A visão do governo sobre colonialismo é essa?
“Uma relação neocolonial só se estabelece se colonizador e colonizado estão de acordo.”
A frase é de Marco Aurélio Garcia, assessor para assuntos internacionais da Presidência da República, respondendo a uma entrevista publicada hoje na Folha de S. Paulo (para assinantes), sobre as acusações que pairam sobre a China de tentar estabelecer uma relação neocolonial com a África e a América Latina.
Particularmente, prefiro outro neologismo, algo como “neo-neocolonialismo”, para separar este novo fenômeno dos processos de dominação que culminaram nas guerras coloniais no século 20. Agora, o “colonialismo” ocorre com a manutenção da soberania do colonizado. E normalmente com a anuência e colaboração dos Estados receptores de investimento.
Mas essa “anuência” (texto cheio de aspas, não?) não é tão simples como aparece na fala de Garcia. Peguemos o exemplo de muitos países na África. A anuência raras vezes parte da população e sim de um governo (ilegítimo) controlado por uma elite corrupta fruto de um processo de dominação interno que sufoca a democracia.
A cumplicidade da elite local, uma vez que não há invasão direta de soberania, como antes, é necessária. O próprio povo pode ser fisgado pelas promessas presentes no discurso da elite local e do investidor estrangeiro, que nunca vai dizer de verdade todas as consequência negativas. Do tipo, vocês não terão terra para plantar a comida de vocês no futuro, mas nós geraremos alguns empregos.
Em outras vezes, a anuência é forçada, por necessidade. Um país sem muitos recursos naturais, vê na possibilidade de empresas de outro país comprar suas terras como tábua de salvação. Governos aceitam sob a ameaça de “ou eu fecho com vocês ou com seu vizinho”. Em um lugar desesperado por investimentos, se o único que se oferece passa pela desapropriação, ele é aceito.
Há uma corrida por terras hoje no mundo, em um processo de reforma-agrária às avessas. Uma corrente internacional que defende que empresas estrangeiras não comprem as terras, mas sim façam investimentos na estrutura de produção da agricultura familiar em países pobres e comprem a produção com antecedência ao invés de adquirir terras. OK, mas isso não é a solução final também, uma vez que a dependência gerada nessa relação pode ser tão complicada quanto. Vemos no Brasil, a situação dos “integrados” na região Sul do país, que produzem aves e suínos para a indústria e que, muitas vezes, acabam sendo tratados não como fornecedores mas como funcionários delas, sem os direitos trabalhistas.
Pela lógica simplista da fala de Garcia, o explorado é tão culpado quanto o explorador pela sua desgraça – mesmo nos casos em que este tenha mais poder e recursos econômicos para fazer valer sua vontade. No extremo, isso me lembra a declaração do senador Demóstenes Torres que praticamente culpou os negros pela escravidão.
Que a China tem interesses nas commodities e demais recursos naturais da África e América do Sul e que vai fazer o necessário para ter acesso a eles, poucos duvidam. Que Marco Aurélio não pode xingar o gigante asiático porque está em um cargo delicado, entende-se também. Mas poderia ter pensado duas vezes antes de falar ou ter explicado, melhor essa frase. O Brasil pode desenvolver instrumentos para se defender (como a proibição de compra de terra por estrangeiros). Mas e no caso de países sem tantas opções, como os africanos?
Se ele acha, realmente, que só a vontade de um povo é necessária para barrar uma relação neocolonial, deveria escrever livros de auto-ajuda para nações pobres da África, que sofreram com a exploração histórica pelo Ocidente e para os que sofrem desse neo-neocolonialismo, imposto por países como a China (e mesmo o Brasil).
Representantes de 123 países e 11 agências das Nações Unidas, além de membros de ONGs e da sociedade civil, acordaram, no ano passado, em lançar um pacote de diretrizes para guiar governos, empresas e outras organizações a respeito de como lidar com a questão da propriedade da terra. As chamadas Diretrizes Voluntárias para a Governança Responsável da Terra e outros Recursos Naturais deverão ainda ser concluídas e aprovadas antes de sua conclusão, prevista para 2011, e vão conter orientações sobre temas como direitos tradicionais, combate a uma corrida por terra e à especulação fundiária, modelos agrícolas, e promoção de desenvolvimento agrícola social e ambientalmente sustentável.
No Brasil, a discussão sobre a aquisição de terras por estrangeiros ganhou corpo devido ao interesse de empresas estrangeiras, principalmente chinesas, em produzir matéria-prima para etanol e biodiesel ou mesmo alimentos. Em agosto de 2010, o governo federal limitou em 50 módulos fiscais (que podem ir até 5500 hectares, dependendo da região) o limite de compra de terra por estrangeiros, que também não poderão adquirir mais de 25% da área de um município.
Enquanto algumas organizações e importantes países doadores pensam em promover uma rápida “Revolução Verde” na África, inundando-a de sementes geneticamente modificadas e fertilizantes, procurando aumentar a produtividade por meio de uma agricultura de grande escala, outros países e organizações, especialmente as organizações de pequenos produtores, como a Via Campesina, defendem um modelo baseado na agricultura familiar. Outros defendem também uma abordagem sistêmica da fome, incluindo não só a produção, mas o acesso e a diversidade nutricional, valorizando sobretudo o direito humano à alimentação.
Por fim, não é questão de ser nacionalista, nunca fui. A exploração dos trabalhadores não conhece fronteiras e, portanto, a luta pela sua dignidade também não pode conhecer. Mas a disputa pelo controle da produção de alimentos e commodities no mundo vai assumir outro patamar em breve. Ares de guerra por terras aparecem no horizonte e não vai ser algo bonito de se ver.
PS: Posso, em tese, ser acusado de reacionário e niilista, que defende o “status quo” pobre na África sem oferecer alternativa e condenando toda forma de desenvolvimento capitalista com base na demanda chinesa como algo necessariamente negativo. Faz parte do jogo ser xingado… Mas soluções estão aí, por exemplo, os movimentos sociais que atuam junto à FAO, organismo da ONU que trata da alimentação e da agricultura, lembram sempre o direito do acesso à terra e do apoio ao desenvolvimento das comunidades tradicionais e da agricultura familiar como alternativas. Prefiro, por isso, ser taxado de utópico, não de conservador.

“No extremo, isso me lembra a declaração do senador Demóstenes Torres que praticamente culpou os negros pela escravidão.”
Eu não entendo porque o japa que eu ajudo a pagar, para espinafrar um alto comissário da esquerda da banânia, no caso, o especialista em assuntos internacionais de tiranias, tenha que tentar manchar outros de direita – sem mácula de corrupção -, neste post, o senador Demóostenes Torres.
Ele nunca “praticamente” expressou isso. Poste o artigo do senador.
Como ele é um exemplo de retidão do famigerado e odiado Democratas, tenta-se medi-lo pela mesma régua do conhecido Marco Aurélio top top Garcia, cujos exemplos, atitudes e amizades internacionais na diplomacia não são nada edificantes.
Ele postou. Dá uma olhada no link.
O Senador Demóstenes é uma várzea só.
Parabéns, Sakamoto! Mais uma vez!
Sempre o bem sucedido é culpado pela desgraça do fracassado!
E qdo a China estava falida quem rogou por ela, qdo os chineses do Mao morriam de fome!
É como o Brasil elegeu um fanfarrão para presidente agora culpa os chineses por nosso deficit comercial!
Essa choardeira toda tem um nome incomPTência!
Demóstenes Torres, aquele senador que em conluio com Gilmar Mendes alegou um grampo que nunca existiu (inexistência já comprovada pela PF) obrigando Lula a decaptar Paulo Lacerda? É esse senador que vc considera imaculado? Mais-valia, vc tá mais pra menos do que pra mais. Tá mais ou menos. Já que vc paga o Sakamoto, dá um aumento pra ele, este texto dele tá muito bom.
A PF nunca comprovou nada disso, pois ela estava muito ocupada livrando os petralhas dos inquéritos, que por acaso nunca chegam a lugar nenhum.
Valdomiro, aloprados, erenice, etc
Mostre um escândalo deste senador e aí a gente conversa, mas fatos, não suposições.
Veja se ele está apoiando terroristas como o ínclito e galhado supla,hehehe
Ele não postou o artigo coisíssima nenhuma. Ele colocou frases e um pedaço de vídeo.
O áudio, cara. Cadê o áudio deste grampo? Hein? Não existe, nunca apareceu. Nunca ninguém ouviu o áudio deste grampo pq ele NUNCA existiu. Agora, se vc está pondo em dúvida o laudo final da PF, creio q vale a pena, caso vc tenha este áudio, ir a imprensa e divulgá-lo, vc prestaria em belo serviço ao país. Caso contrário, e tenho certeza q é bem este o caso, não diga besteiras.
Vc quer um escândalo maior do que um senador em conluio com um magistrado forjar um grampo com o intuito de pressionar o presidente a cortar a cabeça de um profissional competente como Paulo Lacerda? Sério? Isso não é escandaloso? Hein?
Isso que você está escrevendo são suposições.
Fatos são os aloprados, o valdomiro, o mensalão, o terrorista.
O laudo da PF foi feito depois ou antes do grampo. Você já viu laudo posterior detectar grampo?
Porque e republicana até hoje, com toda sua eficência, não enquadrou o valdomiro, não achou a quem pertence o dinheiro dos aloprados e não prendeu nenhum mensaleiro?
Véio, seguinte, grampo sem áudio não existe, falou? Apresenta o áudio que eu na mesma hora recuo. Admito no ato. APRESENTA O ÁUDIO, cadê o áudio? Não existe. Ponto final. Suposição é o próprio grampo. Golpezinho sórdido que merecia uma cadeia. Fatos também são a cratera do Metrô de SP com sete mortos, uma plataforma de petróleo afundada por excesso de terceirização, um país morto entregue ao PT em 2002, as propinas da Alstom, o mensalão do Azeredo (que começou tudo), o cunhado picareta do Alckmin, a conta secreta conjunta com milhões de dólares do FHC, do Covas e do Mota, nossa, cara, como tem fatos por este mundão afora…
Isso do falecido Covas e cia se chama dossiê cayman, e era uma fraude cujo mandante foi condenado.
Mostre fatos, não aleivosias.
Segundo Ortega Y Gasset em sua obra A Rebelião das Massas, a escravidão negra foi uma evolução das civilizações africanas. Se antes os vencidos nas guerras tribais eram simplesmente mortos, com o advento da escravidão os negros vencedorres podiam vender seus inimigos aos portugueses, espanhóis, ingleses, franceses, holandeses. E num entanto quando Lula esteve em um certo país africano, ele chorou e todos os ministros que o acompanham não resistiram também ao choro, como se o Brasil tivesse inventado a escravidão.
Um brinde, Assis…
“Se os vencidos nas guerras tribais eram…mortos…, com o advento da escravidão os negros vencedores podiam vender seus inimigos aos portugueses, espanhóis, ingleses…”
Até porque, os portugueses, espanhóis e ingleses não estavam ali parados nos portos africanos com seus navios de braços abertos para aportarem os negros doados ou vendidos a eles em troca de quinquilharias e armas…
Mas isto se deve ao fato dos negros africanos envolvidos em guerras tribais enviaram um e-mail aos europeus para virem buscar com seus navios seus prisioneiros de guerra, e estes, por sua vez, fizeram um favor aos africanos em os livrarem destes miseráveis vencidos, levando-os para serem escravos nas Américas…
O racismo inclusive foi criado pelos negros, forjado por eles, e não pelo branco europeu para justificar o tráfico de escravos em meados do sec XIX…
Esta frase merecia um prêmio, do quanto a cultura luso brasileira expõe tão bem o pensar da elite branca colonizadora que não necessita comprar terras no Brasil,pois o território pensante do ideal da branquetude dominadora já foi alcançado, pois gente como vc nos brinda com o de ‘mais avançado’ no que diz respeito ao preconceito puro e redundante mencionado pelo autor…
Nem Lula nem o Brasil necessita chorar com a problemática da escravidão, pois o povo brasileiro deve se orgulhar de colocações como a sua, que é mais perfeita síntese do sentimento do como as coisas funcionam tão bem aqui no Brasil, já que a compra do território do pensamento tacanho das justificativas de apesar do Brasil não ter “inventado a escravidão”, mantém tão bem no modo como nos expressamos e comportamos – o mais perfeito sistema escravagista de milhões de trabalhadores negros no país desempregados ou subempregados, ou ganhando um salário de forme…Não meu caro, não inventamos a escravidão, mas a perpetuamos com excelência com formas de se expressar como a sua – PARABÉNS – Brindemos pois….
“Os negros são os grandes culpados pela escravidão…”
O texto de Márcia Valéria é tão agressivo e tão equivocado que nem nem vale a pena respondê-la. Só gostaria de informá-la que estou apenas citando um fato histórico – o da escravidão ao invés do genocídio – que aliás foi referido por um autor de muito prestígio, Ortega Y Gasset.
Demóstenes foi só uma citação, o tema central da discussão deve ser a causa humanitária.
Falar do Senador Demóstenes Torres, um dos únicos na “Casa da mãe Joana” a ter conhecimento sobre leis, história do Brasil, um exemplo de político, é no mínimo, partidarismo.
Todos sabem que você é petista, é uma opção (péssima por sinal).
Daqui a pouco você vem falar do poder de consumo do povo, que está alto. rs
País do compra, compra, compra e da infraestrutura em cacos:
- Hospitais em Cacos
- Estradas em Cacos
- Rigor no cumprimento da Lei, em cacos
- Educação, em cacos
- IDH em cacos
Eu também acho que os chefes de tribos africanas são considerados culpados pela escravidão, eram eles que vendiam aos ingleses, espanhóis e portugueses os negros de tribos subjulgadas.Vendiam pessoas para lucrar.
Se fossem escravizados em suas terras, era uma coisa.
Você pode ter muita teoria no seu cérebro, mas bom senso…
Bêca, concordo com você que o governo do PT deixou grandes lacunas, e se meteu em grandes imbroglios, mas, seriamente, o que tínhamos antes? Não se iluda, não era diferente, apenas tudo era bem escondido, a grande mídia não contava o que se passava, como faz hoje. Essa é a diferença. Em termos de políticos, com todos os disparates que esse pessoal do PMDB, do próprio PSDB, do PT e também do PDS e PFL, siglas mais antigas, que ainda estão por aí, com todas as patifarias que possam ter ocorrido, ainda assim o país saiu da ditadura e vem construindo uma democracia, sofrida, combalida, combatida de todas as formas por aqueles que perderam o poder, e explorada desavisadamente pelos que aí estão. Não importa de que lado você esteja, nos temos que aguentar políticos de todos os quilates e de todos os naipes. Em política se jura amor eterno em frente às câmaras de tv ou dos microfones, mas no apagar das luzes, se bobear, te apunhalam pelas costas… Nada é o que parece ser, nem parece ser o que de fato é… Um país que acredita que 13 de maio de 1888 representou o fim da escravidão tem muito o que aprender…
Desculpe, voce esta terrivelmente mal informada )a culpa nao e sua, alguns jornalistas inclusive o ongueiro Sakamoto reproduziu a noticia sem checar as fontes=. Assisti integralmnte a palestra do Sr Demostenes e em nenhum momento, repito, em nenhum momento ele disse isto. Sei que vivemos numa epoca em que a mentira repetida varias vezes vira verdade (outro exemplo e o Lula dizend que Serra simulou sua agressao, apesar de tecnicos idoneos afirmarem que as imagens indicam que um objeto contundente atingiu a cabeca do entao candidato). Nao sou do partido do Demostenes, mas sou contra afirmacoes mentirosas ou fantasiosas. Vc pode encontrar este discurso na integra na internet e tirar suas proprias conclusoes, mas nao use informacoes mentirosas ok.
Muito curioso, um defensor do Demostenes Torres usando o nome de maisvalia. Eu sou goiano e tenho orgulho de ter nascido no Centro-Oeste, mas cada vez que penso que lá as pessoas elegeram Demostenes Torres para Senador tenho a certeza de que Goiás será sempre um periférico estado de coronéis
E reelegeram, e eu aceito trocar pelo amigo de terrorista supla.
Aceita???
é isso aí maisvalia. Aliás só a perda de tempo de analisar o que Marco TOPTOP Orélio Garcia disse já demonstra o naipe do colunista.
Vai analisar o que Thomas Jefferson, John Adams, John Kennedy disseram seu vermelhinho enrustido.
maisvalia, você não paga o japa pra ele falar só o que interessa a você. O Uol se propõe a ser imparcial e democrático, tanto que está dando voz a um blog de esquerda como esse. Se você não gosta, pare de pagar o Uol, ou então pare de entrar nesse blog, porque a proposta do portal não é publicar só o que agrada aos leitores de direita. Você não é o único cliente desse portal.
Bela democracia a sua,devo estar incomodando muito os adoradores do outro mundo possível. Porque pago, comento quando e o que achar necessário, dentro da regras do dono do blog, o japa que eu ajudo a pagar,hehehekkkrsrsrsrsuiuiui
O ficha-suja Demóstenes Torres, sem mácula de corrupção? Hahahahahahahahaha. Tá, e o Maluf é o São Francisco em pessoa!
O texto é uma mistura clara de conceitos rasos , ainda que instigantes… o post mostra a falta de clareza na abordagem do tema .. veja só : que seria o tema central de mais esta ” superprodução ” ? A busca por terras ? Modelos de Agricultura distintos para países e continentes antes esquecidos ? O domínio e a nova modelagem colonial de países que dominam a cadeia de insumos ? A troca de insumos por Cidadania e Soberania ?
Quando se encontra um blogueiro ruim , o que se pode ver é muito pouca coisa boa e muito lixo acumulado.. aqui não é diferente , ainda que o ” dono do blog ” como gosta de ser chamado seja um sujeito que carece de profundidade na suposta formação acadêmica e de competência como jornalista que diz parecer ter …
Quando se lê , se fica com a clara noção de visão caleidoscópica : aquela que os críticos ( os bons ! ) assim batizam para não dizer que é difusa , incompleta , estreita , superficial , confusa…
Na maioria das vezes se encontram textos assim em ensaios iniciais daqueles estiudantes basais , que têm potencial de profundidade , mas se perdem , imaturos , em textos levianos , sem profundidade… como se tivessem tanto a dizer que se perdem e nada dizem , pelo menos não de inteligível ou de substancioso.
Sem querer ser descortês , Sakamoto , acho que você precisa de se reciclar e , com toda certeza , assumir com clareza seu papel de agiota das mentes e dos temas … Seria mais honesto ao menos intelectualmente com seu público e com seu patrão que afinal é mantido por todos nós .
Ter lado pode ser até ruim , mas é mais honesto e mostra ao menos caráter… Isto é parte do que todos que escrevem em blogs e que são jornalistas ( ou que dizem ser ) deveriam ao menos moralmente fazer !
Afinal , defender Marco Aurélio Garcia e se controcer todo para não fazê-lo abertamente é algo que exige- até mesmo de gente como você – um estômago de avestruz !
A gente merece algo melhor neste espaço !
Parabéns Saulo Rivas, disse tudo.
meus parabéns também.
Parabéns pela opinião!
Caro “dono da verdade”,assim o intitu-lo.Desde quando um conceito,por si e em si,definido CONCEITO,pode ser raso? Rs…Desculpe o comentário,mas sua agressiva e neandertal critica é diretamente proporcional ao valhacouto cultural ao qual suas idéias,o servem como inspiração.Se você não cultua o conceito da palavra,usa-la beira a hipocrisia intelectual.Hipocrisia essa da qual vossa senhoria faz parte,no afanho constante do uso de palavras toscas,”aut te pass Et fonnet,e termos chocros neo liberais,como “eu pago suas contas” “eu pago seu patrão”,etc..etc…
Ao meu ver,vossa senhoria é um frustrado por natureza.Um falido comerciante que passou anos dando golpes no imposto de renda,e ou,possivelmente sonegando impostos,e ou,vivendo da herança dos pais colonizadores e perpetradores da desmoralizada democracia desse pais.
Segundo.Os tópicos ao qual vossa senhoria se refere beira o mais baixo conceito de mediocridade e dificuldade clara de compreensão de idéias em contexto.O senhor sequer sabe diferenciar assunto de tópico.A mesma coisa pode ser dita ao que se refere o uso da palavra “conceito”.
Terceiro.Suas justificativas,são um excesso de neologismos e alegorias sintáticas totalmente CALEIDOSCOPICAS e sem sentido.A essência da critica pressupõe a identificação clara e coesa da anomalia ou da idéia central,exposição e aluencia a mesma através de exemplos com caráter consistente e coesão.Vossa senhoria,nada fez exceto exceder-se em suas frustrações emocionais e linguagem preconceituosa,sem conteúdo e egoísta,perfil típico dos parasitas que há anos vêm tirando proveito do sistema imposto no pais.
Finalmente,recicle seu pobre português!!! “mas é mais honesto e mostra ao menos caráter…” seria assim dito por um brasileiro decente..”mas SEJE mais honesto e mostre PELO menos caráter”
Finite!!
MEU TEXTO ACIMA É PARA O SAULO RIVAS!!
EU ADOREI O TEXTO DO SAKAMOTO!
Ainda bem que você declarou o destinatário. Ato falho, é claro.
Renato, ufa, que susto hein… Depois de sua ressalva tudo bem…
Eu concordo com o Saulo. Sem acréscimos.
Mas quero deixar um grande elogio ao Sakamoto que que mantém este espaço aberto a todas as visões e críticas, mesmo as mais contrárias, o que proporciona um excelente exercício intelectual (ok, às vezes nem tanto assim).
Acompanhar as opiniões divergentes e participar dos embates acalorados é, sem dúvida, a maior diversão deste blog.
Parabéns pelo espaço.
Apoiado. Eu critico o japa, mas ele matém aberta a discussão.
Achei que tinha perdido meu tempo lendo esse confuso texto do Sakomoto, mas ainda bem que pelo menos vi um comentário bem elaborado.
Invés de ficar reclamando, muda de blog, cara, a internet tem de tudo e para todos os gostos, então, aqui você está procurando o que tem certeza que não vai achar…
Não tenha dúvidas , sr.Cesar , é exatamente pelo fato de que nunca vou achar qualidade de discussão aqui que exijo esta postura do blog ( o que não é e nunca será concordância canina , pois afinal , poder discordar é parte da Democracia , aquela mesma que a matilha só entende como válida quando é servilista e puxa-Saka !).Gostaria muito , sr. Cesar de fazê-lo junto ao provedor, mas o UOL não apresenta nenhum espaço próprio algo como um ombudsman , para atender questões de qualidade conteúdo.Se notar , não me manifesto em todos os posts.Sinto que a mesma coisa está latente e presente nos comentários de alguns outros colegas ( como Rafael , Mais-Valia , Valdemar , etc ).
Então , exerço meu direito : vir aqui e criticar os textos e posts quando eles chegam – em minha opinião – ao nível de barbaridades ou falta absoluta de senso.Não me atemorizo com os dentes da matilha rosnando e ganindo.
Pagar o provedor , obviamente não me dá direito algum a impor o conteúdo , mas me dá direito a contestar a forma , o modelo , a falta de correção e de substância , coisa que , como consumidores deste serviço , todos temos este direito.
Abraço
Ótimo texto Saka!
Sakamoto, excelente texto. Vai certamente abrir o debate. Você vai no âmago da questão de uma forma didática e saborosa.
Esta parte final, se adiantando aos críticos, é ótima. Poucos sabem fazer a autocrítica que você faz. Parabéns mais uma vez:
“PS: Posso, em tese, ser acusado de reacionário e niilista, que defende o “status quo” pobre na África sem oferecer alternativa e condenando toda forma de desenvolvimento capitalista com base na demanda chinesa como algo necessariamente negativo. Faz parte do jogo ser xingado… Mas soluções estão aí, por exemplo, os movimentos sociais que atuam junto à FAO, organismo da ONU que trata da alimentação e da agricultura, lembram sempre o direito do acesso à terra e do apoio ao desenvolvimento das comunidades tradicionais e da agricultura familiar como alternativas. Prefiro, por isso, ser taxado de utópico, não de conservador.”
“Uma relação neocolonial só se estabelece se colonizador e colonizado estão de acordo.” – lá no mundo do Marco Aurélio Garcia né .
Essa era a proposta dos tucanos: entregar o Brasil aos EUA e ficarmos dependentes deles eternamente, achando que eles nos ajudariam quando precisássemos. Vide a tentativa de venda da base de Alcântara.
E não venderam a base de Alcântara? Os tucanos iriam entregar em acordo para os EUA. O PT entregou para a Ucrânia via “parceria” entre a ACS gerida pelo Roberto Amaral e os ucranianos. No orçamento de Ciência e Tecnologia tem mais dinheiro para esta turma que para C&T (satélite e foguete nacionais). Tem muita diferença entre entregar para americano ou para ucraniano?
E MESMO NÉ….
VAMOS VENDER ENTAO PRA RUSSIA, CHINA OU TALVEZ CORREIA DO NORTE..
COM ELES SIM, SERÁ DIFERENTE..
O Lula é muito inteligente né! entregou a base para os Ucranianos!
Qto foquetes a portentosa base já lançou, os satélites brasileiros estão todos sucateados!
E agora o grande Pt faz o Brasil pagar alugar por sinal de satélites americanos!
“Por fim, não é questão de ser nacionalista, nunca fui.” Bem, neste caso, afinal como queres que se defenda a Nação? Isso de ser “cidadão do mundo”, não ter fronteiras, ator da globalização, soa bem mais como colaboracionista… Aberto e escancarado para o que der e vier. Não concordo contigo, pois sou nacionalista e defendo minha terra, pois outro não o fará… Se precisar empunhar armas para defender nosso país, será preciso ser nacionalista, gostar de ser brasileiro, ou estou errado? O nacionalismo é ainda a única maneira de defender o torrão natal, o resto é conversa fiada. Podia ter a dupla nacionalidade, mas prefiro ser apenas brasileiro…
Que lindo Nei. Você vai gurrear de fralda, ops! farda camuflada ou vai de fralda, ops! farda verdinha tradicional? Não seja ingênuo, defender o “torrão natal”???? De que? De quem? Pra que?
Creio que extrair de apenas uma frase, toda uma interpretação de idéias e pensamentos de uma pessoa, é no mínimo uma extrema presunção. O tema deveria ser melhor esclarecido por todos os mencionados. O sr. Marco Aurelio Garcia, bem como o Itamaraty do governo Lula colocaram o Brasil em patamar muito acima do governo anterior, com postura de país efetivamente independente. Antes, nos tempos do embaixador que tirava os sapatos quando chegava nos EUA, a “proposta” era ser dependente dos EUA e ficar sob suas asas (aliás, ainda defendem tal idéia). A tentativa ridícula da venda da base de Alcântara é prova disso.
Legal é ficar de joelhos para Ucranianos e bolivarianos kkkkkkkkkk
O nosso grande megalonânico ex ministro foi impedido de entrar, mas ficou com os sapatos no pé.
Nos dias atuais é entreguista quem não é nacionalista. As potências que desconstruiram esta nação estão em queda e uma nova se levanta para ferrar quem puder. Por que o Brasil não tem uma indústria automobilística? Por que levou anos para encontrar e explorar petróleo? Aos colonizadores nunca faltou quem colaborasse com eles. Delfim Neto, Juacy Magalhães e tantos outros, sem falar na parcela dos militares que ajudaram os Estados Unidos, pensando que salvavam o país do comunismo. A última trincheira do progresso está nas terras agricultáveis. Se forem entregues aos estrangeiros é melhor fechar o planalto e determinar em outra nação a sede do governo nacional.
Prá não falar do porque este país abandonou o transporte férreo pelo endeusamento do asfalto?? Um país com as nossas dimensões territoriais, tem uma malha ferroviária em frangalhos, com as Estações do interior de São Paulo em estado fantasmagórico!
Antônio,
Não é “malha ferroviária”, é FALHA FERROVIÁRIA …
Além de estar em frangalhos, ela simplesmente não existe no interior do Brasil e tão ínfima comparado a grandeza de nosso território…compare com os países industrializados de fato, veja os mapas…
Não precisa nem mencionar que toda essa história de ausência de ferrovias ‘nada tem haver’ com o fato de sermos escoadouro de produção…conceitinho básico de pré-vestibular…
Este Marco Aurelio, quando se trata de politica externa, so diz e faz bobagens. Junto com o Amorin inventou a diplomacia megalonanica, colocando o Brasil de joelhos diante da Bolivia, Paraguai, Equador e Venezuela. Hostilizou o EUA de Obama e nos alinhou com o Ira de Armajinejad. E lamentavel que tenha sido mantido no cargo pela Presidenta Dilma. Deveria ter sido defenestrado junto com Amrin, Franklin Martins et caterva.
Modelo de agricultura familiar? As pesquisas do próprio governo estão aí, indicando que a produção da maioria dos assentamentos agrários é próxima de zero, insuficiente para o sustento até dos próprios assentados, que dependem também das bolsas assistencialistas. Daí os defensores desse modelo de assistencialismo público irão dizer que também falta crédito (que quer dizer doação) e assistência técnica. Bom, depois de serem fornecidos tudo isso, ainda será necessário que o governo forneça a mão de obra para cultivar as terras dos assentamentos, e as redes para as varandas das casas doadas, para que os assentados assistam ao cultivo de modo confortável, já que eles tem direito ao bem estar.
Já foi a um assentamento ou a algum local onde se pratica agricultura familiar, Paulo? Já conversou com o pessoal que tem terra por direito mas tem que provar que não desmata mais do que pode, que não caça nenhum animal pra comer (por que é ilegal) e que não lança mão de defensivos (porque agridem demais)? Já conversou com pessoas que dizem que a agricultura de subsistência, com a legislação e a quantidade de pragas de hoje, é impossível se não houver algum tipo de assistência? E que quando não havia assitência passavam fome? Trabalhando tanto quanto você? Vá até lá. Converse. E depois conversamos.
Você simplesmente está concordando comigo: a depender da agricultura familiar, a menos que sejam japoneses ou alguns outros descendentes de imigrantes, passaremos fome.
Muito pelo contrário. Defendo a agricultura familiar, mas com subsídios sim. Afinal, os grandes agricultores só sobrevivem assim às intempéries do campo: com auxilio do governo. E pior: com taxas, valores e condições muito mais facilitadas.
Coisa incrivel isso, parece que o autor do post desconhece a história dos neo neo colonizadores brasiguaios que estão morando no corredor de uma br. Desconhece também os trâmites de negociação de commodities, afirmo com todas as letras, somente isso já acaba com o sei lá, sonho, delirio, seja o que for, de chineses, portugueses ou o que seja, de colonizar o país. Uma coisa é comprar terras, outra bem diferente é comercializar produção. Delirio puro. Que venham os chineses.
Israel começou assim. Foram comprando terras… Aqui estrangeiros vão comprar terras, depois eleger deputados, mexer na constituição, até tomar conta total. No sistema financeiro e imprensa já tomaram.
Parabéns Sakamoto.Acredito que a grande solução para o mundo seria cada ser humano ter o seu pedaço de terra, e nele plantar e colher as necessidades básicas para a sua sobrevivência e a dos seus filhos.Ninguém precisa de tudo isto que ai esta.Um pouquinho de comida e algumas roupas para nossas necessidades é mais do que suficiente.Voltaríamos a alegre vida de visitarmos nossos vizinhos, cultivando hábitos mais saudáveis.
Prezado Abreu, que bom que vc. pensa assim. Vamos aguardar a nr. 1 lançar o PAC da sobrevivência para todos os brasileiros. Assim poderemos fazer acontecer a sua sugestão de uma vida mais alegre, saudável e de doce far niente!!!
Parabéns!!!
Ali
Prezado Aliberto,
O PAC da sobrevivência não mais será necessário.Distribuiremos um pedaço de terra para cada brasileiro.Temos muita terra a vontade; improdutiva e produtiva.As pessoas passarão a plantar e colher seu próprio alimento.Abominaremos a carne que é extremamente prejudicial ao meio ambiente e ao desenvolvimento espiritual.Ninguém mais precisara gastar dinheiro com supérfluos, somente roupas para nosso uso diário.Terminarão os escravos nas propriedades rurais.As cidades ficarão limpas.E com tudo isso viveremos uma vida mais saudável e iremos rir de nossos amigos americanos e europeus que levarão aquela vida desgraçada de perdição do mundo tecnológico, aonde possuem aqueles elementos destruidores do sistema ecológico, como carros, ar-condicionados, computadores, cozinhas planejadas com gás poluidor da atmosfera.
Não veremos nunca mais aqueles cubículos patrocinados pela Caixa Econômica Federal chamadas Lotéricas, aonde as pessoas perdem o seu dinheiro ganho durante o mês para o único patrão do jogo do bicho legalizado no país e aonde os trabalhadores e os clientes ficam horas e horas a fio num calor insuportável para realizar o deleite da esperança maldita da riqueza que só traz a desgraça.
Ahhhh a vida do campo , com as terras bem distribuídas sem escravizar as pessoas …..que alegria…Não vejo a hora deste momento chegar…..
Espere o ore Irmão….
A tendência universal da humanidade é tornar-se urbana, e não manter-se no mundo rural. Reforma agrária é discurso do século XIX, já passou seu tempo. O agronegócio tornou-se um negócio às vezes mais complexo do que muitas outras atividades econômicas.
Vc se esqueceu de mencionar que toda a humanidade além de ser urbana, cada um vai ter seu BMW na sua garagem…
Vamos tentar o socialismo, porque nele todos vão ser iguais. O socialismo real que estamos vendo, miséria e morte, não é exemplo do real socialismo.
Mutatis mutantis, vivemos no capitalismo real,que mesmo com todas as suas desigualdades e imperfeições é bem melhor que o socialismo real, mas como sou utópico, no real capitalismo mesmo, todos teremos a BMW, hehehekkkrsrsrsuiuiuiu
Jose Abreu, existe um ditado que é mais ou menos assim: ” A desgraça do herbívoro carneiro, é o fato de o lobo ser carnívoro”.
Nobre Alex,
leia acima……espere e ore irmão.
Saulo Rivas, falou, falou e somente disse asneiras pretenciosas. Pobre aspirante a grande blogueiro
revisão: “pretensiosa”
Erivaldo ..
Meu caro Erivaldo ( belo nome !!) : não tenho pretensões a blogueiro ( não conseguiria vender minha alma e dormir tranquilo ) , mas exijo qualidade pelo que pago .. e pago pelo UOL ! Logo, como sou assinante posso e devo exigir qualidade. Temas exigem posições e muitas vezes discordamos delas: é para isto que existem espaços para discussão , não é mesmo ? O que não podemos é conviver com a indigência ao escrever e ao discorrer sobre estes temas!
O blogueiro é ruim demais , mas se esforça : isto mostra que ao menos tenta , mas tem tantos compromissos com o dízimo que recebe que caba por se perder entre um português de bicheiro e uma lógica difusa , para não dizer indigente.
Ao menos ele possui opinião , ainda que a tente disfarçar a todo momento. A você , fica apenas o triste papel da matilha , que a um estalar de dedos aparece ganindo contra todos que se oponham ao famigerado ” dono do blog”!
Para finalizar : “pretenciosas” , assim com “c” ? Que dizer ? Muito explicativo de sua formação e capacidade… Ah , corrigiu ? Puxa vida , hoje em dia até gente como você tem um dicionário ou corretor de textos…Sinal de modernidade : a tecnologia transforma “limitados capatazes” em respeitáveis escribas … Não seria diferente com o valente Erivaldo, o Homem que Vem a um Estalar de Dedos !…
Sr. Rivas, seria assaz útil preocupar-se mais com o conteúdo daquilo que escreves do que com o português alheio. Brandir o argumento de que pagas ao UOL e que por isso tens o direito de exigir isso ou aquilo de Sakamoto é risível, e seria ainda mais hilário não fosse o ranço reacionário e autoritário deste argumento mesquinho e patético. Também pago ao UOL e obtenho exatamente aquilo que desejo do “dono”deste blog, a saber, o exercício da liberdade de opinião e crítica analítica, além de posicionamento pessoal pertinente e interessante nada disfarçado. Que ele continue assim, com acertos e erros, pois ninguém é perfeito, e que o sr. e Maisvalia parem de insultar os frequentadores deste blog com este bordão ridículo de que pagam o Sakamoto. Esta patetice não é sequer engraçada.
Mas por que, então, exaltas um, o escritor, e fulminas o outro, aquele que discorda. Acabaste de escolher um lado. Julgaste, e com parcialidade.
Eu ajudo a pagar o japa, e por isso tenho o direito de falar. Se você também paga e não quer dizer, este é um direito seu, assim como aquele é um direito meu.
A mania dos esquerdos de quererem determinar o que pode ou não ser dito de acordo com suas idéias. Eu não sei onde eu agrido os leitores do blog ao fazer tal afirmação!
A patrulha da matilha é fogo!!!
Sr. Valdemar, que colocação mais pitoresca a tua. Escolhi um lado sim, mas é claro, e parcialmente sim, duplamente claro, vi e julguei, sem dúvida alguma! Ora oras, mas não é o que fazemos em nossa vida adulta? Ver, julgar, escolher? Eu faço escolhas todos os dias, sr. Valdemar, e visto que não sou o todo, mas apenas uma parte dele, escolho parcialmente, e pago o preço disso. Não fazes o mesmo?
Maisvalia, vc é de direita e escolhe um pseudônimo deste? Vc sabe o que maisvalia quer dizer? Cara, Sakamoto é pago sim, vc paga o UOL, eu pago minha tv a cabo, E DAÍ??? TUCANO SÓ PENSA EM DINHEIRO, que coisa mais impressionante. Tenho fé que algum dia vc irá entender que o Sakamoto é pago justamente pra te ultrajar, pra te surpreender, pra te entortar, ainda mais vc, com esse direitismo raso e tosco.
Sacou? Não, é claro que não…”não tá entendo nada, nada do que eu digo”…que pena, pq a graça de tudo está justamente aí, rapaz.
Vc esta pagando o artista e está perdendo o espetáculo. O azar é seu. Cara, seguinte, faz uma camiseta com isso estampado no peito: ” EU PAGO O SAKAMOTO, LA-LA-RI-LA-LÁ….LEIO TUDO O QUE ELE ESCREVE E SEMPRE ODEIO NO FINAL” ……HEHEHEHEHEHEHEH!!!!!
Caro Osvaldo : direita e esquerda são conceitos tão velhos quanto seu argumento amarrotadíssimo ao defender o blogueiro… desculpe , mas eu tenho o direito de exigir qualidade no blog de quem quer que seja , desde que eu seja assinante… se sua opção foi a de não exigir , só existem duas possibilidades : ou se acomodou em não exigir nada mais , nem mesmo o que lhe é direito , o que se trata de uma opção que temos de respeitar , ainda que seja bem limitada e lamentável ou senhor acha o material aqui excelente. Se este é seu caso só posso lhe dizer :meus pêsames , então.
Respeito pelo que outros que pensam diferentemente do senhor é ainda possível neste país, pelo menos enquanto gente como o blogueiro não for absoluta nesta nação.
Sr. Rivas, Direita e Esquerda são conceitos imorredouros (o sr. sabe o que é isso?)
Os realzinhos que o sr. e Maisvalia pagam ao UOL talvez não sejam suficientes para o cafezinho diário do Dono da Folha. Então, vamos parar com essa bobagem elefantina? A qualidade que eu exijo como assinante o blogueiro me dá em profusão, como eu já disse, análise crítica pertinente e posicionamento pessoal interessante, instigando o que é necessário instigar, mais não precisa. De que qualidade vc fala? Quem é vc pra dizer isso? De que autoridade vc se investe? Vejo arrogância e nada mais. E é vc quem vem falar em liberdade de expressão tolhida. Essa é boa, conta outra.
Se eu sou tucano, não posso ser de direita.
Só você sabe o que é maisvalia, né. Então explica para a boiada.
O nick é para isso mesmo, incomodar os arautos do outro mundo possível.
Eu gosto de dinheiro sim, você não, então não pode ser petralha. Pegue uma foto dos seus queridos políticos de 25 anos atrás e compare com hoje. Que evolução patrimonial. hein?
Eu sou de direita sim, da libertária, entendeu?
Cara, quem é você? Qual é o problema do nome do Erivaldo? Por que você não argumenta com inteligência e deixa de tentar desqualificar o outro ou nome ou, pior ainda, a forma como ele escreve? Sabe, não leio os seus comentários, pois vocês os joga pelo chão logo na abertura deles. Que pena.
Tente construir um debate com idéias e leia o texto da maneira pausada, deixe de pensar como propangandista. Não estmos em campanha eleitoral.
Ô sr “espantado”, desde quando ofendi o nome do tal” erivaldo “? Como sempre gente como você vê fantasmas onde não existem nada além de um nome excêntrico , mas interessante …tenho um grande amigo chamado … Erivaldo . Quanto a não ler os comentários , não o faça… se não quer ler o comentário , não leia ! É seu direito !E seja feliz !
A agricultura familiar é viavel em propriedades médias ou mesmo pequenas desde que o produtor e sua família tenham conhecimento técnico o suficiente para fazer da atividade agricola um modelo empresarial. Mesmo nos países europeus cuja maioria é movida a subsídios a pequena agricultura está em redução.As reformas agrárias que foram conduzidas nesses países há cerca de 50 anos atrás ou até mais, hoje estão retornando ao que chamam de “latifundiários” porque a atividade perdeu muito em atratividade e a pressão sobre os subsídios está aumentando.
Os ganhos com o aumento de produção costumam se diluir na queda de preços, isso tendo um órgão como a Embrapa que efetivamente conseguiu majorar a produtividade agricola do país.Dificilmente na Africa, cuja agricultura em sua grande maioria sempre foi de subsistência, se conseguirá resultados comerciais a curto prazo e talvez se enterre muitos milhões nessa tentativa até que retorne alguma coisa, como é o caso da “reforma agrária ” do Brasil que até o presente momento mesmo depois de 10 anos só conseguiu fazer desaparecer recursos dos quais o país não poderia prescindir.
Sakamoto, mais uma vez vc traz um texto brilhante com temas que “convocam” os leitores a discussão. Independente das opniões aqui expressadas -todos temos razão e tb não – vale sempre pela ótima leitura, tanto de seus textos, como tb de seus leitores. Bjs!
A utopia desconhece a quantidade e a complexidade dos problemas que envolvem a atividade agricola. FHC e Lula investiram bilhões na reforma agrária. Lula inaugurou placas e mais placas de universidades que nunca sairam daquele pedaço de lata. Investir na educação, na reforma agrária, na agricultura, na saúde, etc… Pensando bem, bem treinado, até papagaio fala.
SEM RESPOSTA,
POBRE SAULO
Caro sr.Erivaldo , a gente conhece o sujeito pelos lados que escolhe… porque bons e maus escolhem lados , o senhor escolheu não os ter … como uma massa amorfa desliza nos comentários repetindo chavões que lhe são impostos à mente ( ??? ).. Seria patético , não fosse hilário !
Sr. Rivas, percebo que não entendestes a resposta do sr. Erivaldo, portanto eu o ajudo agora de bom grado. Ele não se animou a te responder a contento não pq não tenha um lado, nem pq seja amorfo, mas sim pq considerou que o sr. não vale a pena este trabalho. Está mais claro agora? Fico feliz em ajudar(:-)
Sr Osvaldo : sua cartilha todos conhecemos… ela é a cartilha da matilha do blogueiro, gente que se satisfaz em destruir tudo que não seja um sonoro ” amém “.
De ignorância , arrogância e truculência , sem dúvida o senhor entende bem… pode começar a me explicar , mas lhe asseguro : não conseguirei nunca , nem de longe , ser tão competente e capaz nisto quanto o senhor !
E nem poderei lhe pagar tanto quanto o dízimo que recebe , para defender o indefensável e para repisar as pessoas que ousam discordar… E eu que achei que os “sargentos-getúlios” de nosso país haviam ficado no século passado !
Bom, tenho a impressão de que o sr. me elogia a capacidade de debatedor e ao mesmo tempo me denigre por esta mesma capacidade estar do lado ou a serviço do que não lhe agrada. Agradeço por um e lamento pelo outro, fazer o quê? Acontece. Denegrir-me, no entanto, não eleva o nível de sua argumentação, pois é recurso fácil e pobre. Eu não sabia que estou sendo pago por expressar minha opinião, onde pego a grana?(:-) Vcs precisam pensar menos em dinheiro, a vida não é só isso. Fundamental mesmo é saber o que exatamente professamos com nosso discurso. O que o sr. professa quando lembra a um jornalista (cuja condição essencial para o bom exercício de sua profissão é a independência) que ele é “pago pelo sr.” para fazer o que está fazendo? A mim, isso sim, soa arrogante e truculento. Combato isso enfáticamente por convicção pessoal e dever de cidadão, é um grande prazer, eu jamais cobraria por isso. As melhores coisas da vida não são pagas.
Sr Osvaldo , a sua interpretação é única ! E desde quando se questiona a independência – que alías ele não tem ? O questionamento é sobre QUALIDADE ( de texto , de argumentos , de conteúdo , de abordagem , de centrismo da mensagem , etc ) , palavra difícil de entender para gente como o senhor !Somente alguém tão merecedor da estrelinha de ” sou amigo da matilha do Sakamoto ” conseguiria este brilhantismo interpretativo… parabéns , sr Osvado, “o Homem 2 que Vem a um Estalar de Dedos ” !!!
Andro Cholt, minha interpretação das coisas é sempre única, agradeço o elogio. Ser o número 2 não me interessa em lugar algum. A única estrela que uso é a minha mesmo, não preciso emprestar uma de ninguém.
O sr., o sr. Rivas e Maisvalia tem o peculiar hábito de referirem-se aos demais usando nomes de animais, como matilhas, boiada, e por aí vai. Esse menosprezo ao outro demonstra bem o nível de vossa educação e radiografa melhor ainda vossa orientação política. Eu disse e repito, debato por puro prazer, não estou aqui pra puxar o saco de ninguém, mas cerro fileiras sempre com o que considero correto e pertinente. A qualidade do trabalho do jornalista em questão é invocada como pretexto para o exercício de intimidação rasteira de uma ordem que nada tem a ver com exigência de melhoria de produto. Ao invés de reclamarem por mais “qualidade” do autor neste espaço, melhorem vcs vosso respeito, vosso conteúdo, e valorizem mais a participação virtual neste fenômeno novo que é a interatividade emissor-receptor, algo que inexistia antes da internet. Já que ocupam este espaço interessante, comecem tentando pelo menos referir-se as pessoas como pessoas.
Texto no mínimo de passagem estranho.
Ainda bem que deixei de assinar o uol, pois pagar para ler textos cuja autoria parece ser de estudantes do ensino médio não dá, pois a construção do texto está ruim.
O título basicamente não tem relação com o assunto que é desenvolvido na argumentação.
E agora peço desculpas, assunto não! Assuntos! Pois o texto começa com um e após isso vai pulando de assunto em assunto.
Sem levarmos em consideração a conclusão que foi no mínimo fraca.
Agora esquecendo um pouco a forma como foi escrito e tomando pelo menos o assunto inicial.
O Neocolonialismo foi um processo que se deu início há mais de um século.
Aquele neocolonialismo de hoje não tem espaço no mundo atual.
Os Estados são absolutos. São eles que fazem suas próprias leis e as executam. Se assim não fosse, não existiria mais morte por apedrejamento ou enforcamento no Irã por exemplo.
Então se um país consegue dominar parte de outro da maneira como você exemplificou com a China, é porque o país deixou.
Porque se ele quisesse, ele criava leis para controlar a aquisição de terras por estrangeiros. E se fosse um caso mais extremo, ele nacionalizava novamente a terra (que é um bem do país assim como seus recursos mineirais) e ainda pagava o quanto bem entendesse (vide caso da Petrobrás com a Bolívia, vide caso do governo brasileiro que quando precisa de terras para obras simplesmente as desapropria e paga apenas o valor venal).
Então sim. Se houver neocolonialismo nos dias de hoje, foi porque um governo permitiu. Talvez não porque é interessante e bom para a população, mas talvez (e com certeza) porque favorece uma pequena elite.
Senhor Morales…
No mínimo estranho um filho se rebelar ao seu pai…
Se meu filho quiser sair de casa, se quiser fumar maconha, se quiser se parar de estudar, se quiser decretar que seu quarto não precisa ser arrumado, se quiser gritar ao léu, a mamãe aqui vai deixar né…
Ops, desculpe, esqueci que a relação entre nações não tem nada haver com relação pais e filhos e muitos menos que o colonialismo e o neo colonialismo “não tem lugar no mundo de hoje…”
Ah é… somos todos soberanos…
É como diz a Lei de Grave: “Se você faz algo à prova de idiotas, o mundo criará um idiota melhor.”
Oh, céus! Aí vamos nós de novo. Está claro que Garcia pensava em governantes ao referir-se a comum acordo entre colonizador e colonizado. Desde quando, na história da humanidade, “povo” decidiu alguma coisa? Povo serve para trabalhar, pagar impostos e servir às elites. Sempre foi assim, e sempre será. Vejam os modelos de religião que as pessoas seguem, os diferentes tipos de governo estabelecidos, as instituições sociais que temos, as equipes esportivas, e as empresas. Sempre há um “líder” — amado ou não — e o povaréu (súditos, população, empregados, “membros da equipe”, etc.). Mesmo nas democracias, onde o povo vota, também não decide, uma vez que este tem opções pré-determinadas para votar. Portanto, Sakamoto e cia., adequem-se ou sejam extintos, mais cedo ou mais tarde! Ah! extinção existe de diversas maneiras, mas não é assunto deste blog que ora comentamos.
Boa!
Faço uma proposta:
Nós, como provedores de lucro do patrão do Sakamoto, devemos exigir a este elitista individou um generoso aumento de salario ao Sakamoto, pelo seu brilhante texto.
Parabens pelo texto! É sem dúvida realista e verdadeiramente atual.
Parabens tambem pela coragem de falar a verdade, e de se recuzar a ficar puchando o saco como queria o seu patrão de pessoas deploraveis como o DEMosteles Torres e seu aminho mafioso GILMAR MENDES.
não há nada que sugira que, uma vez deixada sozinha, algum país da África desembocasse em democracia
Chesterton para fazer afirmações deste tipo é preciso conhecer profundamente a dinâmica geopolítica da África, onde o eurocentrismo ignorou nações na construção forçada de países, tanto na África Subsaariana como na África “Árabe”, vamos dizer assim. Talvez as consequências dessas ações aflorem na sua afirmação. Entendo que isto não pode ser o destino da África e certamente não será.
Chesterton…
Até eu na mais profunda burrice de minha visão brasilcentrista sei que nem tudo termina em democracia….
Só sei que tudo termina em samba, carnaval e futebol…
Um pouco de noções de antropologia vai bem pra nós, não?
Por onde andarão os estudos de africanidades, hein? Ah Daomé e Benin, nagôs, geges, iorubás, por onde andarão suas riquezas e domínios pré-coloniais invisíveis a nós criaturas embranquecidas pelos domínios intelectuais paradigmáticos pós modernos…
Oh chest, desculpe, esqueci que o Brasil nada tem haver com a África e que somo maioria branca…portanto devemos reforçar ou retrollar mesmo as questões européias e nossa cultura judaico-democrárica-cristã…pós ateniense e romana…
Ah esse estado democtrático (excludente) de direito, a mais perfeita e íntegra ditadura da maioria…
Portanto?
A biblioteca mais próxima resolve?! Setor sociologia, antropologia para principiantes…
Eu acho que o país está entrando numa fria! Tudo bem, hoje está de vento em popa, mas e o futuro? O Brasil esta voltando no tempo, esta se tornando um país de cultura extrativista, preocupado em ganhar dinheiro (custe o que custar) entrando nessa de super vendas em commodites enquanto nossos clientes (China principalmente) nos vende produtos de alto valor agregado. Estamos ficando para trás no quesito de desenvolvimento tecnológico. Tudo vem de fora, pronto para o uso, maneira fácil de enganar o povão ! Enquanto lá o trabalhador ganha bem, aqui, a maioria vive de empregos de baixos salarios que para comprar qq coisa, tem que pagar em longas prestações! O que adianta termos faculdades de nivel internacional, se os cerebros que lá se formam, se mandam por não ter trabalhos a altura de sua capacidade e principalmente de sua criatividade? Brasil produz herois mortos, pois não existe aqui, mercados para herois e sim para covardes que trocam o civismo de um país prospero, pelas suas vaidades de ficar rico em terra de pobre, raciocínio infelizmente de pura ignorância e arcaica em que o povo, infelizmente mal instruído, os aceita por muitas vezes contra, sem forças para enfrentá-los, e os transformam em reis para tomar frente os rumos deste país manchado de descalabros e de falta de respeito com o povo. Peguem um onibus ou metro em S.Paulo pela manhã ou à tarde ou veja como é o atendimento medico as pessoas carentes em todas as região do país, uma vergonha Nacional ! Estou torcendo para o pré-sal dar resultado, caso contrário, temo pelo nosso futuro e de nossos filhos! Vai todo mundo plantar batata, café, mandioca, que serão uma das poucas atividades para se ganhar dinheiro.
Depois de ler os comentários acima, não todos, mas alguns, fico espantado. As respostas e o entendimento do texto estão prontos antes do fim da leitura. Sakamoto, você diz que a briga por terras será uma realidade dentro de poucos anos, seja através da posse, direta, por compra, seja pelo comprometimento da venda da produção futura, também teremos a briga pela água potável, que o agro-negócio, além da indústria demanda com uma voracidade sem medida. Voltar a ser um mero exportador de produtos primários é uma ameaça que paira no futuro do país, aí no médio prazo… Ao Brasil não é reservado um lugar entre as grandes potências nos próximos vinte anos, não é verdade? Por mais que doa, sabemos disso. A opinião do senador Demóstenes Torres apenas mostra a visão dele, e não é uma posição neutra. Novos nomes, mas é a velha questão agrária, ainda não equacionada no país.
Sempre haverá conflitos entre proprietários e trabalhadores no campo, capital versus mão-de-obra. O grande capital, no campo, age como na cidade e na indústria. O maior acaba por engolir o menor. Não é simples resolver esta questão. O texto toca num ponto que é crucial para entendermos o desenvolvimento do país, e não há simplicidade que dê conta da complexidade da sociedade brasileira, que faz com que convivamos com empresas de tecnologia de ponta e esgoto a céu aberto no mesmo lugar. Quanto ao neocolonialismo, para alguns países de primeiro mundo, sem terras e sem recursos naturais para explorar, dominar a tecnologia parece ser o grande trunfo para manter-se na ponta. E a agressividade nas negociações, seja no campo das finanças, das tecnologias, pela posse das patentes ou pela eleição de que tipo de trabalho o país realizará dentro do cenário mundial, assim como no agro-negócio, será uma luta selvagem. A poluição das águas potáveis, das quais possuímos reservas consideráveis, também aponta para um gargalo para o tipo de sociedade (e seu modo de produção…) que vivemos hoje, extremamente voraz no consumo de água. Com certeza estão de olhos em nossas terras e em nossos aquíferos, como o Guarani.
“É fundamental entendermos que diante desses pressupostos que implicam em dicotomias que dilaceram a amplitude dos fatos, tudo pode ocorrer de forma sintomática em acordo com as agruras de olhares profundos acerca deste tema que tratamos, por isso considero que fundamental esses conceitos que defendo enfaticamente”.
Este “belo” texto é em homenagem aos que só falam “abobrinhas” em seus “comentários” acerca do Blog.
Mais uma vez, parabéns Sakamoto pela visão, pelo posicionamento e pela clareza em expor em poucas palavras temas complexos de nossa realidade.
Dr.Leonardo Sakamoto só o fato de seu artigo gerar discussão, é prova que está constituido de interessante conteudo, ate´o chingaram de japa para desmerece-lo o que é lamentavel e atitude grosseira,,,O que me deixou preocupado é no final do artigo…diz ” Ares de guerra por terras aparecem no horizonte e não vai ser algo bonito de se ver.”.Tenho observado que mesmo nos paises africanos inclusive algumas regiões do nosso país mesmo passando grave problema de fome estão razoavelmente vestidos , o real e grave problema mundial poderá ser a produção eo controle desses alimentos, existe até relatos biblicos sobre o estoque e controle de alimentos …peço ao senhor use de sua sabedoria e escreva e aprofunde na analise desse grave problema… Se for possivel gostaria de receber sua resposta sobre a sugestão..OBRIGADO
Marco Aurélio Garcia…ah, aquele senhor de óculos e barba branca que ficava logo atrás do Lula nas entrevistas de temas menos populescos, soprando o que a anta devia dizer e balançando a cabeça afirmativamene enquanto o safado pagagaiava tudo como no script…Já vi muito esquerdóide de discurso enviesado e desonestidade intelectual daquele tipo na faculdade…
Gente, vamos comentar as idéias do texto, ficar a falar mal de uma ou outra personagem do governo é fazer fofoca, e isso é perda de tempo com bobagens. O tema do texto é bastante desafiador, pena que a maioria nem o perceba. O mundo vive uma situação de mudanças, os países do terceiro mundo sabem que são possuidores de recursos naturais sobre o que os donos do mundo só fazem crescer os olhos. A expressão neocolonialismo vem de encontro às artimanhas e estratégias que os países ricos usam e abusam para dobrar os mais pobres, porém possuidores de jazidas minerais, petróleo, lítio, como no caso do deserto de sal do Chile, disparadamente a maior reserva conhecida desse mineral, vital na indústria de computação e de comunicação. O Brasil possui também terras agricultáveis em imensidão, onde se planta aquilo que os europeus e outros precisam para sua própria produção pecuária e leiteira, como soja, milho e outros grãos. Essas terras têm que ser utilizadas com sabedoria, pois a erosão de culturas mal planejadas, que apenas olham para o lucro, carreiam para o leito dos rios resíduos de defensivos agrícolas, alguns já banidos do primeiro mundo, contaminando irresponsavelmente rios e reservatórios subterrâneos de água doce. Garantir a produção a qualquer custo pode ser uma atitude desastrosa no futuro, pelos efeitos nocivos que possa acarretar. É legítimo exportar, produzir para os mercados consumidores ávidos de recursos, mas não podemos assumir riscos e repetir os erros de passado recente, quando, com recursos de um fundo chamado 157, vários projetos de reflorestamento redundaram em fracassos, como as plantações de babaçu e mamona, que se mostraram improdutivas a um nível comercial e foram abandonadas. Quem espera soluções simples é muito inocente, e o senso comum leva à ilusão de que temos de produzir de qualquer jeito, que o lucro compensa. Mas ninguém restaura uma área degradada, após um desastre econômico e ecológico. Por ora está bom…
Parabéns sakamoto,seu texto está muito bom,como sempre.
Ao senhor Rivas,sua critica é repleta de senso comum e o texto é pobre em idéias.Sugiro continuar tentando,quem algum dia com o exercicio, se faça compreender com clareza.
Ah , sem dúvida , cara Mariana … nunca conseguirei ser tão servil como a senhora , mas continuarei tentando , pode deixar !
Eu sou um grande adepto do senso comum, coisa rara nos adeptos do outro mundo possível,hehehekkkrsrsrsrsuiuiuiuiu
Pois é maisvalia, isto só mostra o quanto és patético.
Isso é perceptível, maisvalia, apenas não posso concordar…
Realmente, quem tem bom senso é patético, bom é ser sonhador, e as mortes que vem junto são apenas um detalhe….
Quantas ofensas pra que, voçes estão debatendo o que? estão fugindo do assunto principal e partindo para a agressão pessoal, isso pra mim e falta de educação, afinal todos tem o direito de se espressar como lhe convem
O Sr. está certo, Sr. Odair.
Frequento o espaço do blog do Dr. Sakamoto de forma não cotidiana, mas quase sempre, quando eu aqui compareço, vejo que as pessoas se engalfinham em ofensas pessoais, sem aprofundar as discussões dos temas.
No post anterior a este, encontrei-me imerso em um confronto com um frequentador do blog, um tal “maisvalia”
Verborrágico e mal educado, comporta-se como um menino birrento que mostra a língua quando lhe negam o que desejava.
Ele pratica constantemente a rotulagem de seus contendores, seguindo um formato de raciocínio viciado e tautológico.
Fica dando voltas em torno de si mesmo, como um cão raivoso que persegue a própria cauda.
É irônico, para uma pessoa que diz valorizar tanto o próprio tempo, perdê-lo assim, propagando falácias e refugiando-se no reducionismo simplista dos rótulos ideológicos.
Assim como ele, vários outros que aqui aportam, talvez devessem aprender a debater, sem ofender as pessoas, debater as ideias, argumentar de forma correta e limpa, sendo intelectualmente honestos com os outros e consigo mesmos.
Se fizessem isso, talvez pudessem oferecer soluções para os problemas e assim, valorizar mais o tempo de todos os que aqui comparecem, inclusive o tempo deles mesmos.
Senhor Luis Roberto..
Só um Adendo…
“Um cão raivoso perseguindo a própria cauda…”
Por acaso já leu algo de um pensador hindu (que não gostava ser chamado como tal) chamado Krishnamurt? Esta referência está em boa parte das declarações dele sobre a conduta humana…
Sr. Luiz Roberto, sua definição impagável do Maisvalia só é superada pelo seu ótimo português, parabéns, foi um deleite à parte, pois já não se encontra com facilidade pessoas com esse domínio vernacular. Se não fores um profissional da área, sinta-se parabenizado em dobro. Permita-me apenas discordar respeitosamente de sua opinião em relação aos debates. Creio ser essencial a existência de pensamentos díspares, pois a uniformidade completa de opinião é a raiz do fascismo. Neste sentido a presença de Maisvalia, Rivas, Varistor e vários outros é enriquecedora do debate, mesmo que às vezes apresentem argumentos não tão ricos (:-), ou sejam irônicos, ou cínicos, não importa, o fundamental é o embate democrático. A presença de algum humor e picardia não creio condenável, pois denota inteligência, ainda que atrevidos ou ligeiramente ofensivos aos pudores mais elevados. Seria melhor, claro, que os debates se travassem com educação e cavalherismo, mas caso tal não ocorra sempre, ainda é preferível que debates sejam conduzidos imperfeitamente assim do que assados no fogo do autoritarismo. Concordo inteiramente com a total supressão de comentários racistas ou incitadores de ódio, pois estes não ajudam em absolutamente nada não valendo o espaço que ocupam. Destarte vejo que Sakamoto, dada a assiduidade e potencial opinativo de seus leitores, poderia bem pensar na possibilidade de abrir um portal para melhor acomodar este fluxo de ideias e opiniões que consegue agregar neste blog, prova maior de que seu jornalismo tem consistência para tal.
Sra. Márcia Valéria,
Sim, eu já li Krishnamurti e conheço um pouco da história e dos propósitos da Sociedade Teosófica.
Há muito o que se refletir a respeito do que Krishnamurti deixou para a humanidade, mas esse blog talvez não seja o melhor espaço para discutir essa questão.
O que eu disse a respeito do comportamento das pessoas, talvez tenha alguma proximidade com o pensamento de Krishnamurti e agradeço por sua atenta observação.
Preocupa-me sobremaneira o apego que as pessoas têm a esquemas e modelos de pensamento, que as aprisionam em armaduras isomórficas e o fazem de tal maneira, que não percebem, no calor de suas batalhas, o quão semelhantes são em sua humanidade, em sua incompletude, em sua falibilidade, seus erros de julgamento, seus preconceitos e seu sectarismo.
Distanciam-se da verdadeira necessidade de todos, que é discutir para buscar soluções.
Dissentir é saudável e necessário, muito do progresso humano nasceu da discordância e do inconformismo, mas fincar o pé e dizer: “daqui não saio, daqui ninguém me tira”, é infantilidade que seria risível, se não fosse triste e rapidamente se transforma em feroz intolerância.
Abraços.
Senhor Luis Roberto
Vamos lá…
Sabe o quanto me agrada saber seu dedicado apreço pelas causas humanitárias e seus vínculos com as vertentes do mais moderno e extraordinário pensador (embora assim possa ser contra-censo o chamá-lo dessa forma, pois Krishnamurt declarava que não seria pelos processos do pensar a forma ou maneira de chegarmos ao tão proclamado autoconhecimento -raiz, caule, folha e flor do conhecimento e sabedoria hindu e suas filosofias-religiões) e também sei que esse seria o último espaço que se deveria sonhar com semelhantes noções que nem um cachorro abanando a cauda (como disse FDA anteriormente) trariam a um dono qualquer, tão subordinados que somos a maioria pensante que segue aos mandos e desmandos do pensar de um mestre de direita ou esquerda qualquer…
Como não sei se acompanha a história da seção comentários daqui do blog já te conto que parte destes nossos fiéis companheiros leitores (ou não leitores comentaristas do blog) vieram de outros blogs de política, pois se pesquisar lá na memória do blog rapidamente (não desperdice muito tempo com isso, é claro) para propositalmente irromper uma série de questionamentos e diálogos de alguns leitores que vinham aqui nesta seção tratando de assuntos perigosos para o Brasil, pois deve saber que há sim um orquestramento para que as coisas neste país não se deflagrem pra qualquer movimento político de conscientização das mazelas sociais aqui presentes e que as tão prezadas e perseguidas soluções para a problemática que aqui se instala tem causas na dominação/espoliação/pilhagem que violentam nosso território e nossa soberania pessoal e governamental por parte das elites e ou grupos financeiros internacionais que furtam não somente nossas riquezas, mas também a ‘alma do nosso pensamento independente’.
Assim, o achincalhe destes como mais valia ou menos valia e outros que o valham é possivelmente a atitude que se corrobora para que se desmonte qualquer intenção como o do Senhor e outros comentaristas do blog com qualquer caricatura de seriedade se debandarem daqui, pois a melhor forma de se impedir que as mudanças sócio-políticas se produzam é instaurando a bandalha e bagunça, como eles aqui o fazem.
Foi assim que os melhores comentaristas daqui se debandaram, como FDA, Abuláfia, Ernesto, com propensões à filosofia e política cansaram e se foram de toda esta bagunça instaurada com a anuência de nosso jornalista que permite que o caos se instale nestes termos, infelizmente.
Sr. Osvaldo,
Agradeço pelos elogios feitos à minha pessoa e à minha habilidade com a língua portuguesa.
Devo entretanto, honrar aqueles a quem devo o desenvolvimento de tal habilidade, meus professores Dr. Oiliam José e Geraldo Vasconcelos Barcellos, membros da Academia Mineira de Letras, de notório saber humanístico, filosófico, literário e histórico.
Também devo honrar a professora Maria Aparecida Lintz Machado Silva, que me apoiou na aventura de descobrir a literatura, sem preconceitos e sem fronteiras.
A todos, de público agradeço.
“Foi assim que os melhores comentaristas daqui se debandaram, como FDA, Abuláfia, Ernesto, com propensões à filosofia e política cansaram e se foram de toda esta bagunça instaurada com a anuência de nosso jornalista que permite que o caos se instale nestes termos, infelizmente.”
Se não aguenta o tranco, não comente, mas por favor, nunca me dirigi a VOSSA EXCELÊNCIA, então não escreva meu santo nome em vão, hehehekkkrsrsrsuiuiuiu
BOI PRETO CONHECE BOI PRETO. Isto não é da Academia, é da vida mesmo.
Senhor maioumenos vailia,
Grata por ter lido minha resposta ao senhor Luiz Roberto, pena que eu não perca meu tempo de ler os seus….
Não precisava se dar ao trabalho…
Mas lembre-se, qualquer dúvida é só perguntar…No auge dos meus quarenta e lá vai fumaça ainda me resta um pouquito de paciência para os de pouca, mas muito pouca idade, tenho muita experiência com o povo da educação infantil…
Tudo de bom.
Bois de todas as cores se reconhecem mutuamente, é fato.
Também é fato que os bois de todos as cores e naipes compartilham um comportamento, que se não podemos dizer que seja filosófico, pode ser demonstrativo de sua natureza bovina:
Os bois defecam quando andam e desta forma, distribuem aleatoriamente suas fezes.
Lembrando Lavoisier, na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Assim, mesmo as fezes dos bois, transformam-se em esterco e podemos usar o esterco bovino para adubar roseiras e delas extrair perfumes que trazem prazer aos nossos sentidos.
Por isso leio os comentários, mesmo os desagradáveis aos sentidos, os nauseantes, os pestilentos, os menos válidos em substância e efeito, porque como os jardineiros sabem, as roseiras cumprem seu papel e do pior esterco, ainda pode sair alimento para mais uma rosa.
Então me respeite, porque sou mais velho que você. Se não me importo com você, faça o mesmo você também e pare de patrulhar os que não vêem o mundo do seu ponto de vista. Eu não brinquei com seu nome ou nick, mas você o fez, para mostrar superioridade, em quê?
espressar é tomar café espresso.
Dois pedantes se entendem ao tomar café expresso, hehehekkkrsrsrsuiuiui
Quanto mais a gente reza , mais assombração aparece… De que catacumba veio esta tchurma do expresso..ou será espresso … ou será expreço … ? Acho que significa : têm preço , pode-se comprar , e , amigo mais-valia , neste caso destes senhores , bem baratinho !!!!
Breve definição de “Pedante”:
- Qualidade ou característica daquele que é Pedante; Qualidade ou característica daquele que age com extrema arrogância, vaidade e alardeando conhecimento ou qualidades que em fato não possui; é a necessidade de auto-afirmação.
Se o sr. “maisvalia” quer me rotular como “pedante”, deveria ser capaz de duas coisas:
1) Provar o que afirma e isso implica em provar que não tenho o conhecimento que demonstro quando aqui escrevo meus comentários. Aviso-o, desde já, que essa é uma batalha perdida, já que eu efetivamente tenho o conhecimento que demonstro.
2) Provar que tenho necessidade de auto-afirmação, tarefa também inglória, porque para isso deveria conhecer a estrutura de minha personalidade e não me consta que o sr. “maisvalia” seja capaz de tal feito, pois não se sabe sequer se tem a capacitação profissional para analisar a personalidade de outrem.
O filósofo francês Montaigne apresentou, há bastante tempo, uma interessante reflexão a respeito das diferenças sutis que existem entre o que é chamado de “erudição” e o que o senso comum denomina como “sabedoria”.
Para grande parte das pessoas, “erudição” e “sabedoria” são tão próximas em significado, que quase sempre são tomadas como sinônimos e assim, é bastante comum que se diga que uma pessoa sábia é uma pessoa erudita.
Mas para Montaigne, não é bem assim: ele disse que um erudito é um indivíduo que detém o domínio de um certo conhecimento, ou mesmo um acervo de vários conhecimentos distintos e carrega consigo seu estoque de conhecimentos como se fora um patrimônio pessoal.
Essa definição de Montaigne serve bem às pessoas que acumulam conhecimentos apenas para retê-lo para si e quando saem à rua, enfeitam-se com seus conhecimento como se jóias ou adereços fossem.
A crítica que Montaigne faz é para aquelas pessoas que apenas estocam saberes, mas não os utilizam para preparar a si mesmas e a outros para a vida.
Sou um professor e todo o meu estoque de conhecimentos sempre esteve e sempre estará à disposição de meus alunos e de todos os que desejarem compartilhar comigo.
Assim, tentar rotular-me como pedante é injurioso, denota um desrespeito, preconceito e uma intolerânica muito grandes, que entendo como manifestação, talvez tardia, de uma pessoa submersa em seu egoísmo, em um rancor subterrâneo contra os que, por méritos próprios e muita dedicação, se preparam mais e melhor para viver em uma sociedade plural, aberta e diversificada.
Leia Locke: Cartas acerca da tolerância.
Não, senhor Saulo Rivas,
Não se pode comprar o que não está à venda.
Se o sr. não é capaz de entender isso, eu lamento muito.
Trata-se de ser digno, ter dignidade e sendo assim, respeitar o outro e suas opiniões e formas de expressão.
O erro de grafia do Sr. Odair é comum, como ser humano ele é tão falível quanto o sr. e quanto eu.
Eu procuro escrever de forma correta, tenho um bom estoque vocabular, mas assim como o sr., posso me enganar, ser vitimado pela pressa ao digitar uma palavra qualquer.
Desqualificar o oponente porque ele cometeu um erro de grafia é ser intolerante, ser autoritário e cercear desta forma o direito do outro à manifestação de suas ideias.
Procuro ser respeitoso e educado com todos aqui, mas é meu direito e não abro mão dele, exigir reciprocidade e ser tratado com respeito e educação por quem comigo dialoga.
Há vários discursos possíveis, variadas formas de elaborá-los e levá-los a público e fazer isso é para mim algo intrinsicamente bom, porque acredito que uma discussão saudável, educada e produtiva traz benefícios a todos os que estão dispostos a enfrentá-la.
Mas o respeito e a educação deveriam ser a norma básica, alicerce e pedra angular para todos os que querem construir soluções e oferecer aos demais o conhecimento que porventura tenham.
Não creio, sinceramente, que estou propondo algo impossível, ou além das capacidades pessoais do sr. e de seus amigos.
E para que não se diga que não tenho bom humor, uma proposta:
-Encontrem em minha resposta a palavra que está grafada de forma incorreta.
Não é difícil!
Caro sr Luiz Roberto , nem estava me referindo ao senhor… logo , desencane !
Quanto ao bom humor , sem dúvida o senhor não o tem , mas também a mim não me interessa , logo desencane também.
Debater é uma tarefa que se escolhe o contraponto : não é meu caso em relação ao senhor também, pois não temos questões que considere válidas disto ou instigantes entre nossos pontos-de-vista. Logo , desencane , mais uma vez !
Ainda bem que ele não é pedante, imagine se fosse!, hehehekkkrsrsrsuiuiuiu
Como fala o supremo guia, desencarne.
Srs. Saulo Rivas e Sr. “maisvalia”,
Do primeiro, devo lamentar a descortesia, pois é realmente lamentável que um ser humano adulto prefira a descortesia à polidez, sendo esta uma pequena virtude, que logo na primeira infância os pais zelosos transmitem aos filhos.
Dar-lhe-ei o benefício da dúvida, pois desconheço sua formação familiar e não pretendo ser de forma alguma injusto com seus pais, a quem também desconheço.
Ao Sr. “maisvalia”, lamento, por sua vez, a incapacidade de compreender o que vem a ser “pedante”, desprezando a lição de Michel de Montaigne, filósofo mais culto e profícuo do que nós ambos.
Meu caro senhor, eu não aceito seus rótulos, quaisquer que sejam os que vier a atirar contra mim.
Se não está preparado para debater educadamente, tente agir como um cavalheiro e decline da contenda de forma polida.
Ao senhor também devo lembrar que a polidez não retiraria em nada o brilho de sua argumentação, caso deseje realmente argumentar de forma sólida.
Será respeitado pela solidez de seus argumentos, como sucede com o Sr. FDA, a quem já parabenizei, por construir de forma consistente uma argumentação válida.
Se pretende apenas agredir ou desqualificar seus oponentes, respeito não lhe advirá disto, mas apenas comiseração pelo tempo perdido e pela birra renitente de um adulto que se comporta como um adolescente desembestado.
Agora temos o segundo mandamento, ou talvez seja o primeiro, do Antigo Testamento do Deus MaisValia…
Retórica à parte, quem se apresenta como se fosse uma entidade divina, está no ambiente errado.
Somos todos humanos aqui, com nossas carências e suficiências.
Apresentar-se como se fosse um ser superior é infantilmente pretensioso, de uma arrogância descabida e fútil, que beira o tragicômico.
Em benefício do pretenso ser divino, podemos considerar talvez a possibilidade do deliberadamente farsesco, do burlesco.
Talvez seja isso mesmo, um indivíduo que tangencia a burla, a farsa de si mesmo para elaborar de forma suportável o seu próprio estar no mundo.
Um mundo que ele não quer que mude, que se transforme, porque não sabe como lidar com a dinâmica da mobilidade.
Falta-lhe a compreensão da frase magistral de Heráclito: “Nada é permanente, exceto a mudança”.
Assim, colocar-se como um ser divino aproxima-o de um dos atributos mais caros à definição dos seres divinos, que é a imutabilidade.
Mais/menosvalia quer viver em um mundo que não mude, que se mantenha do jeito que ele consegue entender, um mundo pouco complexo, que não precise de muitas explicações, onde os lugares no cenário são previamente marcados por ele.
E quando as figuras irrequietas no cenário começam a se mexer demais, quando o vento balança as cortinas na direção contrária, mais/menosvalia se aborrece profundamente, xinga, esbraveja, clama contra a mudança de cenário e vocifera impropérios contra tudo e contra todos.
Por que a grama insiste em crescer, por que o sol nasce, por que as pessoas lutam por uma vida melhor, se isso vai mudar o mundo que mais/menosvalia não quer que mude?
Quais serão os outros mandamentos sagrados do mundinho estranho que mais/menosvalia quer que nós habitemos?
Mais/menosvalia quer que voltemos ao modelo ptolomaico de descrição do Universo, aquele determinismo geocêntrico, com as estrelas fixas no firmamento e astrólogos fazendo previsões sobre catástrofes e colheitas.
Infelizmente para ele, Copérnico, Galileu, Isaac Newton, Johannes Kepler e outros jogaram ao lixo o modelo de Ptolomeu, Einstein relativizou nossa existência e o mundo muda cada vez mais rápido e nenhum mandamento do pretensioso mais/menosvalia pode segurar as mudanças que sempre virão.
E não vou sugerir uma leitura, mas uma música, já que ele usa um ícone dos Stones: Como uma onda no mar, de Lulu Santos e Nelson Mota.
Luiz Roberto, gosto do que você escreve e de como escreve. Mas, vamos e venhamos, mais valia e Saulo Rivas poderiam contribuir com o debate de maneira mais inteligente, porém, penso, esperar isso é demais… Se não estiverem a agredir alguém, parece-me que que se esvaziam como balão de gás furado. E perdem a oportunidade de desenvolverem uma atividade dialética interessante, mas isso é opção deles…
A Cesar , o que é de Cesar … Que se lhe dê a grande sapiência do senhor Luiz Roberto e sem dúvida a paupérrima capacidade de argumentação e de entender a democracia da matilha do ” dono do blog “!
A nós , Saulo e mais-valia ( acredito que fale neste caso por você , caro Mais-Valia ) que nos dê ,Qualidade , coisa que o blog nem de longe quer dar , porque não pode dar algo que não tem ! Quando leio a indigência presente nos textos do post do blogueiro refaço o bordão : merecemos algo de melhor neste espaço !
Pior de tudo , é ver um pais, deste tamanho e potencial, que é o Brasil, se deixar levar pelas ondas do ‘inevitável’ inventado dentro de companhias, bancos, GOVERNOS, ou empresas do ramo financeiro interessadas em muitas coisas, menos no equilibrio e bem mundial, e menos ainda do Brasil.
Lembram-se daqueles bancos e agencias famosos que avaliavam e decidiam o ‘grau’ de cada pais para investimentos, especulações? Aqueles que estavam envolvidos em escandalos financeiros, especulações e informações tendenciosas? Sim, eles por muitos anos ditaram que por vezes éramos terra ruim, boa, media para investimentos e assim ficavamos nesse mar dos grandes interesses.
E aqui, na nossa terra de gente de ‘pouca fé’ , esse tipo de cia, banco, jornalistas, jornais, correntes ‘irreversíveis’ DITAM O QUE DEVE SER SEGUIDO.
Existe mesmo caminho irreversível? Existe caminho único? Existe forma correta, melhor, única?
Do tamanho do Brasil, com as riquezas do Brasil, HÁ ESPAÇO PRA DIVERSAS POLITICAS, atender a uma boa e saudável relação com a china, eua, europa, america do sul e PRINCIPALMENTE politicas saudáveies AO PROPRIO BRASIL, de forma a conjugar as situações internas e externas.
Mas, para tanto, qual a filosofia de vida brasileira, visao de mundo, corpo pensante? Ficaremos restritos a ‘novos pensadores economicos’ que assumem o pais, juntamente com esse ou aquele partido?
Qual é a linha, raciocinio de pensamento que forneça diretrizes para os caminhos do pais, embasados na historia da evolução economica das nações, do mundo?
Ficamos presos a pessoas que nao sabemos exatamente qual seu passado, sua tentencia real politica, seu conhecimento filosófico, técnico para decidir rumos para um pais tão grande e sempre tão sujeito as ondas de um mar cheio de tubaroes…
Somos muito pobres, sim, pobres, de espirito nacional, de valores, de politica, de filosofia, de vontade de nos inserirmos como protagonistas e nao como participantes da cena mundial. quando vamos mudar?
Quando temos que discutir futuro, ação, planejamento, gestao, ficamos perdidos nessa briguinha de ‘esquerda-direita’ e nao decidimos e tomamos caminhos isentos de cores politicas da ‘vez’ !
Se a China se deixasse levar pelo que o mundo externo quer, queria, estariam nas mãos dos ingleses, e agora dos eua, dependende destes e do opio.
Situações diferentes, métodos diferentes, povos diferentes, mas tudo na vida tem haver com vontade, filosofia de vida e resguardo de interesses.
Señor Rogerio…
Yo soy de América Latina…
Não somos “pobres de espírito nacional, de valores, de política, de filosofia, de vontade…”
A pobreza não é fruto da ausência de vontade em nos autodeterminarmos, não é obra do acaso…
Já ouviu falar dos determinantes e condicionantes histórico-sociais?!
Mas porque o Brasil não se rebela, não se posiciona e a China não se deixou levar? Como ocorreu na imposição do cultivo do ópio pelos ingleses…
Por que uns filhos se rebelam contra seus pais e outros não?…interessante pergunta para um psicólogo social…
Tudo é uma questão de “VONTADE, filosofia de vida e resguardo de interesses.” Só esqueceu de colocar que o RESGUARDO de INTERESSES vem antes de qualquer coisa…é ela quem vem primeiro, é o efeito vinculante, é o nexo de causalidade do contexto…
A sujeição de um a país ou de seus políticos, ou de seus filósofos e pensadores intelectuais, ou de uma população inteira é o resultado óbvio de uma ciência exata e implacável – A MATEMÁTICA DO LUCRO (ou dos JUROS).
Existem 3 tipos de pessoas que aplaudem o Lula e elegeram a Dilma:
Os que não sabem de nada, analfabetos e ignorantes,
Os que sabem mas são alienados e irresposáveis e,
Os corruptos, mensaleiros, incomPTentes, PTralias, erenices guerras……
Já as pessoas que votaram no outro candidato, Deusdedith, são de apenas um tipo, as que professam nossa atávica e cancerígena concentração de renda e detestam a detecção, denúncia e crítica da opressão em quaisquer uma de suas infinitas formas.
E Deusdedith, há aqueles que pensam que sabem mais do que realmente sabem…
Nesta categoria , tá lá um tal de Cesar !!! O Homem que sabia demais ….
Alguma coisa me parece óbvia. E não é o fato de que vovó foi cagar, porque saiu com o jornal debaixo do braço e não sabe ler.
É que nunca tinha visto tanta baboseira e tanta bajulação ridícula num canto só.
Inté!
E eu nunca li um nome tão engraçado como o seu…rs
Legal, pessoal! Muita gente, muitas opiniões, todos buscando “o melhor”. Só falta um pouco de paciência, um com o outro, para somar – frações que sejam – e construir algo. Não acho que PT ou PSDB ou “p” qualquer é quem vai resolver. Será que vale se degladiar por eles? A sociedade humana está gerando alternativas, outras vias, como esta. Se, entre os postadores deste blog, surgirem grupos que ajam construtivamente, aí eu acredito que as coisas mudem. E mudem qualitativamente. Se eu puder ser útil ……
SAKAMOTO: “Pela lógica simplista da fala de Garcia, o explorado é tão culpado quanto o explorador pela sua desgraça…”
Parabéns, Sakamoto. Você está começando a perceber a sua própria lógica esquerdista no discurso alheio. Para o revolucionário, as coisas são invertidas: a culpa pela violência é sempre da vítima, a culpa pela existência da pobreza é a existência do capital, etc. Himler chorava após dar tiros na nuca das vítimas e dizia: Por quê vocês me obrigam a fazer isso? (OBS: Antes que digam Hitler ser de direita, estudem um pouco mais sobre o nacional socialismo: a única diferença é o ‘nacional’).
Garcia é tão cínico que chegou a dizer que os EUA acertaram quando disseram que houve golpe em Honduras. Poxa, para um sujeito desses, que não leu a Constituição Hondurenha – e não gostou também – só se pode dizer uma coisa: Cala a boca, burro!
Para ser politicamente correto, melhor dizer que você não é utópico, está apenas distraído quanto à realidade.
Fico pensando na dificuldade que deve ser para os socialistas orwelianos associarem os pensamentos contrários. Não há nexo, mas são relacionados… Garcia é a expressão pífia do (des)intelectualismo que atingiu até os esquerdistas brasileiros. O bom dos esquerdistas é que se destroem a si mesmos quando nada mais resta que possa ser destruido. O que sobra é reconstruído pelos conservadores.
Um dos maiores problemas do brasileiro, hoje, é a falta de testosterona. Em outras palavras, medo. Medo de ser ‘xingado’ de conservador. Ora, ora, ora… Todo esquerdista sofre de autopiedade.
Fui um esquerdista treinado até a graduação. Mudei quando vi que a teoria não se encaixava na realidade e repeti Humphrey Bogart: “Eu não era comunista, eu era idiota”.
Releia 1984, Sakamoto. Você está tentando conciliar dois pensamentos intrinsecamente antagônicos; isso é a definição de ‘impossível’. Possível é tudo que não possui contradição interna. E, finalmente, lembre-se de que o maior inimigo do esquerdista é seu próprio pensamento diante da realidade.
O médico Paul Serrier, em 1910, definiu como patologia e deu o nome de Delírio de Intepretação. O indivíduo percebe a realidade mas a interpreta de outra forma. O mundo utópico é a interpretação distorcida que se faz de uma realidade imutável. Existe cura: muito estudo e honestidade intelectual. Melhor começar agora. Conforme o grau delirante, a cura pode demorar um pouco mais.
Bom tom sofismático da conversa, mas…
“O mundo utópico é a interpretação distorcida de uma realidade imutável.”
Imutável é o pensamento dual, mão e contra-mão, direita e esquerda, utopia e realidade…
De sua vasta cultura, produzida pela dedicação e estudo intelectual honesto, una o delírio e a lucidez, pois toda nova teoria científica necessita do famoso coeficiente de loucura aliada ao experimento comprovadamente irrefutável, pois não seria considerada como tal uma solução inovadora ante ao desafio enigmático de uma dada proposição.
Genialidade e loucura, caro senhor estão tão unidos como as grandes leis física, onde os pesquisadores da Teoria das Cordas tentam resolutamente buscar a solução ante aos desafios matemáticos que se interpõem nos percalços de sua análise.
Da direita para esquerda, de cima para baixo, existe mais do que o jogo dos pensamentos antagônicos, existe a dimensão crítica no pensamento da esquerda quanto a natureza do fracasso de um dado sistema sócioeconômico, mas este grau de criticidade anômalo não pode ser identificado pelos adeptos do mundo bidimensional – culpabilidade da vítima x culpabilidade do capital.
Que dor ou culpa arde mais nos corações de cada um dos acima descritos??
A dor da vítima ou a dor do capital??
Ser ou não ser – That is the questions…
Arderá mais a dor em saber que visão conservadora, conserva e petrifica o entendimento, incapaz de vez o socialismo além de Orwell, e o comunismo além de Marx…
Convido-o a vir para o nosso hospício, se afogar na ‘lama’ do pensamento crítico, e ver o possível dentro do impossível, a genialidade dentro da loucura, pois assim não seria possível ao artista criar, ao tecelão tecer, e aos cientistas desafiarem as leis possíveis do conservadorismo de paradigmas apodrecidos sustentados por aqueles que não conseguem remover o mofo e poeira de suas mentes com pérolas extraordinárias como a sua – “O que sobra é reconstruído pelos conservadores” … Reconstroem o mundo com o que sobra da morte da criação humana – a escravidão do pensar carimbado pelo entendimento mecânico do conservadorismo aproveitador da sobra e restos humanos, meros executores da plano áureo dos reconstrutores do cemitério de seu mundo possível. Definhe pois, neste cemitério de restos humanos, com os restos de Garcia, ou da famosa Constituição hondurenha, os socialistas utópicos e esquecidos, a perpetuar nossa tragédia infinitamente possível e previsível.
Marcia Valéria, ao seu comentário só cabe uma resposta: Estude!
Você demonstra não ter a menor idéia do que seja pensamento crítico. Já ouviu falar da teoria dos quatro discursos de Aristóteles?
Poética – investigação de uma idéia – Acho que vacas voam…
Retórica – convencimento sobre a possibilidade – Vacas voam!
Dialética – debate sobre a possibilidade – Vacas voam?
Lógica – conclusão sobre o absoluto – Vacas não voam.
Daí vem a ciência. Só para lembrar: os maiores cientistas e filósofos eram conservadores. O são ainda alguns. Tudo o que se pode aprender veio deles. É ruim?
Sua retórica é conhecida: serve para demonstrar o indemonstrável através da liquidez dos sólidos. Algo pós-moderno. Sendo assim, deixo-lhe um texto para reflexão:
O filósofo inglês Malcom Bradbury publicou uma sátira às teses “pós-modernas”. É a biografia do grande autor francês Mensonge que, tendo nascido, não existiu, mas em compensação viveu e foi autor de vários livros, embora nunca tenha escrito nenhum. Morando em Paris, onde não residia, Mensonge tinha grande influência sobre ninguém, e isto o tornava famoso em lugar nenhum, por suas opiniões radicais sobre nada, que, no entanto, abrangiam tudo, e muito ao contrário.
Dica: mensonge, em francês, significa mentira. Captou?
Senhor Oliveira
poética: “vc demonstra não ter a menor idéia do que seja pensamento crítico” – e aí faz referência a teoria do discurso aristotélico , mas não diz ou faz referência ‘nenhuminha’ do que é ou seria pensamento crítico – banana(criticidade) e tijolo(Aristóteles) ´- tudo haver com poesia…
retórica:”Só para lembrar: os maiores cientistas e filósofos eram conservadores” – não cita nenhum pra começar a história e se, somente se, sendo a citação como exemplo vindo de um conservador de direita, só poderá convencer com a retórica da direita, ou seja, que vc e seu mundo conservador, só vão achar maiores filósofos e cientistas mesmos o que lhe convencer do mesmo, ou seja, a mesmice.
Dialética: “Sua retórica é conhecida, serve para demonstrar o indemonstrável através da liquidez dos sólidos.”
- Ou seja, a excelência da esperteza do debate, afirma que a lógica advém da dialética, mas que palavra, frase ou trecho do meu comentário há a constatação ou revelação de que ele “serve para demonstrar o indemonstrável”? Cadê a base do discurso onde se propõe ou inicia o debate? Ou seja, no seu preciosismo em citar Aristóteles ou Brabury (que não tenho a menor idéia de quem seja, e nem pretendo saber), esquece de estabelecer as bases da análise do discurso, ou seja, vc identifica ou propõe um problema, mas não diz onde está ou de que forma se apresenta? Só uma salva de palmas – ou seja, a dialética do vazio.
A lógica (ou analítca) – “Mensoge, em francês significa mentira. Captou?” a única frase do texto que é a expressão perfeita da lógica de seu comentário e a prova irrefutável de quando, em uma análise de um problema, estamos unicamente nos mirando no ESPELHO. Cuidado, Narciso, para não caíres na água e se afogar…Com certeza todos que leram com atenção a sua réplica, captaram que sua resposta é uma ponte, que liga o nada ao lugar nenhum. Pura falácia.
Ah ,estes sofistas do blog do Sakamoto, ninguém merece…
A todos que estão discutindo o assunto. Levar em consideração falas do Sr. Garcia não tem muito valor. Pois, secretários, assessores e demais “mamadores” das tetas do governo, são como biruta de aeroporto, estão de acordo com interesses corporativistas. Contudo, sobre dominação, devemos sempre estar atentos, já que auxiliar ou concordar com dominações só porque se tem um fim melhor do que o que se está combatendo; é levar a dominação para outro lado, que num período não muito longo se mostrará tão sanguinário quanto ao que se combateu. Neste governo já temos exemplos muito claros. Mas, já se esconde com auxilio dos que deveriam combater. Para finalizar todos deveria discutir a colonização do salário mínimo pela elite governante, bem como a desgraça aplicada aos aposentados. Isso, também, é uma escravidão. Discutir ideologias é importante. Deverá ser feito em campo fértil e com bom conhecimento. Chega de ouvir e ler simpatizantes
é isso mesmo maisvalia.
Aliás só a perda de tempo de analisar o que Marco TOPTOP Orélio Garcia disse já demonstra o naipe do colunista.
Vai analisar o que Thomas Jefferson, John Adams, John Kennedy disseram seu vermelhinho enrustido.
E aí FDA…
FDA, FDA, FDA
Onde vc está?
Vai deixar a frase …”Faz parte do jogo ser xingado”… passar em branco?
Essa não merece uma resposta sua?…
Esse Sakamoto, fica remoendo, remoendo, remoendo, posts e posts depois toca no assunto e depois “brinca” numa dessas raras respostas a comentaristas pedindo licença para remoer os comentários do blog…
‘Tá Sakamoto’, todo mundo aqui que acompanha esta bandalha “sabe” que vc não “tem tempo” pra isto aqui…E principalmente que algumas declarações de seus posts é o teor das novelas brasileiras…
“Qualquer semelhança com a vida real ( ou virtual da seção comentários) é MERA COINCIDÊNCIA…”
Francamente FDA, melhor hora para testar sua paciência é este CONVITE do Sakamoto a sua resposta…
Ou vai devolver o convite?
Cara Marcia Valeria,
Que situação, eh: será que ”faz parte do jogo ser xingado”? Saiba que vc me coloca em uma posição delicada: ou ignoro sua questão (direito assegurado pelo direito constitucional). Mas ai, caiu em contradição com alguns valores que defendo. Como vc pode constatar o respeito do direito a dignidade humana passa por essas situações delicadas e contraditorias.
Portado, em que diz respeito a sua questão. Depende de que “jogo” o autor se refere.
Se for o caso de um jogador estratégico, ou seja, do ator que age segundo seus objetivos, sua linha de reflexão, seu julgamento subjetivo, monádico, é claro que o autor tem o direito de afirmar que “Ser Xingado” faz parte do jogo..
Ninguém aqui ignora que o próprio proprietário do blog recebe ele mesmo xingamentos em público. E “nos leitores” somos obrigados, constrangidos, “anuênciados” a assistir como vulgares voyeurismo, ou como cumplices tais xingamentos “ofensivos”, “preconceituosos” com tonalidades racistas do tipo “japa”, FDP, etc..Mas o interessante é de vê-los logo, logo serem“retirados” dos comentários. Sou favorável a essa atitude do proprietário.
Assim, o que há de re-voltante em tais xingamentos é de constatar o nível do linguajar social que se pratica no mundo virtual brasileiro. Pior, de constatar que não é uma classe dita “pobre” ou “miserável” que pratica tais xingamentos. A possessão de um computador é um privilégio da população pertencente a classe media- media, classe media-alta. Os mesmos que reivindicam aqui o direito de “exigir qualidade” de um texto, de uma reflexão, de um autor.
A questão é então de saber qual o interesse do autor neste jogo? Qual seria o interesse do autor de fazer uma escolha seletiva nos xingamentos públicos. Por que quando há xingamentos dirigidos contra o autor, tais xingamentos são retirados, por que quando existe xingamentos dirigidos aos comentaristas estes não são retirados? Por que não temos o direito a um tratamento igualado?
Espero ter respondido a sua questão. Aproveito também para agradecer sua coloção: vc foi a única comentarista que se posicionou contra esse tipo de atitude degradante: prova que vc não foi cumplice!
Prova que vc merece o título de la “Grande Dame” do blog do Sakamoto.
Sr. FDA,
Gostei especialmente do antepenúltimo parágrafo de sua resposta!
Deveríamos todos ter o direito à retirada dos xingamentos pessoais e se tal fosse feito, muitos dos que frequentam o blog certamente não mais o fariam, já que usam o espaço apenas para agredir verbalmente os demais frequentadores, usando linguagem rasteira e injuriosa, tentando desqualificar os que discordam de suas ideias com a intimidação de xingamentos e rótulos ideológicos ultrapassados.
E também lamento que pessoas que, em um país pobre, têm o privilégio de possuirem um computador, desperdicem seu tempo para exercitarem agressões gratuitas e deselegantes, contra os que exercem o direito de dissentir e discordar de seus cânones.
Abs.
Que tipo de homem aceita ser xingado?
No correr de todo um post que versa sobre a questão da soberania, um post que afirma que “ser xingado faz parte do jogo”…ah sim do jogo das elites que oprimem o cidadão vulgar, vulgarizado, oprimido, violentado…
Tentemos pois xingar um magistrado, um chefe de polícia, um congressista, um promotor público, um comandante das forças armadas, um cidadão qualquer nesta escala do poder…veremos pois quem se atreve…
Quem se atreve a roubar um ou vários bancos mais de uma vez se tiver sucesso, roubar um pedágio, roubar os banqueiros do bicho impunemente, quiçá xingá-los…
É o jogo do poder, onde uns podem ser xingados, mas os donos do ‘poder’ e dos ‘blogs’ da vida jamais sofrem com este caos banalizado da bandalha e do aviltamento impunemente. Ou os comentários injuriosos são retirados ou os cidadãos injuriosos são excomungados do território da cidadania ou de território da existência simplesmente simples assim, como 1+1=2. Qualquer brasileiro idiota sabe perfeitamente fazer esta conta de que quem sofre com o dois no final das contas é o pobre/preto/trabalhador-escravo, bem como as outras ‘ditas’ minorias discriminadas do Brasil.
Falar de soberania nestes temos mostra bem como aqui em nosso país, admiti-se tudo, do trabalho escravo aos mandos do negócio, do agronegócio que flexibiliza tudo, menos as normas que inviabilzam seus negócios e PRINCIPALMENTE o RESPEITO devido às ‘figuras’ públicas e privadas que administram e ‘facilitam’ suas ingerências na articulação de seus interesses…
Vale até ser xingado. Como ser soberano e cidadão num país que se admite este tipo de conduta, ainda mais publicamente?…ahhahahahahahah…É alguma piada isso FDA?Se for…
Conta outra Sakamoto…
Caro Luiz Roberto de Oliveira Pereira,
Gostaria apenas de acrescentar duas observações no seu comentário.
Concordo com vc (1): “deveríamos todos ter o direito à retirada dos xingamentos pessoais”.
Não posso lhe afirmar com convicção que seria uma ação dissuasiva aos que praticam tal comportamento: “muitos dos que frequentam o blog certamente não mais o fariam”.
Aqui na França, temos ao lado de todo comentário um link “alerter”, que quer dizer “alertar” o proprietário do blog ou da mídia proprietaria do blog, de algum abuso deste tipo.
Na concepção cidadã francesa alertar os abusos cometidos em comentários é um direito e um dever do cidadão francês…Ai no Brasil, minha experiencia é limitada…
Mas de fato, há indivíduos que “usam o espaço apenas para agredir verbalmente os demais frequentadores, usando linguagem rasteira e injuriosa”!
E Isso coloca o problema de cumplicidade do proprietário do blog, como também de “Nos” comentaristas, com esse tipo de comportamento: é o famoso adage popular “quem cala consente”…
No entanto (2), não podemos confundir “linguagem rasteira e injuriosa”, com “tentativa” de “desqualificar” um argumento.
A segunda faz parte do debate argumentativo. Como faz parte também do debate argumentativo e jurídico do direito a “discordar” (direito ao contraditório) “de suas ideias”.
A “intimidação” seria um outro tópico jurídico diferente do “xingamentos”. Quanto aos “rótulos ideológicos ultrapassados” isso seria mais relacionado a uma colocação, uma visão do mundo que necessita de ser discutida, debate, etc.
Voilà, espero ter contribuído a sua compreensão na minha colocação..
Abs..
Sr. FDA,
Agradeço suas observações, precisas em quase todos os pontos e pela forma corretamente analítica de expor sua argumentação.
Quisera mais comentaristas lhe seguissem o exemplo, debruçando-se sobre o que lêem e fazendo as críticas adequadas e direcionadas à melhoria da iqualidade do debate.
Apenas observo que, no meu entendimento, o viés de uma abordagem ancorada em conceitos jurídicos leva a segundo plano outras interpretações possíveis para o que expus, embora eu considere, stricto sensu, que suas observações são válidas à luz de tal abordagem.
No mais, espero contar sempre com seus esclarecimentos e contribuições em nível assim elevado.
Abraços.
quem diria 15 anos atrás que a China (comunista ???) estaria lado a lado com os EUA ? Eles fizeram a lição de casa, aprenderam com o mestre das negociações e já estão tomando a liderança.
Nós (o resto do mundo) podemos até espernear contra esse novo domínio, porém, a história mostra que o poder econômico sempre vence, de uma forma ou de outra. A america e Africa serão os novos palcos para as disputas comerciais.
Com a corrupção instalada em todos os governos, não vejo por onde se possa sair dessa situação.
Aqueles que muito falam sobre socialismo e comunismo leiam os livros de Karl Marx e depois falem de China atual e seus objetivos a futuro!
Chesterton para fazer afirmações deste tipo é preciso conhecer profundamente a dinâmica geopolítica da África, onde o eurocentrismo ignorou nações na construção forçada de países, tanto na África Subsaariana como na África “Árabe”, vamos dizer assim. Talvez as consequências dessas ações aflorem na sua afirmação. Entendo que isto não pode ser o destino da África e certamente não será.
chest- democracia não é o final natural de todos os povos. Alguns, por falta de vocação nunca serão dirigidos por governos democráticos.
Alguns povos simplesmente não tem vocação pra serem ditadores…de uma maioria “burra” e da minoria cooptante…
Logo?….
Chest…
Voce é uma graça…mas…
Logo que vc sair da contra mão da história, conversaremos…
RESUMINDO -
estamos sendo vendidos e não sabemos o que sobrará aos nossos filhos e netos.
florestas inteiras sendo tombadas e pilhadas em nome dessa fraude de crescimento economico , qual crescimento economico , da CHINA ? onde temos que destruir tudo que é nosso porque temos que enviar soja , carne e açucar aos amarelos ? eh esse crescimento economico, se for esse , OBRIGADO MAIS NÃO QUERO.
Senhor Marco
Sabe há quantos anos existe a pilhagem e venda de terras no Brasil?
Saiba que aqui nada foi “nosso” de fato…
Que história é essa de nacionalismo, pois os poucos que tentaram ser foram sucicidados ou acidentados no acaso da vida (… Quantos estudantes de pesquisadores de direita refutam a “Escola dos Golpes” ( vulgarmente conhecida como “Escola dos Assassinos”, onde 33 mil militares latino americanos passaram entre 61 e 77 no sec XX durante o período de pentagonização da América Latina”, que em última instância formaram os grupos paramilitares que hoje se encontram atuantes em várias partes da américa latina e brasil, com a aquilo que alguns historiadores chamam de ‘degenerescência do sistema’, parte da questão fenomênica dos estudos sociais que reproduzem os padrões de militarização condicionada à época da guerra fria e manutenção do status quo dos interesses de comércio e lucro das elites estadounindense, com a decorrência de uma governança intrínsica dos padrões de conduta militar nos dias de hoje inclusive como nos fenômenos de incursão militar e paralamilitar em meu estado, Rio de Janeiro.
Os nacionalista “NÃO QUEREM”, mas se IMPUSEREM, bloquearem ou se INSURGIREM contra a demanda, viram sardinha enlatada, captou?
Senhor Sakamoto,
Postei uma resposta ao comentario acima, mas este sumiu do espaço de visualização, acredito que o “WordPress errou de novo”!!!, que sistema falho não?!! Assim como esta minha errônea segunda tentativa de envio da resposta com seus ‘errôneos erros’ ortograficos, pois não tive o tempo necessário para refazer as necessárias revisões que fiz na primeira postagem…
Será que o wordpress vai errar de novo, sumindo uma segunda vez a resposta ao comentarista marco?!!
Tá, e daí? Você quer que continue como sempre foi? Então, por que não lutar para construir uma nova forma de pensar e de ver o país, como diria Paulo Freire, ser capaz de indignar-se, mas não levianamente, baseada em questões preconceituosas e que são como Sonrisal, dissolvem-se rapidamente em contato com a água, fazem muitas borbulhas, e depois tudo volta ao que era antes, furto-me de dizeer normal, pois no Brasil, o normal é a conformação, a aceitação de tudo, por mais aviltante que seja… A democracia é um estado de direito, onde as coisas vão sendo construídas encima dos conflitos, e não contornando-os, como sempre se fez, historicamente. Boa leitura: Leôncio Basbaum…
Olá senhor espantado fulano de tal…
Senhor, não esqueça dos 2500 caracteres e o “E daí” ficam para as interpelações, pois em nossas colocações, sempre fica algo pendente…
Quando mencionei o fatalismo da questão é que somente para mostrar que as coisas não são tão fáceis quanto parecem, não se trata simplesmente de querer, de poder, de ser soberano…
Trata-se de conhecer as forças que nos governam, nos modelam, nos suprimem, desenhadas ao longo da história. Não se tratar de paralisar ante o medo, trata-se de conhecer o inimigo, o pseudo inimigo que nos interpõe, e acima de tudo, de descobrir o que eles estão encobrindo, sendo isso possível, descobriremos como reagir ante a tudo isto, que o nacionalismo não se trata simplesmente de orgulho, trata-se de amor, de fé, de determinação e acima de tudo de reconhecimento de quem somos e o que representamos como nação brasileira.
Lembre-se do conceito de emersão, onde somente através da descoberta de nossas relações não apenas no mundo, mas com o mundo através do tempo é que podemos discernir, transcender e, portanto, emergir. Cabeaí conhecer como se dá também estas e outras relações de poder que nos fazem perder a nossa capacidade de OPTAR, QUERER. Forças estas que nos submetem as prescrições destas forças alheias (ou proposital e articuladamente dirigidas) que nos minimizam, integram, ajustam (como na lata de sardinha).
A LUTA DE FREIRE, é a luta pela HUMANIZAÇÃO ameaçada constantemente pela opressão que nos esmaga.
Como lutar por uma nova forma de pensar sem redefinir valores, e como redefinir valores sem questionamentos, como podemos nos questionar se somos esmagados, violentados e oprimidos achando que assim somos ou podemos ser felizes? Se não sabemos que o mundo que nos governa, nos apodera, nos controla…
Como lutar por um algo novo que desconhecemos?!!
Afirmo, caro senhor, que o gênio Paulo Freire ensina é que não podemos perseguir o novo se agarrando ao velho padrão do ajustamento à governança dos mitos e da publicidade organizada ideológica ou não. Assim o homem vem renunciando, mesmo sem saber, à sua própria capacidade DE DECISÃO. Sem ela, a luta pelo NOVO PENSAR passa há anos luz do horizonte da mudança.
Tudo de bom.
A China comprou uma mineradora na Bahia para transferir montanhas de ferro, sem pagar ICMS por causa da Lei Kandir e por cima não pagar pelo ferro, já que comprou por preço de banana. É o novo neocolonialismo. TENHO QUE CONCORDAR COM VOCÊ SAKAMOTO.
Compro a mineradora, não pago imposto e transfiro para minha terra TODO O FERRO POSSSÍVEL DE EXTRAIR PREDATORIAMENTE!
Quando as reservas acabarem, eles (os brasileiros), que, vão importar de Marte.
Isso chama choro de fracassados, vcs acreditaram mesmo no fanfarrão kkkkkkkk
Eqto o LUla fazia sua bravatas ao lado do megalomaniaco do Garcia, a China enviava seus estudantes para Europa e EUA!
Hj esses estudantes são professores na Universidades Chinesas que já estão entre as melhores do mundo.
A China comprou, não foi invasão! Onde estavam nossos nacionalista, garanto que se fosse dos Eua diriam que era obra do imperialismo!
Em economia cada um cuida do seu, não a espaço para utopias. A China está pensando no futuro e Brasil ainda preso ao passado!
Zé Brasil, os chineses compraram a mineradora e nós é que vamos levar ferro, não é mesmo?
Eu acho que o Brasil tem uma função muito mais nobre no mundo do que produzir comida e fornecer minérios. Temos é que nos impor. Nosso povo é inteligente, criativo e trabalhador. Não somos mais os vira-lata do mundo.
E mais. Explorar é um termo do passado. Hoje, a palavra mágica é reciclar.
A soja, o frango, a carne, o camarão, o pescado, são recursos renováveis; acabou, vem outro, e o minério de ferro? A natureza JAMAIS IRÁ PRODUZIR DE NOVO NO PLANETA TERRA.
O planeta mais próximo que tem ferro é MARTE.
Ah, se não inventassem a pílula, estariamos andando um em cima do outro…
Sakamoto, como sempre, mandou bem.
O Brasil é o exemplo cabal disso. A ocupação da terra para produzir e a eliminação de populações menos articuladas culturalmente. Produzir é necessário, mas o respeito ao diferentes povos é mais importante ainda. Assim como a àfrica caminha com suas limitações para resolver seus problemas que a China faça o mesmo. Eliminar populações africanas para resolver os problemas chineses é no mínimo sacanagem, que elimine a chinesa.
“A ocupação da terra para produzir e a eliminação de populações menos articuladas culturalmente”
È a lei da vida quem não se articula e estuda se ferra, depois só sobra o choro!
A população chinesa vai envelhecer antes de enriquecer, e não estão fazendo filhos em números suficiente.
o nucleo da terra é todo de ferro.
É só a “presidenta, governanta, competenta” enviar um projeto de lei que aumente o valor dos royalties do minério de ferro, afinal, o Lula não conseguir eleger os 300 picaretas?
Não adianta chorar e espernear igual ao Chavez em relação ao Eua, mas ao mesmo tempo continuar forcecendo petróleo a preço de banana ao Ianques!
Ferro e Níquel, em estado sólido, com temperatutas calculadas em 7.000º Celsius.
Mas é inatingível, pela altíssima temperatura e por estar envolto pelo manto, camada em estado liquefeito, também em altíssima temperatura, que varia de 1.200 a 3.700º Celsius.
Marte também é inatingível ainda e mesmo se tornar-se atingível em algum momento no futuro, não será possível transportar o minério para cá e não dá para levar a humanidade, as usinas siderúrgicas e as demais indústrias para Marte.
jé está derretido, nem precisa de alto-forno….
Na antiguidade a terra era quadrada.
Não era quadrada, era chata.
Pois é! Triste é a sina daqueles que são bem aquinhoados pela natureza com riquezas. Passarão a vida inteira sendo alvo da ambição, a qual não indaga da sua opressão, de seus semelhantes. A matéria assinada pelo bem informado crítico traz à minha memória cenas de um documentário sobre a dominação colonial francesa em África. Nela, via-se um bem disposto professor europeu perante um disciplinada audiência de crianças negras, diante de uma lousa, com os seguintes dizeres em francês:”Nossos ancestrais, os gauleses”. Reviveremos a máxima quinhentista – não existe pecado abaixo do equador?? É fantásticooo!!
Bom dia Sakamoto, eu te amo! não sou uma conhecedora de Africa e seus afins, mas dá pra ver assim de longe, que nada lá é tão simples quanto poderia! os povos sempre invadiram,pilharam,depredaram,escravizaram outros povos! sempre! só que agora, em tempos modernos, rsrsr, de maneiras não tão bélicas e escancaradas! se domina povos hj, pela repressão financeira/cultural/social etc e tal! mas continua um salve-se quem puder globalizado, informatizado, conectado e todos os ados a que se compete, não gosto do que vejo, não fico feliz em ver ninguem invadindo nem sendo invadido, acredito que ainda vamos demorar um tantão de tempo pra vermos nosso planeta como ele é:sem fronteiras!
Oh Marilu, sem fronteiras eu tenho certeza que não verei, quem sabe meu tatatatataraneto, hehehe
Não vejo “guerra por terras” no horizonte.
Vejo ditaduras sanguinárias sendo apoiadas por Pequim. Regimes excludentes e violentos serão mantidos no poder na África porque haverá um “crescimento econômico”, excludente e concentrador de renda, mas “crescimento”. Nos anos futuros vão até falar em “milagre africano” (momento nostradamus).
Se bem que os chineses, acostumados a um tipo de imperialismo mais antigo (de quando dominavam boa parte da Ásia, séculos atrás) e com um governo violento e agressivo contra o próprio povo, que vê minorias étnicas como inimigos (tibetanos, uígures, por exemplo), pode acabar carregando na mão e conseguindo a antipatia dos “colonos”.
Outro problema é que eles gostam … como direi… exportar pessoas? É comum que empresas chinesas levem empregados de todos os níveis para trabalhar em suas empresas fora da “terra do meio”… e isso poderá gerar conflitos.
Mas não sei se guerras… a não ser que os chineses levem, mesmo, muito a sério a idéia de império.
Os chineses vão invadir a Sibéria. A Russia não consegue colocar nenes no mundo, e os chineses precisam de terra…logo?
Perda de tempo, escrever algo aqui.. o sakamoto nao le os comentários.
e os leitores muitas vezes nem lêm o que ele escreve.
Mas eu leio, José. Eu leio.
Pois é, seu Zé Silva; pois é.
Você falou que o Sakamoto não lia os comentários. Pois olha, ele lê sim. Lê e filtra aqueles que ele não gosta muito. Hoje mais cedo, eu escrevi um que não passou pelo crivo do nosso autor. Fui censurado!
Quando não nos censura, o Sakamoto até que é um cara bacana. Deixa quase todo mundo dar sua opinião e assim os leitores vão se conhecendo. Para mim, o atrativo do blog do Sakamoto é justamente o choque de opiniões. Infelizmente, o blog tem dono e ele usa seus filtros como bem entende. Mas, continuemos…
Companheiros! O autor deste blog admitiu no texto que nunca foi nacionalista. Ele acha que os problemas do mundo não conhecem fronteiras, que a exploração do homem é universal. Não adianta, então, pensar no Brasil. Temos que pensar grande, pensar no mundo!
Sakamoto admira mesmo são as soluções da Via Campesina, a tão pura e bem intencionada via Campesina que recomenda queimar as plantações de transgênicos!
Isso me lembra uma entrevista do Stephen Hawking, no ano passado, em que o famoso físico recomendou aos seres humanos que abandonassem o planeta terra ou seriam extintos.
Como um bom teórico, Hawking deu uma solução teórica e impossível. Parem de destruir o mundo, ou peguem o próximo foguete para não morrerem! Lindo de morrer, mas não resolve nada!
Às vezes, eu acho que o Sakamoto também nos apresenta umas soluções do tipo “pegar o próximo foguete para a lua.” Ontem ou anteontem, ele escreveu sobre o lixo digital, sobre as CPU e monitores que poluem a terra. Houve dentre nós, leitores, quem se empolgasse e contasse orgulhoso de seu velho computador movido a lenha, ecologicamente correto.
Tudo muito bacana, muito greenpeacicamente correto! Mas inexequivel.
Decerto que as soluções greenpeacianas têm seu lado glamoroso. O mundo seria mesmo muito melhor sem o homem e sem a maldita ciência que inventou a bomba atômica, o computador e os transgênicos.
Bom mesmo são os índios da selva amazônica, aqueles isolados do contágio do homem branco, com seus maravilhosos 35 anos de expectativa de vida.
Imagino que Sakamoto seja assinante do Le Monde, do Liberation e ande sempre com sua carteira de sócio-atleta do WWF. Ele é tão correto!
Infelizmente, eu digo ao nosso gentil dono do blog que sem transgênicos, pode não haver comida; e sem computador, não vai dar para embarcar no próximo foguete para a lua.
Era isso.
As idéias deles (os sakas) são sempre justas, humanitárias, solidárias, geniais, originais, mas sempre carregam um pequeno defeito, quando postas em prática não funcionam.
Pronto. Tá aí. Eis a minha mão que eu ponho à palmatória. Pode bater!
Ontem, desci a lenha no Sakamoto. Estava indignado porque haviam retirado do ar um dos meus comentários. O crivo do dono do blog o havia mandado para o espaço. Eu havia sido censurado!
O pior é que percebi a censura justamente na hora em que abrira a página para elogiar o Sakamoto; logo quando ia dizer que o bom de seu blog é ser um espaço livre, onde se pode publicar livremente opiniões das mais diversas e contraditórias.
Eu abrira o blog e estava prontinho para escrever o elogio. Levei um susto. Meu comentário havia sumido. Surpreso, senti toda a indignação em ser alvo da tesoura alheia.
Esse foi o motivo de descer a lenha no dono do blog.
Mas eis que agora pela manhã, encontro os dois textos na página do Sakamoto, inteirinhos, do jeitinho que escrevi.
Então, ponho a mão na palmatória. Pode bater!
Aproveito a oportunidade para finalmente mandar meu elogio. Eu não concordo com quase tudo que o Sakamoto escreve, mas ele mostra que respeita as nossas opiniões. Por aqui, há muita coisa boa e muita bobagem, mas o espaço é livre para a manifestação das ideias.
Tem que se assim mesmo.
Então, a você Sakamoto, meu muito obrigado pelo espaço cedido no seu blog. Saiba que ele é importante.
Mas, voltando ao nosso normal, Sakamoto, saiba também que continuarei marretando os seus textos quando não concordar com seu raciocínio, bem como elogiando aquilo que achar certo.
Esse é o espírito.
Valeu!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Um trecho do Sakamoto expõe claramente o seu pensamento:
“Por fim, não é questão de ser nacionalista, nunca fui. A exploração dos trabalhadores não conhece fronteiras e, portanto, a luta pela sua dignidade também não pode conhecer.”
É isso. Sakamoto não é nacionalista e prefere ser rotulado de utópico que conservador. Ele se importa mais com o sonho da fraternidade universal que com o bem estar do povo brasileiro.
Li isso e me lembrei de uma antiga lição que dizia mais ou menos assim: “Nada é mais universal que a minha província”.
Eu lhes digo que os grandes conflitos humanos iniciam no quintal da nossa casa. Demonstrarei, então, esse teorema. Os que nasceram antes dos anos sessenta devem se lembrar das piadas racistas que nos acostumamos a ouvir; do desprezo aos negros e nordestinos, muito mais marcante naquela época. Nosso quintal era racista e muitos achavam isso normal.
Felizmente, o mundo mudou e o meu quintal também. Hoje, o racismo é muito menor que anos atrás.
Nosso problema não é mais racismo. É pobreza. Pobreza econômica e pobreza de espírito.
Então, eu também lhes digo que a solução dos nossos problemas também está no quintal da nossa casa.
Um outro exemplo. Vocês sabiam que mais da metade dos oficiais do Exército são filhos de sargentos ? Na verdade, a cifra chega a quase setenta porcento e há décadas que isso vem ocorrendo.
Vocês sabem quanto ganha um primeiro-sargento, com mais de vinte anos de serviço, filhos no colégio, família para sustentar? Menos que quatro mil por mês. Alguns podem dizer que é muito, eu não acho.
Via de regra, o sargento é um sujeito de família paupérrima que subiu na vida por sua própria conta. E aí, temos que a maioria dos oficiais são filhos de sargentos. Sabem por que?
Por que eles têm acesso ao sistema do colégio militar, que é uma escola pública muito boa.
Não há cotas na AMAN para filhos de sargentos; mas há vagas garantidas no Colégio Militar para os filhos dos militares transferidos. Os outros, têm de enfrentar o concurso.
Então, o que vejo no quintal da minha casa é que não precisamos de cotas nas universidades. Precisamos é garantir igualdade de condições para todos.
O combate à exploração humana não deve ser encarada como um problema além muros. Sua solução está no nosso quintal.
Ah, por fim, Sakamoto, quer saber? Nacionalismo é bom! Pensar no seu povo primeiro é bom também, pois antes de ver o cisco no olho dos outros é preciso tirar a trave do nossso próprio olho.
Fico por aqui.
Grande tarde, Sakamoto ! Esses países que foram colonizados e explorados vão continuar a ser, de uma maneira ou de outra… E essa perpetuação desse ” status quo ” remete à história desses países… O Brasil é um caso ” sui generis ” pois sua exploração pelos europeus de forma DIRETA (me refiro à sua colonização ) cessou com o grito da Independência… Veja por exemplo os Portugueses que eram hábeis aventureiros e navegadores… Até na China foram aportar e existe cidade, pelo menos de meu conhecimento, Macau que se fala o idioma português. Na Índia, também… Agora, quanto à Africa, nem se fala… Vários países foram colonizados e os portugueses arrancaram o que puderam, mais ou menos o que fizeram por aqui nestas terras ” tupiniquins “…Isso sem falar na Espanha que colonizou e escravizou ainda mais do que os Portugueses… Basta ver o idioma que impera na América do Sul, Central e adjacências… Francisco Pizarro perpetrou um dos maiores banhos de sangue da história da humanidade por conta dessas suas ” colonizações “… O Brasil teve reconhecida sua independência pela Inglaterra que era a maior credora de Portugal e praticamente ordenou que Portugal RECONHECESSE NOSSA INDEPENDÊNCIA POR CONTA DA TRANSFERÊNCIA DA DÍVIDA LUSITANA PARA A COROA BRITÂNICA. PRONTO, PRA QUEM NÃO SABE, NASCIA A DÍVIDA EXTERNA BRASILEIRA !!! A avidez em ter terras não é só dos europeus, absolutamente… Os norte-americanos estão começando a se interessar por terras mesmo porque as suas são ressequidas… E alguns outros países desejam terras porque em terras produtivas TEM ÁGUA POTÁVEL !!! E, pelo andar da carruagem, em médio prazo assistiremos países que, ou adquirem terras na ” forma da lei ” ou resolvem CHUTAR O BALDE DE UMA VEZ E INVADEM sob pretextos quaisquer, mais ou menos como o ex alcoólatra do Bush fez com o Iraque de Sadam Hussein ( não que este fosse bonzinho…) a pretexto de ” armas químicas na iminência de serem utilizadas contra as colonias de Tio Sam e contra ele próprio….E até agora não acharam coisa alguma. PETRÓLEO, em compensação, encontraram e bastante…Na minha opinião terra pra ser explorada tem que ter lençóis d’água em abundância… China tem em seu território muita terra e água. Mas a expansão amarela não tem limites… Brasil tem que apertar suas leis para estrangeiros, não permitindo comprar mais do que meia dúzia de hectares… NACIONALISTA EU SOU DE CARTEIRINHA. XENÓFOBO, AINDA NÃO. MAS DO JEITO QUE AS COISAS VÃO, TALVEZ ME TORNE UM…
É!
As soluções não estão no Sakamoto.
Estão dentro de cada um de nós.
“Os Humanos”
P.S. Estou escrevendo uma boa história!!!!
Raciocínio vale para Brasil e ALCA. Independentemente da vontade dos brasileiros haveria ALCA se a elite assim concordasse – e concordaria.
Acreditar, de início, nesta idéia simplista de que o Estado (ou o governo) é em si a representação da vontade do povo em todas as questões, já está errado, que o diga se falarmos de Estados africanos, onde eleição (ao menos legítimas) são uma raridade e governos pouco representam mais do que algumas famílias amigas.
Marcia Valéria, gostei da sua resposta e o “e daí” foi para provocar mesmo. Seus comentários são bastante pertinentes a aprecio muito os do Luis Roberto. O que eu não gosto, não é de você que estou falando, sim, é de alguns comentários que tentam desqualificar outros, sem estar de maneira alguma ligados ao proposto pelo blogueiro. A manifestação de cada um é benvinda, seja de acordo ou contra o Sakamoto, mas não quero concordar com as ofensas colocadas em nível pessoal. Aliás, o uso de pseudônimo é apenas uma brincadeira, não é para esconder-me detrás dele. Comentar num blog é sempre um bom exercício de escrita e dele não pretendo mais do que a diversão de poder expressar-me e também ver o que os outros estão dizendo. Um abraço.