Blog do Sakamoto

Um tapinha em criança dói. E por muito tempo

Pesquisa Datafolha divulgada hoje mostra que 74% dos homens e 69% das mulheres já apanharam dos pais e que 69% das mães e 44% dos pais admitiram ter batido nos seus filhos. Isso explica o fato de 54% dos entrevistados serem contra a lei proposta do governo federal que proíbe castigos físicos (socos, palmadas, beliscões, empurrões, chineladas, entre outros) em crianças. Hoje, o Estatuto da Criança e do Adolescente não especifica o que são maus tratos.

Sei que muitos pais que amam seus filhos e são zelosos por sua educação acreditam que uma palmada em determinadas circunstâncias extremas pode ter um efeito simbólico poderoso na educação de uma criança. Muitas vezes, fazendo reportagens sobre direitos da infância, ouvi um complemento explicativo para isso que se repetia como um mantra: “apanhei quando pequeno e isso me mostrou limites, ajudou a formar o caráter que tenho agora”.

A idéia é muito semelhante a “trabalhei quando criança e isso formou meu caráter, portanto sou a favor de criança ter que trabalhar para não ficar fazendo arruaça na rua”. Neste blog, como já disse anteriormente, boa parte dos comentários postados sobre trabalho infantil são maniqueístas: ou a criança tem que ser burro de carga ou vai assaltar nos semáforos – não existe a opção estudar-brincar-crescer. Até entendo que muita gente sinta que sua experiência de superação seja bonita o suficiente para ser copiada pelo seu filho. Mas será que eles não imaginam que o trabalho infantil não precisa ser hereditário? E se “o trabalho liberta”, a “palmada educa”. Não estou dizendo que um ato é igual ao outro, mas é interessante notar que ações envolvendo algum tipo de violência contra crianças tem em si a reprodução de modelos aprendidos.

Educar alguém não é fácil. Eu, por exemplo, conseguia ser uma peste quando criança – portanto agradeço enormemente aos meus pais pela educação que me deram. Mas o ser humano evolui, a sociedade evolui, não precisamos permanecer com aquelas velhas práticas simplesmente porque foram adotadas em nossa infância ou na infância de nossos pais. Romper a inércia é difícil, mas fundamental.

Uma amiga (uma das melhores mães que conheço) me contou que, pela primeira vez, deu umas palmadas leves em seu filho dia desses, pois havia esgotado o repertório para deixar claro que ele estava extrapolando. Para sua surpresa – e tristeza – foi chamada na escolinha porque o filho, que normalmente é calmo, começou a bater em seus colegas. Poderia citar casos de amigos de infância que apanharam muito e hoje são pessoas que não pensam duas vezes antes de ir para uma solução, digamos, mais robusta para os problemas. Mas isso significa que todo mundo que levou palmadas vai virar um serial killer de nível 21 na escala de maldade? Claro que não… xô simplismo!

Dependendo da circunstância e do ambiente em que a criança está inserida, há conseqüências sim para a sua formação, que podem ser inesperadas. No mínimo, fica a pergunta: qual o exemplo de respeito ao diálogo, à tolerância, ao entendimento e a soluções não-violentas estamos dando com o uso desses métodos? Será que realmente não havia outra saída ou não conhecíamos outra alternativa? O quanto estamos sendo os nossos pais e os pais deles e não nós mesmos nesse momento?

Bem, ninguém disse que educar alguém era fácil ou que a tarefa dará certo muitas vezes. Mas podemos optar por um caminho de paz ou de porrada. Este último pode ser até mais simples, mas o outro tende a ser mais alegre e saudável.

Por fim, o debate aponta que modelo de país queremos ter. A sistemática ausência do Estado e a mais sistemática ação de determinados grupos ditos liberais de reduzir a importância da ação estatal ajudou a espalhar cada vez mais aberrações do tipo “o Estado não deve regular nossa vida”. Quando, na verdade, leis que criminalizam a violência contra a criança estão criando regras para balizar mais liberdade e menos dor. Para muita gente, a discussão deveria sair do âmbito das políticas públicas (que existem exatamente para dar apoio a grupos fragilizados) e passar unicamente para o espaço privado. Pois o Estado tem que se preocupar com coisas mais importantes, como auxiliar o capitalismo brasileiro a se desenvolver serelepe. Por esse pensamento, leis que concederam direitos e que dependeram da ação do Estado, mesmo indo contra grupos numericamente relevantes ou economicamente poderosos, nunca teriam sido aprovadas.

Enfim, o debate não se encerra aqui, mas a lei será útil. Infelizmente, muitos de nós só se darão conta disso daqui a uma geração. Que os críticos dela tenham vida longa para ver de perto um mundo que acharam não ser possível criar.

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Comentários

293 Responses to “Um tapinha em criança dói. E por muito tempo”

  1. [...] This post was mentioned on Twitter by Cibele, Ramiro Catelan, cid cancer, ana vargas, marcostresmondi and others. marcostresmondi said: RT @blogdosakamoto: Um tapinha em criança dói. E por muito tempo: http://is.gd/dKtJN [...]

    • Ronaldo disse:

      Longe de mim tentar me comparar aos doutores que filosofam nesse post, mas, gostaria de lembrá-los que no final da década de 90 o Reino Unido teve que voltar atrás numa lei semelhante que não permitia aos pais disciplinar os filhos com umas palmadas quando necessário, porque não aguentavam mais os filhos no limite da rebeldia, e isso que querem fazer no Brasil é uma mera cópia dessa lei idiota “Fustigarás a criança com vara e livrarás sua alma do inferno” Provérbios de Salomão, Aos filósofos vão ter filhos e tentar criá-los sem uma correção de vez em quando e depois conversamos, lembrem-se Super Nany só tem uma.

      • Amilton disse:

        Tudo começou com os provérbios: “Fustigarás a criança com vara e livrarás sua alma do inferno” dentre outros. E a consequência destas idéias foram as milhões de pessoas queimadas vivas na fogueira pela SANTA INQUISIÇÃO na idade média.

        Correção de comportamento não combina com espancamento. Uma vida harmoniosa pode ser construida com atitudes equilibradas e firmes.

      • FDA disse:

        Redde Dolto quae sunt Dolto……

        Caro Ronaldo,

        Sobre seu comentário gostaria de fazer duas observações.

        Primeira. Vc esta fazendo uma amalgame entre redação de um comentário, uma discussão entre comentaristas, um debate sobre os temas lançados pelos posts do Sakamoto e troca de informações!

        Tenho certeza que uma boa reflexão sobre esses diferentes conceitos lhe ajudara a não se subestimar e a clarifica as coisas.

        A segunda observação diz respeito a sua afirmação segundo a qual: “gostaria de lembrá-los que no final da década de 90 o Reino Unido teve que voltar atrás numa lei semelhante que não permitia aos pais disciplinar os filhos com umas palmadas quando necessário”!

        A premissa principal subentende que a questão dos castigos fisicos en crianças surge “no final da década de 90 o Reino Unido”.

        Porem, se vc informar melhor, veras que as questão sobre os castigos físicos em crianças é um debate recorrente na Europa depois dos anos 1970.

        No entanto, se vc observar bem, os relatórios, as datas e as pesquisadores implicados na problemática veras que existe boas razões de rever suas afirmações.

        Em que diz respeito a questão dos “castigos físicos em crianças”.

        Ela surge no espaço público europeu nos anos 1975. Uma das primeiras personalidades do mundo cientifico a atirar a atenção da opinião pública sobre o impacto dos castigos físicos em crianças, a interpelar o governo francês sobre o direito da criança foi a psicanalista Françoise Dolto.

        Os franceses lembram até hoje de suas emissões públicas na “France Inter” (radio do serviço publico francês) nos anos 1975.

        Em 1993, a « ODAS (Observatoire Décentralisé de l’Action Sociale) (1993) » publica um relatorio sobre « L’observation de l’enfance en danger : constats et recommandations » ( Obersvação da criança em perigo : constatos e recomendações).

        O relatório britânico do Pr Southall D.P: “Classification of child abuse by motive and degree rather than type of injury” foi publicado em 2003. D P Southall, M P Samuels, M H Golden.

        E isso se chama troca de informações.

        Não vou entrar en detalhes sobre a premissa menor: “o Reino Unido teve que voltar atrás numa lei semelhante que não permitia aos pais disciplinar os filhos com umas palmadas quando necessário”!

        Tens certeza do que vc afirma?

        Como vc pode constatar a finalidade explícita de uma troca de informações seria por uma reflexão mais coerente das coisas afirmadas!

        Quando a finalidade implícita: “Ab imo pectore”, isso é comigo e comigo mesmo….

      • Michel disse:

        Que lei foi essa? (link ou não aconteceu)

    • Alexandre Júnior disse:

      O Interessante é quando se fala em dar palmadas sempre se fala em porradas…parece um tanto erronea esta comparação…sinceramente não acredito que palmadas de uma mãe amorosa e cuidosa, vá fazer uma criança bater nas outras em sala de aula…o grande problema é como se educa, cada vez mais com liberdades sem limites e quando se bate, como disse na reportagem, precisa ver como se bateu…tenho uma sobrinha que ja apanhou sim, porem é uma das crianças mas meigas que se pode ver, ou seja, exemplos para um lado e outro sempre teremos, mas o importante é saber se queremos o estado dentro de nossas casas? e se o estado será responsável quando as crianças que não apanharam virarem asultos sem limites, pois querendo ou não, quando os pais batem e as crianças viram adultos agressivos, eles são responsáveis, pois nem pai quer ver o filho preso, morto ou um marginal e isso já é preço alto a se pagar, sendo assim, a preocupação e dar educação de qualidade, politicas éticas…onde está a liberdade e a privacidade com o estado dentro de nossos lares? Deixe que cada pai decida o que fazer com seus filhos…que cada pai decida que vai dar ou não as palmadas e depois assuma as consequências…pois é certo que se o estado decidir ele não assumirá a consequências futuras, pois ele nunca assumiu suas responsabilidades com educação, saúde, segurança, etc, não vai assumir com o futuro de nossas crianças…

    • Everaldo disse:

      Olá.
      Sou professor no Estado do Paraná.
      Gostaria de fazer um comentário apenas, com base na lei.
      A Constituição Federal diz que todos podem exercer e/ou praticar a religião que deseja.
      Há religiões que ensinam, segundo vários textos bíblicos, que a correção (com vara) é essencial, e que o pai que nega a vara para seu filho quando criança pode passar vergonha pelo comportamento do, no futuro, adolescente.
      Dessa forma, a lei criada, que proibe a palmada (ou varada), fere o direito de outra que determina a liberdade de prática e ensino religioso.
      Ou seja, segundo a lei (constituição) eu posso praticar a religião que quero, mas não posso fazer tudo o que lá é ensinado (segundo a lei da palmada).
      Se a pessoa tem o direito de praticar o que quer como religião e ensino, não fica parecendo uma situação controvertida?
      Quero deixar claro que não sou a favor de espancar a criança, pois isso traz ira, mas sim de corrigi-la, com equilíbrio e, se preciso, fazendo uso de vara.

      • Emanuela disse:

        Sinceramente se o texto biblico disser que você pode se vingar de alguém que matou uma pessoa da sua familia com a morte dela também, e a do país disser que se você não pode matar ainda assim você defenderia a vingança?

      • Rodrigo Freitas disse:

        Eu sigo os preceitos de Hamurabi, logo posso matar alguém que matou algupem conheço?

      • Roberto disse:

        Everaldo, tem religiões que pregam sacrifícios humanos, nem por isso a constituição brasileira os protegerá se encontrar um adepto…. Mas, cá pra nós “com equilíbrio e, se preciso, fazendo uso de vara” é meio demais, fico imaginado o sujeito esbravejando com uma vara na mão, no maior equilíbrio…

      • Eduardo disse:

        Everaldo,

        Corrigir com “equilíbrio”, fazendo uso da vara????? Faça-nos o favor!!!
        E outra, o livro que sua religião sefue é mais contraditório de toada a história da humanida. Num trecho fala para matar por vingança, em outro diz para perdoar sempre.
        E a lei não fere a prática do ensino religioso. Pois o Brasil é um estado LAICO!
        Segundo sua lógica, se existir alguma religião que prega sacrifíco humano, com morte, as pessoas que a praticam não poderiam ser condenadas por homicídio.

      • Laine disse:

        Concorcordo com vc Everaldo! Aquele que tem liberdade da prática de qualquer religião e para os cristãos a própria Palavra de Deus, a Bíblia, nos ensina a disciplinar nossos filhos com vara (se necessário!) E se em prov. 23: 13 e 14 nos mostra claramente como devemos fazê-lo é por que até Deus permite tais repreensões, porque útil é! Quando já se tentou todas as formas verbais de educar um filho, a palmada ou mesmo a vara tem que dar limites a ele. Só quem é pai ou mãe sabe bem quando isso é necessário. Não devendo agir pela raiva momentanea mas com amor. Isso é bem diferente de espancar! Alguém vai contra o que Deus determinou? Seja anátema!

      • FDA disse:

        Caro “professor” Everaldo,

        Gostaria muito que o “professor” Everaldo me explicasse de onde ele tira o artigo de lei da “Constituição Federal” onde se “diz que todos podem exercer e/ou praticar a religião que deseja”!

        Ok, liberdade religiosa mais curioza reinterpretação da lei: existiria um “direito” e um dever de “correção”?

        Me explicasse também por que o “professor” Everaldo gostaria de “deixar claro” (subentendo a existência de lado obscuro de seu comentário) “que não sou a favor de espancar a criança”

        Ou seja o espancamento que traz ira: NÃO PODE!

        Mas “correção”, “com equilíbrio” com “uso de vara”: PODE!

        Quem é que o professor esta querendo enganar aqui, eh???

    • André Ricardo disse:

      Sou completamente contra esta Lei, primeiro que, esta sendo uma completa invasão de privacidade em nossas casas, o Pai que não tem direito de educar seu filho também não tem direito de cobrar qualquer atitude, é necessário sim ter um statuto preservando e visando o bem estar da criança, mas melhor que um statuto de proteção a criança eu acho que é necessário ter um statuto e um programa para reeducar a sociedade, tentando resolver o problemas pelas raizes e não pelas flores que são os filhos os Pais necessitam ser reeducados com leis, que ajudam a educação do País, que diminua o desemprego, que incentive lares com familias saudaveis, isto sim ter que ser criado, não é com Leís radicais como esta que diminuira a vilência doméstica.

      Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem, as palavras da prudência.
      **Provérbios 1:2**

    • Eduardo F. disse:

      O argumento de que as palmadas funcionam ou deixam de funcionar sequer deveria ser discutido, simplesmente porque cada criança reagirá de uma maneira ao castigo. Eu levei várias palmadas quando criança e nunca me ressenti ou me traumatizei por isso. Sei que mereci e sou grato por isso. Por outro lado, é claro que há pessoas que jamais levaram um beliscão, e que também são corretíssimas, educadíssimas etc.. O outro lado também é verdade; É de se esperar que há pessoas da pior espécie, assassinos e estupradores quiçá, que jamais receberam um beliscão, e nem por isso deixaram de ser o que são.
      O que deve ser discutido é o caráter TOTALITÁRIO da lei, que pretende regular como educamos os nosso filhos. Uma pergunta que ainda não vi aqui: se isso será uma lei, como ela será controlada?!? Tele-telas?!? Ou devemos esperar que daqui a um tempo, quando dermos um tapa na bunda do nosso filho de 5 anos que roubou uma bala na cafeteria ou que xingou a mãe, ele crie consciência pra ir a uma delegacia e denunciar o pai que deixou seu traseiro avermelhado. (Isso me lembrou os filhos do Sr. Parsons, de 1984, que denunciaram o pai à polícia do pensamento – aquilo, sim, é sociedade, não?).
      Se a lei é séria e necessária, ela deve vir acompanhada de um aparato que permita gerenciá-la, auditá-la, medí-la a eficácia?!? Doutores de plantão, pergunto: como isso será feito neste caso?????

    • Fernando disse:

      Mais um assunto controverso. Eu acho que apanhei dos meus pais. Não tenho ódio deles. Fui levado, mas não fui violento. Meu cunhado apanhou de vassoura e não odeia a mãe, e também não é violento. Algumas pessoas apanharam e ficaram violentas. Algumas não apanharam e ficaram violentas. Isso mais parece com dar o remédio certo de acordo com o paciente. A lei retira a possibilidade do remédio que pode em alguns casos curar. Não acho que se deva proibir. A palmada, dada com moderação, educa. É um tratamento de choque que pode interromper um determinado comportamento num dado momento. Não precisa ser violento. Por outro lado, realmente pode ser que a palmada não seja remédio coisa nenhuma e que no final das contas não faça diferença… mas não é uma lei que vai determinar se realmente faz a diferença ou não. Lembro de ter escutado estórias de crianças que eram tristes porque os pais batiam nelas, e de outras que eram tristes porque os pais não batiam e isso significava que não se importavam. Pode ser apenas estorinha para doutrinar, mas não sei… no final das contas não sei. Acho que é exagero chegar ao ponto de uma lei determinar se posso ou não dar uma palmada. Melhor se determinar o que pode ser considerado como exagero. Castigos que deixam marcas, surra (com várias palmadas ou com cinto), podem ser tratadas pela lei e consideradas tortura. Palmada não.

  2. Marcio disse:

    Sakamoto,
    Se esqueceu da declaração universal dos direitos humanos, que prioriza sempre a educação dos pais em detrimento de qualquer outra. Me desculpa, mas querer violar isso é querer tirar a autoridade de um pai na educação do próprio filho.Nesses 3 últimos paragrafos, me parece que vc é a favor de um estado ORWELIANO, NA qual as crianças são propriedades do estado, criadas para serem maquinas assassinas a serviço do estado. Isso tudo para mim me cheira um neocomunismo(marxismo cultural gramsista), na qual a doutrina marxista é implantada de maneira gradual,como esta ocorrendo na America latina, sem que as pessoas percebam. Já tivemos essa experiencia em varios paises comunistas e nada se edificou, só serviu para violar a liberdade de expressão da população e a autoridade dos pais na educação dos filhos.

    • Gregori disse:

      Isso tudo para mim me cheira uma pessoa que quer indulgência por ser violento.

      Marcio, tenha santa paciência! Você conseguiu deturpar até a Declaração!

      • ROGGE disse:

        O problema não é a indulgência. Foi com constrangimento que soube das intenções do governo de regular o que se passa na intimidade de um lar, de uma família. Sem defender os maus-tratos (eu fui vítima disso), pois eles não educam, a intervenção do estado na educação familiar da criança foi longe demais. O estatuto da criança já criminaliza os excessos. Os excessos. Como não se pode exigir bom senso de uma criança, as técnicas de diálogo serão limitadas. Castigos psicológicos (muitas vezes piores que palmadas) podem funcionar. Privações funcionam. Mas, em estados de histerismo infantil, provocados por ter sido a criança contrariada nos seus desejos sempre egocêntricos, só uma palmada no bumbum resolve. Quanto aos excessos, que acontecem sem a frequência propalada, até mesmo o vizinho pode denunciar. Mas, o pior, é a família se tornar refém oficial da criança. Elas não são aqueles anjinhos do imaginário popular. Quando se frustram, podem utilizar de recursos inimagináveis de represália. Como a delação oficializada, se for aprovada pelo governo. Sobretudo hoje, quando os pais não têm tempo de se ocupar com a educação dos filhos, nota-se nestes carência afetiva crônica e ressentida. Pode parecer babaquice a minha conclusão no ambiente deste blog: só o amor pode equilibrar a relação entre pais e filhos. Na insuficiência dele, porém, o bom senso deve prevalecer. Sem a intervenção do estado.

    • Luiz disse:

      Márcio, vc falou muita besteira, minha nossa! Ninguém aqui falou de comunismo! Você parece aquelas pessoas que acham que a ditadura no Brasil era ótima e que não tinha criminosos, e que deviam matar todos hoje em dia. A infância é ótima, se vc não aproveitou a sua, deixe ao menos as crianças de hoje viverem em paz.

    • Eduardo Britto disse:

      Sakamoto: Nem há o que discutir. Claro, não dá para dar a devida abrangência antropológica que a (inexplicavelmente xacoteada e simplificada) lei sublima;
      Márcio:
      -”…do meu filho cuido eu!” – pois bem: mate-o. A Declaração Universal dos Direitos Humanos prioriza, sempre a “educação” dos pais.
      E o ensino? E a saúde? E…?
      Seu frágil discurso, lembra-me a postura americana da era Bush (e, antes, Truman) no que concerne à saúde pública.
      Socialização! Esse foi sempre o medo que a nação americana procurou passar aos americanos (com sucesso), sem que estes percebessem que quase tudo naquele país está socializado (menos o que não interessa para eles, claro. Como a saúde pública e, logicamente a indústria farmacêutica).
      Oras, marxismo! Oras, neocomunismo! Quanto romance de ficção revivido.
      Estamos saíndo de um terrível período neoliberal e ensaiando um neocapilismo, mas, o neosocial é imprescindível.

      • Rodrigo Freitas disse:

        Márcio, cuidado, vão querer que você aceite pessoas na sua casa. Vixe, os comunistas não vão querer transformar crianças em máquinas de guerra. Vão come-las. Não é isso que os comunistas fazem?
        Ainda bem que existe a Nossa Senhora da Vara de Marmelo para proteger pais como você das atrocidades que os comunistas estão incutindo nas cabeças das crianças.
        Aposto que você já está enxergando o Chavez dizendo que ele é j´suis!

  3. Rudi disse:

    Meu pai me deu uma chinelada na mão uma vez. Tinha 10 anos, e ele havia bebido, fazendo com que o castigo fosse muito mais forte do que ele pretendia. Até hoje tenho sequelas nos movimentos dos deos, e sei que ele não deu de maldade, mas nesse sentido de “educação” que a classe média reacionária adora dar. Como um ato ruim, de raiva, de ignorância, pode gerar algo de bom? Aqueles que defendem o castigo físico deveriam apanhar por cada fechada no trânsito, por cada furada de fila, por cada pequena desonestidade que cometem no dia-a-dia.

    • Juliana disse:

      Bem lembrado Rudi. Se o castigo físico é necessário, então quando ele deveria cessar? Enquanto estivermos cometendo erros, deveríamos permanecer recebendo uma palmadinha, um chute?… Em qual idade seríamos “declarados” livres de castigos físicos? Se isso realmente funciona, também vou defender que os adultos continuem recebendo porq, pela lógica, os que continuam cometendo essas “pequenas desonestidades no dia-a-dia” – como aponta o Rudi – é porq apanharam pouco. É isso?

    • Rodrigo Freitas disse:

      Genial, Rudi!
      Onde devo assinar? Se apanhar educa, vamos poder dar um “pedala” em que joga lixo na rua?
      Se pode bater em criança, quero poder bater em adulto! hehe. É na china que batem com bambu nas pessoas? Imagina isso no Brasil: furou o sinal, pagou propina pro puliça, jogou lixo na rua? Cinco bambuzadas nas costas para educar. hehe

  4. Paulo Verdão disse:

    Não vejo problema em votar em quem defende o casamento gay. Isso não muda nada a situação do Brasil e dos próprios gays. Vários tribunais já entendem que a união homossexual tem o mesmo valor da união estável heterossexual. É coisa julgada.

    Em relação a esse tópico, realmente educar não é fácil. Muito menos se os educadores (pais) estiverem sob constante vigilância de um estado. Sim, bater não é legal – e, por vezes, dói. Mas, se a evolução é gradual, como você comentou, é muito melhor termos ações educativas do que repressivas. Assim como nas drogas: educação, sim. Combater os viciados à base da bala e da pólvora não.

    • Eduardo disse:

      O problemas dos gays é que, como minoria, querem ser tratados como maioria…

      • rafael disse:

        Eduardo, democracia nao diferencia minoria de maioria, por favor, nao fale tolices

      • caio disse:

        E o estatuto da igualdade racial? nao está separando minoria de maioria? Nos dividindo, cidadão brasileiros, todos até onde se sabe HUMANOS em categorias diferentes dada a cor de nossa cutis?

        Mas, de fato, o comentario do Eduardo foi impertinente. COmo se deve tratar uma minoria e uma maioria?

        Nao sei pra onde vamos, mas as perspectivas nao sao boas.

      • Rodrigo Freitas disse:

        Vixe, agora ficou claro: quem é contra casamento gay e estatuto da igualdade racial é a favor de bater em crianças. Ou seja, o reacionarismo está em todas ideias destas pessoas!
        Caio e Rafael, vocês são reacionários por hereditariedade ou porque apanharam quando crianças?

      • Rodrigo Freitas disse:

        Perdão, Rafael! Onde se lê Rafael deveria estar escrito Eduardo!

  5. Felipe disse:

    Sou altamente favorável à esta lei, desculpa se há algum chinês ou descentende, mas aqui não é a China, criança tem que brincar, não trabalhar e muito menos apanhar. Marcio é louco, tá lendo bastante filosofia reinaldoazevediana, uma pena né rsrsr

  6. Bruna Melo disse:

    Acho importante que a educação dos filhos evolua, acho essa lei importante para ajudar crianças que sofrem pela chamada “educação” quando essa é dada a base de castigos violentos, porém acho que em alguns casos, e percebam que não estou falando de grupos fragilizados, um tapa de advertência é aceitável, embora não o único nem o mais civilizado. Mas eu acho que a saída para filhos melhores seriam pais melhores, que não fossem indulgentes demais por se culparem por não coviverem com seus filhos, e nem intolerantes a ponto de fazerem um verdadeiro terrorismo psicológico, que por experiêcia própria pode vir a ser um risco bem maior do que um castigo físico. Essa lei não me parece uma lei para interferir na educação dada por pais responsáveis. Só espero que seja uma lei que realmente proteja as crianças que estão vuneráveis.

  7. Alice disse:

    É público e notório , que a corja que os brasileiros colocaram no planalto, sonha com o domínio do poder e a instalação de um Estado Comunista, nos moldes da antiga Russia.Sabemos que há crimes terríveis cometidos por pais loucos, e a lei não vai minimizar isso.A educação, através de palestras, contato com os pediatras, vigilancia dos órgãos que lidam com os menores, seria o ideal nesse combate.O Estado está, através dessa lei, tirando dos pais o direito de uma relação de confiança e dedicação aos filhos;e estes, num futuro próximo, serão capazes de ‘dedurar’ um pai ou mãe até por motivos que nada terão a ver com esse problema.Pelo que observo, já houve uma mudança radical no tratamento entre pais e filhos, sem necessidade da intervenção do governo;hoje, os filhos já não apanham.Com essa lei, quem vai apanhar muito breve, vão ser os pais.Dos filhos.

    • Paulo Verdão disse:

      Alice, linda, mina cara.

      Quer dizer que uma lei brotada do Conresso traduz o sonho que o nosso líder tem pelo poder e pela isntalação de um estado comunista?

      Onde já se viu, lindinha. Se isso fosse verdade, estariam agora, as forças do Estado, a polícia do pensamento, batendo à sua porta.

      O Brasil nunca cresceu tanto, tampouco conquistou tanto respeito nacional e internacional com o sapo barbudo no poder. Hoje, até o brasileiro respeita o Brasil – isso mesmo, esse povo colonizado, que sempre priorizou o que é de fora – está respeitando mais o nosso grandioso país.

      O ser humano é esquizofrênico por natureza, na minha opinião. Constrói uma realidade para si que é desprezável aos olhos do próximo e ao infinito do Universo. Mas daí a tecer certas afirmações é loucura demais…

      • JOSE ROBERTO disse:

        Pobre Paulo pra escrever tanta merda o melhor seria não tê-lo feito. vc só esqueceu de escrever a amizade de nosso barbudo com o sanguinário fidel castro, o mst nunca invadiu tanto e teve apoio do barbudo, nossas rodovias estão um lixo, nossa saude morta, nossa educação um lixo, estamos abaixo de Sudão, Nigeria, Haiti em materia de saneamento básico. O ECA é mais usado por menores infratores, que por quem realmente deveria usa-lo, as
        crianças em idade escolar agridem professores, destroem escolas, não respeitam mais ninguem, nunca na historia do Brasil tivemos tanta anrquia e
        fata de respeito partindo das crianças que atualmente, que mais Verdão!!!!
        Este desgverno deveria cuidar mais de tudo isto ao invés de se meter na educação de crianças, se lula foi espancado quando criança é problema dele
        ele que usasse a justiça para resolver isto e não querer tornar os pais refens
        dos filhos, EDUCAÇÃO EM CASA CADA UM TEM A SUA, SE ELA EXTRAPOLA
        PUNAM-SE OS QUE EXTRAPOLARAM, MAS, NÃO CERCEIEM A LIBERDADE DOS PAIS DE AGIR COM SEUS FILHOS DA MANIRA QUE ACHAM CORRETA

      • luiz disse:

        Paulo, o fato de se usar a força não significa que não haja um projeto em curso, é claro que há. Não menospreze a inteligencia das pessoas. O que dizer da tentativa de controlar a imprensa através de um projeto lei, esse sim, esquizofrênico? O que dizer do uso da máquina por supostos “aloprados” para patrulhar a oposição? Bom, voltando ao tema, O estado adota a solução mais fácil (e coerente com seu projeto). Pais despreparados se tornarão reféns de filhos que saberão muito bem usar essa lei anacrônica para ameaçá-los.

      • Rodrigo Freitas disse:

        José Roberto, Tolão!
        Reacionarismo aprende apanhando ou é hereditário?
        Você vocifera feito um limitado que não consegue articular suas ideias (hum, dúvida: você tem alguma ideia?). Quer dizer que o Fidel é sanguinário e o Obama é o Gandi?
        O MST é encarnação de hitler enquanto grupo e a Katia Abreu é a Tereza de Calcutá?
        Burrice não cobra preço, mas se cobrasse você mendigaria!

    • Amilton disse:

      Alice meu amor, acorda!
      O nosso presidente e o projeto político que o sustenta sem dúvida luta pelo poder, por manter-se nele. Porém para chegar lá e continuar no comando muita negociação acontece e esse bolo tem sido repartido democraticamente como raríssimas vezes tivemos oportunidade de vivenciar neste país.
      Não somos o país das maravilhas mas muito tem mudado para melhor.

      Esse limite legal (ao castigo físico como recurso educativo) é válido para impedir aquele impulso habitual, impaciente, descontrole emocional. Quem trabalha com educação básica sabe muito bem o quanto as famílias brasileiras ainda utilizam dos castigos físicos como provável recurso educacional. O que não contribui para crescimento pessoal. Essa atitude violenta mostra a lei do mais forte que se impõe sobre o mais vulnerável. Precisamos construir novos caminhos.

    • oscar disse:

      Concordo plenamente com isso.
      Na prática o que irá prevalecer é a falta de respeito com os mais velhos.
      O que ocorre é que o legislador nem sempre sente na pele aquilo que pretende formular como “lei”. É ignorante faticamente e troca tempo precioso ao legislar coisas fúteis.

  8. Marcelo disse:

    O Brasil atualmente é um dos países campeões em homicidio com mais de 50000 assassinatos cometidos por ano, muitos deles cometidos por menores de idade devido a essa inversão de valores, que tira a autoridade dos pais na educação dos filhos. Não só os pais perderam a autoridade como também professores e outras autoridades, vitimas de alunos criminosos que fazem ameças, agridem. Atualmente temos uma das a piores gerações de crianças e adolescentes na historia do nosso país com jovens incultos, desobedientes, agressivos, rebeldes, entre outros adjetivos graças a essa tal doutrina de não poder reprovar e repreender.Sem contar o abandono e descaso total do governo PT no que se refere a educação. Professores são mal pagos, mal treinados, alunos chegam a 8° ano sem saber fazer uma tabuada, escolas caindo aos pedaços. Como deixar nossas crianças na mão de um governo desses Sugiro que junto com essa lei absurda elaborem uma outra, na qual o jovem que agredir , ofender matar os pais sejem multados e condenados.

    • Lis disse:

      Marcelo,

      a lei não transfere a obrigatoriedade de educar dos pais para o Estado, ela simplesmente regula que educação e agressão física não são a mesma coisa. Achar que uma lei como essa quer tirar a responsabilidade dos pais é a mesma coisa que achar que seria melhor se não houvesse justiça e todo mundo pudesse resolver seus problemas “com as próprias mãos”. Se uma pessoa não pode agredir outra na rua quando se desentendem, por que um pai poderia agredir seu filho, teoricamente indefeso?

      A situação na qual chegamos, de crianças desenfreadas e mal-educadas não é reflexo da falta da palmatória e sim da falta de diálogo e limites. É que para que a educação aconteça é necessário que os pais estejam presentes na educação dos filhos, coisa cada vez mais rara nos dias de hoje.

      Os pais “empurram” a responsabilidade de educar para a escola, que na verdade tem a responsabilidade de orientar e ensinar, o que é diferente.

      A “palmadinha” mostra pra criança que quando uma pessoa não sabe o que dizer para resolver um problema ela pode simplesmente deixar a raiva subir à cabeça e agredir a outra pessoa. Como se mede a intensidade para dizer o que é brando e o que é abusivo?

      As leis são criadas para serem linhas-guias da sociedade, para que possamos viver melhor e em harmonia, não para tirar a responsabilidade das pessoas. Pense nisso.

      • Amilton disse:

        Perfeito Lis!

        Muita lucidez. Parabéns!

        A educação para a liberdade e responsabilidade requer acompanhamento, paciência, equilíbrio, limite… e diálogo. O respeito ao outro só se desenvolve no exercício permanente da construção de modelos democráticos onde a diversidade de pensamento possa existir.

      • Amilton(outro) disse:

        A conversa de vocês é linda, filosófica(inclusive a do meu xará) mas o que está sendo deixado de lado é o nível geral de cultura dos pais e sua criação na qual o estado não vai conseguir regular.
        Lei é para todos e quem não cumpre tem que ser penalizado.
        Um grande problema do Brasil é o fato de leis que não pegam e o motivo é simples não ha como você punir todos que derem “palmadinhas”, então por si só a idéia dessa lei é absurda.
        Parece a tal lei do fumo que obriga pessoas comuns a não fumar em ambientes públicos considerados fechados mas os bandidos podem fumar na cadeia(lugar construído e pago por nós) a vontade.
        Sem falar no fato que a maioria da crianças(indivíduos únicos) são passíveis de se ensinar com o diálogo, mas não são “robôs”, e a fórmula não dá certo para todas, mesmos nos melhores ambientes de ensino.

      • Luiz disse:

        Lis, bonito discurso, quase filosófico. A propósito, quantos filhos já criou?

      • Marcelo Ramos disse:

        Lis, bonito discurso, quase filosófico. A propósito, quantos filhos já criou? (2)

    • rezende disse:

      Vc é de São Paulo né Marcelo?

    • Rodrigo Freitas disse:

      Perfeito, Lis!
      Só mais uma coisa: Marcelo, pare com esta nóia de achar que a culpa do mundo é do PT.

  9. Marcio disse:

    sakamoto
    Pq os comentarios estão demorando tanto para entrar, não era assim ué. Deixe o debate acontecer com os 2 lados podendo postar opiniões de maneira igualitaria. Parabens pela iniciativa

  10. AQUINATE disse:

    “O abuso não tolhe o uso”.

    É ÓBVIO que se uma criança é espancada e se tem evidência concreta, PUNIÇÃO JUSTA E LEGAL ao pai, mãe, responsável ou irresponsável!!!

    Mas pera-lá, “tapa na bunda” de criança, “tapa na cara” de adolescente que desrespeita pai e mãe (e não é pouco), “correiada” em perna de menino teimoso NÃO VAI MATAR NINGUÉM.

    E vai mostrar sim limite!! Se vai apanhar, tem que saber, e, se for por motivo justo e se o castigo for proporcional à “arte”, o efeito vai ser o melhor posssível: correção.

    Desculpe Sakamoto, mas tolerância a que vc se refere? Ao erro? Tolerar erro? Diálogo, como vc colocou também mata a hierarquia da família… Pais são pais, filhos são filhos… e eles não devem ser amiguinhos, mas pais e filhos. A relação entre eles é de amor e não amizade… e amor pressupõe correção.

    • Abulafia disse:

      Discordo, respeitosamente, do amigo. Acho que “tapa na cara de adolescente” não é estabelecer limites.

      Pais e filhos são papéis bem claros, que nos cabe desempenhar bem. O pai representa a presença primordial da lei para o filho e penso que uma figura paterna equilibrada contribui para que este filho não seja um sociopata (desculpem-me os profissionais de saúde mental a minha santa ignorância, mas sabe-se muito pouco sobre esses indíviduos, os sociopatas).

      Acho também que um pai terá triunfado na sua difícil missão quando transformar esse filho em amigo, um dia.

      Abraço

  11. Roberio disse:

    O Lula nada mais é que um cachorrinho da ONU, FMI, Banco Mundial e outros orgãos internacionais. A politica economica atual do PT e do FHC no governo anterior nada mais faz do que seguir os ditames deses orgãos reguladores. Como o proprio FHC admitiu, PT e PSDB não disputam ideologias, disputam cargos, ambos vieram da esquerda revolucionária. O Lula jamais deixou de ser um comunista radical, ele para se eleger presidente teve que mudar o seu discurso e esta implantando o comunismo de maneira lenta e gradual de dentro para fora das instituições, fez isso muito bem na Igreja Católica com a teologia da libertação e nas Universidades, onde o pensamento dominante é o marxismo. A esquerda foi muito importante no passado, mas agora ela dominou o Brasil e a america Latina, porém isso me preocupa,pq acabou o dialogo e a oposição. abraço a todos

    • Felipe disse:

      Hahahahahhaah Roberio vc nem sabe o que é comunismo, é um fanfarrão, vai estudar aeuhe Lula no máximo é um social-democrata!!!! Só para relembrar, o Brasil pratica as maiores taxas de juros do mundo, um brinde para o mercado financeiro. O presidentre do BC é o Henrique Meirelles, ex-presidente do Bank of Boston e ex-filiado ao PSDB. Então, meu caro, leia menos Veja e pegue um livro.

    • Euclides disse:

      Nunca ouvi tanta BPM (Besteira Por Minuto)… Aconselho a ler um pouco de História, Sociologia e outras ciências antes de fazer uso deste espaço.

    • Paulo T.O.R. disse:

      Robério,
      Loucura total… viajou legal… O lula nem mesmo sabe o que é comunista, marxista, trotkista etc.. O “cara” não tá nem aí prá isso. No máximo, como disse alguém, é um social-democrata, e fajuto, porque dificilmente se conseguiria governar no Brasil sem ter que fazer as concessões que fez, ainda mais recebendo o legado que recebeu (milicos aloprados, coronel nordestino incompetente, caçador de “marajás” néscio e despreparada, mineirinho “avoado” e social-democrata arrogante e deslumbrado que deixou o país à deriva). A respeito do tema principal, acredito que a lei cairá no ostracismo, embora tenha já conseguido o principal, trazer o tema à baila. Eu, pessoalmente, levei muitas varadas, quase sempre razoáveis e derivadas de todo tipo de traquinagem.. Muito de vez em quando, mas muito mesmo, utilizo o método com meus filhos (4 e 7 anos), ainda sim percebo o tanto que isso os atinge, psicologicamente e não fisicamente, então sempre renovo a vontade de não mais castigá-los fisicamente. Não sigo a máxima de que se comigo foi bom e me tornou um ser humano responsável e consciente isso também dará certo com eles. A educação atual é diferente, a relação familiar idem, o tipo de entretenimento, as relações sociais etc. Apenas para completar, pouco se falou de outros tipos de castigos, que ao meu ver contribuem muito mais para “detonar” a auto-estima das crianças (proibições como forma de punir comportamentos condenáveis – sempre segundo o prisma de quem o aplica -, isolamento para “pensar”, utilização do método da “troca” para obtenção de determinada conduta etc).

  12. Marcusi disse:

    O Brasil atualmente é um dos países campeões em homicidio com mais de 50000 assassinatos cometidos por ano, muitos deles cometidos por menores de idade devido a essa inversão de valores, que tira a autoridade dos pais na educação dos filhos. Não só os pais perderam a autoridade como também professores e outras autoridades, vitimas de alunos criminosos que fazem ameças, agridem. Atualmente temos uma das a piores gerações de crianças e adolescentes na historia do nosso país com jovens incultos, desobedientes, agressivos, rebeldes, entre outros adjetivos graças a essa tal doutrina de não poder reprovar e repreender.Sem contar o abandono e descaso total do governo PT no que se refere a educação. Professores são mal pagos, mal treinados, alunos chegam a 8° ano sem saber fazer uma tabuada, escolas caindo aos pedaços. Como deixar nossas crianças na mão de um governo desses Sugiro que junto com essa lei absurda elaborem uma outra, na qual o jovem que agredir , ofender matar os pais sejem multados e condenados.

    • Caro Marcussi,
      Concordo em muito no que você descreveu acima. Sou funcionário e professor da Rede Pública Estadual de Educação do PR, vejo como a qualidade do ensino está declinando. Muito disso é causado pela falta de incentivo seja profissional, material e financeiro pelo governo. Outro fator é o despreparo do professor e ainda a falta de compromisso dos alunos. Já presenciei agressões a professores, realizadas por pais e alunos. Pasmem alguns pais chegam a agredir os profissionais da educação, pois dizem conhecer bem os filhos q tem, e quando caem na real, pedem mil desculpas. Os alunos conhecem bem seus direitos, mas deixam de cumprir os deveres e quando se é exigido o cumprimento destes, acontece o desamparo dos orgãos que devem atuar juntamente com a escola. Não está sendo fácil a caminhada, inúmeros pedidos de licenças médicas, aposentadorias precoces, pedidos de exonerações. Não sei onde vamos parar com tantas leis sendo criadas. Primeiramente porque não fazer cumprir as já existentes? Por acaso elas acontecem na prática? Respondam a isso e boa sorte aos cidadãos do Brasil.

  13. José Carlos disse:

    Roberio, meu caro
    Seu discurso é no mínimo contraditório, pois se Lula é um comunista radical, como pode ser um cachorrinho da ONU e FMI, em relação a teologia da libertação, este movimento foi forte nos anos 60 é 70 é surgiu tão somente por conta da repressão vinda das ditaduras de direita existentes na época,ou seja não foi o Lula ou PT que criou esse movimento ele nasceu de uma necessidade de se rebelar contra as atrocidades cometidas por governos militares, esses sim alinhados com esses com esses órgãos citados sem falar da interferência americana, sem contar que o referido movimento foi esmagado pelo próprio Vaticano.É essas universidades que você cita, onde elas estão gostaria muito de saber, na universidade onde estudo meus professores só faltam fazer propaganda pró PSDB, pois contra o Lula uma boa parte deles já o faz

  14. Abulafia disse:

    Prezados,

    Concordo plenamente com o Sakamoto.

    Onde há violência, há trevas.

    Além disso, na quase totalidade das vezes a “palmada” se faz acompanhar de sentimentos inferiores, quais a raiva, o rancor, o ciúme, entre outros, e a criança percebe sempre esse sentimento associado. Isso, sem dúvida, não educa.

    A verdade é que conversar e argumentar com lógica, com carinho e respeito dá bem mais trabalho, e as pessoas, com as suas neuroses, optam pela agressão, o que é lamentável e inaceitável.

    Essa Lei pode ser muito benéfica, na medida em que acabariam as desculpas dos espancadores de crianças, nos inúmeros casos de crianças com hematomas e outros sinais de agressão.

    Espero também que, daqui a uma ou duas gerações, esse tipo de lei não seja mais necessária, porque então as pessoas praticarão o bem espontaneamente.

    • FDA disse:

      Francamente Abulafia,

      Lá vem vc com a projeção da polaridade “violência” /não violência, “trevas” /luz!

      Nada a dizer da asserção: “na quase totalidade das vezes a “palmada” se faz acompanhar de sentimentos inferiores”!

      Me poupe de sua “psicanalise selvagem”!

      O que esta em jogo no debate aberto pelo autor é a sistemática intervenção do Estado (proposta de lei do governo), na escola, na opinião pública na estrutura educativa familiar brasileira!

      Neste sentido, o post do Sakamoto é JUSTO E LEGITIMO!

      Existe necessidade de pensar “o Estatuto da Criança e do Adolescente” na sociedade civil brasileira.

      Existe necessidade de especificar o papel educativo dos pais.

      Existe necessidade de especificar, clarificar os papéis educativos do Estado, da Escola, da Sociedade Civil!

      Existe necessidade de clarificar quais são as categorias de “maus tratos” físicos, “maus tratos” sexuais, “maus tratos” por falta de “cares” (no campo medical, escolar, social, familiar, etc).

      Existe sobre tudo necessidade de se questionar sobre os “maus tratos” ligados a “violências simbólicas” (Bourdieu) invisíveis infligidas as crianças e adolescentes brasileiros. Violencias invisiveis mais que são destruidoras no campo somapsíquico da existência.

      Outra observação! O problema deste debate sobre o “Estatuto da Criança e do Adolescente” brasileiro seria de saber se “a lei será útil” (posição do Sakamoto), se a “lei pode ser muito benéfica” , a “Lei necessária” (sua posição Abulafia).

      Se a bela leitora/comentarista flor de “LIS” tem em parte razão de afirmar que “as leis são criadas para serem linhas-guias da sociedade”!

      Do meu ponto de vista, a questão da “utilidade”(Sakamoto) diz respeito unicamente a finalidade instrumental da lei.

      Assim uma lei seria “útil” por que “necessária,” por que ‘benéfica” ao Estatuto da Criança e do Adolescente!

      Ora, a meu ver, qual seria a utilidade, a necessidade e o beneficio de uma lei se ela não é aplicada?

      Assim, se vc tomar em consideração a questão o principio constitucional do artigo 5º: “Todos são iguais perante a lei”: a norma e regras aqui é do tratamento igual entre os cidadões diante da lei.

      Se seguimos a logica desta norma veras duas coisas: 1) a polaridade “inferior” /superior é um contrassenso. 2) O debate sobre a votação do “casamento” ou da “união civil” entre pessoas do mesmo sexo esta longe da aplicação deste direito: a lei constitucional é útil, é necessária, é benéfica mais ela não é aplicada.

      Portanto a lei é clara sobre isso: somos iguais “sem distinção de qualquer natureza”. Se no exercício da autodeterminação jurídica vc, e, uma grande parte dos leitores/comentaristas do Sakamoto (16,4%) já encontra um problema enorme para aceitarem a aplicação da lei, como também uma dificldade enorme para aceitarem um projeto de lei visando e estabelecer um princípio de igualdade sem distinção de qualquer natureza entre os cidadões.

      Imagine o que seria da utilidade, da “necessidade,” do ‘benéficio” ao Estatuto da Criança e do Adolescente! Imagine o que seria da questão da polaridade “inferior” /superior, nem vou mais longe no argumentario!

      Do meu ponto de vista, uma lei e Justa ou ela é injusta.

      Diria até que as leis são pensadas, projetada, debatidas, argumentadas e legiferadas, para servirem de “linhas-guias” de regras e de normas sociais dentro de uma sociedade civil!

      Seria na aplicação das leis que apareceriam as questões de “útilidade”, de “necessária ou ‘benéficidade” da lei!

      Ora, a questão do JUSTO E do INJUSTO sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente dizem respeito a todas as estruturas da Sociédade civil! Sera que é Justo infligir “maus tratos” a uma criança ou a um adolescente brasileiro? Tai a verdadeira questão do debate.

      Voilà!

  15. Eu sou a favor de uma repreensão, mas os pais de hoje são muito indulgentes! Vejam o que diz a Palavra do Senhor:

    Deuteronômio 21
    O Castigo dos Filhos Rebeldes
    18 “Se um homem tiver um filho obstinado e rebelde que não obedece ao seu pai nem à sua mãe e não os escuta quando o
    disciplinam, 19 o pai e a mãe o levarão aos líderes da sua comunidade, à porta da cidade, 20 e dirão aos líderes: ‘Este nosso
    filho é obstinado e rebelde. Não nos obedece! É devasso e vive bêbado’. 21 Então todos os homens da cidade o apedrejarão
    até a morte. Eliminem o mal do meio de vocês.

    É por falta de se cumprir a lei do SENHOR que o mundo está caminhando para o precipício das trevas!

    Saka, chega de tolerância com o pecado!

    • Hans Lauxen disse:

      Isso porque Deus é amor e fonte de toda a justiça.
      Imagine se fosse raivoso,irado.
      Eis porque gostava do Saramago, êle prefiria o diabo que era bem menos cruel.

    • Amilton disse:

      É incrível como os modelos de base religiosa são absolutamente contrários a liberdade de ser e existir com responsabilidade e respeito. O outro diferente é o mal, o pecado. Por isso precisa ser exterminado. Que cosmovisão simplista, binária!!! Tudo isso em nome do SENHOR! Se estivessemos ainda na idade média, esse discurso seria conveniente ao poder religioso da inquisição.

      A idade das trevas já passou a milênio. Precisamos atualizar nossa visão de mundo.

    • Israel Andrade disse:

      Affff…
      Brother… É por isso que Jesus veio ao mundo. Para ensinar o amor e mostrar que esse era necessário e importante, e que o mesmo, é maior que muitas leis criadas pelos homens.
      “AMAR AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO”
      “O maior mandamento: Fazer aos outros, como quereríamos que nos fizessem.”
      “Mas os fariseus, quando ouviram que Jesus tinha feito calar a boca aos saduceus, se juntaram em conselho. – E um deles, que era doutor da lei, tentando-o lhe perguntou: Mestre qual é o maior mandamento da Lei? – Jesus lhe disse: Amarás o Senhor teu Deus de todo de todo o seu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. – Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este é : Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.”
      “Destes dois mandamentos, dependem toda a Lei e os profetas.” (MATEUS)
      “E assim tudo o que vós quereis que vos façam os homens, fazei-o também vós a eles, porque esta é a Lei e os profetas.” (MATEUS)
      “E o que quereis que vos façam a vós os homens, isso mesmo fazei vós a eles.” (LUCAS)

      Acho que não devemos falar de Deus, sem antes conhecer seus princípios básicos!
      No meu modo de ver, acho que a humanidade só precisar saber o que realmente é amor, pois como um pai, pode amar um filho, se ele nunca foi amado pelos nossos pais??? Não que eu viva isso, mas isso é o que mais vejo quando participo de palestras com jovens. Pais e filhos carentes de amor. Quantos pais tentam amar seus filhos comprando tudo o que eles pedem, mas nunca pegaram seus filhos no colo, olharam nos seus olhos mesmo depois de jovens e dissera: Filho eu te amo, você é tudo que tenho de mais importante nessa vida, por favor, seja um homem bom para sua família e para o mundo.
      É galera… Essa não é a realidade que existe nos lares desse mundo!
      Abraços!
      Ps. Sem comentários para a política brasileira! Quando teremos uma lei para políticos que roubam o dinheiro público??? E por favor, se existir tal lei, que a mesma faça com que eles devolvam o dinheiro, pois todos ficam sabendo do roubo, mas e a devolução???

    • Paulo T.O.R. disse:

      Caro Jorge,
      Não sei não, mas sabe o que um amigo meu diria a respeito do teu argumento: que ele é “mais simprão que painel de Jeep Willys”. Estamos num estado laico, então cada uma na sua, mas sempre respeitando o oposto e a diversidade. É isso.

      • Não quero agredir ninguém, mas a lei é clara e é essa.

        Há alguma dúvida quanto à sua interpretação? Não!

        Todas as tentativas de refutá-la não passam de patifaria intelectual,
        e as pessoas usam do Novo Testamento como desculpa para não
        cumprir a Lei.

        A lei é “simprona”? É! E não há desculpa para não cumpri-la.

        Vamos dizer o que quando estivermos de frente para o SENHOR?

        varaoemdeus.blogspot.com

  16. Robério disse:

    José Carlos
    A teologia da libertação foi esmagada pelo Vaticano sim, porém sua essência continua mais viva do que nunca, basta ver que a Igreja católica quase que na sua totalidade junto com a CNBB mantém as doutrinas de Boff através das CEBS, pastorais, seminários,opção preferencial pelos pobres e uma teologia revolucionária, que parte do pressuposto de que verdade não está em Deus e nem na Palavra, mas na dialética econômica materialista marxista que, segundo Boff, origina todas as sociedades. A teologia da libertação é o braço do movimento secular que quer destruir a Igreja por dentro. Ademais essa ala progressista da igreja foi fundamental na eleição de Lula .Em relação a ONU, essa é uma organização composta de milionarios que foram escolhidos, não eleitos e que desde as suas origens tem cunho comunista com agencias espalhadas nos paises para definir suas respectivas politicas que são seguidas a risca pelo governo do PT . A meta final é a implantação de um governo mundial,eles proprios assumem isso,nos EUA e na Europa se falam abertamente desse assunto o , so aqui que nao se discute esse tema.Por ultimo em relação a infiltração do marxismo nas universidades brasileiras, basta analisar as materias de sociologia, filosofia por exemplo, onde só ensinam as correntes marxistas como a escola de Frankfurt, p.ex e qualquer ideia contrária é considerada uma heresia.

    • Amilton disse:

      Robério,

      Esse seu discurso pode ser chamado de “DELIRIUM TREMENS”. Você bebeu? Cheirou? Ou convive em demasia com pessoas religiosas?

  17. Para complementar o texto do Sakamoto, sugiro a leitura da coluna da Eliane Brum, no site da revista Época. Abraço!!!

  18. Pimentel disse:

    Caro Jorge de Luca
    Sou contra essa lei de palmadas, mas não é usando o antigo testamento que vai convencer alguém de que está certo, nós vivemos na NOVA ALIANÇA, esses ensinamentos foram feitos para os Judeus daquela época, na qual Deus queria formar uma nação forte, muito estranho esse seu texto, uma coisa é corrigir e educar os filhos, outra é apedrejar.

    • Caçador de pitbulls disse:

      Pensei que a tal da palavra de deus fosse atemporal…A julgar as coisas pelo seu modo de ver, todas as proibições feitas no velho testamento, principalmente aquelas em que deus proibe o contato com espíritos, estariam fora de validade. Sendo assim, o Espiritismo não seria mais uma abominação a Deus…

      • Prezado Caçador,

        Você está certo. Não há nada na Nova Aliança que anule essa lei especificamente.

        É desculpa para a fraqueza dessas pessoas, estão com as pernas frouxas pela obra de Satanás!

        varaoemdeus.blogspot.com

  19. jota campo grande ms disse:

    é polemico esse debate.pela minha propia historia tenho que ser á favor da lei,apanhei muito quando pequeno eu e meus irmãos fiquei uma pessoa nervosa não ingulo sapo.meu pai ta vivo hoje mais nunca perdoei ele, era um verdadeiro carrasco. tenho pavor só de lembrar

  20. Adão campos disse:

    Outra coisa que não existe mais é esse tal do “imperialismo Americano’, isso é um pensamento medieval. Os EUA há muito tempo já perceberam isso. O governo Obama, junto com fundações milionárias(Gates, rockfeller, ford) trabalha a todo vapor para destruir a soberania dos EUA e o nacionalismo Americano visando a implantação de uma “NOVA ORDEM MUNDIAL” , basta analisar suas reformas socializantes na saude, nas leis de imigração e tambem na parte financeira, tanto é que sua reprovação nos EUA bateu recorde chegando a quase 70%. Percebo que as pessoas aqui no Brasil estão completamente por fora do que realmente ocorre por tras da aprovação de leis pro aborto, ambientais , casamento gay, etc, sendo aprovadas em todo mundo. Isso faz parte de um programa mundial financiado pela elite globalista que quer de todo jeito acabar com a soberania dos paises e reduzir a população mundial e por fim implantar um GOVERNO GLOBAL, se acha que estou mentindo, pesquisem por si mesmos, nos EUA esse debate é normal em tVS, radios, blogs.

    • Felipe disse:

      Deve ser normal na Fox News que nem jornalismo é. Esta TV é a mesma coisa se existisse uma TV Veja, só com Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo e Augusto Nunes, a corja. Só adicionar, Jabor, Marcelo Madureira, O Globo e Instituto Milleniun que tá feita a merda.

      • L disse:

        Verdade, quem discorda de mim não deve ter o direito de falar em público!

        Abaixo a Fox News, a única TV conservadora dos EUA. Que sobrem só as liberais, porque são progressistas e “do bem”!

      • bia disse:

        Felipe concordo com você, Globo e Veja, não dão base, para nada. Bem quer dizer dá base para você ser um alienado, pra não dizer cosistas MAS….

  21. Pedro disse:

    Já existem leis que punem os pais por agressão física aos filhos. Qual é o verdadeiro objetivo dessa nova lei? Tornar os cidadãos culpados até que os mesmos provem que são inocentes?

  22. Sandra disse:

    Antes de pensarmos em punir uma criança devemos pensar no porquê de suas atitudes. o exemplo educa muito mais do que qualquer palavra, qualquer tapa ou xingamento. Não adianta você dizer pro seu filho que ele precisa respeitar seu professor se em casa ele só ouve você ofender seu chefe. No fundo ele vai sempre agir como você. Passar farol, não devolver o troco que veio a mais, enfim, pequenos atos que não damos importancia ficam registrados nas crianças. O que fizermos de bom também fica.

  23. Adão campos disse:

    Felipe
    O que seria jornalismo normal pra vc então Felipe?CNN, NEW YORK TIMES, FOLHA DE S. PAULO que trabalham para os anunciantes e desinformação geral

  24. Caçador de pitbulls disse:

    A educação deve ser decidida pelos pais. Querer padronizar a forma de educar é uma estupidez. Se as pessoas possuem diferentes personalidades, como podemos achar que educar todas do mesmo jeito vai dar resultado? Há crianças que só entendem a linguagem da palmada; para outras, basta o diálogo. Mas, me diga uma coisa, Sakamoto: afinal, vc apanhou quando criança? Seu texto não deixa claro essa questão…Quanto ao filho da sua amiga, bem, gostaria que pudéssemos viver num mundo ideal, onde todos resolvessem suas pendências através do diálogo. Mas prefiro ser chamado na escola porque meu filho bateu em alguém do que ser chamado porque ele apanhou de alguém…

  25. Adão campos disse:

    felipe
    Não confio em nenhuma mídia,seja ela de direita ou esquerda, todas elas trabalham para algum grupo e são tendenciosas. Busco minhas informações de fontes primárias ao contrario de muitos que acreditam na Folha de SP, CNN, Fox News.

  26. Cláudio Ferro disse:

    A escolha da melhor atitude para educar é tão difícil quanto a escolha das melhores palavras para tecer argumentos a este comentário.
    A etologia nos ensina através da observação do comportamento dos animais. Os filhotes de tigres recebem uma leve patadinha na ponta do nariz como repreensão; atitude esta bem distinta de beliscões, tapas na cara, sapatadas…
    Filhotes de gato, quando incomodam os pais, levem uma mordida na orelha. Não fica uma marquinha da mordida.
    É bem verdade que os filhotes de animais acatam a autoridade de suas mães ou mesmo do grupo, fato incomum entre os humanos da atualidade.
    Não obstante o argumento acima requeira maior pesquisa em relação ao comportamento dos animais para ampliarmos a exemplificação e compreensão sobre a necessidade de repreensão e imposição de limites, creio necessária a discussão acerca da autonomia da família em relação a escolha dos métodos a serem utilizados para a educação dos seus.
    Em meu entendimento, a legislação é pequena. Bem melhor seria se as autoridades se preocupassem mais em educar e fomentar discussões ética, até mesmo porque existem pais que não saíram da adolescência e carecem formar opinião. Não era mais ou menos assim na democracia grega?

  27. Dualém disse:

    Apanhei quando era criança e não tenho trauma nenhum. Trabalhei quando era criança e valeu para minha formação, ponto. Nunca bati na minha filha e nunca precisou. Ela nunca trabalhou e só vai trabalhar quando ela ou eu decidir, ponto. O dia que o Estado, “der umas palmadas” pra valer nos corruptos que roubam milhões e desta forma roubam a infancia de milhões de crinaças, eu aceitarei que ele diga como eu devo educar a minha filha, antes disso não. Resumindo, preocupem-se com a corrupção, a roubalheira e a violencia. Da minha filha cuido eu. Ou ainda, observem a vida dos filhos dos politicos, comecem com a vida dos filnhos do mandatario da nação, são estes que vão me ensinar a educar minha filha? Da um tempo, paciencia tem limite.

    • Renato Lima disse:

      Adorei seu comentario! Matou a pau! Gostaria de saber, como os pais cubanos educam seus filhos, algum petista de plantao poderia me responder? Nao vivo numa ditadura mas como os petistas adoram a DITADURA CUBANA, poderiam me esclarecer essa questao, to esperando, kkkkkkkk.

  28. Joana disse:

    Sabe o que é? Não aguento mais proibições. Leis para isso e para aquilo. Nunca apanhei quando criança, cresci, estudei, trabalho, sustento minha vida com dignidade e honestidade. Conheço gente que tomou umas palmadas e que não carrega nenhum trauma. Não precisamos de leis assim, mas de educação…Sem mais retórica…

  29. Pavesi disse:

    Ora, ora. Os nossos governantes, aparentemente, acham que a lei da não-palmada será suficiente para proteger nossas crianças. Mamma mia. Parem de fingir que trabalham, e se querem mesmo proteger nossas crianças, venham com soluções práticas, eficientes: salário digno para a população, menos impostos, bens de consumo mais baratos, melhor acesso à saúde, à educação, mais segurança, blá blá blá. Palmadas, sim, sempre que necessário. Nós, pais, melhores que esses políticos, sabemos como educar nossos filhos, não precisamos de leis inócuas, a nos dizer como educar.

  30. Adailson disse:

    Eu sempre dou umas pancadas no meu filho quando me acho no direito. Isso está sendo ótimo para impor limites nele e não vai ser uma lei inútil que vai me impedir. Quando ele crescer virará um belo cidadão.

  31. leandro disse:

    Caros boa noite.

    Acredito que a intenção do estado não seja boa, de fato é muito dificil eu diria para essa estrutura destruida e sem valor para a sociedade controlar com um pai ou uma mae educa seu filho.

    E claro que sou EXTREMAMENTE contra qualquer intervenção do estado dentro da estrutura fammiliar, existem outras formas de se alcançar o limite, como por exemplo uma educação publica de qualidade e especialmente pelo exemplo.

    Como pode o ESTADO querer proibir pais de darem castigos aos filhos, no entanto, quando nas ruas esses mesmos filhos podem ser parados por policiais despreparados que baterão neles e evidentemente sem contar a quantidade de crimes que a impressa mostra todos os dias.

    É estranho, tenho me perguntado constastemente qual sera o proximo passo, querem proibir/diminuir o direito de um pai a educar, mas nao falam de milhoes que todos nos poderiamos ajudar de forma direta/indireta em instituiçoes.

    Até como desabafo e apoio a algumas teorias da conspiraçao que li por aqui, primeiro a familia tem seu poder reduzido perante aos filhos, depois a imprenssa é, e tem sido censurada indiretamente, alguns candidatos a presidentes falam de controle “parcial” da midia…

    Para onde estamos indo?

    • FDA disse:

      Lendro diz que:

      “Acredito que a intenção do estado não seja boa” mas a “família tem seu poder reduzido perante aos filhos”!

      Tai o que chamaria o paradoxo ou os meandros do comentarista Leandro!

      Ou seja, o cidadão julga nefasta a politica do Estado intervencionista. No entanto, ele sabe que o negocio esta pegando na autoridade familial!

      Dai a questão: Estado laxista, irresponsável ou Estado intervencionista?

      O que há de estranho no seu comentário é que, de uma parte, vc é consciente que existe uma “estrutura destruída e sem valor para a sociedade”. De outra parte, é que vc sabe que existe dificuldades de “controle com um pai ou uma mãe” a educar “seu filho”!

      A questão é estão de saber: por que o governo brasileiro teria que intervir no sistema educativo: criar “uma educação pública de qualidade (..)” e não na estrutura da autoridade familiar?

      Que vc me explicasse também por que Estado teria que ser intervencionista na socioeconomia do pais, nas instituições e laxista com a autoridade familiar?
      Me explicasse igualmente por que o Estado teria que constatar que existe “74% dos homens e 69% das mulheres já apanharam dos pais e que 69% das mães e 44% dos pais admitiram ter batido nos seus filhos”!

      Por que “54% dos entrevistados” são contra a “lei proposta do governo federal” que proíbe violências físicas (socos, palmadas, beliscões, empurrões, chineladas) en crianças. Ou seja, 54% querem que o Estado não tome nenhuma providência face ao risco de explosão da violência familiar no pais.

      Existe um verdadeiro risco de recidiva de violência familiar na educação de crianças e do Adolescente e o Estado deveria deixar as coisas rolar: “Laissez faire, laissez aller, laissez passer”. E isso?

      Em suma, o Estado poderá ver um risco de explosão social mas sobre tudo que ele não intervenha na estrutura familiar!

      Para dizer de maneira simplista: deixemos a “bomba” dos maus tratos familiar explodir na sociedade civil, deixemos a bomba explodir na escola, deixemos a “bomba” explodir nos hospitais, deixemos a bomba explodir nos consultórios das assistentes sociais, deixemos a bomba explodir nos consultórios dos psicólogos, deixemos a bomba explodir na mão dos advogados, dos políticos, dos sociólogos, dos filósofos, nas instituições sociais, etc.

      Mas sobre tudo que ela não exploda em casa!

      Sinceramente, Leandro, vc não acha que esta exagerando, sera que vc não sabe mesmo para onde estas indo?

      Talvez que entre um Estado laxista, irresponsável ou Estado intervencionista exista uma proporção (Aristóteles): Vc nunca ouviu falar de politica preventiva?

      Mas para isso é necessário passar por um projeto de lei que proponha a proibição pelo governo federal de “castigos físicos” violentos dentro das famílias brasileiras!

      Com todo respeito, Leando, não penso que a “teoria da conspiração” poderá lhe ajugar a encontrar o caminho a esses meandros de seu paradoxo!

  32. Eliana disse:

    Este debate em torno da probição das “palmadas” em crianças (com alterações no ECA), causa-me enorme interesse. Mãe de um menino de 5 anos, advogada e defensora dos Direitos Humanos eu, e meu marido, nunca precisamos lançar mão de palmadas, beliscões e afins, para educar o pequeno Raphael. Em vez disto, oferecemos a ele uma escola adepta do método construtivista, aulas de piano, “pique nique”, e… muito amor. Ele é um doce! Afetuoso, envolvente, alegre e “de opinião”. Quem sabe poderemos iniciar uma nova era por aqui… Abraço carinhoso e parabéns para o Leonardo.

  33. Sumo_Mediador disse:

    Meus amigos, família é uma coisa muito intíma, é como religião, O governo não tem o direito de interferir, cada um sabe da sua. Imaginem termos que criar nossos filhos sob uma cartilha criada ou validada por essa corja de políticos nojentos. Urghhh!

    • Eduardo disse:

      Relaxa. Com casamento gay não teremos mais famílias. Já já gay vira padrão, e das duas uma: ou a civilização acaba ou todo mundo nasce de “in vitro”.

  34. Eduardo disse:

    Essa sua analogia foi do tipo: O amor é cego, Deus é amor, Steve Wonder é cego, Deus é Steve Wonder…

    Nossa…

  35. Ana Paula disse:

    Não acredito que a violência leve a algum lugar bom. E gostaria muito, mas muito mesmo que esta lei fosse cumprida e respeitada.
    Mas, sinceramente, aqui neste país, quais leis são respeitadas?
    A Lei Maria da Penha???? Quantas mulheres escutamos diariamente são massacradas por seus maridos???? Quantos casos de pedofilia acontecem debaixo dos nossos narizes e NENHUM POLÍTICO toma providência para que se crie uma lei específica para tais casos??
    Então me pergunto, uma mãe que apanha literalmente do pai dos seus filhos, que perspectiva tem de educação para eles??? E as crianças que ganham balas, doces, dinheiro para se “vender” sexualmente tem noção do que é violência, ou melhor, que isto é violência????
    Por favor, vamos deixar de ser hipócritas e encarar a realidade!!!!!
    Estamos vivendo uma fase em que as pessoas fazem o que bem quer, pois nada acontece, a lei os favorece e por ai vai….
    Que tal o governo oferecer educação de qualidade de verdade e assim investir realmente nas nossas crianças, ao invés de culpar pais que provavelmente não tem estrutura para educar?
    Que tal criarem leis realmente necessárias e fazer com que elas sejam CUMPRIDAS???? Falar é fácil, difícil é fazer!!!
    Pensem nisto, afinal, mais uma vez, este ano é de eleição!!!

    • Eduardo disse:

      Muito bom Ana Paula. Era melhor que o governo aqui no Nordeste parasse de dar esmolas e sim trabalho para o povo, como a recuperação da malha rodoviária, ampliação de infra-estrutura aeroportuária, etc. Por que não pensam em algo mais proveitoso ao invés de meter o bedelho na célula da sociedade que se sustenta dentro de seus princípios a milhares de anos?

    • Abulafia disse:

      Ana Paula, você trouxe um ponto importante. De fato, não se resolve problemas complexos apenas com leis. E essa lei, ou proposta de lei, atua apenas nos efeitos e não trabalha para eliminar as causas do problema. Os políticos querem proibir as palmadas mas não trabalham para melhorar as condições socioeconômicas dos pais, que são as geradoras da violência.

      A nossa “Lei Seca” é um exemplo de lei que é desconsiderada. Aos finais de semana, se fossem prender quem dirige alcoolizado…

      Mas, pense na família fragilizada, como disse a Bruna, com pai alcoolizado, miséria, usuários de crack, filhas prostituídas…Talvez essa lei seja útil, de imediato, como parte de políticas públicas de conscientização, etc.

  36. Renato disse:

    Sera que os PTISTAS de plantao poderiam me responder como os pais cubanos educam seus filhos? Tem palmadas na jogada? Ou nao? Como vivo numa democracia e vcs adoram a DITADURA CUBANA… ME TIREM ESSA DUVIDA! To esperando ansioso pela resposta.

    • Eduardo disse:

      Fácil Renato. Eles não batem nas crianças. Só precisam dizer “Olha, se não se comportar, papai vai dizer pro tio Fidel que você é de direita hein?!”

  37. Luiz Alberto disse:

    Dualeém….como vc apanhei quando criança e alem disso quando adolescente trabalhei em atividades perigosas incentivado pelo meu pai.Carrego algum tipo de trauma pois não consigo esquecer de alguns problemas que enfrentei por tais atividades precosses.Contudo,não consigo responsabilizar meus pais por isso,posto que também foram criados com um mínimo de educação.Aliás,mesmo que falecidos continuo a ama-los.Esta é a chave EDUCAÇÃO,que o corrupto estado brasileiro nunca deu.Estou atonito ao ver filhos de mandatários envonvendo-se em todo tipo de delitos civis e criminais e permanecerm impunes.Como podem agora ditar normas neste e em outros comportamentos onde não são exemplos…ainda que imperfeitos? Se não houver uma revolução humana que surja da própria sociedade o futuro do país sera nebuloso,esteja no poder ou institua o regime que se quiser.Boa sorte a todos. Em tempo…quero deixar claro que todo tipo de agressão contra uma criança deve ser reprimida e punida rigorosamente.E neste caso o Estado deve estar presente.

  38. Raphael disse:

    Bem observado o caso da sua amiga que “transformou” o filho.
    Eu mesmo sou contra palmadas,posso dizer, mas me preocupo também que não haverá (me parece, posso estar enganado)nenhum tipo de campanha ou investimento para educação dos pais, apresentando soluções (chamemos de técnicas), onde os mesmos possam educá-los e formar bons cidadãos e pessoas agradáveis, sem apelar à mão.
    Numa época onde cada vez mais as famílias são menores, é frequente achar “reizinhos” dominando psicologicamente os pais.Eu mesmo posso citar vários casos próximos a mim e te digo que é desesperador, mesmo pra quem vê de fora.Imagine um pai nessa situação?Está perdido.
    A coisa mais próxima que me lembro, nesse sentido, é a SuperNanny na TV.Socorro!

  39. Caroline disse:

    Quem defende a violência no minimo tem algum problema mental, e se agride o filho ou quem quer que seja, é porque não respeita o próximo. Eu e o grupo Crescer sem Palmada estamos desde 2005 lutando pela aprovação desse projeto de lei que só agora foi para o Congresso.

    “Bater é o reconhecimento de não saber impor limites aos filhos” – Lauro Monteiro Filho, pediatra e fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolecência.

    Quem agradece por ter apanhado deveria sim fazer um tratamento psicologico, porque geralmente quem apanha ou bate ou se redime perante algum conflito, não sabendo se comportar nessas situações.

    O Estado tem o dever de cuidar do bem estar de todos, e as criancas não são propriedades dos pais. Os pais são seus protetores, tendo que garantir sua saude psiquica/emocional e fisica.

    Eu faço terapia desde os 13 anos (hoje tenho 24), e acredite não gosto nem um pouco de lembrar dos momentos de dor, de quando fui criança, por mais que fosse um tapinha. E não, não agradeço por isso, pois são muitos remedios e internamentos pelos quais passei e passo ainda. Trauma de infancia não desejo a ninguem.

    Ao criador do tópico, parabens pelo texto, muito bem escrito e de fato verdadeiro.

    Caroline
    Curitiba/PR

    • Marianna disse:

      Caroline, jogar crianças recém-nascidas nos rios, nos bueiros, nas caçambas de lixo, retalhá-las quando ainda estão sendo geradas, mandá-las pedir esmolas nas ruas, estuprá-las, seviciá-las é permitido, mas não pode dar umas palmadas pq provoca trauma? Não sei qual foi o tipo de educação que seus pais lhe deram, mas acredito que deve ter sido muito diferente da minha, pois, apanhei (não foram palmadas) e muito… Nem por isso sou traumatizada. Perdoe-me a franqueza, mas esse detalhe tem muito a ver com o equilíbrio emocional da pessoa.

  40. Eliane disse:

    Liss, querida você falou tudo.
    Sou mãe e educar dá um trabalhão,é para muitos que não querem este trabalho ,a solução é a palmada.Apanhei quando criança e não me lembro da dor e sim da humilhação.
    Quando tentei falar sobre isto com minha mãe,pois ela me cobrou não disciolinar meu filho devidamente, disse que lembro da sensação quando apanhava.Ela me disse que não apanhei muito…sei…Quem bate não lembra,mas quem é agredido sim. Eu racionalizei e não bato em meu filho.Não que ele não me enlouqueça.Quendo muito irritada saio de perto e apos me recompor volto e resolvo. Há os que aprendem que na hora da irritação e frustação, palmadaou coisa pior.

  41. helenice disse:

    nada como sentir na pele a falta de limite dos nossos filhos ,sabe porque ? temos ai o estatuto da criança que mais tem utilidade pra delinquente e menor bandido do que para proteger nossos filhos,e ai vem essa de que não pode dar umas palmadas de vez em quando.é obrigação dos pais educar e impor limites a seus filhos,dialogo sim mas se não resolver uma palmada não matou nenhum de nos até hoje,no meu ponto de vista se hoje somos cidadãos decentes é porque com certeza recebemos aquela palmadinha na hora certa mas deve ser mais lucrativo ter uma cadeia cheia de filhos que mataram seus pais talves porque faltou deixar claro que pra viver em sociedade temos que ter limites e a primeira de todas as lições por vir é respeitar os pais.tecnicas todo mundo sabe de uma mas no dia a dia a historia é bem diferente.sou contra todo tipo de violência,mas vou educar meus filhos como fui educada, se necessario uma palmada sim…e por favor que tal deixar os pais educarem seus filhos e se preocuparem com a educação que é taõ ruim neste pais!!!!!

  42. Edvando disse:

    Caro Sakamoto, o Srº demonstra muito conhecimento em muitas áreas, mas o SRº já leu o que está escrito na bíblia a respeito de disciplinar a criança com a vara, há uma grande diferença em disciplinar e violentar fisicamente uma criança. Os nossos políticos estão querendo tampar o sol com peneira, deveriam descutir e investir em educação para termos mais igualdade,fraternidade e liberdade. Tenho minhas dúvidas sobre essa democracia no nosso país.Pessoas inteligentes e da mídia deveriam estar atentos a estas leizinhas.
    E para encerrar o SRº tem filhos?

    • FDA disse:

      Caro Edvando,

      Afirmas que “há uma grande diferença em disciplinar e violentar fisicamente uma criança”. Lá completamente de acordo.

      Mas afirmar que “os nossos políticos estão querendo tampar o sol com peneira”!

      Olhe, prefiro ver o sol ser tampado com a peneira pelos politicos: existira sempre um raio de sol para iluminar a vida na terra.

      Mais ver o Brasil, pais de Direito, pais LAICO, se transformar em uma TEOCRACIA!

      Lá seria o OBSCURANTISMO COMPLETO do SOL……………

      DEUS NOS LIVRE…………….

  43. Júnior disse:

    Sou contra a lei anti-palmadas.
    Ela fere o direito de liberdade dos pais. Cada pai e mãe é que devem decidir o melhor método de educação para seu lar.
    Qual a base científica dessa lei? Ainda não existem estudos concluindo que as crianças que não receberam palmadas são mais felizes que as que receberam.
    O medo, se essa lei for aprovada no Congresso, é criar uma geração de monstros sem limites e sem lei. Aí vai valer a lei do mais forte…
    A palmada é a materialização do “Não”. Esse “Não” é importante para definir a personalidade e o comportamento da criança. Algumas só precisam ouvir o “não”. Outras precisam sentir, para acreditar…

  44. Antonio Carlos disse:

    Márcio,
    você gosta de aparecer e ser do contra para se manter vivo. A sociedade de hoje, manda os pais não disciplinarem seus filhos com palmadas (não espancamento como gostam de falar), e aí quem tem disciplinado é o patrão, a polícia. Os filhos não levam palmadas, mas cada dia mais temos pedófilos, criminosos, assassinos, drogados, e uma série de desajustados que assim estão exatamente porque crescem sem limites e sem confrontação. Não têm sua rebelião contida e crescem pensando que o mundo foi feito para lhe ser submisso. A Psicologia que emplaca teorias de monte como se fossem ciência exata, cada dia mais apóia medidas exageradamente humanistas para o cliente, digo, o paciente, e quase sempre deslocando o foco e colocando a culpa no outro. “Não se maltrate, não se culpe, você não é ruim. Você odeia seu pai porque ele é castrador e não te deixa fazer o que quer (mesmo que em prejuízo de outrem). Vá em frente. Não ligue para o que falam. Você não é mau, só porque odeia um monte de gente. Eles é que te fazem mal quando tentam te fazer obedecer regras sociais” è daí para frente. Na verdade você tá ficando cada dia mais arrogante. Me parece que faltaram algumas palmadinhas em você quando era criança. Agora virou adulto dono da verdade.

  45. Sakamoto, não sei se você tem filhos. Eu tenho dois. 20 e 24 anos. Bati neles quando crianças. Nunca nas mãos, nunca nas costas. Sempre no bumbum – local apropriado para isso. E somente nas horas que eles realmente afrontavam as regras e não queriam obedecer de forma alguma, e o pior, tomar a minha autoridade, mandar na casa. Se colocavam no lugar deles. Quando chegaram por volta dos 10 anos, bastava dizer o caminho e eles seguiam. Não precisei bater mais. Pai e mãe é que têm que mandar em casa – você tem chefe e aprendeu a obedecê-lo porque teve família e aprendeu a obedecer seu pai e mãe, foi estudar, trabalhar… Assim aconteceu com meus filhos que já são homens, músicos maravilhosos, honestos, e contam com alegria as palmadas que levaram, mas que foram fundamentais para a formação deles. Somos grandes parceiros e amigos. Você e eu somos homens, mas sabemos que somos como animais, só aprendemos na marra, em meio ao sofrimento e dor, e treinamento. Não vem com essa de papo com criança. As crianças desta geração estão sem limites porque os pais não tiveram limites e não dão limites aos filhos. Família perdida, filhos sem rumo. A galera vai pra droga, pra prostituição, e tudo mais de ruim que aparecer por aí. Não tente se enganar com essas leis bobas que os nossos políticos brasileiros isolados do mundo real querem aprovar. São um punhado de vovôs que se vangloriam de “estragar os netinhos” e riem. Que piada sem graça desses vovôs. Sem contar que tudo que fazem nos EUA, brasileiro quer imitar. Moro nos EUA, sou jornalista, e sei avaliar isso melhor que muita gente. O cara que escreveu acima sobre a Bíblia nunca leu a Bíblia. Se soubesse não teria usado aquele texto. A Bíblia é clara ao dizer em Provérbios que “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe.” Salomão foi o cara mais sábio desta Terra. Sou a favor da nova lei se ela punir quem espanca e maltrata os filhos. Palmadas é coisa que se deve dar, porque senão a polícia dará neles de outra maneira. Espero mesmo que seja assim. Se proibirem os pais de educarem os próprios filhos podemos declarar o início do caos definitivo em nosso país. Grande abraço.

    • Marianna disse:

      Senhor Atilano, achei o seu comentário espetacular! Concordo com o seu ponto de vista e o seu critério de educação. Educá-los para a nossa imagem refletir no espelho e nos deixar orgulhosos, é sensacional. Felicidades!

  46. Paulo Vieira disse:

    Gente, quando era pequeno, sempre apanhei quando fazia coisa errada, e hoje nao tenho nenhum remorso, nem nada, nao sou bandido e nem por isso tenho raiva de meus e até hoje me orgulho de tudo oq eles fizeram por mim. Agora vem fala que isso é ruim e tudo essas besterada toda? ah para com isso, é por isso que tem tanto bandido nas ruas, nao pode nem rela mais em ninguem? se der beliscao ja pode ser processado, ah vamo toma vergonha na cara!!!!!

  47. Julio disse:

    Esse seu mkt de ser sempre do contra e politicamente correto está batido demais…hj em dia todo mundo é “cabeça-aberta”, mas ninguém quer saber de aplicar na prática as coisas q defende.

    Se o ser humano evolui, pq ainda temos práticas criminosas e de crueldade extrema contra os animais? vide o vídeo do burro voador nesta última semana. Coisa mais ridícula e sem propósito nenhum.

    Teve gente q achou engraçado, afirmando q “era só um animal”. Que mal há nisso?

    Pois é; é só uma palmada. Q mal há nisso?

    Pq as pessoas não tentam ser politicamente corretas com esses temas tb, ao invés de ficar falando de um assunto q não tem resultados exatos? Uma palmada pode traumatizar ou não. Talvez se Hilter tivesse apanhado da mãe, não teria se tornado o psicopata q foi. Ou talvez, ele tenha apanhado muito.

    Papo furado de bicho-grilo…de efetivo não tem NADA. Vão comprar artesanato e tomar chá de cogumelo procurando disco voador em São Tomé.

  48. Olá! Caros comentaristas!
    Vou dar uma palavrinha!
    Diante do descalabro e perda de referências em educação, a lei sinalizando mais rigor, nos casos de espancamento constatados, é importante!
    Tão importante quanto: É repensar EDUCAÇÃO FAMILIAR! Esse caso não é problema do GOVERNO ou GOVERNOS.
    Vejamos: O famoso PSICO-TAPA, NA BUNDA ou parte glütea como preferirem, pode sim, MOLDAR caráter e sinalizar LIMITES.
    Naturalmente, em nossa sociedade a DIVERSIDADE de entendimentos sobre EDUCAR é complexa e possui GRAUS diferenciados em diferentes partes do país.
    Programas REGIONAIS e PROJETOS NACIONAIS que contemplem essas diferenças serão; melhor absorvidos e necessários. Porém, INSISTO que o PSICO-TAPA na BUNDA EDUCA! Isso é INEGÁVEL!
    Não é AGRESSÃO. Espero que NÃO ESTEJA contemplada nessa eventual aprimorada Legislação, sobre o, ECA.
    O que deverá ser PUNIDO, BANIDO IMEDIATAMENTE E PARA SEMPRE É O ASPECTO “ESPANCAMENTO”. E outras agressões GRATUITAS!
    A responsabilidade de quem “GERA” um novo ser é: “DOS GERADORES” quanto ao enfrentamento EDUCACIONAL, de APRENDIZAGEM, de RESPEITO PARA CONSIGO MESMO, novo ser!. Um “SER HUMANO” que se respeita, TRANSGRIDE, porém, existindo o CONHECIMENTO dos LIMITES do possível e tolerável em uma eventual TRANSGRESSÃO, produzirá redução no potencial dessa transgressão. Até, com o reconhecimento da transgressão e a busca da reparação. ERRADO imaginar que soltar livremente os anseios involuntários e deixar ao bel prazer da compreensão enquanto, “ser humano”, sem claros limites, JAMAIS, surtirá o efeito desejado. Ledo engano se for essa a intenção do legislador.
    O IDEAL é EDUCAR DIALOGANDO, entretanto, isso não é possível de maneira generalizada. Há casos e casos.
    Entendo que os Pais são os RESPONSÁVEIS pela sua CRIAÇÃO HUMANA!
    Há, salvo erro de minha parte um ABANDONAR, DESCUIDAR e TRANSFERIR para TERCEIROS essa responsabilidade que é: de cada DOIS, que criaram! Esse é o TEMA deste DEBATE! A lei eventual é mera FUMAÇA e DESCULPA do ESTADO e até dos Pais pelo DESCASO com essa ou esse novo SER em formação.
    Daí sofre a escola, sofre o estado, responsabilizam-se pessoas, entidades e governos, pela nossa CRIAÇÃO.
    Vejam: Se a CRIAÇÃO É NOSSA O PROBLEMA de torná-la HUMANA e com hábitos HUMANOS GREGÀRIOS e de CONVIVÊNCIA SOCIAL é NOSSA. NÃO DOS OUTROS! Sejam pessoas ou instituições.
    Confunde-se o ATO DE ENSINAR, dotar de CULTURA variada, o ser humano em formação, com EDUCAÇÃO do SER HUMANO COMO HUMANO.
    São coisas muito diferentes.
    Confunde-se, igualmente, dotar de APRENDIZAGEM, com ENSINAR e, com EDUCAR! São coisas triplamente diferentes.
    Talvez, pensar sobre esses aspectos, ainda que parcos e parciais, nos traga alguma resposta melhorada sobre o TEMA!.
    Não acredito em e no POLITICAMENTE CORRETO para nenhuma das três opções acima.
    Acredito em algo intuitivo associado ao DESEJO SINCERO em ACERTAR! Na EDUCAÇÃO!
    Carinho, afeto, atenção, audição acurada, visão ampliada e, verdadeiro desejo de doação, de tempo, espaço e diálogo, e o INESQUECÍVEL PSICO-TAPA BUNDAL, na BUNDA, são fatores Psicológicos e Pedagógicos FORTÍSSIMOS para um ser HUMANO que se pretende GREGÁRIO, INTEGRADO SOCIALMENTE, respeitando e sendo respeitado nas diversas diferenças e que tenderá a se tornar um INDIVÍDUO INDEPENDENTE, porém, RESPONSÁVEL.
    Acredito que é mais ou menos por aí.
    É uma parte da visão que tenho sobre o TEMA, por sinal muito complexo e controverso.
    Obrigado!!!

  49. Marcelo disse:

    Li vários comentários dos leitores .. até de um ai que o pai bêbado deu uma palmada que o deixou com danos permanentes… o problema do Brasil é que o buraco é bem mais embaixo .. seu pai bêbado é que foi o problema. É tudo reação em cadeia .. se voce só corta a folha, a arvore continua crescendo. Ou encontram a solução para a raiz do problema, ou a folha morre, mas a árvore continua crescendo.
    Eu ainda acho que lei antifumo, casamento gay, lei das palmadas é supérfulo para um país que tem inúmeros outros problemas prioritários. Vá votar no que o povo realmente precisa, que é educação acima de tudo. Porque ainda temos um povo que admite aceitar canditados, ex funkeiros, ex cantor de moranguinho do Nordeste, ex KLB … tem uma ótima frase que diz :”Não é porque voce se acha necessário, que voce é importante” .. portanto ..preste atenção ao votar. Ano de eleição, como esse nunca vi .. é o primeiro que nenhuma proposta me interessa .. aí fazemos o que ?! A maioria vence ? Mesmo sendo ela induzida, subornada, contaminada pelos políticos ?! Como eu disse, é tudo uma reação em cadeia.

  50. Marianna disse:

    Excelente artigo! Parabéns! Eu apanhei muito quando era criança e mocinha tb. Naquela época era tortura que existia, sem exagero! Aprendi a ler olhares quando era pequena e eu sentia muito pavor quando via o sorriso no rosto da mamãe enquanto seus olhos me fuzilavam. Por isso, eu fiz um voto de não bater em meus filhos quando os tivesse. A famosa TFM (tradicional família mineira) daquela época ditava as regras e os pais as cumpriam cegamente. A minha mãe foi a nossa algoz (éramos 9 filhos), sinceramente falando. Hoje eu compreendo que ela procedia de acordo com os ensinamentos da época e de como, tb, ela foi criada. Tenho 3 filhos, os quais são cidadãos responsáveis e produtivos. Não são anjos, mas jamais me deram algum aborrecimento sério como resgatá-los de briga nas ruas ou retirá-los da cadeia. Não vejo a punição física como freio e, sim, a comunicação, a amizade que deve existir entre os pais e os filhos, a confiança vigiada e ensinar sobre as consequências de qualquer ato, voluntário ou não. Essa descabida intervenção do atual Governo sobre assunto de foro familiar vai acabar mal. Darão corda para os filhos enforcarem os pais. Basta os estragos feitos com a bênção ao ECA, a escalada vertiginosa da criminalidade, o desrespeito, o abuso dos adolecentes nas ruas, nas escolas, nas universidades, nas noitadas e etc, etc, etc e tudo isso é realmente o que tem que ser combatido e eliminado pq já está de bom tamanho e passando da hora de ser dado um fim!

  51. VINICIUS BORGES/CUIABÁ disse:

    Saka (se me permite a intimidade, pois gosto muito do teu blog), não me surpreende que, no Brasil, a iminência de se aprovar uma lei anti-palmadas desse tanto o que falar. A violência infelizmente faz parte da formação da nossa identidade nacional. Tivemos o tronco para os escravos, a chibata na Marinha que causou um grande revolta, a aceitação da tortura nos períodos de ditadura que tivemos (Estado Novo, Regime Militar). O advendo da Lei Maria da Penha também teve grande resistência, afinal, essa mentalidade de posse – e consequente coisificação – que temos em cima daqueles sobre nosso “domínio” (minha mulher, meu filho, meu escravo, etc), nos impede de aceitar uma mudança de mentalidade. Mesmo com o recente caso da procuradora que, carinhosamente, bateu e chamou a quase filha adotiva de “vaquinha” ainda fresco em nosso noticiário, ainda assim acreditamos que a violência é o melhor recurso para “domesticar” os nossos monstrinhos, que tiveram a petulância de invadir nossas vidas. Mas tudo bem. Daqui a dez ou vinte anos, estaremos novamente discutindo o endurecimento da lei penal para castigar os filhos dos outros, já que, os nossos filhos, nós educamos com as nossas leis, dentro das nossas casas.

  52. paulinho disse:

    Confesso que hj sou grato as palmadas, cintadas e outras formas de castigo que recebi dos meus pais na minha infancia. Se nAO FOSSE ISSO, CERTAMENTE ESTARIA nas drogas e no crime.O governo comunista do PT tem que parar de ficar intrometendo na vida das pessoas e tratar de melhorar coisas básicas no país, como a educação ,na qual escolas publicas virou fábrica de bandidos e tentar pelo menos reduzir a criminalidade e outros temas que cabem a ele.Resumindo, cada um educa seu filho da maneira que quiser, não precisamos da cartilha de um governo sujo, envolvido com mensalão, FARC,ditadores etc para nos ensinar a fazer isso.

  53. Ricardo disse:

    Devemos pensar de forma a entender o que são palmadas educacionais de advertencia e espancamento. Hoje, não se pode educar mais os filhos. Eles devem ser entregues a sociedade sem saber o que é o respeito, moral, honestidade. As palmadas proibidas virarão tiros, espancamentos, agressões, assassinatos e outras formas de corretivos que a sociedade vai querer impor depois. Já que os pais não podem mais dar as palmadinhas quando uma conversa não resolve. A sociedade deve desde já se preparar para estas possiveis formas de educação nos adultos. Não que isto seja uma regra , mas um sinal de que muitos dos atos atuais são reflexos desta nova educação. A criança joga ovo do apartamento dele em quem passa na rua e o pai acha lindo;. “é criança, esta só se divertindo” Bate na cara da mãe “tadinho tá querendo chamar a atenção” mata o pai e a mãe ” judiação, não era compreendido pelos pais” Entra com uma arma na escola, mata os colegas. “Pobre coitado, sofreu tanto bulling, que não aguentou. Explodiu. Dá um tiro na professora ” Gente, essa professora pegava no pé da criança” São coisas, fatos, histórias que todos nós já tivemos noticias. Vão deixar de ser noticia, pois ao que tudo indica, serão apenas fatos codianos e corriqueiros impostos pelka nova educação. Aquelas palmadinhas para alertar são proibidas. E o pai que fizer isso que vá preso e o Juizado da infancia que crie nos moldes mais corretos e civilizados dentro das instituições que tão bem educam, não é mesmo?

  54. LG disse:

    Sakamoto, você que é pró-aborto, me responda:

    Dentro da barriga pode retalhar, fora não pode sequer uma palmadinha. É essa a sua lógica?

  55. Anderson disse:

    Não vou aqui ficar enrolando com belas palavras, explicando a “teoria da relatividade”…Muito pelo contrário: Vou apenas dizer o que penso, clara e objetiva.
    Sou a favor que os pais (mãe e pai) sejam responsaveis pela educação de seus filhos. O estado não cumpre nada que é de sua responsabilidade. Educação não existe, Saúde é lastimavel, Segurança nem preciso continuar….E agora veem querer colocar uma lei para nos ensinar a educar. Tenho 30 anos, apanhei quando criança, sempre morei em periferia, meu pai morreu e minha mãe teve que criar 3 filhos sozinhas…Nem por isso usei drogas, e nem fui marginal. Hoje trabalho, tenho uma vida estavel com carro, casae uma esposa e uma filha linda…
    Bater em seu filho para ensinar, na medida certa não vai humilhar.
    Vamos parar de balela, vamos mudar leis mais importantes, como a da menor idade, deixar que jovens que precisam, vao trabalhar pra ajudar em casa, melhor que irem para o tráfico…
    Eles tem dicernimento para escolher um presidente, mas nao para saber o que é certo e errado?

  56. Pedro disse:

    Sakamoto..
    Desta vez não me dei ao trabalho de ler os outros comentários.
    Sobre o assunto pode-se partir de inúmeros pontos e chegar-se a tantos outros. Pode-se avaliar questões da mais instintiva natureza humana. Pode-se traçar paralelos com inúmeras situações comuns ou exceções para defender opinião pró ou contra a violência verbal, moral, física ou qualquer que seja, proveniente dos pais ou dos filhos. Não. O ser humano não é um anjo apenas por ser mais jovem. Ele, na mais tenra idade tem como parte do instinto testar e ampliar os limites de próprio universo e pode acabar excedendo limites que são contraproducentes para si mesmo.
    Vejamos as mais diversas crises que se apresentam ao nosso redor. Percebe-se em comum a várias delas que a criatura se percebe com direito a tudo, onde não há o limite do direito e necessidade dos semelhantes. Algumas vezes, o diálogo com um jovem pode não ser eficaz pelo mesmo insistir ensimesmadamente em ignorar qualquer argumento e ação restritiva pois já é sabido e determinado o centro do universo. Ele!
    Sim. Quando a pessoa recusa-se à racionalidade por se achar divina, acima de todo um contexto que a abriga, a sustenta e lhe tem e dá (ou tenta) afeto, agindo como um animal selvagem em idílica situação de perigo extremo, vejo de grande valia mostrar que existiriam perigos maiores decorrentes do egocentrismo e estes perigos podem doer, ferir ou até matar. Em situação corriqueira, a exceção se restrige a dor, que é um útil despertador, ainda mais se acompanhada da explicação pormenorizada da sequência de atos que levaram àquela violência que dói a ambos.
    O assunto é interminável e paro por aqui, restringindo-me a apenas expor esta entre as inúmeras facetas que podem ser discutidas.

  57. Thiago Rocha disse:

    Bom, todo mundo tem um conceito deferente de maus tratos, o conceito que o Sakamoto nos mencionou acima é ( criança que apanha demais ou é espancada) as crianças pequenas ainda não tem um raciocionio logico para distinguir o certo do errado, e quando fazem coisas erradas temos que corversar e explicar o que é certo e o que é errado, muitos podem pensar a criança não vai te ouvir, mais tudo isso muda apartir do momento que a criança faz algo de errado e toma umas palmadas para aprender a respeitar ou até mesmo para não envergonhar seus pais, o certo é espancamento NÂO mais advertir com umas palmadas quando passa do limite CONCERTEZA,um EXEMPLO BARBARO, UM MENOR DE IDADE QUER ESTUPRAR UMA MULHER SE ELA DER UMAS BOLSADAS NESSE INDIVIDUO QUE QUERIA FAZER MALDADE É CRIME? então vamos pensar bem, e começar a fazer leis certas. O SALARIO DOS DEPUTADOS ALMENTÃO ABSURDAMENTE, PORQUE OS TRABALHADORES RECEBE UMA MICHARIA,tudo isso são coisas proveniente do não estudo, não venham dizer que advertir crianças para impor respeito é crime, MUITOS BANDIDOS VÃO ADORAR PRINCIPALMTE OS MENOS. O povo não precisa mais de leis precisa de sustentar suas familias, QUER DIZER SE UM PAI DE FAMILIA FICA DESEMPREGADO, ISSO NÃO É CRIME, SE O INDIVIDU-O NÃO CORRER ATRÁS A FAMILIA INTEIRA PASSA FOME ISSO É JUSTO ? quaro que não, mais o governo não ta nem ai, querem inventar mais leis para o povo seguir, essas leis não são culturas,É MAIS UMA COISA PARA ROUBAR DINHEIRO DO POVO, tantas coisas o brasil fez que não deu certo, vamos voltar ao passado, kit de segurança nos carro[Robou muito dinheiro do povo com multas] Inspeção veicular[ Um governo individado quer fazer alguma coisa para pegar dinheiro do povo, por que isso gera muita propina, veiculo que não é aprovado com o pagamento de alguns reais que se tornão milhões lá na frente, isso ninguém vê[O POVO TEM QUE CORRER ATRÁS DA INFORMAÇÃO LER MAIS SE INFORMAR MAIS, PQ ESSE MUNDO JÁ ESTÁ NA HORA EXTRA PRESTES A EXPLUDIR.

  58. Mariza disse:

    Sinto-me orgulhosa do papel de mãe que desempenhei e, sinceramente, eu gostaria que todas as mães pudessem ter a alegria que tenho, mesmo tendo dado muitas palmadas, castigo e noções de responsabilidade aos meus três filhos. Fui firme, exigente, mas amiguíssima deles. É uma lástima que o próprio Governo estraga com tudo, passando-me a impressão de que quer o fim da família e marginalização de todas as crianças e jovens brasileiros. Deveriam olhar para esse assunto com mais misericórdia e pensarem no futuro dos próprios netos.

  59. Alex disse:

    “Leonardo Sakamoto é jornalista e doutor em Ciência Política”. Esse texto inteiro é uma tremenda baboseira, visto que suas credenciais nao incluem “Psicologia” ou algo relacionado à educação infantil. Talvez se escrevesse algo dentro da sua área vc seria mais feliz. Boa sorte.

  60. camille disse:

    bater em criança é crime sim; ela simplesmente não tem como se defender e só aponta a incapacidade dos pais em educar e tentar entender a linguagem infantil; apanhei muito na minha infância e sempre achei que conversa poderia resolver; apanhei de rodo, de cinta (muita), de chinelo, com soco, com pedaço de pano; enfim; meus pais também apanharam e ficavam de castigo (físico) na escola também; levavam reguadas, palmatórias, ajoelhavam no milho e tudo o mais; a culpa é de quem??? chega dessa palhaçada; amor, carinho, conversa e inteligência sempre.

  61. otavio disse:

    Eu quero perguntar a você, leitor, que responda com honestidade: você acha certo trocar a educação que você quer dar ao seu filho pela educação do governo? Você quer ser multado, preso ou “reeducado” se for denunciado por repreender o seu filho pela sua birra no supermercado ou shopping center?

  62. [...] This post was mentioned on Twitter by Eliomar Junior, Paulin Ferreira. Paulin Ferreira said: Acabo d ler o artigo do Sakamoto sobre a lei das palmadas. Só acho q criar leis ñ resolve, vamos cumprir as existentes. http://bit.ly/bYJF3E [...]

  63. juliana disse:

    Estou tentando de todo o coração a acabar com um ciclo de surras e constrangimentos, desde pequena informei a minha filha como eu era tratada pela minha mãe (que nao tem culpa, pois apanhou de seu pai quando pequena, que apanhou do pai dele e assim por diante) sempre me monitoro para não expor todas as frustrações quando EU estou nervosa, pois era isso que acontecia com ELES, hoje posso dizer raros foram as palmadas que minha filha levou, que eu e ela nos lembramos a frauda levou uma palmada. E olha que ela hoje tem 11 anos e nao aceitava um simples NÃO, acho que ai que acertei eu explicava o porque do não. Dialogo e o fator senta e pensa no que fez funciona, porem temos de repensar o que é educação, pois isso vem da familia e não do governo ou escola.

  64. monica disse:

    A violência contra a criança, além de se enquadrar como violência doméstica e ser um ato covarde contra alguém em formação, felizmente poderá ser amplamente discutida (como tem ocorrido com a violência contra a mulher pela Lei Maria da Penha) e no mínimo trazer reflexão à respeito aos futuros pais. Pois, aqueles que apanharam quando pequenos têm em memória o quanto isso marcou suas vidas.
    E o ato de não transmitir essa forma grotesca, intolerante e simples às próximas gerações só trará evolução à nossa cultura e educação.
    E teremos cada vez mais consciência da importância do diálogo e que educar e moldar alguém socialmente requer também humildade para reconhecer os próprios erros diante dos filhos de forma clara…constrói-se, dessa forma por exemplo, um tom do que seria realmente uma família e um elo saudável e natural entre pais e filhos; aquilo que porventura possa se transformar em saudade por exemplo, unindo filhos e pais quando aqueles já estão distantes cuidando de suas vidas de forma independente.

  65. Dagoberto disse:

    Uma palmada hoje evitará um murro da vida!

  66. Cida disse:

    Otávio,

    Respondendo sua pergunta, minha filha nunca fez birra em supermercado, nem no shopping, mas com certeza ficou frustrada e reclamou por não dar o que ela queria o que é normal em qualquer ser humano.

    Esse é o segredo que funciona pra mim.

    Sou contra palmadas, tenho uma filha de 14 anos que nunca levou uma palmada, é educada com diálogos, hoje vejo que não errei na educação da minha filha, além dela ser muito mais feliz e brincalhona não é agressiva e é obediente como qualquer outra que apendeu com palmadas, acho que palmadas é só uma forma mais fácil de educar, porque diálogo requer paciencia e comprometimento e para alguns pais uma forma de alivio da frustração pelo comportamento do filho, o que mais ajuda na educação é demonstrar o quanto vc ama seu filho e isso o governo também não sabe, portanto, não acho que deveria ser lei UMA PALAMADA, mas educar os pais isso sim deveria ser lei, assim não teríamos pais batendo em crianças até em lugares públicos.

    Uma frase que gosto muito e faz parte da minha vida é “se quer educação seja educado primeiro”.

  67. Zé Brasil disse:

    Brilhante LG, bem lembrado; e aí Sakamoto, responda ao LG! Você é favorável ao aborto, poder matar uma criança no escondido, nas trevas da barriga da mãe e depois que ela vem à luz, você é contra dar umas palmadas profiláticas. Escondidinho na barriga da mãe pode até matar, na luz não pode nem educar.
    Sabia que tem uma Lei que protege os nascituros – pessoas – obrigando ao “possível pai e prover alimentos?” Se a criança pertencesse ao corpo da mãe, a responsabilidade de prover alimentos seria somente dela.

  68. Izabela disse:

    Leonardo,
    Quando meu filho gritar comigo dizendo que não tomará banho, eu ligo pra você.
    Obrigada

  69. Zé Brasil disse:

    Provérbios 29:17 Castiga teu o filho, e te dará descanso; e dará delícias à tua alma.
    Provérbios 23:13 Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. Tua a fustigás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno.
    Provérbios 19:18 Castiga o teu filho enquanto há esperança, mas não deixes que o teu ânimo se exalte até o matar.
    Provérbios13:24 O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que ama, desde cedo o castiga. Provérbios 30:5 Toda palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele.

  70. Zé Brasil disse:

    Se os pais não fustigarem, o ESTADO usará de cacetetes, balas de borracha, cavalaria para educar as crianças crescidas.

  71. Wilson Santos disse:

    Me perdoem a honestidade, mas cho esse blá, blá, blá, muito inútil. Acho que o estado quer encobrir sua incompetência em punir espancadores e generalizar a punição. Uma plmadinha na bunda sempre foi e seráuma boa ferramenta para a criança onhecer seus limites. No entanto, BATER na criança sempre e indiscriminadamente apenas por falta de paciência, isso realmente deve ser punido e com rigor.

    É simples pessoal, basta fazer valer os direitos da criança. Apenas isso!!! Não precisamos de mais leis, precisamos de gente capaz de fazer o sistema punitivo funcionar. Será que um dia teremos cometência pa isso?

  72. Marcio Premier disse:

    Sr. Sakamoto,

    Saudações, sinceramente se não tem o que escrever, fica quieto…..

  73. Zé Brasil disse:

    Até a natureza, o corpo humano nos ensina com palmadas; se colocarmos a mão no fogo ela sinaliza com “palmadas” – “dói pra caramba”, como dizia nosso presidente Lula – mas livra os nossos membros da amputação.

  74. Ricardo disse:

    Criança que não apanha dos pais, apanha de bandido. Os meus filhos vão apanhar do mesmo jeito que eue apanhei. Viva a palmada.

  75. Lucimara disse:

    Acho tudo muito facil quando apenas se lê e não se vive situações.
    Não concordo com violencia em situação nenhuma, porém quando falamos de uma grande maioria de pessoas pobres que são obrigadas a deixar seus filhos em casa, e quando chegam em casa tem que cuidar de tudo, arrumar, lavar, passar, eduacar, se preocupar com o que se tem para oferecer para os filhos, não conseguem nem dar carinho, atenção, na luta constante com vida miseravel o que essas pessoas tem de referencia de humanidade de dialogo, como podemos comparar, com pessoas que tem uma condição financeira melhor, não que estas pessoas sejam culpadas, porque muitas com certeza ralaram muito para ter esta condição, mas o que dizer de uma pessoa que trabalha muito e quando chega em casa seu filho esta educado em otimas escolas, acompanhada de otimas nutricionistas, e uma baba do seu lado para cuidar o tempo todo, basta chegar conversar, dar amor e eem seguida tomar um banho relaxante, porque tudo já esta no controle. como querer que uma lei seja valida para todos da mesma forma, se vivemos num pais de desigualdade social, racial, cultural sem tamanho. como podemos deixar que alguém fale que uma palmada formará carater de ser humano, quantos destes politicos não levaram palmadas quando criança, e pra ser marginal, bandido, não é só quem mata a sangue frio ou faz coisas horriveis vista aos olhos de todos, eles são iguais aos outros porque cometem crimes que matam familias, sonhos, e ainda são culpados pelos outros marginais…
    Realidade se constroi com sonhos…porém com educação amor e com pais que sabem dosar o tamanho de sua palmada.

  76. Zé Brasil disse:

    Extraído -Durante a semana passada, o presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei que proíbe qualquer tipo de castigo físico em crianças. O projeto é semelhante a outro, da deputada federal Maria do Rosário, do PT do Rio Grande do Sul, que emenda o Estatuto da Criança e do Adolescente, e está na pauta da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. A iniciativa, contudo, desperta reações diferentes entre especialistas em educação.

  77. monica disse:

    …às vezes me ocorre de que justificativas como a de que “apanhei e foi bom para a minha formação” e similares são formas de se eximir da culpa por ceder à incompetência ao lidar da mesma forma com os filhos. Parece uma forma de descontar na própria prole aquilo que foi sofrido na infância e que tenha marcado profundamente sim o caráter…que é único e completamente diferente da educação. Digo incompetência pois é preciso ser muito adulto para estar acima dos impulsos que vem num momento ímpar que exige cautela e acima de tudo exemplo.
    É questionável considerar uma pessoa que imponha ou exija algo da qual não é capaz de fazer ou não tenha fibra e caráter suficiente para sustentar, independente de grau familiar.

  78. Lidiane disse:

    Alguém vai criar uma lei que proteja as mães que apanham dos filhos adolescentes????

  79. Janderson disse:

    Não sou a favor de espancamentos, socos, beliscões ou qualquer outra atitude mais violenta que palmada leve.
    No meu tempo, e olha que não me considero tão velho assim, as crianças respeitavam os pais, os amigos, os professores, os idosos…
    Realmente acho que romper com a inércia é difícil, mas o que vejo é que caminhamos para uma sociedade sem limites onde os filhos matam os pais, os professores são agredidos em sala de aula e até mesmo a polícia não é mais respeitada.
    Não me tornei uma pessoa agressiva por conta das palmadas que levei. As palmadas estavam inseridas em um contexto educacional muito mais amplo, onde aprendi a respeitar o próximo e a conviver com as diferenças. Acho que é isso que falta hoje em dia.

  80. Zé Brasil disse:

    Extraído – Advogado considera lei polêmica

    Do ponto de vista do direito, a proposta da “Lei da Palmada” também é polêmica. O advogado Valdecírio Cavalheiro Ramos Filho acredita que, se vier a ser sancionada, a iniciativa poderá ser objeto de ação de inconstitucionalidade.
    - Uma lei como essa causa um grande impacto na sociedade, e pode ter sua constitucionalidade questionada.

    Ao legislar sobre a palmada, o castigo físico que não causa lesões na criança ou adolescente, o Estado está interferindo na privacidade das famílias e impondo limites ao dever que os pais têm de educar os filhos. O que não pode haver, no castigo da criança, é lesão corporal. Mas às vezes uma palmadinha leve ajuda – opina.

  81. Missionário Marcelo disse:

    Olá Sakamoto. Que bom estar de volta ao seu blog, agora em outro endereço. Sou o mesmo que fez alguns comentários e uma profecia (efetivamente concretizada) naquela sua postagem “Contra a Barbárie…” defendendo o casamento gay. Puxa vida, que Brasil é esse que essa petezada tá tentando “destruir”? Depois de imitar a Inglaterra na questão dos casamentos gays, agora vai imitá-la na questão da punição aos pais de verdade, como bem lembrou nosso amigo, agora há pouco. Um dia proibiram os professores de dar um corretivo em nossas crianças e hoje eles são assassinados em plena sala de aula. Tenho um filho de 2 aninhos e uma menina de 8. Ela só levou um único tapinha na mão, quando se aventurou pela primeira vez a enfiar o dedinho numa tomada de energia. Nunca mais precisou de um corretivo e não morreu eletrocutada. Posso garantir que não manifesta nenhum sinal de transtorno mental e nem está tramando uma vingança contra a humanidade. Já o moleque!!!! Menino é menino e às vezes precisa conhecer o peso da minha mão, assim como eu conheci o peso da mão de meu pai e assim por diante, até chegarmos nos tempos bíblicos, onde se insere o sábio ensinamento de Salomão, também citado pelo amigo. Quem poupa a vara, não ama seu filho. Isso parece coisa de gente que não tem o que fazer, de lésbicas ou gays que infelizmente chegaram no poder e entre um passeio e outro num pet shop, onde gastam milhares de reais com seus poodles, ficam tramando essas besteiras….Façam-me o favor, convertan-se que ainda dá temp. JESUS ESTÁ VOLTANDO.

  82. Mirian disse:

    Castigar? Ou não castigar? Dúvida para o momento ou para o futuro?
    Sempre se busca remediar problemas básicos, com leis.
    Tudo bem. Concordo que castigar fisicamente não compensa em nenhum sentido, pois aprendi a ter limites porque era castigado ou me tornei sem “freios” porque meus pais me davam liberdade extrema desde pequeno, parece script de comédia fadada ao fracasso.
    Se a maior parte da personalidade de uma pessoa é composta pelo convívio familiar até os sete anos, como não dizer que não sou reflexo do que tenho em casa: um pai que chega cansado, chateado com o baixo salário, com as duas ou mais horas de trânsito para chegar em casa, p. da vida com o chefe que passou o dia inteiro pegando no seu pé por causa de um trabalho que mesmo com o seu pouco estudo (ou muito estudo), depende dos ditos “Horácios” que valorizam a única coisa que sabem fazer e enrolam e, só lhe resta um único pensamento: banho-comer-cama. Sem falar na mãe que chegou no mesmo estado e ainda tem pela frente, o fogão, a máquina de lavar, o uniforme da escola, a lição…
    Sem falar na escola, estuda passa, não estuda passa também. Analfabetos alfabetizados nas faculdades, inchando o mercado de trabalho, com falta de qualidade e comprometimento.
    Então castiga ou não castiga? Quem? A criança???

  83. Fernanda disse:

    Sakamoto, mais uma vez, ótimo texto.
    Tenho MUITA PENA dos pais que sentem que bater nos filhos é imprescindível (e muito mais pena, claro, dos filhos de tais pais). Que inépcia pra criar uma criança!

  84. Ael disse:

    Num tem problema não… Na hora que eu der umas palmadas em meu filho e alguém reclamar… Pego as malas dele e entrego para quem reclamou… Seja governo, vizinho… Etc… Não tô dizendo em dá uma grande surra que deixe o garoto com marcas severas, não, Estou falando de uma pequena palmada que apenas impõe limite e respeito. Já levei várias dessas palmadas e até hoje nunca briguei fisicamente com ninguém… E aí? Sem falar que amo meus pais e tenho um enorme respeito… E aí?? O que dizem os especialistas???? já se! Eu sou uma excessão… Homi deixem de frescura… Tanta coisa mais importante para se preocupar! Num tô falando que o pai tem o direito de espancar o filho (para isso já existem leis que punem) estou falando de pequenas palmadas em locais certos que educam e não deixam marcas severas… Quem é a favor dessa lei é porque foi criado com a vó e tá doido para ver o pai apanhando do filho (coisa que já acontece e ninguém diz nada).

  85. Gilberto disse:

    As perguntas são muitas. Mais uma vez o Brasil não sabe se conduzir como uma nação evoluída. Ao invés de educar e informar os pais, parte-se para a proibição, que inclusive “não vai pegar”, como todo mundo já sabe. Então para que fazer? Para mostrar serviço “politicamente correto”? E em um estado democrático, a maioria ser contra a lei não quer dizer nada?

    Não adianta gritarem: espancamento e palmada são coisas diferentes. Uma ou duas palmadas na hora certa não fazem assassinos em série, como o próprio autor argumenta, nem deixa “sequelas emocionais” ou outra bobagem dessas. É esse tipo de argumento, muito em voga por psicólogos nos anos 80, que plasmou uma geração sem limites e sem respeito pelas outras pessoas. Aliás, muitas das crianças mais temíveis que conheci eram filhos de psicólogos.

    De qualquer forma, fica sempre a pergunta: ONDE ESTÃO OS DEVERES DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES?? Eles estão cheios de direitos e não tem nenhum dever, nenhuma obrigação. Podem fazer o que bem entendem e ninguém tem nada com isso. Logo, logo, levantar a voz contra uma criança vai dar prisão. Elas crescem como se fossem donos do nariz e não tem respeito pelas outras pessoas, nem por autoridades. Menores de idade não são adultos. Isso sim, é uma violência contra eles.

    • Fernando Barreto disse:

      Gilberto falou tudo. Tenho uma neta de 2 anos e cinco meses. Pasmem, dois anos e cinco meses me dá um sonoro NÃO quando falo -”Fernanda, não faça isso! (Com ar de autoridade, porém sem gritos). Qual a tendência quando tiver com cinco anos sem uma repreensão mais dura? E quando tiver com treze anos?
      Sinseramente, Acho que o (des)Governo tem mais que se preocupar em fazer laqueadura naquelas criaturas que não tem a mínima condição de criar os filhos (normalmente mais de cinco), ficando nos semáforos e nas calçadas esmolando. Mais uma lei que a famigerada comissão de direitos humanos(sic!) tem a chance de aparecer.

  86. Philippe disse:

    Cara, seu post é bonitinho, mas é simplista, como você mesmo disse. Se educar com correção física, necessariamente não forma um serial killer, por quê educar somente conversando com certeza não gera um?
    O que eu acredito é na união das duas coisas. Bater por bater não educa. Os pais tem que ter sabedoria para conversar quando devem conversar, castigar quando tem que castigar e dar umas palmadas quando tem que dar umas palmadas, sem ser pela raiva. Eu tenho certeza que essa “proibição” não será benéfica, porque as pessoas não sabem conversar hoje em dia, ninguem tem tempo e nem sabedoria pra argumentar, então some uma criança sem correção com pais que não sabem conversar e você terá monstrinhos que se acham os donos do mundo à solta.

  87. Ricardo disse:

    Vamos criar reizinhos…. daqui a 20 anos vamos ver o resultado dessas leis idiotas.

  88. Cristiane disse:

    Bater é bater, não importa em quem, não importa de que modo. Muitos “pais” aqui estão defendendo o direito “sagrado” de bater, de impor a pena, de castigar fisicamente seus filhos.
    Agressão física ou verbal, violência, não contribui para educar. Quem quer repetir o modelo do “sou gente porque apanhei”, que siga em frente. Filhos maiores que os pais devolverão a agressão ou passarão adiante – não tem como ser de outra maneira.
    Um tapa na cara de outra pessoa pode render uma ação criminal, uma agressão a um filho – seja moral, psicológica ou física – deve render muito mais.
    Se “não é fácil educar”, se esta concepção já estava aí junto com esta outra de que “bater educa”, ou aquela mais primitiva ainda de que o pai bate para o estado não bater (ridículo) – por que e para que ter filhos? Anticoncepcionais estão aí. Educar sem violência é dever dos pais, se não suportam o encargo e a responsabilidade, entreguem para adoção. E acreditar que porque paga as despesas de um filho, você tem o direito de agredí-lo… francamente! Quem escolheu ter um filho foram os pais, não estão fazendo um favor a um ser que geraram. Não é privilégio ser nutrido e educado pelos pais, é direito.
    E quem acha que não teve escolha ao gerar um filho, deixa de assumir a responsabilidade – e sempre houve a escolha, seja de sexo sem proteção, seja pela marca da camisinha ou contraceptivo que falhou, seja pela negligência ou imprudência, escolheram sim.
    Se acha que tem o direito de agredir, ao menos bata em alguém do seu tamanho.
    Se a consciência da maioria é tão atrasada, que venha a lei e que venham as penas.

  89. monica disse:

    Não existe e nem acredito que possa existir um “medidor de palmadas” ou um “surrômetro” ou então algo que acerte com precisão de 7,8 casas decimais o quanto uma agressão física ou psicológica possa marcar uma criança e poder, fazer um documento e registrar em cartório.
    Olhe só, poderia então haver um departamento específico só para isso:
    Cartório de Registro de Ocorrências Gravíssimas, Cumulativas ou Leves Palmadas. Aí a criança ou o vizinho ou o enfermeiro ou até então o médico legista ligaria para o CROGCLP para que sejam tomadas as providências inerentes a cada caso que seria avaliado por um grupo de advogados especialistas ao tema.
    Todo o processo seria bem dinâmico, dois…três….sete anos de processos engavetados. O suficiente por exemplo para o agressor pai fazer mais filhos e atolar mais processos nessa sublime instituição.
    O número do telefone seria largamente divulgado por uma novela das oito melodramática com picos e recordes de audiência e também por uma grife de roupas confortáveis que adotaria o logotipo de uma eventual campanha ou ONG e venderia como água entre campanhas publicitárias comoventes e uma mistura muito rentável entre Moda & Assistencialismo!!!

  90. Carlos Almeida disse:

    Sr. Sakamoto, pelo seu texto, você não conhece o que é criar gente.
    As pessoas que mataram o índio Galdino em Brasília não tomavam nenhum tapinha, as pessoas que matam pessoas em rachas também não levaram tapinhas, quadrilha de classe média alta que assaltavam em São Paulo também não levaram tapinhas. Estes indivíduos que não levaram tapinhas e que tiveram passadas de mãos nas suas cabeças são bandidos que deveriam estar presos e você sabe muito bem que não estão. Vocês jornalistas que acham que sabem de tudo, formem uma comissão e vão a Brasilia expor suas experiências para melhorar o Brasil.

  91. AQUINATE disse:

    Ora, o Estado deve prever punição ao abuso dos pais, nunca determinar como os pais devem educar os filhos.

    E de novo, abuso não tolhe uso!!! Se isso fosse mentira, por que se permite então que criminosos retornem à liberdade, depois de cumprirem pena? Já que abusaram de sua liberdade, que paguem logo com as suas respectivas, não é? Prisão perpétua ou pena de morte!!!

    A palmada, o tapa, o castigo físico são válidos e lícitos desde que proporcionais e tenham caráter punitivo-corretivo… não resolve apanhar sem saber a razão!!!

    O assunto deveria estar encerrado e que venha outro post do autor.

    Acho que está mais que claro que este post é uma verdadeira máquina de entropia, como todos os outros.

    Visa apenas atacar o cerne da família brasileira, a qual, agrade ou não aos comentaristas aqui, se espelha na Igreja Católica.

    E antes que plantonistas do desafio venham descer a lenha, lembrem-se, oh “intelectuais”, o ensino universitário (para não falar das metodologias, etc, etc.) segundo todos nós tivemos o privilégio de frequentar, foi criado pela Santa Igreja Romana.

    E ela está aí, firme e forte, navegando direita apesar das tempestades. E assim sempre será.

  92. Cristiane disse:

    Complmentando:
    No dia em que neste planeta o ato de simplesmente gerar um filho traga sabedoria, discernimento – uma superioridade quase divina, plena de poderes – estaremos em uma civilização diferente.
    Sexo gera filhos. Simples assim. Não há sabedoria nem divindade nisto. Há na maioria das vezes só instinto. Qualquer pessoa fértil gera filhos. Qualquer animal fértil gera filhos. Não tem nada de extraordinário em conceber um filho.

  93. Estranho a forma de argumentar essa história. Primeiro coloca-se um sujeito que levou palmadinhas leves no traseiro e comenta que aprendeu com elas; depois outro que foi espancado e diz que está traumatizado. Afinal, compara-se as duas situações como se fossem a mesma coisa – ou matizes diferentes da mesma situação – e conclui-se: mesmo tendo o primeiro uma certa força pessoal de superação, devemos cuidar do segundo que não teve a mesma sorte. “Devemos proteger as futuras gerações do sofrimento das palmadinhas.” Seria como ser mordido por um cachorro descontrolado e, por isso, decidir que todos os cães devem ser banidos do convívio social. Vai pensar mal assim sei lá onde… Arre!

  94. Roger disse:

    Finalmente encontrei uma opinião que converge com a minha. É um alívio, pois cada vez mais acredito que estamos vivendo um período de ode à agressividade, à violência.

    Pessoas acreditam que a falta de surra gerou essa falta de limites da molecada, mas esquecem que elas mesmas passaram a maior parte do tempo trabalhando ou estudando, deixando suas crianças com terceiros ou com a famigerada babá eletrônica, nesse mundo onde poucos reservam tempo suficiente para os sentimentos de família.

    Será que é a falta de surra ou a falta de atenção dos pais que incentivou esse desvio de comportamento?

  95. Fernando Barreto disse:

    As mulheres sempre com o coração mole. Mas são as primeiras a gritar no ouvido do marido quando ele chega em casa após um dia xaustivo:- “Não aguento mais esse menino”
    Agora tem aquelas que defendem a Lei como Dona Mônica e Dona Criatiane lá em cima, acredito que elas têm uma babá que aguenta toda e qualquer atitude das crinaças.

  96. Fhelipa disse:

    Acredito que uma ou duas palmadas não vai tornar uma criança agressiva, mais vale lembrar que cada pai educa o filho do jeito que achar melhor com palmadas ou não …

  97. francisca disse:

    Só vou dar um exemplo recente , meus sobrinho de 12 e 13 anos eram uns capetas até ameaçava professores, já estavam andando com gente que nao presta, meu irmao e minha cunhada sao vendedores ficavam fora de csa muito tempo, minha cunhada baixou com vontade nas costas deles, hoje os moleques com 18 e 19 anos trabalham num caminhao mais outro irmao mais velho , puxando melancia , vendendo nas cidades proximas, trabalhando duro, se nao fosse a ação rapida da mae sabe se la onde eles estariam

    • Ronaldo C. disse:

      Os pais ficavam fora de casa muito tempo, quando souberam que os delinquentes estavam andando com gente estranha, desceram porrada. E agora eles estão ótimos, carregando melancia, trabalhando duro. Hum… onde tá a parte boa?

    • Ninha disse:

      Olha Francisca, assim como o Ronaldo C., eu também não entendi … Onde está a parte boa dessa sua estória ???

      • Zé Brasil disse:

        Ronaldo e Ninha, puxa como vocês são burros, não entenderam que eles foram trabalhar ao invés de delinquir? Ou o trabalho não enobrece?

  98. Elieser disse:

    A maior prova de que umas palmadinhas não faz mal a ninguém,está na maioria dos comentários aquí postados.
    Em vez das pessoas argumentarem com educação,respeitando a opinião dos outros,ficam se agredindo,usando de termos chulos,desculpas e demonstrando cólera nas suas palavras.
    Calma pessoal o Sakamoto não é o dono da verdade.Ele apenas aguçou o nosso senso de autocrítica.
    Eu particularmente acredito na educação das crianças com bom senso.
    Vamos educa-las da melhor forma possível,porém se a situação chegar a um extremo,vamos dar as palmadinhas,independentemente da lei(nós somos ser humanos,porém também temos o lado de animal humano),para que os nossos filhos aprendam que a liberdade deles tem limites,e esta acaba no limite da liberdade das outras pessoas.

  99. Francisco disse:

    Acho que todos estão com a razão nas suas teorias.
    São pontos de vistas diferentes,mas no fundo trazem alguma coisa que se aproveite.
    O que quero colocar em questão é a interferencia do estado na vida do cidadão.Todas as leis criadas , como a anti fumo a anti bebida combinada com a direção, lei da palmada, lei do rodízio,lei de zoneamento para edificação e tantas outras leis criadas que interferem diretamente na vida do cidadão,não deveriam ser impostas pelo governo em quaisquer de suas esferas;isto deveria ser criado pela boa condução de nossas crianças, que quando transformados em adultos, não pensariam só em levar vantagem sobre as outras pessoas.
    Conhecendo jovens de vários níveis sociais, eles praticam as mesmas barbaridades,tendo levado palmadas, surras homéricas ou não;então podemos concluir que é dever e responsabilidade dos pais , incutir na cabeça de suas crianças um pouco de religião de temor a Deus, de amor ao próximo , mesmo em tempos de grande confusão no quesito religião também.
    Existem princípios básicos em qualquer religião , que se seguirmos desde os primeiros tempos de nosso entendimento,acarretarão na nossa fase adulta excelente convivência, sem nenhuma necessidade de interferência do nosso governo, que aliás deveria se preocupar com tantas outras coisas de interesse comun,que não vou discorrer sobre elas agora.

    Francisco.a.c

  100. Cristiane disse:

    Fernando Barreto – se no seu juízo de valor uma babá daria conta do que você se mostra incompetente a fazer: educar sem bater, recomendo que contrate uma. Vai ser muito educativo para você.
    Se a mãe ou mães dos seus filhos têm esta queixa quando você chega do trabalho, não é problema que pode ser resolvido com uma surra bem dada, para que depois você possa relaxar e assistir a novela.
    Vá além.
    Se ter “coração mole” é avaliar com isenção o que é agressão física, moral, verbal (isto porque tais condutas são tipificadas pelo Código Penal em vigência), de fato, eu me enquadro na sua preconceituosa e nécia afirmação.

    • JAIRO disse:

      Vc deveria rever teus conceitos, tua “lente” está um tanto emocional e imediatista.

      Vc nivelou por baixo (ou por cima) a questão da violência.

      Sim, é uma violência tapa na bunda de criança. Mas se estes tapas a pouparem de falta de vergonha, de decência num futuro delas, ah… que benção!!!

      Mal se corta pela raiz Cristiane, e, se não-violência fosse solução ou algo válido, então:

      1. Roosevelt e Churchill deveriam ter pedido educadamente a Hitler que desocupasse a França, os Sudetos, etc.;
      2. A Índia de Gandhi (o “pai” dessa asneira de não-violência) seria o país mais justo e pacífico do mundo, pois o conceito se deriva da religião seguida por 70% da população daquele país.

      Apenas exemplos “nada a ver com o post”, mas que tratam do conceito “sob o véu” do mesmo… que no fundo é a validade do uso racional e proporcional da violência.

    • Fernando Barreto disse:

      Sra Cristiane,
      Meu Pai nunca me agrediu, porém, umas palmadas educativas levava sim, sempre quando merecida. O que não me parece viável é estar sempre passando a mão na cabeça das crianças sempre que passam dos limites do ponto de vista de comportamento. Conheço algumas pessoas que hoje se perguntam: “Onde foi que errei?”. A resposta está na falta de limites, que, algumas vezes, se resolve com palmadas sim.

  101. Marco Paranhos disse:

    Sou contra o espancamento de qualquer ser humano. Mas, palmadas no lugar certo e na hora certa , educa e corrige a criança.Apanhei muito , pois fazia muita besteira e hoje agradeço por isso .Me tornei um adulto responsável e trabalhador.
    Vejam os filhos de psicologos em sua maioria são complicados.
    Conversa de mais atrapalha ,as vezes tem que chegar junto.
    Sou nordestino e escreveu e não leu , o pau comeu.

  102. Douglas disse:

    É um desrespeito impedir um pai de educar seu filho, a sua maneira!
    Cada um aprende de um jeito!
    Quer dizer que o moderno é a padronização da maneira de educar!
    É apenas mais um tentáculo da globalização atingindo o povo.
    Discordo do Sakamoto e ponto final.

  103. cassia disse:

    Palhaçada, se quem fez a lei ou o GRANDE presidente que assinou morasse realmente no meio do povão como a maioria, e não isolado em seus Aps,veria que não só as crianças mas os pai também merecem umas palmadas. É ver o caso de futura advogada que foi espancada em uma loja e morreu, gente errada defendendo filhos errados, será que o que estamos colhendo hoje já não é um reflexo dessa lei “Lei pra Inglês ver” que foi o estatuto do adolecente e da criança. imagine daqui a dez anos estaremos a mercê de bandidos cada vez mais jovens, em vez de assinarem esse tipo de lei, porque não fazemos coisas verdadeiras, chega de tampar o sol com a peneira, quem tem que votar este tipo de lei é o povo que tem que conviver com isso, e não meia dúzia que se diz entendido.

  104. José Iran disse:

    O Blogueiro começa bem, mas no final apela ao mesmo argumento simplista que critica inicialmente.
    Quem não concorda com a dita Lei, deve corroborar da teste de que “…o Estado tem que se preocupar com coisas mais importantes, como auxiliar o capitalismo brasileiro a se desenvolver serelepe”.

  105. Lucienne disse:

    Não entendo um país que não pune criminosos, nem corrupção, nem policiais que atiram em inocentes nas ruas como o caso do adolescente de fortaleza, nem estados que são dominados por bandidos e por traficantes, querer interferir na educação que os pais dão para seus filhos. Não existe alguém que ame mais um filho do que os pais no verdadeiro sentido da palavra é lógico. E quando a gente corrige, seja com palmadas ou com o que for, dói muito mais na gente. E é exatamente para que eles não se tornem pessoas como as citadas acima que a gente faz isso. O que é preciso fazer é distinguir entre disciplina que tem que ser feita com amor e direção de Deus, de violência, maus tratos, espancamentos, que são feitos com ira, raiva, descontrole de alguém que está muito longe de poder ser chamado de pai ou mãe. A criança necessita de limites para se sentir segura e amada. E disciplina é ato de amor. O pai corrige ao filho que ama.

  106. Miguel disse:

    OLha o COMUNISMO chegando de mansinho…. Primeiro, compra votos com bolsa isso, bolsa aquilo, auxílio isso e auxílio aquilo…. Agora quer determinar como devemos educar nossos filhos !!! PRESTEM ATENÇÃO !!! O LULA É COMUNISTA, DITADOR, ETC… Lobo em péle de cordeiro… Já se sabe que o PT “comprou” mais de 5 mil rádios brasileiras. A liberdade de expressão está acabando pouco a pouco.

    CUIDADO POVO !!! O COMUNISMO ESTÁ BATENDO A NOSSA PORTA !!!

  107. monica disse:

    Lição de moral, exemplo e baldes de água fria são suficientes para direcionar a conduta dum pequeno. Pequenas lições de permitir que se prossiga com algum erro para que veja, sinta e corrija as consequências também, desde que seja suportável e seguro de acordo com a idade do xuxuzinho docinho de coco da mamãe.

  108. Fernando Oliveira disse:

    Se uma palmadinha é chamada por muitos de agressão por aqui(ou seja, amplia-se a intensidade do fato), o que não pode acontecer se essa lei for aprovada, visto que muitos filhos querem qualquer argumento para se livrar do domínio dos pais, na medida em que muitos poderão querer denunciar seus pais, já que hoje tudo é motivo para processos e criminalização?

  109. Nina disse:

    Não vou engrossar a discussão a respeito, mas simplesmente declarar que confio no meu bom senso e, sempre que necessitar, continuarei dando as palmadas nas minhas filhas, independentemente de lei que as proíba. Até porque também dou amor, carinho, proteção, educação (que o estado não provê a contento), dedicação… Então me vejo em total condições de também impor limites.

  110. Leo Maria disse:

    Nada se resolve com violência. “Só uma palmadinha”, como alguns falam, significa falta de argumentos para lidar com a situação. Só mostra o quanto o pai (ou mãe) é mais forte do que o filho. Na verdade é muito mais fácil meter a mão no filho e mandar calar a boca do que controlar a situação.
    Tenho uma filha de 10 anos e nunca tive que usar de palmadinhas ou qualquer outro tipo de demonstração violenta de poder com ela. Acho que isso deveria ser a regra e não exceção.
    Me lembro de uma vez, em uma reunião na escola onde se discutia a questão de briga de irmãos, que uma mãe falou que bateu no filho pq ele estava batendo no irmão mais novo: ora, convenhamos, vocês não acham que ele continuará a bater no irmão? É óbvio pois ele estará fazendo com o irmão o que a mãe faz com ele.
    Violência verbal ou física não ensina nada!
    Concordo com Sakamoto.

  111. André disse:

    “Infelizmente, muitos de nós só se darão conta disso daqui a uma geração.” – Sakamoto

    Mais um blogueiro gênio que consegue enxergar o futuro da humanidade.
    Comparar a palmada com porrada, pancadaria gratuita e exploração do trabalho infantil foi realmente COMPLICADO.

    O engraçado é alguém que recebeu esta educação da geração passada como você, tirar esta conclusão.
    Pois, assim como você, muitos discordam e são maioria… e talvez as previsões deles sejam mais precisas que a sua e a de um torneiro mecânico.

    Não leve a mal, mas, quando pararmos de dar o tapinha, logo vão falar da repreensão verbal, e quando você tirar a liberdade de um pai educar seu filho… aquele filho que crescerá, não será vistos aos olhos do pai como filho, ele não será reconhecido, recebeu a educação do que os outros achavam e não dele, e acho que isso é um pouco mais triste… e não está no peso dessa balança de pensamentos levianos.

    Abraço!

    • Caçador de pitbulls disse:

      Pois é… E quem lê essas bonitas palavras do Sakamoto, nem de longe imagina que o rapaz é a favor da legalização do aborto… Tá certo! Impeça um pai ou mãe de dar umas palmadas no próprio filho: deixe-os fazer um aborto!!

  112. Sakamoto, muito bom texto e bem fundamentado. Num país sem disciplina e de valores familiares cada dia mais escassos, acho descabido que o governo dedique tempo discutindo a palmada educativa. Deveria mesmo era desenvolver melhor seu serviço de assistentes sociais para exercerem acompanhamento e aconselhamento familiar, pois o que falta aos pais e mães é educação e preparo para viverem sob um mesmo teto, imagine então criar uma criança.

    Reparou como a separação e a criação de filhos com pais separados tem crescido assustadoramente? Olhe em sua volta e veja quantas mães criam seu filho separadas do pai original da criança. Isso é sintoma de desequilíbrio social, as pessoas mal conseguem viver em regime matrimonial, entender-se entre adultos, como é que vamos esperar que saibam educar uma criança?!

    Cabe ao governo tratar o problema de origem, ensinar a adulto a agir como adulto e ensiná-los a preparar uma criança para que chegue com alguma estrutura social à idade adulta, antes de criar leis fúteis para inglês ver nos eventos sociais da ONU.

    Forte abraço!

  113. lucimar disse:

    O grande problema que vislumbro não é o fato de se achar melhor “dar ou não dar” as ditas palmadas pedagógicas. É sim, ter uma lei que nos obrigue a fazer ou melhor deixar de fazer algo. Deixando os pais sem poder de escolha sobre qual a melhor forma de educar. Embora na qualidade de pais seremos responsabilizados por todos os atos de nossos filhos, porém estão nos retirando o poder de decisão o que julgamos melhor para educarmos nossos filhos.
    De modo algum sou a favor do espacamento ou dos maus tratos sou a favor de seguir a educação que acredito ser a melhor e nela incluo sim palmadas.

  114. Junior disse:

    Não entendo…..os mesmos invasores de terras, terroristas , assaltantes corruptos que são a favor do aborto são contra pequenas palmadas. Ora…uma coisa é ser contra a palmada, outra coisa é proibir em lei.
    Outro fato interessante é que os antropólogos doutorados que são contra a mudança dos costumes indígenas, que muitas vezes até matam crianças que nascem com problemas físicos, queiram agora mudar esse costume da nossa sociedade.
    Melhor apanhar em casa do que da polícia.
    Acorda Brasil, melhorem nossas escolas e parem de querer aparecer

  115. Xavier disse:

    Acredito na boa intensão dos legisladores em dar ao Estado instrumentos para controle dos excessos. Entretanto, acredito que Na segunda semana ela pediu-me para trazer o mais velho (11 anos) porque ele ia pra rua assim que ela saia e deixava os mais novos a mercê da sorte (uma menina de 9 e o mais novo com 5)! Moram num bairro com um dos mais alto indice de violencia da grande Aracaju (Jardim).
    Cadê as creches e as escolas de tempo integral para as familias carentes? Não dá evidentimente para comentar todos os aspectos da questão neste espaço, por isso vamos priorizar alguns. Pelo menos aqui as escolas particulaes funcionam em dois turnos diários. as públicas em quatro! No início década de 60 Brizola já defendia a escola de tempo integral! Coerente, no governo do Rio implantou os CIEPS. Vivi os dois lados desse processo; criança pobre e professor do ensino público. A verdade é que nós no Brasil fazemos muitas leis e nos aplicamos pouco na execução do que é realmente essencial!

  116. Rodrigo disse:

    Ola a todos aqueles qe debatem sobre o assunto..
    Na minha modesta opinião existe uma ENORME diferença entre “tapinhas” e “bater”…como muitos disseram um tapinha ensina, educa e não mata, pelo contrário, impõe limite, limites esse que inclusive podem evitar que estes pequenos venham amanhã a serem aqueles que por falta disso agem sem medo de qualquer punição… Certamente não serão as tais palmadas que formarão o caráter dessas crianças…e sim todo o conjunto de ensinamentos dados pelos pais durante toda sua infância.
    Outra coisa…desculpem aqueles que falam sem ser pais..mas somente deveria ou poderia opinar aquels que de fato vivem isso no dia a dia…o resto deveria apenas ser meros leitores, visto que não deveriam opinar sobre aquilo que não vivem no dia a dia…
    Com a devida Venia aos contrários…palmadas sim….agressão jamais…
    E é claro que teremos aqueles que vão dizer que apanhou qdo era criança e tem reflexos disso até hoje… certamente estes efetivamente apanharam e não levaram palmadas… Aposto que 90% dos homens e mulheres que era crianças a 20, 30 anos atras levaram sa tais palmadinhas e são pessoas de bem, que não ficaram marcados com isso.

  117. Mauro Pessoa disse:

    Sr. Leonardo Sakamoto, bom dia.
    Gostaria de saber quantos filhos o Sr tem. Pois quando escuto opiniões a respeito de determinados assuntos, levo mais em considereção a experiência vivida e comprovada do que os “estudos” por si só.
    Ao se tratar de filhos e da educação deles, creio muito na diciplina e principalmente na imposição de limites, pois são os parâmetros que a criança vai usar em toda sua vida distinguindo o final do certo e o começo do errado.
    Mas creio que vc deve ter uma vasta experiência com filhos, para ter chego a essa conclusão.

  118. Leo Maria disse:

    Quem defende a palmada como solução para “educação” dos filhos geralmente são os que acham “normal” bater na esposa para “controlá-la”.
    Se um adulto tem que resolver suas questões no diálogo com outro adulto não deveria ter mais paciência ainda com uma criança que está em formação?????
    NADA justifica a violência, muito menos chamá-la de meio de educação.

    • Juliana R. disse:

      Que comparação mais infeliz, Leo!!
      Todo mundo aqui que se diz a favor da palmada, deixa bem claro que palmada corretiva não é espancamento. E outra coisa, a criança está em formação de caráter, e precisa sim entender os seus limites, se para isso a palmada se torna necessária, o amor que você dá a ela compensa a dor moral do momento… ela vai entender e reconhecer que errou e vai evitar cometer o mesmo erro no futuro.
      A formação psiquica dessa criança depende dos pais, o adulto já está formado e cheio de opiniões e atitudes que eles mesmos controlam. Se não está feliz com sua esposa, separe-se, afinal não é você que vai ensinar a ela como ser “melhor” (de acordo com seu ponto de vista). Mas com a criança é diferente, é você sim que vai ensinar ao seu filho o que está certo e errado…
      E tenho certeza que todos aqui, sem excessão, são contra a violência!!!

    • Caçador de pitbulls disse:

      Só uma pergunta: vc é a favor da legalização do aborto?

  119. Sophia disse:

    “Eu, por exemplo, conseguia ser uma peste quando criança – portanto agradeço enormemente aos meus pais pela educação que me deram. Mas o ser humano evolui, a sociedade evolui, não precisamos permanecer com aquelas velhas práticas simplesmente porque foram adotadas em nossa infância ou na infância de nossos pais.”

    Esse é o ponto.
    Quem disse que estamos evoluindo?
    Não vejo evolução nenhuma numa sociedade onde filhos matam os pais, onde professores são ameaçados e até agredidos por alunos (e por pais também).
    Não vejo evolução nenhuma numa sociedade onde pais não conseguem impor limites, onde tem medo dos filhos.

    Eu apanhei quando era criança, porque era malcriada e respondia muito. Nem por isso cresci odiando meus pais, muito pelo contrário. Também não saí por aí matando meio mundo.

    Sou contra espancamento, mas uma boa palmada na bunda é excelente pra lembrar a criança quem é que está no comando.

  120. odilon Cânddido da Silva disse:

    Imbecíl é o cara que quer tirar a autoridade dos pais, dos professores e até mesmo de familiares, esquecendo-se de que a educação vem de berço familiar, se não educarmos nossos filhos em casa tenho certeza que a polícia não os educará nas ruas. Quem não sabe educar os filhos certamente seus pais não souberam ou vieram de geração iguais a estas que virão, caso essa lei venha vigorar.
    Brasil! Um País de tolos!!!!

  121. claudia souza disse:

    nao sou a favor de espancamento mais sim de algumas palmadas ja tomei algumas palmadas quando era pequena e estou viva ate hoje

  122. Carolina disse:

    Estou surpresa com os comentários lidos até agora. Sinceramente, acho que há muito discurso querendo exibir intelectualidade política, religiosa e social pra justificar nossa incapacidade em educar nossas crianças.

    Utilizamos dentro de casa, o modelo macro de exercer poder seja da maneira que for. Somos frutos dessa cultura em que os mais fortes controlam os mais fracos. Onde o medo é sinal de respeito.

    Se é certo? Pra mim não. Se concordo em bater em um filho ( e confesso que isso passa sim na minha cabeça nos momentos em que a canseira toma conta), estarei concordando também em ser agredida pelo meu chefe, pelo meu marido, pelo meu professor e por quem se sentir no direito em me educar . Estarei concordando em bater nos idosos, nos doentes, nos debilitados e em que mais eu me sentir no direito de educar.

    Sou a favor da educação baseada no exemplo e na paciência.

    A vida já é dura e ensina o que é a dor. Temos que gerar nos filhos, uma base de auto-confiança e estima para suportar essas agruras.

    Antigamente, nossos pais e avós não sabiam o que era psicologia, educação. Hoje temos uma gama de informações e profissionais que podem nos orientar a criar nossos filhos de maneira que não ultrapassemos os seus direitos como ser humano. É muita prepotência achar que cada um sabe como criar um filho. A questão é que ninguém sabe. É questão de erro, acerto e sorte. Poucos são os filhos que saem no modelo que os pais querem. ( Ainda bem).

    Acho que essa lei é um mero detalhe. Não é isso que fará a diferença.

    Temos que nos educar primeiramente. E ter muita paciência.

  123. Diógenes disse:

    Você tem filhos? pelo jeito não!… em que mundo voce vive? tenha paciência!!!!!!

    • Paulo disse:

      Você pelo jeito deve espancar os seus filhos, deve ter apanhado muito na infância e acha que a educação que recebeu, na base da porrada, te transformou em um “homem de verdade”, pois não rouba nem mata…como se isso fosse o melhor resultado a se esperar de uma criança! ledo engano…. eu tenho umfilho de 13 anos, não bato, nunca bati e ele é exemplo de educação, amor, carinho, dedicação, obediência e tudo o que um pai pode esperar de um filho. Criança só dá o que recebe. Se estou estressado por algum motivo não vou “descontar” no meu filho: isso é covardia, quem bate em criança é covarde!!

  124. Carlos A. disse:

    Nesta questão comprovadamente:

    - Os psicólogos falham.Os que tentam falham e não reconhecem os resultados de suas falhas.E muito menos se responsabilizam pelas consequências, de forma vergonhosa se apresentam como se nada tivesse acontecido, ou seja, sem qualquer sentido de responsabilidade por suas atitudes.A prova esta na nossa sociedade cada vez mais violenta e caótica.

    - Os educadores falham.Tentam criar modelos que notadamente beiram ao ridículo.Não reconhecem as suas incompetências quando vêem os desastrosos resultados se omitem de forma covarde.A prova esta no nosso baixo desenvolvimento social, científico e tecnológico.

    - Os meios de comunicação realimentam os péssimos exemplos comportamentais, difundem e manipulam a informação de forma irresponsável, e objetivam a máxima audiência com a ampla divulgação de exemplos de violência, destruição dos valores básicos da estrutura social, com o claro objetivo de manipular e controlar.

    - Os governos falham em suas políticas sociais porque são orientados por interesses divergentes (ou outros) , psicólogos e educadores que não sabem o que fazer, e falta de fiscalização dos meios de comunicação, no sentido de orientar, fixar limites e fiscalizar.

    Conclusão: Os valores estão invertidos, a sociedade caotica graças a incompetencia dos psicólogos, educadores, meios de comunicação e governo.

    Portanto, a lei em questão irá falhar, ou será usada contra quem tentar criar ou educar os filhos de forma decente.Não se deve surrar ou aplicar violência de qualquer tipo contra crianças, mas somente aplicar limites, que eventualmente culminem com palmadas.

    Cabe a cada um de nós se manifestar contra, e verificar quem elaborou, quem aprovou e quem esta votando tal lei, para não
    errarmos nas eleições.

  125. Pedro Alcântara disse:

    Oi gente!
    Eu sou contra praticar violência com fim “educativo”. Mas, me preocupa tanta intervenção estatal na criação dos filhos. O que vem a seguir? O Estado vai dizer a que horas as crianças devem dormir? Ou, que só devem tomar refrigerantes aos finais de semana? Ou, quando devem namorar? Enfim, o Estado está tomando conta demais da vida privada das pessoas.
    Não acredito que o Estado só deva se preocupar com a economia, deve também propiciar tudo o que é previsto na Constituição Federal, saúde , educação… etc.

    O que quero dizer é: já existe lei regulamentando a matéria, o crime de maus tratos é só um exemplo, na esfera civil/familiar temos várias soluções, como a destituição do poder familiar. O problema é a fiscalização das leis. E´só cumprir o que já existe, punir os abusos e tentar educar de verdade o povo.

    Assim como ocorreu com a lei que regulava a ingestão de bebidas alcoolicas, antes tinha uma pequena tolerância, poucos respeitavam, até porque a fiscalização não pégava, agora é proibido qualquer gota. Então, quem nunca abusou agora, também não pode mais beber.

    Mais uma vez, sou contra qualquer tipo de violência com fim “educativo”, acho que educar é dar exemplo, mas acho pior que o Estado tente diminuir a liberdade de todos, porque não consegue controlar a conduta de alguns.

    Por fim, com esta super lei, nossas crianças estarão a salvo? Se estiverem melhor, agora só precisaremos nos preocupar com os safados das industrias das drogas legais, tentando conseguir novos clientes, ou os cães das industruias da moda que, impõe um padrão de vestimenta entre os jovens, que para se sentirem inseridos, esfolam as careteiras dos papais e mamães, sei lá…

  126. jaime disse:

    Que ridiculo, só não tenho vergonha de ser brasileiro porque não pedi pra nascer aqui.

    Vamos fazer o seguinte ao inves de só 39% dos nosso salários, vamos ja deixar 100% pro estado, e deixar ele decidir tudo por nós, afinal somos ignorantes de mais pra pensar, vamos deixar ele decidir como criar nossos filhos, como fazer sexo, o que comer, o que pensar, do que gostar.

    O problema de vocês regulamentadores da sociedade é da alma, frustrados que não sabem aproveitar a liberdade e não querem que ninguém aproveite também.

    DH sei bem o que querem… um dia a máscara cai.

  127. Débora Melo disse:

    É interessante ouvir muita gente falando que o Estado está “entrando em nossas casas e decidindo o que fazer das vidas dos nossos filhos” porque esse foi o mesmo argumento utilizado pela sociedade conservadora para tentar inviabilizar as leis de enfrentamento à violência conta a mulher. E eu aposto (e espero profundamente) que essas mesmas pessoas que defendem o uso da palmada (ou da vara!) não defendem a violência contra a mulher.

    Assim, o que faz de uma mulher ser ‘superior’ em direitos a uma criança? Nada. Somos todos iguais, devemos ser tratados com o mesmo respeito e todos temos direito a ter uma vida livre de violência, sejamos mulheres, crianças, adultos, homossexuais, idosos…

    Claro que a liberdade individual precisa existir, mas acima disso está o direito à dignidade, porque sem ela não há a liberdade de quem está sendo privado de direitos.

    • AQUINATE disse:

      @ Débora

      Nada a ver! O assunto é sobre o uso do castigo físico como medida de correção aos filhos e a validade disso!!!

      Lembra-se que mencionei que o Estado deve punir ABUSOS e NUNCA definir critérios de educação, isso é competência dos pais.

      Segure a “ondinha” feminista que se inflamou em vc e antes leia aos argumentos dados pelos comentaristas, muitos deles mulheres como vc.

      Fazendo côro: criança tem que apanhar sim, para saber que deve respeitar aos pais e aos mais velhos, caso se faça de teimosa (como criança comumente faz) e queria impor sua vontade.

      Todos os meus amigos que tomaram tapa na bunda, “correiada” nas pernas, beliscões na barriga, chineladas e dependendo do desrespeito aos pais, até tapa na cara, se tornaram pessoas felizes, bem sucedidas e com estrutura familiar.

      Já os que tinham “diálogo civilizado” e ouviam “meu amorzinho levado”, esses se tornaram um fracasso, desde jubilamento (em duas ocasiões) em universidade até assassinato confesso (o cara era tb usuário de cocaína).

      Essa retoricazinha barata de não-violência é o maior absurdo que existe. Se vc teve uma má experiência, Deus tenha piedade e confie Nele para superar o trauma. Mas não queira disso generalizar o que os fatos mostram historicamente: o castigo físico dos pais aos filhos permitem que neles se crie virtude.

  128. Frederico disse:

    Se será lei, QUEM fiscalizará as residências?

    Acredito que o Brasil necessita de outras leis, mais duras contra os crimes cada vez mais cruéis que assolam a nossa sociedade.

    Estão confundindo uma palmada com uma porrada.

    Como pai, afirmo que não existe fórmula para se criar um filho, e que uma palmada não transformará seu filho em um espancador de colegas.

    Mesmo porque a criança formará sua personalidade com seu convívio social, não apenas pela orientação dos pais.

  129. jdrego disse:

    O bom de tudo o que eu li e aqui vejo como vantagem para o blogueiro é o alto nível das argumentações. Longe de briguinhas e disse me disse de outros comentaristas quero dizer que palmada ou mesmo surra não mata ninguém. Educa. O problema é que pegamos os exemplos de pais que espancam, acorrentam e depois ignora os seus filhos como modelo para os demais. Toda vez que o meu pai me batia ele dizia o por que e depois dialogava comigo para eu refleti sobre o ocorrido. Hoje sou grato a ele por não virar um marginal, um psicopata ou algo parecido. E tento na base mais do diálogo do que da correção do cinto conversar com meus filhos. Porém, ainda assim, não pensarei duas vezes se precisar disciplina-los à moda antiga.

  130. Fernando disse:

    Assim…
    Cada caso é um caso. Mas deve-se evitar ao máximo a correção da criança por métodos que utilziam força física. Mas em alguns casos é necessário. Depende muito da criança e do meio em que vive. Os pais tem que agir com discernimento. Há crianças que entendem os limites, mas tem outras que não e são obrigadas a entender isto em alguam linguagem.
    Mas não concordo que não possa haver uma palmada de vez em quando. Hoje em dia as crianças não apanham tanto quanto há algumas décadas, e hoje vemos uma sociedade cada vez sem limites. (Ou não? Ou eu estou errado?)Com “educadores” cada vez mais perdidos porque não podem tocar nas crianças, não sei onde iremos parar com adultos que não tiveram limites impostos em sua infância.

    • Bernardo disse:

      Concordo Fernando! Vamos voltar ao tempo da palmatória, das reguadas na cara. Assim é que se constroi o caráter de uma pessoa. Agressão feita por professor, no ofício da educação, melhor ainda.
      Vamos voltar aos bons tempos! A ditadura é que era boa. Bons tempos. Antes melhor ainda. Que diálogo o quê! Não serve não é? Corretivo em todos e já e chega de tentar evoluir e entender e melhorar.
      Tacape na cabeça e uga buga.

  131. Paulo Brito disse:

    Assim como não existe direito absoluto, nem mesmo o direito à vida, não há (nem pode haver) lei que proiba (ou obrigue) em absoluto!
    O que se deseja com essa lei é evitar que uma medida praticada por alguém despreparado (por qualquer motivo e por algum momento) para a educação de quem se encontra em processo de desenvolvimento, venha causar mais mal ainda para essa pessoa.

  132. Bom dia á Todos.
    Dirijo uma Obra Social que mantém 4 Educandários de Ensino Médio, com custo zero para os Pais, levando ensino de Alta qualidade.
    São cerca de 1.000 alunos.
    Sou Pai.
    Quero fazer algumas perguntas aos amigos que postaram comentários pertinentes ao Texto do Blogueiro, usando a base das 3 escolas que
    tive e tenho, ser Pai, dirigir estes Educandários e a Educação que recebi
    dos meus Pais.
    1 – Que Educação é melhor, á de hoje ou de antigamente ?
    2 – Quais Pais são melhores, os atuais ou os antigos ?
    3 – Dos amigos que enviaram Posts, quem é Pai ?
    4 – Destes, quem é Educador, ou Professor ?

    Obrigado

    MArcos Oliveira
    Mato Grosso

    • monica disse:

      Desculpe, mas essas perguntas parecem cegas. Como a educação atual pode ser comparada com a de gerações passadas? As realidades são completamente diferentes, temos mais recursos disponíveis para a informação e auxílio na educação e ao mesmo tempo temos problemas estruturais gravíssimos (quando o assunto é educação na escola), agora, a dita educação de berço, é um universo completamente particular, é impossível generalizar dessa maneira.
      Comparar pais é pior ainda e também, como comparar pais e ainda sob uma forma generalizada sob o contexto tempo?
      E qual o benefício em saber se quem opinou tem filhos ou não? Quem não é pai, pensando ou não em gerar não tem peso de opinião quando o assunto são filhos?
      Sob essa circunstância, só teria o direito de defender os deficientes físicos quem é deficiente? Direito aos indígenas como demarcação de terras que é índio? ou o transporte público apenas aquele que sofre diariamente com um sistema sucateado?
      É preciso ser educador para falar de educação?
      Desculpe se essas perguntas que fiz parecem torpes mas essas perguntas pontuadas são um tanto ofensivas em um ambiente de livre opinião.

  133. Miréia disse:

    Minha Mãe e minha tia apanharam bastante quando eram crianças e isso não foi nem um pouco prejudicial para elas, são duas pessoas de um caratér inquestionável.
    Criança tem que levar palmadas sim, ainda mais aquelas crianças birrentas e mal educadas que todos nós sabemos que tem por aí.
    É por isso que nas escolas hoje em dia, os alunos xingam, batem e até matam os professores, por causa de leis imbecis como essa.
    Tem tanta coisa muito mais importante no Brasil que precisa ser resolvida, e tem umas antas que se preocupam com esse tipo de coisa?
    Vai catar coquinho………..

  134. Bartira disse:

    Esse é um assunto que gera sem dúvida muita reflexão. Eu tenho uma filha de 5 anos, e sei que o diálogo pode ser bem cansativo quando o que está em questão é um banho rápido, vestir essa ou aquela roupa, principalmente quando já estamos atrasadas para sair. Eu já perguntei a ela como ela entenderia que o que a mamãe está falando /pedindo/mandando é importante e deve ser feito. Ela tem respostas ótimas, e na maioria das vezes sigo sua recomendação e uso de suas respostas para fazer com que ela me obedeça. às vezes funciona, às vezes não. Educar deve ser isso, tem que ter tempo, que é o que nos falta hoje em dia. Bater é uma solução imediata e chega uma hora que a criança fica resistente, dependendo da personalidade. Já o castigo, o ‘ir pensar no quarto’ , precisa da atenção e disponibilidade da criança e dos pais e pode funcionar melhor, mas a correria complica o processo. Eu acho complicado uma lei que proiba a palmada. Sendo bem exagerada, visualizo as crianças ligando para o 190 e processando o seus pais. Uma reflexão sobre o modo como eu educo e quais são as minhas possibilidades e limites como mãe, é isso que é. Parabéns pelo texto, Sakamoto!

  135. Pedro Oliveira disse:

    Adoro o blog e compartilho com várias idéias do autor, mas nessa sou contrário.

    Primeiramente há diferenças entra dar palmadas e bater, muitas pessoas nos cometários que são a favor disseram que apanharam dos pais, isto é, não levaram as palmadas e sim sofreram agressão física que é crime.

    Somente a palmada nunca educou e nunca vai educar, assim como somente conversa e dialogo nunca sozinhos irão educar. Criar filhos é todo um conjunto de fatores que junto irão formar os adultos. Então o melhor de tudo é uma maior participação na vida dos filhos sendo tanto a conversa quanto a repreesão que irá realmente ajudar alguem.

    Não há como citar exemplos pois nosso país é grande demais, com várias culturas e historias, então não vejo forma de padronizar a educação moral pelo governo.

  136. Felipe disse:

    A mlehor forma com certeza não é o tapa. Uma solução viável é o castigo e a recompensa se a criança se comporta bem. Quanto mais bom comportamente mais incentivo à ela. è assim que tem que funcionar. Por exemplo, deixar um moleque um tempo sem sua bola de futebol ou video-game.

    • Caçador de pitbulls disse:

      Ou seja, o moleque aprende a barganhar. Aí cresce e vai ser deputado em Brasília. O resto a gente já sabe…

  137. Gerci Monteiro de Freitas disse:

    Sakamoto,

    Como podemos perceber pelos comentários postados, esse tema gera muita polêmica. Você defende com bastante clareza o seu ponto de vista, mas acho que todos os lados têm um pouco de razão. Quem sabe no futuro consigamos educar nossos filhos apenas com o diálogo e sem punições, eu particularmente acharia ótimo, pois também não partilho da idéia de dar palmadas em crianças, vamos esperar e ver se essa lei cola, tomará.

  138. Carolina disse:

    Uma questão aos que defendem a violência ( mesmo que um “tapinha”) como disciplina:

    Ser pai nos dá o direito de bater nos nossos filhos? Por que?

  139. Lila Mãe de 1ª viagem disse:

    Gente o meu filho tem 1 ano e 5 meses e eu tenho uma afilhada de 1 ano e 8 meses, ou seja idades bem próximas e comportamentos diferentes; meu filho é forte e mandão, mas tb é carinhoso e muito esperto, a maioria das vezes entende o que queremos apenas com palavras e maneiras de expressão; ela é muito agitada e esperta tb, quando está no seu ambiente fica mais segura e mais a vontade tb…
    Mas as vezes não é fácil e quando a teimosia e pirraça falam mais alto, coloco-o de castigo dentro do cercadinho e falo pra ele que ele vai ficar lá porque não obedeceu a mamãe, ele fica sem chorar e depois de uns minutos quando o tiro, ele não faz mais. A criança também aprende por associação e imita tudo que os grandes fazem, temos o costume de ler a noite para relaxar um pouquinho e espalhamos os brinquedos dele pelo quarto para que ele fique brincando enquanto lemos… mas para nossa surpresa ele passou a se interessar mais pelos livros do que pelos brinquedos e finge estar lendo tb!Muito engraçado!Quando eu era pequena, quem dava castigo era o meu pai e a minha mãe as palmadas… sabe quem impunha mais respeito? O meu Pai… bastava olhar pra mim que eu aquietava. As palmadas eu esquecia e quando a minha mãe batia eu dizia a famosa frase:”nem doeuuuu…” rsrsrs
    Hoje tento passar pro meu filho, os melhores ensinamentos da minha infância, as lições que me fizeram aprender e entender melhor o que é certo e errado, o que se pode ou não fazer. Infelizmente algumas escolas tiraram do seu currículo, Religião e a matéria de Moral e Cívica, que também me fizeram entender muita coisa da vida, questões sobre o amor, a humanidade, sobre onde o nosso direito começa e termina…
    Sou nova no papel de mãe e felizmente tenho um bom companheiro para me ajudar na criação do meu príncipe e sei que ainda temos muito chão pela frente.
    Esperamos fazê-lo um homem de bem, humano,capaz e amoroso e também que saiba reconhecer e respeitar o que o Criador nos deixou, a nossa vida e a vida do nosso próximo.
    Se você ensinar amor ao seu filho, ele espalhará amor também por onde passar. Ter filhos é muito fácil, difícil é criá-los com discernimento e sabedoria, amor e paciência… mas dá pra fazer é só tentar!
    Beijo a todos os que são, os que querem e os que vão ser papais e mamães, fiquem com Deus!

  140. Rodrigo disse:

    Como sempre um texto sintético e primordial. Conclusão melhor não poderia ter “Que os críticos dela tenham vida longa para ver de perto um mundo que acharam não ser possível criar. ” Parabéns!

  141. Pedro Henrique disse:

    Para resumir o debate:
    quem quer punir, usando as palmadas – teme ser punido (com a nova lei).
    quem tem a intenção de não bater, não teme a nova lei – vê a lei como um incentivo para diminuir a violência.

    entenderam? quem quer punir batendo não quer ser punido.

    • Carolina disse:

      Concordo! Ótima colocação!

    • Caçador de pitbulls disse:

      Aí, quem não pune hoje, amanhã está reclamando da impunidade de jovens e adolescentes que tocam fogo em índio e batem em professor…

      Entenderam?

      • Pedro Henrique disse:

        Os punidos podem virar caçadores de pittbulls?
        Você afirma que se os garotos tivesem tomado uma “boa” surra ou dezenas delas, não poriam fogo do índio? Se assim fosse, nas prisões só existiriam pessoas que tiveram palmadas? Por isto resolveram matar?

      • Caçador de pitbulls disse:

        Ninguém está falando de surra, seu idiota!! Pare de colocar palavras na boca dos outros…

      • Caçador de pitbulls disse:

        Ha, respondendo à sua pergunta: geralmente quem não apanha acaba virando criador de pitbull, e sai por aí ameaçando os outros com seus bichinhos…

  142. Carolina disse:

    E como podemos garantir como foi a criação desses jovens? Será que essa violência não é reflexo do que aprenderam em casa?
    E limite só se estabelece com punição física?
    Entenderam?

    • Caçador de pitbulls disse:

      E quem pode garantir que não foram criados na base do diálogo? Como eu já disse em outro comentário, a estupidez dessa lei está em querer uniformizar a maneira de educar e impor limites. Infelizmente, tem criança que só entende a linguagem da palmada. Outras são receptivas ao diálogo. Quem deve discernir qual é o melhor método são os pais. Para coibir eventuais abusos existe a Lei Penal…Entendeu?

    • Carolina disse:

      Entendi que você possui um ponto de vista diferente do que acredito.

      Independente de termos leis ou não, eu acho que não temos o direito de bater em ninguém, ainda mais quando estamos em posição de vantagem física.

    • Caçador de pitbulls disse:

      Do que jeito que vc fala “vantagem física”, parece que estamos falando de um pai ou mãe que espanca o filho até sair sangue! Menos, menos…Palmada não é porrada, coloquem isso nas suas cabeças!

    • Carolina disse:

      Se você visse alguém dando uma “palmada” no seu filho de 2 anos porque ele foi mal criado com a pessoa, você aceitaria ?

      Se sim, porque você se incomodaria? Ele estaria te ajudando a educar seu filho à sua maneira. Afinal uma palmada não faz mal a ninguém, ainda mais quando quem recebe não tem condições físicas de se defender. Não é mesmo?

      E para alguns pais, bater de cinto, dar chinelada também é uma “palmada”. Ora, o limiar do que cada um considera como violência pode ser muito diferente.

      • Grace OLsson disse:

        Nao…nao aceitaria e vou mais além:se uma pessoa surrar uam crianca diante de mim, eu a expulso da minha casa, e se for na rua, chamo a policia.

        • Caçador de pitbulls disse:

          Na sua opinião, quem se encontra mais idefeso:uma criança diante de um adulto ou um feto diante de um médico aborteiro?

      • Einstein do Nascimento disse:

        A pequena diferença é que eu sou responsável pelo meu filho. E teoricamente eu tenho q saber o q é melhor pra ele. Se eu tiver cometendo algum crime, pedofilia… Tenho q ser punido severamente por isso. Uma palmada (diferente de espancar) é pra ser usado no limite, quando o filho não ouve mais. E isso impõe limites quando criança.

        Daqui a pouco vou ter que pedir permissão pra não sei quem para colocar meu filho de castigo… porque estou privando o direito dele de ir e vir…

        • Proftel disse:

          Einstein do Nascimento:

          Isso de “pedir permissão pra não sei quem para colocar meu filho de castigo” já está acontecento nos EUA com filhos de pais separados em alguns Estados a muito tempo (uns dez anos).
          Só agora uns caras por lá começaram a pensar que a coisa não é bem assim.

          Pena que já é tarde.

          :-/

      • Proftel disse:

        Carolina:

        Desculpe a intromissão no seu flerte com o “Caçador de pitbulls”.

        Interessante essa colocação: “… alguém dando uma “palmada” no seu filho de 2 anos porque ele foi mal criado com a pessoa, você aceitaria ?”.

        Uai!

        Depende!

        Se for gente da família e o guri fez coisa errada, desçam o lenho.

        No fundo é bom prâ gurizada saber que não é só o Pai que está por perto, sempre tem mais alguém de olho.

        Se o guri não fez merda a gente consola se fez, leva mais uns cascudos porque geralmente brincadeira maluca de criança quem paga é o véio.

        Estranhos não, se estranho relar a mão é briga de família e geralmente uma delas se extingue na faca ou na bala.

        Dar com o cinto, chinelo ou “reio” (chicote) é coisa que se faz em locais apertados tipo casas de suburbio ou apartamentos, é coisa de urbanóide.

        Casas grandes ou fazendas se faz esperar o “arisco”, quando chega é só puxar pela orelha.

        Se continuar “arisco”, melhor um “seminário” prá ajeitar o guri.
        :-)

    • Caçador de pitbulls disse:

      Se você visse uma pessoa dando uma bronca no seu filho você também não ficaria ofendida, mesmo sendo o seu método de educar? Cada um deve cuidar do seu filho. Só eu tenho autorização para repreender o meu filho. Quanto aos limites do que é aceitável ou não, dependendo do que vc fala para o seu filho, pode ser mais prejudicial do que bater. E aí, vai punir o pai ou mãe que dá uma dura no filho por violência psicológica?

    • Pai da Carolina disse:

      Carol,

      Agora chega. Vc perdeu teus modos.
      Vai levar chinelada no bumbum hoje!!!

      Ass.: Papai.

    • Carolina disse:

      Só espero que meu pai não seja o “caçador de pit bulls” nem o “aquinate”.

      Caçador
      Dependendo de como a pessoa falasse com o meu filho, se não fosse da maneira como eu ajo, eu iria me incomodar sim, da mesma forma que me incomodaria com uma palmada.
      Acredito que além da agressão física, há outros tipos de violência que não concordo( não só com as crianças).
      Para encerrar essa questão, pois pelo jeito, vc cria seus filhos de uma maneira e eu de outra, eu acho que independente da lei, temos que refletir nosso papel como pais.
      O que me tranquiliza, é que essa lei (aprovada ou não) não me atinge, pois a autoridade e respeito que crio a cada dia com meus filhos, foi conquistada com muita paciência e dedicação. Erramos muitas vezes, mas mesmo assim, meu coração está tranquilo, pois a violência nunca foi opção para que eu construa um limite à edução dos meus filhos.

    • Caçador de pitbulls disse:

      Prá quem não se sente atingida por essa lei acho que vc está muito empenhada em mostrar que tem razão…

    • Carolina disse:

      Sou a justiceira das criancinhas agredidas…por isso!

  143. Eliane disse:

    num mindo onde DS, playstation e tv sao babas e pai bom é aquele que da presente caro, claro que palmada virou fim do mundo.
    Um tapa na fralda nunca matou ninguem e muitos sao os casos de crianças violentas que nunca levaram um tapa.
    Educaçao boa é aquela com presença humana. Seja pai, nao seja amigo, respeito o jardim secreto de seu filho.Seja companheiro, nao seja baba, interaja, questione, faça pensar este individuo que esta a 1000 por hora num mundo tao louco e por ultimo se necessidade de chamar atençao da criança for maior que sua criatividade, dê um banho frio que a manha passa.

  144. Denize disse:

    Parabéns Sakamoto, comentário perfeito…

  145. Zé Brasil disse:

    Alguns (as)são contra dar umas palmadas em crianças de 1 até 11 ANOS, e são a favor de matar crianças de 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 MESES. Qual a diferença? idade cronológica? Se tua mãe tivesse te abortado com 3 meses, tu não estarias aqui colocando comentários. PENSE!

    • AQUINATE disse:

      @ Zé Brasil

      Muito bem colocado.

      Aos liberais de plantão, o que é mais abominável? Corrigir FISICAMENTE por amor, ou ASSASSINAR por conveniência/egoísmo (e com as bençãos do todo poderoso Estado/PT) ?

      @ Carolina

      Só falta vc dizer aquela besteirada de “mulher tem direito de abortar”, “o corpo é dela”, “embrião/feto não é vida”, etc.

      Mas por favor não fale, não é o assunto deste post.

      • Carolina disse:

        Aquinate,
        Não tire conclusão pessoais, pois você não tem direito e nem conhecimento para isso.
        Contra a falta de argumentos há a agressão (mesmo que por palavras). É lamentável essa postura.
        O que estamos promovendo aqui é um debate, ainda que com muitas contradições, onde todos coloquem suas posições, respeitando (na maioria das vezes) à dos outros.

      • AQUINATE disse:

        @ Carolina

        Me desculpe, eu agi errado mesmo.

        Mas, honestamente: por qual razão vc defende tanto que aos pais não existe o direito natural de uso de força física para educar?

        É justamente a razão e o amor que permitem ponderar a diferença entre punição (física) necessária e agressão!!!

        Desculpe, mas faltam evidências de que “diálogo” resolva tudo. De fato, o tapa, palmada, chinelada, etc. têm seu lugar como medida extrema.

        Se fosse o contrário, teríamos um sem número de psicopatas, traumatizados, desequilibrados.

        Sabe, a segunda pior coisa, depois de “não ter escrúpulos (espancar um filho)”, é “viver de escrúpulos (colocar a “palmada” ou “chinelada” como mal raiz de algo).

        Cuidado Carolina… Pense um pouco mais.

      • AQUINATE disse:

        @ Carolina

        Só um detalhe…

        Tiro conclusões quando eu quiser, não é vc quem me dirá, ainda mais que, aqui, todos nos baseamos naquilo que os comentaristas expõem (e se expõem).

        Aqui, todos nós somos o que expomos. Logo, meu julgamento vem calcado sob tuas palavras.

        Essa é a ética do debate num ambiente desses.

        E sobre opiniões, acredito que devemos respeitar a LIBERDADE de uma pessoa ter determinada opinião… NUNCA a opinião.

        Caso vc deseje respeitar uma opinião, o pressuposto é a medida que ela reflete a verdade.

      • Carolina disse:

        Aquinate,

        Você tem toda a liberdade de expressar sua opinião, desde que tenha certeza a respeito do que está falando. Ou não?
        Quem te disse que sou a favor ou contra o aborto?? Em que momento dos meus comentários eu disse isso?

        Como as coisas estão indo pro âmbito pessoal, e acredito não ser esse o objetivo do post, estou encerrando meus comentários a respeito desse post de hoje, que Sakamoto escreveu tão bem.

        Não quero convencer ninguém a mudar de opinião.

        Para encerrar essa questão, pois pelo jeito, assim como o Caçador, vc cria seus filhos de uma maneira e eu de outra, eu acho que independente da lei, temos que refletir nosso papel como pais.

        O que me tranquiliza, é que essa lei (aprovada ou não) não me atingirá diretamente, pois a autoridade e respeito que crio a cada dia com meus filhos, foi conquistada com muita paciência e dedicação. Erramos muitas vezes, mas mesmo assim, meu coração está tranquilo, pois a covardia nunca foi opção para que eu construa um limite à edução dos meus filhos.

        Boa sorte a todos e que nossos filhos sejam seres melhores do que somos/fomos.

  146. Eureka disse:

    Chama-se aborto a expulsão espontanea da criança antes do tempo normal. Chama-se assassinato matar uma criança (José ou Maria) dentro da barriga da mãe.

  147. Fico surpresa como as pessoas insistem em práticas ultrapassadas.

    Se temos uma opção ao bater, se sabemos que isso NÃO É NECESSÁRIO, por que as pessoas insistem em continuar batendo?

    Uma das respostas é simples. Por que quando o adulto bate na criança ele alivia a SUA raiva. Ao bater ele descarrega suas frustrações, seu nervosismo, e muitas vezes junto com a palmada vão outros tipos de acúmulo emocional, de assuntos mal resolvidos que não necessariamente tem a ver com a criança.

    É uma descarga.

    Outra resposta é que as pessoas simplesmente não sabem qual é a alternativa ao bater. Elas imaginam que a criança que não apanha fica sem limites, o que é um grande equivoco. Existem muitas maneiras de se colocar limites em uma criança, como por exemplo o simples segurar, sem machucar, para evitar uma ação.

    Mais interessante ainda são aqueles depoimentos que dizem: “Eu mereci”, “ajudou a formar meu caracter”, como se a violência fosse uma alternativa aceitável para inserirmos dentro de nossos lares.

    O caracter de uma pessoa não se constrói com violência. Exemplos de amor, de PACIÊNCIA, de calma, de auto controle, de honestidade com os próprios sentimentos e com os sentimentos da criança, esses sim formam o caracter.

    Como psicóloga e mãe, sei que muitas vezes pode parecer tentador resolver uma situação de estresse com um “tapinha”. Sei que o diálogo, o exercício da paciência, do auto controle e o trabalho com as próprias emoções de quem educa, é um trabalho constante. Mas posso garantir que vale muito a pena.

    Violência gera violência. Amor gera amor.

    • Caçador de pitbulls disse:

      Devemos tratar bandidos com amor, então?

    • AQUINATE disse:

      @ Caçador e sra. Kraiser…

      Acho que se a gente acender um ‘brown’, as energias (sic!) ficam mais positivas e a gente estabelece melhor o canal de conexão com a consciência infantil…

      Ah, tenha dó sra. Kraiser. A senhora deveria ter aprendido de psicologia com minha avó, uma italiana de tal reserva moral e entendida da vida (sem viagens) que te colocaria no devido lugar.

      Pessoas como a senhora são as que colocam pais como monstrons indignos dos filhos!!!

      Quem fica com discurso anti-palmada (que nada tem a ver com espancar filhos ou descarregar raiva) não sabe como “dói” TER que usar de palmada como último e necessário recurso.

      Fica a velha máxima filosófica: a boa ação deve ser agraciada e o desvio deve ser punido! Sempre!!!
      (que se comece em casa, então, formando filhos e filhas decentes e cientes de limite, não pseudo-príncipes cheios de psicologismos e direitos!!!)

  148. Caçador de pitbulls disse:

    Justiceira? Isso é coisa de gente violenta…

  149. Polo disse:

    essa lei é um marco na vida do pais, negando moralmente o espancamento infantil …. a lei nao visa o pai responsavel que da uns tapinhas para correção, ela visa o mau pai, que desconta nos filhos a sua raiva do mundo…

    • Caçador de pitbulls disse:

      Concordo, o problema é que essa lei tá com uma cara daquele tipo de lei que mira no que vê e acerta no que não vê…

  150. Sim. Faz parte do trabalho de re-socialização de um indivíduo.

    Infelizmente existem psicopatologias que não tem cura, mas isso não significa que devemos tratar a pessoa violenta com mais violência ainda.
    Para indivíduos com doenças temos os manicômios judiciários.

    Hoje, nosso sistema presidiário é repleto de violência. O sujeito sai da cadeia muito pior do que entrou. Simplesmente não funciona. Como eu disse, violência gera violência.

    O ideal seria que ele pudesse se recuperar, aprender a conviver em sociedade, trabalhar e sair da cadeia com uma opção de trabalho ao invés de fazer carreira no crime.

    Assassinos em série, psicopatas, e pessoas com doenças psiquiátricas que representem uma ameaça a população, precisam ser afastadas do convívio social para a segurança das pessoas. São um caso a parte. Isso não significa que essas pessoas devem ser tratadas com violência, mesmo porque não resolve em nada.

    De qualquer forma, os nossos filhos, não são bandidos. Este é um outros assunto.

    O ideal seria que as pessoas saíssem do “Eu acho” e dessem uma olhada nas pesquisas científicas, nas estatísticas. Com dados concretos, temos os argumentos que sustentam a lei.

    Bater não é necessário. Não é eficiente. Se fosse assim, as crianças que apanham não fariam nenhum tipo de desobediência novamente. Bater gera raiva, gera MEDO, gera formas de fazer o que se quer escondido.

    Com diálogo, com paciência, cria-se CONSCIÊNCIA que é o que nos difere dos animais.

    O cão não sabe dialogar. Por isso ele morde. Nós temos a OPÇÃO de diálogo que permite CRIAR consciência sobre um comportamento, sobre um assunto.

    A consciência não se cria imediatamente. Muitas vezes temos de repetir uma mesma conversa várias vezes até que se abra espaço para essa conscientização. Leva tempo, dá trabalho é verdade. Mas é eficiente.

    Que tal REFLETIR sobre esse ponto de vista. Você que discorda não é obrigado a concordar, mas peço que reflita:

    Se você pai/ mãe soubesse que PODE EDUCAR E IMPOR LIMITES SIM, sem bater, você preferiria?

  151. Marcelo disse:

    Cara Lis …

    Leia o que escrevi antes de fazer comentários sem sentido sobre o que foi escrito. Eu disse que existem coisas mais importantes para se aprovar do que lei antifumo, lei do casamento gay e lei da palmada. Só nesse sentido envolvi o governo. O problema do brasileiro é que ele entende parcialmente o que foi colocado, e acha que isso é uma critica generalizada.
    Preste atenção na satira da árvore .. o que eu disse é q não adianta fazer o pai parar de bater no filho, se o pai é mal educado, pq o avô foi mal educado.. “não adianta arrancar uma folha, a raiz continua crescendo” … A falta de educação desse país é sim um problema .. inclusive, seu, meu e de todo o governo.

  152. Sakamoto,

    Bacana sua visão e, ao longo do tempo, venho mudando minha opinião em relação a isso. Vivemos novos tempos e não precisamos nos prender a um modelo arcaico de educação, que, além de ser comprovadamente bom (e mais fácil), também tem seus pontos negativos – e que são muitos, como você enumerou.

    Digo isso porque já tomei algumas palmada, nada que tenha doído bastante fisicamente mas que me ensinaram a caminhar na linha. Devemos relembrar que a violência provoca o temor, e o temor pode ser uma arma perigosa durante o desenvolvimento da criança/adolescente.

    Obrigado por me fazer pensar de uma nova maneira.

    Abs,
    Tiago

  153. Luiz Carlos disse:

    PL nº. 2.654/03(sancionada no dia 14 passado) contra o uso de punições corporais, e castigos com agressões físicas, contra as crianças e adolescentes mesmo para fins pedagógicos. A recém intitulada “Lei da Palmada”. A lei muda um texto do ECA também.
    As principais mudanças propostas pela lei está no Artigo 18 do ECA. A definição de “castigo” passa a ser incluída no artigo 18 do Estatuto como “ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso da força física que resulte em dor ou lesão à criança ou adolescente”.

    Ao contrário do que se falou nos últimos dias, a lei define, no texto, quais são as ações punidas:
    • Palmadas
    • Beliscões
    • Tapinhas na mão
    • Pontapés
    • Puxão de cabelo
    • Rejeição ou desqualificação da criança ou do adolescente
    • Bater com a mão ou com um objeto (vara, cinto, chicote, sapato, fios)
    • Xingamentos, humilhações
    • Castigos excessivos, recriminações, culpabilização
    • Ameaças
    • Uso da criança como intermediário de desqualificações mutuas entre os pais em processo de separação
    • Responsabilidades excessivas para a idade
    • Sacudir ou empurrar a criança
    • Clima de violência entre os pais e de descarga emocional em cima da criança
    • Obrigá-la a permanecer em posições incômodas ou indecorosas
    • Obrigá-la a fazer exercícios físicos excessivos.
    • Surras
    • Chacoalhar a criança.

  154. Luiz Carlos (O velho) disse:

    O projeto(PL-2654/2003) foi proposto pela deputada Maria do Rosário – do PT/RS, em 2 de dezembro de 2003.

    Desde a mais remota antiguidade sabe-se que, ao criar uma nova lei, de certa forma o governo está,também, criando novos criminosos. No Brasil há mais de 400 mil presos e alguns outros milhares aguardando captura.

    O rumoroso caso da modelo e o goleiro, mostrou o quanto é inútil leis pretensiosas. No caso, a vítima de maus-tratos denunciou formalmente o agressor, gravou um vídeo e fez uma matéria num Jornal, na frente da delegacia da mulher.A moça, inclusive, foi abandonada grávida e o DNA só foi feito 8 meses depois da denúncia.

  155. Eu sou a favor de bater até em adulto! A surra de chibata, se fosse adotada como pena para diversos crimes em nosso país, com certeza iria fazer muito marmanjo pensar 3 vezes antes de cometer o mesmo crime pela segunda vez… Escrevi sobre isso um dia desses: http://nanoberger.blogspot.com/2010/05/contrata-se-se-carrasco-com-experiencia.html

    Saudações!

  156. Gostei tanto do seu post que me inspirou a escrever o meu sobre o assunto!
    Convido a ler: http://divinastetas.blogspot.com/2010/07/forca-e-opress.html
    Até

  157. Grace Olsson disse:

    Sakamoto,

    vamos combinar uam coisa: o pai ou mae que apoia a palmada é, na verdade, refém de seus próprios medos e traumas.
    A maioria deles apoia a palmada por que já nao sabe como lidar com a falta de limites que deveriam ser impostos aos filhos. Desde o comecinho da vida deles.
    A palmada vem, acredite, por falta de controle emocional. Ninguém me diga o contrário por que sou mae.E nao vamos ser hipócritas em dizer que a palmada nao dói, nao machuca, porq ue essa cartilha está atrasada e muito. No fundo, queremos falar: SERÁ QUE A PALMADA RESOLVE ALGUMA COISA?

    Claro que nao resolve. Se palmada resolvesse, os bandidos sairiam de uma primeira reclusao, curados…para nao mais coemter crimes.
    pensem nisso…A crianca rescinde no ato por que nao vê a palmada como uma resposta segura…

  158. Franco disse:

    Quem é contra uma palmadinha DADA PELOS PAIS para ensinar limites aos filhos, é porque não tem filhos, ou, se os tem, é adepto do “eles que se virem quando o mundo real vier”.

    Ensinar limites (usando uma palmadinha como último recurso) é um sinal de amor.

  159. Einstein do Nascimento disse:

    Vamos parar de acreditar e jogar toda a responsabilidade para o Deus Estado-Governo? O Governo já intervêm demais na nossa vida! E se essa intervenção fosse indiferente, poderíamos até ignorar.
    Quem n”ao sabe que não se pode espancar crianças? Agora proibir os pais de baterem… Daqui a pouco vão proibir dos pais gritarem com os filhos, porque pode constrangê-los… E sei lá o q vai vir depois.

    O Estado deveria só ser solicitado quando indivíduos não conseguissem se resolver… E o problema iria escalonando as instancias até chegar no nivel de nação… Não pedirmos por favor para o estado para podermos educar nossos filhos.

    Os pais tem que ter bom-senso e se responsabilizarem por isso. Simples assim.

  160. Proftel disse:

    Caramba!

    Há uma diferença brutal entre espancamento observado em pais urbanóides estressados e corretivos físicos.

    Sakamoto colocou algo interessante que contesto a saber: “…o ser humano evolui, a sociedade evolui…”, costumo questionar onde se deu evolução dos dois nos últimos quarenta anos.

    Antigamente a molecada ia prá roça acordando cedo e dormindo cedo moído de tanto trabalhar, não havia tempo para pensar em drogas, no máximo o próximo “arraiá” do santo do mês.

    Quando a gente fazia alguma besteira (nas férias eu ficava em Ponta Grossa nalguma fazenda dos meus tios e pegava no batente sem dó com os primos) como entrar num melancial, pegar as melancias “verdes” (pequenas) e jogar em cima das grandes para comer só o “miolo” das grandes sem semente (digo prôceis, é mesma coisa que mel), errar a visada e acertar um beija-flor ou curruíra, entrar no paiol com vela acesa, mexer na caixa de dinamite para pegar (havia mina de cal) pavio e brincar de “buscapé”, não limpar as espingardas sábado de manhã (depois da noite varada na caça atrás de tatús ou veados) era imposto corretivo físico ou psicológico a saber:

    - Físico: Debulhar milho (uma debulhadora manual que arrebentava os braços da gente de tanto girar manivela). De acordo com a “falta” eram “x” sacos de milho a serem debulhados.

    - Psicológico: O infeliz na próxima festa deveria ficar de guarda no rancho (aqui chamam de “sede da fazenda”) com as “meninas” enquanto o Tio/Tia/primos estivessem na festa do santo do mês (e quem “fica” nessas condições não pode tomar vinho, deve estar com a espingarda (a 28 dois canos com chumbo grosso) “de pronto” (na mão) e com o “trêsoitão”, equidistante entre a porteira e o fogão a lenha (naquele tempo, década de 70 já haviam furtos e roubos em fazendas, hoje o povo procura a polícia, naquela época isso era resolvido por lá mesmo).

    A sociedade não evoluiu, só aumentou de tamanho e se concentrou nas cidades, grande parte dessa (mesma) prole hoje está trancada dentro de apartamentos fazendo o que? Usufruindo de Tecnologia, gastando energia e acumulando gordura.

    Jovens urbanóides de hoje aprontam, fazem o que lhes dá na telha sempre contando com aqueles pais que dentro do apartamento lhes deram segurança, nunca viram o mundo lá fora que é cruel, quando saem de casa depois dos dezoito anos acham que são os donos do mundo.

    Nunca levaram um tombo de árvore sozinhos, a vida deles sempre foi amparada.

    Muita tecnologia, muito tempo ocioso, energia gasta em academias de musculação, nenhuma produção, não sabem quanto custa ganhar dinheiro com suor do rosto.

    Há um “velho deitado” que versa: “Cabeça vazia oficina do Diabo”.

    Adolescentes urbanos de hoje não produzem porra nenhuma (talvez alguns videozinhos de sexo on-line como o veiculado hoje nos jornais), estão a virar “Emos”, “Skinheads” etc., tudo em prol da “educação”.

    Daqui uns dias surge uma tribo de “Botocudos” a saborear carne alheia humana, a matar já começaram.

    A implosão da sociedade começa aí, falta do que fazer, há é uma “involução” social em áreas urbanas no que tange aos adolescentes, isso é extremamente perigoso, quando surgir o primeiro “Nero”, pobres de nós, será tarde.

    Comecei a trabalhar com carteira assinada aos quatorze anos porque meu pai não queria comprar uma motocicleta Yamaha 125-RS (havia um Dodge Charger R/T, uma “Brasília” e um “Chevette” zero na garagem para sete carros em casa). Meu pai com duas Imobiliárias e eu, fui trabalhar com um amigo dele que tinha também uma Imobiliária.

    Qual “filhinho de papai” faz isso hoje em dia?

    Desculpem o desabafo permeado por experiências próprias.

    ?

  161. Proftel disse:

    Pessoal, seguinte:

    Absurdo contra criança é não arrumar local seguro prá eles brincarem.

    Dêem uma olhada nisso, insiro o link logo após o texto:

    ” O adolescente Josiel Miguel do Carmo, de 14 anos, morreu nesta quarta-feira (28) em Mongaguá, no litoral de São Paulo, quando corria atrás de uma pipa.

    De acordo com moradores da Vila Seabra, onde ocorreu o acidente, o garoto tropeçou em uma lajota solta na rua e bateu a cabeça no chão. A lajota fazia parte de entulho de uma obra de responsabilidade da Sabesp.

    “Ele tropeçou no paralelepípedo e bateu a cabeça forte no chão”, disse a manicure Maria José dos Santos.”

    Link:

    http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/07/garoto-morre-no-litoral-de-sp-apos-tropecar-em-pedra-solta-na-calcada.html

    :-/

  162. Porrada
    Agredir crianças é torpeza indesculpável em qualquer circunstância. A defesa da infame “palmadinha” reproduz a tolerância popular com os abusos cotidianos praticados por autoridades públicas. Afinal, tem gente que “merece” levar uma surra dos policiais.
    Qual seria o equivalente adulto da hostilidade educativa? Que tal desferir um tapa na cara de todo motorista que burla regras de trânsito? Ou apertar as banhas de quem joga lixo na rua com uma chave inglesa? E não é bom também dar umas cintadas na mulher, para ensiná-la a se comportar?
    O lamentável disso tudo é que o demente, quando se torna pai, desconta as violências da própria infância em seres inocentes e indefesos, que não podem responder à altura. Na hora de encarar gente do seu tamanho, o machão afina.

  163. barbarela disse:

    Comparar um feto, que não é um indivíduo formado, pleno e “independente”, com uma criança, além de inapropriado é patético. O saco gestacional de 1 mês, sente, raciocina e tem consciência exatamente como os seres formados e nascidos…Quanta balela.

    Seja contra a legalização do aborto, mas por favor, encontre argumentos mais racionais do que esse. Adoro como os homens e as machistas de plantão transformam a mãe em incubadora insignificante, ainda que o feto seja totalmente dependente dela.

    Mas a lógica é pertinente. Quem acha natural bater, dar palmadas não entende que educa-se uma criança para viver na coletividade, no quão sério é educar alguém. Justamente por isso eles acham que fazer filho é assumir responsabilidade, a responsabilidade´é colocar no mundo, não criar com civilidade. Parabéns, vc é um verdadeiro pitbul.

  164. [...] Um tapinha em criança dói. E por muito tempo [...]

  165. Camila disse:

    Acho que além de ser agressiva, uma pessoa precisa ser muito burra para precisar apelar pra porrada para conseguir explicar para uma criança porque ela está errada.

  166. [...] Um tapinha em criança dói. E por muito tempo(link blog do sakamoto) [...]

  167. Mariel disse:

    Adorei as colocacões e também quando citasse a questão do trabalho infantil.
    Já morei na Suécia e estou voltando em pouco tempo pra me estabelecer lá. Lei semelhante a nossa existe há cerca de 30 anos e hoje nem sequer se levanta o debate, castigo físico é relacionado a época medieval.
    Pra mim esse debate que ainda se dá no Brasil tem muita relacão com a visão que se tem das criancas. Se na Suécia elas são cidadãs, no Brasil elas ainda são propriedade dos pais.
    A lei é um avanco e espero que sirva de “inspiracão”, que ajude a esclarescer os pais que vêem na palmada a forma mais eficaz de instrucão, ignorando suas consequências.