Acompanhe o debate entre os candidatos a vice-presidente
Acompanhe, a partir das 10h30, o debate Folha/Uol entre os candidatos a vice-presidente da República. Considerando que, na história recente do Brasil, tivemos dois vices que se tornaram presidentes (José Sarney e Itamar Franco), é bom saber quem são e o que pensa aqueles que podem assumir o mais importante emprego do país caso alguma coisa dê errado…
(Deixei a janela com o vídeo embutido ficou aqui durante o dia. Agora, para acessar o debate, clique aqui.)
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Nunca imaginei que ia falar isso, mas os candidatos a vice são de um nível mais baixo que os candidatos à presidência…
Vendo o vice de Dilma, lembro-me que sempre me intrigou a aliança de Lula com o PMDB. Ele não precisava dessa turma para vencer as eleições, pelo menos para Presidente. Mas, recentemente, Lula tornou clara a sua estratégia eleitoral, quando disse: “cada senador vale três governadores”.
É isso: ele quer o controle do Senado também. Com 80 bilhões de verba para obras em 2010 (dinheiro propositalmente retido do orçamento de 2008, 2009 e o de 2010), ele fará maioria tranquila na Câmara. Mas não digeriu, até hoje, a derrota que teve na votação da CPMF no Senado. Segundo interlocutores próximos, ele cismou que deveria controlar o Senado, a qualquer preço. Por isso, fez as composições regionais com este objetivo de adquirir maioria no Senado. Com isso, como já comentei, sacrificou Minas Gerais, obrigando o PT a se aliar ao Hélio “Praga do Egito” Costa. Triste papel para os mineiros Patrus e Pimentel, pessoas de bem e competentes, que seriam ótimos candidatos do PT, e estão agora aliados com Newton Cardoso, João Magalhães e outros do mesmo quilate (adversários históricos).
Com o controle do Senado – e então do Congresso – “eles” poderão aprovar as mudanças constitucionais que quiserem, inclusive as famigeradas propostas de liberação do aborto e outros delírios esquerdistas. Poderão ampliar o alinhamento com Chaves e o seu bolivarianismo e, certamente, o farão.
Mas qual será o preço a ser pago por essa aliança espúria? Qual será o papel desse vice, Michel Temer, nesse governo? Dilma terá paciência com essa máfia do PMDB, no seu apetite inesgotável por cargos? Ou vai continuar dando murros na mesa, destratando ministros e impondo a sua vontade autoritária?
Uma coisa é certa: a primeira medida do governo Dilma será recriar a CPMF !!!
A chamada correta da matéria deveria ser: Acompanhe o debate entre “alguns dos” candidatos a vice-presidente.
Vc, logo vc, corrobora a CENSURA imposta pelas 4 irmãs e suas cópias???
Onde estavam os outros 6 (SEIS!!!)???
Ai, mala…
O que vocês acham dos políticos realizarem concurso público para provimento de vagas nas três esferas de governo como todo cidadão?
Caros,
Pelos meus parcos conhecimentos, o ingresso no setor público para qualquer cidadão se dá através de concurso público, mediante edital de convocação, seja para efetivo seja para contrato temporário (que não necessariamente atende a um edital, mas pelo menos uma seleção é realizada, no caso do temporário).
Se o sujeito vai ingressar no Estado como servidor público por 4, 8, 12 e até 25, 30 anos, como ocorrem com alguns candidatos que não sabem fazer outra coisa a não ser “ser político”, por que cargas d água ele não passa por uma seleção ao invés de uma votação?
No Brasil para os cargos eletivos o candidatar só precisa respeitar as seguintes condições:
a) tenha nacionalidade brasileira ou condição de português equiparado;
b) esteja com pleno exercício dos seus direitos políticos;
c) tenha sido alistado;
d) domicílio eleitoral na circunscrição de pelo menos 1 (um) ano antes do pleito;
e) seja filiado a um partido político a pelo menos 1 (um) ano antes da eleição;
f) possuir a idade mínima requerida para o cargo até a data da posse
Já para provimento de vagas para professor, médico, gari, merendeira, promotor, fiscal do IBAMA, etc., há de se passar por uma peleja (cursinhos, exames médicos e psiquiátricos, antecedentes criminais, etc), sem a garantia de assumir a tão almejada vaga, como tem sido comum em alguns Estados, onde o candidato tem que se associar um órgão representativo ou mesmo entrar com um a ação judicial, não sei se é esse o termo, mas o fato é que além destas despesas e gastos o candidato “apto ao exercício do cargo” tem que reservar um dinheiro para despesas extras, que possam garantir o seu ingresso no serviço público.
Por que tem que ser diferente para “candidato a político”? Afinal, trata-se de um servidor pago com o dinheiro dos cofres públicos e deveria (deve) ingressar mediante concurso público como todos os mortais!!
Ana Lúcia
realmente os vices saõ pessimos tambem.olha o vice da DILMA, MICHEL TEMER. meu DEUS ninguem merece isso.
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