Como cultivar a exclusão social em São Paulo
Daqui a uma geração, quando estudarem a arquitetura de nossa época, além dos prédios em forma de melancia e dos espigões de aço e vidro azul, outra coisa, menos bonita por certo, chamará a atenção. Temos gasto muito tempo e inventividade para criar formas de excluir do convívio da cidade aqueles para os quais nunca abrimos as portas dos direitos econômicos – e isso não passará despercebido.
Reuni alguns desses métodos informais em forma de manual. Apesar de não estarem publicados e não seguirem padrões da ABNT, existem e fazem vítimas diariamente, ainda mais em noites frias e chuvosas como essas pelas quais estamos passando. Registrar isso serve para lembrar o quanto somos ridículos e ajudar o pessoal que vai nos julgar amanhã. Espero que não tenham dó ou piedade.
1) Áreas cobertas em viadutos, pontes, túneis ou quaisquer locais públicos que possam receber casas imaginárias do povo de rua devem ser preenchidas com concreto. A face superiora não deve ficar paralela à rua, mas com inclinação suficiente para que um corpo sem-teto nela estendido e prostrado de cansaço e sono role feito um pacote de carne velha até o chão.
1.1) Outra opção, caso seja impossível uma inclinação acentuada, é o uso de floreiras, cacos de vidro ou lanças de metal. É menos discreto, mas tem o mesmo resultado.
2) Prédios novos devem ser construídos sem marquises para impossibilitar o acúmulo de sem-teto em noites chuvosas.
2.1) Caso seja impossível por determinações estéticas do arquiteto, a alternativa é murar o edifício ou cercá-lo. A colocação de seguranças armados é outra possibilidade, caso haja recursos para tanto.
2.2) Em caso de prédios mais antigos, uma saída encontrada por um edifício na região central de São Paulo e que pode ser tomada como modelo é a colocação de uma mangueira furada no texto, emulando a função de sprinklers. Acionada de tempos em tempos, expulsa desocupados e usuários de drogas. Além disso, como deixa o chão da calçada constatemente molhado, espanta também possíveis moradores de rua que queiram tirar uma soneca por lá.
3) Bancos de praça devem receber estruturas que os separem em três assentos independentes. Apesar disso impossibilitar a vida de casais apaixonados ou de reencontros de amigos distantes, fará com que sem-teto não durmam nesses aparelhos públicos.
4) Em regiões com alta incidência de seres indesejáveis, recomenda-se o avanço de grades e muros para além do limite registrado na prefeitura, diminuindo ao máximo o tamanho da calçada. Como é uma questão de segurança, o fiscal pode “se fazer entender” da importância de manter a estrutura como está.
5) Cloro deve ser lançado nos locais de permanência de sem-teto, principalmente nas noites frias, para garantir que eles não façam suas necessidades básicas no local. Caso não seja suficiente, talvez seja necessária a utilização de produtos químicos mais fortes vendidos em lojas do ramo, como vem fazendo algumas lojas no Centro da cidade. A sugestão é o uso de um aspersor conforme o item 2.2, mas instalado no chão.
Já que não se encontra solução para um problema, encobre-se. É mais fácil que implantar políticas de moradia eficazes – como uma reforma urbana que pegue as centenas de milhares de imóveis fechados para especulação e destine a quem não tem nada. Ou repensar a política pública para usuários de drogas, hoje baseada em um tripé de punição, preconceito e exclusão e, portanto, ineficaz. Muitos vêem os dependentes químicos como lixo da sociedade e estorvo ao invés de entender que lá há um problema de saúde pública. As obras que estão revitalizando (sic) a região chamada de Cracolândia, têm expulsado os moradores da região – para outros locais, como a Barra Funda e Santa Cecília. Contanto que fiquem longe dos concertos da Sala São Paulo, do acervo do Museu da Língua Portuguesa e das exposições Estação Pinacoteca uó-te-mo.
Melhor tirar da vista do que aceitar que, se há pessoas que querem viver no espaço público por algum motivo, elas têm direito a isso. A cidade também é deles, por mais que doa ao senso estético ou moral de alguém. Ou crie pânico para quem acha que isso é uma afronta à segurança pública e aos bons costumes. Em vez disso, são enxotados ou mortos a pauladas (sem que ninguém nunca seja punido por isso) para limpar a urbe para os cidadãos de bem.
PS: Recado à turma que entalou um “tá com dó leva para casa” na garganta: cresçam.

Ótimo texto, Saka. Você tem uma especial capacidade de pegar esses temas espinhosos e colocar no nível do dia a dia da população. Parabéns.
Interessante as suas idéia, aliás gosto muito de lê-las. Quanto à expulsão dos moradores da cidade isso já faz parte de um plano diretor pautado na conservação e permanência das famílias donas do espaço público, o que não caberia os outros “impostores”. Lembra da passagem do Papa em Brasilia nos anos idos?`É preciso “camuflar os excluídos do convívio social” Parabéns pelas suas abordagens!!
Típico eleitor do Zé Pedágio…
Saka, os eleitores do medíocre, abjeto e ignóbil Zé Pedágio, bem como seus asseclas demotucanos, vão querer te matar!
Parabéns, brother.
É esse o objetivo do Sakamoto: ao colocar o fato descrito em seu texto como se fosse algo que só acontecesse em SP, ele faz a propaganda política que lhe interessa.
Comentarista e Sakamoto, os dois podem ir de braços dados morar em quelquer outro estado da federeção, pq isso tudo de ruim só acontece em SP. Ainda bem que no resto do país pobres e miseráveis são tratados com dignidade.
Matou a Pau ! Parabéns Rodrigo Leme !
Coisa de menino bobo de faculdade de filosofia (se bem que já tá meio velhinho pra isso), que lê alguma bobagem de KM e AG e já se acha um “zênio”. O japa do paraguai é fraco como pseudo-jornalista e muito pior como sociólogo, já que na verdade, faz a vez de advogado do PT, facção que acredita que tudo de mal “só existe em Sun Paulu”, e que o centro do mundo é Garanhuns. Na boa sujeito, larga a profissão e arruma um emprego de puxa-saco em Brasília…o Lulla e a Dilma quase não precisam…
e sempre mais facil tentar maquiar a realidade do que encara-la de frente, pois inevitavelmente teremos que encarar a parte que nos cabe, nossa meaculpa.infelizmente mesmo governo ditos populares nao encaram a situação na origem porque nao saibam como ou não queiram na realidade e so lembrar da fortuna na urbanização (maquiagem) de favelas no rio em que se gastou por casa mais do que comprar novas com linha de financiamento popular em que se mantiveram pessoas de forma irresponsável em area de risco e vimos, no fim, familias inteirar soterradas em lama e lixo .ate quando ficaremos satisfeitos achando que erradicamos a pobreza dando um cartãozinho para as pessoas sem investir adequadamente em educação e incentivos e desoneração as empresas e pessoas para criar novas opurtunidades de trabalho?so educação e trabalho trazem dignidade e realmente tiram as pessoas da miséria, o resto e manobra de estatística…e disso este governo sabe bem…
o mais e criar dependÊncia eterna com fim eleitoreiro…
Meus comentários
A cara de pau de Sakamoto é tão grande que ele de cara quer setar os lados na discussão.
De um lado, estariam as “elites”, cruéis e injustas, e de outro ele, o bonzinho, que luta pelos injustiçados.
Essa é a técnica da usurpação da bondade.
Ele define que é um ser “santo”, ungido de bondade, enquanto os outros são malvados.
Que todo esquerdista aprende a fazer esse discurso desde que sofreu doutrinação na escola e na universidade, quanto a isso não há mais dúvidas.
Mas é para isso que o questionamento cético aos esquerdistas e humanistas, que sugiro neste blog, serve.
Por exemplo, ele se preocupa com mendigos que “são enxotados ou mortos a pauladas”.
Seria uma preocupação justa, mas em nenhum momento ele se preocupa com as vítimas de assaltos, geralmente composta de viciados em drogas e coisas do tipo, que são grande parte daqueles que Sakamoto diz defender.
O mais grotesco, no entanto, é aquilo que Sakamoto define como sua principal área de preocupação: a discussão de uma nova arquitetura que evite seu uso por moradores de rua.
Não entende ele (ou finge não entender, hipótese que considero mais provável) que geralmente esse tipo de preocupação vem dos comerciantes, que pagam seus impostos e se preocupam com o afastamento de clientes.
Afastamento este que ocorre por que as pessoas naturalmente tem medo de assaltos e outros crimes.
Quanto mais se aproxima de regiões como a Cracolândia, em São Paulo, mais há o risco de assalto.
Só que Sakamoto não se preocupa com pessoas que executam um ato para tentar tornar a região mais segura.
Tudo que importa para ele é executar a técnica de usurpação da bondade.
Detalhe: essas pessoas que pagam impostos têm o direito de buscar algo que melhore a segurança de seus clientes (e sua própria segurança) e a redução do risco de se caminhar em uma região, SEM QUEBRAR A LEI. (E a discussão arquitetural está completamente amparada pela lei)
Os impostos pagos por esses cidadãos são exatamente aqueles utilizados pelo governo petralha aparelhado, que tem como BASE POLÍTICA gente como Sakamoto.
O mais importante é saber o seguinte.
O Sr. Sakamoto utiliza QUAL PERCENTUAL de sua renda como professor na PUC-SP para o auxílio de pessoas carentes? 45%? 50%?
Ele deveria deixar isso explícito em algum lugar de forma que pudéssemos consultar e ver se a “bondade” dele realmente é um fato ou só questão de carteirada.
Qual o carro ele dirige? Se ele resolvesse vendê-l
É isso mesmo, tá com dó leva pra casa, idiota. Aprende primeiro a escrever as coizas, depois vem passar liçao de moral. Sou eu ou ele, o mundo é assim. Não tá satifeito vai morar na Europa. Babaca.
Olá Rafael, que pena que vc existe. Até para escrever e expor as suas idéias vc o faz errado. Bicho, coisa se escreve com s. Toma jeito e vai “pensar” melhor.
Ah, Rafael, esqueci de dizer também que ao continuar escrevendo errado, a insatisfação vai ser sua. Tá tudo errado em sua maneira de falar. Corrija também a palavra s a t i s f a ç ã o. Estude mais pra ter o direito de inclusão na linguagem escrita, senão vc é que será excluído do mundo das “liguagens”.
Yesssssssssssssssss, Antonia!!!
Antonia , ainda que seja bem rude , o texto de Rafael representa o nosso grito contra pessoas que tentam transformar esta questão em mais uma estocada contra a ordem das coisas… não há vagas em sistemas de pernoite em SP ? E nos demais Estados ? Sempre vem uma mensagem subliminar contra esta cidade , contra este Estado , coisa do Sakamoto , o Coronel de ONG… E ele representa um monte de hipócritas , como um certo padre que andou fazendo lambanças por aí , com nosso dinheiro público e vem posar de Dotozinho , igual ao blogueiro. Por favor , reveja seus conceitos, antes de criticar… ah ! e só por conta da gramática correta , uma menção : seu uso do imperativo é também errado … usou ” toma e vai ” o que remete a segunda pessoa do singular ” tu” , enquanto , no texto , se refere ao Rafael , como ” vc “… Tá vendo : até para desmerecer a forma tem de saber , me desculpe , ser mais humilde e menos “muppet” !
Sakamoto, você é um democrata. Enquando blogs cortam comentários fora, você deixa o debate correr. Mesmo com gente esquisita como esse aí em cima. Parabens pela lição de cidadania.
Cris , au , au , au , coreretinh(o) a … a matilha já chegou ….
Hahahaha! Boa! Pelo menos você tem senso de humor!
Mas prefiro um miau-miau de um cara de argumentos frágeis (mas fofos) como você, ronronando nas pernas do Reinaldinho Azevedo.
Cuidado na hora de lamber seu pelo. Vai saber o que ele jogou em você, né?…
Interessante , mas sempre que aparece alguém no sentido oposto ao do escritor , o objetivo é de imediatamente descredenciar a pessoa que está comentando … Isto não parece democrático , não !
Concordo com o Fernando Lopes. Não tenho nada contra ninguem e gostaria muito que fossem feitas algumas politicas para melhorar a vida dos sem teto que querem sair das ruas. Mas muitos estão nas ruas por que não querem mais viver em sociedade. E ai a coisa fica dificil. Pois quem não trabalha e usa drogas vai roubar e roubar a quem? Vai sequestar para ganhar dinheiro e sequestrar quem? Eu e vc que trabalhamos e temos familia. Não adianta fazer discurso bonito. E tambem não adianta ser hipócrita. Quem quer mudar de vida, muda, Deus sempre ajuda a quem quer ser ajudado.
Gosto muito de ler os comentários deste ser “Rafael Fernando Lopes Claudinha Mirella Mayara Petruso Mussolini Hitler”. Essa Liga Ariana Fascista de São Paulo me impressiona cada vez mais… Deve ser por isso que SP cresceu só 2% em média nos últimos 5 anos, enquanto o Brasil cresceu 5%, o RJ cresceu 10% e o Nordeste, 15%. Estados economicamente falidos e em crise geralmente geram movimentos nazi-fascistas como o representado por essas pessoas… O problema é que estamos sendo muito complacentes com esses Nazistas, como a Alemanha da República de Weimar foi… E a história diz que isso não dá muito certo. Um conhecido paulista, outro que é amigo desses Nazis, já me disse que em 2015, ou eu vou ter que sair do país, ou vou ter que ir para o campo de concentração, porque quando os paulistas vencerem esse vai ser meu lugar (sou Judeu…).
Não podemos ser idiotas em nome da Democracia. Chegou a hora de fazer a lei valer, entregar os logs do endereços IPs desses Nazistas para a Polícia Federal, e deixar que eles exponham as opiniões “democráticas” deles em algum presídio federal. A democracia que eu desejo para eles, é a mesma que eles desejam para mim… E olha que sou rico. Imagina se fosse um Judeu pobre…
Prezados devo ser o mais velho, o que não significa muita coisa, mas já vivi bastante para ver de tudo nessa vida. Os chamados moradores de rua sempre foram PROBLEMA, quer para as autoridades, quer para o povo em geral, situação que se agravou em muito com o uso de drogas pessadas. Nos anos 50/60 era o álcool, depois veio a maconha, e agora essa coleção …
Meus caros não creio que o texto do autor, muito menos os comentários, iclsuive o meu, venha ajudar em alguma coisa, pois não dá solução, só criticas…
A vida é a ssim, se aautoridade toma alguma providência, está errada, se não, é omissa…
Creio que o nobre jornalista adora ver a cidade suja, federenta, o povo correndo risco ao passar pro esses lugares, certaemnte, por ser motivo de inspiração para novos artigos. Nos anos 60 ou pro aí, o que o brasieliro gostava de mostrar lá fora era só desgraça (favelas, emndigos, etc, etc – NÃO SOU A FAVOR DE ESCONDER, MAS DIVULGAR AO INVÉS DE RESOLVER). HOJE, entramos na dos americanos e a VIOLÊNCIA é o ponto alto na nossa arte… PROPA 1, 2, já vira a 3, 4 , 5… sem falar no “Filho do Brasil”, aí, droga pesada, demagoga e promocional, omo a história em quadrinhos… ( ANTES QUE UM PETSITA FALE BOBAGEM, não sou polpitico, não gosto, mas tenho de conviver com ela… ). Lembremos RUI BARBOSA:
“A vida parlamentar, a administração e o jornalismo têm sido, em toda parte, os mais poderosos corruptores da língua e do bom gosto.” [ Rui Barbosa ]
” O escritor curto em idéias e fatos será, naturalmente, um autor de idéias curtas, assim como de um sujeito de escasso miolo na cachola, de uma cabeça de coco velado, não se poderá esperar senão breves análises e chochas tolices.” [ Rui Barbosa ]
“O ensino, como a justiça, como a administração, prospera e vive muito mais realmente da verdade e moralidade, com que se pratica, do que das grandes inovações e belas reformas que se lhe consagrem. ” Obs.: Plataforma de 1910. [ Rui Barbosa ]
” A existência do elemento servil é a maior das abominações” Rui Barbosa
” Outrora se amilhavam asnos, porcos e galinhas. Hoje em dia há galinheiros, pocilgas e estrebarias oficiais, onde se amilham escritores.” [ Rui Barbosa ]
” A miopia intelectual é a mais constante geradora do egoísmo.” [ Rui Barbosa ]
NÃO SEI SE SEREI PUBLICADO, MAS …
Uma braço a todos
Admirador : tenho de lhe dizer duas coisas :
1. Onde é que você leu em meus textos uma palavra , uma letra em favor do Nacional Socialismo , ou de qualquer ideologia desta? Onde você leu quaisquer ameaças físicas a pessoas daqui ? Em que texto meu você viu qualquer referência a termos como eliminação, extirpação , limpeza étnica , esmagamento de adversários , etc ?
O que lhe incomoda , senhor é que se esconde atrás de nomes de fantasia , é que há seres que , graças a Deus , pensam diferentemente de você e de uma trupe de cordeirinhos… é por isto que querem silenciar a imprensa , é por isto que desejam apenas ficar aqui , como muitos , a trocar afagos onanistas , se lambendo em elogios ao blogueiro , que , novamente, só tem um grande mérito : tomar partido… de resto , suas observações sobre judeus , pobres , são ridiculas , pois sou judeu e não sou rico.
2.Mas , acho que há uma verdade no que você diz : identificar e punir quem fere e a lei… e você , quando me classifica como nazista deveria ter , no mínimo , a chance de me conhecer … como não me conhece , mente , e portanto , é preconceituoso.Logo , você é que tem de se cuidar porque é um mentiroso e um preconceituoso.Lembre-se que ainda estamos numa Democracia . e a s pessoas aqui ainda têm direitos . O seu termina quando começa o meu. Coloque seu nome e venha discutir. De Admiradores , o Inferno dos Preconceitos está cheio !E cuidado , porque afirmar coisas sobre outros que são inverídicas é feioe até ilegal , mas afirmar que sâo nazistas é crime , tão grave quanto ser realmente nazista.
Já passou da hora de você repensar em seus conceitos e no que você fala, meu caro.Se estas pessoas existem lá desamparados é por que de alguma forma elas foram parar lá, são frutos de uma sociedade capitalista e individual.Ver se seja mais humano e veja seu semelhantes sem julga-los, porque você não procurar estudar este fenômeno e saber a origem da exclusão?
Não chame os outros de babaca, pois ele é um dos unicos consciente deste problema social e que mostra na mídia o realmente existem enquanto muitos fecham os olhos para esta realidade.Não vou lhe dizer que é você o Babaca, talvez lhe falta um pouco de humanidade.
Fátima você não poderia estar mais errada, pois as ditaduras socialistas que talvez você goste leva a uma miséria ainda maior, eu as conheci por alienação da juventude, a vida é assim a gente evolui com o tempo, vale lembrar que muito dos problemas do mundo livre, nas democracias são causados por indivíduos saudosos da tirania, a falta de inclusão no mercado de trabalho é um exemplo que causa no final de tudo o problema que o sakamoto escreveu aqui.
Fátima, eu não compreendi a quem tu te referes. Não deve ser ao Sakamoto, pois ele até acha que se deve dar todas as condições mais favoráveis possíveis para que os moradores de rua possam ali ficar sem problemas maiores. Está na cara que esse problema é de origem sócio-político. Mas o japa já demonstrou sobejamente o quanto esse problema o aflige. Devemos ainda nos lembrar que muitos dos que na rua estão não são vítimas de problemas sociais, mas pessoais, o que denotaria a necessidade de uma abordagem diferente ao problema. E, por fim, para bom entendedor, sobretudo para a aqueles que vêm acompanhando este blog, as soluções desejadas pelo japa para o bem-estar dos moradores de rua são de natureza provisória, realista, pois, enquanto esse problema dos sem-tetos não for resolvido, estes têm o direito de viver como puder, com a proteção possível. Em tempo: espero que tu tenhas compreendido que as soluções propostas pelo japa são ironias cortantes.
Coizas não é com a letra esse?
Rafael,
Aprenda primeiro a escrever correto em português. Nunca vi “coizas”, um dicionário até que ajudaria a escrever correto “coisas”. Matar a língua é uma forma de excluir a cultura do próprio país. Quanto a ir para a Europa, nada resolveria, pois lá existem problemas semelhantes e quem tiver algum sentimento não pode conviver com isto nem aqui, nem acolá.
A Europa está numa crise brava. Sem-teto é o que não falta por lá.
Muito bem lembrado Roberto. Tem gente que acha que mendigos ou “homeless” é coisa de terceiro mundo e só tem no Brasil. Ledo engano! Homeless é um problema mundial. Tenho amigos que se sente deprimido ao ver um mendigo na rua. Pergunto: o que fazem para melhorar essa situação? Nada! Aumentam o tamanho de seus muros e grades de suas casas, colocam catraca eletrônica na portaria de seus escritórios e blindam seus carros para se sentirem protegidos. Pergunto eu: dá pra ser feliz dentro de um carro blindado?
Sakamoto, ótimo visão dos fatos!
Coisas. Com “S”.
Rafael,
Culturalmente falando, você está perfeito. Redondinho. Por isso, é-me difícil aceitar que você não seja um personagem ( aliás, que assim seja), pois, afinal, “ninguém merece”.
Rafael.
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Tenho duas notícias.
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Uma boa e uma má
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A boa primeiro:
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Analfabetismo funcional tem cura com o estudo.
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“Coisas” ainda é com “S”.
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Agora a má:
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Degeneração moral e burrice, não.
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Sinto muito por essa.
Rafael, seria bom que você mesmo fosse para a Europa ou Estados Unidos, quem sabe. Acho que pessoas como você, que se sentem europeus, mesmo morando aqui, só não vão para lá porque é bem provável que seriam tratados como cidadãos de segunda classe (pelo nível do teu comentário (sic), está muito abaixo disso e dos próprios moradores de rua).
Enfim, parabéns SAKAMOTO!
sic… Chiquérrimo!
Rafael
Quem tem que aprender a escrever é vc. COISAS é com s é não com Z, BURRO!!!!
Você veja bem , né , na sua frase ” quem tem que aprender ” , a forma correta é ” quem tem de aprender “.. esta é a regência correta do verbo neste caso … ” Já pensou se isto fosse um salvo-conduto para nós lhe chamarmos de BURRA ? Desculpe , mas falta humildade de , tirante a falta de equilíbrio do rapaz , comentar apenas o assunto !
Calma gente, o mané aí é mais um analfabeto funcional, só isso…
Além de eleitor do Zé Pedágio, obviamente…
Hehehe…
“Coizas” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!
Tah cum doh leva pra caza! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
O pior tipo de analfabeto eh aquele que estudou o suficiente para ler esse artigo e, ainda assim, escreve “COIZAS”. Joga pedra nele!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Desculpe, mas vc é o esgoto da sociedade, o que te faz pensar que é melhor do que alguém? Cuidado, maior o coqueiro, maior é o tombo.
Rafael, quanto anos você tem? Deve ser bem novo, por isso essa facilidade de afirmar-se sobre idéias de senso comum, que você julga verdadeiras. Com o tempo aprenderás um pouco mais sobre humanidade, sobre lições de moral, que isso é coisa de curso primário, o Sakamoto apenas escreve sobre uma realidade mais profunda do que você pensou alcançar. O mundo não é só preto e branco, há uma infinita quantidade de cores entre os dois, a que se chama nuances. Pense nisso e não fique com raiva, apenas entenda que o mundo não é tão simples como você acha, e o fato de ficar raivoso, veja o final do seu texto, mostra que você precisa amadurecer um pouco mais para poder entender o que o Leonardo quis dizer.
Por que pessoas assim precisam existir? Ou eu ou ele? Ou você dorme confortavelmente no seu apartamento quente e seguro ou um mendigo pode ter o direito de dormir em um lugar qualquer, ainda que embaixo da ponte? Ou você tem gasta dinheiro com o que bem entender ou uma pessoa sobrevive?
Que tipo de pensamento é esse? Se o mundo é assim, e é assim mesmo, é porque pessoas como você, Rafael, insistem em viver dentro do próprio umbigo, ignorando que o valor de um ser humano não é medido por dinheiro, mas pelo fato de ser um ser humano.
Não sou eu ou ele, podemos ser eu e ele, podemos ajudar instituições de caridade, fazer parte de projetos sociais e disseminar um pensamento que seja diferente do que tivemos nos últimos… sempre?
Pessoas como você não têm o mínimo conhecimento histórico, não compreendem o mundo em que vivem. Não entendem que alguém que nasce na miséria, vive na miséria e só conhece a miséria e ainda pensam (você com certeza pensa) que são vagabundos, que deveriam mais é ser queimados e exterminados, para termos um mundo mais “limpo”, rico e lindo!
Tá com dó leva pra casa? Parabéns, você já pode escrever o novo roteiro do tropa de elite, com certeza essa frase vai colar na cabeça de quem goza com soldados torturando, matando, inclusive alunos do curso preparatório.
E que comentários são esses ai embaixo de “não querem viver em sociedade?”. Pelo amor de Deus, alguém aqui já fumou crack? Se ele está se espalhando por jovens ricos, que têm muitas opções na vida, comida e casa, ninguém imagina o que é ter na droga a única forma de vida que não dói, que não deixa enxergar a fome, a realidade? É essa a casa de muitos mendigos, o único momento em que não estam embaixo da ponte, mas delirando, bem distante daqui.
Olha vão visitar uma favela, vão visitar uma cadeia, vão visitar a casa da empregada de vocês… Vão ouvir racionais sem pensar “credo, que música de bandido”, quem sabe alguém entenda o que é nascer, crescer e viver sem perspectiva de estudo, trabalho decente, casa que não seja de trapos.
Vão passar um dia de suas vidas no morro, convivendo com o “esculacho” dos policiais, com armas, tráfico, fome, miséria, morte, preconceito e exclusão do que nós conhecemos como mundo.
Ao mesmo tempo, a TV, o amigo, o chefe, a publicidade no metrô te dizendo “você é um lixo, porque não tem esse carro, essa casa, esses dentes, essa roupa, essa cara linda!”. É, são uns vagabundos mesmo…
Um pouco de poesia urbana p/ vocês: http://migre.me/2dlTO
Para Rafael, aprende primeiro a escrever…. “coisas” com S não existe “coizas”.
Texto excelente, assunto complicado. Nossas autoridades nada fazem para resolver esse assunto e não irão fazer.
Não sei quem é mais idiota, vocês ou o Aginomoto.
Parabéns Sakamoto! Você novamente produz texto sensível e provocativo. E o recado final está bem dado. Tem gente que acha que as soluções passam apenas pela vontade individual, donde, se estamos insatisfeitos, temos que “levar pra casa”". O doloroso é que fica implícito que as pessoas que vão nessa direção devem se achar satisfeitas e nem sabem que na Europa ou nos EUA, as coisas também assumem esse matiz. O que chama a atenção aqui é meramente a maior visibilidade. Essa “arquitetura” que denuncias é um sintoma da ausência de políticas públicas, um “jeitinho” que a barbárie vai dando de dizer quem é mais humano e quem deve se manter na categoria de bicho a ser afastado. Os reacionários que sempre vem até aqui para os xingamentos de praxe deveriam formar uma sociedade e abrirem uma empresa de segurança privada. É lucro certo. Parabéns Sakamoto, continue botando o dedo na ferida com seu “canto torto”!
“Melhor tirar da vista do que aceitar que, se há pessoas que querem viver no espaço público por algum motivo, elas têm direito a isso”. Inacreditável. O cara recheia o texto com suposta ironia e depois solta uma batatada dessas. Não, meu caro, elas não tem direito a isso. Caso contrário o espaço não seria público. Esse direito teria que ser chancelado pela sociedade, não basta que eles queiram. Eu posso querer andar nu pelo meio da rua mas não tenho este direito, mesmo que para mim não haja qualquer problema em andar nu na rua. Esse tipo de “compreensão” é completamente inútil, além de demagógica.
Ei, Tom
Tem um clube de nazistas em São Bernardo. Quer o endereço?
Você frequenta esse clube, Cris?
Sua “sugestão” só corrobora a falta de discernimento desse tipo de pensamento. Como se a compreensão do problema (e sobretudo as sugestões e propostas para resolução) dependesse de uma filiação política ou maniqueísta.
Tom, excelente sua abordagem… O blog é indigente em termos de argumentação… vai repetindo o que alguns sujeitos vão enfiando na cabeça oca do blogueiro… sua referência são padres pedófilos , bandidos ligados ao tráfico ,são “gente do bem” ! … Aí os padres e a Igreja estão no caminho do Bem !!!! ..
Repete tantas vezes e tanta platéia corrobora-lhe o pensamento tosco que imagina, o sujeito , que se trata de opção na eterna luta do Bem contra o Mal ( ele , obviamente , representa o Bem , logo , somos todos que pensamos distinto dele , gente do Mal… ) .
Indigente , paupérrimo , triste de lógica , ordem , disciplina , ordenação jurídica , visão de mundo.. apenas uma pieguice brega , misturada com viés de ideologia panfletária… E a matilha , sempre vem … Rafael , acima , sofre deste exemplo.
Sakamoto tem de entender que ” o direiro de uma Pessoa termina quando começa o Direito de outra “… e para isto existem os governos, a Ordenação Jurídica e o Estado , para garantir àqueles que não o tem , este Direito. Se SP não tiver como abrigar – não vagabundos e drogaditos traficantes – pessoas que tenham problemas – aí podemos e devemos de reclamar… Gostaria de saber o que fazem outros Estados da Federação ? Ah , estes são de alas e grupos que lhe pagam o dízimo , logo não serão atingidos , nunca , não neste blog !
Observe o que digo.. : ao estalar deste post , matilhas de Angelas , Ninas , Alices , etc saem das trevas e batem de toda forma a defender o Dotozinho ! Triste , trágico , mas é isto – E lhe pergunto : quem paga o UOL para manter isto que está aí ? ???
O Fernando Lopes é tão fofinho. Parece até de verdade!
O Sakamoto deve rir demais desse povo doido.
É isso aí, Fernando Lopes, pra defender a liberdade das pessoas de bem, o negócio é matar todos esses vagabundos. Num tem jeito…
Demorou pra ter câmaras de gás pra essa multidão q não quer trabalhar!!
Aliás, se são pedófilos e traficantes quem defende essa racinha, e logo vão ver q os terroristas e a Farc estão por trás de tudo, pode usar o exército, de preferencia o americano, q sabe lidar com esse tipo de gente.
E os nordestinos q vem aqui querer morar de graça, enfeiando a cidade? Camara de gás neles também!
(o duro é saber quem vai limpar nossa sujeira, mas isso a gente resolve com algum outro povo migrante mais domesticado…)
Cris, você e Angela , Nina e Alice são a mesma coisa ( ou a mesma cousa ?) … Da sua boca(?) , apenas um rosnado …Também tem uma carinha esperando aquele osso ou aquela gominha ou bola de borracha… Vai Saka , atira a bolinha pra ela pegar , vai !Cris , não se finja de morta , mas rola de lado , ok?
Fernandinho, hehehehe, dá uma olhada no que eu escrevi aí em cima.
Você é quase engraçado. Mas força um pouco o humor. Isso é fofo. Oito pelo esforço!
Lá vem a alcatéia , amiga da família Saka … João Favela , sua limitação é tão grande que seu texto e sua visão refletem exatamente o que falei no comentário : a abordagem maniqueísta de um idiota a serviço de uma “cauza” ( como bem diria sua trupe… ). Desde quando estou a defender a morte de nordestinos ? Dizer que a gente discorda do texto é dizer que somos nazistas ? Pois fique sabendo que você representa o novo nazismo , uma poisção autoritária que acredita que defender posições opostas é crime… Isto se chama preconceito , meu caro ! Por mais que sua formação deformada não consiga lhe mostrar .
Legal , Cris … e Dez para você pelo pedigree …afinal de contas o Coroné pagou bem por ele , né ?
Já que é domingo e véspera de feriado, ei-me:
Interessante, muito interessante, se me contassem que supostos uivos atraíam chiados, eu não acreditaria. Mas, diante dos chiados de certos Tom’s e Fernando’s, sou obrigada a considerar tal hipótese. Porém, pensando bem, tornar-se instantaneamente compreensível em decorrência dos habitats deles. Visto que eles só sobrevivem em lugares com muito odor, poluídos e escuros, tais como: tubulações e lixões. Daí sempre chiarem quando encontram ralos fechados (leia-se, protegidos). No mais, UUU…UUU… UUU !!! Assinado: Alice’s.
Em tempo: É… esse pessoal do chiado tem é muita sorte…hummm… deve ser aquela elevação no dorso.
Maria Alice uma matilha sempre tem uma hiena à sua frente… come fezes e matéria em putrefação e ainda ri nervosa … acho que o chiado seu é este … Nazista é quem acha que pensar diferente é ser nazista … Coronè , joga a bolinha para a Maria Alice! Vai minha filha , se finge de morta e rola !… que ela merece , oooo , se merece
Celia(o),
Estou lhe achando bem perdida(o) na minha savana, mas não se preocupe porque há hienas machos e fêmeas. Escolha o seu gênero, Canidae (ou Rattus norvegicus ?) . Eu deixo.
Caso seja Canidae , em relação ao tipo de alimentação, sugiro-lhe que procure só as carcaças, Esqueça os hábito alimentares de ninhadas, está bem?
Hummm, engraçado, não lembro de ter uivado para ela(e). UUU…UUU…UUU Deve haver coisas enrustidas. KKK…!!!
Maria Alice , ” o fogo não é ser charmoso , o chato mesmo é ser gostoso ” … fazer o quê ! Aproveita , olha pro lado e sofre , filha ! rsrrsrsrsr
Tom, moradia é um direito e está na constituição, entre outras coisas, que estas pessoas citadas no texto não possuem. Andar nu, se não me engano, é atentado ao pudor, ainda que eu pessoalmente não tenha nada contra.
Cara, é simples: Se a gente não quer ver mendigo dormindo na rua, que se arranje uma moradia para eles. É função dos governos isso, é pra isso que eles estão lá.
É tão absurdo, mas achamos que as terras deste país pertencm ao “Estado”, uma instituição irracional, que não existe. A terra pertence ao povo, e deveria ser obrigacão dos nossos governantes nos prover nossas necessidades…
Textinho vagabundo, hein, Tom?
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Como se ser morador de rua dosse um capricho de pessoas malvadas.
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E qual é a solução para isso, chancelar o direito civil de ir e vir tb p/ cidade ficar mais limpa?
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Eleitor do Zé Pedágio detected!
hahahahahaha!
Pré-carcaça,
Estou lhe achando bem perdida(o) na minha savana, mas não se preocupe porque há hienas machos e fêmeas. Escolha o seu gênero, Canidae (ou Rattus norvegicus ?) . Eu deixo.
Caso seja Canidae , em relação ao tipo de alimentação, sugiro-lhe que procure só as carcaças, Esqueça os hábito alimentares de ninhadas, está bem?
Hummm, engraçaaado, não lembro de ter uivado para ela(e). UUU…UUU…UUU Deve haver coisas enrustidas. KKK…!!!
Olá Sakamoto !
Desculpe-me pela duplicidade do texto..Abraço.
Não há demagogia nenhuma nesse texto.Infelizmente,a sociedade passa por problemas muito graves que costumam ser escamoteados em nome do chamado “bem comum”.
Ótimo texto!Parabéns!!!
Achei demagógico também.. se a calçada, o banco da praça, ou o espaço do viaduto passa a ser usado como “moradia”, deixa de ser pulico.. passa a ser privado, além de ser usado literalmente como privada.
Sakamoto, seus artigos são sempre bastante instigantes: parabéns! Aliás, adorei o PS, porque já cansei de escutá-lo. INCLUSÃO JÁ!!!
Sua visao é muito humana, mas um pouco romantica demais… Como moradora da Santa Cecilia e medica que trabalha na Santa Casa, estou constantemente atendendo esses moradores, vitimas de overdose, espancamento, atropelamento e outras violencias, mas ao sair nas ruas, ja fui roubada algumas vezes por essas mesmas pessoas!!! É certo que o morador de rua “honesto” paga o pato pelos demais, mas nao é tao simples assim… Cobrar uma politica publica é justo, mas como consegui-la se a populaçao da cidade insiste em eleger os mesmos politicos, mais procupados em leis como o Cidade Limpa, que so joga a sujeira para baixo do tapete? So nos resta, como medida imediata, investir na segurança privada, e quem é contra ela, me desculpe, mas me parece bem longe da realidade e dessas pessoas. Caso contrario, ja teria tambem sido vitima da violencia…
Rapaz, parabéns pelo texto. Isso mostra:
1. a elite brasileira;
2. a população politicamente correta até o momento em que não devem ceder direitos e impostos para programas de igualdade social, tipo Prouni, por uma saude melhor, cotas raciais e outras mais;
3. a classe média que vive cheia de dívidas mas não querem abrir mão do status quo…..
4. e tantos outros hipócritas como a gente, que olha essas pessoas, muito delas que não querem seguir o modo de vida capitalista, mas que olhamos como vagabundas….. temos que mudar na essência e não apenas na aparência.
Ta vendo Saka ? mexe com o “luxo” as mordomias da elite, eles logo se rebelam.
É tipico deles fazerem isto. Dão as costas a miseraveis, menosprezam os pobres, e só querem dos menos favorecidos serviços de domestica ou pedreiro aos quais querem pagar miseros valores, os quais ainda tem a cara de pau de citar como salario.
E ai, qd são assaltados nos farois, nos caixas eletronicos, culpam o poder publico, a policia e aqui em sp, o governo Lula (como se tudo de ruim tivesse começado no governo Lula) pela violencia nas grandes cidades.
Mas nao lhes cai a ficha (ou fazem de conta que nao cai) que a violencia, os assaltos e sequestros relampagos são gerados na falta de atitude do proprio dito cidadão dito de bem, que gasta fortunas em jantares, viagens, etc, etc, mas nao colaboram em atividades, ou em ONGs SÉRIAS, que tem algumas ações q visam tirar jovens das periferias do mundo da marginalidade e das drogas.
EStas pessoas são sim o verdadeiro cancer da sociedade, pois qd vc da as costas a um mendingo, a um pobre ou miseravel, vc esta adubando para o futuro um possivel marginal.
Pobre e hipocrita sociedade elitista paulistana.
Brilhante comentario Jair.
Esses hipocritas não percebem que tudo é fruto de uma sociedade desigual.
Parabens
mirtes
por favor, sr. jair, nos informe quais são as suas ações, seu trab voluntário, e para quais ONGs contribui… estou curioso!
Excelente, Jair. Concordo com você e assino em baixo. Os seus comentários me remetem a Martin Luther King, Jr que disse, “Quando cai um ser humano, toda a raça humana cai com ele”. A cegueira moderna impede que as pessoas entendam que a lei cármica é tão real quanto as leis físicas. Disso isso não num sentido metafísico ou religioso mas por minha própria experiência de vida.
Não briguem. Basta Rafael seguir o exemplo de Tiririca (que em uma semana foi alfabetizado).
Adorei a sua abordagem sobre esse assunto, destacando o tapa no final do texto. É muito fácil para aqueles que tem as respostas prontas levarem para o lado sádico uma realidade que não podemos esconder.
Enquanto a sua escrita, “é mais fácil desviar o assunto do que olha-los de frente”.
Demagogia=predominio da facções populares.
Ou seja, a burguesia tem opinião e os plebeus facção.
Uma terapia vai bem para quem quer sair com os puderes de fora.
Tem gente que não sabe o que diz, REZA PRA FALAR.
Palmas para vc. Obrigado.
Prezada, demagogia é uma expressão grega… Muito anterior à burguesia!
Clovis, é exigir demais , meu caro ! Mas comentando o texto: o blogueiro tem um mérito: assume a ideologia do padre amigo ,da Pastoral dos “sei-lá-de-onde-me-dá-sua-grana-queeu-vou-levar pro-Anderson”… mmuuuuiito amigo dos moradores de rua de SP e que até hoje não explicou ao público de onde tirou a grana que deu para o sujeito comprar uma caminhonete , não é ? Lembrem-se : é dinheiro PÚBLICO …
Caro Sakamoto:
Comecei a ler seu blog por acaso e agora o tenho em meus favoritos e sou bastante assíduo em sua leitura. O tratamento que você dá aos temas sociais é bastante urgente e importante. Eu sempre digo isso: que se as pessoas querem morar na rua, que é um espaço público, tudo bem, afinal, “liberdade de ir e vir” não deve ser só um conceito abstrato, certo? Gostaria de acrescentar uma outra forma de exclusão velada, a meu ver: políticas de “não dê esmolas, ajude uma instituição”. Bem, eu ajudo instituições e dou não “esmola”, mas ajuda financeira a quem pede dinheiro para comer e não acho que uma coisa exclua a outra. Os argumentos contra a prática me parecem todos enviesados de preconceito: “A pessoa não vai comer, vai comprar bebida”. Bem, pode ser, mas ela pediu dinheiro pra comer, e ela precisa comer alguma hora, certo? “Por trás da criança tem um adulto explorando ela e dar dinheiro só alimenta a exploração infantil” (quando o pedinte é uma criança). Concordo que sempre há um adulto “por trás” e que dar dinheiro à criança é ruim e a mantém em situação de rua, porém, e nunca ouvi ninguem falar sobre isso, digamos que todos parem de dar dinheiro a essas crianças, elas de repente vão aparecer todas na escola? Ou vão ser exploradas por famílias abusadoras de formas piores? Como na prostituição ou no crime, por exemplo? Seja como for, ouvir uma criança te pedir dinheiro para comer e negar é moralmente defensável? “Então dê comida a ela”, ouço disserem. Ok, mas isso não é duvidar da intenção expressa por um ser humano? (De que ele vá comprar comida com o dinheiro dado) e isso não é também uma forma de humilhação e preconceito? Sei que essas questões não são fáceis. Blogs como o seu nos ajudam a pensar nelas. Parabéns! Abraços: Alan
Alan, concordo perfeitamente com você !
Acrescento: se negamos a “ajuda financeira” a quem nos pede, porque julgamos que ele não merece, vale questionar o nosso próprio merecimento, aos olhos de Deus.
Brasil é um limbo espaço-temporal: aqui convivem juntos e tem espaço para proliferação as ideias mais retrógradas e as ideias mais desenvolvidas, o pensamento-de-ponta de vanguarda mundial e o pensamento TFP do Brasil colônia.
Infelizmente a tecnocracia (que é uma modernização de sucesso da TFP) utiliza-se de argumentos técnicos e econômicos (muito inteligentes e lógicos, caso não se perceba suas intenções e suas consequências reais) e consegue, com seus argumentos, convencer a população.
Como contrapor valores humanos e justiça social à tecnocracia? Como difundir valores democráticos e fazê-los resultar em políticas públicas eficazes?
Sem exageros, acredito que essa tenha sido a melhor reflexão sobre o tema que eu já li.
O cultivo da exclusão social é a melhor forma de se fazer política, sendo que os prefeitos adoram adotar medidas como as enumeradas acima para depois aparecer no jornal em notícias que podemos considerar no mínimo criminosas. Além disso, pra quem trabalha na PM ou tem amigos lá dentro, sabe que isso é totalmente incentivado, pegar o lúpem e jogar em outro canto, assim parece que a cidade está mais limpa e que estão fazendo um ótimo trabalho. Simplesmente vergonhoso o ponto que chega a falta de assistência do Estado e a ignorância das pessoas que figem não ver o que está acontecendo, ou pior, apóiam as medidas.
Olá Sakamoto, concordo com você no que diz respeito às novas construções, de fato elas são pensadas para separar, discriminar, nem mesmo são pensadas ambientalmente mais eficientes. Mas enfim, acho que esse não é o ponto, não acho que devamos olhar (num primeiro momento) para os edifícios, e sim para os desabrigados. O fato é que não deveríamos permitir esses problemas sociais, que as politicas publicas são exclusivas e pouco efetivas quanto a esta questão etc.. Temos que olhar para a raiz do problema, prestar a atenção no que está sendo feito para incluir quanto a projetos sociais e não para os prédios.
De qualquer forma, parabéns pelo post, acho que é um assunto que deve sim, ser abordado e pensado na hora de escolher nossos políticos
Antes de votar, pergunte que politicas publicas ele tem para os desabrigados e moradores de ruas.
Abraços
Thiago.
Concordo com o Sakamoto,
Todas as cidades são excludentes e com a ascensão de políticas que visam “à estética” da cidade, os miseráveis e drogados são vistos como lixo que deve ser varrido para debaixo do tapete ou para bem longe, onde os olhos sensíveis da classe média se recusa a ver a realidade desses segmentos sociais. Hoje, a tendência é que com a descida dos drogados da cracolândia para Higienópolis, os ricos se retirem para bairros ainda mais distantes e elitizados, como a Vila Nova Conceição, Brooklin. Infelizmente é assim que funciona. Outro exemplo são as praias da moda, que depois que são “descobertas” pelas pobres, passam a ser desinteressantes para os ricos, que se retiram para outros lugares. Triste, muito triste mesmo.
Vc pode dar o exemplo e fazer a sua parte. Basta acolher um destes “excluídos” na sua casa. Sugiro começar escolhendo um da cracolândia. Outra possibilidade é vc entrar na política, propor aumento de impostos e destinar os recursos (através de um ministério bem “aparelhado”) a estes “coitadinhos”. Taí uma boa idéia, a criação da Bolsa Sakamoto, a ser somada às bolsas esmolas já existentes.
ê Nelsão… vc não percebe que esse teu comentário e essa tua idéia sobre o assunto é o maior lugar comum que existe, totalmente desprovido de ligação com a realidade porém? Falta um pouco de conhecimento histórico sobre o Brasil e a formação da sociedade brasileira pra essa galera que anda destilando uns comentários segregacionista como esse. Como se os problemas levantados por este blog não tivessem nada a ver com eles. É tudo comentário lugar comum e simplório: “tá com dó leva pra casa”, “antes ele do que eu”, “é tudo vagabundo drogado que não quer trabalhar”, “direitos humanos só serve pra bandido”, etc…
Sakamoto, tens o meu apoio!
Não é não , Francisco ! Se você acredita que pagar impostos não adianta , que investir em abrigos , não adianta ( porque a tal Pastoral do Povo da Rua , não acredita nisto ) , mas se você acredita que quem paga por limpeza e segurança tem direito a ao menos não ter mendigos e pedintes na frente de sua casa , então só tem um jeito : adotar um destes moradores… eu acho diferente , logo não me proponho a isto. Quem discorda , pode começar fazendo sua parte : adotar um dos amigos para sua casa… sem ironia , seria uma ação caridosa…e que faria reduzir a população de povos de ruas nas principais cidades do país…
Como dizem, nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Se é demagógico tentar simplesmente “esconder” estas pessoas, também não vejo como deixá-las na rua seria algo benéfico. Difícil mesmo é encontrar modos de reincluí-las socialmente.
O problema das drogas é outra questão extremamente complexa. Sei do que falo, pois tenho um irmão que é dependente. Concordo que a repressão e punição não resolvem porcaria nenhuma, mas a triste realidade é que viciado em drogas tem primeiro que querer sair do vício, e até ele mesmo alcançar este estágio, vai causar muitos transtornos para ele mesmo, para a família e para a sociedade em geral.
Então compreendo aqueles que são a favor da punição, embora não concorde.
Parabéns pelo texto.
Todos estas formas utilizadas para expulsão dos moradores de rua dos grandes centros são utilizadas em outras capitais.
A mesma coisa com as crianças que mora na rua, tentam tira-las das vistas da sociedade (elitizada) para enxota-las para os bairros onde a população é mais humilde e acabam tentando ajudar estas pessoas.
Muito interessante.
Se por um lado em São Paulo há a possibilidade de se ver como “A CIDADE”* se contorce para cumprir as funções de exclusão, pense como em Brasília vemos este mesmo fenômeno de forma programada, planejada. Aqui, a arquitetura e o urbanismo da cidade são milimetricamente dispostos de forma a construir, propagar, simbolizar e explicitar as diferenças sociais e, mais que isso, a segregação.
Adiciona-se aqui (não tenho experiência em SP) que “as veias” da cidade, o trânsito e o transporte que garantiriam a flexibilidade e a movimentação pelos espaços PÚBLICOS dão o golpe de misericórdia na construção da tal chamada Bolha que é o chamado Plano Piloto e adjacências (Lagos, Sudoeste etc). Crescer na bolha é saudável, já vi até um melancólico playboy carioca lamentando a impossibilidade de ter crescido aqui, pois no Rio na praia você conhece de todo tipo de gente e, “tirando o politicamente correto de lado”, isso é muito complicado.
Aliás, em Brasília é extremamente interessante também a construção discursiva do projeto da cidade e de sua manutenção, que vão desde o JK com seu ideal progressista até o tombamento da cidade e as consequências disso.
Existem diversos estudos interessantes a respeito dessa lógica de segregação do espaço em Brasília (em outras cidades também). Eu mesmo realizei um estudo sobre a relação percepção do espaço público X diferenças ambientais X segregação social, mas como está aguardando publicação, só vou divulgá-lo posteriormente. Tem resultados bastante interessantes e que explicitam essa lógica perversa.
O mais interessante é que as pessoas costumam achar que a lógica do argumento do tipo apresentado por você, como no caso do cloro, é “Então você quer que deixe cagar lá?”. Mais ou menos como o “leva pra casa”.
*O destaque é para não cair em tentação de achar que são lógicas gerais e abstratas, não de agentes e políticas concretas
Fora a maravilha que quer dizer Ceilândia…
Excelente questionamento, Leandro.
A tecnocracia é o novo kitsch político. E ainda vai nos engolir…
Abaixo, link p/vídeo mostrando como nos últimos anos a Suíça resolveu o problema das drogas baseada na prática e não em blá blá blá falso-moralista : http://migre.me/2cWkX
muito bom o vídeo!!!
Que tal criar mais uma “bolsa”? Não demora muito, haverá falta de bolsos, que engrossarão a fila das “bolsas”. Daí uma grande idéia: Como os recur$o$ ( com cifrão) são finitos, e não é todo mundo que produz, resta a simplória sugestão de emitirmos mais moeda! Esse mundo de desiguais proporciona comentários exdrúxulos! É assim que se escreve?
Abçs e meus respeitos a opinião de tds.
Gozado, o pessoal q vive reclamando de sustentar as “bolsas”, não abrem o bico pra falar dos trilhões, q tambem vem dos impostos, para ‘dar’ aos bancos e as grandes empreiteiras.
Num to vendo ninguem falando dos bilhões q foram pro Sílvio.
Concordancia? Submissão? Medo?
Sejam coerentes, ó fascistas de plantão.
Né rs
Novamente rs …Parafraseando o brimu Nassim Taleb : “cuidado c/os fariseus indignaLdos q se contorcem c/ tostões em investimento social e não ligam p/ Bilhões (à caminho dos Trilhões) em bailouts desperdiçados”
Não entendi o título, suponho.
Vamos promover a inclusão social através do incentivo à moradia de rua ?
Se eles tem direito a dormir em espaço público, vamos abrir as escolas estaduais e municipais para que eles tenham uma noite mais tranquila.
Elas estão desocupadas na madrugada
Ser piegas é fácil,Sakapoco. Apresentar soluções , nem tanto.
Voce leu o texto, nego?
A solução é liberar 40% dos imóveis q estão vazios em SP!!
Reforma urbana já!
Xô intendê um coiza!!! Ocê toca num açunto taum delicado e as peçoa fica quereno mudá o focu pru geito qui ocê iscreve!!! É, parece que você conseguiu o objetivo de fazer refletir sobre um assunto tão triste. O mais engraçado, e triste, é que as manifestações de quem julga sua gramática tentam desmerecer sua capacidade de falar sobre o tema. Isso reflete o modo de pensar de quem tem, com certeza, muita condição de melhorar o quadro dramático dessas pessoas. O recado foi dado! Como iremos reagir está intimamente ligado ˙a formação, de vida e não acadêmica, de cada um. Parabéns!
Há muito tempo, ouvi de uma colega, que era absurdo o governo estender as linhas do metrô até a avenida Paulista, pois com isso os moradores da cidade Tiradentes teriam acesso a ela, isto é, invadiriam o espaço “nobre” da classe média alta paulistana.
Sakamoto vc é tudo de bom!
Inteligente , sagaz!
Parabéns! T gosto inclusive qdo trata de assuntos que p/ mim são indigestos…
Sobre o tema abordado é evidente q vc náo brinca em serviço e deve ficar rindo de lado acompanhando o debate de leitores pró e contra seu artigo, a única observação que faço é que os contra não se restringem ao debate e mesmo sem querer dão uma bandeira danada com fúria avassaladora sobre direitos sociais. Ou seja se revelam !
Beijo.
Ô SAKAMOTO VAI PARA A PQP
Delmiro, a falta de um outro teu sobrenome não é fruto de pai desconhecido ?
Pai e mãe, pelo jeito e pelo sobrenome….e nome também….
Ô Delmiro, quanta delicadeza em seu ser, hein, meu estimado…
O engraçado é que tens um loko (desse jeito mesmo, loko com ‘k’…) que ficam indignados com o que o Sakamoto fala. Parece até que a solução para os desabrigados passa por você tirar-lhes locais de parada “toleráveis”.
Gente, vamops acordar !
Cobremos dos nossos ilustres funcionários públicos eleitos (pois é isos que os políticos são) melhorias de qualidade de vida para TODOS e não somente para meia dúzia que tem a vida ganha já.
Parabéns, Sakamoto !
Você é um dos poucos que escrevem que tem coragem de abordar temas tão fortes e com opinião tão sensata.
Por que será que todo petista enrustido é ou se acha professor… Luxa para Presidente ! Fala ” elado” e com a língua ” plesa ” , quer dar uma de sabichão , some com dinheiro dos impostos e quer que todos o louvem como professor… Será que vai ter de cortar o dedo ? Só quando roubar o suficiente , coitadinho !!!
Essa é a maneira demotucana de governar…
A atitude do “Doutor” Sakamoto, aqui neste Blog, lembrou-me de um fato que, por analogia, levou-me a recordar como os jornalistas, em sua maioria, lidam com o sofrimento dos oprimidos. Pesquisem na internet sobre o nome KEVIN CARTER e se depararão com o relato de uma história repugnante envolvendo o nome da pessoa acima citada. Trata-se de um jornalista (da mesma profissão do “Doutor” Sakamoto) que foi laureado com o PRÊMIO PULITZER em razão de uma fotografia de sua autoria que mostra a miséria desgraçada de uma agonizante criancinha africana negra, abandonada, e um abutre, que aguarda a morte da inocente vítima indefesa para servir-lhe de pasto. Após o recebimento do prêmio e jornalista premiado foi questionado sobre o que fizera para ajudar aquela criança e ele respondeu dizendo que nada fizera, deixando a criança abandonada à própria sorte. Por fim, atormentado pela sua própria consciência, o jornalista em questão(colega de profissão do “Doutor” Sakamoto) suicida-se. O nosso bravo Sakamoto(versão nacional da madre Teresa de Calcutá) deveria repensar sua forma de contribuir para o bem dos “despossuídos”; apontar o erro alheio é fácil. Às vezes é até hipocrisia pura. Ao tocar trombetas, Sakamoto torna-se conhecido, prestigiado, e talvez até venha a ser laureado com um PRÊMIO PULITZER.
Rodolfo, você está – sem conhecimento de causa – pressupondo que Sakamoto é como o jornalista que você mencionou. O que você sabe sobre a vida particular dele? Porque um jornalista ganhador do Pulitzer se suicidou (aparentemente, por dor na consciência???), isto não quer dizer que o Sakamoto tenha que botar a corda no pescoço. O pior defeito do ser humano é trabalhar com suposições, sem conhecer a questão a fundo. Sócrates já dizia isso em outras palavras.
Já conhecia a história desse fotojornalista (e da fotografia em questão) que é realmente triste. Mas, o que ela significa em relação ao Sakamoto? O ponto de contato é “ser jornalista”?
Há algum tempo venho observando os espaços vazios dos viadutos de São Paulo serem cobertos por cimento, terra e outros artefatos da chamada arquitetura anti mendigo. É muito importante levantar esse tema para discussão, pois ele revela uma forma de pensar política.
Não entendo porque esse discussão se transformou nos comentários nessa onda raivosa de quem quer ter razão, sobre o que deve ser feito etc. Só entendo que acho muito triste morar em uma cidade que finge que esse problema não existe. Ou, quando não dá para fechar os olhos, busca soluções como essas… Tá na hora de enxergar que todos somos pessoas, acima de tudo. Ou, se preferirem, cidadãos com os mesmos direitos garantidos por lei.
Rodolfo , preciosa comparação… mas acrescento : não se trata de uma “madre Teresa sem rumos” , um” cabeça-oca” , mas algo muiito bem pensado , estrategizado e consistentemente repetido e pancadeado como forma de impor uma ideologia : aquela de que nós , classe média “destepaiz” , somos responsáveis pelo que os ricos e biliardários fazem , sem Justiça , e pelo que os narcoideólogos fazem também ( e eles querem nosso apoio para se livrarem do que resta de Justiça )… Como somos “culpados” ( Ah, já nascemos culpados , viu ? ) , temos de ser pacientes e aceitar caladinhos ( diga-se de passagem , porque se não somos chamados de nazistas , facistas , reacionários , etc ) que eles também nos batam a carteira , porque afinal , esta é a “Justiça Social do Grande Irmão ” figura a que o blogueiro tanto recorre em seus textos. Ele não comenta , mas sabe: textos indigentes de argumentos , ainda que , agora , com méritos de ao menos terem lado !Nada mais que isto ! Procure ver , além do vácuo em sua atuação e propostas , há um vácuo moral em termos de argumentação. Parabéns pela comparação e pelo texto !
É verdade, só em SP os miseráveis são maltratados. Só em SP eles são excluídos. Só em SP o poder público não cuida deles. O Brasil fora de SP é um verdadeiro paraíso da igualdade.
Parabéns Sakamoto, você é um gênio da lavagem cerebral.
Cara , finalmente , leio algo que faz algum sentido neste blog de textos mais que medíocres! Parabéns.
Vamos acrescentar ao Dotozinho ?
1.BA , um Estado onde a onde de crimes e latrocínios é absurdamente alta , governando por Partidos Mudernos há ao menos 8 anos.Ela faz com qeue a média nacional de latrocínios e crimes sexuais suba , mas o que importa eé falar mal da polícia mais capacitada e resolutiva do país ( são estatísticas , meu caro ! ) .
2. PI : a Educação é nota DEZ naquele Estado , não é mesmo ?Governado pelos Homens do Novo Brasil !!!!
3.AL : Estado do NE , onde todo mundo é boa gente , e onde botam fogo em mendigos , ao invés de buscar uma arquitetura includente… ( antes que se diga , é governando por um Partido de Oposição )… Puxa vida , dentro daquela lógica mais que canhestra , racista mesmo , porque ninguém começou a dizer que foram paulistas que foram para Maceió para botar fogo no povo de rua ? É assim que tratar assuntos sérios sem compromisso , sem seriedade , acaba levando hordas de racistas e ressentidos a se exaltarem… mas dá IBOPE , né ? Ainda mais em época de eleição !
Logicamente o problema passa longe destes tópico . Logicamente o blogueiro sabe disso , mas prefere a simplificação barata , para fazer uma espécie de política rastafari de ONG´s que , desculpe-me , ainda não provaram a ninguém nem mesmo de onde é mesmo que vem a grana delas , não é mesmo ?
A visão do blogueiro , é de tamanha irresponsabilidade que beira a falta de decoro !
Caro Rodrigo Leme,
Acho que o Sakamoto apenas mostrou o que acontece em São Paulo porque os problemas apontados por ele fazem parte de seu cotidiano. Ele não vive o dia-a-dia de outras cidades e regiões do Brasil e, claro, ele não é tolo para tentar fazer lavagem cerebral através de seu blog, por um simples motivo, aqui todos que participam têm opinião própria, pelo menos na sua maioria.
abraços.
Gerci , o cara viveu as guerras de Angola e Timoe Leste , como diz seu sumário de apresentação , e não consegue abstrair de SP para outras localidades ? Gerci , não confunda ingenuidade ou falta de atenção com leviandade !
A cidade tal como está é indiferente ao humano, ao vivo, pulsante… no máximo, uns estilosos, todos dentro da moda à la Vila Madalena, o falso e caro “simples”… a pseudo-felicidade consumista.
Consumimos também uma estética na cidade. Por mais qualidade que falte isso nas cidades brasileiras, procuramos pelos cantos retalhos de beleza, simulações de luxo ou de simplicidade. O morador de rua, a criança no semáforo agride essa busca. “Estraga a festa” quando está tudo sendo cuidadosamente montado em seus detalhes, seja com os seguranças de terno preto dos shoppings e condomínios de “luxo”, os Tucsons ou Land Rovers negros e brilhantes em alta velocidade furando os semáforos vermelhos ou as fachadas “simpáticas” com mosaicos e jardineiras… bonitos, mas altos, bem altos…
Crueldade ou indeferença, transitamos nesse território. Ignoramos crianças na ex-FEBEM, ignoramos crianças na rua, ignoramos o próximo que está à deriva…
Sakamoto,
Ótimo post, mas, você aparentemente tem a mesma visão minha sobre o assunto, o que fazer? Confesso a você que já pensei em várias fórmulas e todos me parecem muito difíceis de se realizar. Nem todos que moram nas ruas querem uma moradia. Cada caso é um caso, temos de ressaltar isso. Os motivos pelos quais uma pessoa é lavada a morar nas ruas são vários. Posso citar alguns: desilusão com a vida, drogas, problemas financeiros entre outros. Os motivos são tantos que mesmo que fizéssemos moradias para toda essa gente não soulcionaríamos o problema.
Você não acha que além de apontarmos o problema deveríamos apresentar, concomitantemente, soluções para esses mesmos problemas?
Abraços.
O, Saka, se me permiti sugerir um tema, que tal discorrer sobre a discriminacao da comunidade nikkei para com os nao-nikkeis, que sao tratados por “gaijin” (estrangeiro, apesar de todos nos sermos brasileiros) e tem entrada proibida em festas organizadas pelos mesmos.
Muito interessante o texto. Mas qual é a solução? Fui uma vez ao Parque da Luz com minha família e tive que sair, pois não achei que aquilo era lugar para famílias, tal quantidade de prostitutas, drogados e indigentes.
É fácil apontar problemas, difícil é encontrar soluções. Talvez devêssemos criar, putódromos ou drogadódromos.
O que me parece é que se vc quiser que um tipo de pessoa frequente algum lugar vc terá que excluir outro tipo de pessoa. Infelizmente a vida é assim.
Realmente um sério problema e dilema social. O texto realmente mostra uma profunda preocupação com essas pessoas, que estão morando nas ruas.
Concordo que não é uma situação aceitável, sendo preciso investir em abrigos e albergues e em carinho humano. Entretanto, vejo as medidas excudentes citadas como necessárias, sei que isso contraria a visão de muitos desse site, mas como poderíamos morar em uma cidade onde em cada viaduto houvesse uma favela, em cada calçada vários camêlos, nas praças e calçadas vários mendigos, bebados sujeira e até excrementos.
Não é seguro andar em lugares assim, há crimes, assaltos, perigo de doenças e perda de espaço público. Vc gostaria que surgisse uma favela do lado de sua casa, sabendo que haverá drogas, crimes e botecos com axé e cachaça até altas horas?
Medidas assim devem ser contrabalançadas com medidas de proteção social aos morados de rua.
Muito esclarecedor e bem escrito o texto. Tu costumas ser brilhante quando trata de exclusão social, ambiental e quetais no meio urbano e bastante medíocre quando trata do mesmo problema no meio rural….
Bom dia, Sakamoto.
Sou médico psiquiatra e hoje é consenso que moradores de rua, em sua grande maioria, são portadores de transtornos mentais primários, o que o alcoolismo seria uma consequencia destas patologias.
Seu texto é brilhante e toca num ponto nevrálgico da sociedade brasileira: a exclusão social esbarra na saúde pública e a Psiquiatria Clínica esteve ( e ainda está…) abandonada em nosso país, apesar dos esforços de profissionais de saúde e setores da vida civil em esclarecer a população da importância de não só investimentos públicos em saneamento e habitação, mas também na saúde.
Boa questão, mestre!
Mas sera que um programa social fundamentado na implantação politica de “moradia eficazes” seria uma solução justa ao problema da “exclusão social”? E o que o mestre entende por “moradia eficazes”? Sera que um programa fundamentado na “reforma urbana” da desapropriação seria a melhor solução?
O fato é que uma grande parte das questões implicando na «exclusão social» já encontram-se articuladas de maneira premonitória na Constituição Brasileira!Sinão como explicar que o artigo XXII da constituição brasileira assegura o direito a propriedade: “é garantido o direito de propriedade; enquanto o artigo XXIII, ressalta que “a propriedade atenderá a sua função social; enfin o artigo XXIV diz que “a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública, ou por interesse social, mediante justa e prévia indenização em dinheiro, ressalvados os casos previstos nesta Constituição”?
Porem, o que há de terrificante é a constatação desconcertante que no Brasil, como uma grande parte dos projetos arquiteturais europeus, é planificada por “métodos” “informais” elitizados, excludentes, como sendo a “solução final” ao problema da exclusão social no mundo moderno!
O que ha de aterrador é que Arquitetos e Construtores urbanos participam desta ordinariedade da demência ou da banalidade do Mal (A. Arendt) na vida pública brasileira.
Duas expressões parecidas mas sem nenhuma correlação significativa. A banalidade do Mal seria o que há de inumano na atitude de um ser humano! São esses arquitetos que trabalham, planejam, constroem “Áreas” públicas! Fazem o “melhor possível” para “impossibilitar o acúmulo de sem-teto em noites chuvosas”.
Fazem o que os “proprietários”, “empreendedores” lhe dizem de fazer! Obedecem as ordens. Como Eichmann que “obedecia” as ordens, que declarava que ele sempre viveu sob o imperativo categórico de Kant. O que há de terrifique é que esses arquitetos não veem “nada de mal” de “impossibilitar a vida de casais apaixonados “, “de reencontros de amigos “, dos “sem-teto” na vida pública!
A ordinariedade da demência seria de acreditar que esse modo de vida é a “melhor solução”, seria que essa maneira arbitraria de viver é a “solução”, seria de dar seu consentimento a essas formas de vidas injustas…
Dai a necessidade de colocar em questão esse tipo de ação no debate publico!
Sakamoto, meu caro, a cada dia me surpreendo mais com a qualidade e profundidade das suas reflexões. Pelo teor de alguns comentários, automaticamente, fica claro o porquê dessas pessoas estarem na situação de exclusão que estão. Sempre haverá um “nobre coitado” se achando melhor que os outros, merecedor de todas as benesses e decidindo a sorte daqueles que eles julgam “seres inferiores”. Eu mesmo já me vi incomodado com algumas dessas situações que você descreveu. Já achei ruim ver um ser humano deitado na porta do meu estabelecimento. Já agi como um desses “escolhidos” que menosprezam o semelhante e sinto vergonha disso. Hoje compreendo que o que causa situações como essas são atitudes desse tipo.
Seria bom que conseguíssemos domar esse instinto animalesco que nos turva a razão ao pisotearmos um igual para alcançarmos os objetivos que esse modelo de sociedade consumista e vazia nos impõe.
Parabéns a você, mais uma vez!
Fantástico comentário, José Fernandes Neto. Eu diria instinto “desumanizador” no lugar de instinto “animalesco”. Em minha observações eu noto que até os animais (supostamente irracionais) proveem para os seus pares. Com o ser humano, é outra história. O egoísmo (diga-se a falta de altruísmo) fala mais alto.
Obrigado Oliveira Simões. É muito bom saber que existem pessoas que tentam compreender além do óbvio. A humanidade ainda tem muito pra evoluir!
Um abraço!
Ontem, vi uma matéria no SPTV, edição da tarde, sobre usuários de crack presentes em diversas regiões da cidade, como no Jaguaré, por exemplo, um dos bairros mostrados pela reportagem. No texto da matéria tinha um trecho que dizia que não se sabe quando começou esse êxodo, esse espalhamento de usuários de crack pela cidade. Santa ingenuidade, Batman. Será que ninguém percebe ou a Rede Globo não percebe que isso é fruto da política higienista de Serra, Kassab, Andrea Matarazzo e cia., implantado na região da Luz? A criação da Nova Luz não deu a mínima para que já estava lá, seja usuários de crack, seja moradores de classe baixa q
Ontem, vi uma matéria no SPTV, edição da tarde, sobre usuários de crack presentes em diversas regiões da cidade, como no Jaguaré, por exemplo, um dos bairros mostrados pela reportagem. No texto da matéria tinha um trecho que dizia que não se sabe quando começou esse êxodo, esse espalhamento de usuários de crack pela cidade. Santa ingenuidade, Batman. Será que ninguém percebe ou a Rede Globo não percebe que isso é fruto da política higienista de Serra, Kassab, Andrea Matarazzo e cia., implantado na região da Luz? A criação da Nova Luz não deu a mínima para que já estava lá, seja usuários de crack, seja moradores de classe baixa que podiam morar perto do trabalho. Apenas, saíram passando seus tratores, sem se importar com essas pessoas, e construindo seus espaços culturais para a classe média ir se divertir com segurança na Nova Luz.
Batman sabe bem que a droga vem da Bolívia , mas o Comissário Gordon e a Mulher Baleia Gato já fizeram o dever-de-casa ? Tá vendo como se a gente quiser o problema que é sério vira briga de facção ? Cara , política higienista é papo-furado de Padre Lancelotti o Homem que tem mais que amor no Coração !Volta , Anderson, volta !Volta e diz pra gente de onde ele tirou a grana para pagar esta tal da caminhonete, meu filho !
Sem comentários, Sakamoto… Você está de parabéns. Infelizmente, este problema é mais complexo do que pensamos. Crescer é um fato ainda duro e penoso para muitas pessoas, mas vamos manter o otimismo para que em breve, seja possível a todos olharem para seu semelhante colocando-se em seu lugar e procurando auxiliar. Clareza de raciocínio, generosidade, sensibilidade, bom senso e compaixão, se não fazem parte da personalidade de uma pessoa, deveriam ao menos serem cultivadas… Paz a todos.
Sakamoto, porque falta inteligência no pessola da direita?
O Brasil é um país onde traficante se vicia, puta se apaixona e pobre é de direita…
Caro Roberto Miranda,
É por isso que ainda estamos aqui fazendo reflexões e reivindicações apaixonadas em prol de reais cidadanias. Você foi no âmago da questão. Há, há, há. Bom domingo.
Adorei a sua resposta, Maria Alice. Impressionante a falta de visão por parte de alguns dos nossos conterrâneos!!! rsrsrs
Oi Oliveira Simões !
É…”e vamos que vamos” com esse sangue que nos corre nas veias. No mais, obrigada. Um bom domingo para você. Abraço.
Pra você também, Maria Alice. Continuamos firmes na luta!
Roberto , a grande questão é a de sempre : querer enfiar-nos goela abaixo um “mudelinhu” bem esquerdóide , sem paralelos no país. Então , a esquerda – ou melhor , a massa síndico-narcossocial-descoladinha-universitária decidiu que a forma de fazê-lo seria através do mesmíssimo modelo da velha direita ( ados antigos coronéis ).Muita ação populista , muita dentudura e botina agora adaptadas às bolsas-esmolas…a mesma coisa de sempre: empulhação!
O resto é balela… e muito dízimo , de parte a parte , para tentar a agressiva desaculturação da população , que é massivamente conservadora.
Olá Leonardo, faço das suas sábias palavras as minhas atitudes como cidadã desse no amado País, infelizmente os moradores de rua, os dependentes químicos e alcólicos foram deixados de lado pela nossa sociedade ‘politicamente correta’, é triste saber que as pessoas viraram nos dias de hoje uma ‘moeda de troca’, você é valorizado pelos bens que você possui, não importa o seu caráter, se você tem uma boa conduta ou não, hoje o mundo gira apenas em torno do ” Vem á nós, e ao vosso Reino, nada”. A valorização do Ser humano está em ‘baixa’, por isso nós vivemos e temos um mundo do jeito que está, uma barderna moral total. As pessoas estão deixando de aprender que devemos amar mais, ajudar mais quem necessita e julgar menos.
Como há asneiras ridículas escritas nesse Blog.
Tá com dó? Leva pra casa, japa.
vai pro japao seu escroto. e espero que vc passe em uma calçada estreita, tropece, caia na rua e seja atropelado por um caminhao, que te arremesse às lanças de ferro que vc quer colocar na rua HAHAHAHAHAHA
japones idiota! babaca!
Acho interessante a forma como é colocado o assunto. Vejo com muito pesar que, a cada dia que passa, a mentalidade do povo está sendo deformada com textos como este. Endeusar Lulas, Dilmas e sua corja é no mínimo espantoso. A propriedade privada existe e deve continuar existindo. Tenho muito medo quando começa a surgir esse papo de “reforma urbana que pegue as centenas de milhares de imóveis fechados para especulação e destine a quem não tem nada”. Tristemente vejo este país caminhando para os moldes socialistas destrutivos. Passou da hora das pessoas se oporem a essa onda vermelha que se ergue. O país regrediu 40 anos desde 2002…
Lá perto do final do texto, quando o autor viu que não tinha como contornar a situação, coloca a frasezinha ” PS: Recado à turma que entalou um “tá com dó leva para casa” na garganta: cresçam”. Da próxima vez, faça um rascunho ou então, refaça de novo o texto.
A mentalidade do seu humano realmente tem que mudar, temos que deixar de ser individualistas e egoístas, mas cada um constroe o seu lar como quiser e andar por onde quer.
Não precisa ser agressivo para despertar a consciência alheia, basta ser inteligente.
PS : aos puxa sacos, pensem com a própria cabeça, e não com a cabeça de ” formadores de opinião”.
Cresça você
querendo fazer o papel de “bom playboy”, vá enganar outro seu demagogo.
O Sr por acaso sabe que a mesma democracia que permite às pessoas a acesso de “ir e vir e permanecer” também permite a proteção à propriedade privada e conservação de nossos prédios públicos e privados. Revolução Bolchevique é ingenuidade pura, o progresso vindo por meio da iniciativa privada é que gera ARRECADAÇÃO para o Estado solucionar os problemas sociais, sem iniciativa privada não existe Estado do bem estar social.
Pelo jeito o “bom playboy” descobriu agora que existem pessoas a margem da vida social – por opção própria ou não – Dê uma volta pelo Rio de Janeiro, Recife ou Salvador para você ver o que é exclusão social antes de falar de SP.
é que está na moda falar mau de paulistas e pega bem ficar do lado dos ditos coitados
Como você é hipócrita japonês. Leva os mendigos pra casa porque rua não é depósito de lixo.
O problema existe e está cada dia mais grave, escrever e comentar não resolverá nada, isto tambem é opção de cada um, só está nesta vida quem quer. Temos o livre arbítrio para o bem ou para o mal. Cabe aos governantes instituir políticas que insiram os jovens no caminho do trabalho, do estudo, do bem viver. O atual modelo do Estatuto da Criança e Adolecente empurra os menos afortunados, os mais humildes, os analfabetos, para o caminho do mal e do crime. É na adolecência que se molda o homem do amanhã, o estatuto existente só valeria para crianças, estudo e trabalho nunca matou ninguem.
Não sei se concordo ou discordo. O que eu sei é que não tenho mais paciência com morador de rua, vendedor de bala de semáforo, pedinte e afins. Sou eu o responsável por isso? Ah, tá vão falar: “o cara não teve oportunidade na vida igual a você”. Desculpe, mas acho que é um pouco mais embaixo. Já vi “neguinho” receber casa da prefeitura e colocar pra vender para em seguida voltar num barraco numa favela. Vi outros ao meio-dia recebendo cesta básica dessas ONG´s sem camisa e de calção, sem um mínimo de vontade de trabalhar. Bom, esse é o exemplo do nosso presidente, que odeia um trabalho duro. E falo isso, pois tenho parentes que trabalham com ele nas montadoras do ABC e diziam que ele só queria arruaça mesmo. Então desculpe. O que esse povo quer é moleza. E essa culpa não se pode imputar a qualquer um. O governo tem que fazer sua parte. É pra isso que se paga imposto, desculpe pelo clichê. Eu trabalho duro para conseguir o que quero e o que tenho. Que cobrem a receita federal que bate recorde atrás de recorde de arrecadação. Que já faturaou duas vezes o que a CPMF daria neste tempo que está fora, e nada é aplicado no sistema de saúde básico. Onde um deputado ganha em torno de 20 mil reais, enquanto um policial militar ganha mil, e olhe lá. Tá errado. Sei lá……FORA PT JÁ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Cara, que discurso idiota ! Como é que deixam um babaca como você ter uma coluna no UOL. Quem é a besta do seu patrão ?
Faltou falar nas igrejas católicas, que na teoria fazem o mesmo discurso de defesa dos excluidos que o sr. Sakamoto, mas são todas cercadas, como por exemplo a igreja da Sé.
Leve-os para sua casa.
Você levanta a bola, mas nunca apresenta solução.
É adorado por essa monte de caras que repete a cada texto seu: parabéns, excelente e etc. São pessoas sem opinião e sem condições de perceber a realidade ao redor. Dependem de um cara que ganha para polemizar, mas que não tem compromisso com a solução. De franco atiradores, já estamos cheios, inclusive de bobos como eu que ainda se dignam a te responder.
Fora Sakamoto.
Me desculpe, mas banco de praça não é lugar de moradia. Sempre colocamos a culpa no governo, mas o que não se fala é que tem muito vagabundo que não quer fazer nada. Muitos moradores de rua são levados para abrigos públicos e logo depois fogem pois não querem seguir as regras do local. Voltam então para o mundo das drogas. Isto ja é uma escolha pessoal e não uma exclusão!!!!!!!
Temos que ajudar as pessoas que querem ajuda e não podemos passar a mão na cabeça de vagabundo bandido!!!
Gosto muito do blogdosakamoto. Seus temas fogem ao conhecido, e
pega as pessoas no contrapé. Toda a nossa cultura, na família,
escolas, universidade é voltada a vencer e se tornar um grande
executivo, um vencedor. Não há espaço para esses jovens para
pensar no outro, nos componentes de uma sociedade, naqueles que
não tiveram o privilégio de bem nascer, com tudo o que tem direito.
Justamente esses jovens que tiveram acesso ao que de melhor a Uni-
versidade lhes ofereceu, poderiam sair do epicentro de seu umbigo, e
olhar para a biodiversidade dos seres humanos. Em alguns lugares des-
te Brasil, onde são necessários quilômetros e quilômetros para se con-
seguir um balde de água. E ainda são contra o bolsa-família, mas, por
outro lado, não querem ajudar em nada. O Bolsa-família já foi conside
rado programa-modelo da ONU, e já dotado nos EUA com muitíssimas
mais vantagens para os excluídos.O ENEM, que nos EUA, é chamado
SAT, atinge a 60 países do primeiro mundo e que, graças ao mesmo,
o presidente OBAMA, se graduou em Harward, sem pagar nada.
O jovem é muito impulsivo e acha que sabe tudo. Entretanto, Ele pre-
cisa baixar a bola, pois a vida é uma roda gigante.
Excelente comentário, Karlos Brenner. É muito fácil para quem nasceu em berço de ouro julgar o que vive jogado na sarjeta. Essa falta de insensibilidade e humanidade é uma coisa nojenta no Brasil.
Tenho mais dois métodos para você acrescentar na lista, Sakamoto, ambos utilizados pela prefeitura do Rio de Janeiro:
- colocar enormes blocos disformes de pedra embaixo dos viadutos, para não permitir que as pessoas se alojem lá;
- substituir os bancos do ponto de ônibus por uma superfície estreita de metal, com mais ou menos um palmo de largura, e 30 graus de inclinação. Isto permite aos passageiros “sentarem-se” para esperar o ônibus, mas impede que os sem-teto busquem nos bancos uma alternativa ao chão…
Mimimi, como São Paulo é injusta, mimimi, como São Paulo é ruim, mimimi, assim que der eu vou embora de São Paulo.
“Já que não se encontra solução para um problema, encobre-se. É mais fácil que implantar políticas de moradia eficazes – como uma reforma urbana que pegue as centenas de milhares de imóveis fechados para especulação e destine a quem não tem nada.”
Dúvidas:
1. “…centenas de milhares de imóveis fechados…”: de onde o autor tirou este número ?
2. “…que pegue as centenas de milhares de imóveis fechados para especulação e destine a quem não tem nada..”: o que o autor quer dizer com “pegar” ? Tomar, confiscar ou desapropriar mediante indenização ?
Seria interessante se o autor fosse mais claro, dizendo abertamente que é contra a propriedade privada.
É claro que, em um eventual governo socialista, o autor seria membro da cúpula, cercado de regalias negadas à massa de funcionários de fábricas estatais e agricultores familiares.
No caso dos usuários de drogas, concordo que deveria haver tratamento para os viciados, porém o autor provavelmente reclamaria se fossem tirados à força das ruas.
Ao menos ele está de parabéns, pois sempre consegue fazer com que os radicais de direita e esquerda fiquem se matando na área de comentários.
E os problemas continuam os mesmos….
Esse sujeitinho é comunista. Tem coisa mais ridícula que isso ?
Fabio,
seu comentário me fez pensar um pouco mais sobre a misogenia jornalística das políticas públicas. Talvez sejam os “limites” do blog, talvez seja um não conseguir colocar neste espaço as diferentes instâncias e seus sujeitos dialogarem, procurando “escutar” tanto o que profissionais da saúde tem a dizer sobre o tema, o que profissionais da área jurídica podem contribuir, o que os pedintes, “moradores de rua”, drogados, prostitutas e afins gostariam de obter/dizer da/à sociedade brasileira (creio que eles não acessam a internet). Enquanto os métodos da política pública continuarem avaliando “os problemas” do seu ponto de vista culturalmente determinado, eles irão permanecer continuando os mesmos, não é?
Sakamoto;
Imagine a cena; um jovem, negro, morador de periferia,mal vestido, sujo, com cabelos cheirando mal lhe pede um pedaço do sanduiche que você está comendo. Ou espera você comer para que sobre um pedaço e ele pegue esse resto no latão de lixo. Qual é a imagem que você projeta dessa pessoa? Bandido, mendigo? Alguém que não quer trabalhar ou estudar? Anos depois essa pessoa, agora como acadêmico de Medicina, volta ao restaurante onde ele catava comida e paga o próprio sanduiche. Quem mudou,o jovem que catava comida ou as pessoas que passaram a acreditar nele? É claro que esse é um exemplo extremo mas ele reflete o que fazemos com toda uma geração. Ao excluirmos essas pessoas da sociedade estamos matando Engenheiros,Médicos, Professores, Jornalistas de talento como você.
A questão central é que desde que essa nação se fez verbo temos uma política de beneficio de poucos em detrimento de muitos. Fomos a última nação a acabar ( ?) com a escravidão. Temos umas das piores distribuição de renda do mundo. Nossos índices de assassinatos são pornográficos e sempre colocamos a culpa no ” governo”. Nos fechamos em caixas, casas, apartamentos e carrros com janelas fechadas e só vemos o outro como ameaça. Isso é óbvio mas não aceitamos que ajimos assim. Não nos sentimos culpados pela miséria e exclusão social. A culpa dos pobres serem pobres é dos pobres, não é ?
Em tempo; o jovem que catava comida nas latas de lixo e agora é acadêmico de medicina é o mesmo que escreve esse texto.
O problema José Paulo é que a turma do politicamente correto e do bonde do Foucault não quer que estas pessoas sejam Engenheiros,Médicos, Professores e Jornalistas, mas sim que continuem sendo catadores de lixo…
SAKAMOTO,
Creio que há uma dose de rascismo em alguns comentários, logo creio que seria legal denunciá-los. Há um cara acima que disse que para essas pessoas que vc citou e para o POVO NORDESTINO (mais uma vez) deve-se usar a câmara de gás.
Isso é apologia ao rascismo.
Não sei como fazer a denúncia, mas como o BLOG é seu, gostaria que, se possível, vc o fizesse.
Obrigado
Muito bem em chamar a atenção, José Vilela. Sugiro que você mande um email diretamente ao Sakamoto. Não podemos permitir esses crimes do colarinho branco em plena luz do dia!!! Lugar de neo-nazista é na cadeia. Obrigado pela denúncia.
Gente, me desculpem. Entendo a preocupação de voces, mas creio que está rolando um probnlema de inerpretação de texto. O João, que fez o comentário, estava sendo irônico – o que é passível de ser entendido pelas últimas frases. Ele estava criticando esses argumentos e não apoiando.
Pessoal, ironia é uma figura de liguagem fina. Mas vamos fazer um esforço para entendê-la.
Ai, ai, viu.
Sakamoto, o o texto é bom, profundo, piedoso, mas abusa da ironia e não apresenta soluções concretas. Ninguém quer ter na sua porta, na porta de seu prédio, no espaço livre entre a entrada e a calçada (há muitos prédios assim) viciados e miseráveis dormindo ali. A médica do bairro de Sta. Cecilia resume bem a situação: ironicamente, ela trata dos sujeitos e depois é assaltada. As várias crarcolândias expõe o fracasso dos governos do estado e do municipio nessa questão, há anos. Mas só agora, passada a eleição, a TV Globo está mostrando a gravidade da situação, como ela se ampliou para vários bairros. A favor do candidato tucano (que falou em ministério da segurança pública) blindaram o clima de insegurança da cidade, vizinho até da delegacia na alameda Glete. Lá, fui fazer um boletim de ocorrência pelas 16h, só tinha 3 pessoas na frente para ser atendida. Sai as 21h e percorri ruas vizinhas repletas de “crarcolândias”. Esta é a nossa São Paulo: suja, repleta de assustadores miseráveis nas ruas e nas portas de alguns prédios. Mas poucos querem ver esse quadro. ATé a mídia.
As grades em alguns prédios antigos são feias, violentam a estética, mas protegem os moradores. Todos falam a favor da inclusão social, mas pouco é feito. Inclusive pela igreja.
Mais uma vez, as notas de rodapé podem traduzir melhor a ideia central.
Enquanto estamos discutindo o post de L.Sakamoto, aliás pertinente como sempre, um grupo de rapazes de classe social resolvida ou abastada, a julgar pelos comentários de diversos envolvidos sobre seus modos e vestes, atacaram pessoas na Av. Paulista, na manhã deste domingo, fazendo uso de barras de lâmpada fluorescente. Isto tornou patente a intenção de ferir seriamente, distinguindo-os de simples jovens arruaceiros (o que já seria deplorável), e sua motivação parece ter sido de cunho discriminatório, apesar de já haver relatos negacionistas de familiares e de um advogado de defesa, contratado para pelo menos um deles (se tal ação tem defesa, é outra questão).
Tal evento é mais uma evidência de que certas coisas estão saindo de controle, principalmente o discurso da intolerância. Parece cada vez mais claro que há uma escalada de fatos, se olharmos os últimos eventos, envolvendo agressões contra o povo da rua, queima de índios e mendigos por “playboys” entediados, ataques após a última Parada Gay, discursos preconceituosos com incitação homicida na Net, etc. A diferença de grau é que a agressão de hoje envolveu pessoas de mesma capacidade social, o que evidencia que, quando certos sentimentos são postos à solta, sempre caminham para um desfecho além do imaginado.
E isto se inicia, em geral, por pequenas iniciativas de aparência ingênua, como as medidas de “higiene social” (que termo horroroso, hein?) descritas neste post do jornalista. Quando estas pessoas saem dos comunicados verborragicamente agressivos, mas anônimos, e passam ao ato, uma importante barreira de contenção se rompeu na sociedade. E tais ovos de serpente, depois de vingar, dão origem a coisas cujo nome nem pronunciamos e cuja existência preferiríamos não conhecer. Ontem, cacos de vidro e “irrigadores” químicos; hoje, odes ao “coronel Nascimento”; amanhã, agressões a todos os que parecerem diferentes do seu grupo, de alguma maneira; depois de amanhã, quem sabe?
Eu sei que o senhor não vai me responder, mas, mesmo assim:
ONDE o senhor mora?
Aposto que BEM LONGE desses pobres que o senhor tanto ama.
PS: Um recado para um HIPÓCRITA como o senhor: FAÇA o que o senhor DIZ.
Como todo esquerdista, Sakamoto deve agora ser desafiado a demonstrar se ele realmente “se preocupa mais” com os desafortunados, ou é apenas a tentativa de usar a técnica usurpação da bondade.
Neste link abaixo, em meu blog, fiz o desafio para que o Sr. Sakamoto prove se realmente ele se preocupa ou se está sendo hipócrita.
http://wp.me/pUgsw-287
Qualquer erquerdista que quiser apoiá-lo, também poderá participar do desafio.
Não seja babaca, Luciano. Neste espaço não há lugar para idiotas. Você está querendo me dizer que não é hipócrita? Conhece Poema em Linha Reta do Fernando Pessoa? Se não conhece, sugiro que procure conhecê-lo e se já conhece, sugiro uma releitura. Você vai ficar impressionado ao ver-se incluído no rol dos hipócritas também.
O desafio continua aberto lá!
Já provou que você realmente “se preocupa” ou ainda não?
Ao ver a reação de alguns leitores, eu me lembrei de um poema de Carlos Drummond de Andrade, “No meio do caminho tinha uma pedra; tinha uma pedra no meio do caminho; tinha uma pedra no meio do caminho; tinha uma pedra…” Imagino que a pedra a que Drummond se refere é a atitude reacionária de uma parte do povo brasileiro em não querer ver o óbvio. Agem como obstáculos a toda tentativa de melhorias sociais e consequente humanização dos que foram desumanizados pelo sistema. Pergunto a mim mesmo como deve ser a alma dessas pessoas. Mas sabemos que “tudo vale a pena quando a alma não é pequena”. Parabéns, Sakamoto, por trazer à tona temas que incomodam e causam reflexões.
Sem choradeira, Oliveira!
Mostre aí as evidências do percentual de sua renda que você destina aos “mais carentes”.
Não vale pagamento de imposto, pois é obrigatório.
Segue o desafio.
Minha “alma” vai muito bem, obrigado.
eu gostei do texto, porém gostei mais ainda dos comentários. não concordo com o autor. eu não gostaria que tivesse uma pessoa dormindo na calçada da minha casa. eu tentaria me proteger de alguma forma, pois como sabemos corre-se o risco de ser assaltado, morto, etc… ao mesmo tempo, também tento ajudar as outras pessoas, ensinando, mostrando bons exemplos, fazendo doações quando posso. lidar com o ser humano é muito complicado. muitas das pessoas que estão na rua não gostariam de estar lá, outras porém gostam da liberdade desse tipo de vida. chamar essa proteção de exclusão social é complicado. o que fazer quando se tem uma cracolandia na porta de casa ? levar o assunto ao governo ? mais moradias ? mais tratamento para os viciados ? mais renda para os mais pobres ? cabe aos politicos tentar prover condições melhores. verba existe.
O assunto e mesmo complicado. Li o comentario do medico Marcelo, concordo plenamente , o problema e de saude publica q. infelizmente esta carente de todos os recursos para se oferecer um atendimento digno a populaçao em geral, nao so os q. estao na rua , sem teto e excluidos + enfim , como resolver tudo isso? Sabemos o quanto o pais arrecada em impostos e nao retorna a sociedade , principalmente ao q. + esta pedindo socorro nesse momento; SAUDE E EDUCAÇAO…] nao existe outra soluçao a nao ser investir nessas 2 esferas , somente elas podem fazer uma revoluçao nesse pais , coisa q. nao e de interesse dos poderosos q. sugam uma populaçao fragil e ignorante.bjos, boa tarde a todos, ate a proxima.
Duas são as verdades: 1) falar é fácil (tanto contra quanto a favor) e; 2)ninguém vai mudar essa situação (exclusão). Prova maior é que ela existe há muito tempo, isto é, desde que o mundo é mundo e, até hoje, só piorou!. Não é pra menos, tem gente que ganha com isso, ganha muito e de diversas formas, mas, isso é assunto para outra conversa. Lamento que ser humano seja assim, porém, como disse anteriormente, ninguém pode ou, realmente, quer mudar isso.
Muito legal Leonardo, adorei suas idéias e seu modo de escrever, parabéns.
Tá com dó leva pra casa mesmo! Não está entalado não e digo pra que quiser ouvir, por e-mail, por carta ou na cara se tiver oportunidade.
Leva pra casa e pede pra mulher dar um banho e fazer massagem pra diminuir o sofrimento do pobre coitado.
Olá Sakamoto, seu blog é ótimo, parabéns. Seu texto foi brilhante, talvez alguns comentários mais exaltados seja porque é difícil aceitar a verdade tão nua e crua como ela é. Em meu caso dói mais ainda, porque eu mora na Noruega e tenho que aceitar que jamais seremos como eles, creio que nem daqui a 200 anos ou mais. Muitos poderão dizer que aqui na Noruega tem neve e temperaturas negativas então não tem como ter morador de rua, mas eu sei que o governo daqui toma medidas de verdade para evitar essa estatistica, dando suporte até mesmo para os refugiados que moram aqui e que não são poucos.
Acho interessante essas cr[iticas e comentários sobre sem teto, como se nunca pudessem passar pela mesma situação. Isso me lembra de uma novela boba, mas que no fim um dos “vilões” levam uma paulada na cabeça, perdem a memória e apesar de extremamente rico, torna-se morador de rua.
Fernando Lopes, meus parabéns por desfilar todo o seu conhecimento de preceitos básicos jurídicos que fazem parte do léxico de qualquer estudante direito iniciante. Por mais que concorde em parte com a hipocrisia de certas ONGs, acho que você está criticando em demasia o morador de rua e fechando os olhos para a causa do problema. Não adianta tentar coibir ou esconder a existência dos moradores de rua se não há comprometimento em acabar com a causa. Querer levantar a bandeira do arcabouço jurídico estatal a troco de que? O Estado quer lidar com essas pessoas da mesma forma que alguém varre poeira pra baixo do tapete. A ordem jurídica vigente deveria aprender com o prof. Celso Antonio Bandeira de Mello que diz que o princípio da igualdade previsto na nossa Constituição deve ser interpretado no sentido de”tratar igual os iguais e desigual os desiguais”. Se o estado fizer sua lição de casa não precisaremos de ONGs pra fazer o trabalho deles. E aliás, ninguém forçou o estado a dar dinheiro público pra ninguém. Cadê a sua crítica às administrações anteriores que ficaram felizes em lavar dinheiro dessa forma e ter terceiros fazendo o trabalho deles?
Caro Ceps : não sou estudante de Direito e nem estou aqui a advogar” ( esta foi apenas sem querer ) em benefício de outras “otoridades” .Até” porquê , esta cidade foi administrada por um sem-número de tendências e colorações e nem por isto se conseguiu resolver o problema( lembra da Grande Cpacitosa Erundina ? E do Grande Janio Quadros ? ) . Tem gente que quer transformar este problema em algo maior , porque não quer solucionar , quer “bater bumbo”. Trata-se da tal Pastoral do Povo de Rua , que ao que me lembre , recebeu ofertas de vagas em asilos e albergues para os famosos “povoantes das ruas ” e eles disseram sabe o quê
NÂO!!!! Os moradores de rua são apenas massa de manobra de políticos e de ideólogos desta corrente da Igreja Católica – que aliás ainda não explicou onde foi parar o dinheirão que nós , contrbuintes demos a ELES através de programas sociais financiados pelos entes públicos e que viraram caminhonetes e outros prêmios a irmãos desvalidos , lembra desta história ? E aí ? Tem alguém cobrando deste pessoal alguma explicação ? Não !
Este é o modelo de ONG´s que ficam a passear em blogs de aluguel.Por isto minha crítica a toda e qualquer ONG que ao menos não publique e audite seus balanços !
A temática é complexa : recolher estas pessoas e dar a elas tratamento e acolhida. Mas eles têm de se apresentar para o trabalho , meu caro ! Porque senão , será enxugar o chão com a torneira aberta , certo ?
E aí ? Não somos o país do Grande Irmão que matou o desemprego e o transformou num gatinho ? E não temos bolsa aquilo e bolsa aquilo outro ? Que bom ! São soluções de longo e de curto prazos ! Quero apenas que São Paulo seja abençoado pelo Grande Irmão !
Então , porque é que temos de continuar a conviver com esta situação de ter de aceitar mini-favelas em todas as vias públicas da cidade ?
Oras , basta ir além ! Não dá é para ficar na superfície do caldo !
Ridículo, é a sintese de minha opnião sobre a opnião do blogueiro.
Não se combate um problema gerando outros. Vamos deixar que se construam mini-favelas embaixo de todo viaduto e ponte e veremos o que vai acontecer com a cidade, principalmente quando uma dessas favelas pegar fogo devido a alguma briga ou acidente causado por algum alcolatra. Vamos deixar que cada bando de praça se transforme em um mini-apartamento, para que o cidadão comum se veja impossibilitado de frequentar os lugares públicos.
Eu presenciei o que o neglicencia ou a conivência do poder público pode fazer de ruim pela cidade, eu trabalha no centro de São Paulo quando Luiza Erundina foi eleita e foi incrivel ver que no dia de sua posse, todos os camelos que estavam em bolsões especificos para eles “subiram” para o centro velho e tomaram praticamente todas as ruas, como a Direita e a XV de Novembro, tranformando o simples ato de circular pelo centro um martirio, sem contar todo o inconveniente para os logistas que pagam seus impostos.
É necessário se atacar o problema de desigualdade social em suas raizes e não com esta demagogia barata e romantica, isto não resolve o problema, pelo contrario, apenas o agrava.
Alias, é preciso também acabar com o preconceito as avesas que temos visto principalmente neste período eleitoral, incitado pelo glorioso “pai dos pobres” Lula, onde todos os que tem um padrão de vida razoável são taxados de elite “sem coração”, que não quer que o probre deixe de ser pobre, explorador, bla,bla,bla,bla… ja me cansei disto.
Pelos comentários de vários demagogos aqui eu sou um elitista desalmado, pois bem, eu trabalho desde os 15 anos, minha mãe era uma costureira que trabalhava como louca para me criar ganhando muito pouco, estudei a vida toda em escola publica, trabalhei, cresci e conquistei muitas coisas e além de obiamente zelar para uma velhice confortável para minha mãe, também pago muitos impostos para o Estado e faço algumas contribuições diretas a pessoas carentes, principalmente no final de ano, mas sobretudo, acredito na meritocracia e nas leis e naquela velha frase, “o limite do direito de um é onde começa o meu direito” e não em idéias alienadas de igualdade social por decreto, isto não existe e para concluir, também não quero ninguem acampado em minha calçada.
Nota DEZ !!!!! Parabéns , Emerson , esta é a nossa voz , a voz da real classe média que paga impostos e hoje é subtraída pelos ricos de sempre o pelos espertos da hora !
Bela resposta, Emerson, e parabéns pelo exemplo que nos dá. Chega de patifaria.
Cris/Sakamoto,
vc disse que o cara estava sendo irônico. Vc tem razão. Eu fiquei tão indignado que não li a última frase entre parênteses e foi só aí que ele deixou claro que era uma ironia.
Mas tem outros comentários tão pesados quanto.
Êste Sakamoto só tem muito papo furado,falar é muito simples, quero ver é colocar alguma coisa em pratica para corrigir tanto sofrimento.
Os esquerdistas NUNCA COLOCAM nada em prática. A vida deles é isso. Fazer um draminha, para fingirem que são bonzinhos, e que os outros são “malvados”.
Fiz o desafio e até agora nenhum esquerdista apareceu!
Sakamoto, essa realidade é muito triste e a depender de nosso poder público, não há o menor interesse em resolver esse problema. Proporcionalmente ao tamanho da cidade, podemos dizer que são até poucos os necessitados, mas nem isso parece um argumento convincente para mobilizar a sociedade e o poder público. Em Campos Elíseos, criamos uma Associação de Moradores para tentar discutir o problema, mudar a mentalidade da exclusão pela da luta para que o município e o Estado assumam sua responsabilidade. Já cobramos e continuamos a cobrar do poder público sua responsabilidade. Infelizmente, também não somos ouvidos, e somos até desqualificados quando participamos de foruns de luta. Exigimos que a SMAD, a secretária Alda MarcoAntonio, apesente urgentemente um programa decente de habitação, saúde e acolhimento. Devemos pensar muito nisso nas próximas eleições municipais.
Boa Tarde!
Aos que defendem a politica de poíltica expulsar os moradores de rua seria bom olhar para a situação do Rio de Janeiro que fez isso no passado dando origem a todo esse problema de segurança pública e social que vemos hoje. Por que o direito a dignidade é algo que incomoda tanto?
Sakamoto, parabéns por escrever aquilo que está na garganta dos homens de bem há muito tempo.
São Paulo continua aumentando esse contraste social, onde uns vivem essa tal globalização enquanto outros (a maioria) tentam “sobreviver” a ela!
Parabéns Sakamato,por dizer o que é necessário! Quanto aos fascistóides raivosos, meu profundo desprezo!
É sempre esse blá-blá-blá politicamente correto. A verdade é que a maioria dessa gente não quer sair das ruas e ir para um abrigo, por exemplo. Lá eles tem que ter horários e disciplina, e querem fazer o que quiserem na hora que quiserem. Muitos estão fugindo de problemas ou da família e não querem ser encontrados. As crianças que usam dorgas não podem ser levadas para uma intituição contra sua vontade. O “maravilhoso” ECA (cheio de direitos e nenhum dever) diz que elas tem o direito de conduzirem suas próprias vidas, mesmo que cheias de drogas. A política pública de drogas, aliás, é ineficiente por causa de pessoas como o Sakamoto e seus fãs, que passa a mão na cabeça dos drogados. Antes de serem vítimas, todo drogado entra nessa por ser idiota. NÃO EXISTE NENHUMA CAMPANHA PÚBLICA SOBRE O PERIGO DAS DROGAS E SUA PREVENÇÃO. Temos que combater as drogas com toda a força e tratar apenas os que necessitam de tratamento. Voltando aos sem-teto, é interessante que o texto não dê sugestões para mudar esse quadro. Criar enormes marquises abertas, para abrigo desse povo? Obrigar os prédios a ter um jardim aberto, com moitas para suas necessidades fisiológicas? Afinal, vamos tentar resolver a questão ou fornecer “conforto” a eles? Quanto aos que gostam de chamar outros de “nazistas” apenas por pensar diferente, sugiro que estudem um pouco a respeito. Apontar o dedo e acusar os outros é a primeira coisa que nazistas e estalinistas aprenderam na escola. Me entristece ao ver tantas palavras vazias, jogadas ao vento. Queria ver se mendigos fizessem suas necessidades diariamente na porta desse pessoal eles não iam jogar cloro ou outra coisa na calçada…
Você disse tudo e espero que isso seja uma coisa do coração e não do jovem e inteligente jornalista que está tentando se firmar como um dos grandes intérpretes da realidade social, mas curiosamente hoje em Taboão da Serra-SP ao chegar para fazer algumas compras na feira que se realiza no centro da cidade encontrei como flanelinha um cidadão que há alguns anos ao me abordar, inchado e exalando cheiro de álcool, porém com um vocabulário correto e educadamente pediu para “olhar meu automóvel” e naquela ocasião eu provoquei um diálogo e falei para o mesmo que ele poderia se levantar pois tinha profissão e discernimento suficiente para tocar sua vida e me prontifiquei a doar algumas roupas e o orientei a tomar banho e coincidentemente o mesmo em seguida desapareceu e hoje o reencontrei saudável , sem usar álcool e ele se lembrou daquele diálogo. É claro que não tenho a pretensão de achar que minhas palavras o levaram a regeneração, pois hoje trabalhar nos fins de semana é apenas um “Bico” para o mesmo visto que durante a semana trabalha em duas ou três oficinas como pintor de automóveis, mas de uma coisa eu tenho certeza; se o estado com o dinheiro dos nossos impostos, cuja maior parte é desviada ou aplicada de maneira inútil, olhasse para essas pessoas, teria como resgatá-las para o bem de todos.
Nossa, o debate foi muito rico de erros, de intransigências, intolerâncias, falácias, poesias, sectarismos… mas muito proveitoso. Penso que o autor nem imaginaria que esse seu blog desse dtanto ibope. Mais uma vez, parabéns Sakamoto pela provocação.
Eu acredito sinceramente que se todo mundo, todo mundo mesmo, cuidar de sua vida direitinho, nós não precisaremos mais cuidar da vida de ninguém. Pena que a grande maioria não cuida, não é?
Grande Sakamoto!
Mesmo que eles incomodem visualmente, somo seres humanos, eles e nós, e temos que respietar ou ajudar, né?
Acesse meu Blog, abraços!
Concordo em parte. Claro que é preciso construir abrigos para que os sem teto tenham onde dormir e não precisem contar com a marquise de prédios no centro. Isso é essencial. Agora, quando um prédio é projetado, o arquiteto leva em consideração seus clientes, ou seja, os usuários do prédio, e se não for interessante para os usúários a possibilidade de moradores de rua viverem em suas portarias, as soluções buscadas serão justamente para que não haja. Ninguém gosta de moradores de rua ou grupos de drogados na porta da casa. Não é deixando-os onde bem entenderem que vamos resolver o probema.
Sua matéria e a crítica contida nela está direcionada pra quem?Você acha que é mais errado um dono de edifício comercial fazer o prédio do jeito que o deseja ou o governo ter uma política de moradia ineficaz?
É óbvio que eu não quero gente que usa drogas na minha calçada,pra quando eu me descuidar ser assaltado ou Deus me livre até morto por um desses.
Se você gosta de gente assim ,faça uma calçada bem grande na frente de sua casa,numa rua bem movimentada e chama todo mundo,dúvido que você ficará `numa boa `com uma situação dessa.
“Muitos vêem os dependentes químicos como lixo da sociedade e estorvo ao invés de entender que lá há um problema de saúde pública”
De fato o problema é de saúde pública, mas e se os dependentes não querem ser tratados, eles podem ser obrigados a entrar num programa de reabilitação? Que eu me lembre não. A partir daí, eles se tornam estorvo mesmo.
Saindo da cidade de São Paulo, o que dizer de uma cidade da região serrana do Rio – Nova Fribugo – que só tem um viaduto e já está devidamente concretado com pedras pontiagudas viradas para cima? Solução muito simples e barata para resolver o problema de míseros 8 moradores de rua.
Lamentável para as cidades de governos perversos. Perdemos todos.
Parabéns pelo “grito”"
Vá plantar batatas, leve todos para a sua casa
vá ploantar batatas , leve todos para sua casa
Se cada pessoa que comentou aqui se comprometesse com 10 reais por mês já seria pelo menos um morando na rua. Alfinetar os outros, falar mal de político e taxar de preconceituoso é fácil demais, em 5 minutos e meia dúzia de palavras qualquer um consegue. Agir é mais difícil. O problema todo dessa discussão é entender que se não partir de cada um, se não vier dos realmente intressados e incomodados, não adianta ficar esperando político resolver.
Mas você acha que esquerdista vai meter a mão no bolso para fazer algo? Eles metem é a mão no bolso dos outros para sustentar ONGs picaretas rs.
Pessoal vcs querem ficar com essa briguinha idiotas entre vcs, usem o MSN…
Que eu saiba a cidade de São Paulo possui abrigos, ou não ? Viaduto e ponte não é casa para ninguém, e não é para dormir nem para construir casa. Não tem favela nos EUA e afins porque simplesmente não dá para dormir na rua em um inverno rigoroso. Aqui nos trópicos as pessoas preferem essa condição do que um abrigo.
A casa do meu vizinho foi colocada para alugar, mas passou muito tempo sem interessado. Os sem-tetos descobriram que ninguém morava lá e se instalaram debaixo da cobertura da garagem. Era uma turma grande fazendo barulho de madrugada. Chamar a polícia todo dia não adiantava. Ninguém da vizinhança, antes calma, dormia à noite por causa da bagunça e do medo.
Quero saber se o autor deste artigo vai pagar as contas dos vizinhos que não conseguem trabalhar porque não dormiram a noite inteira.
Queria acrescentar que pimenta nos olhos dos outros é refresco.
Acompanhei diariamente as ações gradativas de um condomínio nas imediações da Estação São Joaquim do metrô de SP para expulsar moradores de rua que dormiam em seu “jardim”… Tentaram diversas opções, até que fizeram um plano inclinado no canteiro, conforme o item 1 do “manual” acima. Após a reforma, deixaram o entulho por um mês na calçada do condomínio… acho que incomodava menos do que os mendigos. Comentei com um amigo a minha indignação, no que ele me perguntou se minha observação era só pra acalmar minha consciência frente meu comportamento omisso diante do acontecido… refleti e pensei: adianta observarmos, nos indignarmos e não fazermos nada?… só não consigo fingir que não vejo… e me sinto culpada, de certa forma… alguém tem alguma sugestão? Talvez um manual: “Como lidar com as anomalias sociais”…
Bom texto! Concordar ou não com ele é relativo. Tocar na ferida é sempre necessário. Repensar o real, questionar, observar e perceber nas entrelinhas o que a maioria não enxerga é sua marca. Parabéns!
Abraços
Sakamoto, posso sugerir um assunto? Na sua visão, quais seriam as causas do aumento da criminalidade no Brasil? Coloque no balaio a corrupção, claro.
De um povo ordeiro, quase cordeiro, degringolamos de vez.. ou melhor seria.. “gringolamos: (eUA)”?
Está triste.
Obrigado
“se há pessoas que querem viver no espaço público por algum motivo, elas têm direito a isso”….Isso é o cumulo da tosquice…
Concordo… o cara acabou de transformar o público em privado deles , ou melhor privada deles ! … Seria tosco se não fosse leviano !
Sakamoto, leio e releio seus textos só pelo prazer de admirar seu estilo de escrever.
E sempre concordo com o que você escreve.
Para os que estão esperneando ao ser apresentada a verdade, lembro que os moradores de rua são o subproduto criado pelo modo de pensar deles e que agora os estão assombrando e os mantendo acuados em suas casas-prisões.
Prinicpalmente para aqueles que vieram da exclusão, pensam que venceram e agora se voltam contras as origens.
Que tal uma lida no Sermão da montanha pra refrescar as idéias?
Cara Roberto , acho que você precisa de rever seus conceitos e conversar com eles , moradores de rua , mais , antes de somente ler o que estes sociológos e ideólogos de meia pataca estão propagando aos ventos… grande número de mendigos não querem ir a abrigos …a maior parte dos moradores crianças de rua têm residência e mãe , mas não o têm família , pois foi destroçada pelas drogas , em mais de 80 % dos casos de forma direta ou indireta. E a gente bate palminha pro cocaleiro da Bolívia , alivia nas fronteriras e acha bacaninha o sujeito puxar um baseado , não é mesmo ? O segredo se chama FAMÌLIA . Esta célula está se desmanchando , pela ação dos que lutam incessantemente contra ela. Podem chamar do que quiser , mas esta é a solução que ninguém quer enxergar , porque é mais fácil botar gente corrupta e pedófila para bater bumbo na rua e chamar todo mundo de “povo da rua “!
Que eu saiba a internet deveria servir pra ser um espaço democrático de discussão inteligênte e não uma arena anônima de Vale-Tudo, onde cada um estravaza a sua raiva…
Aliás talvez seja esta a triste função da internet hoje em dia, estravazar o nosso instinto, visto o acolhimento que a pornografia recebe neste meio.
Mas será que é tão interessante essa lutinha? Ou será que nenhum de nós está realmente interessado o suficiente pra se debruçar nesta questão de maneira mais profunda?
Interessante é que toda vez que se toca em assuntos mais polêmicos sempre rolam calorosas discussões que acabam por tentar um encontrar o defeito do outro. Daí pra frente já começa uma “baixaria” educada.
Enfim, moradores de rua, sem teto, dependentes químicos e todos os outros nomes que dão são um fato que existe, não é de hoje, são muitos, está aumentando, e não vão sumir da noite pro dia.
Cada um deles tem uma história seja boa ou ruim, não importa. Julgar que o indivíduo vive daquela forma por que quer é o mais completo absurdo (pra não dizer idiota).
Faça um teste simples, você na sua vidinha modesta, pacata e serena, ou agitada com um razoável poder financeiro está totalmente satisfeito com ela, seja ela qual for?
E em casa com a família, amigos, parceiro(a)? Você é plenamente satisfeito?
Aqueles que responderem que são estarão mentindo. Não existe felicidade plena, seja ela financeira ou de bem estar. Se existir alguém assim é por que não precisa mais viver pois já encontrou o jardim do Éden e sabemos muito bem que não é na Terra. Ou a pessoa ficou doida. Nossaaaa !!!! que estranho, não são os caras da rua que são doidos?. Viver nas ruas é um estilo de vida como os punks, emos, roqueiros, pagodeiros e outros? Viver na rua é simples como um interruptor em que você liga ou desliga uma lâmpada? Acho que não…
Ora bolas, que ser em >>>sã<<<< (veja que grifei a palavra sã) consciência gosta de tomar chuva, viver sujo, doente, roubando, fedido e com um monte de estúpidos classificando-os e as vezes dizendo "Eu não dou dinheiro, se quiser eu dou comida, mas dinheiro não". O cara não se veste, não toma remédio, não escova os dentes?
Vem a outra pergunta : Se você pode optar por uma vida diferente, por que ainda não a tem? Ora bolas, se é tão fácil mudar de vida por que você não começa mudar sua vida pra depois descer a lenha nos outros? Alias se descer a lenha resolvesse algo a China seria um paraíso, pois basta falar um A ao contrário do que eles querem que todo mundo entra na porrada.
Antigamente, num tempo longínquo os "indesejáveis" eram mortos, presos, mandados pra trabalhos forçados de modo a esconde-los da sociedade. Agora eles simplesmente expulsam dos lugares mais bonitos afim de que eles se misturem no meio dos bairros mais afastados.
Ao longo da história deram vários nomes pra isso, vou listar alguns deles :
Preconceito
Ignorância
Intolerância
Caça as bruxas
Racismo
Apartheid
Segregação
Genocídio
Cinismo
Só mudam as palavras.
boa noite prof.dr. sakamoto confesso quando leio suas materias fico assustado o quanto é real e porque nao triste. o que mais me incomoda é o tamanho brutal da hipocresia do ser humano em fazer de conta que o problema é dele,e de mais ninguem. como cultivar a exclusaõ social em são paulo,poderiamos incluir o interior do estado também.eu acredito se fizer-mos campanhas juntos aos nossos politicos é possivel conseguir alguma reação favoravel?.da forma que se encontra o estado de miséria neste país de uma extenção continental,com um dos lixos mais rico do universo é dificil acreditar . prof. sakamoto muito obrigado pelo espaço .
Gosto muito do seu blog, embora nem sempre eu concorde com tudo.
Acho essa questao dos moradores de rua muito complicada (sejam pessoas sem condicoes de arcar com uma moradia, sejam drogados/alcoolatras/doentes psiquiatricos que sao mais um problema de saude publica do que de moradia em si).
Da mesma forma que essas pessoas sao refens da falta de politicas publicas adequadas, o restante da populacao tambem eh vitima, pois como foi dito aqui, ninguem quer uma cracolandia na porta de casa. Na verdade, ninguem quer que uma cracolandia exista, mas quem tem um pouco mais de dinheiro consegue tira-la de sua rua e finge que o problema acabou.
Nao culpo o individuo que toma essa atitude, o problema eh quando essas modificacoes arquitetonicas vem do governo como a unica politica publica de lidar com os sem teto.
Nao sei se a pessoa de rua tem direito de morar num lugar publico, mas acredito que ninguem mora na rua porque quer.
Ao mesmo tempo, ninguem mora na periferia e leva mais de 2 horas pra chegar no trabalho porque quer.
Nessa hora, quando ouco sobre desalojar imoveis no centro para dar pra pessoas sem casa, acho ao mesmo tempo certo e errado.
Porque tem muita gente pobre que quase deixa de comer pra pagar um CDHU, uma COHAB, e morar em Itaquera, Guianazes, levando 3 horas num transporte publico lotado ate o centro onde tem emprego.
Muita gente abre mao do pouco que tem pra construir um quarto e cozinha, na favela, em Sapopemba, Fazenda da Juta, Cidade Tiradentes, que alem de ser longe de tudo ainda tem perigo de alagamento.
E entao, como politica de moradia, muita gente como voce defende que o governo compre imoveis desocupados na regiao central e os entregue para pessoas sem casa.
Sabe, nao sou contra que se de condicao para as pessoas morarem de maneira digna, porem acho meio injusto que tanta gente se mate de trabalhar a vida inteira para ter um cantinho para morar la no fim do mundo, e o governo de casas bem localizadas so para alguns.
Outra coisa que discordo de vc: Nao acho que o fato de ter uma mini cracolandia numa rua residencial seja afronta a senso estetico. Viciados em drogas, principalmente em crack, sao perigosos. Qualquer um que tiver opcao vai preferir morar longe de viciados.
Mas enquanto o poder publico nao resolver, as pessoas fazem o que podem para se proteger, culpar o cidadao comum por essas escolhas eh a mesma coisa que dizer que o cara mora na rua porque gosta.
(desculpa a falta de acentos, meu teclado esta ruim)
Minha opinião:
- A IMENSA maioria dos vagabundos, mendingos, drogados, trombadinhas, etc, estão nessa vida por um simples motivo: PREGUIÇA de acordar todo dia 5 da manhã e enfrentar 4 onibus lotados e 2 horas e meia de sufoco, depois ralar o traseiro por mais de 12 horas e enfrentar tudo de novo na volta pra casa, isso quando não tem mais onibus de madrugada e é preciso se encostar em qualquer boteco até passar o primeiro onibus da manhã.
Falo isso com a conciencia de quem trabalha no ramo de restaurantes há mais de 10 anos, e conhece a vida de um monte de migrante nordestino analfabeto, que dá esse duro todos os dias. Podem ter certeza que são os que menos tem paciência com esse tipo de gente.
Quem ta no ramo de restaurante sabe que não falta emprego nesta área, o que falta é nego disposto a trabalhar de verdade.
Carlos, se você se colocasse no lugar de cada um deles desde que nasceram veria que para a grande maioria a situação é muito mais complicada do que a simples suposição de preguiça como causa do “desarranjo social” deles. Quem tem na indole a preguiça não rouba.
E como você justificaria os grandes “trombadões”, que roubam milhões de vezes mais que os trombadinhas? Com esses você não se preocupa em justificar?
Quem está no ramo e em qualquer outro sabe que para trabalhar é preciso ter experiência, ter escolaridade, ter formação adequada, e duvido que você contrataria alguém sem qualificação. Você daria? MESMO? Então faça-me o favor de agir e ajude a quem precisa e não tem condições.
O ramo de restaurantes contrata milhares de pessoas sem experiencia nem escolaridade, vide os milhares de nordestinos trabalhando em quase todos os restaurantes por ai. A unica exigencia para comecar a lavar louca é VONTADE de trabalhar. Não se ganha menos que o piso da categoria uns 600 reais mais a caixinha, o que dá dependendo do restaurante, por volta de 1000. Acho um bom salário vide que a pessoa começa sem saber nada e aprende uma profissao.
Agora o problema é: Acha que é fácil achar lavadores de louça? Muito dificil! Quando acha alguem disposto a encarar o volume de trabalho, em alguns meses a pessoa desiste pq acha um absurdo trabalhar fim de semana e feriados. Na maior parte das vezes trabalha-se 6 meses, faz um acordo pra mandar embora, pega o seguro desemprego e se manda pro nordeste passar uns bons meses so tomando cachaca…
Observa-se em muitos comentários a postura higienista e o empurrar o problema para longe. O morador de rua é uma pessoa, que em muitos casos seu meio não parou para escutá-lo.
Uma ocasião, muitos anos atrás, conversando com um deles perguntei o motivo dele ter sumido de sua cidade, onde tinha trabalho e parentes. Ele respondeu que ninguém o deixava sonhar. Ele precsava, como qualquer ser humano do sonho, de se sentir parte de algo. Todos nós temos agentes de pressão atuando no cotidiano e alguns sabem conviver, se adaptar ou reagir de forma satisfatória, construtiva, outros não.
Não podemos condenar, mas sim acolher a liberdade dessas pessoas a não alijá-las da noção de limites. Aceitar as vontades, de ir a um abrigo ou não, mas tratando-os como são, ou seja, pessoas, poderia proporcionar a eles o espaço da escolha, do acolhimento, de outras vias para a vida que não seja exclusivamente o consumo e o capital.
Não faço apologia ao comunismo, ou a sistema algum. Questiono o fundamentalismo do capital, o lucro máximo a qualquer custo, mesmo que seja de si mesmo.
O ambicioso não deseja um “palácio” de 5 suítes próximo ao parque do Ibirapuera ou um Porshe Cayenne e um iate. Quem deseja isso, pensa pequeno, se contenta com migalhas. O ambicioso deseja o fim da fome, o fim da pobreza, o fim da guerra o fim da exclusão.
Sakamoto,fiz um comentário no Azenha.Fiquei feliz pelo texto.Gostaria de saber o quê fazer? A quem denunciar?Qual a nossa possibilidade de intervir,MESMO!!!!!Denúncias tenho feito,desde 1995…Mas,a IMPUNIDADE???? Muito bom o seu BLOG.
Olá para todos.
Apesar de o tema girar em torno da problemática social da marginalização das populações miseráveis ou excluídas de uma maneira geral e suas implicações no planejamento urbanístico e expansionismo imobiliário reforçador da marginalização social na cidade de São Paulo (post redutor de análise) gostaria de desviar novamente o foco territorial apresentado pelo autor e inserir também na referida análise a situação em que se encontra a cidade onde moro, o Rio de Janeiro, na esperança que outros comentaristas denunciem em suas respectivas cidades a situação foco do post – urbanismo e exclusão social.
Hoje o jornal O Globo abre sua capa denunciando a política de combate à desordem na cidade, inspirado no projeto de “pacificação” das favelas, as UPPs. A matéria revela a implantação de um projeto piloto que terá como base ampliar o controle público no meio urbano sobre a “desordem social” – o famigerado “Choque de ordem” ampliado e permanente. Entre outras, o projeto tem como base acabar com o caos da ocupação pública desordenada, loteamento de áreas centrais para exploração e comércio informal de vantagens (flanelinhas/camelôs – até pasmem, distribuidores de panfletos – não é o cúmulo?!), colocando guardas extras operando de forma contínua por uma determinara área-alvo, áreas de trânsito de consumidores de melhor poder aquisitivo da cidade (não comento nem os sistemas eletrônicos de vigilância – em franca expansão).
Que a nossa cidade já se tornou um gueto só, onde as pessoas vivem correndo uma das outras, enclausurando-se das mais diversas formas nos condomínios da vida, isso já é público e notório, mas concordarmos que posturas de poder, controladores da ordem pública, nos façam subir ainda mais a altura de nossos muros internos e externos a perpetuar e incrementar a natureza segregada do território brasileiro legitimado em sua história e leis significa, acima de tudo, que nossa impostura ou desconhecimento sobre essas ações sócio-políticas interferem diretamente nesta problemática, faz-nos COLABORADORES da ordem que comanda o círculo vicioso de exclusão e degradação daqueles que há muito foram alijados do modo de vida imposto por nossos padrões sociais.
Assim, nossa omissão ou silêncio LEGITIMA, CORROBORA E FORTALECE a ordem social vigente, quando as ações públicas, principalmente as que dizem respeito ao controle social com vistas à imposição de normas orgânicas de vigilância e controles diversos (a exemplo do Rio de Janeiro) auxiliam tremendamente na ampliação do mesmo (poder de polícia, coerção) ao longo de alguns espaços urbanos, principalmente aqueles que têm destino certo para realização dos eventos esportivos internacionais que se darão no território brasileiro. Quiçá nossa anuência com ações como essa com vistas ao controle social, se justifiquem como um modo operacional do Estado em “preservar” regiões economicamente vantajosas do lixo social já apartado do mundo pós-moderno. Tomara que um dia, no vai e vem da vida, não estejamos nós dentre aqueles que por hora, por recusa, esquecimento ou desconhecimento nosso, deixamos de oferecer, através de uma participação política ativa em contrariedades aos descompassos e abusos públicos no enfrentamento do problema social, a oportunidade necessária de reinserção destes grupos (cada vez maiores no Brasil) na participação nos meios e modos de produção existentes.
“Onde está o sua face filosófica”? “Será que a ciência está a matando”?
Cara Márcia Valeira, depois que Hegel descreditou Kant, o positivismo assassinou definitivamente a filosofia. As ciências políticas só organizaram seu enterro definitivo! Portanto há muito tempo que os filósofos não existem, mas isso vc ainda não notou isso?
Muito interessante seu comentário. Para ser sincero com vc, para um franco-brasileiro me falta ainda um pouco de entendimento, de compreensão, de clareza para entender o que vc quer dizer, onde vc quer chegar, que tipo de mensagem vc quer passar!
Mas prometo, vou trabalhar um pouco mais meu senso da inteligibilidade do português do Brasil! Se fosse filósofo, a primeira coisa que me estranharia é o termo “projeto de “pacificação” das favelas”! O termo do projeto me faz pensar as condições político-religiosa das “missões” religiosas do seculo XVI. Vc sabe esses missionários que vinham ao Brasil para “pacificar” os “selvagens”. Me faz pensar tambem na politica colonialista de pacificação escravagista do “negro rebelde”. Ou seja, se fosse filosofo, o projeto de pacificação me faria pensar aos fantasmas de um projeto politico norteando em uma atitude antropocentrista do neocolonialista, fundamentado na instrumentalização dos medos sociais, nos projetos de missões reformadoras.
Se fosse filósofo me perguntaria qual seria a legitimidade de tal projeto! Desde do início o projeto exclui ao invés de “integrar”. O porjeto desintegrar simbolicamente ao invés de integrar os habitantes das comunidades?
Se fosse filosofo, me perguntaria como um “projeto de “pacificação” das favelas” onde o objetivo seria de racionalizar a “desordem na cidade”, o “caos da ocupação pública desordenada”, loteamento de áreas centrais para exploração e comércio informal” sem passar por uma organização formal urbana e econômica? E quem seriam os principais beneficiários desta nova organização formal, institucionalizada! Sera que “pacificação” das favelas” vai passar pelo mesmo processo de Copacabana no final do seculo XIX que era uma zona urbana marginalizada e tornou-se um lugar elitizado?
Porem, como sou um simples cidadão franco-brasileiro, me dou apenas o direito de me questionar, não?
Já que vc parece preocupado com a inteligibilidade de nossa língua, não esqueça que além daquilo que ela tenta comunicar, seu significado, há aquilo que vc tbm chama de nuance. Sabe que tudo aquilo que falamos ou expressamos mostra tbm um pouco de nós. Quando estamos discutindo um assunto, ora, estamos nos revelando, descobrindo algo acerca de nós mesmos – nossas nuances pessoais. Então, nesta apreciação inteligível através do processo dialógico, há tbm uma descoberta pessoal, pois durante uma conversa revelamos tbm nossas idiossincrasias, nossa subjetividade, embora aqui tentemos fugir a isso tratando de assuntos que dizem respeito ao que está fora de nós, como se isso fosse possível.
Sinceramente FDA, acho que vc se preocupa demais em ser compreendido e em compreender meus textos, e esta preocupação sua É um ENTRAVE ao nosso diálogo, vc quer descobrir o que é ou representa o algo que vc não compreende naquilo que escrevo, parece até me sugerir, em suas entrelinhas, que eu DEVA buscar tbm ser inteligível. Mas nos deparamos com tantos comentários, muitos deles ininteligíveis, por que se demorar justo com o meu comentário? Já se perguntou isso? Por que não desistir deles? Por que algo em vc diz que precisa compreender o que está nestes comentários? Será que sua preocupação com a lógica e a coerência deles, de que eles PRECISAM CHEGAR A ALGUM LUGAR, TER UM FIM ESPECÍFICO dentro daquilo que vc compreende, ESTE AJUSTE DE IDÉIAS mútuas, não é um obstáculo a compreensão?
Quanto à questão filosófica, da forma como vc a compreende, definitivamente FDA, saia do eurocentrismo e da brasiienidade da coisa. A filosofia jamais foi e jamais será assassinada por ninguém, por que as perguntas sobre nós mesmos, Deus e universo nunca se calaram, e nunca vão se calar, por mais sufocadas que seja pelo cientificismo negligente. DESPERTE, sabe que todo conhecimento existente depende do pensar filosófico, caso contrario, nem a ciência subsistiria, e nem vc, pois precisou beber da filosofia para desenvolver seus estudos e investigações sociais. A quem queres enganar com essa conversa? Não a mim?
Quanto ao assunto, a problemática das UPPs e dos Programas de Ordem pública (os choques de ordem de minha cidade) denotam um conjunto ações intencionais explícitas na esfera do poder público estadual em jogar a “criminalidade” (exclusão bem intencionada) para fora das áreas de circulação do dinheiro, único local onde aqueles destituídos de ganhos podem arrumar alguns trocados. No bolo da ação não estão somente o criminosos mesmos, mas toda população de gente e de indigente a margem do processo de desenvolvimento social.
A intenção agora do poder público é de ocupação quase militar, me preocupa em muito como a violência vai se deflagrar com essas ações “missionárias” de nosso governo, vendendo uma idéia de segurança para a população, mas na verdade, o que se está fazendo são incrementações de vigilância, um controle mesmo, e nós todos aqui parados deixando, como sempre, todo absurdo público acontecer as nossas barbas. ESTAMOS LEGITIMANDO estas ações e decisões políticas de exclusão e controle social, na medida que não fazemos nada para opô-las de fato em nosso cotidiano.
Ah! Esqueci…
Gostei do “simples” cidadão franco-brasileiro…não tem haver com aquele “algo” do comentário poético do post anterior, que dentre outras coisas revela um pouco sobre a pretensão e arrogância de um dado pensador, tem?
ESqueci novamente…
FDA,
Tem uma réplica minha a sua resposta aguardando moderação.
Mais uma vez, estou EXIGINDO evidências de que vocês, esquerdistas que concordam com o Sakamoto, PROVEM que destinam parte de sua renda a tratar dos “carentes”.
Vir chamando os outros de “cruéis” e “insensíveis” é fácil, o duro é PROVAR que o comportamento de vocês realmente está alinhado com o discurso.
Por enquanto só vi gogó por aqui, mas evidências do comportamento de vocês demonstrando que são “bonzinhos, contra os malvadinhos”, nada.
Continuo no aguardo.
Exigindo o que?
Não viaja!!!
Faz sua parte (ou não) e não torre a paciência.
Brilhante seu texto, sua postura e seu comprometimento com as agruras e o sofrimento dos desfavorecidos. Parabéns!!!
Sakamoto
Continue sua luta, amigo!
Excelente texto! Tão excelente que conseguiu despertar a fúria dos opositores… que como quase sempre não respondem no nível das idéias e fatos, mas partem para a agressão pessoal. Isso já os desqualifica por si só.
Se o dinheiro gasto pelos neo-nazistas para se livrar dos “problemas” causados pelo próprio sistema que sustentam fosse usado para outros fins, tanto a cidade ficaria limpa quanto haveriam mais pessoas em melhores condições de vida do que as citadas por você.
E que fique claro para quem não concorda com o ponto de vista do autor, se é que adianta alguma coisa:
1) a questão não se resume a levar pra casa. Como eu disse, o ideal seria que essas pessoas tivessem a sua própria casa, e o dinheiro com os “cuidados” para manter a cidade “limpa” deveriam estar nessa direção.
2) não sou adepto do cada um por si, e nunca serei. Meu partido se chama Amor e Conhecimento, e ninguém que tenha Amor e Conhecimento em sua Alma diria as barbaridades nazistas e elitistas que foram ditas aqui. Um dia o capitalismo ainda vai ruir, e com ele o orgulho de quem tinha sua “auto-estima” (que nessa hora irão descobrir que era só egoísmo) sustentada por ele.
Aí eu quero ver gente ficando paranóica descobrindo que as coisas NÃO SÃO do jeito que são hoje, SEMPRE PUDERAM SER diferentes e melhores… um mundo totalmente diferente, sem ninguém pra xingar de vagabundo e preguiçoso… Não, nós não iremos para a Europa. Nós vamos ficar AQUI, e transformar nosso mundo num lugar cada dia melhor de se viver.
“You may say I’m a dreamer, but I’m not the only one” – John Lennon.
Ser pensante, ou melhor, Alice, deixe de ser um ingenuo romântico e pense em algo realmente viável.
“O ideal é que as pessoas tivem sua casa própria”.. ó gênio, isso é obvio, mas como fazer isso??? E quando o cidadão consegue uma casa ou propriedade rual e a vende em seguida para sustentar algum vício e volta as ruas ou estradas??? vamos fazer o que? dar outra casa para ele??
Ou então vamos seguir a sugestão do nipoblogueiro perseguidor de paulistas e fazer prédios com enormes marquises para abrigar pessoas sem teto? fazer também bancos de praça multi-uso, que poderão ser usados de dormitórios??
Você e muitos outros hippies aqui adoram rotular quem tem idéias frontalmente contrárias as suas de elites nazistas, facistas, demo, etc, etc e não percebem que com isto perdem qualquer razão e até mesmo senso do ridículo.
Se o capitalismo vai acabar ou não, só Deus sabe, que o capitalismo é um “sistema” duro, que acaba contribuindo para uma série de mazelas, isto é verdade, mas qual a alternativa???? alguma idéia??? algo que já tenha funcionado em algum lugar??? Alguem tem uma sugestão que não seja o velho socialismo falido e inviável???
Vai sonhar, mas tente manter os pés no chão e vá trabalhar enquanto não surgir algum outro modelo de sociedade menos “injusto”.
Luciano Ayran, quem é você que acha que alguém tem
que provar alguma coisa ? Alguma autoridade?
Quem ajuda o próximo e sai mostrando para todo mundo
não passa de um hipócrita tirando proveito da
desgraça alheia como bem sabe fazer a elite afeita a ” jantares de
caridade” ou doações cuja única finalidade é aliviar sua consciências.
Via te catar rapaz, procure algo útil para fazer.
E aprenda, quem ajuda de verdade com seu próprio dinheiro não faz
propaganda.
Quer dizer que vocês vem dar carteirada dizendo que são os “bonzinhos” contra os “malvados”, e não conseguem provar nada? hahahahahahah
Quantos por cento de sua renda você usa para “ajudar os necessitados”?
Se usa, pode provar?
Se não consegue provar, não adianta alegar.
E textos de dramalhão como esse do Sakamoto perdem o valor se você não consegue provar o que alega.
Um ser pensante : Coloca seu endereço aí , que a gente manda uns sem teto para sua casa , pode ser ?
O Sakamoto sempre dá show de anti-paulistanismo. Depois daquele texto sobre a Revolução de 32 parei de levar a sério.
Mas agora, ao transformar um preconceito nacional contra os mais pobres em um fenômeno localizado em SP, ele combinou esse ódio por SP com desonestidade intelectual.
Levou a taça, parabéns. É mais um que só vai parar de falar mal quando elegermos o PT.
Rodrigo,
Concordo plenamente com você. Em qual outra grande metropole no Brasil e no mundo o cenário é diferente?
Como bom PTista, ele não consegue engolir a impopularidade do PT em São Paulo e também esta aproveitanto para “contra-atacar” depois de certos comentários anti-nordestinos que surgiram por aqui.
Esperava coisa melhor de um professor doutor, visto que ele esta se nivelando por baixo. Os comentários descabidos e imbecis que circularam na internet contra nordestinos jamais deveriam servir de motivação para um professor utilizar-se do mesmo tipo de baixaria, ou seja, lamentável.
Será que na próxima eleição o candidato do PT vai prometer a criação de grandes marquises na cidade toda e liberar os viadutos para a construção de favelas??
morador de rua não tem internet pra se defender…..
Esse fato parece ser irrelevante nas discussões travadas no blog.
Texto excelente, Sakamoto; deu o recado.
Se estas sugestões não funcionarem a contento, resta mandar a polícia baixar o cacete. Afinal de contas, São Paulo não é para todo mundo, já diria a Mayara.
http://easonfn.wordpress.com
Oi, gostei muito de descobrir este blog, mas fiquei chocada com o nível de alguns comentários aqui, não sei como você aguenta, Leonardo!
Primeiro, o texto não estava atacando o Serra nem o PSDB, era um alerta contra atitudes da sociedade em geral. Claro que o PSDB tem sua culpa pois administar a cidade e o Estado, só que aqui o assunto não era só este, por exemplo donos de edifícios, arquitetos… quase todos somos culpados por isso de alguma forma mesmo sem perceber.
Por isso não entendo a reação de alguns que já viram isso como uma crítica ao psdb… será porque a carapuça serviu.
E o mais grave são comentários como o do Rafael, mas o que vamos fazer, ele deve ser justamente do tipo que, se não matar mendigos a pauladas, deve aprovar quando isso acontece…
Gostaria de dizer também que criticar a maeira como os outros escrevem e ficar apontando erros de português não leva a nada e é outra forma de preconceito.
Claro que devemos todos tentar escrever da melhor forma possível, mas eu acho o Rafael lamentável por suas idéias, e não pela maneira como ele escreve, se ele escrevesse corretamente, não seria uma pessoa melhor.
Desculpe-me , Mariane … Gramática correta não é preconceito ! Esta é mais uma máxima criada pelos esquerdódes de plantão, na esteira de paulos freires e outros idéologos que fizeram de nossa Educação este esgoto a céu aberto que está aí . Fazem isto porque não sabem se expressar corretamente na língua pátria !
parabéns pelo texto, vi no blog do Azenha e passei por aqui p deixar p dizer que gostei muito e que infelismente essa política pública (eu diria falta dela, mas ela existe sim… e é bem incisiva…) urbana que não leva em conta as necessidades da população moradora de rua está cada vez mais “escancarada” e muita gente adora e acha que é um bom trabalho essa “revitalização” do centro… lastimável a dignidade das pessoas ficar em segundo plano…
Claro. É uma delícia passar por praças com cheiro de fezes e urina. É maravilhoso não poder andar na sua própria cidade sem ser assaltado duas vezes por mês e, quem sabe, morto.
Você não tem a mínima noção do que está dizendo. Decerto a realidade dos moradores de rua é triste e, em muitos casos, injusta. Mas não há mal algum em evitar assaltos e a degeneração de espaços da cidade.
Talvez, muitos poderiam sair dessa situação se recebessem ajuda, mas muitos também, e provavelmente a maioria, ou simplesmente preferem esta vida que levam, ou sofrem de problemas mentais graves. Uma prática comum em projetos de casas populares é o beneficiado simplesmente arrancar tudo que é possível de lá dentro para vender e, apesar de ser ilegal, vender ou alugar a casa que recebeu.
Não há mal algum nas políticas que você criticou. Mas, claro, algumas políticas para ajudar essas pessoas poderiam ser mais aprofundadas.
Gente: Rafael é apenas um nome. O que conta é a idéia. Havia um blog que eu suicidamente acessava, em que ele tinha um outro nome. Há muitos “rafaéis” disseminados por aí. Prestem atenção que os erros não são consistentes, variam, como se fossem feitos intencionalmente, sem representar um padrão de fato. Portanto, o nosso “rafael” não é quem quer dar a entender…ou seja…ele é um trol.
Na minha juventude isso se chamava agente provocador e a intenção era entregar quem se escondia por trás da conversa. Hoje é provocar a cizânia, mesmo.
Estou estreando aqui e gostaria de dizer a Leonardo que ele é brilhante, mas não espere que todos entendam a sua argumentação: “querem desigualdade, agüentem o tranco” e “a segregação não acaba com o pro
blema”, ( como tirar o sofá da sala para apagar o crime).
Vou voltar sempre.
Cara Amiga Marcia Valeria,
Vc já se questionou sobre o senso do “processo dialógico”? Quem sabe se vc se interrogar sobre o prefixo grego “dia” vc descobrirá que podemos traduzi-lo por “separar”, “distinguir” como também “através” e assim vc vera que para “dialogar” necessita-se de compreender, ou seja, através do que é dito ou escrito compreender o dito?
Vc tem razão: para que eu possa dialogar, eu necessito de compreender o que é dito em um comentário! Vc tem razão também quando afirma: “nos deparamos com tantos comentários” aqui no blogue e “muitos deles ininteligíveis”! Como nos nos deparamos com muitas pessoas se jogando no precipício: a questão é então de saber: sera por que vemos pessoas se jogarem no precipicio vamos nos jogar também?
Minha amiga, quando vc quiser “dialogar” estarei sempre pronto. Mas para “debater”, “discutir”, medir relação de força, competir, jogo estratégico, etc., sou um péssimo interlocutor!
Deixo isso para os momentos que valem realmente a pena! Vejo o blogue do blogue do Sakamoto como um lugar de “détente”. Esse tipo de comentário que faço aqui, faz parte do quotidiano dialógico francês. Mas é verdade que o blogue é situado no Brasil e não sei nem porque ele caiu na rede mundial…
Abraços…
Vamos lá, tentarei de novo, buscar aquilo que vc chama diálogo, da forma mais objetiva possível, está disposto? verdadeiramente?
Então tire a corda do meu pescoço (2500 caracteres).
Acho que esta droga de 2500 caracteres impede de esclarecermos as coisas direito, esta imposição tbm é parte responsável por não conseguirmos ser claros naquilo que falamos. Pense nisso, não podemos nos explicar de uma forma melhor.
Quando tiverdes maiores dúvidas sobre o que descrevo tente um simples e-mail. Já te fiz esta proposta antes e vc não se pronunciou, creio que vc deva ter ser motivos.
Quanto suas afirmações acima, fiquei sem entender:
Não vi relação “comentário ininteligível” com “pessoas se jogando do precipício”, o que vc quer dizer com isso?
Não me lembro de ter pedido a vc para debater sobre algo, então não entendi porque afirmou que está sempre pronto para o diálogo, mas “nãopara medir força”, como se eu tivesse como fazê-lo ou quisesse entrar nesta disputa com vc. É isso que quis me dizer ?
Que momentos valem a pena a disputa?
O que fazemos aqui no blog pode se tornar uma disputa por vezes, mas se eu me pegar consciente deste tipo de perda de tempo aqui, sumo deste blog na mesma hora. O que busco é o entendimento, compreender o que cada um (como vc tbm) quer afirmar aqui neste espaço com estes temas.
Veja como é difícil nos entendermos as vezes, mas passo por cima, para prevalecer o significado geral daquilo que pretendes me dizer em suas afirmações.
Mas sei, perfeitamente como é difícil este diálogo aqui dentro, sujeitando-nos aos ditos (temas) de nosso mestre, condicionando o nosso diálogo a tudo que ele no propõe. Definitivamente não podemos adentrar em muitas considerações sobre assuntos que por vezes corre paralelo ao tema proposto.
Acho que o último debate sobre a situãção da mulher foi de todo infrutífero, e a questão da falta de espaço(caracteres) ajudou muito. Tivemos nossos “esbregues” de diferenças quanto ao tema e isto pertubou mesmo o entendimento de algumas questões. e algumas vezes isto ocorre ao longo de nossa conversa sobre os assuntos diversos.
Sabe, FDA, me sinto conversando aqui dentro, como se estivesse num local com muito vento, soprando forte, e as palavras aqui sopram ao vento do autor, muita coisa fica pendente, voam para longe, tornando difícil o entendimento de nosso mundo, de nossas diferenças.
Não me coloque nesta situação por favor! Não posso tocar um diálogo com vc nestas circunstância.
Cara Marcia Valeria,
Vc me pede para que “quando tiverdes maiores dúvidas sobre o que descrevo tente um simples e-mail”.
O problema da sua proposta é, a meu ver, que duvida publicas, deveriam ser relevadas em um espaço publico!
Se realmente o que “buscas é o entendimento”, logo um entendimento para si mesmo não faz nenhum sentido: o entendimento só é legítimo quando dividido coletivamente! Sinão não é entendimento, no sentindo de saber, conhecimentos, do pensar as normas e regras individuais e coletivas, um convite a ação coletiva, seria outra coisa!
O problema é então de saber o que é essa “coisa”? O problema é de saber por que vc “se sente” “sinto conversando aqui dentro, como se estivesse num local com muito vento, soprando forte”? Por que “as palavras aqui sopram ao vento do autor”?
Tenho certeza que respondendo a um destas perguntas vc encontrara uma das “coisas”…..
Abraços a vc e a toda sua família…
Pois bem FDA,
Estamos num espaço público, bom acontece só um probleminha que vc não observou. Apesar do espaço ser público, vc me interpela sobre questões demasiadamente amplas e com implicações muito variadas para serem tratadas aqui dentro.
Se não queres que este diálogo passe para um dimensão mais bilateral, então, como disse acima, reveja o como são feitas suas interpelações sobre a problemática do DH, ou faça para outro interlocutor com melhor poder de síntese(se vc encontrar) questionamentos de tal ordem. Já expus como me sinto, acho que fui clara. Não estou acostumada a travar conversas nessa parafernália louca, varrida, onde variadas implicações que dizem respeito ao tema ficam perdidas, O QUE AJUDA A GERAR MAIS CONFUSÃO no entendimento dos mesmos.
Respeito completamente sua decisão, peremptoriamente, mas sinto ter que lhe dizer que não vou poder ajudar muito em algumas conversas e questionamentos que tu apenas dirige a mim. Considero suas acerssões sobre temas variados propostos importantíssimas, por tal motivo te fiz a proposta da correspondência. Infelizmente temos que aprender a lhe dar com estas limitações, que tbm acredito ser suas, pois já achei que no debate sobre a questão da mulher foi um exemplo bastante claro de como essas confusões aqui dentro ocorrem e não podem ser esclarecidas de uma forma melhor.
Não sei se me habituarei a lhe dar com este tipo de comunicação entre duas pessoas, mesmo estando num espaço de discussão pública. Sinto muito FDA, pois estou acostumada com discussões mais acaloradas no frente a frente da sala de aula. Espero que me entenda.
Um abraço.
Ótimo texto!
Parece-me que as políticas atuais continuam (ou voltaram) a seguir uma linha “higienista”. Contanto que a cidade pareça bonita para quem tem certa influência política/econômica/social, pouco importa se para quem não tem essa influência ela seja completamente excludente.
E esse tipo de concepção vemos não só nas áreas de “revitalização” urbana, mas em todos os ramos de atuação do poder público.
A cidade não é mais para ser vivida pelos seus moradores, mas para ser exibida para os espectadores que por ela passam, muitas vezes sem nem olhar pela janela de seus carros.
Comunistóide detected.
Ninguém tem direito a se apropriar do espaço público! Então, se um empresário quiser colocar uma rede numa praça para só ele usar está tudo bem? Se alguém cercar uma calçada para utilizar como sua área de lazer? Se alguém resolver construir uma casa no meio da avenida Paulista, tudo bem?
Faça-me o favor comuna de merda! Respeite o sobrenome japonês que você indignamente carrega e honre as leis e a ordem assim como seus ancestrais!
Sakamoto, quem tem que crescer são os que defendem os mendigos, sem-teto, os criminosos e aqueles que enfeiam nossas ruas (e os próprios).
E crescer significa começar ver como esses indivíduos atrapalham os cidadãos de bem de fazerem esse um mundo melhor.
Não é defendendo eles que se faz um mundo melhor, mas deixando aqueles que trabalham faze-lo com segurança. Aí que está a beleza do capitalismo, ele presenteia os competentes, os obstinados – e esses fazem um mundo melhor (porque eles são os cidadãos de bem sim!).
Ninguém na sociedade capitalista exclui os outros dos direitos econômicos, a vagabundagem e a incompetência excluem.
Se querem viver em um lugar público, desistam – o lugar público é de todos os cidadãos.
A vida real (e isso nunca mudará) não tem dó nem piedade, se querem ter um lugar pra viver vão trabalhar, cresçam e vão trabalhar.
Seu post é de um maniqueísmo ridículo, uma idiota usurpação das boas intenções e que se faz de extremamente bonzinho com uma parte do problema e coloca todo o resto como os malvados.
Intelectualmente, você é um desonesto.
Senhores,
essa argumentação do Sakamoto é velha prática da esquerdalha. Jogam uns contra os outros, bem ao estilo marxista – pobres contra ricos, negros contra brancos, sapateiros contra tenistas (essa é piada)… Aliás, Sakamoto lembra os discursinhos do Luis Fernando Veríssimo.
Ora, ideologia de lado, mas, se pago impostos, não tenho direito a ver-me mais seguro? Se me é proibido “grilar” área pública, por que não o seria para um sem-teto? Reclamam tanto dos privilégios dos poderosos, sem perceber que exigem um privilégio para os desvalidos – privilégios para invadir terras, prédios privados e públicos.
Ah, resido em Porto Alegre e creio que, aqui, há um problema recorrente em todas as grandes cidades brasileiras: o lixo espalhado pelos catadores. Coletam latinhas de alumínio, garrafas pet, plásticos de toda ordem. Maravilha? Não! Deixam os sacos abertos, com papél higiênico usado à mostra! E quando há vento?! PQP! Não andem com as bocas abertas! Os moradores que reclamam sofrem com a má educação e truculência dos catadores – já vi brigas por isso. Porém, a Lei vale para todos! Se meu cachorro caga a rua toda, levo multa se não limpar – redigi de forma clara para que todos compreendam (sei que, no grupo esquerdista, sempre há aqueles com má fé ou retardo intelectual – às vezes, ambos).
Abraço,
Observer Brasil.
P.s.: por favor, se quiserem discutir, não me venham com aquele argumentozinho da “covardia” (por não divulgar meu nome).
Cresça você Sakamoto, com a sua desonestidade intelectual de costume.
Falou tudo isso Sakamoto ? E você é diferente dos que está criticando, você foi lé se misturar, foi criar abrigos enquanto a tão desejada política de habitação não chega.
E tão fácil criticar os outros enquanto banca o bonzinho.
O típico pirralho que finge querer bolo de chocolate com sorvete para todos, mas que não sabe de onde sairá o dinheiro para isso e muito menos está disposto a gastar do próprio.
Falar, falar, falar, criticar os outros enquanto senta confortavelmente sobre o próprio rabo.
Cresça
É o tipo de lero-lero pastoso e sebento de quem só topa posar de bom comunista se o “co” de outro.
Corrigindo: [...] se o “co” for de outro.
Sr Sakatudo,
O Brasil não chegou a esse nível de degradaçao por acaso. São pessoas pervertidas como o senhor e mais e mais jornalistas doutrinários e doutrinadores que destruiram a sociedade brasileira que paga impostos para sustentar parasitas, hipócritas e gente boazinha como vossa eminência da bondade.
Passe muito mal
Voce é um excelente demagogo de esquerda, dá para ver pelo seu texto, sabe de uma coisa, se candidate pelo PT a vereador que você ganha… a pior exclusão social a auto-esclusão social, e muitos moradores de ruas tem passado de crimes violentos… e por isso vagam com remorso na consciencia… bem cresça você que nunca vai ajudar ninguém com dinheiro de seu bolso… e acha ilimitado o que se pode fazer com o dinheiro dos outros…
Sensacional, nunca ri tanto. Você é um excelente humorista.
Para quem quiser se informar um pouco mais a respeito do problema referente às populações de rua, alguns dados importantes:
http://www.abdl.org.br/article/articleview/2787/1/263
Um tempinho atrás – época das eleições – postei algo referente a isso em meu twiiter, em 140 caracteres não disse muito, mas este seu texto foi bem profundo na questão.
E só para incluir informação a isso, porém sem defender partido nenhum e político algum, nos últimos anos, principalmente qdo o ex-candidato à presidência foi prefeito, além das rampas antimendigos, em que funcionários da prefeitura viravam paralepipedos com a ponta para cima debaixo de pontes e viadutos, houve uma redução brutal e fechamento de albergues que demonstram bem essa hipocrisia a qual você procura mostrar em seu texto. Tenta-se esconder todos os seres marginalizados de nossas vistas em vez de resolver os problemas através de eficazes políticas públicas.
A única forma de assistência que soube que ocorreu lá pelos lados da cracolandia, era um posto móvel que se não me engano era mantido pela UNIFESP e que atendia tanto moradores de rua como dependentes químicos.
[...] Como cultivar a [...]
excelente artigo Sakamoto
a exclusão faz parte do capitalismo =
maior lucro no menor tempo possível, doa a quem doer
pra solucionar esta e outras faço parte do prout que é um novo sistema socio econômico
o movimento em sp acontece na usp
vale a pena conhecer
http://www.proutsp.blogspot.com
Só a idade e o trabalho muda um pensamento esquerdista.
Isso vai até os 30, depois, é rolex, carro zero, apartamento
em bairro nobre. Igualzinho ao Lula.
Viva e verá.
Sakamoto, voce precisa ter umas aulas com o Olavo de Carvalho.
Seu texto parece de um estudante do colegial.
Fraco assim como os leitores deste site!
Até
Um dia a rua vai ser só de quem mora nela e os preibói vão ter que pagar pedágio. Aliás, já pagam pedágio em assaltos, etc. Se ficar na rua é proibido para os “marginais”, eles darão um jeito de controlar o acesso dos “normais” também. Aí começa o Mad Max.
Pelo amor de Deus! Este artigo é uma porcaria. Além de mal escrito é nitidamente preconceituoso com São Paulo.
È bem real mas infelizmente só rende pauta e nós nada fazemos , esperando pelo governo , de que é feito o Brasil ?
R : De milhoes de brasileiros , vamos tirar a trave do nosso olho e enxergar que a culpa é toda nossa !
Lembrando que isso não é um problema social que aplica – se somente a São paulo , é um problema cultural que aplica – se a todo o Brasil , que só relembrando é feito de milhões de brasileiros (nós) .
Cara amiga Marcia Valeria,
Seria interessante de não esquecer o grande ensinamento de Paulo Freire!
Toda situação é uma oportunidade única de novos aprendizados: quem sabe se não esta na hora de vc aprender aprendendo sobre os seus “hábitos”, sobre os seus tipos de “comunicação”, sobre as suas discussão, os seus debates, os seus diálogos, as suas intervenção, os seus comentários, etc?
Hoje vc esta “acostumada com discussões mais acaloradas no frente a frente da sala de aula”! Mas amanhã? Quem sabe como vai evoluir seu pensamento político-pedagógico dialógico e libertador? Sera que ele sera fechado unicamente dentro de uma sala de aula?
Bravo pela excelente analise compreensivo do comentário do post sobre “o mestre e a presunção de inocência”!
Bom dia a vc, a sua família e todos seus alunos…
Senhor FDA,
Vc e suas sutilezas,
A tônica das idéias de Paulo Freire não é discurso (ou a discussão) e sim a prática, e a prática é a realidade do dia a dia, as nuances do cara a cara valem muito mais que mil palavras, dizem muito mais.
Numa das escolas que trabalho, tbm me dou com alunos deficientes auditivos, numa das primeiras lições que recebi com eles é que não devemos tratar com eles sem olhar nos olhos, qualquer um que trabalha com a dita educação inclusiva sabe disto, e com eles aprendi a importância disto.
Claro que vc está habituado com este modo de comunicar-se, que torna pra vc tudo muito natural, mas para mim, este aprender que vc ‘sutilmente’ refere-se ‘comigo mesma’ é algo tão incômodo, estranho a tudo o que compreendo como viver, é tão pequeno, redutor, que não sei quanto tempo consigo suportar tudo isto. É divertido algumas vezes lhe dar com as palavras (e como me atropelo com elas), desafiador (principalmente quando tenho que me dar com suas considerações sobre temas diversos), mas as limitações ao diálogo são muito maiores aqui. O mundo do lado de fora é muito mais rico para o aprendizado, com certeza, quando se está disposto a encará-lo de frente, meu caro amigo.
Tenho a terrível sensação a cada vez que escrevo neste espaço, que estou fugindo ao mundo real, descumprindo com meu dever de fazer algo por ele, e que de alguma forma estou me refugiando por aqui, só não consegui saber porquê. Não quero me habituar a este tipo de diálogo no mundo virtual. Saiba que estou tentando sair daqui, mas algo está me prendendo – possivelmente a temática do blog ou as reações diversas dos comentários – não sei ao certo. Uma hora eu descubro e me liberto.
Sabe que meu trabalho é me dar com a realidade de meu país, de minha cidade, aquela mais cruel e difícil para a maioria das pessoas, muitas vezes insuportável até pra mim. Mas é com ela que aprendo mais, no trato com esses que todos chamam de excluídos, mas não são excluídos droga nenhuma (só do ponto de vista econômico), pois de resto, estão mais integrados que a maioria de nós. Quanto mais fugimos a presença deles, mais eles adentram a nossa realidade, mais eles incomodam. Eles ganham seu dinheiro, trocam experiências diversas, comerciam e negociam, se relacionam de formas inacreditáveis, compartilham, muito mais que nós. O viver deles é muito problemático, mas muito mais intenso do que o nosso. Nós é que não queremos ver isso.
Portanto senhor FDA, agradeço sua consideração sobre o tentar um novo modo de se comunicar, mas infelizmente fomos educados de forma diferente, e o meio virtual (blogs/twitter etc) não é definitivamente ao que me proponho como canal dialógico, infelizmente. Mas por enquanto, enredada por tudo isto, por toda esta temática desafiadora, continuo na mesma, tentando me libertar, só espero conseguir fazer isso de uma forma mais breve.
Apesar das nossas divergências, Mil Bravos sempre pra vc meu caro, que enriquece tudo aqui dentro com suas asserções e considerações (apesar das suas nuances). Agradeço sempre a vc a paciência que tens comigo meu caro, a ficar a ler tantas tolices minhas.
Gracias, amigo.
Caro , a expressão “postura higienista’ é mais um neologismo criado pelo padre pedófilo e seus asseclas para tentar carimbar as iniciartivas de disciplinar e atender de maneira organizada os moradores de rua.
Leia os textos à época e veja que a Prefeitura não somente teve apoio massivo da população , como ainda abriu diálogo com a tal Pastoral do Povo de Rua , para organizar atendimentos em asilos , encaminhamentos sociais , etc.Sabe qual foi a resposta dos “democratas da Pastoral Panfletária ” ; NÃO ! Eles queriam permanecer nas localidades pois estavam em pontos importantes da mendicância , lucrativos pois arrecadavam bastante. Há grandes interesses econômicos que passam desde a arrecadação de esmolas , coleta de sucatas , pontos de criminalidade , até áreas e pontos de tráfico
Interessante , não é ? .Mas o Dotozinho não contou a parte sobre isto tudo, contou ? Ou você acha que o tal do Anderson – o menino da caminhonete dourada – conseguiu toda aquela grana da Pastoral á toa ? Seria uma ação imatura e ligeira do blogueiro , se ele não fosse especialista neste assunto de ocupação urbana . Trata-se , ao que parece , de ação leviana mesmo !
Quero informar aos senhores, que lamentávelmente os senhores não sabem nada sobre moradores de ruas, drogados e afins. O Sr. Sakamoto se engana ao afirmar que estes (moradores de rua, drogados e afins) são aqueles a quem foram negados os direitos economicos. Ora senhores, os problemas economicos dos moradores de rua são efeitos de suas desgraças, e não causa. As causas são alcoolismo, drogas, desajustes familiares, familias desestruturadas, condenações criminais, que leva o cara para a clandestinidade, problemas mentais, etc, talvez de uma minima parcela o problema seja grana. Falando nisso, voces já notaram que de anos para cá, o problema se agravou? porque? será porque estão pregando tanto a desestruturação do casamento, através do divorcio, sexo livre, etc? será porque estão fazendo sexo sem compromisso, dando à luz pessoas sem pai e mãe para forma-los moral e socialmente? será pela apologia da vida livre, fume, beba e busque sua satisfação pessoal? será porque estão deixando os valores cristãos de lado? Pensem nisso.
Lição dos esquerdistas: Como cultivar a prática da usurpação da bondade para obter uma autoridade que não se possui
http://lucianoayan.wordpress.com/2010/11/14/licao-dos-esquerdistas-como-cultivar-a-pratica-da-usurpacao-da-bondade-para-obter-uma-autoridade-que-nao-se-possui/