Blog do Sakamoto

Anvisa: quanto mais informação, melhor

Em 180 dias, anúncios publicitários de produtos gordurosos ou com muito açúcar deverão trazer a informação de que seu consumo em excesso por trazer riscos à saúde. A nova regra da Anvisa não agradou nada empresas de refrigerantes, sucos concentrados, salgadinhos, biscoitos e de bebidas com muita cafeína. Ou seja, tudo aquilo que a molecada adora, mas que pode contribuir com doenças cardíacas, hipertensão, diabetes. A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação disse que vai entrar na Justiça contra a regulamentação. Defende que alimentos e bebidas como refrigerantes e sucos concentrados não estão previstos como itens que podem receber advertências (como álcool e tabaco), que publicidade teria que ser normatizada por lei federal e que isso não vai dar certo porque a ação não educaria o consumidor.

Recordar é viver: a exigência de rotulagem de produtos que contenham transgênicos e a obrigação de estampar que o tabagismo mata nos maços de cigarro também foram alvo de furiosas reclamações por parte de algumas empresas e associações.

Parte das empresas de publicidade e da indústria reclamam que toda essa movimentação é um atentado à liberdade de expressão. Mas, ao usar essa justificativa, o que elas acabam defendendo é o direito de ficar em silêncio para não se expor diante à sociedade. O problema é que essa omissão de informações acaba sendo um atentado contra a liberdade de escolha. Como é possível decidir se não há informação suficiente para isso nos rótulos dos produtos?

Ter informação é fundamental para poder exercer a cidadania. Afinal de contas, comprar é um ato político, pois ao adquirir um produto você dá seu voto para a forma através da qual uma mercadoria foi fabricada e mesmo o que ela representa. Seria importante, por exemplo, que toda a carne viesse com informações sobre sua fazenda de origem. Dessa forma, o consumidor poderia decidir se vai considerar apenas os fatores preço e qualidade na hora da compra ou se elementos como desmatamento, trabalho escravo, ocupação ilegal de territórios indígenas também influenciariam. Quanto mais informação tivermos, mais liberdade teremos ao tomar uma decisão. Portanto, que se abram todas as caixas pretas.

E, convenhamos: que empresa vai querer colocar de livre e espontânea vontade nas suas embalagens que a estrada da obesidade está asfaltada com as batatinhas fritas que ela produz?

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Comentários

61 Responses to “Anvisa: quanto mais informação, melhor”

  1. [...] This post was mentioned on Twitter by Katia N R Lucena and others. Katia N R Lucena said: RT @blogdosakamoto: Se a estrada para a obesidade é asfaltada com batatinha, por que não colocar uma sinalização? http://is.gd/daALn [...]

  2. Proftel disse:

    O Estado regulamenta, a população faz e utiliza o que bem entende.

    hehe.

    • Abulafia disse:

      Em meu Estado, a Unimed faz campanhas institucionais pela “boa forma”, pela vida saudável. No âmbito dos programas de sustentabilidade de uma cooperativa de planos de saúde como esta, isto fica muito bonito. Ela se apresenta como interessada na saúde dos seus clientes. Mas, no fundo, o objetivo estratégico é reduzir o número de consultas, para que a empresa possa aumentar o seu lucro.

      Falei alguma mentira?

      Então, buscando a transparência, eu pergunto: há lobby dos planos de saúde na edição da nova regra da Anvisa?

      Ou não há lobistas atuando nas agências reguladoras, no Congresso, etc?

      Fora isto, é óbvio que a medida é ótima para a população.

  3. FDA disse:

    Sakamoto!

    Sua luta por um consumo saudável e resposavel é Justo!

    Porem, seria interessante de fazer atenção a algums amalgamas que induzem uma parte de suas proposições!

    Existe uma grande diferencia entre “Politica” e “Consumação”! Entre Sociedade civil e os problémas derivados da sociedade civil como a sociedade de consumação!

    Entre comportamento político e comportamento consumerista. Não posso argumentar aqui, porém como acadêmico, vc deveria a priori conhece-los!

    Discordo com vc: “comprar” não “é um ato político”, en todo caso no sentido de “politikon”, e sim um ato de consumação!

    O ato de votar é obrigatório (Brasil) enquanto o ato de comprar é um ato livre de consumar!

    Ora, ninguém é obrigando a “comprar”, ninguém é constrangido ao consumerismo!

    “Adquirir um produto” ou “uma mercadoria” é uma coisa.

    “Dá seu voto” em uma eleição é um direito e ao mesmo tempo uma obrigação cívica!

    O risco que se corre na sua afirmação seria a regressão: voltar a um contexto histórico da politica brasileira do coronelismo, onde a compra dos votos era uma distorção do principio DEMOCRATICO!

    E isso é perigoso para uma DEMOCRACIA REPUBLICANA…..

    Não confunda “tratado de Tordesilhas” com “tarado atrás das ilhas”, por favor!

    • FDA,

      Imagino que não tenha entendido o que ele quis dizer com o voto. Pelo menos eu entendi como sendo uma espécie de “confiança depositada no produto/marca” e não o ato de votar em um candidato. E não vejo aí nenhuma relação com compras de votos que vc comentou.

      “[...] pois ao adquirir um produto você dá seu voto para a forma através da qual uma mercadoria foi fabricada e mesmo o que ela representa.” – confiança/segurança

      “Afinal de contas, comprar é um ato político [...]” – liberdade de escolha/ opção pelo melhor, mais completo e que atende às necessidades

      Quanto ao post, também concordo que quanto mais informação, melhor.
      Não só aqui no Brasil, mas no mundo todo, a informação nunca chega até o cidadão de forma completa e sem alterações. A verdade fica sempre oculta ou camuflada. E quem “paga o pato” somos todos nós.

    • FDA,

      Imagino que não tenha entendido o que ele quis dizer com o voto. Pelo menos eu entendi como sendo uma espécie de “confiança depositada no produto/marca” e não o ato de votar em um candidato. E não vejo aí nenhuma relação com compras de votos que vc comentou.

      “[...] pois ao adquirir um produto você dá seu voto para a forma através da qual uma mercadoria foi fabricada e mesmo o que ela representa.” – confiança/segurança

      “Afinal de contas, comprar é um ato político [...]” – liberdade de escolha/ opção pelo melhor, mais completo e que atende às necessidades

      Quanto ao post, também concordo que quanto mais informação, melhor.
      Não só aqui no Brasil, mas no mundo todo, a informação nunca chega até o cidadão de forma completa e sem alterações. A verdade fica sempre oculta ou camuflada. E quem paga o pato somos todos nós.

    • João dos Santos disse:

      Rafael, não se preocupe com o FDA: acadêmicos de universidades públicas vivem em um mundo à parte, às custas dos pobres desse país. Têm muuuiiiito tempo disponível para baboseiras, entre elas a produção incessante de neologismos … São grandes sanguessugas da nação…. e o pior é que “se acham” !!!!

    • Gerci Monteiro de Freitas disse:

      Boa Rafael, você entendeu direitinho o que quis dizer o Sakamoto.

    • Rafael disse:

      Quando você compra um produto de uma empresa você escolhe que aquele modo de produzir é que se perpetuará pois aquelas empresas cujos produtos não são comprados, ou desistem do mercado ou mudam a forma de produzir.
      Foi dessa maneira que eu entendi quando o Sakamoto fala em voto pois é a sua escolha( e de todos os consumidores) que mantem ou retira uma empresa do mercado.

  4. Caçador de pitbulls disse:

    Essa iniciativa é importante. Mas quem vai garantir a veracidade das informações contidas nos rótulos?

  5. Fabio disse:

    Eu acho interessante a cruzada do Brasil contra os gordos. Claro que as pessoas são propriedades do governo, e “danificar” sua saúde é “danificar” o patrimônio público. Então daqui a pouco quem for gordo vai apanhar na rua. Quem for visto comendo fritura vai ser escrachado. Enfim, é bom ter informação, mas é melhor ter opção.

  6. A Bíblia diz claramente que a gordura deve ser queimada no altar do SENHOR, e que não se deve comer sangue. Além disso, traz todas as explicações sobre como os animais devem ser mortos conforme a lei de Deus. Mas batatas fritas não fazem mal para aquele que tem fé porque Deus há de limpar suas artérias.

    • tina disse:

      nossa cara como vc é babaca…fala sério hein…

    • Gerci Monteiro de Freitas disse:

      Jorge de Luca, fala sério, isso é uma piada?

    • Claro que isso não é uma piada! Quantas pessoas não existem que fumam, comem coisas gordurosas (mas não gordura diretamente, porque é pecado) e até bebem mais do que o apropriado (rs) e tem uma vida longa, saudável e próspera? É a fé que sustenta a vida! Estou divulgando a palavra e a obra do SENHOR!

      Visitem meu blog:
      varaoemdeus.blogspot.com

      Meu e-mail:
      varao.de.lucca@gmail.com

  7. GILBERTO CORRÊA disse:

    Olha ai meu amigo, todo mundo sabe que refrigerante é prejudicial à saúde quanto ingerido, principalmente em excesso, justamente pelo alto teor de açucar no mesmo.

    Colocar a ANVISA para se meter nisso já é demais. Não que eu seja favorável ás industrias de refrigerantes ou similares, mas temos que ter a consciência que o brasileiro tem a liberade para escolher o que beber e como beber e o que passar disso, já vamos transgredir o que chamamos de DEMOCRACIA…

    A ANVISA JÁ PROIBE UM MONTE DE COISAS QUE NEM SEQUER PREJUDICAM A SAÚDE, ENQUANTO NOS ESTADOS UNIDOS ALGUNS PROBUDUTOS PROIBIDOS AQUI, PODEM SER USADOS NORMALMENTE.

    Concordo que deve haver uma fiscalização, mas sim em medicamentos que realmente prejudicam a saúde do brasileiro, por que ai é um caso de saúde pública…Agora notificar refrigerante já é passar da conta…Se continuar assim, daqui uns dias esse país não será mais democrático..

  8. GILBERTO disse:

    Olha ai meu amigo, todo mundo sabe que refrigerante é prejudicial à saúde quanto ingerido, principalmente em excesso, justamente pelo alto teor de açucar no mesmo.

    Colocar a ANVISA para se meter nisso já é demais. Não que eu seja favorável ás industrias de refrigerantes ou similares, mas temos que ter a consciência que o brasileiro tem a liberade para escolher o que beber e como beber e o que passar disso, já vamos transgredir o que chamamos de DEMOCRACIA…

    A ANVISA JÁ PROIBE UM MONTE DE COISAS QUE NEM SEQUER PREJUDICAM A SAÚDE, ENQUANTO NOS ESTADOS UNIDOS ALGUNS PROBUDUTOS PROIBIDOS AQUI, PODEM SER USADOS NORMALMENTE.

    Concordo que deve haver uma fiscalização, mas sim em medicamentos que realmente prejudicam a saúde do brasileiro, por que ai é um caso de saúde pública…Agora notificar refrigerante já é passar da conta…Se continuar assim, daqui uns dias esse país não será mais democrático..

    • Gilberto Reis disse:

      Xará, os EUA tem mais agrotóxicos, remédios e alimentos proibidos do que a gente. Novalgina lá, por exemplo, é proibido, informe-se melhor antes de sair dando coice nos outros.

  9. Joao Baptista disse:

    Você é muito chato!

  10. Amanda disse:

    Bom, tenho 30 anos e desde os 15 tomo uns dois litros de coca-cola por dia e como só comidas pesadas. Sempre fui magra (tenho 1.75 e peso 60kg) então nunca me preocupei com a alimetação.

    Semna passada recebi o resultado de exames de rotina:
    Colesterol nas nuvens, risco alto de problemas cardiovasculares, esteatose (acumulo de gordura no figado), enzimas hepaticas muito acima do normal.
    Estou fazendo reeducação alimentar e exercicios embora deteste.

    Em nenhum momento eu culpei a coca-cola. Ninguém me forçou a me alimentar dessa maneira. Sabia que não era saudável, mas como não via efeito externo no estrago, seguia consumindo exageradamente.

    É muito mais facil colocar a culpa no produto do que no consumidor.
    Se eu me entupi de açucar por 15 anos, foi uma escolha minha, já que na mesma prateleira em que há a garrafa de refrigerante, há também água.

    • Denis disse:

      Amanda,

      Pode ser que ninguém tenha te amarrado na cadeira e ordenado: “Beba esse refrigerante!”. Mas acho que todos os dias, os anúncios de refrigerante adentraram sua vida pela televisão, jornais, revistas e etc. Pode não ter sido usada força física, mas convenhamos que um pouco de pressão psicológica foi usada, sim. Daí resulta que você acha que foi uma escolha sua ingerir muito refrigerante. O culpado é a indústria de refrigerantes? Em partes, é sim. Se fosse veiculado que, a longo prazo, poderia causar alguns problemas de saúde, você acha que você e seus pais teriam permitido o consumo excessivo?

      Nesse sentido, acho que um pouco mais de informação seria benéfica ao consumidor, sim. Estampado em rótulos e junto à propaganda que o produto, se consumido em excesso, pode provocar efeitos x e y, e que sua produção foi fiscalizada desde a produção até a venda, por exemplo, isso sim, seria dar uma real liberdade de escolha ao consumidor.

      Se isso vai dar mais trabalho ou diminuir lucros das grandes empresas? Bem, ISSO não é “problema” do consumidor. A não ser que a empresa, pra equilibrar, aumente o custo final do produto. Mas aí vai mexer diretamente em nossos bolsos e, bem, quando mexe no nosso bolso a gente começa a pensar um pouco mais, né?

    • Rolando disse:

      Denis, descobriste a América!

      O custo disso vai ser repassado ao consumidor. Por ter de estampar informações que já são conhecidas do grande público e acessíveis com apenas uma googlada na internet.

    • Denis disse:

      Rolando,

      Acessíveis a uma googlada para quem tem acesso à internet, né? O acesso à grande rede vem crescendo no país, mas acho que ainda não atinge o tanto de consumidores que atingiria se viesse em rótulos e embalagens tais informações. E, além disso, acesso à internet não significa inclusão digital, fazendo com que a busca das informações seja dominada por todos com acesso à internet.

      Não defendo que o Estado e seus órgãos competentes (às vezes nem tão competentes assim) interfiram em tudo. O que eu defendo é uma maior circulação de informação e, nesse caso em partiular, se empresas não fazem isso por vontade própria, acho que cabe uma interferência do governo, sim.

      É justo pagar mais caro com quem tem acesso à internet e que saiba procurar essas informações? Não, claro que não. Mas também não é justo com aquelas pessoas que não tem acesso ou que saibam da importância de se procurar essas informações. Qual justiça é “melhor”, então?

      Há de se encontrar um equilíbrio… quem sabe quando todos tiverem esse hábito de se informar sobre o produto que compram, e tenham onde buscar essa informação, não seja mais necessária uma regulamentação. Aí as empresas não precisarão colocar esses avisos em rótulos e, teoricamente, não repassar o custo (é tão custoso assim colocar essas informações, afinal?) a todos os consumidores…

    • Rolando disse:

      Denis, todos os produtos alimentícios industrializados vêm com tabela calórica. Aí está a informação. Ah, mas tem gente que não entende….. E você acha então que com um aviso de que pode fazer mal o consumo em excesso o comportamento do consumidor vai mudar.

      Tudo em excesso faz mal. E acho que todo o mundo sabe disso. Há os que se cuidam, os que se descuidam e os que não estão se importando com sua própria saúde. O Blog do Sakamoto poderia colocar um aviso de que ficar lendo textos em fundo branco como este aqui podem fazer mal à vista a longo prazo. Precisará que os burocratas da Anvisa também regulamentem tal advertência.

      Se seguirmos nessa toada, acreditando que todo o mundo é ignorante, excluído, e que não tem capacidade de saber o que lhe convém, então até água mineral terá de vir com aviso. Pois beber em excesso força o funcionamento dos rins dentre outros males.

  11. Ana disse:

    A ANVISA esta de parabéns!!!

  12. Lulu disse:

    Até compreendo o ponto de vista, mas confesso que vejo, com muito receio, uma neurose pela vida saudável que possivelmente vai contra tudo o que foi defendido no texto.
    Além disso, a publicidade é uma “vilã” bem café com leite em toda essa história.

  13. Juca disse:

    Que ideia de girico!

  14. Fabio Nunes disse:

    Muito interessante a nova medida. Todavia, parece que boa parte das contribuições foram dadas sem que os que contribuiram entendessem lhufas do texto do Sakamoto.

    A Anvisa não vai PROIBIR o CONSUMO, mas exigir que apenas sejam informados os consumidores do risco que têm ao consumirem aquele produto. A decisão final é, e continuará sendo, do consumidor! Igual passa com os cigarros e seu anúncios horrorosos impressos nas carteiras – apesar de alí estarem os alertas, muitos fumantes não se incomodam com eles e continuam fumando por decisão final de cada um. Mas foram alertados, logo não diga que não sabia!

    • rolando disse:

      A Anvisa haverá de nos salvar!

      Há poucos meses ela quis regulamentar até a altura dos balcões nas farmácias e obrigar que todos os produtos (mesmo aspirina ou shampoo) estivessem atrás dos balcões. Pois somos todos imbecis e não podemos fazer escolhas próprias sem pedir a autorização a eles.

  15. Rodrigo disse:

    Acho que muita gente que comentou não entendeu que não é pra proibir o refrigerante, e sim informar que pode ser prejudicial. Ao contrário do que muitos acreditam, há muita gente que não sabe disso.

    • João dos Santos disse:

      Perfeito o seu comentário, Rodrigo e concordo que a informação deve se estender a mais produtos como carros, motos e álcool.

  16. É, tem gente que ainda não entendeu que a ANVISA apenas vai exigir a informação e não que vai proibir.

    Interpretação de texto neles! :]

  17. Fernando disse:

    … se este tipo de campanha resolvesse, podemos então propor que se coloquem rótulos nas garrafas e latinhas de cerveja, nas garrafas de vinhos e outros destilados, nas caixas dos revólveres que são vendidos, até mesmo nos carros e nas motos (tipo: este equipamento pode desgraçar a sua vida e a dos outros), podemos solicitar aos traficantes que coloquem avisos nos papelotes de crack e cocaína que o consumo excessivo pode levar ao óbito ….. pra finalizar podemos pedir também que o TSE coloquem nos títulos de eleitos que o uso equivocado do mesmo pode causar um estrago enorme no país ….. francamente!!!!!

  18. Rapunzel disse:

    E o direito das empresas, ninguém fala nada?

    • Denis disse:

      Afinal é direito da empresa ser desonesta ou omissa, né??. E os lucros??? E os lucros, meu Deus?

    • Rolando disse:

      Lucro é uma coisa do mal….

      mas serve para contratar pessoas, pagar auxílios, licenças, décimo-terceiro, fgts, previdência, impostos.

      Malditos lucros!

  19. João dos Santos disse:

    “sucos concentrados” na lista acima ??? Are you nutz, Sakamoto ??? Vc. quis dizer sucos artificiais, provavelmente. Sucos concentrados são altamente benéficos à saúde !!!

  20. ricardo aguiar disse:

    anvisa orgão que só quer ganhar dinheiro e não ambito de pesquisas para isso barrarm a creatina e cafeína e agora foi liberado pq assim de repente barrame liberam ?? aff sem palavras

  21. ricardo aguiar disse:

    anvisa=pura falta de pesquisa e estudos.

  22. ricardo aguiar disse:

    ah? esqueci agora proibiram o bcaa e também não podemos comer ovos é isso senhor jornalista??????

  23. Gerci Monteiro de Freitas disse:

    Sakamoto, parabéns pelo belo texto.
    Quanto ao fato de a anvisa exigir que se forneça dados nos produtos, isso é um processo evolutivo, algo que mais cedo ou mais tarde viria ao convívio dos brasileiros, são os ganhos que um povo democrático vai conseguindo com amadurecimento. Primeiro foi o fim da ditadura, depois as eleições diretas e agora o fortalecimento das intituições democráticas como os três poderes e suas ramificações. Acredito que daqui a uns dez anos estaremos entre as maiores democracias do mundo, um país em que o ser humano será devidamente reconhecido.

  24. Ricardo disse:

    Mais um vez a sociedade tenta resolver seus problemas através de uma lei. Agora querem neurotizar a batatinha do Mc-donalds. Ai que saco.

    Na verdade este tipo de ação reflete a ideologia de que o povo é ignorante e que seremos salvos pelos nossos políticos. Todo mundo sabe o que é bom ou não para a sua alimentação e absolutamente ninguém vai ler a bula da batatinha do Mc-donalds… e o pior… alguns políticos e jornalistas “progressistas” vão poder posar como “defensores da humanidade”. Puxa, brigado, hein ! O que seria de nós sem vocês ?

  25. João Flávio disse:

    Sakamoto
    Tai uma ideia interessante .
    A informação que abunda , não falta .
    É como o cigarro . Tem na embalagem um monte de informação dizendo que é prejudicial á saude , que faz mal prá isso , pra aquilo , etc . Tem até fotos das doenças . Voce ve o efeito possivel .
    Compra e usa o produto quem quer .
    O mesmo se daria com esses produtos danosos á saude .
    Afinal , uma coisa é voce consumir uma coisa tendo uma vaga ideia de que aquele produto pode fazer mal á saude .
    A outra é voce estar devidamente informado de tal fato .
    Nas bebidas alcoolicas deveria constar o mesmo tipo de informação contida nos cigarros .
    Com exemplos , fotos e tudo o mais .
    Temos ainda o fato de que , obesidade já é um problema de saude publica no Brazil .
    Porem , um pehaps .
    Assim como o cigarro e a bebida tem suas propagandas de incentivo ao consumo restringidas ( midia , horarios , frequencia , etc ) , seria o caso de fazer a mesma coisa com os produtos açucarados e engordurados ?
    Teriamos um consumo , pelo menos mais consciente .
    Em compensação , as agencias de publicidade e a midia ( principalmente a televisiva ) não iriam gostar nada disso .
    E talvez , alguns achassem isso muita intromissão do estado , uma restrição ás liberdades , etc e tal .
    Em tempo : Acho que a ideia para o exemplo dos bois tambem é valida .
    Melhoraria bastante o mercado para o pessoal que anda na linha .
    Sou pecuarista e luto com unhas e dentes para mudar certas leis que eu ( e todos os demais pecuaristas ) acho absurda .
    Porem , enquanto a lei não muda , tenho que cumprir a lei em vigor .
    E continuar lutando para muda-la .

  26. Thales disse:

    q merda viuu,vc só fala bostaa!!!

  27. eduardo disse:

    É uma boa medida, essa da Anvisa. Bom também seria se a Anvisa controlasse melhor propaganda e venda direta (fone, internet) de fitoterápicos e de produtos naturais. Existe um anuncio em TV aberta, de um extrato de cogumelo, que cura tudo. Até unha encravada o tal cogumelo cura! Deveria haver maior fiscalização e controle das autoridades sanitarias para esses produtos “milagrosos”. É falso o ditado popular que diz “se bem não faz, mal também não irá fazer”. O consumo de medicamentos no nosso país é muito elevado, talvez consequencia da facilidade de acesso e de propagandas apelativas e enganosas. Quem sabe, com mais informação sobre conteudo e riscos, nossa gente não adquira hábitos mais saudáveis?

  28. FDA disse:

    Rafael Carneiro!

    A sua proposta seria então um voto de confiança/segurança do consumidor? Ou seja, um ato de “confiança depositada no produto/marca” do produtor.

    Neste caso, “comprar” seria um contrato de confiança entre produtor e consumador, não? Se for o caso sua proposta é longe da tese: “comprar é um ato político”!

    Se seguimos a logica de sua tese, comprar seria um ato de confiança entre produtor e consumador.

    Além disso, se vc ler bem a matéria, veras que o problema que coloca o autor seria de um conflito entre Poder Executivo (Anvisa), Poder do Produtor (Empresas privadas de alimentação), Poder Judiciario (a Justiça devera jugar contra ou a favor de uma regulamentação) e Direitos fundamentais!

    Ora, se minhas fontes de informações são fiáveis, os direitos fundamentais do consumidor já encontra-se presente na Constituição Brasileira de 1988, não?

    As pretensões embasadas em direitos fundamentais como à “segurança”, à “informação”, a saúde são próprias aos direitos fundamentais do consumidor, não?

    No meu comentário pleito por uma distinção de natureza fundamental entre ato politico, ato social e ato de consumação que o autor subentende como uma estrutura homogénea, quando não é!

    Vc mesmo defende a ideia que comprar seria um ato de confiança entre produtor (ato de produção) e consumador (ato de consumação)!

    Como vc pode constatar a relação entre produtor (produção industrial de massa)/consumidor (aquele ou aquela que tem a capacidade de fazer escolhas, de acordo com as necessidades e desejos individuais) é bem mais complexa do que a questão politica/sociedade civil/sociedade de consumação!

    Fica um grande obrigado pelos seus exclarecimentos…

  29. Chirac disse:

    Estado e Justiça deram as mãos . Isto eh muito ruim para o Brasil . O Estado cria agencias reguladoras e o judiciário mantem o que o Estado diz . Temos muitas agencias reguladoras sendo uma delas a ANVISA .
    Se a ANVISA não cumpre com as leis que a criaram e a regulam , a Justiça por seu lado não produz penas que a façam cumprir com a legislação em vigor. Se a justiça é inoperante e justifica a inoperancia criticando as leis e o Judiciário , fica muito difícil reverter o quadro de insatisfação e insegurança juridica vivida dentro e fora do Brasil. Para se resolver questões como a do italiano Batisti , jogou-se o embrolho pro Presidente , com a seguinte conclusão. O presidente eh quem decide, mas se ele der guarda ao italiano Batisti ele , o Presidente pode ser processado . Invariavelmente vemos a justiça meter os braços pelas mãos , e elevar o grau de “inconfiabilidade” entre os cidadãos de norte a sul do país , das classes A até a classe F ou além.
    Uma justiça boa e confiável seria ótimo para o Brasil e para a credibilidade de contrato externos de empresas transnacionais. Mas até hoje o judiciário não sabe decidir sobre a “Sumula Vincunlante” e ainda há juizes que decidem a favor de uma ação e uma mesma ação de outrem é julgada contra . Dá-se um valor X para uma ação e um valor Y para uma mesma ação . Estamos no século XXI e o judiciário ainda está nos tempos do tenentismo . O judiciário tem receio de contrariar o Executivo . Quebrou o Estado , não é problema do judiciário . Que o Estado seja mais competente e cumpridor das leis .
    Não cabe ao judiciário atender a todo mimo do Executivo amparar este poder . Os Estados da Federação teem um passivo em precatórios enorme. E não paga . Sob a alegação da quebra do Estado . O judiciário não deveria dar ouvidos . A sua atuação é ser o juiz e não o executivo . Cabe ao Estado cumprir as leis . Estamos passando por um período de vacas gordas e o Estado deveria cumprir com as leis e pagar os precatórios . Mas o Estado precisa de votos e novos coretos e praças , e centros administrativos , e outros elefantes brancos vão se construindo sem que se cumpra a lei. E os precatórios não pagos hoje , não serão a tempo do neto receber . E assim se governa o Brasil , transferindo o ônus do descumprimento da lei , ao próximo governante , que descumpre também , e vai se tornando uma grande bola de neve .

  30. Ludymille disse:

    SANTA IGNORÂNCIA!!!!!!!!

    Não se trata apenas de alertar a população sobre os danos que o
    produto pode causar, mas de um direito à informação correta sobre o que se está pagando.

    Alguém aqui sabe a diferença de um produto light, diet e zero??

    A maioria provavelmente acha que é tudo igual.

    Saibam que os refrigerantes:

    Diet são utilizado para designar alimentos com restrição de nutrientes.
    Light é usado quando há redução de no mínimo 25% do atributo e não a sua isenção.

    Vocês fazem idéia da quantidade de Sódio que tem a Coca-cola zero
    e a Coca-cola light (Valores mg/100ml)?

    Zero=14 Light=11,5

    Sabem a proporção de Edulcorante ciclamato de sócio da Zero para
    a Light?

    Coca-cola zero = 24
    Coca-cola light = 80

    E de Edulcorante aspartame??

    Coca-cola zero = 12
    Coca-cola light = 24

    Pois bem, só pra terem uma idéia, o Edulcorante ciclamato de sócio
    ou Ciclamato de Sódio foi proibido pelo F.D.A (Federal Drugs Administration) por comprovados efeitos na gênese de tumores cancerígenos, e mais, que o Ciclamato é muito mais barato que o Aspartame (a razão de 10 dólares por quilo do Ciclamato contra 152 dólares/Kg do Aspartame.

    Agora vem a pergunta: QUE COCA-COLA VOCÊ PASSARÁ A TOMAR?

    Caso tenham dúvida acessem o site:

    http://www.cfsan.fda.gov/~dms/opa-appa.html

    Lá, está claramente a proibição ao Ciclamato de Sódio:

    SODIUM CYCLAMATE-PROHIBITED.

    http://www.cfsan.fda.gov/~dms/eafus.html

    “CONHECER NÃO É DEMONSTRAR NEM EXPLICAR, É ACEDER À VISÃO.”
    (Antoine De Saint Exupery)

  31. Ludymille disse:

    SANTA IGNORÂNCIA!!!!!!!!

    Não se trata apenas de alertar a população sobre os danos que o
    produto pode causar, mas de um direito à informação correta sobre o que se está pagando.

    Alguém aqui sabe a diferença de um produto light, diet e zero??

    A maioria provavelmente acha que é tudo igual.

    Saibam que os refrigerantes:

    Diet são utilizado para designar alimentos com restrição de nutrientes.
    Light é usado quando há redução de no mínimo 25% do atributo e não a sua isenção.

    Vocês fazem idéia da quantidade de Sódio que tem a Coca-cola zero
    e a Coca-cola light (Valores mg/100ml)?

    Zero=14 Light=11,5

    Sabem a proporção de Edulcorante ciclamato de sócio da Zero para
    a Light?

    Coca-cola zero = 24
    Coca-cola light = 80

    E de Edulcorante aspartame??

    Coca-cola zero = 12
    Coca-cola light = 24

    Pois bem, só pra terem uma idéia, o Edulcorante ciclamato de sócio
    ou Ciclamato de Sódio foi proibido pelo F.D.A (Federal Drugs Administration) por comprovados efeitos na gênese de tumores cancerígenos, e mais, que o Ciclamato é muito mais barato que o Aspartame (a razão de 10 dólares por quilo do Ciclamato contra 152 dólares/Kg do Aspartame.

    Agora vem a pergunta: QUE COCA-COLA VOCÊ PASSARÁ A TOMAR?

    Caso tenham dúvida acessem o site da F.D.A

    Lá, está claramente a proibição ao Ciclamato de Sódio:

    SODIUM CYCLAMATE-PROHIBITED.

    “CONHECER NÃO É DEMONSTRAR NEM EXPLICAR, É ACEDER À VISÃO.”
    (Antoine De Saint Exupery)

  32. Conceição disse:

    A ANVISA está de parabéns. A população deve ser esclarecida, pois temos nesse momento, o exemplo real da completa ignorância do povo
    sobre a atuação dos órgãos e informação sobre o que se consome.
    Uma pena. Isso é Brasil

  33. Danilo Balu disse:

    Sakamoto, água em excesso tb mata (hiponatremia). A ANVISA tb vai ou deve então colocar msg na embalagem???

  34. Luiz Carlos disse:

    Pois é. O Planeta precisou de 5 milhões de anos para completar o primeiro bilhão de habitantes, o que se deu no início do Século XX, por volta de 1905. Hoje, pouco mais de 100 anos depois, já somos quase 7 bilhões. Os cuidados com fatores ambientais são, evidentemente, importantes, mas o que ”alongou” a existência humana foi a revolução sanitária. Drogas medicinais potentes e diagnósticos precoces de enfermidades cuja letalidade está ligada, exatamente, na demora na sua descoberta.
    Ah, sim, e a pobreza extrema. Essa sim, mata. Mata muito e prematuramente.

    Vejam o caso dos dois adversários do Brasil, na Copa: Holanda e a Costa do Marfim.
    Na Holanda a expectativa de vida é de 85 anos. Na Costa do Marfim, não chega aos 50. E a explicação é fácil: Renda per capita da Holanda; 37 mil dólares. Da Costa do Marfim; 1700 dólares.
    Miséria mata mais que ciclamato e batata frita.

  35. Caro Leonardo,

    é a primeira vez que entrei em seu blog e já me tornei um leitor assíduo.

    Me parece que esse processo está profundamente ligado com a crescente expansão do crédito no país. A partir de hoje o contrato de exclusividade da Cielo e Visa perdem lugar para um espaço de concorrência sem precedentes.

    Isso acabou, pois representa uma reserva de mercado que necessita ser colonizada pelo capital. É um novo pasto que, nos países mais desenvolvidos, está sofrendo um esgotamento profundo. Está se estimulando o crescimento do setor de cartões de crédito. A novidade inclui a aceitação de diferentes cartões e de diferentes bandeiras num aumento generalizado da concorrência. Espera-se que esse mercado cresça cerca de 20% por ano movimentando R$534,74 bilhões em 2010, com 7,1 bilhões de transações de crédito e débito. Naturalmente o setor propõe como regulação uma “autoregulação”. Todos ficaram felizes, inclusive aqueles que anteriormente monopolizaram o setor já que, afinal, abre-se um novo estágio da expansão do crédito sem precedentes no capitalismo democrático-petista brasileiro e sua crescente financeirização do crescimento.

    Neste estágio de monopolização do crédito no Brasil que, do ponto de vista do capital, está esgotada, necessita de abertura econômica e política. Só a Cielo está hoje (julho de 2010) em 1,7 milhões de estabelecimentos e tem filiado uma média de 300 mil novos varejistas por ano. Um representante da empresa de crédito disse acerca destas mudanças o seguinte: “o crescimento do mercado irá compensar a possível perda da participação que as credenciadoras venham a ter”. No primeiro trimestre a Cielo registrou 927,6 milhões de transações com cartões de crédito e débito, 17,6% mais que no mesmo período no ano anterior, elevando o volume financeiro das transações para R$ 58,8 bilhões, alta de 23,2%.

    Analistas acreditam que em dez anos seja possível dobrar o uso de cartões no país. Hoje ele atinge 22% do consumo das famílias brasileiras em comparação com 45% nos Estados Unidos. O principal inimigo para tal empreitada não são as empresas produtivas e sim o cheque e o dinheiro que somam cerca de 80% dos meios de pagamento. Essa é uma luta histórica que se encontra em atividade atualmente. Segundo a FEBRABAN, numa última década, o número de cheques caiu de R$2,6 bilhões em 2000 para R$1,2 bilhões em 2009: uma retração de 53,84%. Inversamente está o uso de cartões. Segundo a ABECS o número de transições com cartão de crédito aumentou de R$571,1 milhões para R$2,54 bilhões: uma elevação de 344,83%. Com os cartões de débito o aumento foi maior. Passou de R$206,5 milhões para R$2,41 bilhões no mesmo período, registrando um aumento de 1.069,9%! As estimativas apontam para um crescimento constante, chegando a R$2,96 bilhões de transações com cartão de crédito e R$2,84 bilhões com cartão de débito em 2010. Por mais que o cheque o dinheiro ainda representem 80% das transições existe uma tendência de progressiva quebra com a expansão do mercado de crédito.

  36. Luiz Carlos disse:

    Ainda sobre o quanto a miséria mata. Voltando ao exemplo dos nossos adversários na copa.
    A mortalidade infantil na Holanda é de 4/mil, já na na Costa do Marfim chega a 118/mil.
    Será que os Marfinenses andam consumindo muito ciclamato e batata frita , e os Holandeses só se alimentam como João Batista no deserto; mel e gafanhotos silvestres?

  37. FDA disse:

    Oh João, que pelo visto, dos Santos não tem nada….

    Deixe-me ver se entendi bem seu comentário!

    Os “acadêmicos de universidades públicas vivem em um mundo à parte”!

    Ah, bom? Os acadêmicos não são consumadores, são incapazes de escolher produtos de consumação, não tem necessidades básicas, não tem desejos individuais, é bem isso? Os acadêmicos não são cidadãos como os outros!

    Já que o problema é que os acadêmicos “vivem em um mundo a parte” que solução vc preconiza!

    Seria necessário extermina-los, coloca-los dentro de um gueto, dentro de um campo de concentração, de exclui-los definitivamente deste “mundo a parte”!

    Os “acadêmicos de universidades públicas vivem às custas dos pobres desse país”!

    Ah, bom! No Brasil, a população majoritária de contribuintes fiscais do pais é constituída por “pobres”, eh bah?

    João, pelo visto tivestes algum trauma de infância! Ou vives em uma época errada!

    Ta boa Santos!Um conselho: não olhe nunca sua sombra sinão vc ficara terrorizado de ver o espectro da WEHRMACHT que lhe segue silenciosamente…..

  38. Eletrochave disse:

    Seção Quebra-Galho: Aprenda já e de graça a consertar fechaduras e instalação elétrica emwww.eletrochave.com.br

  39. [...] Leonardo Sakamoto [pt] presents the industry's point of view and tries to catch what lies underneath: "People shouldn't be afraid of their governments…" CC by Carlo Nicora/Flickr. Parte das empresas de publicidade e da indústria reclamam que toda essa movimentação é um atentado à liberdade de expressão. Mas, ao usar essa justificativa, o que elas acabam defendendo é o direito de ficar em silêncio para não se expor diante à sociedade. O problema é que essa omissão de informações acaba sendo um atentado contra a liberdade de escolha. Como é possível decidir se não há informação suficiente para isso nos rótulos dos produtos? [...]

  40. [...] Leonardo Sakamoto [pt] presents the industry’s point of view and tries to catch what lies underneath: [...]

  41. [...] Leonardo Sakamoto [pt] presents the industry's point of view and tries to catch what lies underneath: [...]

  42. [...] Leonardo Sakamoto apresenta o ponto-de-vista da indústria e tenta captar o que há por trás dos argumentos: "People shouldn't be afraid of their governments…" Foto por Carlo Nicora. Disponível no Flickr. CC Atribuição-Uso Não-Comercial-Compatilhamento pela mesma licença 2.0 Genérica. Parte das empresas de publicidade e da indústria reclamam que toda essa movimentação é um atentado à liberdade de expressão. Mas, ao usar essa justificativa, o que elas acabam defendendo é o direito de ficar em silêncio para não se expor diante à sociedade. O problema é que essa omissão de informações acaba sendo um atentado contra a liberdade de escolha. Como é possível decidir se não há informação suficiente para isso nos rótulos dos produtos? [...]

  43. [...] ny fomba fijerin'ny orinasa voakasika i Leonardo Sakamoto [pt] ary miezaka ny mandalina bebe kokoa an'io resaka io izy: "Tsy tokony hatahotra ny [...]