Santa Catarina e Alagoas: tragédias anunciadas
O que a tragédia causada pelas chuvas no interior de Santa Catarina, em 2008, e aquela ocorrida no interior de Alagoas e Pernambuco, semanas atrás, têm em comum?
Se o Código Florestal atual fosse respeitado e áreas de preservação permanente, como a mata ciliar e a cobertura vegetal de topos e encostas de morros, tivessem sido devidamente observados, a desgraça poderia ser menor.
Mas não. E morreu muita gente.
O novo Código Florestal, que está tramitando no Congresso, vai fragilizar ainda essas áreas. Em nome do progresso. Do crescimento econômico. De um país que vai pra frente. Do futuro.
OK. Mas é bom construir mais cemitérios, pois haverá mais demanda, e em uma cota mais alta. Caso contrário, a água leva.
Compartilhe:

[...] This post was mentioned on Twitter by Diego Freitas, cleusirene alves. cleusirene alves said: Santa Catarina e Alagoas: tragédias anunciadas – http://blogdosakamoto.com.br/2010/07/11/santa-catarina-e-alagoas-tragedias-anunciadas/ [...]
Não sei o caso do nordeste, mas o de Santa Catarina não tem nada a ver com preservação ambiental.
São tragédias horríveis que em SC ao menos aconteceram por causa de cerca de 30 dias ininterruptos de chuvas que fizeram desmoronar morros com mata virgem, que causaram as tragédias.
O código florestal foi rigorosamente respeitado em Ilhota por exemplo e mesmo assim houve a catástrofe.
Arrumar rápidamente argumentos para um código florestal atrasado e vencido como êsse em vigor , utilizando a dor das pessoas como forma de impressionar incautos e desinformados é um jornalismo que como dizia Tancredo Neves “Como urubus precisam da carniça”
Sua argumentação, tal como está posta, é favorável a um Código Florestal ainda mais rigoroso, não menos.
Na ausência de um culpado, ponha-se a culpa no mordomo. Ou melhor dizendo, não encontrando, ou melhor devido à ineficiência de refletir, melhor ainda, a ausência de reflexão sobre o que aconteceu, culpa-se o clima.
/ tres vivas ao caos climático
Sim, é triste um país que age com esse falso progresso que foi muito utilizado nos anos de chumbo…
Fiz matérias parecidas em meu blog!
Forte abraço
http://www.cidadedesaopaulo.wordpress.com
Assino embaixo o post do Sakamoto, o Código Florestal antigo obrigava preservação de áreas em declive, topos de morro e dizia bem o quanto deveria ser preservado de acordo com a largura de rios e córregos e nascentes.
Quem trabalhou por dez anos no “Meio Ambiente” como eu sabe do que estou falando.
Do jeito que a coisa vai, se algum grande fazendeiro quizer, divide em lotes e manda bala nas áreas de preservação antes obrigatórias, o poder público não trabalha visualizando o “todo”, é regido por documentos, daí, lascou.
:-/
Concordo, Sakamoto, a preservação das matas ciliares evitaria a erosão das margens e o consequente assoreamento dos rios. Com isso seria possível minimizar os efeitos das enchentes.
Acrescento: muitas cidades são construídas nos aluviões dos rios, nas áreas naturais de inundação. Então, periodicamente, vão inundar mesmo; não há nada a fazer. É o caso de Rio Acima, MG. Talvez seja o caso de algumas cidades atingidas em Alagoas.
Em relação ao crescimento econômico, penso que estamos desperdiçando nossos recursos naturais, sem uma contrapartida em melhoria de qualidade de vida para o povo. Penso que seria necessário uma receita diferente, adotar uma política industrial que agregasse mais valor aos nossos produtos e investimentos pesados em educação. Também o uso dos recursos naturais deveria ser sobretaxado.
Quando digo que não há nada a fazer, quero dizer: é um problema locacional da cidade. A solução seria mudá-la de local, tirá-la da planície de inundação do rio. Isso, é claro, é inviável.
Caro Abulafia,
Se ligue no texto e na mensagem do Sakamoto! Deixe de lado sua mà fê..
O chamamento para o texto já começa tentando sensibilizar o leitor sobre a necessidade de uma ação politica previsional.
Ao interroga-se sobre o que há de comum entre “tragédia” de 2008, em Santa Catarina, e a atual tragédia de Alagoa e Pernambuco, a autor atira a atenção do leitor sobre a necessidade de pensar em uma politica previsional visando a fundamentar normas e regras introduziras por um Estado de Direito!
O autor atira a atenção sobre a não aplicabilidade, a falta de respeito do controle jurisdicional já estabelecido no antigo Código florestal, que pelo visto, não eram respeitados muito menos aplicados!
O comentarista Proftel confirma a tese do autor: o “código florestal antigo obrigava a preservação de áreas” ambientais!
A questão subentendida por Sakamoto é se antigo Código florestal não era respeitado, já não era aplicado como é que o novo Código florestal vai fazer?
A questão pressuposta é Justa e legítima!
O que esta em jogo é, de uma parte, a relação complexa existente entre meio ambiente, Estado de Direito (Poder Executivo), Poder Legislativo, Poder Judiciário, Poder económico e da “qualidade de vida para o povo”!
De outra parte, de pensar, de “refletir” a uma politica previsional dentro “do crescimento económico de um país que vai pra frente”. “Do futuro” da população civil! No âmbito internacional a politica previsional existe e é bem eficiente! Tai, um verdadeiro tema de debate!
E isso se chama: ação política responsável!
Todo o contrário das falácias, das propostas, dos subentendidos, das perfídias contidos no seu comentário!
E olha que elas são muitas, viu!
Abraços
Caro FDA, onde você viu perfídia no meu comentário? Apenas concordei com a posição do Sakamoto e acrescentei um outro problema (cidades construídas em planícies de inundação), referente ao qual o Ricardo Marins veio trazer as soluções. Veja o meu comentário em relação à postagem do Ricardo Marins!
Não há nada subentendido também!
Dessa vez você foi injusto comigo, professor. Talvez, influenciado pelas minhas postagens anteriores, vê má fé em tudo o que escrevo.
Mas, tudo bem!
Abraço
Abraço
Olá! Caros comentaristas!
Duas coisas são preocupantes no Novo Código Florestal!
a) A redução de 30 metros lineares para 15 metros lineares Às margens dos rios, córregos e similares vai com certeza ampliar vagas em cemitérios e bolsas calamidade!
O Correto seria ampliar para 50 metros lineares e limpar e reestruturar áreas lindeiras aos rios córregos e similares, ainda remanejar famílias e atividades, projetar canalização adequada e embelezamento com espécies adequadas e PROMOVER UMA REVOLUÇÃO em saneamento básico. ÁGUA TRATADA E ESGOTO TRATADO.
b) Nos caso lindeiros à costa marítima brasileira, em terra, projetar um distanciamento, IDEAL de 500 metros lineares, onde impraticável, pelo menos 150 metros lineares. Do contrário é construir e o MAR LEVA. E quem vai pagar a indenização é o POVÃO. Vejam: vem na conta das seguradoras, em produtos indiretos ofertados.
c) No caso de encostas, topos de morro, especialmente, onde há nascentes. O raio de proibição quanto à ocupação deve ser ampliado. Populações devem ser retiradas das áreas de encostas. É necessário um esforço em PLANEJAMENTO URBANO e RURAL adequado. Há condições de mapear e fotografar além das imagens de satélites. Dá para fazer, é só querer realizar. Pergunta: Quais: Dos candidatos se HABILITA? Seriamente?
d) Quanto aos 80% de reserva natural e sua recomposição ao longo do tempo se for REAL e para VALER será muito positivo.
e) Os planos diretores, planos de zoneamento urbano e rural, precisam ser encarados SERIAMENTE. Sem jeitinhos! A adequação estratégica deve OBRIGATORIAMENTE, nos estados e municípios, independentemente, de sua população ser contemplados com os planos acima e passarem pelo EIA – Estudos de impacto ambiental e RIMA – Relatório de Impacto… Esses estudos deverão contemplar as especificidades LOCAIS. A Matriz deve ser FEDERAL. Deixar na mão de estados e municípios será suicídio ambiental e a sustentabilidade vai para o BREJO.
Vou parando por aqui. É, o que mais me chama atenção, pelo desacerto desse Código. Ainda há tempo para corrigi-lo e aperfeiçoá-lo.
Assim espero! Será muito bom para as próximas gerações, por vir.
E há uma enormidade de assuntos que precisam ser discutidos sobre o tema ambiental e sociedade sustentável no futuro, que já é agora!
Obrigado!
Caro Ricardo Marins, parabéns pela sua postagem. Mostrou amplo conhecimento do assunto e enriqueceu a discussão. Mostrou também que há soluções, o que é auspicioso, bastando apenas a famosa “vontade política”.
Um detalhe: de fato, essa redução para 15 metros só será boa para os garimpeiros e mineradores de diamantes, em áreas aluvionares (essa atividade ainda existe em MG, MT, BA, GO, TO, RO, PI), e péssimo para a sociedade. Em Minas, temos o rio Abaeté, afluente do São Francisco, que foi destruído devido à omissão do COPAM, órgão deliberativo ambiental do Estado, que considerou a lavra em aluvião como potencial poluidor médio! Dois ou três apenas enriqueceram.
Prezado Professor!!!
-só queria entender, se o Código Florestal existia na época da abolição, que foi quando as cidades destruídas de Alagoas surgiram!!!
-e em SC são cidades como outras tantas no BRASIL passam por esse risco pois sua localidade é em lugares proventos de risco por fenômenos da natureza e pelo tipo de solo que ajuda no seu sustento como lavouras e risco que pode vir acontecer, como este que passaram, o que nos resta é poder ajudar e forçar o governo a levar melhores condições de sobrevivência de exploração do meio ambiente!!!!
-mas sua revolta com o código pode piorar!!!, pois o que o Professor acha que é pouco em distancia e preservação, está será cortada pela metade pelos governantes de Brasília, que dizem fazer o melhor para a sociedade e meio ambiente, é terrível!!!!, amigo do SERRA!!!
Bom Dia! Caros Comentaristas!
Olá! Abulafia disse: 11/07/2010 às 21:23, OBRIGADO por seu comentário.
Gosto do assunto! Não sou profundo conhecedor. Apenas, interessado!
Dá para fazer uma porção de coisas boas. A grande questão é: Quem exerce GOVERNANÇA pública ou privada está INTERESSADO/A? A mudança de matriz suja para limpa será um processo de longa duração, talvez, 2050. E para obtermos vantagens precisamos começar JÁ. IMEDIATAMENTE!. Isso envolverá química, farmácia, fármacos, insumos industriais, construção civil, novos modelos e nova mentalidade em como encarar a vida e, de que tipo de vida queremos e, o principal, se, queremos. Há uma situação interessante, dada à diversidade em flora e fauna, tipos de solo, peculiaridades regionais, tamanho territorial e paisagens que vão do deserto até o mar. Sem falar no próprio mar e suas riquezas. O negócio é enorme, envolve clima, e tantas outras coisas.
É quase um mundo novo. E fazer diferente, coisas já conhecidas. Além de inovar e inventar.
A complexidade disso somada com a complexidade de formação do povo brasileiro SÃO a maior oportunidade de futuro próspero.
Vai precisar de muita GRANA e de muita GANA.
A pergunta é: Estamos preparados? Como assim? E, Como desenvolver e crescer durante o PROCESSO de mudança? Quem serão os ATORES?
São questões que esses PRETENDENTES aos CARGOS POLÍTICOS sequer imaginam que exista. Ficam falando no vazio, discurso bonito de GABINETE, só que as coisas ACONTECEM no CAMPO. E aí! Enquanto esses CRETINOS brincam de quem é o mais VAIDOSO e o tse finge que faz.
Pergunto: Qual é a real preocupação do tse com o eleitor eleitora e dos políticos ou pretendentes aos cargos disponíveis. Se: O eleitor ou eleitora JAMAIS é consultado sobre os DESTINOS que queremos para o BRASIL.
O tse, TUTELANDO o POVO brasileiro, está preocupado se vou fazer um X no quadradinho ou se vou fazer identificação digital. Faz sentido para você. É coisa para IDIOTA. O eleitor e a eleitora não são IDIOTAS, Nós!
Dá para discutir projetos com a foto do cara PENDURADA NUM QUADRINHO e o indivíduo VOMITANDO um discurso pré-fabricado na TV, sem qualquer interação? A preocupação é: Unhas e cabelos bem feitos para a FOTO! Só!
Sei não! Acredito que ainda vamos precisar evoluir mais. Veja: Nem ao voto facultativo, temos direito É obrigatório e escravo. Século XIX. Estamos muito atrasados.
Há um BRASIL que sinaliza um FUTURO BRILHANTE para NÓS.
Entretanto, há um BRASIL que sinaliza o RETROCESSO e o FRACASSO.
Como resolver isso nas URNAS, ordeiramente, responsavelmente?
Acredito que estamos vivendo uma transição da BURRÍCE concentrada para a ILUMINAÇÃO. Espero que o tse deixe acontecer. Parece que eles NÃO querem.
Bem vou ficando por aqui!
Forte abraço Abulafia, e demais comentaristas.
Obrigado e Tchau!!!
Caro Abulafia,
Sem essa de querer passar por comentarista vítima. Assuma seu execrado comentário!
Sua ma fê esta na sua maneira paradoxal de argumentar!
De uma parte, vc concorda justamente com o Sakamoto pela “preservação das matas ciliares”.
Mas, de outra parte, vc ironiza no segundo movimento de seu argumentário: “muitas cidades são construídas nos aluviões dos rios, nas áreas naturais de inundação”!
Resumindo: “não há nada a fazer”, visto que a situação é perdida: “vão inundar mesmo”! O testemunho do comentarista Ricardo Marins é para vc, um meio-fin de instrumentalizar uma nova informação para defender seus interesses pessoais!
Abulafia, vc tem o direito de duvidar mas semear a dúvida no espírito dos outros leitores é injusto e mal honesto! Sua maneira paradoxal de argumentar é intencional, ela tem por finalidade de semear a dúvida no espírito do leitor!
Semear a dúvida sobre as informações, as afirmações, as teses veiculadas pelo autor!
O que coloco em evidência é a sua maneira de manipular informações a fins pessoais: de colocar em evidência seus projetos políticos!
Projetos políticos tendenciosos, perigosos e mal honesto!
E nessa sua maneira estratégica de manipular e instrumentalizar informações, todo mundo entra na dança. Até o próprio comentarista Ricardo Marins que “veio trazer as soluções”!
Atenção, Abulafia! Não estou aqui para exercer o rolo de advogado de defesa do Sakamoto, ele tem a competencia e os meios para se defender por si mesmo!
Porem, o que esta em jogo nos temas, nas informações e nas analises relevados pelo autor é muito importante para todos nos como tambem para o planeta onde vivemos!
Como leitor/comentarista utilizo os meios de comunicação que são disponíveis a cada de nos (leitores/comentaristas) para se posicionar sobre aquilo que ele ou ela acha justo e benéfico!
E acho injusto e maléfico, essa sua atitude estratégica, lhe digo isso na boa, Abdulafia!
Abraços!
Caro FDA, não me atribua essa importância que, de fato, eu não possuo. Nem projeto político. Gosto de argumentar aqui e valorizo as suas respostas, porque me fazem reavaliar as minhas próprias posições e posturas. E você tem feito isso, reconheço, de forma respeitosa, na maioria das vezes. Com isso, estou tentando mudar pelo menos um pouco as minhas posições outrora cristalizadas.
Concordo que em comentários anteriores meus pode ter havido má-fé. Mas neste, sinceramente, não houve.
Quando eu disse “muitas cidades são construídas nos aluviões dos rios, nas áreas naturais de inundação”, eu estava criticando este fato! Não o estava aprovando, nem, de forma alguma, estava dizendo que a população deveria ser entregue à própria sorte.
Não estou me fazendo de vítima. Aliás, segundo a sua apreciação, estou mais para algoz…rs
Abraço fraterno
Olá! Bom Dia! Caros Comentaristas!
Tentando responder ao Sakamoto-San!
O que elas possuem em comum: a) Povo ignorante! b) Governantes Incompetentes c) Prostituição Política local em ambos e cooptação e conivência popular d) atraso atávico, reminiscências escravas. e) atraso histórico f) Furto qualificado do BEM público g) IMPROBIDADE gerencial. h) Falta de coragem dos agentes privados e falta de caráter público e responsabilidade com o BEM PÚBLICO E DO PÚBLICO, POVO LOCAL. Vale para Santa Catarina e Alagoas e Pernambuco.
Não é privilégio localizado. Está pulverizado por todo o BRASIL. A Irresponsabilidade é federal, estadual e municipal. Não há viés IDEOLÓGICO só há DESVIOS de RECURSOS. E, aplicação quando não, indevida, ERRADA.
Sobre o complemento da mensagem do Sakamoto-San, sobre o TEMA, parte já mencionei e parte é o seguinte: O que é preciso entender é que: Estamos evoluindo, o código novo poderá ser útil, se forem feitas as mudanças mencionadas nos itens escritos por mim às 11/07/2010 às 20:04.
O assunto não esgota por aí, é muito mais complexo.
Não há preferência por IDEOLOGIA PARTIDÁRIA. OU os políticos, agentes, e nós, fazemos a mudança gradual, ou vamos quebrar a CARA! Com ou sem o CARA!
Muito do que é dito por ONG’S e outros artistas internacionais e mesmo especialista se é que são? Tenho minhas ressalvas.
A parte da Amazônia que nos pertence, território e tudo mais, quem deve decidir somos Nós. Certos ou errados. Palpiteiros externos, salvo raras e honrosas exceções, são olheiros e espiões, privados ou públicos, com interesses internacionais de exploração e apenas deixar o LIXO por aqui. O patrimônio é nosso e deve ser cuidado adequadamente.
Caro Comentarista Proftel disse:
11/07/2010 às 19:07,
Proftel: Como especialista em meio ambiente e após ler seu comentário, pergunto: Qual sua proposta ou propostas de MUDANÇA? E como assim? Em que parte do território e de que parte do território nacional estamos falando?
Caro FDA, não percebi no comentário do Abulafia nada diferente de um comentário com algumas críticas e algumas propostas. O tema sobretaxar, é para ser analisado. Como assim, sobretaxar? Quem vai pagar? qual a razão em pagar? Há razão para isso? Será cobrado envolvendo que parte do cenário ambiental. O natural, o de preparo, o produzido, cobrado no deslocamento e que tipo de deslocamento, logística? Pelo consumidor final, distribuído pela cadeia produtiva, pelos investidores? O recurso apropriado pela sobretaxa, será reinvestido, aonde? Em que condições? Como será a participação de municípios, estados e federação? Como assim? SOBRETAXAR?
Caro FDA, o fato da existência de um código anterior e outro em andamento, atualmente, já sinaliza no sentido do estado democrático de direito. Ainda, a discussão é completamente democrática e saudável.
Não há ninguém entrando na de ninguém. Engano seu.
A própria Constituição Federal de 1988, atual, já prevê em seu artigo 225, o TEMA ambiental. E esse Tema entrou no cenário mais intensamente após 1990. Ainda engatinha. Não só aqui como no planeta.
E o BRASIL, não é um país europeu ou mesmo asiático, ou mesmo latino-americano: pequenininho.
As soluções por aqui são típicas das tomadas por uma área territorial continental.
Daí a discussão o debate ser importantíssimo e quanto mais, melhor.
Fico com as seguintes propostas e as suas quais são?
Melhorar como? Avançar como? Para onde?
O que você quer dizer com “necessidade de uma ação política previsional”. O que significa e qual é a extensão desse discurso? Compreendi em parte, porém, não consegui avançar mais em sua observação? O que exatamente, você está querendo dizer com isso?
Muito OBRIGADO pelos comentários de AMBOS. É sempre bom participar e debater. Especialmente em tema tão IMPORTANTE.
E, Caro Proftel, quais as PROPOSTAS de MUDANÇA, você pode nos sugerir para DEBATER. Aproveitando seu conhecimento sobre o TEMA?
O que FOCAR? Como mais importante? E o que mais, podemos , ampliando? Abordar.
Legal esse TEMA Sakamoto.
Até, Obrigado!
Caro Ricardo Marins,
Quando eu disse sobretaxar, eu me referi à necessidade de uma atenção especial aos nossos recursos naturais renováveis e não renováveis.
Não é segredo para ninguém que nem a própria China tem condições de suportar o seu ritmo de crescimento atual. E, por isso, os chineses tem estendido os seus tentáculos para a África e América do Sul, especialmente o Brasil. Não só eles, mas o grande capital internacional.
Bem, no caso da mineração, os recursos são não renováveis, e a CFEM, os royalties, é irrisória (em média, 2% do faturamento bruto). Nessa caso, sobretaxar seria aumentar de forma significativa esses royalties, como, aliás, a Austrália acabou de fazer.
A água, outro bem mineral valioso, deve ter a sua utilização cobrada, e em valores significativos, o que já está em fase avançada de implantação, através dos processos de outorga, cadastramento e comitês de bacias (pelo menos em MG).
Quem vai pagar? Todas as empresas que utilizarem, porque, assim, não haveria brechas para o capital estrangeiro – utilizando de subterfúgios – sobreexplorar os nossos aquíferos e as reservas minerais.
Caro Ricando,
Santa Maria, quanta temáticas e questões!
Não posso debater aqui todos os temas e todas as suas problemáticas que vc releva.
Vou tentar responder uma só questão: “o que você quer dizer com “necessidade de uma ação política provisional”, na verdade, o termo é “ politica previsional”!
Para isso, tomo apoio na minha interpretação do texto do autor!
Se vc ler bem o texto do Sakamoto, veras que o autor atira a atenção do leitor/comentarista sobre três coisas: 1) O fato que existe um Código Florestal atual brasileiro; 2) o fato que um novo Código Florestal é debatido no Congresso, e, 3) o fato da não aplicação deste código florestal nas “áreas de preservação permanente”.
É o argumento contra factual: “Se o Código Florestal atual fosse respeitado e áreas de preservação permanente” “a tragédia causada pelas chuvas no interior de Santa Catarina, em 2008. Como talvez na tragédia de Alagoas e Pernambuco de 2010, as “desgraças” causadas pelos fenômenos climáticos “poderiam ser menor”!
E o autor tem razão, o que ele propoe é legitimo e justo!
O que Sakamoto sugere de maneira implícita é o que chamaria a “necessidade de uma ação política previsional”! Ou seja, em um ESTADO DE DIREITO, o MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE e o PODER LEGISLATIVO deveriam esta atentivo não somente a regulação ou a regulamentação do meio ambiente. Eles deveriam esta atentivos tambem a articulação e a aplicação institucional da legislação Florestal brasileira!
Do ponto de vista do autor, a criação de um “novo Código Florestal” seria uma maneira de “fragilizar ainda” mais as áreas “de preservação permanente”!
Resumindo: o novo código florestal seria uma manobra politica e não uma ação politica previsional.
Assim, o termo “ação política previsional”, ato ou efeito de prever uma conjectura que é incerta como os fenômenos climáticos, existe maneiras legais, entre elas, o ato de conceber e a colocar em obra projetos políticos e planos de ações futuros visando a estabelecer uma coerência entre o “respeito” das “áreas de preservação permanente” previstos pelo Código Florestal e a sua aplicação de fato e de direito e não a fazer manobras politicas!
Se minha interpretação é verdadeira: concordo plenamente com o autor. É por essa razão que defendi o texto do autor contra “outras” interpretações perniciosas ou tendenciosas!
Porra nenhuma
Não tem nada a ver o cu com as calças .
Os rios estravasariam de qualquer jeito , com ou sem mata ciliar .
Quem estava no lugar errado eram as pessoas .
Que deveriam estar instaladas em outros locais .
E em Santa Catarina , a mesma coisa .
Voce pode plantar o que quiser de arvores nas margens dos rios lá , que quando chover nas cabeceiras vai estravasar e inundar as casas .
Neste caso , ou voce faz grandes barragens de contenção , ou tira o pessoal da beira do rio .
Se encher a margem do Tiete de arvores em São Paulo vai acabar com as inundações ? Voce pode plantar UM KILOMETRO DE CADA LADO QUE NÃO ADIANTA , SUA ANTA !!!
De novo , Porra Nenhuma !!!
Tem que fazer obra de desassoreamento , tem que alargar a calha , tem que fazer piscinão de contenção , tem que tirar o esgoto / lixo / entulho do rio ..
Ou mudar a cidade de lugar .
Iem , idem para habitações em morro . Não adianta fazer muro de arrimo . Tem que tirar o povo ( que não quer , ou não pode sair ) de lá .
E parar de querer botar a culpa no novo codigo florestal .
Isso é ideia de boliviano mongoloide chapado na coca !!!!
É por isso que vou votar na Dilma.
Aqueles incompetentes do PSDB não fizeram nada em todos esses anos. Bando de reaça inútil.
João Flavio disse o que ???
Que vai votar em quem ???
Na Dilma ???
João Flavio não disse nada !!!
Quem foi o babaca que enviou comentario no meu nome ???
E , nos ultimos oito anos , quem não fez absolutamente nada , exceto meter a mão no dinheiro publico , e com força , foi a quadrilha dos petralhas .
E eu não voto nessa mulher nem que tivesse que optar entre ela é a guilhotina .
E podem ter certeza de uma coisa : ela pode protocolar quatrocentas versoes revisadas do programa de governo .
A versão que ela vai usar é a primeira !
Todos sabemos dos problemas enfrentados pelo desmatamento, mas esta é uma briga que perdurará por muito tempo até que se conscientize toda a população.
Caros comentaristas, e facil colocar a culpa nos outros, desde que nâo seja em nos mesmos, desde Adâo ate nós, sempre ouve a nessecidade pelo homem de explorar o meio ambiente para sua propia existencia, enquanto houver, fome, sede, desnudados, doentes, sem moradias, sem terras, sem transporte, sem educaçâo, sem um meio digno de sobreviver, continuara havendo sim catastrofes no mundo,arrumar soluçôes para tudo e facil, por ex: vamos tirar a populaçâo das margens de rios, das encostas de morros, das areas de vargens, e vamos coloca-los aonde? porque quem mora em tais lugares, sâo somente os pobres, ricos nâo moram nesses lugares, vamos obrigar os pequenos agricultores a plantar a sua pouca porçâo de terra com arvores tirando-lhe o seu ganha pâo, e vamos colocar toda essa gente, a maioria sem estudo sem dinheiro, aonde? Ah, isso e facil! e só deixa-los a propia sorte que eles vâo se ajeitar,sera que vai? vai sim, vai morar talves nas favelas engrossando ainda mais o caldo de favelados, aumentando cada vez mais os roubos os crimes, uma gerra que ninguem quer mostrar, é muito facil acabar com todos esses problemas, por ex: nâo vamos permitir que explorem o pre sal porque vai jogar na atmosfera milhôes de toneladas de CO2, vamos parar com todos os aviôes que injetam toneladas de CO2 diretamente na atmosfera, vamos parar com todos os carros que existem no planeta que produzem milhares de toneladas de CO2 e outros gases prejudicial a nossa saude, mas ai eu vou dizer, isso nâo pode, como e que eu vou para as minhas ferias na praia, como e que vou para a Los Angeles, Paris, New Iork, como estou dizendo, e muito facil criticar os outros, desde que nâo seja eu, é facil atar pesados fardos nas costas dos outros e manda-los carregar, vamos observar melhor as coisas a nossa volta, vamos abrir os olhos,a culpa nâo e so dos outros, e nossa tambem, o mundo e finito, humanidade e ambiente vâo morrer abraçados.