Violência contra a mulher não é só dar porrada
Muitas mulheres são vítimas de violência doméstica, preconceito no trabalho, enfrentam jornadas triplas (trabalhadora, mãe e esposa), não têm direito à autonomia do seu corpo – que dirá de sua vida, pressionadas não só por pais e companheiros ignorantes mas também por uma sociedade que vive com um pé no futuro e o corpo no passado. A qual todos nós pertencemos e, portanto, somos atores da perpetuação de suas bizarrices. Discutimos muito sobre as mudanças estruturais pelas quais o país tem que passar, citando saúde, educação, transporte, segurança, mas esquecemos dos problemas ligados aos grupos que sofrem com o desrespeito aos seus direitos fundamentais. Que não conhecem classe social, cor ou idade. Como as mulheres que são maioria – e minoria.
Nesta quinta (25), celebra-se o Dia Latino-Americano e Caribenho de Luta contra a Violência à Mulher. Trago algumas ponderações que reuni nos últimos tempos neste blog sobre diversas formas de violência que praticamos diariamente para relembrar a data: (para uma leitura mais aprofundada, recomendo sempre o blog Viva Mulher, da jornalista Maíra Kubik Mano)
- Dado Dolabella, que ficou conhecido por agressão e por ser enquadrado na Lei Maria da Penha, ganhou um R$ 1 milhão em um reality show após voto maciço de internautas e telespectadores. Um povo que premia um agressor de mulheres tem moral para reclamar de corrupção na política ou de qualquer outra coisa?
- Mesmo em cargo de chefia, as mulheres têm que provar que são melhores do que os homens. Néstor morreu e houve gente que perguntou se Cristina teria capacidade de tocar o governo argentino sem os conselhos dele na cama. Fino…
- Temos uma mulher presidenta. Simbolicamente relevante, politicamente insuficiente. São poucas as governadoras, prefeitas, senadoras, deputadas, vereadoras. Mas também CEOs, executivas, gerentes, síndicas de condomínios. Falta criar condições para que elas cheguem lá. Ou alguém acha que isso vai ocorrer por geração espontânea?
- A Suprema Corte tem 11 assentos. Só dois deles pertencem a mulheres, infelizmente. Já ligaram a TV Justiça em horário de transmissão do STF de pautas importantes e temas que são holofotes para o ego? Testosterona demais, sabe?
- Mulheres são maioria nas redações, mas não em cargos de alta chefia – muito menos entre os editorialistas, que redigem a opinião dos veículos de comunicação.
Pesquisas apontam que a violência doméstica não é monopólio de determinada classe social e nível de escolaridade. Junto com homofobia e machismo são problemas que ocorrem em todo o subcontinente, da sociedade mexicana à chilena, passando pela brasileira. OK, no nosso caso é melhor colocar a culpa no processo de formação do Brasil, na herança do patriarcalismo português, nas imposições religiosas, no Jardim do Éden e por aí vai. É mais fácil atestar que somos frutos de algo, determinados pelo passado, do que tentar romper com uma inércia que mantém cidadãos de primeira classe (homens, ricos, brancos, heterossexuais) e segunda classe (mulheres, pobres, negras e índias, homossexuais etc). Tem sido uma luta inglória, mas necessária, tentar abrir a cabeça do povo.
- Para muita “gente de bem”, pior que prostituição infantil é mulher adulta ter direito a decidir sobre seu próprio corpo. Até porque, cada coisa no seu lugar: mulher é historicamente objeto e menina com peito e bunda já é mulher. Mesmo que brinque de boneca.
- Lembram o que aquele juiz tosco, de Sete Lagoas (MG), disse ao rejeitar punições baseadas na Lei Maria da Penha?: “Ora, a desgraça humana começou no Éden: por causa da mulher, todos nós sabemos, mas também em virtude da ingenuidade, da tolice e da fragilidade emocional do homem (…) O mundo é masculino! A idéia que temos de Deus é masculina! Jesus foi homem!”(…) Para não se ver eventualmente envolvido nas armadilhas dessa lei absurda, o homem terá de se manter tolo, mole, no sentido de se ver na contingência de ter de ceder facilmente às pressões.” Se a mãe dele era viva, nesse momento, morreu de desgosto.
- História que segue pau-a-pau com a do arcebispo de Olinda e Recife José Cardoso Sobrinho, que excomungou, no ano passado, os médicos envolvidos em um aborto legal realizado em uma menina de nove anos, grávida de gêmeos do padrastro que a estuprava desde os seis anos de idade. Ela tinha 1,36 m e 33 quilos. Deus Pai!
Em 1983, o ex-marido de Maria da Penha atirou nas costas da esposa e depois tentou eletrocutá-la. Não conseguiu matá-la, mas a deixou paraplégica. Muitos anos de impunidade depois, pegou seis anos de prisão, mas ficou pouco tempo atrás das grades. A sua busca por justiça tornou-a símbolo da luta contra a violência doméstica. A Lei Maria da Penha, aprovada em 2006 para combater a violência doméstica contra a mulher, sofre constantes ataques desde que foi criada. Interpretações distorcidas de juízes, falta de orçamento para colocar políticas de prevenção em prática, tentativas de diminuir a força dessa legislação. Inacreditável? Que nada! Viva o Brasil chauvinista e patriarcal, que usa a justificativa da “defesa da honra” para honrar a própria ignorância e covardia.
- A opressão realmente adota formas diferentes. Muitas vezes travestidas de um simples costume. Por exemplo, forçar a namorada a adotar o sobrenome após o casamento é bisonho. Uns vão chamar de tradição – esquecendo que tradição é algo construído, muitas vezes pela classe (ou gênero) dominante. Mas, pense pelo outro lado: se for para trocar, que tal invertermos e os homens começarem a adotar os sobrenomes de suas esposas?
- Homens que trabalham no Brasil gastam 9,2 horas semanais com afazeres domésticos, enquanto que as mulheres que trabalham dedicam 20,9 horas semanais para o mesmo fim – dados de uma pesquisa da Organização Internacional do Trabalho. Com isso, apesar da jornada semanal média das mulheres no mercado ser inferior a dos homens (34,8 contra 42,7 horas, em termos apenas da produção econômica), a jornada média semanal das mulheres alcança 57,1 horas e ultrapassa em quase cinco horas a dos homens – 52,3 horas – somando com a jornada doméstica. E os caras ainda dizem que trampam mais do que elas, vejam só.
- Por fim, mas não menos ridículo, cantar um “tapinha não dói” tornou-se hit cult.
É o que eu já disse aqui antes: todos nós, homens, somos sim inimigos até que sejamos educados para o contrário. E tendo em vista a formação que tivemos, é um longo caminho até alcançarmos um mínimo de decência para com o sexo oposto.

Valeu, Sakamoto! Parabéns pelo texto. A violência não física cotidiana muitas vezes anestesia mulheres e homens. E é bom quando sabemos que alguns já se conscientizaram dela e tentam superá-la.
Bom dia Sakamoto
Extremamente oportuno este seu texto. Sugiro que todos leiam O Livro Negro da condição das mulheres, organizado por Christine Ockrent — primeira mulher a apresentar o principal jornal da TV francesa no horário nobre –, a ser publicado no segundo semestre de 2011 pela Bertrand Brasil e que traduzi. O livro retraça variadas formas de violência contra as mulheres em toda a superfície do globo terrestre.
O Brasil comparece com o turismo sexual, a pedofilia e as violências domésticas, que são, como o nome indica, múltiplas. Vão desde o aniquilamento moral e psicológico infligido pelas gritarias ocorridas no lar ou em público, passam pelos ferimentos ou mutilações causados por espancamentos e terminam nas mortes que cotidianamente percebemos na mídia. Quando nos preocupamos, com razão, com as Shakinehs internacionais não podemos esquecer das Marias da Penha que nos rodeiam. Quem não conhece “n” casos em torno de si que poderiam figurar nas páginas policiais?
Penso que você também abordou com propriedade as formas mais insidiosas de manter a mulher discriminada, tais como as vicissitudes profissionais que, como se afirma no Livro Negro, “acabam por tecer com invisíveis fios de vidro” o teto que as impede de prosperar.
Parabéns pela dignidade em desvelar as feridas sociais mencionadas em seu texto que, como era de se esperar, suscitou comentários machistas de quem ainda prefere manter as mulheres “sob controle”. Mulheres: essa parcela da população que Freud já chamou de Continente Desconhecido…
Será que é tão difícil assim assimilar a sexualidade feminina e deixar de coibi-la, como um moleque inseguro que tem medo de tudo perder?
Abraços,
Nícia
concordo em gênero, número e grau!
Acho tão engraçado esses teus textos demagógicos… rs
Toda generalização é burra companheiro, mas certamente você sabe disso.
O que me leva a crer que escreve essas coisas apenas para levantar polêmica…
… e conseguir um pouco de atenção?
Interessante o significado que os discordantes procuram dar ao discurso que não lhe agrada: demagogia. A banalização de um significado que já é por demais banalizado.
Interessante o significado que o discordantes procuram dar ao discurso que não lhes agradam: demagogia. A banalização de um significado que já é por demais banalizado.
E quando um homem de 50 anos conhece uma mulher de 21, que tem um filho de 5 anos e uma filha de 3 anos, acredita que Deus colocou a vida destes seres para uma evolução “toma 4 surras” em 5 meses da mãe destas crianças?
O delegado de polícia diz para não reagir senão a lei te prende??? Isto é real.
banal
ba.nal
adj m+f (fr banal) 1 Vulgar, trivial, comum. 2 Fútil, frívolo.
Meu amigo.. se você faz um comentário pra criticar um significado de palavra, estude um pouco mais e não cometa o mesmo erro na sua sentença. Um pouco de epistemologia e metodologia não faz mal a ninguem.
Demagógico porque você não é mulher e nunca sentiu na pele nada do que afeta as mulheres !!!! Eu, como já me senti muito prejudicada por alguns homens que deveriam se importar comigo como pai, irmão e marido me julgo no direito de concordar plenamente com o artigo e dizer que os homens são uns trogloditas e que nós mulheres, não podemos mais ficar caladas com tanta canalhice, sacanagem e cara-de-pau !!!! Me desculpem as raras excessões que com certeza existem.
Eu achei tão engraçada a sua resposta ignorante !!!!
Concordo com o texto, apesar de incompleto, devido ao formato jornalístico. Há muitas outras facetas a serem discutidas nesse tema e o jogo da dominação é às vezes muito sofisticado, principalmente quando sai do terreno do indivíduo e se espalha para o coletivo e se incorpora à cultura, caminhando em direção a argumentos ideológicos e que se justificam mitologicamente, em busca de uma reprodução continuada por gerações.
Tenho três filhas e agradeço por lembrar-se das exceções e digo-lhe que ser uma exceção em um mundo masculino, lutando diariamente para proteger e ensinar minhas filhas, é uma luta feroz.
E já ouvi canalhices do tipo: “Quando você era solteiro, era consumidor, agora virou fornecedor”, como se minhas filhas, seres humanos inteligentes, fossem objeto de consumo, como frutas em uma bancada de supermercado.
Um indivíduo que fala isso deve ter nascido em uma chocadeira, porque desconhece o imenso valor da maternidade.
Fui criado por minha mãe e minha avó, mulheres que lutaram em um tempo ainda mais machista e restritivo do que o momento atual.
Aprendi com elas que em mulher não se bate nem com uma flor, não pela fragilidade preconceituosa, mas pela necessidade urgente de preservar um mínimo de civilidade e respeito com aquelas que dão luz às nossas gerações.
Quem bate e violenta mulheres não respeita sequer a si mesmo, como fruto de um ventre feminino, a quem deveria louvar. É um lixo, um estorvo a mais em um mundo turbulento, que precisamos urgentemente melhorar.
Obrigado novamente por ser lembrar que há exceções e nem todos os homens são trogloditas desprezíveis.
Obrigada Luiz Roberto. Vejo que é uma pessoa muito sensível e que tenta ser diferente dentro de uma realidade que não facilita em nada este tipo de atitude. Infelizmente, não tive a mesma sorte de ter uam pai como você. Parabéns ! Pessoas como você me fazem não desistir da raça masculina por completo.
Bom dia Flavia,
Concordo com voce e discordo totalmente dos senhores que de certa forma não gostaram do texto.
Não sentiram na pele ou pelo menos as mães,irmãs destes cavalheiros não passaram por situações vexatórias,humilhantes (graças a Deus por isso).
E vc cara? o que tem a dizer com esse comentário tão “generalizado”?
qual é a sua posição?
Nossa. Quanto preconceito. Não há duvida que nos, homens e mulheres, temos uma docença chamada machismo que precisa ser curada. Obrigado, Sakamoto.
Cara, vc é cego ou é burro.., acho q na sua família todas as mulheres deviam ser escravas dos homens, como vc não encherga q as mulheres são massacradas pela sociedade há séculos…, mulheres nasceram pra ser amadas, e não pra servir de cozinheira, faxineira, infermeira e amante…
Realmente Paul, são engraçados… ri-se muito deles !
No caso, o jeito é rir da sua falta de conteúdo, palhaça!
Andy , Andy … sua mãe não lhe ensinou a ser mais educadinho , não ? Vai ficar de castigo sem passear de coleira e nem poderá abanar o rabinho , tá ?
Graças a mulheres machistas como você, é que fica difícil sairmos dessa posição. Se vc acha engraçado o fato de que um homem nos defende é pq provavelmente, você é uma filhinha de papai que tem tudo na mão e não precisa de ir enfrentar o mundo pra ver como é ter que acordar todos dias cedo trabalhar o dia inteiro, pra ganhar menos que um homem e ainda receber cantada de um playboy, ou uma religiosa que tem a vida “perfeitinha” e que faz o inferno a sua volta, simplesmente pq não enxerga que o problema está no machismo que a cerca. Mas é claro, o jeito é rir! Assim como eu ri quando tentei imaginar o quão chata deve ser a sua vida de uma dona de casa submissa.
voce acha engracado o Dado Dollabella encher as suas namoradas de porradas tambem… isso e demagogico tambem… acorda ai Charles Bronson…
Paul, vamos fazer um exercício simples de comparaçnao de pontos de vista?
Você tem namorada, irmã, prima ou melhor amiga? Se não tiver, é certo que mãe você tem. E ela é mulher, obviamente, certo?
Mostre esse texto pra ela e deixe que ela te diga o que acha, só pra vcs conversarem e dividirem seus pontos de vista.
bjos
Texto corretíssimo. Adorei, vc ma inspira…
Concordo sobre todos os aspectos, importante frisar que este problema é antes de tudo é historico, dentro desta relação de poder entre homens e mulheres, que via de regra prevalece à dominação do homem.
muito bom o post sobre agressão as mulheres o/
tenho 14 anos. Fiz muito bom uso do seu blog utilizando e publicando-o em trabalhos escolares e divulgando post interessantíssimos como este em e-mails enviados a amigas e principalmente a familiares ;D
PARABENS !!!
Sakamoto,nosso presidente não teve oportunidade de estudar,e como é franco e espontaneo,fala errado algumas vezes. Ele pode. Mas vc que é formado em jornalismo,NÃO.
Presidenta?
Não se esqueça de passar no banco para falar com a gerenta e depois ligar para telefonica e conversar com o telefonisto e passar uma telegrama fonado.
De resto, sua colocação do machismo está muito boa. Mas 30 ou 40 mil anos de história humana (macho dominante),não vão se apagar com muita facilidade , mas é um passo de cada vez e vamos acabar nos civilizando.
Resposta ao Alberto. Você é que esta mal informado quanto a gramática, pode-se usar tanto presidenta como presidente para se referir a DILMA. Depois o q me impressiona é a ignorância desses senhores q ainda acha q Sakamoto esta fazendo demagogia. A mulher é ofendida o tempo todo, inclusive quando perde o direito de decidir sobre seu próprio corpo quando engravidam através de estupros ou mesmo involuntariamente p
Pode mesmo? baseado em que regra, a vontade da boneca?
ALBERTO:
PRESIDENTA pode sim! Para o gênero feminino PRESIDENTE ou PRESIDENTA estão corretos. Informe-se primeiro antes de criticar.
Informar-se onde há algu ma agenta de informações ou fala com a gerenta dela? Talvez tenha suplenta? Ai, quanta genta!
gilberto, você é um jumento que vai na onda do coice do outro burro que é o alberto:
http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/podcasts/823770-thais-nicoleti-dilma-e-presidente-ou-presidenta.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/poder/823593-folha-adotara-presidente-para-se-referir-a-dilma.shtml
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=605FDS002
http://g1.globo.com/platb/portugues/2010/11/01/a-presidente-ou-presidenta/
Ô, Alberto, você está equivocado…
PRESIDENTA não é neologismo, basta que procuremos a palavra no dicionário Aurélio. Lá a palavra está registrada como substantivo feminino, feminino de presidente, mulher que preside, ou ainda mulher de um presidente.
Ambaos os termos (presidente ou presidenta) estão corretos, pesquise em algum livro de português e você vai ver. É facultativo qual deles usar.
Sr. Alberto,
O Sr. não perde uma oportunidade de mostrar sua ignorancia mesmo hein.
Perto do Sr., os equinos são doutores.
Mas você burro mesmo… Presidenta é tão correto quanto presidente….
Culpa da inclusão digital, esse bando de analfabetos comentando na internet…
esse é meu Brasil! pra defender um, discrimina o outro. vc tem razão, o Sr. Alberto é um ignorante, na sua ânsia de ofender, acaba prejudicando a ele mesmo, assim como você que pra provar seu ponto de vista, demonstra todo o preconceito que você tem…
Alberto,voce deveria estudar mais para nao ficar igual ao presidente Lula.O termo presidenta existe e está correto.Varios artigos já foram escritos em jornais por professores de portugues sobre esta grande polemica.Consulte também o dicionàrio.Bom estudo.
Caro Alberto, as duas formas para se referir a Dilma Roussef estão corretas: presidente ou presidenta.
Alberto, por gentileza, antes de tecer “comentários gramaticais” como este, dê uma folheada no livro do Celso Cunha ou do Napoleão Mendes de Almeida, ok?
imbecil está certo, é presidenta mesmo, burro demais
alberto, não precisa nem muito esforço, olha:
alberto:
http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/podcasts/823770-thais-nicoleti-dilma-e-presidente-ou-presidenta.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/poder/823593-folha-adotara-presidente-para-se-referir-a-dilma.shtml
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=605FDS002
http://g1.globo.com/platb/portugues/2010/11/01/a-presidente-ou-presidenta/
Lindo texto, parabéns!
“Em 1983, o ex-marido de Maria da Penha atirou nas costas da esposa e depois tentou eletrocultá-la.” ( ???? eletrocutar ??? )
Meu Deus , Sakamoto , eletrocutada foi a língua Portugusea em seu texto !
Que lamentável , meu caro !
Lamentável mesmo é uma mulher ler este texto e ao invés de discutir conteúdo, se ater a uma bobagem.
… pior mesmo é uma pessoa não entender nem mesmo como se escreve corretamente e tentar desmerecer a crítica…jornalistas que nem mesmo sabem grafar a língua portuguesa são uma catástrofe ! Mas claque boboca e servil , isto é bem pior ! Ah , e por falar em escrever corretamente : “ao invés de ???” acho que a gente nem precisa de continuar , não é mesmo ?
O texto está correto.
O marido dela queria deixá-la culta por meio de estímulos elétricos na cabeça. Daí o porquê. Eletro-Culta-lá.
Piadas a parte, atente-se mais ao conteúdo que a embalagem que vai perceber vantagem e benefício muito maiores.
Note o que você escreveu ou COMETEU em seu texto, minha cara Claudia Bunger: língua Portugusea (sic)!
No afã de parecer culta, cometeu o mesmo tipo de erro que tentou evidenciar no texto do Sakamoto.
O texto é pleno de verdades e se preza à reflexão, mais que à execração por pedantismo.
Espero que um dia você publique algo relevante em sua vida…
Não entendi sua crítica, onde está o erro no texto?
Ai que burro!!!! Dá zero pra ele….. kkkkkkkkk
em que mundo vc vive? nunca viu a expressão “ao invés de”????
isso foi o máximo que você depreendeu do texto? saiba que seus dias estão contados pq até um corretor ortográfico online pode fazer isso…agora interpretar e se humanizar na questão é outra coisa, que provavelmente você não entende.
Claudia… se são uma catástrofe, não leia, nem comente. Não perca seu tempo com ignorantes, minha cara!
De jeito algum , minha cara Ana Onofri … você bem que merece alguma atenção… como diria o personagem do Jô : não se menospreze , mulher ! Assuma-se !
quase “pândego” antes que a lala, a doutrinadora , elouqueça a platéia com sua verve celestial , a confundir digitação com ignorância… rrsrsrrsrrsrs
Aguardem nos próximos posts: “TPM: plecisamos ser mais compleensivos, afinal fica tudo velmelho, né”, seguido de “Blincar de casinha e boneca: basta de submissão nas blincadeiras de infância, né”.
Interessante seu comentário referente ao sobrenome.
Antigamente era muito comum dizerem coisas do tipo: “Ela ganhou um nome, te dei um nome”, como se antes da posse a mulher simplesmente não existisse. Tem até música com esse discurso.
Oi Adriana,
Isso me revolta,como se um sobrenome fosse garantia de alguma coisa,inclusive posse.
O meu ex costumava dizer isso, te dei um nome…..coitado,com coisa que preciso disso.E sem contar que o sobrenome dele não vale nada,tá mais sujo que pau de galinheiro (perdão pela expressão tão baixa).
Não é o sobrenome que conta, é o caráter.Não adianta sobrenome pomposo e falta de vergonha para trabalhar e ajudar nas despesas da casa….cada uma
Texto muito bacana. Parabéns!
Meu caro Alberto, PRESIDENTA, sim, segundo o Novo Dicionário Aurélio da Lingua Portuguesa. Portanto, o Presidente, pode, e o Sakamoto, também, pois está corretíssimo. De uma proxima vez, vá tirar sua duvida, antes de criticar.
concordo em parte com vc.olha só, vejo sempre nas ruas barzinhos, as vezes tem uma mulher sentada lá sozinha ela não quer namorar ou pegar ninguem, ela só quer curtir beber sua cervejinha ouvir uma musica.mais o que acontece os machistas não dão paz,na cabeça dos homens uma mulher jamais pode andar na rua sem ser inportunada ou ir a um barzinho ouvir uma musica beber sua cerveja sozinha, isso eu e minha mulher comentamoos muito achamos um absurdo, isso é uma forma de vilolencia.
Saka, seu texto é ótimo! Mas receio que seja uma falsa premissa sua afirmação, evidentemente irônica, de que a genitora do “ma(u)gistrado” que proferiu a curiosa sentença teria morrido de desgosto, caso viva estivesse, quando dela tomou conhecimento. Lamentavelmente, muitas melhores introjetaram o machismo, sobretudo as mais idosas, quando a opressão de gênero era ainda maior. Situação semelhante acontece com muitos negros, que tal qual algumas mulheres, assimilam e disseminam os preconceitos contra o seu próprio grupo. Lamentavelmene, há mulheres mais “machistas” que alguns homens, assim como negros mais racistas que brancos. A mudança na mentalidade discriminatória, tanto a “sexista” quanto a racista, passa por uma modificação cultural profunda, que pode e deve ser agilizada, quer seja por iniciativas governamentais, quer seja por ações da sociedade, que, a meu ver, devem se complementar.
Comentário excelente, Eder. Parabéns pela forma como discorda, sem apelar para xingamentos. Quem faz isso, é porque não tem argumentos e nem conhecimentos para debater.
Vc tem toda razão: muitas mulheres efetivam o “machismo”, legitimando- o dentro da própria família, quando trata de maneiras diferentes os filhos e as filhas. Os filhos podem e devem ir pras baladas, sozinhos, pegar tudo que é mulher, provar que é macho. E, provavelmente elas dirão com orgulho: “Meu filho é um garanhão!!”. Já, as filhas , devem sair acompanhadas, estar sob tutela, usando uma coleira eletrônica (celular) pra dizer onde estão, a que horas vão voltar; não sem antes ouvirem uma série de recomendações de como se portar e comportar, principalmente no que concerne a namoro e sexo. E, provavelmente elas dirão: “Minha filha é uma moça séria! ” hehe…
A mesma coisa, no que se refere aos afrodescendentes! Que, na verdade, por serem notoriamente discriminados, de forma velada ou escancarada, pelo sofrimento que as marcas da selvageria e desumanidade do escravismo deixaram, acabam por se tornarem racistas tbém…
Por fim, concordo em gênero, número e grau com sua última fala: devemos agilizar sim, para combater essa coisa aviltante da discriminação em todas as suas formas e conteúdos, nós, a sociedade civil e o governo trabalhando juntos.
agora em relação á politica as mulheres descriminam mais as candidatas mulheres, doque os homens. mulher não gosta de votar em mulher, aqui no MS foi eleita só duas deputadas mulher, tinha 03 ainda diminuiu mais, ficou só duas
SAKAMOTO aqui tem uns genios, que não permite um erro de português né?
“… não permitem erros … ” Observe : “gênios” está no plural !Logo o verbo vai para o plural também. Trata-se de respeitar a língua portuguesa escrita , não é mesmo ?
Como que se fala que vc é uma chata corretamente? Sem que eu agrida a língua portuguesa escrita, até porque eu não to querendo agredir ela mesmo, meu alvo e outro…
Eguinaldo , nem precisa se preocupar em me agredir…. isto é feio , mas desculpe , seu nome é bem pior … bom humor , meu caro , bom humor ! E diz tanta coisa sobre você !!!
Fala, Claudia, amiga fazendeira! Como está o gado no Tocantins?
Bem Rafinha , bem mesmo ! Agora estou em Campo Grande , mas mando lembranças ! Bjão!
Mulher como você é chata!!!! Pqp, deve ser um porre aturar alguém tão mal humorada como você.
é…a Claudia deve estar mesmo desempregada, pq está fazendo monkey business, ou seja, o trabalho que até um máquina já é capaz de fazer. fico triste, mas passa….chata!
Essa deve votar na Kátia Abreu
o que dizer de um apelido como este ” lala,a doutrinadora ” …é hilário , quase pãndego , mas depois passa !
Se tivessemos mais homens educados a respeitar a mulher e as diferenças dos sexos, mas não esqueçamos que isso cabe a nós mulheres, de educarmos nossas filhas e filhos, e é um papel danadado de dificíl, pois as eduquei para serem independente financeiramente e quando se associarem a um homen que fosse por sentimento de amor, respeito, e se dissermos que é nescessário que que se tenha várias relações (não só sexuais) para realmente ter certeza de seus sentimentos, nossas filhas serão taxadas de “putas, pistoleiras, piriguetes”etc.Mas quando é nosso filho ,”Ah, aí tudo muda de figura, os colegas, amigos, pai e parentes incentivam que tem que pegar todas,e serão taxados de garanhão, como se isso demonstrasse sinal da suposta masculidade”, e dentro de casa se abre um ringue, pois a mãe fica sitiada (pelo pai, família, sociedade e amigas com convicções machistas etc), pois a filha tem que ser regulada, não pode sair sozinha, não pode isso e aquilo, enquanto o filho pode tudo, quanto mais “experiências melhor”. Estamos sempre na berlinda, e temos depois de uma criação e formação da ditadura da sociedade que nos massacra, como mulheres, de tentarmos achar o melhor caminhos para educarmos não só seres tão diferentes,com seus anseios e desejos, separados no contexto de serem nossos filhos e filhas, mas cidadã e cidadão e seres humanos que irão amanhã desenpenhar o mesmo papel tão dificíl que hoje desempénhamos,de sermos mães, casadas ou não com seus maridos, pois eles desempenham o papel de pai, e interferem positivamente na criação dos filhos, se tiverem tido uma boa criação, familiar baseados no respeito mútuo independente de sexo, ou senão provavelmente irão interferir negativamente se esse cidadão foi criado em um ambiente machista, aonde só o homen tem vez.Viu como não é fácil ser mulher, mas, baseada na convicção que tenho, por ser espiríta acredito na reencarnação, e o homen que hoje é violento, idiotizado por uma sociedade machista, na próxima vida, virá como mulher para ter noção por tudo que passamos, desde nascer, crescer e multiplicar, para depois educar nossos Amados filhos irmão em evolução.
Leliane gostei de ver, ainda bem que ainda existe algum homem o ” SAKAMOTO ” preocupado com as mulheres, muito bom gostei !!!!!!!!!!!!
Eu sou terminantemente contra qualquer tipo de exclusão social praticada contra a mulher, mas também sou realista! De alguns anos atrás para hoje a mulher vem sé tornando cada vez mais importante para sociedade ocupando lugares que muitos homens tentaram e não chegaram ( por ex: presidência da republica ). Se compararmos a evolução da mulher na sociedade ou mesmo em casa, com a evolução da eradicalização da miséria, fome, preconceito contra pessoas afros descendentes, gays e etc , iremos perceber que esse e um dos nossos menores problemas no momento, é questão de tempo para que a mulher ocupe os mesmos lugares que homens ocupam em todos os seguimentos da sociedade.
Minha vizinha do lado direito sustenta a casa. Minha vizinha do lado esquerdo ganha mais que o marido, (gente eu não sou fofoqueiro não ta kkkk). Tenho certeza que vcs conhecem algum caso assim nos dias de hoje, mais a 10 anos atrás? É bem provável que não! Esse simples exemplo mostra onde isso vai parar…
Caro Eguinaldo, fico pensando o que te faz pensar que, segundo suas palavras, “De alguns anos atrás para hoje a mulher vem sé tornando cada vez mais importante para sociedade (…)”… Sim, porque, a mulher sempre foi essencial para a EXISTÊNCIA da humanidade – assim como o homem. A mulher não passa a ter mais importância porque hoje ocupa cargos que antes não ocupava – importante ela sempre foi. O que está mudando – e isso é importante e novo – é o entendimento que se tem acerca dos papéis desempenhados tanto por homens quanto por mulheres na sociedade.
Tá aí o embloglio! Homens precisam das mulheres para quê?
Hoje em dia, sem dúvida, é para sustentar a casa…
Bando de hipócritas.
É só uma questão de tempo. Mulheres que hoje não conseguem dominar o tal “mundo social masculino”, o público, um dia o farão. aguardem.
Os homens querem tudo: Manter e “Status quo” de ser heterosexual, o que já não é pouco, e também perpetuar o preconceito contra as mulheres, que são consideradas pouco capazes. Espero que o futuro nos tragam mulheres capazes e bem preparadas para dizer NÃO!
É, verdade Sakamoto concordo com sua postura diante de nós mulheres, nao importa os erros de portugues, porque mesmo quem é diplomado sempre erra pois a cabeça anda a mil, o importante é para quem saber ler, um pingo é letra, eu disse “pra quem saber ler” nao confundam, a violencia piscologica é a que mais acontece dentro do proprio lar e nao é divulgado pra ninguem, porque?. porque a mulher demora entender que o desgraçado está torturando-a lentamente de um modo que ela nao perceba, porque nessa parte eles sao craques.Nao reconhece nenhum trabalho, esforço feito pela meulherm ela sempre está em falta, nada está bom para certos homens, por mais que esforcemos, tanto faz homem culto, homem pobre, homem analfabeto, homem de KI zero, homem de atitude zero, aí tem casos, e casos diferentes.
Caro Leonardo Sakamoto,
Acredito que o Sr. seja um profissional, logo, depois que li este post de sua autoria, decidi recomendar alguns materias para coplementar suas fontes sobre esse tipo de assunto.
Primeiramente recomendo o livro: O lado obscuro das mulheres – Nessahan Alita.
E Recomendo também que o Sr leia os seguintes links:
http://silviokoerich.blogspot.com/2009/05/as-mulheres-eram-oprimidas-e-impedidas.html
http://www.cafajeste.net/2010/11/cos-responde-03.html
Espero que tenha profissionalismo de olhar os dois lados disso e concluir suas idéias conhecendo o assunto como um todo.
E deixo o seguinte questionamento, se hoje as mulheres não são mais obrigadas a casar com um homem, porque selecionam os agressores, alcólicos, traficantes, traidores? Enquanto muitos homens de bem ficam virgens até os 25 anos e nenhuma mulher dá valor a este?
Passar bem.
oi?
Pois é, Tiago, eu jamais conheci um virgem de 25 anos. Se tivesse conhecido, estaria muito bem cotado comigo. Homem rodado é péssimo.
Parabéns! Perfeito seu texto:)
John Lennon mudou seu nome para John Ono Lennon, mas ele não era
Uma sociedade machista se constroi no berço, enquanto pais e mães
incentivarem o “menino pode”, “menina não” a gente não vai sair do
século XIX.
Belo texto, você é um exemplo.
Meu marido sempre me ajuda muito, dividimos dinheiro, idéias, serviço doméstico, tudo.
Temos uma parceria, não uma competição.
Abraços.
Tenho 68 anos de idade, casado desde 1966 com a mesma mulher, com 4 filhos e 7 netos.
O seu artigo é muito contundente e reflete o quanto temos que melhorar para colocar essas heroinas em seu devido lugar.
Eu sempre respeitei as mulheres e procurei, no meu trabalho, dar o devido valor a elas.
Há muitos anos atrás, mais de vinte, eu fui o primeiro gerente da empresa em que trabalhava a contratar mulheres para uma atividade que era encarada como exclusiva dos homens. Sofri muitas criticas mas mantive minha decisão que se mostrou acertada após um certo tempo. Daí em diante ninguem mais criticou.
Um dia desses uma colega de trabalho olhou uma fotografia de minha esposa quando jovem e me disse: sua esposa era muito bonita!
Imediatamente eu retruquei: não amiga, minha esposa é muito bonita.
Ela ficou corada e tentou disfarçar a gafe cometida com uma desculpa qualquer.
É assim, muitas vezes a própria mulher não se valoriza.
“É assim, muitas vezes a própria mulher não se valoriza.”
Infelizmente essa frase descreve a verdade.
Não acho que seja um problema de preconceito… acho que tratam-se de relações de poder, onde os mais “fortes” (em diversos aspectos, não apenas no fisico), subjugam os mais “fracos”. Isso é inerente à condição natural(?) humana, de competição por recursos finitos e de maximização do seu próprio bem-estar (e foda-se o outro)… por conta disso, sempre existirão “classes dominantes” e “classes dominadas”. As classes dominantes (e as dominadas) já trocaram de lugar várias vezes… os religiosos já foram dominantes, a nobreza, o exército e por último a “burguesia”… e estes grupos possuiam restrições para que um individuo fizesse parte dele, afinal, se todo negro, homossexual, mulher, pobre, analfabeto, etc, pudesse ser do clero, quais seriam as vantagens do clero em relação aos demais? É matemática.
Contrariar esse raciocínio, é negar a natureza da maioria dos seres humanos… estes exemplos se perpetuam pela história (dominância do mais forte) e podem ser expandidas para escopos maiores como por exemplo, nações desenvolvidas e nações em desenvolvimento, estas últimas são exploradas, tem jornadas maiores de trabalho, tem salários menores, etc… será que nações (não o povo, mas o estado, o território) são capazes de sentir preconceito e por isso exploram tão fortemente as outras nações ou são apenas interesses economicos movendo o mundo a favor do mais forte? Algo que dura tanto tempo e está tão enraizado em nós certamente não será alterado apenas por discurso de “gente, somos iguais, paz e amor”. Para mudar isso, você precisa que a raça humana evolua moralmente, como um todo, e isso não é um trabalho apenas da “classe dominante” do momento… afinal, este grupo seleto (homem, branco, heterossexual, cristão, alfabetizado, de um nivel econômico X) é minoria numérica.
Todas as “classes” ou grupos carregam em si o potencial da mudança, afinal o senhor só é senhor enquanto o escravo concorda em trabalhar, a mulher só é objeto sexual enquanto concorda em ser tratada dessa forma pelos homens, só existirão MARIDOS imbecis enquanto existirem mulheres burras o suficiente para casarem-se com homens imbecis…
Por último:
1 – Estupro não é preconceito nem burrice, é um crime como qualquer outro e deve ser tratado dessa forma e não como uma forma de afirmação de poder homem-mulher.
2 – Aborto é um tema muito mais complexo do que simplesmente “quero ter liberdade de fazer o que quiser com meu corpo”.
3 – “Jornada tripla” é forçar muito a barra hein?
Rodrigo vc é muito bom! rsrsr enxerga a coisa como um todo que realmente é, e não fica esmiuçando picuinhas e tal, rsrsrsrs é isso aí? Parabens!
Fantástico. Falo por experiência própria. Passei quase 10 anos na mesma empresa, cuidando de contas importantes. Treinei vários colegas que chegaram depois de mim e tinha um ótimo desempenho. E assisti, de camarote, vários deles serem promovidos. Eu? continuei no mesmo lugar. Mãe solteira, a desculpa velada era de que eu não poderia cuidar das novas atribuições (mesmo tendo babá morando no emprego).
No final, o golpe fatal: a cantada barata do chefe. Não correspondido, deixou passar alguns meses para que o assédio nao ficasse tão escancarado, e me demitiu.
A empresa inteira sabia, alguns me perguntaram porque eu não processei.
Na teoria é muito bonito. Só que para eu processar, meu ex-chefe usaria todo o dinheiro q tem para me transformar na vagabunda da história. Para que eu provasse o contrário, teria que intimar meus colegas de trabalho como testemunhas, e certamente eles seriam demitidos também.
Resultado? ficou por isso mesmo!
Hoje vejo Mulheres governando nações, Mulheres saltando de paraquedas, Mulheres assentando tijolos, Mulheres trabalhando com
solda, etc… Vejo Mulheres denunciando maus tratos e incentivando
outras Mulheres a fazerem o mesmo e isto tem um significado muito
grande, significa que a Mulher está descobrindo seu lugar e se conscientizando do seu potencial.
Chega de violencia, principalmente, contra mulheres, crianças e idosos.
VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA CONTRA A MULHER.
http://www.ibap.org/direitosdamulher/monicademelo/mm010.htm
…um mínimo de decência para com o sexo oposto”, esse término delimitou muito a abrangência do seu texto.
A primeira violência contraq mulher começa na comunicação.Quando ela consegue se expressar,tudo o que diz não tem importância,é coisinha…não se escuta a mulher,daí pro resto é um pulo. A opressão do mundo masculino sobre a mulher, seu discurso sendo desmoralizado e ela se sentindo a mulher mais só ,com sua auto-estima sabe-se lá onde.Não é fácil ser mulher no Brasil.
Viva nós as meninas!!!
Sakamoto: Como sempre impecavel, escreve com primor que me inspira, tipico de quem vibra com o que faz.
Sobre sociedade hipocrita e sexo dominante: Minha repulsa! Sobre machismo lamentavel … Sobre homens e nossas táo particulares diferenças: Uma delicia!
Sou extremamente concordado com você. Todavia, está enganado em relação ao mercado de trabalho. Nos dias de hoje o pai de família, competente, preparado, está preterido pelas insitutições bancárias, multinacionais e grandes empresas em relação à moça (mulher) de beleza exterior. Faça um esforço, visite as agências bancárias, as multinacionais e as grandes empresas e verás.
Pois é, o texto é bom, mas pq têm que criticar a igreja?
Deus nunca, em nehum momento colocou a mulher como ser inferior, mt pelo contrário. Eu gostaria ue as pessoas que falassem mal da igreja, ao menos tivessem conhecimento de causa pra poder falar, fizessem a faculdade de teologia, pelo menos, pra não falar tanta besteira. Deus, o mais sábio dos sábios, nos deixou os dez mandamentos, pq sae o que é bom pra humanidade, e se vc refletir bem, ali está todo respetio que devemos ter uns com os outros pra vivermos em harmonia. Só que os homens hj, coitados, simples mortais, na sua infinita ignorância, querem que Deus baixe na Terra e faça a vontade deles, ao invés do contrário. Isso pode dar certo?. Já estamos vendo o fim dessa civilização por falta de todos os tipos de valores, valores estes que a Igreja, a duras penas tenta preservar, pra humanidade não sucumbir de vez!!!!O nosso Deus é um Deus da VIDA!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Parabéns Sakamoto e muito sucesso!!!
Adorei a matéria.
Sakamoto, só para lembrar que o patronímico (a mulher adotar o sobrenome do marido) nunca existiu como força de lei no Brasil, mas sim como pura e simples tradição cultural de origem portuguesa que se espalhou por aqui.
Não há absolutamente nada na lei que proíba uma mulher de manter seu sobrenome de solteira ou mesmo de o marido adotar o sobrenome dela. Há um caso real de um casal japonês em que o sobrenome da esposa era Kudo e o do marido, Endo, em que obviamente a esposa continuou com a nomenclatura original de fábrica para evitar cacófato.
Vale lembrar inclusive que a lei brasileira de nomes respeita inclusive boa parte das convenções culturais. Uma de minhas tias-avós, recém-octagenária, é filha de espanhóis e seu sobrenome segue o modo espanhol de ordem, em que o sobrenome paterno fica no meio e o materno, no fim, sendo as pessoas mais comumente conhecidas, ao se falar resumidamente, pelo sobrenome do pai, convenção essa que também se espalhou nos países de fala espanhola. Exemplos simples: Fidel Castro Ruz e Ernesto Guevara de la Serna, o primeiro cubano e o segundo, argentino.
Como nunca houve convenção de nome que não a cultural por aqui, é permitido inclusive que seus filhos tenham sobrenome que não o que você herdou do pai, mas sim o que você herdou da mãe. Uma ex-colega minha de faculdade tem essa coisa incomum em seu RG, tendo herdado do pai o sobrenome da avó materna. Ou mesmo que só tenham o sobrenome da mãe, mesmo com pai presente, conhecido e casado com a mãe do rebento. É o caso de um ainocô, filho de pai nikkey e mãe mineira, cujo único sobrenome no RG é o da mãe, sobrenome esse obviamente em português.
Portanto, que se pesquise mais antes de dizer que “a opressão realmente adota formas diferentes. Muitas vezes travestidas de um simples costume. Por exemplo, forçar a namorada a adotar o sobrenome após o casamento é bisonho…”. Mulheres adotam sobrenome do marido porque querem, não porque são forçadas a tal.
A lei tem que ser igual pra todos e ser executada de forma precisa.
Quando se começa a criar leis a favor de sexo cor ou credo,com
certeza já não são mais direitos iguais..
No caso deste canalha do marida da Maria Da Penha,deveria pegar prisão perpétua ou pena de morte..
– Melhorar as leis e preparar mais bem os juizes é a solução…
Violencia doméstica não se resume ao homem agredir a mulher…
agressão contra homens, idosos, crianças, adolecentes, etc, também é violencia domestica!!!
Só para os BAJULADORES DE PLANTÃO DO SAKAMOTO não esquecerem: as mulheres também agridem seus namorados, companheiros e maridos!
Em compensação, quando um casal se separa, a mulher pode ficar com TUDO que o homem tem… E se o homem não pagar pensão, vai parar na cadeia, mesmo que esteja desempregado e não tenha dinheiro nem para comer! Tantos direitos pelo simples fato de se mulher?! Por que ter um útero dá tantos privilégios especiais assim??!!
Amigo, você está desinformado. O Novo Código Civil alterou bastante as relações no Direito de Família e hoje, se a mulher trabalha, tem saúde e pode se sustentar, a pensão à ex-mulher só existirá se o Juiz decidir que é necessária, por um pequeno período de adaptação, no máximo de dois anos.
Pensão agora é só para os filhos, se o casal os tiver e a mulher, caso trabalhe, terá que contribuir para o sustento dos filhos em comum.
Sou separado, minha ex-mulher trabalha e tem curso superior. Só pago pensão para minhas filhas e quando elas completarem 18 anos, só continuarão a ter pensão se entrarem na faculdade, até os 23 anos. Aí acaba tudo.
Arrume um bom advogado, caso queira se informar melhor e defenda seus direitos.
E é separado também ? Rsrsrs
Sim. Sou separado há exatos três anos. A separação é uma circunstância na vida de um casal, que pode ocorrer ou não, por motivos os mais variados possíveis. Mas como se trata de um assunto pessoal tanto para mim, como para minha ex-mulher, em respeito à ausência dela neste espaço e à minha privacidade, esse tema não será discutido.
Entretanto, gostaria de deixar claro que a condição de separado não interfere em nada com minhas convicções à respeito da violência contra mulheres, que expus com clareza em outros comentários.
E por fidelidade a tais convicções, procurei conduzir o processo de separação de forma a garantir paz e tranquilidade às minhas filhas e acredito sinceramente que tive sucesso quanto a isso, preservando-as, no limite do possível, dos traumas que acompanham normalmente as separações, mantendo o respeito entre nós, resguardando os papéis de pai e mãe e recriando os espaços de convivência com alegria e muito carinho.
É o suficiente para responder sua pergunta, acredito.
Caro Rique, pelo “simples” fato que foi de um útero que tu nasceu!!!! Ou será que tu foi “cagado” na privada????
Rique, hoje em dia, mulheres estão pagando pensão (aos filhos) e vão para a cadeia se assim não fizerem.
Mulheres desempregadas são abandonadas com filhos e mesmo assim estes (os filhos ) insistem em comer!! Que coisa! Um absurdo, não acha!
Sabe o útero, aquele pelo qual voce foi concebido, muitas vezes é acometido de doenças transmitidas por homens que insitem em prevaricar sem prevenção.
Mas mulheres com privilégios, somente na idéia de poucos homens, que talvez não conheçam a rotina feminina. Nem a da propria mãe (aquela que talvez tenha ficado com TUDO, do teu pai, que pagou uma pensão milionária para voce, coitadinho, mesmo desempregado, mas que mesmo assim quiz te colocar no mundo para comer, crescer e desvalorizar o útero em que viveu por 9 meses, comendo, dormindo e sem pagar nada)
É o mínimo! né não mano?
Eu tinha um vizinho que apanhava da mulher, ele justificava os tapas
que levava dizendo que a mulher tinha depressão e que isso ia parar.
Um belo dia se revoltou reagiu a uma agressão sofrido por ela devolveu um tapa pra esposa. As vizinhas imediatamnete chamaram a
policia e ele foi preso..
Ele acabou pegando 7 meses de prisão…
Então o fato de milhares de mulheres sofrerem violência doméstica não te impressiona, mas com certeza um ou outro homem que apanhe deve ser defendido. Não sou a favor de nenhum tipo de violência, mas acho revoltante como muitos homens só conseguem ver o próprio umbigo.
Ele tinha a opção de deixá-la.
Mais violência é o que muitas mulheres fazem. Tentam puxar o tapete no ambiente de trabalho com fofocas, pois não possuem profissionalismo.
Sei do que falo.
Trabalhei com mulheres, e prefiro trabalhar com homens, é terrível o que mãezonas e dononas de casa fazem quando resolvem trabalhar.
Mãezonas usando o telefone da firma para monitorar pelos celulares os seus pimpolhos.
Dononas de casa no trabalho a falar de feitura de bolos, formatos de panelas, marcas de detergentes, e conversas similares.
Mais horrível ainda aguentar mãezonas trazendo bebê para o escritório, trocando fraldas em cima da mesa. Ou dononas de casa fazendo a reunião da Avon dentro do escritório, e usando os arquivos como depósitos de cosméticos.
E todos ainda têm de trabalhar dobrado, pois as mãezonas ficam em casa por meses, depois ainda têm direito de sair para amamentar. Tudo de forma irresponsável, sem planejamento, o mundo que se dane, só a cria importa. Como trabalhadora, cansei de trabalhar dobrado por causa de mãezonas. Como cliente, cansei de esperar horas para ser atendida por mãezonas irresponsáveis.
Abaixo as mãezonas e dononas de casa. Querem ser mãezonas e dononas de casa, larguem o emprego. Ou comportem-se como trabalhadoras, como profissionais. Clientes, colegas, patrões, ninguém merece aguentar tal falta de profissionalismo.
Queria saber qual é esse paraíso de empresa em que tu trabalhas…
Sou mãe e não tenho nehum tipo de regalia de ficar cuidando de minha vida pessoal enquanto estou no ambiente de trabalho…
Pelo contrário, vejo meus colegas solteiros combinando balada, marcando viagens de férias, revisão do carro, falando com as ” gatinhas”, tudo com o telefone da empresa e em horário de serviço.
É reconfortante saber que existe um ser humano que pense como você,mesmo porque,antes de mais nada é simplesmente isso:somos todos humanos,somos todos iguais..Valeu pelo artigo,espero que ele se espalhe e tique a consciência de muitos!
Só para os BAJULADORES DE PLANTÃO DO SAKAMOTO não esquecerem: as mulheres também agridem seus namorados, companheiros e maridos!
As MULHERES também MATAM seus homens…
Concordo com alguém que disse que as vezes é a mulher é que não é mole. Minha subrinha fala mau do marido para mim, mas as vezes que vou a sua casa, noto que ele não é tão ruim assim: ela é que o maltrata por entre dentes, sem notar que a estou observando. E é verdade que é o próprio negro que é racista de sua cor. Porque que tem negro que só namora ou casa com branca ou loura? Já notou? Tenho uma amiga negra que namorava com um rapaz louríssimo natural. Ele era jogador do Amárica do RJ, foi vendido para Portugal e lá, casou-se com uma portuguesa branca. Minha amiga quase morreu. Voce acredita que tempos depois ela já estava noiva de outro branco muito mais bonito? Parece que ela estava querendo mostrar que era capaz. Gostei muito de seu texto. Sou uma mulher de 54 anos, branca de alma negra pois só gosto de moreninho, por isso digo que sou racista de branco, pode! Abraços e desculpe se tem algum erro de portugues. (portugues é com acento?).
Sakamoto tem entre suas leitoras uma racista declarada. Ela mesma acabou de admitir que comete racismo contra brancos.
Será que o autor deste blog vai comentar algo sobre isso?
Deve ser deprimente escrever para racistas…
sempre acho engraçado esse argumento de que mulheres também agridem seus companheiros… claro, são seres humanos. como podem vir a abusar sexualmente de um menino ou adolescente. mas convenhamos: é gritante a diferença, esses casos são exceções. a grande e maciça maioria dos crimes de gênero é de autoria de homens. é até desfaçatez usar um argumento como esse. leia as estatíscas nacionais e mundiais, meu caro.
leliane, vou discordar de você. não cabe a nós, mulheres, educarmos nossos filhos e filhas. eles têm pais, tão responsáveis pela criação quanto a mãe. não é possível perpetuar eternamente essa idéia de que as mulheres são as responsáveis pelos filhos que foram feitos pelo casal. evidentemente, o homem não vai parir nem amamentar. mas qual mulher já nasceu sabendo colocar fralda e limpar bumbum? e qual de nós ama fazer isso? e fazer dormir, e cantar pro filho e contar história? e lavar cabelo, e fazer comida, e ajudar com o dever? por que o dever/prazer de criar o filho seria atributo feminino?
Mais uma feminista dramatica de plantão…
Não tem nada de engraçado na violencia doméstica…
Será que vc esta levando em consideração nas suas estatisticas pessoais que a maioria das agressões domésticas sofridas pelo homem não é siquer registrada?
Por conta da sociedade machisa que trata como vitima a mulher mas debocha e faz piadas do homem que apanha em casa…
Onde fica a delegacia de atendimento ao homem???
Não igualde que se prega???
Surgem mais casos de mulher sendo agredida por que a mulher não pode com um homem…
Mais os casos de agreção contra os idosos que passam na TV são em sua maioria cometidos por mulher…
Sem falar da babas (mulheres) espancando crianças e bebes…
Os casos podem até ser menores sim, mas não faz deles meno simportantes.
Ora faça me o favor.
Abaixo a violencia doméstica, seja ela contra a mulher o homem o idoso a criança…
Sugiro que leia o livro ” O mito do amor materno”, que relata muito bem como a visão de maternidade que temos hoje é uma imagem construída socialmente e tem um peso enorme para as mulheres, jogando sobre elas grande parte das responsabilidades pela criação e educação dos filhos.
Por que esse mito foi construído? Porque interessava à Igreja e aos Estados industrializados uma divisão de trabalho suficientemente nítida para garantir mão de obra para as fábricas e frequencia constante nos templos.
Do século XIX para cá, muita coisa mudou, mas a estrutura patriarcal que estabeleceu para o homem o papel de provedor ainda está de pé.
Tenho três filhas e sempre ajudei a cuidar, dar banho, trocar e lavar fraldas, cantar músicas para dormir, lavar a louça e as roupas, porque fui criado para aceitar essas tarefas como parte de minhas obrigações de marido e pai.
Mas sei que sou uma exceção ainda.
Entretanto, diariamente procuro ensinar minhas filhas a serem donas de seus destinos e jamais se submeterem a casamentos odiosos apenas para não ficarem solteiras ou para terem conforto material.
Mulheres que aceitam isso, aceitarão outras violências depois, porque violentaram a si mesmas, entrando em relacionamentos conturbados e desequilibrados, apenas para ter marido e uma casa para morar.
Uma sociedade que faz isso com uma parte de seus membros, é uma sociedade violenta desde a raiz, embora as pessoas nem sempre percebam isso.
Caro Luiz Roberto,
Adoro o que escreve. Quer casar comigo ??? Rsrsrs
Agradeço pelo elogio e pela oportunidade de sensibilizar alguém com minhas palavras e minhas crenças, mas depois de três anos de separação, encontrei outra mulher e atualmente estou muito feliz e vou me casar novamente em 2011.
Espero que encontre uma pessoa que a faça feliz, no futuro próximo.
Boa Sorte!
Luiz Roberto,
Desculpe pela brincadeira com o assunto da separação. Também sou separada e mãe de duas filhas e sei o quão delicado é criar adolescentes, ainda mais nestas circunstâncias. De fato gostei muito de todos os seus comentários, me passou a impressão de ser uma pessoa inteligente, culta e ponderada. Tenho certeza que deve ter encontrado um pessoa também muito bacana e desejo que sejam muito felizes !!!
- Serviço militar obrigatório: Somente para homens.
- Aposentadoria: Mulheres precisam trabalhar cinco anos a menos. (apesar de viverem mais!)
- Se uma mulher te trair, te enganar e ter um filho QUE NÃO É SEU a justiça te obriga a sustentar a criança.
- Quando se fala em aborto ninguém fala da questão do pai também poder renunciar a paternidade. Porque será, hein?
- Discriminação no trabalho contra mulheres: Proibido. Contra homens: permitido. Quem nunca viu empresas que abertamente só admitem mulheres para certos cargos? (vendedoras, secretárias, etc.)
Isso aí acima é discriminação contra homem APOIADA PELO ESTADO! Sim, toda vez que feministas vierem choramingar coitadices no seu ouvido cite os fatos acima e explique como na nossa sociedade “machista, misógina, peniscentica, testosteronica, blablabla” as LEIS são altamente discriminatórias EM FAVOR das mulheres.
Eu honestamente lamento pelas mulheres que estão por aí envolvidas em relacionamentos com elementos violentos e acho que essas precisam apoio, definitivamente. Mas as típicas que usam os argumentos desse texto do Sakamoto só me enjoam com seu vitimismo triunfante. É sério que apesar de mulheres estarem perfeitamente representadas nos cursos superiores, por exemplo, agora temos que ter leis forçando empresas a colocar mulheres em cargos de chefia porque “isso não vai acontecer espontaneamente”? Será que eu também posso brincar que “tem excesso de estrogênio” ou estaria eu sendo machista?
E bem, vamos ser francos, homens não estão forçando mulheres a tomarem “tapinhas”. Ou alguém vai me dizer que estão?
Olha, aqui em Sampa nos concursos para juiz a parada está empatada…bom sinal.
Mas o exposto pelo bruno não pode ser rejeitado…..o bom termo é o equilibrio, em tudo, até no aborto.
_ se a mulher te trair e tiver um filho que não é seu e VOCÊ PROVAR, você não tem que sustentar e ainda ganha uma indenização (um cara em Brasilia ganhou quase meio MILHÃO numa dessas). Agora, se ela for corna, tiver quw aturar teus filhos fora do casamento, é a coisa mais natural do mundo. SE INFORME
_Nem todos os países tem serviço militar obrigatório e na Dinamarca e em Israel é obrigatório para os dois sexos.
_Quantas horas você faz serviço domésticos por semana? Minha mãe se mata de trabalhar como pesquisadora de uma universidade e tem que trabalhar em casa, já que os homens da casa não se prestam a ajudar. Assim, como eu e minha irmã que trabalhamos. TRABALHO DOMESTICO É TRABALHO SIM. Até porque se você for terceirizar, você vai pagar a Faxineira, a Babá com salário e todos os direitos trabalhistas. Mas a sua mulher você recrimina. no fim, ela trabalha MAIS.
_ASSEDIO MORAL é indenizável para ambos os sexos.
_Prevenir é obrigação dos dois. Já vi amiga que tomava anticoncepcional e engravidou mesmo assim (ela tomava direitinho e estava de boa-fé). Ela não queria engravidar, mas pela lei, seria obrigada a ter o filho. vocês homens só precisam de uma camisinha ou se quiserem algo mais permanente, de um pequeno corte no saco (vasectomia), que nem sequer lhe afasta do trabalho. Mas sabe como é, a maioria dos homens tá pouco se lixando, porque quem pare , engravida e/ou adoece mais gravemente é a mulher.
_quanto a chefia, eu sou a favor da promoção por mérito. mas já vi muita mulher COM MERITO ser preterida em favor de homens menos competentes apenas por preconceito. o que me diz?
O colunista é petista/Comunista, de carteirinha.Todos os textos dele.fica de fora os companheiros.Cadê menção ao pagodeiro Netinho de Paula?O pagadeiro foi da chapa do PT, Daí não mencionado.Na Bahia,duas petista ligada a area da saúde mataram matar o tesoureiro da prefeitura de ssa, por que sabia demais.Deu alguma coisa?Estão soltas e trabalhando em prefeitura do PT.Tenho certeza que meu comentario não vai passar.
concordo no geral mas discordo/tenho dúvidas em dois particulares.
o primeiro é com relação à diferença no mercado de trabalho. nos eua, muitas dessas pesquisas sofrem de uma falha fundamental que é não discriminar as ocupações. assim, mostram mulheres ganhando menos que homens com a mesma experiência, mesma educação, mesmo nível gerencial, mas não mostram que as mulheres são maioria absoluta em profissões mal remuneradas como o magistério ou enfermagem e que os homens são maioria na engenharia e finanças. esta crítica é constante em estudos do gênero no nosso vizinho do norte. levanto o ponto sem saber se é o caso por aqui, mas de qualquer forma vale checar. além disso, acho que se dá muito destaque para um suposto preconceito contra mulheres nas corporações e pouco para fatores de origem muito mais profunda, como o atraso na carreira causado pela maternidade, mesmo contando com um companheiro presente e atuante. Li uma matéria na Slate dia desses de uma autora americana sobre as mulheres holandesas e a diferença de vida – e satisfação com a vida – que elas têm em relação à mulher média americana, mesmo trabalhando menos, com um maior gap de salários e menos prestígio profissional, fazendo tudo isso por opção! Segue – Going Dutch
Women in the Netherlands work less, have lesser titles and a big gender pay gap, and they love it. http://www.slate.com/id/2274736/pagenum/3
O segundo ponto é com relação ao aborto. É contraproducente insinuar que quem é contra é automaticamente atrasado e burro. Existe no mínimo um argumento não-religioso muito bom para ser contra. Ninguém sabe quando começa a vida. Mesmo cientistas, quando falam em surgimento de sistema nervoso ou o que quer que seja, estão apenas fazendo uma escolha de um momento específico para declarar “pronto, isto é vida”. É impossível porque qualquer definição de quando começa a vida humana vai ser sempre arbitrária, um verdadeiro chutômetro em cima de quando considerar que este fenômeno acontece. Assim, existe sempre a dúvida, no caso do aborto, de estar ou não tirando uma vida. Assim, In dubio pro reo ou, neste caso, in dubio pro vita. Na minha opinião é um argumento fortíssimo, imparcial, sofisticado e claramente não-religioso. Os auto-intitulados esclarecidos e progressistas cometem um erro tão primário ao desqualificar a priori quem é contra quanto cometem os anti-aborto ao defenderem a posição com bases religiosas.
Parabéns Sakamoto.
Até hoje minha mãe aos 77 anos ainda sofre com a violência vivida em seu primeiro casamento. Lembranças que não podem ser simplesmente apagadas, mas que devem sim ser tratadas. Acredito que a mudança apesar de muito lenta acontece, com a participação de toda a sociedade.
Tenho três filhos, uma menina e dois meninos aos quais tento mostrar a importância e o valor da mulher, no desempenho de seus diversos papeis durante a vida.
Abraços
Luiz Pimentel
Violência física deve ser combatida sempre, tanto e principalmente do homem para com a mulher, como também da mulher para com o homem. Ah! E também nos casos de mulher para com outra mulher, que nalgumas vezes ultrapassam em maldade os dois primeiros. Os homens e as mulheres devem conviver aceitando as diferencas que lhes foram determinadas pelo Criador, e procurarem o caminho da compreensão e do amor, único caminho para uma convivência duradoura e sempre pacífica. Fora disto tem-se apenas os movimentos “libertários”, “de conciência”, “disso e daquiloutro”, que ao invés de conciliar homens e mulheres, somente servem para a divulgação de ódios e intrigas maiores ainda.
Muitos comentários aqui me deixam extremamente chateada… trogloditas têm o trabalho de vir até aqui apenas para reafirmar seus conceitos esdrúxulos. Isso aqui não é “guerra dos sexos”, meus caros, não é comparaçãozinha entre “macho” e “fêmea”, “ah mulher tbm agride namorados”… que argumentozinho xulo, de quem não entendeu nadica de nada.
Enfim, Sakamoto, gostei muito do seu texto. Encontrei através do blog Boca no Trombone e é seu primeiro texto que leio.
Uma frase me chamou a atenção:
“É o que eu já disse aqui antes: todos nós, homens, somos sim inimigos até que sejamos educados para o contrário.”
Fiquei curiosa quanto ao sentido disto. Eu entendi que tem a ver com o fato de os homens serem criados dentro de nossa determinada cultura, dentro de um determinado sistema, que sabemos muito bem como é… mas ao twittar esta frase, um amigo respondeu com desaprovação, pois entendeu algo no sentido de os homens serem inerentemente maus.
Então queria saber oq vc quis dizer.
Um abraço!
Mais uma feminista dramatica…
Violncia domésica contra a mulher é coisa séria…
Falar da violencia doméstica contra homens, crianças e idosos e termo chulo…
Affff!!!!!
flávio, dizer que violência de genero contra homens é minoria estatistica não significa que as outras violência não sejam traumatizantes ou menos relevantes.
olha, por que toda mulher que discorda de vc é feminista dramatica?
Feminismo não defende superioridade das mulheres, e sim, fim da violência de genero, IGUALDADE de oportunidades, liberdade das pessoas gerirem a propria vida e sexualidade como bem entendem e antes de tudo RESPEITO ao proximo e ao diferente. Não é o que você faz aqui
ABIGAIL Em que lugar eu escrevi que qualquer violencia não é traumatizante???
Escrevi que todas são e não apenas A contra as mulheres!
Abaixo o machismo e abaixo o feminismo…
E eu isse que duas mulheres foram dramaticas não todas…
(Ou vc não sabe contar?)
Vc disse que o feminismo prega a igualdade…
Onde que ele prega???
Nunca vi as feministas fazerem manisfesto para serem obrigadas ao serviço militar para terem igualdade ao homem.
Nunca vi as feministas fazerem manisfesto para serem obrigadas a trabalhar mais tempo para a previdencia para terem igualdade ao homem.
O feminismo não prega a violencia de generos?
(então vc Nunca leu a biblia das feministas o Scum Manifesto que prega o estermino do homem mantendo a pocentagem de homens a no máximo 10 % da papulação para manter bancos de semem e para serviços braçais)
Todo texto femista que leio fomenta a intolerancia entre homens e mulheres…
Que igualdade que feminismo prega?
Se o femnismo pregasse igualdade se chamaria IZONOMINISMO!
Flávio, já li vários livros sobre feminismo.
a questão do feminismo histórico era por igualdade, sim.
até porque o feminismo academico argui que o machismo patriarcal é um sistema de dominação social e que a questão aqui são os papeis, não necessariamente quem os representa.
tanto que é univoco na sua fala a presença de pessoas agressoras e de vitimas de ambos os generos.
e, no eua, onde o movimento foi mais forte, conseguiu que as mulheres servissem ao exercito e tornou o serviço militar voluntário para ambos os sexos.
e observação, nem toda feminista é misantropa. não consigo imaginar um mundo só com mulheres.
flavio, me parece que voce nao entende o conceito de isonomia (com S, por favor):
isonomia é tratar os iguais de forma igual e os desiguais de forma desigual, na forma de suas desigualdades…
reflita um pouco sobre isto
O conceito de “todos nós, homens, somos sim inimigos até que sejamos educados para o contrário.” , é derivado da proposição do filósofo inglês Thomas Hobbes, que disse: “O homem é o lobo do homem”, em seu livro “Leviatã”, que propunha uma explicação naturalista para o surgimento do Estado e descrevia o papel civilizador e educativo que o Estado teria, ao impor limites à ação individual, com a autoridade e o poder de um governo sobre os homens. No pensamento de Hobbes, o ser humano é inerentemente mau.
Ao contrário de Hobbes, o filósofo francês Jean Jacques Rousseau propôs que o homem seria, em seu estado natural, inerentemente bom e a vida em sociedade é que o tornaria mau.
O pensamento de Rousseau influenciou enormemente a pedagogia, sendo até hoje a base para ações educacionais em muitas escolas, especialmente as confessionais cristãs.
Modernamente, ambas as abordagens são criticadas, porque a complexidade do ser humano não pode ser vista de uma forma tão reducionista e há muitas variáveis biológicas e sociais que interferem na construção do caráter das pessoas.
É também por isso que todos os casos de violência devem ser debatidos. A mulher, assim como o homem, tem instintos naturais para defesa e ataque e o número maior de ações violentas praticadas por homem, a par das explicações sociais e biológicas, não nos deve levar a esquecer o potencial agressivo de mulheres violentas, ou que tais mulheres existem.
Mulheres podem ser tão violentas quantos os homens, se houver oportunidade social para exercerem essa violência.
Não precisamos de uma sociedade que dê oportunidades iguais para mulheres terem o mesmo direito à violência que os homens. Precisamos de uma sociedade em qua a violência, seja qual for o gênero de quem a praticar, seja severamente punida.
Podemos e devemos começar reduzindo as oportunidades para os homens exercerem a violência contra as mulheres, mas precisamos ser vigilantes com argumentos pretensamente igualitários, pois podem descambar para uma “Lei de Talião”, olho por olho, dente por dente, que não interessa a ninguém, principalmente a nossos filhos, meninas e meninos, que precisam e merecem herdar um mundo melhor.
Luiz Roberto,
Virei sua fã de carteirinha !!!!
Eu acho que pra acabar com essa violência toda, só mesmo com muita porrada!
Embora concorde que a mulher é mais susceptivel de violência fisica, em decorrência da superioridade da constituição fisica do homem em relação à mulher, os outros tipos de violência se igualam em relação ao sexo, e se bobear existem mais mulheres terríveis em proporcionar dor e violência moral a outras pessoas do que homens.
1. …enfrentam jornadas triplas (trabalhadora, mãe e esposa)…
Desde quando isso é violência? Isso aí é a tal da vida moderna da qual tanta gente se vangloria, ou a rotina de nós homens é mais branda por acaso? Só se for a sua.
2. …não têm direito à autonomia do seu corpo…
Francamente! Vocês quis dizer que mulher não tem direito ao próprio corpo porque não pode abortar? É como dizer que o homem não tem direito ao próprio corpo e às finanças porque é obrigado a assumir os filhos. A gente evita ter filhos antes de eles serem gerados, ou então as mulheres que abram mão também de jogar nós homens no tribunal por causa de pensão, se querem direitos iguais. Quer dizer, a mulher pode escolher se vai ou não ser mãe, mas o pai não pode? O homem não pode escolher se vai ou não pagar pensão para uma mulher com quem acaba de se divorciar? Essa sua igualdade é meio esquisita, parece mera figura de linguagem!
3. É o que eu já disse aqui antes: todos nós, homens, somos sim inimigos até que sejamos educados para o contrário.
Educados por quem? Por uma camarilha de fanáticos feministas idiotizados? Quem decide o que é bom ou não para as pessoas, o seu partido, você? E por que homens e mulheres são inimigos, só porque você precisa fazer parecer isso para não ficar na fila do desemprego?
4. Vamos ver o que as antas das suas leitoras – requisito necessário para te levar a sério – andam falando: Terezinha disse que é racista de branco (É CRIME!) e outras dizem que homens não prestam com raras exceções (preconceito), para ver o nível do blog, é lido por gente que vêm aqui só para esculachar (como é o meu caso), criminosos que espalham mensagens racistas e preconceituosas (caso de algumas de suas leitoras) e puxa-sacos com idade mental de 6 anos, deprimente…
Na boa, cara, seu lugar não é aqui: é no VERMELHO.ORG!
Mto bom comentário!
Embora eu concorde com muita coisa do texto do Sakamoto, sempre parto do princípio de que todo ser humano sofre preconceito e tem que vencer isso tendo respeito próprio e mostrando isso aos demais.
Independente de ser mulher ou homem. É isso o que falta pra essa briga toda acabar, mas infelizmente muita gente acaba encostando na posição de vítima ou minoria, pois é mais cômodo ser protegido do que proteger. Ao meu ver, essa é uma das grandes falhas de alguns seres humanos.
_pensão só é obrigatória para os filhos, para mulher só se ela não tive condição de trabalhar(deficiente e/ou pouco qualificada para manter o padrão de vida) ou largou a carreira para acompanhar o marido (com já vi mulheres de militares e afins). Se ela GANHAR MAIS QUE VOCÊ, você pode pedir pensão, tá certo?
_como já disse acima, já vi gente que se prevenia tomando remedio e engravidou. Se ela não quiser arriscar a vida num aborto ILEGAL, ela é obrigada a ter filho por lei. ABORTO dá cadeia para mulher. Você tb pode usar camisinha ou fazer vasectomia, nunca pensou nisso?
_filhos tem pai e mãe, quer dizer que se o cara ou a moça é mal-educado e/ou preconceituoso a culpa é só da mãe? essa criança não tem pai, familia, e é isolada do resto do mundo????
_Obs: Abominei a candidatura do Netinho de Paula, sou anti-petista, sou contra qlq tipo de violência, originada de que lado for.
Agora, vc deve ver q a vida da maioria das mulheres, ou seja, as pobres, sempre foi historicamente mais penosas que os homens. Eram proibidas de se educar, de se divorciar mesmo qdo violentadas, tinham pouco acesso a saúde e morriam cedo, muitas vezes de parto, e sim, tinham que trabalhar também para fora se não quisessem morrer de fome. minhas avós pegavam no pesado na agricultura (plantando e colhendo). não tinham a escolha de ficar coçando o saco em casa e vivendo feito dondocas. aí, vc vem me falar que sua vida é mais penosa. poupe-me, né?
outra coisa, conheço homens decentes e maravilhosos. Outros nem tanto. Mas , o tratamento que as outras pessoas lhe dão é diretamente proporcional ao seu amor-proprio, respeito proprio e auto-afirmação. não tenho pena e mulher agredida, porque se todas tivessem vergonha na casa pegavam uma sacola e iam embora. Vc pode ter o azar de conhecer um homem violento, permanecer com ele ou perto dele é opção.
Mas, o que vc disse tem pertinencia. Acho que se AS MULHERES se dessem valor, elas aprenderiam a valorizar os homens decentes, que pagam o que os cafajestes fazem. E, que muitas pessoas nesse blog, tem que respeitar a opinião alheia.
é incrível a fase que passamos:diante de um bom texto, de vários comentários que complementam o assunto, surge o famoso politizador querendo ganhar a cena.Infelizmente, a maioria que quer corrigir sakamoto não tem o menor conhecimento de língua portuguesa e muito menos teoria linguística.Mas, como sempre na maioria dos comentários prevalece o pseudointelectual.parabéns sakamto, sempre leio seus textos e são de ótima qualidade.
os piores pseudointelectuais são aqueles que aparecem para apontar o dedo para mostrar como os outros são pseudointelectuais e terminam por não comentar o texto e nem rebater de forma alguma os pontos de vista que lhe incomodam. é überpseudo, ou melhor, o meta-pseudointelectual, aquele que só sabe falar de pseudointelectualidade.
Lamento a forma violenta de como alguns falam de violência aqui; parece que buscam externar superioridade intelectual ou sentimentos de vingança, e não entendem que posições radicais e ainda que verdadeiras dum lado só, somente alimentam separações, ódios e mais violência ainda. Não existe solução dessas questões e conflitos sem o diálogo e a compreensão de todos. Que se respeitem e se unam, ou então que se respeitem e deixem o outro viver em paz, porque no futuro, envelhecidos, todos nós homens e mulheres, ainda que não queiramos, seremos levados pelas mãos dos outros. Lembremo-nos sempre disso e sejamos mais mansos e compassivos. O sentimento de superioridade ideológica e intelectual, como também as convicções de hoje, são efemérides, não servem para o presente nem para o futuro, e passam rápido como neblina. Observem!
Quem cria os homens?
As mães!
Para combater o machismo é necessário que as próprias mulheres passem a educar as crianças, principalmente meninos, que passam a maior parte do tempo com elas, de uma maneira diferente.
Parabéns!
Todas as informações ajudaram em minha construção de conhecimento.Um abraço
Esse Sakamoto é muito engraçado. Cada dia uma minoria oprimida nova sobre a qual falar. Cada post uma oportunidade para mostrar como todos (menos ele) são malvados, racistas, hipócritas, discriminatórios, etc. Ele já falou sobre pobres, índios, gays e mulheres. Aguardo ansiosamente os próximos posts, qual será a minoria discriminada da vez? Índios? Paraplégicos? Jornalistas de esquerda? Suspense.
Este é o papel dele como jornalista, não é mesmo? Ou deveria escrever sobre o que na sua opnião???
Pai, perdoai, eles ou elas não sabem o que fazem…
O mestre decidiu de reiterar o velho adage da ética da piedade: o perdão por ignorância!
As “mulheres são vítimas de violência doméstica, preconceito no trabalho”, enfrentam o síndroma da mulher elástico “jornadas triplas (trabalhadora, mãe e esposa)” etc.! Oh meu Deus, pai perdoai, eles não sabem o que fazem: a família, “os companheiros”, a “sociedade” são “ignorantes”!
Um ator agride uma Mulher, pai perdoai, o “povo” não conhece a “Lei Maria da Penha”! A política publica brasileira não pratica a paridade! Pai, perdoai, a Dominação dos Machos politicos, afinal eles não sabem o que fazem! Mas o mestre macho sabe o que fazer: o que falta é “criar condições para que elas cheguem lá”! Dito por um macho, a proposta é mas credível não é mesmo?
Uma vez mais, fiel a seus princípios filosóficos políticos, o mestre confunde dever e inclinação, Razão e Sensibilidade.
Alias, me pergunto como o mestre sabe que existe na sociedade brasileira “a herança do patriarcalismo português, nas imposições religiosas”? Me pergunto como ele sabe sobre o determinismo brasileiro:“ que somos frutos de algo, determinados pelo passado”? Vai ver que existi uma razão pública, um saber contextualizado que so o mestre conhece! O resto da socidade brasileira ignora.
Mas Sera que a Mulher brasileira precisa de “tentar romper com uma inércia que mantém cidadãos”? Vai saber qual seria a resposta das mulheres! Mas o mestre-macho sabe! Quem sabe se não é a inclinação paternalista do mestre que fala no nome das mulheres!
Enfim, a tese da ética da piedade do mestre é que “somos atores da perpetuação de suas bizarrices” por que seriamos ignorantes de nossos Direitos fundamentais!
Concordo em parte com ele: somos atores da perpetuação de bizarrices falaciosas que encontram-se em nossa vida quotidiana. Praticamos diariamente “diversas formas de violência” mas achamos isso muito óbvio, “normal”, visto que somos ignorantes. É a prova por anedota: tomar a ignorância por algo de adquirido quando na verdade todo o texto é a prova do contrario.
Quanto a saber se somos “ignorantes de nossos Direitos fundamentais”. Do meu ponto de vista, isso é que chamaria a íntima convicção do mestre! Ou seja, ela só convence o mestre..
Bom, vamos felicitar essa tomada de consciência importante do mestre: “temos uma mulher presidenta”! Demorou mas chegou o termo “presidenta” e isso é um avanço na “Luta contra a Violência à Mulher”
Interessante essa crítica, ácida, acerba, uma tentativa bem estruturada de demonstrar que o texto, escrito por um homem, não consegue escapar da ótica masculina, é influenciado por ela e resvala, por vezes, por uma trilha marcada pela atenção digamos, piedosa, do macho que atenta para o realidade da opressão sofrida pelas mulheres.
Realmente, muito interessante!
Mas ele poderia fazer diferente? É provável que não, por diversas razões, sendo talvez uma delas as amarras do texto jornalístico, sua urgência intrínseca.
Mas essa ainda não é uma boa razão, não tem assim tanta profundidade para rebater uma crítica fundamentalista, radical em sua ação demolidora.
O viés que atravessa o texto do Dr. Sakamoto, pouco perceptível à maioria de seus leitores, vem daquilo que Foucault chamou de “episteme”, uma forma de pensar e agir que aprisiona todos nós em nossa própria época, em nossa cultura, meios e formas de expressão, fazendo-nos portadores de uma linguagem que já vem contaminada de berço.
Por isso talvez, devamos ser mais tolerantes com o viés que atravessa sutilmente o texto e até mesmo parabenizar seu autor por ter conseguido fazê-lo tão sutil, um viés que muitas vezes vemos escancarado, atirado de forma deselegante e cruel nas manchetes de jornais e revistas e que afronta nossas consciências, por sua brutalidade e existência anacrônicas e injustificáveis.
Por ter escrito o texto, sem discutirmos aqui as motivações do autor, apenas por ter-lhe dado existência e levá-lo a debate público, acredito que devemos parabenizar o autor.
Ele não resolverá, decerto, o problema da opressão que pesa sobre as mulheres, mas ainda assim, é melhor tê-lo e criticá-lo, do que não tê-lo e aceitar que não haja o debate do tema, ou permitir que tal debate se torne um vazio de propósitos, ou um oceano de críticas fanáticas ou nascidas de inúteis desvario.
Ah, desculpem-me pela citação a Foucault, mas talvez um dos frutos da opressão também seja esse, ser obrigado a citar o pensamento de um filósofo (um homem), por não ter encontrado em minhas referências uma expressão lavrada por alma feminina, que pudesse me ajudar na construção de meus argumentos.
Garoto, tenho 62 anos e nunca vi um texto tão verdadeiro, parabéns, mil vezes parabens, divulgue muito isso, para q possamos discutir não só hoje, nem no “dia internacional da mulher” mas todo diaaaaa !!!!!!!!
Saka, você que sempre contempla as minorias, por favor fale sobre a mais literal delas: os anões. É triste ver o quanto são discriminados esses pequenos seres.
Seu texto está muito bom, e olha que pegou leve. Sendo mulher, e tendo discernimento para diferenciar o agrado da subjugação, devo aplaudi-lo por ter consciência de tais fatos, sendo homem.
Os comentários abaixo, em sua boa parte, são meramente ratificação do seu ponto de vista. Chauvinistas, inteligentes ou não, abusadores de retórica ou não, estes os há às miríades. Culpa histórica, talvez; não nos esqueçamos da mão na consciência que todos nós somos – ou ao menos deveríamos ser – capazes de poder botar.
Sr. Sakamoto,
Todos concordamos que há mil tipos de violencia que atingem o ser humano todos os dias e mais ainda às mulheres. As reparações são lentas como lento é parar e reverter o deslocamento de um transatlântico em velocidade de cruzeiro. Se, se houvesse meios de pará-lo rapidamente, provavelmente ele se partiria ao meio. Não que eu aprove ou goste da lentidão do processo de equalização dos gêneros, mas são leis da física (psicológicas também)…
Agora, por favor, não entre nessa de chamar a ungida de “presidenta”. Isso não existe! Como não existe agenta de viagens, gerenta de departamento, e inteligentas. Por favor, NÃO COMETA ESSA VIOLÊNCIA CONTRA O NOSSO IDIOMA!
Você está totalmente errado. Antes de dar opinião sobre a língua portuguesa baseado apenas no chute, devia ter estudado um pouco que fosse. Presidenta existe em português, é totalmente correto.
Tanto faz. As duas formas, linguisticamente, são corretas e plenamente aceitáveis.
“A forma PRESIDENTA segue a tendência natural de criarmos a forma feminina com o uso da desinência “a”: menino e menina, árbitro e árbitra, brasileiro e brasileira, elefante e elefanta, pintor e pintora, espanhol e espanhola, português e portuguesa.
Na língua portuguesa, temos também a opção da forma comum aos dois gêneros: o artista e a artista, o jornalista e a jornalista, o atleta e a atleta, o jovem e a jovem, o estudante e a estudante, o gerente e a gerente, o tenente e a tenente.
Há palavras que aceitam as duas possibilidades: o chefe e A CHEFE ou o chefe e A CHEFA; o parente e A PARENTE ou o parente e A PARENTA; o presidente e A PRESIDENTE ou o presidente e A PRESIDENTA…
O problema deixa, portanto, de ser uma dúvida simplista de certo ou errado, e passa a ser uma questão de preferência ou de padronização. ”
Fonte:http://g1.globo.com/platb/portugues/2010/11/01/a-presidente-ou-presidenta/
Caro Gilberto,
“VIOLÊNCIA CONTRA O NOSSO IDIOMA” Não pode! Vixi Maria, nem pensar!
Violência réel e simbolica contra a Mulher Pode é tão banal! É isso?
PARABENS !!!!!
Adorei sua matéria.
Belo texto, seria genial se a imprensa barsileira fosse mais povoada de pessoas como voce, pessoas dispostas a polemizar sobre os mais diversos assuntos, a discorrer sobre a escuridão das mentes de pessoas que posam como verdadeiros arautos da modernidade e se esquecem que a modernidades deles e o nosso atraso.
Continue sem pre com essa cabeça, nós precisamos.
Parabéns Leonardo. Raros são textos claros e reais sobre a violencia da mulher, escritos por homens.
Infelizmente, neste aspecto a sociedade ainda é medieval. Vide algumas opiniões neste próprio blog.
Sr. Gilberto, não sou expert em Portugues, mas algumas palavras não tem variação no gênero!!
Parabéns por esse excelente e oportuno texto! Tive um marido tão silencioso que eu sabia que ele falava devido ao cumprimento nas manhãs, nas noites e da época que nos conhecemos. Raramente havia tempo para conversar comigo ou com nossos três filhos. Eu eduquei meus filhos sozinhas e fiz um excelente papel, tenho certeza disso, como tantas outras mães fizeram, fazem e farão. Ele era o verdadeiro “estranho no ninho”. Não participava de nenhum evento que incluisse as crianças ou a nossa família. Eu me sentia violada nos meus direitos de mulher, companheira, amiga e esposa, além de carregar um sentimento de culpa e grande complexo de inferioridade. Continuei insistindo na salvação do casamente até o vigésimo-primeiro aniversário de casamento e percebi que não dava mais. Divorciei-me contra a vontade dele e foi quando ele percebeu o grande mal que havia feito a ele mesmo. Passou a ser mais falante, insistente e desagradável…. Totalmente inoportuno. O silêncio e a indiferença tb são grandes armas que ferem tanto quanto socos e pancadas. Homens assim são capazes de ferir psicologicamente a quem quer que seja, independente de ser mulher, homem, adolescente ou criança! É o maldito machismo falando mais alto. São justamente esses homens que tb dão péssima fama à classe masculina, àqueles que realmente são bons homens e verdadeiros companheiros de vida em comum! Felizmente o mundo está repleto de homens de excelente caráter.
Posso até concordar com quase tudo do texto, menos isso:
Eu não tenho inimigos e nem considero as mulheres inimigas……mas unstapas já pensei em dar numa que tem TPM cronica.
KKKKKKK…..
PS:
Não é minha mulher!
Silencio ser violencia….causando odio.
Essa é nova pra mim!
Gostei muito de seu texto. Entretanto acho que muitos problemas só começarão a serem sanados quando uma pessoa olhar para outra e distinguir ali outro ser humano, que sente alegria, tristeza, que ri, que chora, que tem limitações, que tem qualidades, igual a todo mundo, independente de gênero, raça ou religião.
Presado Sakamoto,
Alguns pontos.
Existe mulher “presidenta”? Se sim, é certo falar “superintendenta” ou “gerenta”?
Idiotas como os que você aponta no seu texto, nao se iluda, sempre vao existir. Nao gosto dessa retorica que consiste de ficar pegando as bobagens racistas ou sexistas de um ou outro imbecil e transformar isso numa mascara que coloca na cara de todo um grupo que passa a ser dito “opressor” (brancos, homens, etc).
Os que deram um milhao a Dado Dolabella tambem deram um milhao ao recem-eleito deputado Jean Wyllis, gay assumido. Elegeram um metalurgico e agora uma mulher presidentes. E sao contra o aborto e outros “progressimos”. E dai? Se ja é dificil achar coerencia nos individuos tomados separadamente, nao se pode esperar coerencia das massas.
Sobre o “tapinha” que nao doi (cantado por uma mulher), minha unica critica é que trata-se de mais um funk horroroso. Que doi, isto sim, é nos ouvidos. Que ha mulheres (e também homens!) que gostam desse tipo de “pegada” mais forte em momentos intimos, ora, isso é de conhecimento geral. E muitissimo comum.
Roberto,
Você se acha culto, né? Preguiça. Vamos lá…
A norma culta aceita as duas formas.
A mulher não é oprimida na sociedade? Paquitão, de que tribo tu vens?
Ah, sim. Os mesmos que derão os votos no Bolsonaro são os que votam na esquerda. Comédia você. Lê de novo e tenta pegar o que o Sakamoto escreveu. Na terceira, se não captar, desiste. Dou uma dica, ele não falou de coerência…
Quem transformou em hit cult foi um cara que você deve desconhecer chamado Caetano Veloso. Mas não deve ser da sua época, né? E não deve ter acompanhado o debate que o Sakamoto ironizou muito bem, assim como ironizou outras partes do texto.
Ironia é difícil pegar, né Roberto?
Abraçoletes.
“Presidenta” é corretíssimo. A estranheza é causada apenas por falta de costume. Leia a minha resposta para o Gilberto
“Presidenta” é corretíssimo. A estranheza é causada apenas por falta de costume. Leia a minha resposta para o Gilberto.
Não dá para generalizar, é claro, mas o que se vê nos ultimos tempos, paralelamente a indgnição de uns poucos a este problema, é um ” prazer ” quando se trata da violência neste sentido praticada por famosos, explico: Quantos votos o ” Sr ” Netinho de Paula teve nas urnas e se fizer um levantamento (e o nosso sistema de voatção dá perfeitamente para fazer) , vamos verificar que a maioria que votou nele foi mulher. E ele se tornou o simbolo contrário da lei Maria da Penha, além das amigas, amantes, namoradas, esposas, dos ” Brunos ” da vida. Logo dá para seguir esse raciocinio com certeza. Todo mundo conhece esta frase: Quem procura, acha!, Com raríssimas excessões, esta frase é verdade, não só na violência contra as mulheres, mas a maioria das violências como um todo. É muito dificil ver um crime (assassinato), ou uma violência de menor proporção em quem está praticando o bem, (dentro de uma Igreja, dentro de um trabalho social sério, dentro de uma escola séria..). Pode haver sim, mas com uma intensidade bem menor. Na maioria dos casos da violência contra a mulher é previsivel sim, eu diria até uma questão de escolha. E só vem a tona, quando um ou o outro deixa de cumprer a regra imposta pelo ” companheirismo “.
E o que você tem a dizer de uma mulher que nasceu em uma casa em que a violência era algo corriqueiro? Que tomou tapa na cara de um pai bigamo quando questionou a situação, de irmão que havia introjetado esta violência como uma forma normal de resolver conflitos com mulheres, de um noivo em um acesso de ciúmes??? Sinto muito, vivi todas estas situações e não acredito que possa ser responsabilizada pelos ocorridos. Agora o que fazemos com relação à esta violência sim é nossa responsabilidade e escolha. Eu me afastei destas pessoas, embora tenha me causado muito dor esta atitude, por serem pessoas que eu amava. Mas temos que deixar clara nossas posição. NÃO SOU VÍTIMA !!!!!
QUE CARA TROXA..
…Nós homens fazemos de tudo para agradar as mulheres…
Isso é comprovado.. hj em dia é as mulheres que vao pra cima dos homens.. em casa para brigar..
O Sakamoto radicalizou.
Estou incomodado com as ultimas frases de seu texto.
Não é uma analise justa, e não fui educado de maneira diferente dos demais homens com que convivo.
E a violencia contra mulheres existe mais a maioria dos homens não a pratica.
É tudo na mesma medida da criminalidade comum…..uma minoria.
Há também o atenuante de que o feminismo só ganhou corpo nos ultimos 45 anos.
Acho que há um processo em andamento, e colocar um catalisador nessa quimica não é recomendavel.
Opinião minha certo mas as coisas irão mudar naturalmente se não utilisarmos medidas panfletárias e festivas.
O Bruno lá em cima mandou bem em suas duvidas.
E nem tudo que parece perfeito é perfeito.
Não sou inimigo de ninguém…..isso está me incomodando, repito.
Acho que o fato de tentar ser espirita me faz mais critico que os outros, mas é dificil não se irritar com esse tipo de imputação….Abs a todos!
Valeu Sakamoto,mas acho que ainda estamos longe dessa igualdade. Me permita sugerir que inclua dentro dessa sua abordagem o Assédio Moral que as mulheres sofrem em seus loais de trabalho.
Abraços,
Tânia
ESTAMOS NUM MUNDO GLOBALIZADO… E LIVRE
Se temos poucas mulheres em cargos politicos ou empresarias ou seja la qual for.. nao é culpa dos homens.. a culpa é delas q nao se interessam ou se esforçam pra chegar la..
Mulheres em geral nao tem espirito empreendedor.. nao se arriscam em negocios igual os homens. geralmente gostam de ficar em cima da carne seca..
Rapaz… só discordo quando cita o Dado Dolabella. Tá na cara que a Record “deixa” ganhar quem é funcionário contratado dela. Provavelmente há uma cláusula contratual do tipo: “Ganharás A Fazenda, mas o prêmio será devolvido após 5 dias do recebimento”. Provavelmente por isso a Karina Bacchi sumiu do mapa – deve ter se recusado a devolver a grana!
Concordo com o texto, mas como no Brasil toda lei já é feita com falhas, venho ressaltar que muitas vezes as próprias vitimas não querem que o agressor seja punido ou ainda denunciam e depois voltam a ficar com ele.
Sendo assim a lei deveria ser mais rigida deixando preso este agressor e se por acaso a vitima voltasse a se relacionar com o mesmo também seria penalizada. Tenho um caso assim perto de casa, pois a mulher já apanhou várias vezes e no entanto continua com o agressor.
Lei proibindo mulher de fazer as pazes com o marido?! Era só o que faltava…
Ótimo Sakamoto, é na divulgação que podemos iniciar a necessidade das mudanças.
Obrigada.
Sakamoto!!!!!!!!!!! eu te amo!!!!!!!!!!
seu texto como sempre é lindo!!!!!!!!! nem o FDA conseguiu hj, rsrsrsrs, violencia senhores, é praticada pelos humanos contra humanos, natureza,objetos e afins, é da natureza causar e destruir,subjugar,conquistar, mas tbem, e ai que ótimo, é da natureza evoluir,aprender,exercitar o amor! estamos sim a caminho da evolução espiritual,moral,ética, e só os seres mais evoluidos é que se libertam dos comportamentos selvagens, pode até demorar, mas chegaremos todos a perfeição! o universo não para, não se cala, não se omite!
Voces sabiam que pesquisas criminais nos EUA revelaram que as mulheres batem mais nos homens, agridem mais, mas como pouca ou nenhuma efetividade?
Já os homens pela força geralmente machucam e causam lesões graves?
Aposto que não!
ISSO É VERDADE JA FUI NA DELEGACIA 3 VEZES.. TENTAR FAZER BO POR AGRESSAO … O DELEGADO NAO FAZ NEM TE DA ATENÇAO.. AGORA SE ELA VAI NA DELEGACIA DA MULHER ADIVINHA OQ ACONTECE??
SÓ ENTRA NAS ESTATISCAS QDO A MULHER É AGREDIDA OU HOMOSSEXUAL OU NEGRO.. NA BOA ESSE NEGOCIO AI NA AV PAULISTA SE O CARA NAO FOSSE GAY NINGUEM IA NEM SABER DISSO..
OQUE ACONTECE…É
ja fui casado minha ex mulher me xingava.. jogava qq coisa em mim qdo nao queria fazer oq ela me pedia certo..
fui na delegacia .. chamei a policia e nada..
1 vez ela veio na minha loja e começou a fazer barraco e bateu com o ferro na mesa de vidro e quebrou a mesa.. eu a segurei e coloquei a pra fora…
resumindo ela foi na delegacia disse q eu a agredi e iai? entrou na estatistica.. agora nós homens nao podemos fazer um BO.. pra tambem entrar nas estatisticas nao é???
AGORA ME DIGAM
EXISTE DELEGACIA PRA MULHER
HOSPITAL DA MULHER.
DIA DA MULHER
KARAIO TUDO PRA MULHER E NÓS HOMENS NAO TEMOS NADA.. e mesmo assim nao reclamamos
Vc conhece aquela pergunta do porque não criaram o Dia Internacional do Homem?
É porque todos sabem que os homens não vão lembrar da data mesmo.
Não é isso. É porque todos os demais 364 dias são dias do homem. KKK
Parabéns pelo texto!
Concordo em tudo o que voce disse.
A sociedade anda machista demais, tanto nas famílias tradicionais em que as mulheres tem que obedecer o marido em tudo. Sem falar de certas religiões que estimulam isso tambem.
Sem falar que virou moda os Pimentas, os Lindembergs, certos “poliças”, certos Lucas, etc… que quando tem sua
relação terminada pela mulher, eles decidem matar a ex-companheira. E tem juiz que apoia isso lamentavelmente.
Sabe por que as autoridades apoiam isso ? Porque muitas mulheres que dão queixa na polícia, ficam sem proteção.
A polícia deveria armar uma campana para que pegassem o cafajeste no flagrante e matassem o homem que quer matar sua companheira.
Ou por que não o governo criar pena de morte para os que matam mulheres ?
Outros problemas abaixo:
Os estudantes que vão na balada e ficam se gabando: “beijei cinco, beijei quatro, etc…”
E as mulheres tambem tem culpa, porque elas dão margem para isso e não pode.
Tem muita mulher que fala em ter o companheiro fiel, trabalhador, honesto, confidente, etc…
Ai elas arrumam um cara que tem filho (com outra que ele abandonou), um cara que é vagabundo, um cara
que “tem pegada”, etc… sem falar que os “solteiros” estão sendo preteridos em favor dos divorciados, pais ausentes, etc…
Teve um seriado sitcom americano em que um dos episódios, um dos personagens decide usar uma aliança, porque
ele descobriu que as mulheres preferem um cara já “experiente”. Parece ficção, mas isso anda acontecendo na realidade.
Hoje em dia, ninguem aposta no “solteiro virgem”. E acho que as mulheres deveriam levar em consideração, o “solteiro
virgem”. Já vi muito “solteiro virgem” que tem muito mais caráter e competência, do que os pegadores com filhos.
Ou seja, as mulheres precisam se dar o respeito e não dar margem para esses machistas (com filhos, com grana, com poder, etc…) façam elas de gato e sapato.
AHHHH… com quem o homem aprende a ser machista??????????
COM A MÃE… em casa
se tem 2 filhos uma menina e um menino.. quem a mãe manda ajudar em casa tipo lavar louça ou limpar ou lavar roupa ..??? é sempre a menina a mãe nunca q vai ensinar ou mandar o menino lavar roupa …
MACHISMO SE APRENDE EM CASA COM A MÃE
AHHHH… com quem o homem aprende a ser machista??????????
COM A MÃE… em casa
se tem 2 filhos uma menina e um menino.. quem a mãe manda ajudar em casa tipo lavar louça ou limpar ou lavar roupa ..??? é sempre a menina a mãe nunca q vai ensinar ou mandar o menino lavar roupa …
MACHISMO SE APRENDE EM CASA COM A MÃE
Tá certissimo Fabio.
Em casa minha mãe ensinou a todos a fazerem serviço,sem preconceito.
Parabéns!!!
É muito bom ler um texto e saber o que está explicito e implícito nele.
Amei…………….
todos somos iguais. deveriamos ter direitos e deveres iguais. cada dia mais eu gosto dos textos e dos comentários. comemoremos não o dia das mulheres, homens, etc… e sim o dia do ser humano e sejamos melhores a cada dia.
Oi Leonardo! Gosto de ler os seus textos e hoje é a primeira vez que escrevo.
A educação dos filhos deveria ser compartilhada tanto com a mãe como com o pai. O que acontece é que geralmente a mãe fica com essa tarefa, devido desde o nascimento ter aprendido o gênero feminino e todas as ideologias (machistas) que foram introjetadas dentro do seu ser. É difícil mudar, porém eu acredito que juntos homerns e mulheres que compartilham de um mundo mais justo, podem e devem sobreviver e não serem extinguidos.
Sakamoto,
Sempre leio este blog, nunca comento. Acho seus textos super interessantes e acessiveis. A proposta de falar de Direitos Humanos no cotidiano é muito rica… as situações são todas tipicas, mas as reflexões nem sempre a gente faz de forma estruturada. É sempre bom repensar.
Parabéns.
sakamoto,concordo plenamente com vc,agora, os direitos das mulheres seraõ totalmente respeitados no dia em que o povo atraves do voto arrancar do congresso aqueles togloditas do tempo dos dinossauros tipo renam, sarnei,e mais noventa por cento que adora o continuismo,e naõ muda as leis para punir os que praticam crimes contra a mulher,porque as leis hoje com este tipo de crime saõ genericas, e muitas das veses a justiça so vai tomar providencia depois que acontece o pior ,mesmo depois de varias queixas numa delegacia,isto naõ e falta de leis? e quem naõ cumprir que seja punido.
acho que faltou no texto falar de dois casos muito importantes:
1 – o caso do editor pimenta neves, matou, confessou e não está preso.
2 – o caso do médico Roger Abdelmassih, estuprou, foi denunciado por muitas mulheres, condenado e também não está preso.
_pimenta neves conseguiu ser julgado em liberdade porque é maior de 65 anos
_o Abdelmassih já está preso, sim
Olá acho muito importante esse tipo de texto vindo de um homem, quando nós mulheres falamos dos diversos tipos de violência simbólica que sofremos na sociedade somos taxadas de feministas (como se fosse algo pejorativo). Comento com meus amigos que não aceito rir de piadas machistas e abstrair os preconceitos do dia a dia, porque enquanto continuarmos aceitando as pequenas coisas vamos manter as idéias que sustentam as grandes.
Não foi só o patriarcalismo português. Salvo honrosas exceções, o que se pode esperar de uma sociedade que foi colonizada pelo lixo da Europa e da Asia? País onde os poucos lares estão acabando, onde a educação e a postura eram dignificadas. Sakamoto viaje pelo Brasil, como o Lula fazia e fez, conheça os costumes das áreas ocupadas por populações desqualificadas devido a falta de orientação sobre o comportamento e postura das pessoas na sociedade. Não adianta, ensaios, comentários, palestras, etc. tratando de direitos humanos. A falta de respeito que está se desenvolvendo no Brasil é lamentavel, incentivada pela imprensa falada, escrita e televisada (especialmente esta). Criticar sem apresentar soluções é muito fácil.
guyratinga – 25-11-2010 sakamoto voce é incrivel so nao gosta do seu jornalismo quem não viveu no assunto voce e um jovem muito sabio afinal isso é tipco da sua nação eu o adimiro muito parabens,.. poetisa guyratinga
Sakamoto busca uma falsa polêmica, em seus textos, como se apenas ele fosse contra a violência contra a mulher, contra o racismo, contra a homofobia, contra a pobreza…
No fundo, petistas como você sonham com uma “ditadura de homens bons”, quando vocês irão disciplinar a sociedade brasileira…
E, para isso, a imprensa livre e a democracia devem ser abolidas, posto que são exercidas por “pessoas más”…
Não se deixem enganar por esse falso apóstolo, por esse lobo em pele de cordeiro…
César,
Acho que você deve ter se expressado mal ou eu que não entendi. Pois parece que você quer dizer que é impossível alguém ser contra a violência, contra racismo, contra homofobia ou contra a pobreza e que isso é “papo” de petista.
Não sou petista, mas acho incrível existir alguém plenamente consciente do peso dessas afirmações dizer “sou a favor da agressão contra as mulheres, a favor do racismo, a favor da homofobia e a favor da pobreza”, mas INFELIZMENTE seu comentário me mostra que existem sim…
Mesmo que existam exceções à essa regra do texto do Sakamoto, mesmo que existam mulheres que agridam homens, mesmo que existam mulheres que tendo possibilidade de se livrar do abusador continue ao seu lado, a LEI foi criada para uma maioria, que sofre agressões diversas e por depender do machismo subjetivo do punidor, acabava não enxergando resultado no fim do túnel.
Bom texto Sakamoto..
Homens e mulheres devem ser companheiros. Um homem jamais deve subjugar uma mulher e uma mulher se submete a um homem se quiser. Isso é o que deveria ser, e se assim fosse, não aconteceria violência contra a mulher.
Essa idéia tosca da diferença por conta do sexo é tal qual a do racismo, onde um se acha melhor que o outro por causa da cor de pele. Ou então da questão social, onde o que tem mais dinheiro se acha mais “gente” que o que tem menos. Ou ainda o que professa uma religião que não aceita aqueles que possuem outras crenças ou não possuem nenhuma.
Sakamoto:que maravilha ler isso logo pela manhã!Tenho 46 anos e sou sozinha,antigamente dita “encalhada”,e,morando numa cidade dormitório da grande São Paulo,vejo o dia em que serei agredida na rua apenas por trabalhar,morar só e ter uma vida sossegada longe exatamente do que seria um cotidiano “normal” para a maioria das mulheres – coisa que sempre me assustou!OBRIGADA!
Prezado Sakamoto ótimo e bravo mais uma vez!
Dos ponto acima delineados, cabe uma pergunta: O que fato e concreto aconteceu com “aquele juiz tosco, de Sete Lagoas (MG), disse ao rejeitar punições baseadas na Lei Maria da Penha?”
Acredito que no mímino, digo, no máximo foi convidado a aposentar-se, como é de costume em nosso país.
Temos que repensar nossa república – “montesquieu” – será que não deveríamos também copiar o sistema americano??
Aqui basta passar no concurso e pronto, alcançará a vitaliciedade e, como bem anotou o Dr Sakamoto, poderá inclusive rejeitar a aplicação de uma lei. É incrível.
Basta de conivência e corporativismo.
O caso Ministro Medina (STJ) é um exemplo clássico de como as “instituições” não cortam na própria carne.
Mais uma vez, brilhante artigo Dr Sakamoto.
Creio que todos nós precisamos repensar o momento em que vivemos, num mundo de transformações em todas as áreas. Demorou para que grandes homens e mulheres obtivessem sucesso no início e continuidade das mudanças que permitiram a redução das desigualdades de modo geral e, particularmente entre homens e mulheres. Ainda há muito por se fazer. Entretanto, é preciso tomar cuidado com as opiniões baseadas em abusos, em casos extremos, com risco de criar uma “guerra dos sexos” tendo como consequencia a formação de clubes “do bolinha e da luluzinha” e daí pode-se imaginar o que será a raça humana….vejo assim: homens e mulheres: valorizem-se, afastem-se dos abusadores e busquem a felicidade, seja como e com quem for.
Porque algumas pessoas tem fetiche em dividir, desagregar, envenenar e em criar discórdias?
Léo
É preciso saber navegar no mundo das mulheres. Como pediatra lido com elas e os seus problemas familiares há 32 anos. Em casa tenho a minha esposa, mulher, amiga, amante, companheira, sócia e parceira para todas as empreitadas e minhas 3 filhas – com formação superior independentes, felizes e bem resolvidas, com quem convivo de forma gostosa e plena. Qualquer preconceito, seja ele qual seja é sempre pernicioso. Deus proteja sempre todas as mulheres do mundo.
Saravá.
Gomes
Olá Senhor Gomes
Tuas palavras são transparentes com água, fruto da compreensão do significado e valor de sua mulher.
Mas acima de ser sua, é gente, pessoa, com identidade própria, valor próprio inerente, não concedido por vc, pelos filhos, pela família ou pelas leis. Somos todas nós essencialmente a representação divina da criação, do solo fértil (não no sentido grotesco), onde a vida inicia e processa seu curso. Em algum momento da história, a mulher passou a ter um valor social concedido e consentido por esta representação (divinizada), mas mal compreendida pela sociedade organizada e suas religiões, com papéis diferenciados na história das civilizações.
Fica marcado em seu comentário que todo o papel que ela desempenha está associado à vc. SUA amiga, SUA parceira, SUA companheira etc. Claro que vc está simplesmente dispondo sobre a sua relação conjugal, e as qualidades citadas tem logicamente haver com esta situação, mas mesmo sendo sua declaração feita com as melhores das intenções, observe que todo significado que expôs sobre ela está relacionado com vc, sua relação com ela. Vc não expõe as qualidades que ela possui como pessoa, ser pensante, independente de vc.
Com isso não quero dize de forma alguma que vc não reconhece essa condição de mulher independente de ser companheira, amiga etc, mas que é algo que a maioria de nós, principalmente mulheres, se esquece. Qual o nosso valor independente do vínculo emocional que temos com nossas relações familiares?
Embora o compartilhamento seja uma missão humana, a mulher precisa se desvincular puramente dos papéis que a sociedade lhe impõe como forma de identidade, descobrindo sua trajetória de vida além da comumente imposta – COOPERAR COM OS HOMENS E a FAMÍLIA SOMENTE.
Prezado Sakamoto,
Gosto muito de seus textos, que, como diz um comentário acima, trazem a discussão sobre os direitos humanos para o cotidiano.
Um dia, ao voltar da aula à noite, fui assediada/agredida na rua e tive que ouvir de meu irmão “bem feito, quem manda andar à noite sozinha na rua (!)”. Infelizmente, as mulheres ajudam muito a alimentar esse machismo arraigado, disfarçado ou declarado, que está em todas as classes sociais e níveis de instrução, e tão perto de todos e todas nós…
Parabéns por este texto e também pela continuidade de seu trabalho!
Obrigada pelo respeito e delicadeza.
Estava precisando de algo assim, principalmente vinda de um homem,
para poder ainda acreditar que são gentis.
E mando este Fábio Franco pro inferno.
Esse Fábio Franco é um ignorante e pelo jeito frustado.
Deu dó…
Bom, não sou feminista, mas acho que a lei deveria se encaixar e servir os dois lados sou realistas a violência é bem maior com a mulher. Mas infelizmente existem casos que pouca solução existe a não ser a paciência e esperança de mudar.
Sou casada (não oficialmente) há 19anos e tenho 3 filhos já apanhei muito e ainda acho que pode acontecer a qualquer momento, dentro de casa, na rua na frente de todos e outros ocasiões, a violência não é só física, é moral, sou ofendida e humilhada verbalmente, sexualmente, as reações do meu companheiro são diversas e perturbadoras, pode ter acabado de haver um briga feia e tem que ter relação sexual é como se nada tivesse acontecido, ou, abriga continua é a opção, se eu não fizer sexo mesmo tudo estando bem aí começa as ofensas e humilhação, não importa se eu não estiver bem de saúde ou bem fisicamente, ele diz que sou a mulher dele e tenho que servi-lo mesmo nestas condições que acabei de citar ou apenas não querer naquele dia. Sofro porque está morando em um lugar que ele não gosta, mesmo se esse lugar for um lugar comum e perto de muitos ser bom, sofro porque a renda caiu, sofro com ameaças ditas, se eu sair não vai me dar mole, que eu tenho que sair da casa onde moro por ser dele e do pai e não minha (a casa é herança era do pai e da mãe, a mãe morreu é dele e do pai), não trabalho porque meus filhos são pequenos e não gozam de tanta saúde, sou culpada, criticada, julgada, ofendida de todas as maneiras que possam imaginar, até culpada de não dar certo com a amante eu sou. Então sou dependente, não tenho absolutamente ninguém para me ajudar, nem família e nem amigos para esse tipo de situação, sou só eu e meus filhos, então como é que uma mulher que não tem ninguém, não tem nada, nem trabalho pode resolver a vida? A única solução que tenho é esperar, agüentar e rezar que um dia as coisas melhorem ou tenha uma solução. A lei Maria da Penha infelizmente é uma brincadeira de criança, porque conheço algumas pessoas que tentaram e com muito sacrifício conseguiram usar esse direito, mas o homem que bate em uma mulher, ofende, agride de todas as formas e o único castigo é dar sextas básicas ou fazer serviços sociais ta de brincadeira, já vi casos onde o homem leva essa correção e dois dias depois volta e mata a mulher ou agride mais ainda no dia seguinte porque a raiva e a ira aumentaram. Bom eu com os meus 36 anos de vida e sofro desde os meus 15 anos com esse tipo de problema não sei o que fazer. Cada um sabe onde o calo dói e só a vítima ainda mais calejada como eu sabe quando agir tem que ser com cautela, segurança e sabedoria. Bom a não ser que um ANJO CAIA DO CÉU.
É fantástico quando uma discussão como esta é trazida à baila por um homem. Pois quando nós mulheres discutimos essa herança patriarcal, não raro somos consideradas ‘feministas’.
Iguais não somos, porém, merecemos as mesmas chances e a mesma voz, dentro das nossas diferenças.
Obrigada pelo texto, Sakamoto!
A pior faceta das agressões à mulher permanece sendo o silêncio das próprias vítimas. Temem o prejuízo a sua imagem e, por isso, calam a ocorrência agressiva. Infelizmente, enquanto houver a proteção do silêncio, haverá agressão.
“O marido dela queria deixá-la culta por meio de estímulos elétricos na cabeça. Daí o porquê. Eletro-Culta-lá.” – eu ri hehe
Parabens pelo texto!
Eu só não entendo como ainda possa existir gente que se ve contra a tudo, ou quase tudo, que foi escrito..
Como que pode ainda existir estupro de CRIANÇAS, como que pode existir violência..
Isso é insanidade mental.
Sr. Sakamoto,
Fiquei impressionada com seu posicionamento sobre o assunto. Até 5min atrás, eu julgaria impossível um homem pensar assim.
Fico feliz por existir um como vc.
Parabéns!
Como dizem, toda história tem dois lados….
Há sim muita violência contra a mulher,não só fisica,mas moral,psicológica,financeira e por ai vai.
Agora também acho que a mulher tem que se valorizar um pouco mais.Muitas aceitam tal condição,por exemplo com essas músicas cretinas onde a mulher é vista como objeto.A mulher pode ser muito bonita sem ser vulgar.Por isso mulheres,não se deixem usar desta maneira.
Agora um colega escreveu dizendo quem defende o homem que apanha da mulher.Isso também é uma realidade.Isso não deve acontecer.A união entre duas pessoas deve ter respeito,quando se perder isso o relacionamento está condenado.
Parabéns seu texto está maravilhoso,precisamos de alguém como você !! está disposto a lutas nossas lutas principalmente a das mulheres sempre fazendo criticas construtivas …. Um grande abraço
Esse texto não é meu, copiei daqui e alterei para chamar atenção de todos, mas fiz questão de copiá-lo e colocar assim, muito triste a situação dessa jovem menina, realmente cada um sabe onde o calo dói, eu desejo que você ache uma solução, gostaria de ser advogada para poder te ajudar. É fácil quando se tem família ou condições financeiras para tomar as próprias decisões. Mas você irá encontrar a paz e sei que em sua vida um bom homem irá cuidar de você e cicatrizar as suas feridas. Vou torcer por você Marias que DEUS te abençoe. Um beijo em seu coração.
“Bom, não sou feminista, mas acho que a lei deveria se encaixar e servir os dois lados sou realistas a violência é bem maior com a mulher. Mas infelizmente existem casos que pouca solução existe a não ser a paciência e esperança de mudar.
Sou casada (não oficialmente) há 19anos e tenho 3 filhos já apanhei muito e ainda acho que pode acontecer a qualquer momento, dentro de casa, na rua na frente de todos e outros ocasiões, a violência não é só física, é moral, sou ofendida e humilhada verbalmente, sexualmente, as reações do meu companheiro são diversas e perturbadoras, pode ter acabado de haver um briga feia e tem que ter relação sexual é como se nada tivesse acontecido, ou, abriga continua é a opção, se eu não fizer sexo mesmo tudo estando bem aí começa as ofensas e humilhação, não importa se eu não estiver bem de saúde ou bem fisicamente, ele diz que sou a mulher dele e tenho que servi-lo mesmo nestas condições que acabei de citar ou apenas não querer naquele dia. Sofro porque está morando em um lugar que ele não gosta, mesmo se esse lugar for um lugar comum e perto de muitos ser bom, sofro porque a renda caiu, sofro com ameaças ditas, se eu sair não vai me dar mole, que eu tenho que sair da casa onde moro por ser dele e do pai e não minha (a casa é herança era do pai e da mãe, a mãe morreu é dele e do pai), não trabalho porque meus filhos são pequenos e não gozam de tanta saúde, sou culpada, criticada, julgada, ofendida de todas as maneiras que possam imaginar, até culpada de não dar certo com a amante eu sou. Então sou dependente, não tenho absolutamente ninguém para me ajudar, nem família e nem amigos para esse tipo de situação, sou só eu e meus filhos, então como é que uma mulher que não tem ninguém, não tem nada, nem trabalho pode resolver a vida? A única solução que tenho é esperar, agüentar e rezar que um dia as coisas melhorem ou tenha uma solução. A lei Maria da Penha infelizmente é uma brincadeira de criança, porque conheço algumas pessoas que tentaram e com muito sacrifício conseguiram usar esse direito, mas o homem que bate em uma mulher, ofende, agride de todas as formas e o único castigo é dar sextas básicas ou fazer serviços sociais ta de brincadeira, já vi casos onde o homem leva essa correção e dois dias depois volta e mata a mulher ou agride mais ainda no dia seguinte porque a raiva e a ira aumentaram. Bom eu com os meus 36 anos de vida e sofro desde os meus 15 anos com esse tipo de problema não sei o que fazer. Cada um sabe onde o calo dói e só a vítima ainda mais calejada como eu sabe quando agir tem que ser com cautela, segurança e sabedoria. Bom a não ser que um ANJO CAIA DO CÉU.”
Pelo amor de Deus, chega de tenta dissimulação, tanto disfarce, tanta hipocrisia!
Chega de tanto esconder o que não dá mais pra ocultar!
Pai, perdoai, eles não sabem o que comentam, e, elas não sabem o que fazem com esse paternalismo asqueroso do Mestre!
É nessas horas que um comentário analítico da grande Márcia Valeria se impõe…
Amiga, pelo amor de Deus, sei que vc é uma mulher heroica que enfrenta com muita dignidade o síndroma da mulher elástico “jornadas triplas” (trabalhadora educadora, mãe e esposa)”!
Sera que a família, “os companheiros”, a “sociedade” brasileira são tão “ignorantes” quanto pressupõem nosso mestre?
FDA
Me dá um tempinho, minha cidade tá um guerra só…
Depois a gente se fala, ops… se comunica neste espaço isano…
Abração aí querido……..
Percevi que retiraram o comentário da Marias que acabei de sitar á cima, como podem fazer isso a jovem precisa de desabafar não falou nada de mais isso é falta de respeito e de democracia, ela só falou de sua própia vida, sem agredir ou ofender ninguém, as vezes ela não tem ninguém para conversar e achou esse meio de comunicação para se aliviar, isso eu não gostei e acredito que muitas pessoas aqui concordarão.
“Até 5min atrás, eu julgaria impossível um homem pensar assim”.
A outra agradece a gentileza “principalmente vinda de um homem” e manda o outro pro inferno.
Ainda bem que nem toda mulher é como vocês.
Obrigada por colocar o depoimento de Marias de volta! DEUS abençoe a Todos tanto homens quanto mulheres, não existem só homens ruis assim serve para as mulheres também, a ruindade e peversidade é individual cada um tem o seu caráter já nasce com ele. Força a Marias e todas as Marias e João, José ……
A sua observação / opinião acaba por assinar a autenticidade do texto. O que você classifica como “levantar polêmica” nada mais é que a textualização dos fatos. Mas não me surpreende seu comentário, haja visto que quem o escreveu assina como Paul e se mostra Charles Bronson. Parabenizo ao Sakamoto e às exceções que aqui se manisfestaram e aconselho ao Sr. Paul e demais colegas a trocar algumas idéias com a Sara Elisa (14 anos) ou com o Sr. Fernando (68 anos). Abraços.
Nelson,
Procura ler as histórias de tantas mulheres machucadas e agredidas. Não feche os olhos para esta violência, o que fiz foi agradecer às palavras delicadas do Leonardo, pq muitos homens não são capazes de tal ato.
Sou mais uma Maria, que conquistou o espaço que os homens julgam ser deles, não por querer concorrer com vocês, mas por competência.
E viva as mulheres.
Tudo que dizemos aqui é muito válido e a pura realidade, mas existem mulheres agrdidas mas existem homens também, a única diferença entre o homem e a mulher é a força física isso não podemos esquecer, amulher tem o mesmo direito que o homem em relação ao trabalho e algumas coisas há mais, mas não podemos esquecer que as mulheres as vezes abusam desse poder, o homem tem que ser companheiro a toda hr até mesmo no serviço de casa, sei que não é fácil, cuidar de casa, filhos, marido, as vezes o resto da família, trabalho. Mas as vezes tem mulheres que acha que não tem as suas obrigações, a mulher tem que cuidar e ter o controle de seu lar ela é mulher, que seu marido ajude em suas tarefas isso não custa nada, mas a base da mulher é o seu lar e acho que algumas mulheres querem só se dar bem e abusar do marido isso também é verídico. M
Obrigada Juliana pelo excelente comentário-testemunho!
Entre os ditos de um Homem sobre uma das condições atuais da Mulher, segundo a qual elas “enfrentam jornadas triplas (trabalhadora, mãe e esposa)” como se fosse a coisa mais “normal” du mundo!
Seu testemunho demonstra que enfrentar essa situação não é nada obvio muito menos “normal”: ela é feita de contrariedades “a mulher tem que cuidar”, de autocontrole “ter o controle de seu lar”!
Vc tem razão de afirma “que seu marido ajude em suas tarefas isso não custa nada”! Isso se chama reciprocidade na divisão do trabalho domestico!
Não vou mais longe sobre o seu argumentário por que ele colocar algumas questões que poderiam ser debatidas aqui mais que acho muito difícil visto a idolatria feminina pelo mestre !
Como (1) a questão do determinismo do Ser Mulher “a base da mulher é o seu lar”; (2) a questão do preconceito do Ser Mulher contra outro Ser Mulher “acho que algumas mulheres querem só se dar bem e abusar do marido isso também é verídico”! Ou seja um debate sobre a questão da violência simbólica do Ser Mulher contra um outro Ser Mulher!
Mulheres não esqueçam nós somos mulheres vamos fazer nosso papel como DEUS criou, claro não esquecendo que somos iguais, temos os mesmos direitos que os homens, não na hora da violência a não ser que você faça lutas, defesa pessoal ou algo assim. Mas homens não se esqueçam de serem HOMENS DE VERDADE!
Parabéns!
Pelo artigo.
Infelizmente ainda temos um longo caminho pela frente.
Francamente Patricia,
“Infelizmente ainda temos um longo caminho pela frente”!
Infelizmente por que? Por que vc esta a espera que alguém lhe mostre o caminho, que alguem seja seu porta-voz como o post do autor?
Ora, ora Patricia, se vc não mostrar o caminho pela frente serão sempre os Homens que o mostraram!
Acorde!
Quem aí nunca viu na rua uma esposa “mandando” no marido? Se na rua é assim, imaginem em casa. São mulheres matriarcais, machonas, que costumam fazer da vida do infeliz um inferno completo. E a “chefa carrasca” ou a colega intratável, quem nunca encarou uma?
O problema existe dos dois lados (obviamente que historicamente é muito mais penoso para as mulheres, estamos ainda longe da sonhada igualdade de direitos), sem essa bobajada de “heroínas”, heróicos somos todos nós, humanos, sobrevivendo a cada dia numa realidade cada vez mais adversa.
A Justiça é uma das soluções possíveis; em alguns outros, pode ser a rodoviária ou aeroporto mais próxima(o) (há pouco uma cabeleireira foi assassinada em pleno serviço, após várias denúncias inúteis, todo mundo lembra), eu cataria meus filhos e sumiria do mapa sem deixar rastro.
Muito bom esse artigo, porque mesmo com todos os progressos e mudanças que aconteceram, a mulher continua sendo prejudicada. Pois além de ter que se matar no trabalho, temos que manter a casa em ordem, fazer a comida, cuidar do filho, cachorro e do marido é claro, porque não somos mães só dos nossos filhos mas também dos nossos maridos rsrsrssrsr
Uf, enfin!
Obrigada Michelle pelo excelente comentário-testemunho!
Seu testemunho é mais uma demostração que “enfrentar jornadas triplas (trabalhadora, mãe e esposa)” o que chamaria a síndrome da mulher elástico por que o Ser Mulher tem sempre que se estirar sempre mais. Pois bem, ela não seria nada “normal”!
Seu testemunho demonstra que enfrentar essa situação não é nada obvio, ela é feita de cobraças: “a mulher continua sendo prejudicada”. Cobranças físicas: “se matar no trabalho”. Cobranças organizacionais: “temos que manter a casa em ordem, fazer a comida, cuidar do filho, cachorro”.
O interessante no seu testemunho é essa dimensão da cobrança do “Cure”: essa atividade que consiste a dispensar cuidados prodigados ao marido: “e ainda por cima e do marido é claro”.
Como vc pode constatar seu testemunho apesar de julgar o post “bom”, seria um contraponto a afirmação segundo a qual as mulheres seriam “pressionadas não só por pais e companheiros ignorantes mas também por uma sociedade que vive com um pé no futuro e o corpo no passado”! Pelo visto vc guarda o sorrizo…
Super interessante, bravo!
Caro ou Cara FDA, agradeço muito pela concordância, mas eu acho que é por aí mesmo, se não houver companheirismo dos dois lados, respeito e amor não adianta, mas como aí muito já foi dito não sabemos a fundo a história de cada um, não sei pq mas a história da Marias não sei se vc leu é complicada e me emocionou, então não podemos criticar ou julgar pessoas como ela não saemos os tipos de perdas que ela passará, não só material, mas emocional e psicológica, o que podemos fazer é ouvir dar fdorça em palavras, claro se alguém poder ajudar é bom, mas muitas mulheres e homens sofrem por uma raíz principal da vida respeito e amor, os seres humanos estão egoístas e superiores de mais, a ganância de quem está no poder está maior que o Universo, ent5ão está contra as leis dos astros e de DEUS. Para muitos as soluções dos seus problemas está muito além da realidade de outros. Temos que apoiar e se for possível ajudar aqueles que não tem condições nenhuma de ter alguma atitude seja mulher ou homem. No fim de tudo todos nós somos uma coisa só SERES HUMANOS.
Violencia contra as milheres é muito triste mesmo.
Mas e o outro lado?
Quando as mulheres agridem???
As agressões domésticas sofridas pelo homem?
A sociedade machisa que trata como vitima a mulher mas debocha e faz piadas do homem que apanha em casa…
E os casos de agreção contra os idosos que passam na TV são em sua maioria cometidos por mulher…
Sem falar da babas (mulheres) espancando crianças e bebes…
Abaixo a violencia doméstica, seja ela contra a mulher o homem o idoso a criança…
é isso aí, que valores não sejam só em espécies e sim a vida e ao próximo como gostaríamos que fosse com nós mesmos!
Violência e desrrespeito não eleva as pessoas e sim a destruição e infelicidade!
Desculpe o “desrrespeito” a unha bateu.
Belo texto Leo, realmente a situação é crítica… parece que melhora, mas só muda de cara. Mas a educação tem que ser social, aqui em casa meu pai faz boa parte do serviço doméstico, mas quem disse que isso passou para os meus irmãos… parece que só ver o exemplo em casa e no resto da sociedade se deparar com uma outra realidade, na qual homem que faz serviço doméstico “é menos homem” não adianta nada…
E as mulheres também são educadas como “mulherzinhas” que tem que ser lindas e caprichosas sempre, é incrível como uma mãe cria uma filha assim, mas já ouvi de aluna minha de 9 anos:
“meninas são frágeis, delicadas, lindas e caprichosas. Meninos são fortes, brutos, bons nos esportes, burros e feios” e eu tentando ensinar ela a jogar, usa como desculpa para não se esforçar, e menina boa nos esportes muitas vezes é taxada de masculinizada, haja preconceito.
Ainda temos muito que avançar nesta seara. No caso específico da agressão física nem a Lei Maria da Penha, reverteu o triste quadro, apesar da importância. Quanto ao preconceito pessoal e profissional que a mulher enfrenta diariamente, este também não tem evoluido na dimensão necessária. Políticas públicas e muita educação devem ser voltadas para reduzir significativamente e excluir de vez esta mazela do nosso meio.
http://easonfn.wordpress.com
Caro Eason Nascimento,
Se vc soubesse o quanto tem de mestres a pensar aqui neste blog, vc nem se aventuraria a sem mais um!
Além disso, o mestre detesta concorrentes! Eu mesmo aprendi a lição com uma boa chicotada de exclusão virtual! Depois de ter trocado minhas correntes de aço por uma Louis Vuitton, voltei as raízes da Casa Grande virtual do mestre: a lei aqui é sumição completa e irrestrita…
Assim, vc acha que “ainda temos muito que avançar nesta seara”! E como avançaríamos: “Políticas públicas e muita educação devem ser voltadas para reduzir significativamente e excluir de vez esta mazela do nosso meio”. Ou seja, o culpado é sempre o Estado, o vizinho, não é mesmo?
Ora, ora, Eason, francamente um pouco mais de esfoço neuronal vai lhe fazer um grande bem, viu!
Um questionamento: você ajudaria financeiramente uma ong destinada a atender mulheres vítimas de violência doméstica, sem condições próprias de se manter a si e a seus filhos caso abandonassem seus maridos, como existe nos EUA? Claro que depois de comprovado que isto é um comportamento repetido e em que esta seja a única solução possível para ajudar esta família.
Cara Flavia,
Opssssss! “Atender mulheres vítimas de violência doméstica, sem condições próprias de se manter a si e a seus filhos caso abandonassem seus maridos, como existe nos EUA?
Por que so os EUA? Na frança temos também! Confira aqui:
http://www.sosfemmes.com/ressources/liens_violences.htm
O texto é minimo e qualquer entende, veja que não são os homens que são mais violentos, mas quem tem mais força e condições de provocar danos fisicos graves.
Afinal somos todos humanos.
A igualdade de direitos vem com o respeito a lei.
Mas eu não sou misogino e nem inimigo de mulheres ou de qualquer ser humano.
O Sakamoto nessa está errado!
http://www.abril.com.br/noticia/comportamento/no_345105.shtml
Caro HRP,
Discordo com vc : “O Sakamoto nessa está errado”!
Errado não, mais tendencioso, parcial, paternalista e simplista sim!
E isso é uma outra coisa! A prova é texto de seu link!
Abraços Sakamotianos…
Abraços Sakamotianos…
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKkkk…
Bando de baluladores…
Detesto puxa saco
Existem muitos casos absurdos de violência doméstica, não só de homem contra mulher, mas mulher contra os filhos até filhos contra os pais.A violência sobretudo contra aqueles que os agressores dizem “amar” deveria ser punida de forma exemplar. Acho que de tantas coisas menos importantes tratadas como importantes pela justiça, deveria se incluir necessáriamente a violência contra os mais fracos ou os que não podem se defender como no caso da reportagem.
Realmente é um horror a arrogância de pessoas geralmente homens contra mais fracos como a mulher ou crianças que muitas vezes não dá para considerá-los seres humanos, mas aberrações humanas.
CLAUDIA VC TA DANDO UMA DE PROFESSORA, MAIS LÁ EM CIMA CRITICANDO A ESCRITA DE OUTRAS PESSOA, VC ERROU FEIO. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
CARVALHO VC PERMITE ME DIZER, QUE VC É UM IMBECIL? AINDA PIOR ME PARECE QUE VC É LULISTA .VC CONCORDA TAMBEM QUE O GOVERNO DO LULA, FOI UMA MENTIRA E UMA DAS MAIORES FARSAS BRASILEIRA?
Não sei se entendi o comentário de Jullyana:
“Violência e desrespeito não eleva as pessoas e sim a destruição e infelicidade!”
Destruição e infelicidade é o que eleva as pessoas? Entendi bem?
Não aguento mais esses pseudo marxistas barulhentos exigindo um mundo melhor,arrotando caviar e bebendo wisky numa cobertura em Ipanema ,como fazia Chico Buarque e pessoas da esquerda festiva,que de concreto nunca fizeram nada.Agora essa figura esquerdista dos tempos atuais tem um novo perfil. Se auto rotulam paladinos da justiça social, ao mesmo tempo que recebem altas verbas federais e de ONGS milionárias. Gostaria de saber quanto do salário de professor do blogueiro é destinado para ajudar essas minorias, que ele tanto diz.
È isso aí, Sakamoto. Por isso tantas são as mulheres que abdicam de sua feminilidade, da maternidade e etc, se transformam para sobreviver no meio de tanta injustiça.
para ser feminina, tem que ser necessariamente passiva ou mãe???
Não, jamais… mas tem muita mulher que gostaria de ser mãe e não o faz por medo de desestabilizar a carreira, muitas deixam relacionamentos de lado e ficam infelizes com isso… Mas não quis dizer que precisamos ser mães ou passivas. Me perdoe se passei essa idéia…
Gostaria de saber quem financia o blog do Sakamoto. Se são centrais sindicais , fundações, o governo?. Não tem como não perceber que o formato dos textos possui estilo de militancia comunista petista.
saudações
Caro sr Raul!
Como deve ser de seu conhecimento, ainda vivemos numa democracia, segundo a qual a liberdade de expressão está inserida. Tmabém não sei quam financia, e não me interesssa. O que de fato me preocupa, é saber que existem poucos ousados como o DR SAKAMOTO, que sem medo expõe suas ideias com clareza incomum, tocando na ferida de nossa sociedade patológica. AdemaIs, se houver financiamento de aguma entidade citada por vsa, o que tem demais. Espero que o Sr tenha tido o mesmo censo crítico na hora de votar.
O DR SAKAMOTO, fala com autoridade de um intelectual e, isso, certamente – acredito não ser o vosso caso – pode vir a causar a alegada preocupação .
DR SAKAMOTO, siga em frente no seu intento. ‘SE ACABAR O PATROCÍNIO”, CONTE CONOSCO.
Parabéns DR SAKAMOTO!!!! Quiça o Brasil pudesse produzir em larga escala, pessoas da sua estirpe.
Fda:
Ao invés de ficar puxando saco da França dos franceses, pq não se muda pra lá eternamente? Pq vc, que adora se auto rotular como elite intelectual, fica aqui nesse país atrasado, de gente semi analfabeta? Para mim, Não vives na França , pq deve ser maltratado e discriminado, como a maioria dos Brasileiros são quando vão para aquele país ..Parabéns, vc conseguiu ser unanimidade em matéria de chatice por comentaristas de todos os tipos..
recado ao flavio:
flavio, me parece que voce nao entende o conceito de isonomia (com S, por favor):
isonomia é tratar os iguais de forma igual e os desiguais de forma desigual, na forma de suas desigualdades…
reflita um pouco sobre isto
Não sou tão inteligente como vc e cometo erros de digitação.
Mas isonomia é: A palavra “isonomia” vem do grego “iso”, igual + “nomos”, lei + “ía”, abstrato e significa, literalmente, lei que igual, que estabalece a justiça mediante a igual de direitos a todos usando os mesmos critérios.
eu até pensei em chamar de homominismo…
Mas a mensagem ta dada…
abaixo ao feminismo e ao maxismo!
Viva a igualdade!!!
Pois é, educar os meninos para que não se tornem a qualidade de homens que vemos hoje em dia. Se um dia eu tiver um filho, homem, espero poder educá-lo e não apenas mantê-lo. E que assim seja com o pai, caso esse exista em nossas vidas.
Ótimo texto!
Não é possível partilhar no orkut?
Olá para todos
Peço agora para os homens e mulheres convictos de que toda causa da problemática discriminatória de raça, gênero, homossexualidade e outros afins não têm existência objetiva, ou seja, crêem que o preconceito vem da cabeça de cada um, e as discrepâncias meras resultados de uma problemática puramente pessoal (depende da vida de cada um) ou considerando a mulher parte integrante do processo discriminatório, contribuinte e reprodutora deste processo. MÃOFIRME NO BOTÃO DE ROLAGEM PARA NÃO LER AQUILO QUE NÃO QUER COMPREEENDER.
Hoje é dia, vou falar com o mestre diretamente. Não vou fazer como certos comentaristas do blog que vão completar ano fingindo que não se refere a ele, mas no fundo, no fundo, refere-se ao mestre mesmo, mesmo o mestre, fingindo ou não estar nem aí pra coisa falada pelo comentarista (vcs sabem de quem eu estou me referindo), e o comentarista não estando nem aí para a resposta.
Caro mestre, seu texto de hoje é um teste a nossa paciência elucidativa do contexto. Eu não sei se o senhor tomou algum remédio que o deixou desse jeito arretado, falando um monte de coisas sobre mulher, historinhas mil de discriminações de gênero, ficou uma coisa meio embolada, sem sentido, perdendo a vista e o significado da abordagem – Senhor, não costuraste muito retalhos nesta colcha?
Se o tema era, ou melhor, não era que só “porrada” agride a mulher, então fiquemos aí procurando por alguma coisa que construísse um significado a partir da sugestão inicial do post, MAS CONTUDO TODAVIA ENTRETANTO, como já é de sua práxis começar o assunto no Oiapoque e terminar no Chuí, fazendo um tour no caminho pela Europa e Oriente Médio, vc repetiu tudo e não disse, tbm como de práxis, NADA. PERCEBA:
1)Direitos da Mulher – sobre seu corpo, sobre sua vida;
2)Culpabillização do homem (companheiro), família (pais), sociedade(futurista e retrógrada ao mesmo tempo);
3)Relatos de violência “extra-porrada”:
a)”Porrada propriamente dita” (caso Dado);
b)”Porrada do povo” sem moral que apóia o agressor (Dado);
c)”Porrada da discriminação no trabalho” (o esforço duplicado da mulher);
d)”Porrada da crença na incapacidade feminina em gerir negócios e política”;
e) “Porrada da ineficiência política da presidenta da república”, que não tem representação feminina (que lhe daria apoio) no congresso e no senado;
f)”Porrada da ineficiência feminina em buscar por mudanças efetivas no quadro representativo político” (mudanças não se dão por geração espontânea);
4) Inexistência do monopólio da violência por classe social ou nível de escolaridade;
5) Problemática da discriminação por gênero é comum a todos os países;
6)Culpabilização do patriarcalismo português, imposição religiosa;
E por aí ele segue ad infinitum…
Ao ler o post até o final parece que bati uma corrida de 200 metros com barreiras, sem direito a aquecimento e alongamento, tal foi o atropelo de referências e demonstrações da problemática feminina, estou cansada agora ao descrevê-lo – Minha nossa do Céu!!!
Mas o senhor não se ocupou demais com a culpabilização de tudo no que diz respeito a problemática discriminatória? E a ficar neste procurar culpados, “abrir a cabeça das pessoas”, não se esqueceu de procurar significados para a luta feminina nos dias de hoje? Contra quem ou o que estamos lutando? O homem, a mulher, a sociedade, a política?
É uma Luta ou é uma BUSCA? O que estamos procurando, ou de quê estamos fugindo? Quem é o nosso verdadeiro algoz? O Homem, ou poder que dele faz uso para apropriarmos de nossa vida, de nosso mundo e de nossa aparência? A quem procuramos para nos reafirmarmos enquanto mulheres, se não sabemos qual é o nosso significado de ser mulher nos dias de hoje, PARA ALÉM DAQUELES QUE NOS DEPARAMOS TODOS OS DIAS, como diz FDA na condição de mulher elástico assentada no tripé – MÃE (e/ou) ESPOSA/TRABALHADORA/DONA DE CASA?
Se achou difícil o belo texto do Sakamoto, eu te ajudo, viu?
Olá Skamoclete Talita
TÔ dispensando ! Gratinha, querida, consigo pensar com a minha própria cabeça…
Cara Márcia Valéria,
Ele exemplificou tipos de violência com relação à mulher, que não (apenas) a agressão física, certo? Você parece culpá-lo pelo que ele NÃO fez no post, o que considero injusto. Se você achou lacunas no texto, tudo bem, mas daí a concluir que (por conta disso) ele falou, falou e não disse nada vai um abismo.
Beijinho,
Olá Sakamenudo fulano de tal
Ninguém está aqui em busca de culpados, afinal de contas não estamos em um tribunal, certo?
Se o significado das palavras do mestre neste post te bastam, quem sou eu para refutá-las?
Só há presença de significado quando há questionamentos a serem feitos e proposições com relação a ele. Buscar culpados não esclarece o problema, não é o cerne do problema da discriminação e violência contra a mulher, e o autor não se preucupa em investigar a causa do problema e sim e mostrar apenas como ela se deflagra (multiplas formas) e apontar culpados ou responsáveis. Mas para que vc chegue a esta conclusão simples, vc necessitaria se livrar primeiro da retórica tecida habilmente pelo autor, coisa difícil para a maioria de nós, que cede aos encantos da aparente beleza de um texto aparentemente belo.
E olha que eu avise lá em cima, enfim, pra ser mais específica, quem pensa segundo os rótulos da aparência, MÃO FIRME NO BOTÃO DE ROLAGEM DA PAGINA.
Tudo de bom.
Tem certeza? Não parece não !!! O texto não é tão difícil assim não é?
Grande Marcia Valeria…
Obrigada pelo excelente comentário-analitico!
Vamos torcer para que o mestre compreenda enfim que misturar “alhos com sabugalhos” é muito indigesto…
“Culpabilizar tudo” e dissertar sobre as “problemáticas discriminatória” sem um um certo discernimento não fica nem bem!
“Ficar” nesta a “procurar culpados”, “abrir a cabeça das pessoas” sem “procurar significados para a luta feminina nos dias de hoje” é tão simplerrrrrimo que é melhor rir que chorar.
Concordo com vc: ta na hora do mestre se questionar “contra quem ou o que estamos lutando? O homem, a mulher, a sociedade, a política”?
Acrescentaria, se vc me permite, que o mestre se questione sobre em que um post é compatível com a questão do modo de vida do homem, da mulher, da sociedade, da política brasileira e em que um post coloca em risco a permanência destes modos de via sobre tudo quando se lê comentarios das sakamocletes, dos sakamenudos e dos sakamenasnos? Um delirio coletivo de complacência e de idolatria….
Voilà! Grato por sua grandiosa participação neste debate, ela se mostrava necessária.
FDA
Não é por nada não…mas ainda estou com um troços intalados na garganta sobre aquele assun to da consciencia negra…Mas não faltarão oportunidades…
E ainda tem um comentário meu no post da vila cruzeiro aguardando moderação….
Mas apesar de tudo, tu és um chato-adorável por muitos aqui do blog…
Até mais
[...] lembrou o Sakamoto ontem (confira seu post aqui), impor ou pressionar uma mulher a adotar o nome do marido é um tipo de [...]
Parabéns Dr Sakamoto!!!
Que sensibilidade e profundidade em suas palavras escritas, nós mulheres(todas), passamos pelos percalços descritos e poucas tem coragem de gritar, brigar, enfim mudar sua história…
Olá, Sakamoto!
Adorei o texto… Finalmente um texto que reproduz a injustiça com as mulheres principalmente as do Brasil. Lembrando que há mulheres que não merecem justiça, mas as que merecem estão sendo ignoradas por um governo machista. Viva as mulheres e viva os homens! Direitos iguais a todos!!! Eu acredito nisso…
Valeu pelo texto!
bjs
Márcia Valéria acho que vc só copia e cola textos dos outros e não tem inteligência nem condição de discutir nada a fundo de verdade verdadeira.
Desculpe a franqueza mas vc atacar o Saka é de rir.
Tudo bem Sakamoclete…
Gostei da tentativa de advinhação do como eu produzo a cópia dos meus textos. Voce chegou a esta conclusão com tua própria cabeçinha, ou copiou colou do Sakmoto?
Que nada Marcia Valeria. Está na cara que você fala do que não sabe e o FDA se diverte com você.
E lave a boca para falar do Saka que é uma coisa que você que escreve ADVINHAÇÃO sem i nunca será.
Agora vai no google amiga ou peça ajuda pelo msn como você faz.
Jocas.
nossa ! Por que será que agora não aparecem as/os amiguinhas(os) do blogueiro que defendem a escrita incorreta em nome do ” interessa mais a mensagem ” ?
Ótima análise, Sakamoto. A violência simbólica contra a mulher é aquela que sustenta as inúmeras violências sofridas pelas mulheres. Há alguns tempo, escrevi sobre isso, se interessar a alguém ler e comentar:
http://xucurus.blogspot.com/2010/10/uma-perigosa-cultura.html
É demagogia sim,, hoje a lei maria da Penha tornou os homens alvo fácil de mulheres inescrupulosas que, tal qual na guerra assimétrica, batem nos homens que tem medo de reagir e pegar cana. Elas ficam impunes.
Por uma LEI Màrio da Penha
http://www.youtube.com/watch?v=mWRNyWlVYTM
obs: esse é o blog mais divertido que eu já vi.
Mais um caso Mário da Penha:
http://www.youtube.com/watch?v=ogvdUocHYxY&feature=fvw
http://www.youtube.com/watch?v=9KQH8k8K4AU&feature=related
Mais um.
Baiana arretada, essa não precisa de lei nenhuma
http://www.youtube.com/watch?v=byf3E7w0ohI&NR=1
No taleban não tem lei Maria da Penha
http://www.youtube.com/watch?v=24LNQfIxbXI&feature=related
Em Cingapura homem apanha
http://www.youtube.com/watch?v=gnh7FvcWOWs
Chesterton você é parente da Marcia Valeria?
Não, não sou. Mas fui bloqueado. Não sei se chegou a ver a resposta.
Violência doméstica: Quando as vítimas são eles:
http://www.youtube.com/watch?v=ZIPBDGlA3QM
Mulheres agridem mais do que os homens, diz estudo: Mulheres agridem mais do que os homens, diz estudo: http://www.abril.com.br/noticia/comportamento/no_345105.shtml
Sakamoto, o problema maior é como vemos os homens (digo vemos como um todo, não a visão feminina). Como o homem é visto e aceito, termos um companheiro que está à frente da família é terrivelmente perigoso quando o seu significado exprime ignorar, menosprezam e inferiorizar sua companheira. Tem um livro muito interessante, não me recordo o autor, cujo o título é O Silêncio de Adão… Quando vc encara a história de Adão e Eva e como vê o próprio Cristo conversando com uma mulher que tinha o peso da naturalidade samaritana e de muitos namorados, demonstra como a igualdade é entre os sexos é algo divino, porém distorcidos, nem precisamos aqui desfiar os porquês das distorções, que embora se expliquem não se justificam as inúmeras violências sofridas… como mulher sinto o descaso, passo pelas piadas sexistas, tenho espaços violados, corpo desejado como um pedaço imenso de carne em um açougue,a visão de que estou aqui para servir o soberano homem…inevitável frustração…nossos rebentos também são homens…criamos o homem soberano, muitos saem das mãos das próprias mães…inevitável frustração como ser humano…respeitar as diferenças somam se e completam se, distanciar se pelas diferenças é um nível tão baixo de ser um humano…ter uma conversar aberta com meu parceiro e ele agir de acordo com o combinado é diferente do companheiro decidir o que é melhor e ser o cabeça da mulher assim…homem e mulher para Deus e para mim são um na soma, se tornam grandes com a soma…e isto para com todos e o ser humano em todos os âmbitos … Respeitar é muito mais do se pode imaginar…
Vaneska:
Contraia matrimônio.
\//
É realmente lamentável o comportamento animalesco e ignorante de muitos homens em relação as mulheres e até de algumas mulheres contra outras mulheres. Este tema é muito amplo e complexo, mas que tal pegar o um dos exemplos usados pelo blogueiro para puxar um viés de, digamos, coerência de vsa senhoria sakamotiana.
Ele mencionou o Dado Dolabela, realmente um péssimo exemplo no quesito respeito as mulheres e que tal nosso glorioso Netinho, processado por agredir mulheres mais de uma vez, por agredir um comediante também e que quase se elegeu senador da republica com o apoio de nosso queiro quase ex-presidente Lula e sua candidata eleita e mulher Dilma. Como pode Dilma, Lula e Marta terem apoiado este meliante????? Isso sem falar do apoio fraternal ao Irã, que executa mulheres. E o mais legal é que o blogueiro defensor dos direitos humanos é apoiador inveterado de Lula, Dilma e cia… realmente, falar bonito e o que é senso comum é fácil, muito fácil, ser coerente é que é dificil e é o que mostra o carater verdadeiro de uma pessoa.
Matou a pau, Sakamoto!!! Parabéns!!!!!!
Parabens pela excelente analise!
Sobre a violência contra a mulher:
De acordo com o Art. 5º da Lei Maria da Penha nº 11.340, 7 de agosto de 2006, configura-se como violência contra a mulher, qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial. Ainda de acordo com a mesma Lei, as agressões podem se apresentar de forma física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.
Cirurgia reparadora pode beneficiar mulheres vítimas da violência
O número de ocorrências de violência contra a mulher cresceu em 112%, de janeiro a junho de 2010, segundo dados da Central de Atendimento à Mulher.
Das 62.301 queixas contabilizadas, 70% estão associadas à violência física. Com 32.358 casos, a Bahia ocupa o segundo lugar no ranking nacional de violência contra a mulher.
Diante deste dado alarmante, no dia 18, durante Sessão Plenária, o deputado estadual Sidelvan Nóbrega (PRB), propôs, ao Governo do Estado, o Projeto de Lei (PL) nº 19.092/2011, que dispõe sobre a liberação de cirurgia reparadora para mulheres vítimas da violência doméstica e familiar, visto que a maioria não tem plano de saúde e condições financeiras para pagar a intervenção em clínicas particulares.
De acordo com o parlamentar, o projeto está baseado na Constituição Federal e objetiva promover a auto-estima da mulher. “Respaldado pela Constituição Federal-88, art. 196 que versa sobre o dever do Estado de proporcionar saúde mediante políticas sociais, o referido projeto visa desenvolver ações de proteção e valorização da mulher baiana, colocando-a fora das estatísticas da violência doméstica e familiar”, afirmou.