOSTO. EU ACOMPANHO O TRABALHO DELE, COM CERTEZA ELE ESTA À SERVIÇO DESSES RURALISTA, DESSE POVO TODO QUE VC MENCIONOU.LOGICO QUE TEM ONGS VAGABUNDAS E CANALHAS.MAIS TEMOS QUE NO PREOCUPARMOS COM ESTA FRENTE,ESTES CARAS COM CERTEZA NÃO VÃO DEFENDER NOSSA AMAZÔNIA, AO CONTRARIO VÃO ENTREGAR NA MÃO DESTES CANALHAS QUE ACABAM E DEVASTAM TODA NOSSA MATA.

  4. Carlos disse:

    Há muito tempo a questão ambiental virou uma trincheira anti-capitalista. É um fato, basta ver a atuação de grupos ambientalistas de grande visibilidade nos Fóruns Econômicos Mundiais.

    A fala do sr. Ivan Valente, também, é um achado: não sem dar a “pista” de suas reais intenções (ao denunciar o “enteguismo” ao “capital transnacional”) ele defende o financiamento público de campanhas… quando todo mundo sabe que seu partido, o PSOL, na verdade DESPREZA a democracia, tratando-a como um embuste burguês.

    E, se alguém acha que estou viajando na relação, basta ler o que está escrito no póroprio site do PSOL: .

    “(…) Tendo claro que as forças de destruição irracionais acumuladas pelo sistema ameaçam o conjunto da humanidade e da vida no planeta, de tal forma que a luta contra o capitalismo significa a luta em defesa da ecologia, do meio ambiente e da vida, o novo partido elaborará sua plataforma ecológica com a intervenção direta do movimento ecológico nos próximos meses”.

    Penso que todo mundo pode ser contra ou a favor do capitalismo (tanto quanto do socialismo ou qualquer outro “ismo”), desde que defenda suas posições de maneira intelectualmente honesta.

    • Milena disse:

      E como é que uma declaraçao explícita como essa do site do PSol nao é “honesta”? Eles nao estao claramente associando impactos ambientais à busca incessante por lucro que está no cerne do capitalismo?

  5. Social comments and analytics for this post…

    This post was mentioned on Twitter by reporterb: @blogdosakamoto Quem financia a Frente Nacionalista? http://migre.me/srsy

  6. seria muito interessante verificar de quem são os interesses envolvidos, o Sr Arnaldo Mazolin e o Sr Sakamoto, são forças opostas, é livre ambos de darem opinião, porem, os miseraveis é quem pagma a diferença, nao estou falando dos miseraveis de entendimento e sim aqueles que fazem paralelos.
    O Sakamoto, conta sua verdade aos seus olhos, enquanto, o outro tambem só que ao ao seu interesse.
    Bom o debate….

  7. Armado M. Gomes disse:

    Caramba..
    Não sabia como tem gente preocupada com o meio ambiente…
    Vamos aplicar um teste . “Aos ambientalista de fachada”
    Tiremos deles.
    A energia elétrica, que se consegue através de inundações, etc, etc;
    A água, que gera resíduos etc.etc.;
    O carro que polui o ambiente gerando CO2, etc, etc;
    O asfalto que impermeabiliza o solo e reduz o manancial;
    A conta bancária, para ver se eles produzem algo.
    Outras que agora não me recordo.

    Vamos ver quanto tempo resistem estes defensores de interesse próprios.

    • gaucho com xexeó disse:

      Esse nosso país é uma beleza. Aqui um monte de gente expondo suas sábias opiniões, enquanto elas não atingirem seu mundinho.
      Na frente do computador tudo é válido. Cortem sua energia tres dias e vão se encarregar pessoalmente de fazer uma usina hidrelétrica nem que tenha que matar todos os indios do Brasil!

    • MARKUS disse:

      Hahahahaha. Claro que vc ta exagerando, mas muitos nao aguentam nao. Tem muito ONGUEIRO DE BOUTIQUE por ae. QUEM FINANCIA O SAKAMOTO!!!!!! Hahahahahahahah.

  8. Rodrigo B disse:

    ONG’S ONG’S ONG’S – ORGANANIZACAO NAO GOVERNAMENTAL – em Copenhague ONG’s mostram-se mais organizadas que aqueles que se vendem como nossos governantes / Nosso amigos governantes vao ter que rebolar

  9. JOTA disse:

    (ARMANDO)VC È UM BOBÃO ,BABÃO.

    • rafael costa disse:

      Jota, finalmente vc. se declarou.Que bonitinho vc. é. Aproveite , o ricky, finalmente saiu do armário. Cool.

  10. [...] * Para acessar a íntegra do post, no Blog do Sakamoto, clique aqui. [...]

  11. Ecochato disse:

    Está no site Aleta em Rede – http://www.alerta.inf.br —-USAID planeja a ocupação da Amazônia

    16/mai/07 (AER) – Enquanto o Brasil se debate em meio a um virtual “apagão” do Estado nacional, o governo dos Estados Unidos, por intermédio da sua Agência de Desenvolvimento Internacional (USAID), delineia um “plano estratégico” para a ocupação efetiva de áreas críticas da Amazônia, onde a presença soberana dos Estados nacionais que compartilham a região é precária. A estratégia integra uma nova etapa do processo de “internacionalização” da Amazônia, subseqüente à já consolidada fase de demarcação de vastas reservas naturais e indígenas na região, em proporções muito superiores às recomendadas pelos interesses nacionais. Apenas no Brasil, as reservas indígenas ocupam quase 1,1 milhão de quilômetros quadrados, cerca de 13 % do território nacional, para pouco mais de 400 mil indígenas. Para comparação, toda a Região Sudeste, a mais populosa do País, com mais de 75 milhões de habitantes, não chega a 928 mil quilômetros quadrados.

    Aproximadamente a metade dessa área está destinada a unidades de conservação biológica ou ambiental. Situações semelhantes ocorrem no Peru, Bolívia e Equador.

    Lançada em junho de 2005 pela USAID, a Iniciativa para Conservação da Bacia Amazônica (ABCI, na sigla em inglês) não oculta o propósito de coordenar as ações de diversos grupos ambientalistas e indigenistas nacionais e estrangeiros, provendo-os dos recursos e instrumentos de “governança ambiental” para o controle efetivo da região. A intenção é recrutar povos indígenas, “populações tradicionais” e ONGs nacionais e estrangeiras, para criar uma rede que em nada difere de um exército de ocupação pós-moderno a serviço de um esquema de “governo mundial” controlado por grupos hegemônicos do Establishment anglo-americano. Neste contexto, a ação da USAID vem reforçar financeiramente as intensas atividades de ONGs como o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), Survival International, Conservation International, The Nature Conservancy e outras, financiadas tanto pela USAID como por agências governamentais do Canadá, Reino Unido, Holanda e outros países europeus, além de fundações familiares do Establishment

  12. MARKUS disse:

    sakamoto, ja que vc gostade perguntas eu te faco uma QUEM TE FINANCIA. Hoje existe um total descontrole de verbas destinadas a ONGs que na grande maioria das vezes (repito GRANDE MAIORIA) e mal administrada e nao cumpre metas, servindo mesmo para engordar contas pessoais. Hoje em S. Paulo temos menos de 3.000 criancas de ruas (espanta serem so 3000) e o dinheiro de ONGs destinado para apenas este fim daria (no minimo) para comprar uma casa e pagar uma mae de aluguel para cada 4 deles facilmente. As criancas sem teto hoje tem agenda apertada, um dia estao na ONG do RAI (que nao e uma ONG desonesta ok), depois vam pra ONG de fulano etc… Elas nem tem tempo pra mais ONGUICES. Ta ridiculo. Se for o Aldo Rabello ou o Ze das Couves que estao investigando esta roubalheira e criando metodos de fiscalizacao vc deveria aplaudir, ou prefere o obscurantismo das contas. SAKAMOTO, QUEM TE FINANCIA. hehehehehe

  13. MARKUS disse:

    Mais uma coisinha, estas ONGs estrangeiras estao comprando grandes faixas de terras na Amazonia e outras partes do Brasil, driblando a lei que preve limites para estrangeiros terem terras no Brasil. A situacao ja esta alarmante, praticamente ha areas em nosso pais controladas por estrangeiros. Isto e perigosissimo. QUEM TE FINANCIA SAKAMOTO!!!!!!!!!

  14. Repórter Brasil disse:

    Leonardo Sakamoto não recebe recursos financeiros pela ONG Repórter Brasil pois, como diretor, ele é impedido de ser remunerado. Ele tem bolsa da Ashoka Empreendedores Sociais, como outras centenas de representantes do terceiro setor já receberam (www.ashoka.org.br), e remuneração como professor universitário.

    Os financiadores da Repórter Brasil, que vão de empresas nacionais, passando pelo sistema das Nações Unidas, o governo brasileiro, e organizações não-governamentais nacionais e internacionais estão no site da Repórter Brasil. A organização conta com auditoria externa anual feita por instituição reconhecida internacionalmente. As contas são abertas e à disposição de todos.

  15. Form builder disse:

    hey man I like it. I’m going to write more posts and put your ideas to the test. After all, we always have something new to learn and being humble, I came here to learn. Bookmarked.

    - Josh