WikiLeaks: por transgênicos, EUA deveriam ir à guerra
Leonardo Sakamoto
Sensacional.
Vazado pelo WikiLeaks, publicado pelo The Guardian, trazido pela Folha de S. Paulo desta quarta:
A Embaixada dos Estados Unidos em Paris aconselhou Washington a iniciar uma guerra comercial contra qualquer país da União Europeia que se oponha a safras geneticamente modificadas, de acordo com documentos divulgados pelo WikiLeaks.
No final de 2007, a França tomou medidas para proibir uma variedade de milho transgênico que foi criada pela Monsanto. Em resposta, o embaixador, Craig Stapleton, amigo e antigo sócio do ex-presidente George W. Bush, solicitou que Washington punisse a União Europeia.
“A equipe nacional de Paris recomenda que calibremos uma lista de alvos para retaliação que cause incômodo à União Europeia, já que se trata de um caso de responsabilidade coletiva, mas que também se concentre ao menos em parte nos principais culpados”, diz o texto.
“Caminhar na direção da retaliação deixará claro que o caminho atual tem custos reais para os interesses da União Europeia e pode ajudar a reforçar as vozes favoráveis à biotecnologia na União Europeia”, afirmou Stapleton no documento. Ele foi sócio de Bush no Texas Rangers, time de beisebol profissional sediado em St. Louis, nos anos 1990.
A discussão sobre organismos geneticamente modificados é ampla, vai dos possíveis efeitos para a saúde dos consumidores, passando pela perda de biodiversidade no meio ambiente até chegar ao monopólio de mercado – uma vez que há modificações desses grãos que não geram descedentes aptos para serem usados em um novo plantio. Ou seja, você fica refém de uma empresa, que também vai vender os agrotóxicos específicos para cada tipo de cultura.
Sem tirar o mérito dos problemas 1 e 2, preocupo-me especialmente com o terceiro. Pois, isso gera dependência entre produtores e grandes empresas. Se alguém tenta fugir ao pagamento dos royalties do uso das sementes, tem que responder na Justiça.
Há aqueles que tentam manter a produção de organismo tradicionais, mas a contaminação em silos ou no transporte têm desanimado mesmo os grandes produtores – vale lembrar que os não-transgênicos atingem preços melhores no mercado internacional.
Um breve comentário: da aprovação da Lei de Biossegurança, em 2005, ao início do ano passado, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) havia liberado quatro variedades de soja, 11 de milho e sete de algodão transgênicos. Nove variedades são da multinacional Monsanto, três da multinacional Bayer, quatro da multinacional Syngenta, duas da multinacional Dow Agroquímica, e uma da multinacional Basf (com parceria da nacional Embrapa). Em 2007, as liberações dos milhos transgênicos Liberty Link, da Bayer, e MON 810, da Monsanto (proibido na França, Áustria, Grécia, Luxemburgo, Hungria, Itália, Polônia e Alemanha), foram questionadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que apontaram erros nos pareceres técnicos que fundamentaram as aprovações. Claro, as liberações não foram revertidas, a despeito do risco que isso pode trazer à biodiversidade nacional. Enquanto isso, o Brasil rendeu à Monsanto, de acordo com a revista Exame, US$ 783,9 milhões em vendas em 2006, US$ 899,2 milhões em 2007 e US$ 954,8 milhões em 2008.
Uma característica da maioria dos conselheiros da CTNBio tem sido um posicionamento abertamente favorável às tecnologias transgênicas. Dados levantados por Verena Glass, da Repórter Brasil, apontam que, entre eles, há os que têm ou tiveram, pessoalmente, alguma relação com as empresas de biotecnologia ou com entidades financiadas pelas principais multinacionais do setor, como o Conselho de Informações sobre Biotecnologia e a Associação Nacional de Biossegurança, entidades de lobby pró-transgênicos que têm entre seus associados Basf, Bayer, Cargill Agrícola, Dow Agrosciences, DuPont do Brasil, Monsanto do Brasil, Pioneer Sementes Ltda, e Syngenta Seeds, entre outros).
Cada país tem direito de fazer a política que achar melhor se acreditar que determinado produto pode acarretar em danos para sua população, meio ambiente ou economia. Se outra nação se sentir prejudicada, há fóruns especiais para isso.
Mas com um negócio desse tamanho, sempre vale a pena ir à guerra. Contra a Europa ou qualquer um.
-
Julie
19/12/2011 13:33:25
Gostaria de ter acesso às fontes usadas para a construcao deste texto. Obrigada
-
Julie
19/12/2011 13:32:17
Muito boa argumentacao. Concordo plenamente, se a "terminator"for liberada adeus seguraca alimentar!
-
Mluisa
14/01/2011 09:11:47
Maravilhoso sua colaborao Isa! Ótimo seu sentimento de responsabilidade e consciência.Espero muitos possam ler e se engajerem.Conhecimentos dar posibilidades de exigir seus direitos,direitos humnos,de poder sobriviver.Vou repassar o mais que poder.Continue!
-
Isa
11/01/2011 11:27:06
No post do twitter que me trouxe ao Blog do Sakamoto, indicavam um documentário. Segue o link:"Ótimo documentario d canal franco-alemão Arte:"O mundo segundo a Monsanto" http://bit.ly/aEySRe (íntegra)..."
-
mendes
09/01/2011 13:29:41
Nada de sensacional nesta notícia, tudo normal, dentro da guerra comercial. a nao ser outro vexame da França em derrocada, ladeira abaixo, desde a administraçao da esquerda de Miterrant. o patinho feio das potencias europeis nao se envergonha de aprovar rapidamente os OGM da CEE, enquanto demora anos analisando os da America. tudo jogos de interesse, nada com segurança alimentar. Sobre este argumento de mercado melhor (R$) para nao transgenicos, ficamos anos atrás dos EUA e Argentina no plantio de OGM da monsanto e nunca embarcamos soja mais cara para a CEE, China e Japao, tudo eram jogos de cena. Durante anos usamos outras moleculas mais toxicas e caras para a capina quimica.
-
mendes
09/01/2011 13:12:13
Mas o b.turingiensis nao era um exemplo de combate ecologico, criado pela embrapa para combater as lagartas que comiam as lavouras?? extraidos e masserados das proprias lagartas mortas??
-
mendes
09/01/2011 11:17:48
Depois daquela do "banho de antibiotico " vc deveria ter mais cuidado com os comentários.
-
Felipe
07/01/2011 14:04:53
Seu discurso é patético, qual sua proposta então? Fogo na Amazônia?
-
Felipe
07/01/2011 14:02:45
Essa empresa Monsanto, em conluio com o governo yankee da época, não tem ética nenhuma na busaca por seus objetivos de disseminação dessas pragas.
-
Ciro Lauschner
06/01/2011 17:11:09
Sr. Sr. Clóvis: De fato costumo perder a elegância quando um assunto que merece análise científica descamba para as questões ideológicas na mão de quem nem sabe o que é agricultura que dirá transgênicos, como por exemplo o MST ou professores universitários de areas que nada tem a ver com o assunto, ou quando vejo aquele papo manjado de "diversas consultas a sociedade" como sempre aparece em algum comentário movido por ideólogos que se dizem de esquerda, mas sempre da esquerda burra, porque decididamente não conseguem convencer ninguem a não ser o que já está convencido.Tenho anos de experiência de Amazônia e de agricultura e conheço a realidade in loco de várias atividades ligadas ao meio ambiente e não suporto mais ouvir asneiras de quem está em grupelhos de cidade se arvorando dono da verdade.O seu comentário especificamente me acrescentou muita coisa e me julguei incapaz de acrescentar nada a êle, mas o da Soninha apelei para a ironia porque na realidade é uma conversinha que com certeza é melhor em bar da esquina regada a cerveja, do que em blog.Na minha modesta opinião acho que os trangênicos vão se impor e vão aumentar em muito a produtividade agrícola e vai ter empresas que lucrarão muito e outras nem tanto até a tecnologia se popularizar e se tornar acessivel a todo mundo, como costuma acontecer no capitalismo. E como não se vislumbra nenhuma alternativa ao capitalismo acho que veio para ficar.
-
Zé Brasil
06/01/2011 15:49:39
Enquanto isso, milhares de pássaros morrem na Suécia e nos EUA, por que será? Será que comeram o bacilo turingiensis do milho modificado geneticamente?Estão comendo o bacilo turingiensis inserido no milho? E nosso cuscuz, também tem bacilo turingiensis, estamos comendo bacilos da Monsanto?
-
Clóvis Eduardo Godoy Ilha
06/01/2011 14:03:35
Ciro Lauschner, gostei de seus comentários. Acrescentarei algumas ideias.O tema dos transgênicos realmente desperta reações extremadas e é preciso cuidado para raciocinar com equilíbrio. Deixo claro que não sou favorável e nem contra a tecnologia da modificação genética. Cada caso é um caso.Alimentos transgênicos fazem mal à saúde? Sinceramente, não sei. Não tenho provas dessa afirmação. Há vários anos que esses alimentos são consumidos e desconheço se eles causaram algum efeito danoso às pessoas.Os organismos geneticamente modificados são prejudiciais à natureza? Aí, depende. Há casos em que há, sim, riscos ao meio ambiente; e outros em que os riscos são desprezíveis. O que fazer, então? A resposta é analisar e agir com base na ciência e, com o perdão do trocadilho, não deixar que as paixões ideológicas contaminem o assunto.Recomendo a leitura das atas das reuniões da CTNBio, disponíveis em www.ctnbio.gov.br. Essa leitura poderá auxiliar aqueles que buscam algum deslize de comportamento dos membros da comissão ou mesmo embasar alguma denúncia que seja pertinente.Por fim, cito uma frase de um antigo chefe: "nunca perca a elegância".
-
soninha
06/01/2011 13:13:15
Explicando o banho de antibióticos. A maioria das plantas transgênicas de primeira geração contém genes de resistência a antibióticos. os genes de resistência a antibióticos inseridos em plantas transgênicas poderão ser transferidos para bactérias humanas, constituindo-se um risco a ser considerado. A British Medical... (1999), considerando a possibilidade de eventuais que possíveis efeitos adversos das plantas transgênicas serem irreversíveis, sugeriu o banimento dos genes de resistência a antibióticos, a moratória de plantações comerciais e a melhoria da Vigilância Sanitária. A Noruega proibiu o cultivo de qualquer planta transgênica com genes marcadores que codifiquem para resistência a antibióticos. NODARI, R. O, GUERRA, M. P. Plantas transgênicas e seus produtos: impactos, riscos e segurança alimentar (Biossegurança de plantas transgênicas).Rev. Nutr., Campinas, 16(1):105-116, jan./mar., 2003
-
soninha
06/01/2011 12:29:26
cidadão que é cidadão não apenas conhece seus direitos como exige seu cumprimento, aliás, a exigibilidade do DHAA também está prevista emlei.
-
roberto
06/01/2011 12:18:28
não vou defender trangenicos, porém, ligações entre membros do comite de pesquisa e empresas não deixa de ser normal.as empresas investem em pesquisa mais que o governo. a experiencia técnica dos pesquisadores é importante para uma melhor avaliação. Desde que o parecer seja técnico. é melhor que os representantes das comissões sejam técnicos do que pessoas que não sejam da área.Se há ou não influencia financeira (corrupçao) sobre os pareceres eu não sei. se houver, que haja uma denuncia (com provas).
-
Ciro Lauschner
06/01/2011 12:16:27
Veja também a opinião da Associação das lavadeiras de QuiprocóA Associação dos gatos desamparados de QuexaromobimAssociação das virgens casadoiras de Xanxere e outras representantes da sociedade organização, todos na luta contra os maleficios dos transgenicos.Ts.ts.ts
-
soninha
06/01/2011 12:15:39
é pena que neste país as leis sejam aprovadas e a maioria dos brasileiros desconheçam. desde fevereiro de 2010, o direito à alimentação adequada e saudavel é um direito social, inscrito na constituição federal, art. 6°, junto a outros direitos já estabelecidos em 1988. o brasil também tem uma lei de segurança alimentar e nutricional a lei 11.346/2006, que estabelece em seu artigo 3º o que é o direito humano à alimentação adequada (DHAA), no contexto da segurança alimentar e nutricional. copio este artigo para quem achou que ao falar de alimentação adequada estava pensando em um conceito ideologico. A segurança alimentar e nutricional consiste na realização do direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base práticas alimentares promotoras da saúde que respeitem a diversidade cultural e que sejam ambiental, cultural, econômica e socialmente sustentáveis (art.3º).QUANTO AOS BISCOITOS, etc. informo tb ao comentarista que no brasil temos também a PORTARIA 1010/2006 que proibe determinados alimentos em cantinas escolares, a bem da saude das crianças e em respeito ao seu direito à alimentação adequada.
-
Ciro Lauschner
06/01/2011 11:59:53
O que vc. chama de alimentação adequada? Aquela que sua linha ideológica define? E usa a populaçao brasileira como argumento? , Pare de comer biscoitos porque eles são transgênicos. Ainda não te mataram?Ooo Sonuinha, depois do muro de Berlin só sobrou esse "campo de luta" se meter onde não conhece nada e falando como se conhecesse.
-
soninha
06/01/2011 11:28:42
A LIBERAÇÃO DE TRASNGENICOS NO BRASIL É INCONSTITUCIONALquem quiser entender, com a palavra, uma autoridade não ligada à monsantohttp://www.andrioli.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=88:jornal-da-manha-ijui-rs-12012008&catid=37:entrevistas&Itemid=53
-
soninha
06/01/2011 11:26:34
Parabéns Miriam...essaas informações a gente nunca vai ter na grande midia..
-
soninha
06/01/2011 11:22:05
CONTINUAÇÃO- As preocupações com a liberação do milho transgênico também partiram do meio acadêmico. Professores da PUC-SP enviaram Carta Aberta ao MCT (17/04/2007) considerando que os procedimentos adotados pela presidência da CTNBio e pela maioria dos seus membros em relação à liberação do milho transgênico são incompatíveis com a democracia e com uma ciência responsável.- Professores da USP também divulgaram carta aberta à comunidade científica e à CTNBio em 13/03/2007. Com a iminência da liberação do milho transgênico, os signatários solicitaram providências com relação à falta de definição de regras claras para liberação de sementes transgênicas para o uso comercial e criticaram a presidência da CTNBio, que reiteradas vezes utiliza-se do argumento da autoridade científica dos membros como garantia da legitimidade das decisões. Cópia da carta foi enviada ao Presidente da República, à Procuradoria Geral da República do Ministério Público Federal e às presidências da Câmara do Deputados e do Senado Federal.- A maneira anti-científica como a CTNBio encaminhou as discussões para a aprovação das regras de coexistência e monitoramento pós-comercialização motivou 7 de seus doutores a deixarem plenário como forma de protesto (16/08/2007). Para esses conselheiros, “A CTNBio necessita debater a biossegurança e não somente pleitos da biotecnologia”.- Para acelerar as aprovações comerciais, o governo editou uma Medida Provisória reduzindo o número de votos necessários na CTNBio. A medida foi fortemente criticada por mais de 80 organizações da sociedade civil de todas as regiões do País e por 81 deputados federais e 7 senadores que pediram veto a artigos do projeto de lei “para que a lei da impunidade não se sobreponha à de biossegurança, nem o lucro de poucas multinacionais ao interesse público” (13 de março de 2007).- Também o CONSEA Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, ligado à Presidência da República, posicionou-se repetidas vezes de forma contrária à liberação dos transgênicos, sendo que o plenário da III Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional aprovou uma Moção Contra a Liberação do Milho Transgênico na qual aponta dados que colocam em dúvida perante a sociedade brasileira a conduta da CTNBio.Outras manifestações recentes poderiam ser aqui listadas.
-
Miriam
06/01/2011 11:20:27
Alexandre Lima Nepomuceno, especialista em biotecnologia (UEL)É co-autor do livro “Savanas, desafios e estratégias para o equilíbrio entre sociedade, agronegócio e recursos naturais”, co-patrocinado pela Syngenta. É membro do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB, que tem entre seus sócios a Monsanto, Du Pont, Cargill, Pionner Sementes Ltda, e Bayer Seeds Ltda).Flavio Finardi Filho, especialista em biotecnologia (USP)Em 2005, recebeu homenagem à qualidade, excelência científica e originalidade da Associação Nacional de Biossegurança/ANBio, entidade que tem entre seus sócios a Monsanto, Bayer e Syngenta. Fez o parecer técnico sobre segurança alimentar do Evento de Transformação LLRice62 em 2002, com financiamento da Aventis Seeds Brasil.
-
Miriam
06/01/2011 11:19:04
Francisco José Lima Aragão, especialista na área vegetal (Embrapa)Lidera os projetos “Expressão de genes envolvidos com a resposta ao estresse hídrico em plantas transgênicas de feijoeiro” e “Desenvolvimento de estratégia baseada em RNAi para geração de mamoeiro resistente a múltiplas viroses”, que estão no âmbito da parceria Embrapa-Monsanto. Entre 1998 e 2000, integrou a pesquisa “Obtenção de feijoeiro resistente a glufosinato de amônio”, co-financiada pela Bayer do Brasil. Entre 1996 e 2002, coordenou a pesquisa “Obtenção de soja resistente a herbicidas da classe das imidazolinonas”, co-financiada pela Basf.Aluízio Borém, especialista na área vegetal (UFV)É membro (diretor de comunicação) da ONG Associação Brasileira de Tecnologia, Meio Ambiente e Agronegócios (Pró-Terra), que recebeu US$ 161,790 mil da Fundação Monsanto em 2005.Recebeu apoio pra escrever o livro “Biotecnologia e Meio Ambiente” da International Life Sciences Institute (ILSI), que tem em seu quadro de associados ADM – Archer Daniel Midland Co., BASF S/A, Bayer CropScience Ltda., Bunge Alimentos S/A, Cargill Agrícola S/A, Dow AgroSciences Industrial Ltda., Monsanto, Novartis e Syngenta, entre outros.É co-autor do livro “Savanas, desafios e estratégias para o equilíbrio entre sociedade, agronegócio e recursos naturais”, co-patrocinado pela Syngenta.Maria Lucia Carneiro Vieira, especialista na área vegetal (USP)Membro do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB, que tem entre seus sócios a Monsanto, Du Pont, Cargill, Pionner Sementes Ltda, e Bayer Seeds Ltda) de 2003 a 2005.Paulo Augusto Vianna Barroso, especialista na área vegetal (Embrapa)Pesquisador do projeto da Embrapa Recursos Genéticos de desenvolvimento de duas variedades de algodão transgênico, que negociou as sementes com a Syngenta. Também integra pesquisa que propõe “a transferência dos transgene da empresa Monsanto para os genótipos de algodoeiro elite da Embrapa e a adequação do sistema de produção aos novos cultivares RR”.João Lucio de Azevedo, especialista na área vegetal (USP)O pesquisador é responsável-docente pelo projeto de pesquisa sobre Microrganismos Endofíticos: Genética e Biologia Molecular, financiado pela empresa Monsanto. Prestou consultoria técnica à Monsanto em 1999.Alexandre Lima Nepomuceno, especialista em biotecnologia (UEL)É co-autor do livro “Savanas, desafios e estratégias para o equilíbrio entre sociedade, agronegócio e recursos naturais”, co-patrocinado pela
-
soninha
06/01/2011 11:18:58
Carta Aberta aos Ministros do Conselho Nacional de Biossegurança - Contra liberação do milho transgênicoManifesto recapitula manifestações contrárias à liberação do milho GM assinadas por diferentes setores da sociedade11/02/2008Excelentíssimos Senhores Ministros,A liberação comercial de plantas transgênicas é tema altamente controverso por envolver a um só tempo questões ligadas à produção e ao consumo de alimentos, à segurança e soberania alimentar, ao meio ambiente, à saúde, à dependência tecnológica, ao acesso aos recursos genéticos e aos direitos dos agricultores. Esses são motivos de preocupação que vêm motivando a sociedade civil brasileira organizada a debater e se posicionar sobre o tema em seus diferentes espaços de articulação.Com a proximidade da reunião do Conselho Nacional de Biossegurança no dia 12 de fevereiro e com a anunciada decisão governamental acerca da liberação comercial do milho transgênico, faz-se necessário recapitular e reiterar algumas dessas manifestações contrárias à liberação do milho transgênico na expectativa de que elas encontrem ouvidos sensíveis neste governo:- Em outubro de 2007 o Comitê de Agroecologia do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável - CONDRAF decidiu por encaminhar uma Moção Contra a Liberação Comercial do Milho Transgênico ao Presidente da República, ao CNBS e à CTNBio. No manifesto, os 20 signatários, representantes de setores governamentais e não-governamentais e dos movimentos sociais, destacaram que o milho é alimento de uso diário da população brasileira e que a impossibilidade de coexistência causará enormes prejuízos aos mais de 4 milhões agricultores familiares e tradicionais do País. Por fim, solicitaram aos Ministros que compõem o Conselho Nacional de Biossegurança “Que revoguem imediatamente as decisões da CTNBio de liberação comercial do milho transgênico”.- Um mês antes, em 05/09/2007, os movimentos sociais e entidades que compõem o Fórum Nacional da Reforma Agrária e Justiça no Campo encaminharam carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva alertando que a liberação do milho transgênico pode destruir a agricultura familiar camponesa do país. “Nosso país não pode se submeter à força do poder econômico dessas corporações. Não podemos aceitar que controlem nossas sementes”.
-
Miriam
06/01/2011 11:18:28
12 experimentos de campo com variedades transgênicas de eucalipto). Foi consultor técnico do Guia do Eucalipto, do CIB (que tem entre seus sócios a Monsanto, Du Pont, Cargill, Pionner Sementes Ltda, e Bayer Seeds Ltda), sobre eucalipto geneticamente modificado.Luiz Antônio Barreto de Castro, representante do MiCTFoi um dos coordenadores da equipe que celebrou o Contrato de Cooperação Técnica para desenvolvimento de cultivares de soja tolerante ao herbicida Roundup, em 1997, cujas instituições promotoras/financiadoras foram Embrapa e Monsanto. Em 2002, foi reeleito membro do conselho científico da Anbio, que tem entre seus sócios a Monsanto, Du Pont, Cargill, Pionner Sementes Ltda, e Bayer Seeds Ltda.Francisco José Lima Aragão, especialista na área vegetal (Embrapa)Lidera os projetos “Expressão de genes envolvidos com a resposta ao estresse hídrico em plantas transgênicas de feijoeiro” e “Desenvolvimento de estratégia baseada em RNAi para geração de mamoeiro resistente a múltiplas viroses”, que estão no âmbito da parceria Embrapa-Monsanto. Entre 1998 e 2000, integrou a pesquisa “Obtenção de feijoeiro resistente a glufosinato de amônio”, co-financiada pela Bayer do Brasil. Entre 1996 e 2002, coordenou a pesquisa “Obtenção de soja resistente a herbicidas da classe das imidazolinonas”, co-financiada pela Basf.Aluízio Borém, especialista na área vegetal (UFV)É membro (diretor de comunicação) da ONG Associação Brasileira de Tecnologia, Meio Ambiente e Agronegócios (Pró-Terra), que recebeu US$ 161,790 mil da Fundação Monsanto em 2005.Recebeu apoio pra escrever o livro “Biotecnologia e Meio Ambiente” da International Life Sciences Institute (ILSI), que tem em seu quadro de associados ADM – Archer Daniel Midland Co., BASF S/A, Bayer CropScience Ltda., Bunge Alimentos S/A, Cargill Agrícola S/A, Dow AgroSciences Industrial Ltda., Monsanto, Novartis e Syngenta, entre outros.É co-autor do livro “Savanas, desafios e estratégias para o equilíbrio entre sociedade, agronegócio e recursos naturais”, co-patrocinado pela Syngenta.Maria Lucia Carneiro Vieira, especialista na área vegetal (USP)Membro do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB, que tem entre seus sócios a Monsanto, Du Pont, Cargill, Pionner Sementes Ltda, e Bayer Seeds Ltda) de 2003 a 2005.Paulo Augusto Vianna Barroso, especialista na área vegetal (Embrapa)Pesquisador do projeto da Embrapa Recursos Genéticos de desenvolvimento de duas variedades de algodão transgênico,
-
Miriam
06/01/2011 11:18:02
Quanto aos conselheiros, resultou que:Maria Lucia Zaidan Dagli, especialista na área animal (USP)Recebeu o premio I PIC – Prêmio Impacto Científico da FMVZ – USP, 2005-2006, patrocinado por Bayer Saúde Animal e Novartis Saúde Animal Ltda, entre outros.Giancarlo Pasquali, especialista na área de meio ambiente (UFRGS)Representa a URGS na Rede Genolyptus, constituída por universidades e empresas como Aracruz Celulose S.A., Klabin, Veracel Celulose S.A., Votorantim Celulose e Papel S.A., entre outros (a CTNBio já liberou 12 experimentos de campo com variedades transgênicas de eucalipto). Foi consultor técnico do Guia do Eucalipto, do CIB (que tem entre seus sócios a Monsanto, Du Pont, Cargill, Pionner Sementes Ltda, e Bayer Seeds Ltda), sobre eucalipto geneticamente modificado.Luiz Antônio Barreto de Castro, representante do MiCTFoi um dos coordenadores da equipe que celebrou o Contrato de Cooperação Técnica para desenvolvimento de cultivares de soja tolerante ao herbicida Roundup, em 1997, cujas instituições promotoras/financiadoras foram Embrapa e Monsanto. Em 2002, foi reeleito membro do conselho científico da Anbio, que tem entre seus sócios a Monsanto, Du Pont, Cargill, Pionner Sementes Ltda, e Bayer Seeds Ltda.Francisco José Lima Aragão, especialista na área vegetal (Embrapa)Lidera os projetos “Expressão de genes envolvidos com a resposta ao estresse hídrico em plantas transgênicas de feijoeiro” e “Desenvolvimento de estratégia baseada em RNAi para geração de mamoeiro resistente a múltiplas viroses”, que estão no âmbito da parceria Embrapa-Monsanto. Entre 1998 e 2000, integrou a pesquisa “Obtenção de feijoeiro resistente a glufosinato de amônio”, co-financiada pela Bayer do Brasil. Entre 1996 e 2002, coordenou a pesquisa “Obtenção de soja resistente a herbicidas da classe das imidazolinonas”, co-financiada pela Basf.Aluízio Borém, especialista na área vegetal (UFV)É membro (diretor de comunicação) da ONG Associação Brasileira de Tecnologia, Meio Ambiente e Agronegócios (Pró-Terra), que recebeu US$ 161,790 mil da Fundação Monsanto em 2005.Recebeu apoio pra escrever o livro “Biotecnologia e Meio Ambiente” da International Life Sciences Institute (ILSI), que tem em seu quadro de associados ADM – Archer Daniel Midland Co., BASF S/A, Bayer CropScience Ltda., Bunge Alimentos S/A, Cargill Agrícola S/A, Dow AgroSciences Industrial Ltda., Monsanto, Novartis e Syngenta, entre outros.É co-autor do livro “Savanas, desafios e estrat
-
Miriam
06/01/2011 11:17:24
Vai Clóvis, segura que é sua:Ligações perigosas: com quem se relacionam os conselheiros da CTNBio (de Verena Glass)Um rápido cruzamento de informações (obtidas na Internet) sobre as principais proponentes de novas variedades transgênicas —— as multinacionais Monsanto, Bayer, Syngenta, Dow AgroSciences, Basf e outras do setor —— com conselheiros e instituições que têm representantes na CTNBio, resultou em dados preocupantes, possivelmente passiveis de caracterização de conflito de interessesna CTNBio.Quanto às instituições, tomamos como exemplo Embrapa e USP, que juntas têm ao menos 14 conselheiros na Comissão:Embrapa• A empresa mantém uma parceria com a Monsanto desde 1997 (com vigência até 2012) para o desenvolvimento de tecnologias para soja transgênica. No início de novembro de 2009, a Monsanto repassou mais R$ 8,3 milhões para a Embrapa a título de pagamento de royalties, para desenvolvimento de oito projetos de biotecnologia.• A Syngenta, que em 2008 “apresentou interesse em desenvolver com a Embrapa cultivares melhoradas de milho para mercados específicos e tecnologias inovadoras relativas ao cultivo de cana de açúcar”, co-patrocinou o desenvolvimento da variedade de arroz BRS Talento, da Embrapa Arroz e Feijão, e co-desenvolveu, com a Embrapa Milho e Sorgo, a avaliação da eficiência de fungicidas no controle da cercosporiose (cercospora zeae-maydis) na cultura do milho.• Em 2007, a Embrapa fechou um acordo de cooperação com a Basf para desenvolvimento de uma nova variedade de soja transgênica a partir do gene AHAS (ácido hidroxiacético sintase, que confere tolerância aos herbicidas do grupo químico das imidazolinonas).USP• Em 2008, a Monsanto fechou um acordo com a Fundação de Apoio à USP para oferecer bolsas de pesquisa científica a alunos do 1º e do 2º anos do Ensino Médio da rede estadual, no valor de R$ 150 e com duração de um ano. O acordo foi duramente criticado pela Associação de Docentes da USP.• Em 2008, a Syngenta lançou um bioativador que pode contribuir para o crescimento da produtividade da cana, o Actara, desenvolvido em parceria com a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), entre outros.• A Bayer patrocinou a modernização do prédio da Faculdade de Medicina da USP, tombado pelo Condephaat.• A Agência USP de Inovação é parceira do Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais, do Grupo Bayer e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).
-
soninha
06/01/2011 11:15:29
causa-me repugnancia o comportamento de membros desta comissão que desrespeitam completamente o direito do cidadão brasileiro, não só a uma alimentação adequada, mas também ao meio ambiente ecologicamente equilibrado.
-
Marcelle
06/01/2011 11:13:34
Claro que é um problema o trasngenicos, tudo que é manipulado é maléfico. Fala sério.Problema da união européia em não querer esse produto, e não acho que seja motivo de guerra, mas o dinheiro fala mais alto nesse mundo capitalista.
-
Clóvis Eduardo Godoy Ilha
06/01/2011 10:42:00
Sr Sakamoto,você iniciou seu artigo tratando de uma guerra comercial entre os EUA e a União Européia, motivada pela proibição dos transgêncios na Europa; em seguida, citou que haveria possíveis implicações para a saúde dos consumidores e para a biodiversidade. Depois, voltou a tratar do aspecto comercial da questão, falando sobre os riscos de monopólio. Por fim, quis induzir o entendimento que alguns membros da CTNBio têm vinculações com as multinacionais dos transgênicos.Então, eu lhe escrevo a minha crítica.A Lei 11.105, de 24 de março de 2005, reestruturou a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e criou o Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS).Pela lei, as análises e pareceres da CTNBio devem se ater apenas aos aspectos técnicos do tema, cabendo ao CNBS outros tipos de consideração, levando em conta, por exemplo, os aspectos comerciais ou políticos.O seu artigo omite essa informação.Fui membro da CTNBio e não tenho qualquer vínculo com empresas do setor dos transgênicos. Aliás, desconheço qualquer caso em que um integrante da Comissão tenha votado ou elaborado seu parecer em função de algum interesse comercial. Muito pelo contrário.No período em que pertenci à CTNBio, todas as minhas análises e pareceres se ativeram a considerações técnicas, com embasamento científico.Por fim, o seu artigo não revela os critérios de seleção dos membros da CTNBio, dentre os quais se encontram renomados cientistas, profundos conhecedores do tema. Gente que doa sua vida ao progresso da ciência e tem profundo compromisso com a saúde e o meio ambiente.Causou-me repugnância o desrespeito a esses profissionais.
-
Brasileiro
05/01/2011 22:15:54
Banho de antibiótico?
-
soninha
05/01/2011 19:11:58
faltou falar sobre a rotulagem dos trasngenicos, que não só demorou pra sair, apesar da legislação, mas tb nem agora é cumprida, pois inventaram um termo que não é previso na lei. alguemja viu o rotulo do oleo de soja trasngenica? o que está escrito? APROVADO...o que isso significa? o que faz o consumidor pensar ao comprar um produto desses? aprovado quer dizer o que? na verdade o que devia ter no rotulo era o nome da bacteria usada para receber o banho de antibiotico usado no processo...
-
Brasileiro
05/01/2011 17:38:27
Alguns pontos:1 - Um equívoco no texto: as sementes podem ser reproduzidas pelos agricultores, mas os royalties são devidos;2 - Eu acho justo que as empresas que investem em pesquisa tenham direitos decorrentes das patentes. É isso que permite o desenvolvimento de tecnologias que salvam vidas, como é o caso dos antibióticos, das sementes melhoradas (não transgenicas), etc...;3 - Caberá ao produtor colocar na ponta do lápis; usar sementes convencionais e gastar mais com defensivos químicos, ou usar sementes transgenicas e gastar mais com royalties;
-
maisvalia
05/01/2011 16:41:47
tosca ou tosco hein?who knows?
-
soninha
05/01/2011 15:47:22
Sensacional mesmo. Infelizmente ainda tem gente que confunde a tecnologia da transgenia com o melhoramente genético, aquele das ervilhas de Mendel. Pior de tudo, nossa agora presidente dona dilma votou A FAVOR de todos os pedidos de liberação. Bom saber tb que o agora ex-presidente lula mudou o quorum necessario para aprovação dos pedidos na dita comissão para facilitar a vida das empresas. E mais, já estamos a um passo de sermos pioneiros na aprovação da semente 'terminator', coisa que até agora ninguem teve coragem de fazer. Não é possível convivencia entre culturas não e culturas transgenicas, pelo simples motivo que os insetos não conhecem fronteiras. No Canadá, agricultores foram processados por terem suas plantações contaminadas por sementes transgenicas, e a monsanto os processou por não pagarem royalties. Ótimo, para um país que fala tanto em soberania e recentemente aprovou uma politica de segurança alimentar e nutricional, estamos na contramão disso tudo, pois imaginem toda a produção de alimentos nas mãos de meia dúzia de empresas.
-
maisvalia
05/01/2011 14:59:49
Desde que revele o segredo duzamericanu estadunidenses nois não liga não!!!
-
marilu
05/01/2011 14:46:16
Boa tarde Sakamoto, eu te amo!eu adooooooroooooooooo esse Wiki leaks, expondo as mazelas da diplomacia mundial, é muito delicioso! saber que todo mundo é assim, a gente já sabe, mas com efeitos especiais e trilha sonora fica bem mais autentico! e viva a liberdade sempre!
-
Fátima
05/01/2011 14:29:44
Nossa, que tosca.
-
maisvalia
05/01/2011 13:51:26
APOIADO COMPANHEIRO, HEHEHEVAMOS CRIAR A COMEÇÃOPARA EM DEZ ANOS MUITOS CUMPANHEIROS FICARÃO BEM DE VIDA...(na língua deles)
-
roberto
05/01/2011 13:23:56
pelo menos assim ficamos sabendo que os eua atacam quem quer que seja, até a europa, se for necessário (amigos sim mas negócios à parte).a pesquisa com trangenicos precisa continuar pois aumenta a produtividade sem aumentar o desmatamento. sempre há riscos, como em qualquer outra atividade, mas pesquisar é fundamental para o avanço do país.A dependencia das indutrias de sementes/fertilizantes/agrotoxicos poderia ser combatida justamente se incentivassemos as pesquisas dentro das universidades publicas, assim como as pesquisas de petroleo tem a petrobras como parceira.
-
Ciro Lauschner
05/01/2011 12:23:17
É como a indústria de bebidas que insistem em dizer que bebida não faz mal, basta ter moderação.
-
Ciro Lauschner
05/01/2011 12:20:19
A Eólica prejudica os pássaros que podem querer pousar nas hélices e levarem um susto e sofrer stress. Também fará sombra aos plantadores de hortas e prejudicar as lavouras, por isso sou veementemente contra.Exijo um estudo detalhado desses possiveis casos e no máximo em 10 anos deve haver resposta do órgão competente.
-
Marcia
05/01/2011 11:47:59
Eu, particularmente, não sou contra o uso dos transgênicos, desde que não causem essa dependência dos agricultores com as grandes empresas.Mas ainda assim, fico com um pé atrás por um motivo.Todo mundo sabe o que as empresas tabagistas fizeram no século passado para mascarar os males do cigarro. Temo que, se tiver alguma coisa que faça mal, eles não vao falar e a população que vai sofrer.
-
Fátima
05/01/2011 11:24:12
Eólica é mais limpa, está quase pau a pau com o preço da hidrelétrica (150 a 110 MWh gerado) e tem um potencial de expansão planejado em 300 mil MW no Brasil...
-
Ciro Lauschner
05/01/2011 10:59:14
Hmmm. Finalmente alguem trouxe a nu a já tão comentada guerra comercial.Como foi com a Europa mereceu publicação, e as questões da Amazônia e as outras questões "ambientais", tão defendidas por ONGS que claro não trabalham de graça. E a campanha contra as hidreelétricas, que é a energia mais limpa que existe, em nome de defesa de eventuais comunidades ribeirinhas da Amazonia?A verdade sempre aparece, pode demorar, mas os "preocupados" com a humanidade vão acabar sendo expostos ao público com sua grande preocupação.
-
Alvaro Mancini
05/01/2011 10:57:07
Rapaz, acho que esse é o primeiro telegrama útil que vejo vazado pelo WL. Muito bom mesmo. Vários desdobramentos podem surgir a partir daí - nenhum muito sério, até porque o tamanho das empresas é grande e elas são donas de muitos países...
Leia os termos de uso