Blog do Sakamoto

O sem-teto, a cara-pintada e o sinal fechado

Conversas de semáforo tendem a ser objetivas. Por vezes, produzem hai cais da urbanidade. Não é este o caso, narrado por um advogado ao blog, o que não exclui o fato de haver certo lirismo presente nele.

Em uma esquina movimentada de São Paulo, caras-pintadas abordavam os veículos:

- Oi, tudo bem? Você poderia me dar uma moedinha. Eu passei.

Vendo a cena, um morador de rua que também fazia ponto naquele local, provido de uma ironia deliciosa, achegou-se:

- O senhor também poderia me dar uma? Eu também passei. Passei fome, passei frio, passei necessidade…

Dar dinheiro alegremente – quiçá projetando-se no outro a fim de reviver um saudoso momento e participar de um rito comum à sua classe social – ou de forma constrangida – por ter melhores condições em um país extremamente rico e proporcionalmente desigual e se sentir obrigado diante da circunstância no semáforo, sem contar o efeito de sentimentos nobres como a dó, e ser chamado na chincha?

Qual foi o desfecho? Nem te conto. Fica mais interessante que cada um termine a história do seu próprio jeito. Se bem que eu arriscaria dizer, se o mundo fosse maniqueísta, para qual lado a balança penderia…

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Comentários

260 Responses to “O sem-teto, a cara-pintada e o sinal fechado”

  1. Tiago Rattes disse:

    Caras pintadas de satisfação. Dar um passo adiante na vida, rumo a academia-nossa-de-cada-dia. Tornar-se profissional, operador de um mundo sem muito jeito. Ter o rosto pintado-manchado pela poeira da indiferença que tomas as ruas das pequenas, médias e grandes cidade. É o encontro do “sucesso” com a “derrota”. Da esperança resignada, com a tristeza ainda mais. O dia de sol e alegria par uns é a rotina atordoante da desesperança pra outros.

    Me lembra a piada do capitalista empedernido, que já nem me lembro mais onde li: a criança no farol pede um trocado para o “tio” dentro do carro. Ele nega assertivamente. A criança repara que há um chocolate no console do carro – “então me dá o chocolate, tio?” -ele desvia os olhos e fala de canto: “não, se você comer doce agora, vai perder o apetite pro almoço”.

    O sinal abre, o carro vai embora e a vida segue.

    • Carlos Rico disse:

      Lindo texto seu comentário.Mas imaginando o brasileiro médio,rei do trânsito das grandes cidades,ora compaecido,ora segregacionista,imagino que o primeiro tipo – o de compaixão,mesmo que instantânea – passe,sente pelo miserável,comemora a calourada pós-resultado-de-vestibular,mas segue seu caminho,afinal não pode fazer muito pela humanidade dilacerada.

      Que droga este mundo tão grande recheado por 7 bilhões de mundinhos:cada um se vira com o seu e “dão” que sêfô.

  2. @jota66 disse:

    é vidente que o cara deu o dinheiro pro bixo. Afinal, mérito é mérito.

    • Ricardo da Silveira Carvalho disse:

      “A classe média é uma das classes dominantes em sociedades modernas como a brasileira porque é constituída pelo acesso privilegiado a um recurso escasso de extrema importância: o capital cultural nas suas mais diversas formas. [...] Quando critico a ideia de mérito individual, é apenas pelo seu uso amesquinhado como ideologia, ou seja, como falsa percepção da realidade.
      É muito diferente quando uma classe inteira de privilegiados de nascimento, com boas escolas, estimulados em casa o tempo todo, com tempo livre desde sempre para fazer o que bem entende e dinheiro para investir em cursos de línguas e pós-graduações valorizadas, chama o próprio sucesso de mérito individual e ainda acusa as classes que não tiveram acesso a qualquer desses privilégios sociais de preguiçosos, burros e culpados pelo próprio fracasso.”

      Jessé Souza em entrevista à Folha (http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-classe-social-dos-batalhadores).

      Creio que é disso que falaste Jota, ou não?

    • larry disse:

      “é vidente” é lirismo puro

  3. Julio disse:

    Não daria dinheiro ao bixo se a faculdade for publica. Afinal jah vou custear todo o seu estudo, via impostos. Quanto ao pedinte, daria sim, mesmo sabendo que o dinheiro vai virar cachaça ou drogas. Afinal ele sim, he um desassistido pelo estado, diferentemente do bixo.

  4. marcos disse:

    Um dia, um idiota que não me recordo o nome disse por aí que o trânsito paulistano era democrático.
    Que o farol abria e fechava para todos, indiferente de classes sociais.
    É, parece que não é bem assim!
    Alguns são Bixo, outros são bicho.

  5. disse:

    Não acredito que sela o encontro do sucesso e do fracasso como comentado, mas sim o encontro entre a oportunidade e a falta dela.

    O capitalismo ou a má distribuição de renda neste país rico, como também já dito, não seria um problema a ser comentado se as oportunidades fossem iguais. Não se trata de tratar de forma igual aos desiguais, mas de oferecer oportunidades idênticas à todos para que aí se possa falar em mérito, sucesso ou fracasso.

    O que ocorre hoje é que é proibido a grande a massa a possibilidade de ter seu mérito reconhecido ou de ter o seu fracasso criticado. Os méritos e os fracassos hoje são praticamente decididos no berço. A partir daí ao invés de ressaltar os talentos a capacidade de resiliência do ser humano, que embora legítima, seja uma competência direcionada ao passado prevalece sobre a inteligencia ou capacidade do ser humano de pensar o futuro.

    A diferença é legitima, desde que legitimada pela oportunidade.

    • menosmal disse:

      A indústria da esmola faz parte do capitalismo.

      No fim do dia vale a pena observar quanto fatura cada excluído.

      Ou o milagre de aleijados deixarem de sê-lo.

      Desentortarem e sairem andando.

      E la nave vá.

      • Mala com alça disse:

        “A indústria da esmola faz parte do capitalismo.

        No fim do dia vale a pena observar quanto fatura cada excluído.”

        Capciosa essa sua colocação…

        É para ler nas entrelinhas? Acho que não, né?

        É por essas e outras que os bons comentaristas vão se afastando cada vez do blog.

      • Mala com alça disse:

        *cada vez mais

      • menosmal disse:

        Vá com Deus.

        Antes, vadio ou vagabundo = a culpa era dele.

        Agora, excluído = culpa da sociedade, ou seja, minha, sua, do saka.

        A novilíngua é demais, ou não?

      • Maria Alice disse:

        Caro Mala com alça,

        Nem notamos.

      • Alex. disse:

        Sempre que posso dou a esmola, acredito que quem pede, não pede por que quer. Ninguém prefere ser pedinte, a ter um bom lugar na sociedade. Lembremos que no nosso sistema capitalista, onde somos todos tratados como cavalos de carreira, para dar dinheiro para meia dúzia de apostadores, muitos ficam de fora da corrida. afinal somos todos obrigados a dar a maior esmola do planeta que é o bolsa-rentista, (via juros) para os banqueiros e as classes dominantes do Brasil e do mundo, e a esta chantagem não temos a opção de. fechar o vidro do carro.

      • Maria Alice disse:

        É isso ai Alex !

      • menosmal disse:

        Sempre que posso dou a esmola, acredito que quem pede, não pede por que quer.

        Vejo que você não conhece nada de nada.

        Mendigo na maioria dos casos é profissão e bem remunerada.

    • Chesterton disse:

      A pobreza é uma oportunidade, é impossível dar as mesmas oportunidades a todo mundo, e o berço em 3 gerações nada define.
      Pai rico, filho nobre, neto pobre em geral é o caso brasileiro.

    • Gul Dukat disse:

      R2 – Concordo em gênero, número e grau!

    • nanashara disse:

      Concordo com vc. O destino é decidido quando nascemos. Alguns mesmo que mal nascidos ainda conseguem dar a volta por cima. Vide exemplos de vários imigrantes que vieram ao Brasil e são mais ricos que os brasileiros natos.
      Certa vez vi um pedinte de um farol na zona leste dizendo que tirava 200 reais por mes, só pedindo no farol, se fazendo de doente.
      Muitos são viciados. Na verdade eu só dou dinheiro para criança, porque não vai ser eu que vai tirar a esperança de seus olhos.

    • Mayra disse:

      É dessa fala que gostei… rsrsrs

  6. falsão disse:

    Uma boa história, assim como uma boa estória, tem um poder de convencimento enorme, já sabiam os antigos.

    Essa crônica é, na verdade, uma parábola. Como uma daquelas do saudoso Rubem Braga.

    Muito bonito seu penúltimo parágrafo, Sakamoto. A grande questão é a da sensibilidade em relação ao outro, você tem razão.

    Longe de todas as vivências que fazem da pobreza também O MUNDO DO POBRE (seu dia a dia, suas limitações e as falas produzidas nesse meio que justificam essa situação) nossa tendência, a de viventes do mundo remediado e da classe média, é a de não compreendê-la muito bem.

    E traduzimos a pobreza dentro de nossas próprias falas e práticas, dizendo, por exemplo, que falta ao miserável mais empenho, senso de oportunidade, disposição para o trabalho… É nossa compreensão desse fenômeno. Tão cega quanto a dos pobres em relação a si mesmos e a outras classes sociais.

    Trombamos uns com os outros. Odiamo-nos. Às vezes, de nossa parte, fazemos caridade, ao que eles costumam responder com deferência.

    De nossa parte, quando já exaustos de não encontrar explicação para a pobreza, também, às vezes, pendemos para falas fascistas, do tipo “mandar-los de volta para o lugar X ou Z, para o cu do mundo”, ou pior: “atear-lhes fogo!; grupos de extermínio devem cumprir sua função!; bomba atômica nas favelas!”. E há quem leve isso a sério, fazendo desgraças.

    Da parte dos pobres, quando exaustos de não encontrar explicação para a pobreza, sobram as falas do fanatismo religioso evangélico ou católico carismático, que nos irritam (a mim me irritam). Ou assumem sua coitadice, esmolando. Se radicais, resolvem assaltar os filhos adolescentes das patroas de suas próprias mães. Se aloprados, alguns resolvem ganhar dinheiro rápido e mais abundante traficando drogas, negociando com policiais que lhes dão costas quentes (porque o policial é um outro pobre que precisa de um extra pra fazer uma reforma na casa ou comprar um carro mais novo).

    Círculos infernais concêntricos. Dantescos.

    De quem partirá a mobilização necessária para uma transformação substancial desse quadro?

    Que partidos políticos poderiam fazê-lo, passando do azul-escuro, ao azul, verde, vermelho ou púrpura? Que imprensa será capaz de não só informar, mas formar, conscientizar, permitindo a mobilização?

    Não, não…

    Tem que estar num outro lugar.

    A solução.

  7. Chesterton disse:

    produzem hai cais da urbanidade.

    reproduzem aí caos da urbanidade.

  8. Chesterton disse:

    De qualquer modo, sem poder averiguar bem se estão os 2 falando a verdade, esse episódio ilustra de alguma maneira um dilema bem tereiro mudista:
    - Premiar o mérito ou a necessidade?

    O resultado será, em última análise uma sociedade meritocrática ou uma sociedade “coitadista”.

  9. Dizem que dar esmola para mendigos é incentivá-los a beber, drogar-se… Mas e dar dinheiro para bixos? É exatamente a mesma coisa, o dinheiro é destinado a bancar festas regadas a muita bebida e, em muitos casos, drogas ilícitas.

    Isso é regra, independentemente, da universidade ser pública ou não. Digo por conhecimento próprio de quem se recusou a participar de um ato destes.

  10. rohtab disse:

    O japonês bobo.

  11. Sara disse:

    realmente.eu acho que o cara que pede esmola levanta tanta grana que amanhã mesmo eu vou me sujar,colocar uns trapos e ficar pedindo debaixo de sol quente dinheiro para os carros que param.nossa,acho que ninguém sabe,mas estão perdendo uma máquina de ganhar dinheiro alto enganando os outros.provavelmente todos eles voltam para as suas belas casas,com 2 carros na garagem,dizendo para as esposas brancas e gordas:

    -Querida,vamos fazer compra no Walmart denovo,porque enganei alguns troxas hoje!

    como eu sei que aqui é difícil de enxergar o que é ironia e o que é pra valer,MÉRITO DE CÚ É ROLA.

    • menosmal disse:

      Alguns sim e até já foram filmados voltando para suas casas classe média.

      Pesquise e verá.

      Tente se fantasiar de mendingo e parar numa esquina que já os tenha.

      Você verá que os pontos comerciais de esmola já tem dono e será gentilmente convidada a se retirar.

      • Elson disse:

        discordo… vc não será gentilmente convidada a retirar-se… vai sair debaixo de pancada mesmo, porque essas pessoas não entendem bem o que é vida em sociedade…

      • menosmal disse:

        Para quem não sabe.

        Aqueles bebes que ficam nos colos de mulheres sentadas no chão.

        São alugados.

    • Maria Alice disse:

      DISCORDO. Você realmente está em fase de surto. Mas teve um momento de lucidez , foi quando falou do assunto que sua mente domina: as últimas palavras do seu último parágrafo.

      • menosmal disse:

        Nisso os esquerdos são campeões.

        Ninguém se aluga mais fácil e mais barato.

        Vem treinando desde o cavaleiro…

        Tinha o tal ouro de moscou.

    • Roberto P disse:

      Mas então porque não aceitaram o convite da Sara?
      Não acham negócio uma casa de classe média só pra pedir esmolas?
      Ou então, não considerando a situação muito justa, podem coibir o aluguel de bebês com o cacetete do policial amigo. Ele entende bem a noção de justiça de vocês e espanta (ou espanca) o jeito criminoso de fujir da fome.
      Ainda não disseram se topam ou não o convite da Sara?
      Ou a empresa onde vocês trabalham nunca sonegou pra ter um pouco mais no fim do mês? E se a empresa onde trabalha é idônea, porque não enchem de sangue os olhos pra acusar o trabalho infantil na empresa vizinha.
      Ah, vai dormir.

      • menosmal disse:

        Vamos juntos então e eu te mostro como funciona e se a Sara quiser também a ela. Pela lingua dela, já dá para ficar no meio.

    • Osvaldo disse:

      Não acredito que este comentário não foi censurado.

    • marilu disse:

      Sara, boa tarde! que meiguiçe vc!

    • ricardo disse:

      Perai. Tem gente que passa o dia inteiro catando papelao,latinhas para ganhar muito menos que esses pedintes vagabundos de semaforo? Esses catadores sao trouxas entao?

  12. Julio disse:

    O merito jah foi decidido, o bixo se for faculdade publica ganhou um curso que pode custar de 60 a 250 mil. A questão he quem merece a esmola. mesmo que houvesse uma bolsa pedinte, este pedinte, durante sua vida uitil (ou inutil), jamais receberia este valor.
    Quem merece os deizão; os dois, nenhum dos dois, ou um deles….

  13. Herbert Soares disse:

    Muita alegria em saber que o bixo conseguiu depois de muito esforço ser aceito como um cidadão comum, e que tristeza em saber que o pobre ser com muito esforço não foi aceito. A pergunta é:
    De onde vieram esses critérios?

  14. Mr X disse:

    O bixo só está ali por um dia, pagando trote, e aquela moeda tem valor mais simbólico do que útil. O mendigo está ali sempre, vivendo daquilo.

    Eu, nessa exceção, acho que daria aos dois, afinal o mendigo demonstrou ser espiritoso e saber aproveitar o momento. (Mas se aparecesse um terceiro eu fechava a janela e ia embora, que até caridade tem limites).

    O problema das esmolas, em especial as esmolas a crianças, é que ao pagar você está subsidiando sua estadia nas ruas. É isso mesmo: você está pagando e incentivando a criança a virar uma esmoleira profissional. Muitos pais e outros familiares vivem disso, porque adulto tem mais pena de criança. Essas crianças são usadas, sem dó nem piedade. Portanto o ideal seria jamais dar esmolas a crianças.

    No mais, eu não compro isso de que tem “necessidade”de ficar pedindo esmola, a verdade é que é um estilo de vida que foi escolhido, e esmola além de não exigir trabalho físico dá mais dinheiro do que outras ocupações. É sério: fizeram certa vez um estudo sobre pessoas que pediam esmola em países desenvolvidos, ganhavam um volume invejável de grana. No Brasil certamente é menos, mas provavelmente não é uma quantia do todo desprezível.

    Mas esmola ainda é voluntária. Uma coisa que odeio, e e pudesse não pagaria, é flanelinha. Isso é extorsão sob ameaça velada de violência, e deveria ser coibido pelas forças policiais.

    O destino é decidido quando nascemos. Alguns mesmo que mal nascidos ainda conseguem dar a volta por cima. Vide exemplos de vários imigrantes que vieram ao Brasil e são mais ricos que os brasileiros natos.

    Bem, uma coisa de que ninguém fala é nas diferenças culturais, familiares e de QI, que são as que largamente mais influem no fato de uma pessoa vir a ser pobre ou rica no futuro.

  15. Walter Bariani disse:

    Creio que não se trata, objetivamente, de mérito ou necessidade, mas em retratar o quanto nosso país é injusto, situação que permite de um lado um “bixo” que pode ser fajuto e oportunista, e do outro um “bicho” escorraçado pela sociedade consumista e delirante.
    Um país que preza por proporcionar a seus cidadãos o acesso à educação e à cultura, não deixa a mostra em suas artérias tais nódoas morais, no entanto, enquanto perdurar nos hábitos dos brasileiros o famoso “jeitinho”, teremos todas as cenas publicáveis e/ou não tão publicáveis assim, em nosso dia a dia.
    Sabem quando isso acabará? provavelmente nunca… o brasileiro sofre de uma moléstia quase incurável: o analfabetismo politico, o pior dentre todos.
    Há esperanças? claro que as há, pois como disse Bernie S. Siegel, médico oncologista norte-americano, “Cancer é apenas uma palavra que serve para identificar uma doença, que não é incurável. Incuráveis são as pessoas”…
    Parabéns pelo tema, complexo em sua simplicidade e profundo em significado.

    • menosmal disse:

      Eu já viajei bastante dentro e fora do país e até hoje só vi um mendigo japonês.

      Foi na Itália e até foto tirei. Nunca fui ao Japão.

      Porque será? Porque o saka não aborda isso?

      • carla disse:

        já vi vários com traços orientais…negros…e olhos azuis…verdes..pedindo esmola?fazer oq cara? matá-los?nao estou entendendo oq vc está dizendo…

      • menosmal disse:

        Não, entender porque cargas d’agua japa nãp pede esmolas.

      • ricardo disse:

        Porque japones tem aquilo que se chama HONRA.Ja ouviram falar de harakiri, quando uma pessoa abria seu ventre com uma espada para pagar pelo seu erro ou por vergonha pelo erro cometido?Ou quem nunca ouviu a historia do membro da mafia, a Yakuza sem um dedo? Neste país oque está faltando mesmo é vergonha na cara.Depois vem a educaçao, saude, economia, etc.

    • menosmal disse:

      Eu já viajei bastante dentro e fora do país e até hoje só vi um mendigo japonês.

      Foi na Itália e até foto tirei. Nunca fui ao Japão.

      Porque será? Porque o saka não aborda isso? né?

      • Ninah Fleur disse:

        Mas eu já vi japonês em outras situações até um pouco mais constrangedoras… Não convém comentar, mas naquela dada situação eu preferiria esmolar…

    • menosmal disse:

      “e do outro um “bicho” escorraçado pela sociedade consumista e delirante.”

      Não falei lé em cima que a culpa, segundo os esquerdos, é minha, sua e do saka.

      Tente tirar eles da rua e verão a resposta.

      Mas a culpa continua sendo minha.

      Esse papinho de acadêmico da usp dos riquinhos mimados já deu o que tinha que dar, argh!

      • Mr X disse:

        Pois é, a culpa é de todos, menos do Walter Bariani. Essa maldita sociedade consumista! Mas peraí, o que os pedintes querem não é justamente acesso aos bens de consumo?!? Ora, que deixem disso, a sociedade consumista é uma desgraça, já nos alertam o Sakamoto e os vários comentaristas aqui. Melhor que eles vivam no abandono dos bens materiais…

  16. Marcelo disse:

    Meu deus! Este blog, blogueiro e comentaristas, parecem numa disputa para ver quem fala mais palavras que ninguém entende! De filósofos o mundo já está muito cheio. O que o mundo precisa são de pessoas mais “pragmáticas”. Bando de hipócritas!

  17. Rafael disse:

    Respondo a este post observando os 8 bons comentários anteriores, não sei o q virá depois…
    O fato é q concordo com td q foi falado até agora. Esse episódio nos faz pensar sobre a falta d oportunidade à grande massa d “excluídos”, q não têm chance d chegarem aos seus méritos, ou d contemplarem os seus fracassos, devido à inexistência d um sistema igualitário q permita a tds os msms tipos d acesso, aprovando, selecionando e premiando quem realmente é melhor – e não quem teve a sorte d ter no berço uma origem + abastada. Afinal, existem talentos e gente decente em qq classe social, e o msm vale p/ a escória e a criminalidade.
    O fato é q essa situação é realmente típica d um capitalismo praticado no mundo td. Um capitalismo excludente, q ressalta quem já tem posses e achata quem não as possui. Se antigamente existiam castas, ou seja, classes sociais imóveis, sem trânsito entre si, hj o capitalismo existente garante q essa mobilidade continue sendo mínima. Não se trata d defender socialismo, comunismo, nem nada semelhante em detrimento do capitalismo. Hj nós temos um sistema q não é executado da msm forma q a teoria pregada. Logo, nenhum deles é bem sucedido.
    Voltando à situação do semáforo em si, e levando em conta q estamos no Brasil, eu não teria dúvidas: daria a moeda p/ o bixo. Bem nascido (financeiramente) ou não, ele chegou à faculdade, teve méritos para tal. Está ali comemorando a sua ascensão na sua ainda curta vida social, a sua conquista dentro do q a sua idade e o seu mundo lhe permite. Está lutando, pois, p/ alçar vôos maiores no futuro. Representa, até q se prove o contrário, o futuro d uma construção e condução melhores da nação, com gente jovem, estudada, e tomara, honesta e disposta.
    O morador d rua, especificamente no Brasil, não se sabe se realmente o é qdo se aproxima do carro e pede o dinheiro. Assim como não sei se os deficientes q se apresentam como tal nos faróis tb o são. Não conheço o passado dessas pessoas, tampouco os motivos q as levam a pedir nos semáforos. E nem o q vão fazer com esse dinheiro ao final do dia, pois como bem falaram, vale a pena contar o qto se consegue d arrecadação depois d um dia inteiro mendingando no farol (já fiz pedágio em semáforo qdo entrei na facu e sei o qto rende).
    Enfim, “investiria” minha moeda no bixo, pq até ali, sei q ele dedicou algum tpo d sua vida aos estudos. O morador d rua, esse, não tenho nem como imaginar o seu passado, pois milhares d hipóteses poderiam levá-lo àquela situação.

  18. Paula disse:

    Ainda acredito na dignidade humana. Se um calouro pedisse a mim uma quantia mínima de dinheiro para ajudar na sua ‘calourada’ e um mendigo pedisse ao mesmo tempo alegando ter passado fome, frio, etc, minha atitude seria mecânica: ajudaria o que me proporcionou naquele momento maior comoção, no caso, o mendigo. Embora isso, com o tempo, se tornasse uma rotina enfadonha… O problema de dar esmolas é você se sentir conivente com os problemas socias e ‘resolver’ da maneira mais fácil.

  19. marcia disse:

    eu concondor em certa parte o que diz aos comentarios é muito relativo quem precisa mesmo de ajuda só eu sei que eu ja pasei por isso é muito humilhante ;mais hoje eu sou dgna na sociedade de entrar e sair em qualque ambiente e não ser descreminada,mais respeito eu exijo, e é por ai que é nossa sociedade pessoal amor passa longe mais enteresse tem muito no ser humano

  20. carla disse:

    pois é sakamoto…analisando a cena…o estudante da federal , estadual, municipal ou particular naquele dia não vai com suas roupas luxuosas(calças de 500 reais…perfumes calvin klein, hugo boss)é povão , tá no meio do sinal como uma pessoa perdida na vida com sonhos e tudo mais….depois quando entra na faculdade,o lema é quem sobrevive é o mais forte…o resto da população ou é desocupada, nao tem direito à sentimentos…filhinha de papai só sabe reclamar…tem q ganhar salário mínimo(às vezes menos!!!)ficar calado e morar no seu barraco de 300 reais…500 reais….Se olhar para um estudante é capaz de tomar até um processo ou ser preso…pq está assustando sua visão…já o cidadão humilhado pela polícia..pelas empresas e serviço público…lutando para conseguir uma luz ao dia…
    ouseja boa parte da classe média miserável vive torçendo por dias melhores . Espero eu q esses dias passem…como a miséria de um brasileiro..e um aprovado na usp…(principalmente os “humildes” de direito e medicina”)

    • carla disse:

      vários passam por esses dilemas..sejam de traços orientais..europeus(LÊ-SE OLHOS AZUIS OU VERDES) sofrem nesse país…e existe aquele elite branca e cruel de olhos negros ditando a “ordem”
      um país é feito valorizando os direitos e grupos e individuais . um país para todos..nenhum povo é melhor q o outro…japoneses tem todo direito de reclamar…ta aí os grandes diretores nagisa oshima e kurosawa…criticando as mazelas do japão..mas q no fundo havia abordagem universal.

      • Mr X disse:

        Hein? Orientais e Europeus de olhos azuis e verdes, sofrendo na mão de uma “elite branca e cruel de olhos negros”? Em que país você mora meu amor?

        O problema da esmola é que vicia, mas a longo prazo é pior pra quem pede que pra quem dá.

  21. Joel Bueno disse:

    Boa parte dos comentários dá vontade de vomitar.

  22. ANTONIO disse:

    Já não tenho a menor dúvida de que o problema desse japa esquisito é de natureza psicológica. Algum trauma remoto, associado à bobeira ideológica, o faz sistematicamente aproximar-se dos modelos de fracasso, pobreza e frustração, em detrimento dos seus opostos. Seu biotipo, aliás, grandalhão, mas tentando uma patética doçura no sorriso, é significativo.
    Dê a moeda ao tal cara-pintada. Ele produzirá alguma riqueza, Sr. Sakamoto.

    • Lucas disse:

      sugiro que o Sr. Sakamoto leia (provavelmente já leu, então vale a pena o reforço) a Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo.
      Ajuda a entender por que o Brasil é um país de frustrados.

      Que tal parar de critirar “as elite” e começar a meter a mão na massa? Reclamam que não tem dinheiro? Ora, não gastem as poucas dracmas com as prestações da TV de plasma.
      Ponham o dinheiro na poupança da Caixa, e aproveitem o milagre dos juros compostos.

      • Mr X disse:

        Todo favelado tem televisão, e muitos tem TV a cabo. Dinheiro pra cachaça também não falta. É tudo uma questão de prioridades.

        E notem que os assaltantes também, roubam tênis de marca, mas jamais livros!

      • Alex. disse:

        Isto mesmo lucas, digam para estes pedintes que juntem 20% do que ganham, e comecem a emprestar a juros para seus colegas perdulários. Mais a frente empreste para algum funcionário público endividado e que poderá lhe negociar favores. Mais a frente encontre algum empresário a beira da quebra, ou alguém moribundo, lhe empreste algum e empenhe a sua casa como garantia .Não sei o que estes pedintes estão esperando para entrar no jogo. Devem ter algum desvio de carater.

      • carla disse:

        mete a mão na enchada…ganhar 50 reais por semestre e morrer ali desasistido como um animal como ainda aconteçe nesse país , não obrigada. E aí, vai me obrigar?

      • Melecão disse:

        Todos tem um pouco de razão!
        Porém temos um fato, uma realidade ! Não é possível dar oportunidade
        igual para todos hoje, e nem daqui a 10 anos! Fome é hoje, não espera !
        Assim, mesmo injusto, tem de “meter a mão na massa” com gana !
        Quando criança, Lula teve as piores chances possíveis ! Ninguém apostaria 1 centavo nele e…virou presidente do Brasil ! Dilma (dizem)
        montou uma pequena loja e não foi bem sucedida, lutou e … virou presidentA do Brasil ! O que faz um simples pedreiro virar um empreiteiro
        bem sucedido ? Por que um sem-terra acaba comprando os lotes dos demais e torna-se um sitiante produtivo e destacado ?
        Porque esses são diferentes dos demais, são interessados, dedicados,
        trabalham mais horas (para eles mesmos) são planejadores e tem vontade
        de vencer ! O capitalismo é igual para todos e premia quem tem gana de
        lutar, persistir, tentar…
        Não aceita choramingos e subterfúgios. Caiu ? Levante ! , DE NOVO !
        É preciso parar de reclamar, do patrão, da firma, do governo etc.
        Não tá bom ? Tá se sentindo ” explorado” ?Demita-se !
        Desocupe a moita ! Trabalhe e vença ! Depois passe para a turma que
        dá trabalho aos demais e ajude a quem achar que merece !

    • Roberto P disse:

      Nossa, Mr. X, bela leitura da sociedade de consumo e o fetiche das marcas no capitalismo. Quantos anúncios de livros você vê na televisão? Não é lá que eles assistem as belezas da sua sociedade?

    • carla disse:

      antonio pq nao coloca a cara e mostra quem é vc? vai ser apenas um dos q só falam …comentário perdido no limbo virtual….o sakamoto há anos defende suas posições…às vezes contraversa…como nao concordo com ele…acho q ele é a favor da eutanásia..mas sobre outros temas…ele tem muito conhecimento nacional e internacional

  23. Lucas disse:

    hahaha… quem é de esquerda tem inveja de quem tem dinheiro.
    Como dizia a mãe do Max (aquele mesmo): tá na hora de você parar de escrever sobre o capital e começar a ganhar algum

    • Maria Alice disse:

      Pelas barbas de Neptuno, em que material você colheu este tipo de informação ?! Leia sobre Friedrich Engels (1820-1895).

      • Lucas disse:

        Outro frustrado.

      • menosmal disse:

        Este era biliardário dazeliti e tratava as mulheres como o berlusca hoje. Era um crápula.

        Mas ele pode porque é de esquerda, né.

        Não gostava de pobres também.

        Se informe.

      • Maria Alice disse:

        Já o fiz.

      • Maria Alice disse:

        Caro Lucas,

        Não vou insistir, deixá-lo-ei sozinho. Descanse em paz.

        O mal da ignorância é que vai adquirindo confiança à medida que se prolonga.” (Autor desconhecido)

      • Maria Alice disse:

        Adorável Menosmal,

        Só aprendeu a subtrair, é ?

        É verdade que você está de olho na minha jugular ? Sugestão: desista !
        Nem se você fosse mais corajoso e não se escondesse atrás de pseudônimos.

      • Lucas disse:

        dai a pouco essa Maria Alice vai cantar Geraldo Vandre

      • menosmal disse:

        É Maria Alice do quê ???

        Quem me garante que não é um pseudônimo? né corajosa?

        O seu querido na opinião do Professor da Universidade de Londres, Tristram Hunt

        Não vejo Engels como um completo hipócrita, mas parece claro o descompasso entre seu pensamento filosófico e sua vida pessoal: ele criou um estilo de vida em cima da mais-valia dos operários de sua empresa Ermen & Engels, vivendo como um magnata em Londres graças ao capital investido em várias empresas coloniais. Bastante crítico em assuntos como a exploração sexual da mulher, frequentava prostitutas. Considero que tudo isso faz de Engels um personagem fascinante para um biógrafo. Além disso, Engels nunca olhou para essas contradições com vergonha. Seus opositores políticos frequentemente o criticam por acumular capital nas costas de seus operários, mas Engels encarava isso como uma incontornável atitude para financiar Marx dentro da lógica do capitalismo. Então, mantive o foco na vida pessoal de Engels não para condenar o homem, mas para explorar essas contradições.

        Lindo, né?

      • Maria Alice disse:

        Caro Menosmal,

        O ser humano é por excelência contraditório, qualquer criança sabe disso,(ainda que intuitivamente). Logo, a reboque, vai o fato de ser crítico em assuntos como a exploração sexual da mulher e usar os serviços de prostitutas( E ??? Idem,??? para rico, investidor etc. ). Quanto ao nome completo, basta ir ao google. Ele está lá, lhe garanto (o restante, eu deixo por conta de sua capacidade criativa(afinal, você cria tantos nicks , né?!).
        Em tempo: rresposta ao comentário de menosmal . de 13/02/2011, às 19:38 hs..

    • Alex. disse:

      Seguindo esta lógica, depois da Maria Alice cantar Geraldo Vandré, tu vai cair de quatro e começar a comer capim.

    • Maria Alice disse:

      Caro Menosmal,

      Apesar de só ter me reportado ao comentarista Lucas, dir-lhe-ei que o estava alertando para a possibilidade de convicções mais embasadas sobre Karl Heinrich Marx. Por conseguinte, eu apenas somava, no que se referia a conhecimentos. Dai ter lhe perguntado em um comentário contraditório se você também sabe somar. Mas, parece-me que ficará para uma outra oportunidade, já que o referido comentário está sob o julgo da moderação. Quanto à amizade de Karl Marx e Engels, este, por ser um rico industrial e não ter tempo, criou tacitamente uma sociedade de capital financeiro e intelectual, para que o primeiro escrevesse suas idéias, inclusive o livro “O Capital”. Portanto, os dois juntos praticaram soma e não subtração. No mais, não uso pseudônimo e nem preciso de julgar terceiros e, em especial, de suas jugulares. Ah, esses conceitos de esquerda e direita, rico e pobre et cetera , de que você tanto se apega,são relativos, segundo os meus critérios.

      • menosmal disse:

        Do caráter do seu ídolo você fugiu.

        Como todo sinistro faz.

        Eu uso nick e vou continuar usando, e daí?

        Se você quer usar o seu nome é seu direito de livre arbítrio, assim como eu uso nick.

        Simples assim.

        A soma dos dois deu em 100.000.000 de mortos. Acho que chega desta tentativa insana, né?

      • Luiz Roberto disse:

        Se for para contar mortos, ou fazer obituários, vamos começar bem lá atrás, nos primórdios das civilizações humanas.
        Todos os Estados, regimes, reinados, impérios, democracias e ditaduras têm seus mortos para contribuir na conta.
        É bastante mórbido dizer que o regime político ou modo de produção que um defende, matou menos do que o que o regime político ou modo de produção defendido pelo outro.
        Sinceramente, essa é uma argumentação frágil para os dois lados e leva os debates para o velho e desgastado confronto maniqueísta entre “esquerda” e “direita”, ou “destra” e “sinistra”.
        Não melhora em nada a situação exposta pelo blogueiro, é uma digressão forçada para um embate ideológico anacrônico e estéril.
        Voltemos ao tema, é melhor do que perder tempor contando os mortos, que não podem se defender mais e silenciosamente desfazem-se no pó da História, que não conseguimos construir de uma forma mais inteligente e justa.

      • menosmal disse:

        Sim, bem lógico, vamos de novo cometer a tentativa assassina.

        Mortos, que mortos, né?

      • Maria Alice disse:

        Caro Menosmal,

        Primeiramente, gostaria de lhe dizer que tenho os blogs como espaços propícios ao exercício da cidadania. Sendo assim, não consigo entender como uma pessoa pode não se permitir ter direito à cidadania. Desculpe-me, mas a partir de uma auto punição dessa, o que vem depois disso é digno de reservas. Face a isso, não entendo muito o uso de apelidos, se a intenção participativa for boa. Aqui, no Brasil, os nomes ou sobrenomes costumam ser comuns entre milhões, isso sem considerar que há as possibilidades das iniciais deles e de outros, também. Portanto, cabe ainda uma reflexão sobre um outro tipo de possibilidade: a existência de alguma emoção mal resolvida.
        Quanto às suas afirmação e pergunta ( “Eu uso nick e vou continuar usando, e daí? “), digo-lhe que, obviamente. você tem todas as permissões para tal. Acredite. Exceto se você também estiver em conflito com o próprio apelido escolhido.
        Em relação as suas demais afirmativas, sinceramente, são pueris, haja vista que estão atoladas em tentativas enquadramentos tolos.

      • Maria Alice disse:

        Leia-se, (…) atoladas em tentativas de enquadramentos tolos.

      • menosmal disse:

        “Primeiramente, gostaria de lhe dizer que tenho os blogs como espaços propícios ao exercício da cidadania.”

        Cidadania é palavra ônibus, cabe qualquer coisa dentro, inclusive nada. A mim não significa nada. Assim como praticar soma e não subtração é uma forma de nada dizer, mas com estilo de quem sabe algo, o quê , não sei.

        “Portanto, cabe ainda uma reflexão sobre um outro tipo de possibilidade: a existência de alguma emoção mal resolvida.”
        Deve ser a sua, para escrever este amontoado de nada.

        “você tem todas as permissões para tal. Acredite. Exceto se você também estiver em conflito com o próprio apelido escolhido.”

        É lógico que eu tenho todas as permissões e você nem precisaria vir com este papinho de cerca lourenço. O PNH 3 ainda não passou. Quanto ao conflito, deve ser você que tem com o nick, não eu.

        Tudo é pueril, mas você não tem resposta para nada e por isso mesmo nada responde, preferindo ficar ao redor do que interessa, ou seja, na forma e não no conteúdo. Engels pode ter sido um bom filósofo mas era um canalha.

        Volto ao meu primeiro comentário, Lena também era uma grande e inovadora cineasta, mas era nazista, defeito imperdoável que a impediu até hoje de ser valorizada.

        Acho que não preciso desenhar, né

      • Maria Alice disse:

        Olha só quem está me esperando ! Caro Menosmal ! Hoje realmente não deu para chegar mais cedo aqui, mas vou compensá-lo dando-lhe a última palavra na troca de comentários. Esta bom assim ? Hum, já vi que algo não está indo bem ai. Tenha confiança , vai melhorar, tá?. Ah, aproveitando o ensejo, só uma palavrinha esclarecedora:: “se você tivesse a mínimo noção das idéias e assuntos que costumam freqüentar a minha mente, saberia que não há lugar para você. Mas, como prometi, deixá-lo-ei com a última palavra. Ou prefere que eu a desenhe ? Fique a vontade.

      • menosmal disse:

        Se deu mal.

      • Maria Alice disse:

        Caro Menosmal,

        Concordo. Sinceramente, para mim foi um privilégio saber que não harmonizo com suas idéias. Descanse em paz , juntinho com o seu segundo parágrafo do seu comentário, que diz: (…)Cidadania é palavra ônibus, cabe qualquer coisa dentro, inclusive nada. A mim não significa nada.(…) Diante do exposto, preciso dizer alguma coisa ou quer que eu desenhe ? Lamentável.

      • menosmal disse:

        Lamentável é o seu papinho usp fefelech cidadã.

        Passe bem.

      • Maria Alice disse:

        Caro Menosmal,

        Leia-se, “ juntinho com o segundo parágrafo, do seu comentário, que diz: (…)Cidadania é palavra ônibus, cabe qualquer coisa dentro, inclusive nada. A mim não significa nada.(…) Diante do exposto, preciso dizer alguma coisa, ou quer que eu desenhe ? Lamentável.
        ,…
        Ah, já ia me esquecendo: Tomara que “os nada” dos ônibus já estejam mesmo tomando ciência da cidadania. Uma de minhas metas é esta: a conscientização. No mais, eu deixo para a sua cultura “do ter “ a realização do que sempre ocorre nesta: uma geração ganha, a seguinte usa e perde inconsequentemente, e a próxima passa a ser os tais “nada” Compreensível, a alienação faz com que a coisa seja cíclica. É sinistro, cara . He,he,he,

  24. Igor disse:

    na verdade, ambos sao oportunistas: o mendigo pela doh e o bixo pelo merito.
    ninguem daria dinheiro pra ninguem, ninguem daria parte do seu trabalho, se nao se sentisse “obrigado” a faze-lo pela sua mentalidade. pq a gente acha certo dar parte do nosso trabalho a alguem que esta sem fazer nada?

    a verdade eh que a grande maioria da sim a moedinha, mas eh porque a grande maioria tambem ja passou pelo dificil e excludente darwinismo social.
    eh por lembrar do proprio esforco qdo ve o bixo, eh por lembrar do proprio medo do fracasso qdo ve o mendigo.

    dar moedinha para o mendigo eh por ter a sensacao de que o bem sucedido tirou a oportunidade do pobre, seria uma forma de compensacao.

    dar a moedinha para o bixo eh por ter a sensacao de que o merito eh devido a esforco e privacao de “vida”.

    soh acha que bixo e “bicho” sao aproveitadores, quem nunca teve que se esforcar pra nada…essa eh a realidade do brasil.

  25. falsão disse:

    Sakamoto,

    E aí?

    Ofendi? Fui preconceituoso? Incitei violência? Fugi do tema? Foi o filtro automático?

    ?

  26. Lelouch disse:

    Eu já fui bixo, e não pedi esmola. É ridículo, humilhante demais.

    Se me pedissem, ignoraria. Apesar que não me admiraria se essa moeda, em consequencia, fosse-me tirada à força.

  27. Lucas disse:

    esquerdismo é doença

  28. JORGE disse:

    Atualmente muitos preferem a vida de esmola e mendigar pelas esquinas das grandes cidade que ter um emprego, pois as pessoas que tem um pouco mais na maioria das vezes dão dinheiro aos esmolas e de centavo em centavo em uma grande cidade no final do dia podem até conseguir mais de 100 reais e ai calculem em um mês tirando os sabados e domingos quanto um mendigo pode faturar sem ter ninguem o apurrinhando o dia inteiro dizendo o que tem que fazer e ai vocês ainda acham que não é bom ser mendigo é só não se ter nenhum pouco de vergonha na cara que se consegue ser mendigo e em entrevistas a um mendigo ele mesmo disse que é melhor ser mendigo, pois existem muitos trouxas que dão dinheiro para ele e com isso não se precisa trabalhar mesmo tendo saude perfeita e corpo também perfeito e só o que não é perfeito é a vergonha na cara que não existe entre os mendigos que preferem a vida que levam a ter a mesma vida que nós.

  29. heroito mendes disse:

    sakamoto,,do jeito que esta caminhando as coisas no brasil daqui a pouco vai ter muitos da classe que o lula disse que subiu pra classe media no semafaro pedindo, enquanto o ranço do sarney gasta 64 mil em uma compra no supermercado com carnes,frutas,legumes, e algum produto de limpeza, isto pago com o dinheiro do povo não é do salario dele, dinheiro liberado pelo congresso, o minimo vai ser obrigado a ser votado a 545, eu disse obrigado porque quem votar contra vai ser considerado dissidente,,é ou não é uma vergonhosa ditadura?? este sarney e seus dessendentes é um cancer que tem de ser estirpado do congresso bando de sangsuga, este é o paiz do fais de conta,faz de conta que vou governar para o povo,faz de conta, que vou acabar com a miséria, faz de conta que vou acabar com a corrupção, faz de conta que eu não vou roubar, e assim vai é sakamoto acho que eu tambem vou pro semafaro, que inveja do egito, do iemem, que nojo destes politicos..

    • Julio disse:

      Agora sim chegamos aode eu queria. O Brasil não he uma democracia; somos uma cleptocracia. Não ha um politico que não enriqueça durante seu mandato. Porisso temos a mairo taxa de juro do mundo, a segunda mais cara telefonia, o maior imposto em relação a PIB dos emergentes, um dos mais caros combustiveis do mundo, e sem duvida o mais caro aparato politico do mundo. Tudo tem que ser muito caro, para pagar os desvios.
      O egito he aqui. Em algum momento havera um catlisador que nos levara as ruas.
      Tremei Cleptcratas.

  30. Luciano disse:

    se o mendigo engraxar meu sapato eu darei a moeda a ele.
    até lá melhor dar pro estudante, talvez, alguém que venha ser algo no futuro.
    foi o tempo que população de rua eram pessoas largadas pela sociedade: 99% deles estão nas ruas por suas próprias ações ou falta delas.
    não choremos por eles, façamos eles entrarem na linha.

    • Orivaldo Guimarães de Paula Filho disse:

      Desculpe, mas o mendigo não irá engraxar o seu sapato, ele é mendigo, não engraxate, portanto…
      E, tb não tente fazer com que as pessoas sejam como vc idealiza na sociedade, cada um vive da maneira que melhor lhe convém, portanto, nem chorar e nem fazer alguém “entrar na linha”, isso é coisa de composição ferroviária e costuma dar acidente grave.
      Basta não dar a esmola e só. É o que eu sempre faço.

    • Renata disse:

      uiiiii entrar na linha?!?!?!? Descreve aí como?

  31. Orivaldo Guimarães de Paula Filho disse:

    Podem me chamar de chato, mas não dou nenhum tipo de esmola, nem em dinheiro, nem em espécie e para ninguém, nem criança, nem idoso, nem mulher, nem homem, nem deficiente físico ou mental de qualquer sexo e muito menos para estudante que passou em vestibular.
    Não se constrói uma sociedade cidadã com esmolas e outras benesses contestáveis do ponto de vista ético.
    E, Viva o Povo Brasileiro!!!!!

    • Fúlvio José disse:

      Prezado Orivaldo, você não é chato por pensar desse modo, ou se é, somos os dois, porque penso exatamente como você. Também não dou esmola a mendigos porque isso não ajuda a eles, ou melhor, ajuda a profissionalizarem-se como pedintes. Na minha cidade, Belo Horizonte, existe um albergue para o qual os mendigos não vão porque não querem ficar longe da cachaça nem cortar o cabelo. Não dou esmola para calouros de faculdade para não patrocinar bebedeiras e acidentes. Por aqui, certa vez, aportou um que se dizia “mochileiro” e que praticamente me intimou a dar-lhe algum dinheiro. Perguntei a ele, friamente: Por quê? E pensei na canção do Chico: “Vá trabalhar, vagabundo”! Enfim, só queria parabenizá-lo pelo comentário!

  32. Marcos disse:

    Conheço uma pessoa que já foi viciada em drogas e um dia perguntei como ela fazia para conseguir o dinheiro para o vício.
    Ela me disse muito claramente que era só pedir em uma esquina, para os carros.
    E vinha grana boa, segundo ela! Sustentava o vício em cocaína com sobra.
    Se o mendigo não tiver uma deficiência muito clara, que o impeça de concorrer no mercado de trabalho (mesmo que seja trabalho braçal) em igualdade, darei minha moeda ao bixo.
    Já fui bixo, já pedi dinheiro na esquina para beber cerveja com os veteranos. Adorei aquela época e quero que outros tenham essa mesma experiência, esse mesmo prazer, ainda que criticável sob certos pontos de vista. Mérito é mérito.

    *******************
    Além do que, não é minha função resolver as injustiças sociais do Brasil. Desculpem-me por dizer isso mas existem oportunidades para se deixar a pobreza, ainda que em 2 ou mesmo 3 gerações, que surgem a cada 5 minutos.

  33. Lucas disse:

    ué, mas o Lulla não tinha acabado com a pobreza? Nunca antes na história desse país….

  34. laila gomes dos santos disse:

    Esse menosmal é o Romeu-Sergio.

  35. Vinicius Santos disse:

    Desculpa aí Japa, mas agora você pesou a mão na hipocrisia.

    Tenho por princípio nunca dar esmola, principalmente por que ajudo uma instituição idônea mensalmente.

    Já aconteceu de eu estar dentro de um taxi, e um calouro de faculdade pedir dinheiro. Eu dei sem problema, muito por conta da memória afetiva dos meus dias de ‘cara-pintada’.

    Fosse eu passando pela situação que você descreveu, daria dinheiro para o calouro e negaria para o mendigo. Sem culpa, sem terror.

  36. maria rubel disse:

    E possivel q. haja vicios e mta gente adulta colocando suas crianças nas ruas como pedintes , agora excluir e concordar q. nao se pode mudar a sociedade , educando e mostrando q. e possivel ter dignidade e ficar indiferente mesmo , apesar q. concordo q. e preciso agir de forma coerente e energica principalmente com os adultos q. acabam viciando seus proprios filhos , tornando-os pessoas sem amor proprio largados nos farois pedindo esmolas, enquanto aguardam em casa o q. o filho conseguiu atraves da esmola . E isso q. precisa ser combatido , criança precisa de escola , um lar , carinho e amor , para crescer um cidadao decente com perspctivas de futuro a vista , isso em qualquer lugar do mundo , mas o BRASIL e nossa casa , entao cuidemos dela , das nossas crianças , do nosso futuro.

    • menosmal disse:

      Eles não colocam as crianças, eles alugam.

      É uma indústria rentável.

      Se não fosse, eles não estariam nas esquinas.

  37. Antonio S disse:

    Eu daria ao pedinte pra ganhar um “Deus abençoe”.

  38. Diogo disse:

    Muito espirituoso esse mendigo. Merece R$ 5,00.
    E moédinha pro bicho, sempre.

  39. Chesterton disse:

    “A premiação meritória só faz sentido se as condições são iguais, isto é, se o ponto de partida é igual a todos. O resto é sofisma.”

    chest- pretender condições iniciais iguais é humanamente impos´sivel, ninguem vai corrigir injustiças cósmicas. Talento, beleza, QI tem pouco a ver com berços de ouro e podem ser determinantes para o sucesso ou fracasso de um individuo.

    O que quero chamar atenção é para o fato de haver preconceito contra o “berço de ouro”.
    Esse preconceito é dirigido na verdade contra os esforços de pais e avós para que sua prole tenha aquilo que eles não tiveram ou que julgam correto ter.
    Esse preconceito é um tiro no pé, pois é, por consequencia um preconceito contra o seu próprio esforço em dar algo a sua própria prole.
    Sem querer, os preconceituosos que pretendem condições iniciais id~encticas para todo mundo (formigueiro?) evidenciam o próprio mkecanismo pelo qual familias ficam pobres por gerações e outras não.

    • roberto disse:

      acho que o preconceito não é contra o berço em sí, mas sim em como a familia conseguiu esse patrimônio, se do esforço próprio, ou se explorando o trabalho de outrem e não dando condições para que essas pessoas possam sair desse estado.

  40. vitor disse:

    DILMA,no seu discurso de posse, prometeu “erradicar de vez a pobreza neste país”,porem esta erradicação passa necessariamente pelo aumento do salário minimo,que hoje ela tanto nega a dar um aumento robusto,poderoso instrumento social de erradicação da pobreza, atinge a base da piramide,os bolsões de pobreza, e sobretudo aqueles que preferem-no ao invés das bolsas ocio!!!! So acredito nisto no dia em que os fatos narrados aqui não sejam mais vistos nos semaforos!!!

    • Mr X disse:

      Não meu amigo. “Os pobres sempre estarão entre nós”, já dizia até Jesus Cristo. Nem Super-Dilma erradica as diferenças sociais, que são sempre relativas. E aumento do salário mínimo não é panacéia, aliás, salario mínimo alto garante desemprego e economia informal. Lei da oferta e demanda! Se custa muito caro contratar, eu não contrato ou contrato ilegalmente. É tão difícil de entender?

  41. Antonio S disse:

    Um pouco de pena dos universitários também. Pensam que estão saindo da adolescência (o verdadeiro paraíso) e entrando no paraíso mas sairão no mundo idiota dos adultos e do trabalho.

    • Caçador de pitbulls disse:

      Nem tanto… Alguns mais espertos montam ONG’s e vivem de recursos públicos, sem precisar enfrentar o principal problema de uma empresa tradicional: a concorrência feroz do mercado.

  42. Emerson Pires disse:

    O episódio tem um certo humor, digamos assim, negro, mas la vem o paladino da justiça defensor dos fracos e oprimidos novamente levantar a bandeira da igualdade, como se fosse possivel acabar com as desigualdades por decreto. Quanta bobagem, quanta utopia que já se provou inviável n vezes.
    Alias, me surpreende a quantidade de pessoas aqui que defendem a idéia de que não existe possibilidade de mobilidade social, de que o sujeito que nasce pobre esta “condenado” a esta posição social pelo resto da vida. Ascender socialmente não é fácil, mas não é nem um pouco impossivel e quem acha que isto se deve resolver por decreto, bem, a estes gostaria de lembrar que onde isto foi tentado, realmente a desigualdade foi diminuida, mas para o lado ruim, ou seja, a grande maioria ficou igualmente pobre em prol de uma pequena casta de mandatarios.

  43. Jose Abreu disse:

    Eu não dou moeda nem para um e nem para o outro.Simples assim: Não tenho CULPA.Como dizia Freud, o ser humano é gerado com culpa, nasce com culpa, vive com culpa e morre com culpa.
    Esta reportagem especifica deste blog expressa bem esta situação.Alias começo a achar que o grande problema deste Blogueiro encontra suas raízes no sentimento de culpa que lhe persegue durante toda a vida.Parece que todos são culpados por alguma coisa.

    • Luiz Alberto disse:

      José Abreu…eu fico num dilema sobre a questão…vomos por partes:
      Pago IR,ou melhor,já vem descontado do meu pro-labore.
      Minha empreza recolhe o Simples Federal,que é uma paulada todo mez.
      Pago INSS e não uso por motivos óbvios ( quando por algum motivo vou a um hospital público,concluo pelo que vejo que apena uma pequena parte destes impostos são canalizados para a saúde).
      Pago meu seguro saúde cujos planos estorquem-nos dinheiro vivo e já estão dando-nos um tratamento semelhante ao da rede públicca.
      Pago um seguro de vida pra que a viuva não dependa só da pensão rídícula.
      Cumpro com todas a abrigações sociais com meus empregados, aos quais costumo chamar de colaboradores,e eles de fato o são,mas neste aspecto cumpro com minha obrigação…não há nehuma virtude nisso.
      Pergunto….se eu assim como mihares de brasileiros que agem da mesma forma se sentem como otários,posto que muitos dos recursos recolhidos ao Tesouro Nacional escapam pelos ralos da corrupção,porque não dar esmolas?Porque não ajudar os bixos com suas cervejinhas?
      Otário por otário,fico com a segunda parte,pois pelo menos tenho o exercício daescolha entre dar ou não.
      Quanto a primeira parte,ou entro com a grana ou vou para a clandestinidade.

  44. EVAIR DA COSTA NUNES disse:

    Menosmal, se esse papo já encheu porque não te mandas em vez de continuar a ler o blog e perder tempo escrevendo é falta do que fazer ou puro sadomasoquismo?!!!!!!!!!!!

    • menosmal disse:

      Eu como o falsão, entro e saio daqui quando quiser.

      Isto se chama liberdade de expressão. O que você quer se chama censura

      Se você está incomodado, pule o meu comentário ou se cale.

      Entendeu?

  45. urbano disse:

    A falta de assunto desse blog está grande, héin?

    • Lucas disse:

      Saka, por que você não comenta do aumento dos sequestros-relâmpago? Esses marginais roubam, matam e estupram, mas dai pode, né?

      Sequestraram uma senhora no meu trabalho, quero saber quando vai um representante de alguma ONG ou dos Diretos Humanos na casa dela pra saber se está tudo bem

  46. Diana disse:

    O “dó”, por favor, querido!

  47. Olá! Caros Comentaristas! E, Sakamoto! Uma questão que me trás curiosidade é o seguinte: No curso de nossa escolaridade até Pós-Graduação. O custo investimento médio atualizado, gira em média de R$100 mil até R$250 mil. Há casos de investimentos maciços de até ou superior R$1 milhão de reais. E a sociedade absorve ou tenta absorver esse cidadão com valores remuneratórios irrisórios. Há exceções! Um “mendigo” em um bom ponto pode chegar a faturar até R$1.500,00 por mês. Mendigando! O que me leva a outra curiosidade: Discutir o salário mínimo e fazer disso algo relevante parece-me coisa com pouco sentido. Exceto, que há um atrelamento a algumas contas e outras situações. Vínculos com questões previdenciárias e seguridade social. Dou esse desconto. Entretanto, sobre a folha do aposentado incide o I.R. com as exceções após 65 anos. De qualquer maneira há algo ERRADO nesse cenário. O salário/remuneração previsto no mínimo chega sempre após os aumentos da cesta base de consumo desse tipo de consumidor. Se fizermos uma análise real, o mínimo ou salário mínimo é base referência para os atrelamentos dos demais índices e JAMAIS aumento salarial como dizem os sindicatos e coadjuvantes. Significa dizer que está mais para EMBRMAÇÃO e atualização real e efetiva. Portanto, falar mal dos MENDIGOS é desconsiderar sua INTELIGÊNCIA e PERSPICÁCIA. Talvez, devêssemos falar mal dos TRBALHADORES atrelados ao salário mínimo ENGANATÓRIO. E dá sociedade que dá VALIDADE a essa BOBAGEM técnica contábil equivocada. Será? Talvez o sem teto e o cara pintada NÃO estejam olhando corretamente esse TRUQUE econômico-contábil-financeiro e fiscal. O sinal está fechado ou furtaram o sinal com um truque? Obrigado!

    • falsão disse:

      Olá, Ricardo,

      Coisa rápida. Lembrei-me dos bonitões de gravata e cabelo lambido que aparecem na TV se queixando de que no Brasil falta mão-de-obra especializada. Pagassem mais, ela ficaria por aqui. Do jeito que é, se mandam pra Europa ou EUA.

      Abraço.

      • Olá! Caros Comentaristas! E, Sakamoto!
        Olá! Falsão: Nessa você foi até a MOSCA!
        Inegavelmente, muito da ausência da dita mão de obra e do desinteresse está ligado à remuneração incompatível e falta de programas de encarreiramento.
        E grande parte dos pequenos e médios empresários. Ainda, não justificam ter em seus quadros, pessoas altamente qualificadas.
        Há necessidade de uma mudança nesse cenário. E a resistência maior em superar esse problema está nos empresários.
        Os tidos como empreendedores são mais arejados. Ainda assim, é necessário mudanças de mentalidade.
        As grandes organizações já conseguem resolver ou discutir de maneira mais madura esses incentivos positivos e contrapartidas correspondentes.
        Acredito que devem a médio e longo prazo reduzir esse descompasso.
        Afinal, as coisas estão mudando muito rapidamente e continuarão assim!
        Percepção!
        Obrigado!

  48. falsão disse:

    Como evitar um comentário sobre esse assunto de que mendigos têm renda suficiente pra entrar na classe média? É bacana demais.

    1. Viés negativo

    Uma família classe média resolve que o meio de adquir renda e de manter-se nessa classe social é justamente trabalhar como atores, fingindo-se de mendigos. Têm livre-arbítrio. Poderiam se oferecer como empregados num lugar qualquer, mas resolvem ser profissionais autônomos, sem nenhum encargo, a não ser o sol quente das ruas, algum neonazista maluco ou policiais. Os três são contornáveis, porque se o negócio não está bem numa praça, basta levar para outra.

    Por que condenar uma atitude tão inteligente?

    Os que se sentem enganados por esse tipo de estratégia publicitária e produto (porque um show foi vendido e inclusive o comprador teve a oportunidade de escolher quanto quis pagar por isso!), não podem ignorar todas as trapaças que pertencem ao mercado em geral. Todo mundo já passou pela experiência de pagar por um produto que só era interessante na aparência, mas que, em si, era uma droga. É sanduíche de lanchonete multinacional menor do que a foto do cartaz, guloseimas com fórmula secreta, eletrodomésticos de funcionamento meia boca, eletrônicos de durabilidade reduzidíssima etc. Pra não falar dos políticos, autômatos cujos salários pagamos por meio de extorsão, em quem continuamos a votar mesmo sabendo que não cumprirão promessas de campanha e que defendemos, alegando que eles são obrigados a mentir ou não conseguirão votos dos mais ignorantes. (Fome Zero ou José Serra beijando uma santinha, por exemplo.)

    Se um cara de classe média te engana se fazendo de mendigo, ele tem méritos. É um vendedor, tem um produto a oferecer, sua propaganda é eficaz; fez seu próprio marketing. Você adquiriu o produto porque quis, foi livre para comprá-lo. É o capitalismo, estúpido! Por que esse mau humor? Você é esquerdo? Um mendigo tem que REALMENTE ser mendigo? Por quê? Cadê a ascensão social e a valorização do esforço individual?

    • Alex disse:

      Falsão, entre os produto que tu menciona acima, do tipo que a gente compra e necessariamente não nos é entregue, estão os seguros, que depois dos cartões de crédito, serão a bola da vez dos agiotas de plantão. Quando perceberam que havia uma enorme movimentação de cheques sem que eles ganhassem nada com isto, os banqueiros compraram a mídia e trataram de matar os cheques (cabe lembrar que a quantidade de cheques sem fundo nunca ultrapassou 1,8%, e “incobráveis” 0,6% contra os 4% dos cartões. Uma CPMF privada). Logo existirão campanhas amedrontando as pessoas contra todo tipo de fatalidade, garantias de produtos e processos judiciais que você estará exposto. E em contrapartida, a oferta de um seguro para lhe defender.

      • falsão disse:

        Bem lembrado, Alex.

        O negócio dos cartões prospera junto com o da mendicância.

        Ouvi no Joelmir Beting que os juros anuais chegam a 238%.

        O processo começa a fazer sentido, a classe média endividada passa a exercer profissões alternativas para aumentar a renda.

        Tô começando a me sentir tentado. Uma esmolinha aê?

    • marilu disse:

      Falsão, boa tarde!

      rsrsr dá gosto de ler, muito bom mesmo!

      • falsão disse:

        Marilu,

        Sendo você a pessoa mais querida do blog, em segundo lugar vem o Sakamoto, o seu elogio me envaidece.

        Muito obrigado.

  49. falsão disse:

    Alguém ainda pode se queixar dizendo que para tocar uma pequena empresa teatral de mendicância não é necessário estudo. Ou seja, “eu estudei pra caramba, me ferro pra ganhar salário; um ator sem estudo vai ganhar o que eu ganho?” Quem diz isso deve viver ainda nos tempos do estado forte de tipo keynesiano ou até stalinista, supondo que só por obter formação adequada em escolas e universidades uma pessoa deve se encaixar automaticamente nos quadros burocráticos do estado ou de uma empresa. Ou seja, as engrenagens se ajustam ao grande relógio. Esses tempos já passaram! As indústrias não suportam mais os burocratas bem-falantes. Elas procuram gente sagaz, com vontade de trabalhar muito e que encontrem soluções práticas o mais rápido possível. Não querem perder tempo com nerds aferrados a livros. A realidade é dinâmica.

    Há exemplos fascinantes de pessoas sem estudo que venceram na vida, além do nosso ex-presidente. João Antônio Amador Aguiar, fundador do Bradesco, não tinha formação acadêmica. Outra coisa em comum com o deus de Garanhuns é que ele era tão imcompetente como este para o manejo de máquinas, pois também perdeu um dos dedos quando ralava numa tipografia. Também não tinham formação acadêmica o banqueiro Safra e o empresário Henry Ford. Exemplos mais populares são Sílvio Santos e Gugu Liberato.

    E daí que você fez uma faculdade?

    Tá na pindaíba?

    Não consegue ir além da classe média?

    De duas uma: ou você não tem talento ou não passa de um bom vagabundo.

    Já dizia o professor Pangloss que este é o melhor dos mundos possíveis, então se você tem raiva de um empreendedor que, com seu talento, consegue se dar bem nele, é porque você não passa de um invejoso cheio de preguiça.

    Vai trabalhar, vagabundo!

    É por sua causa de gente como você que Banânia não vai pra frente!

    Repito com gosto: VAGABUNDO!

    Caindo numa constatação mais antropológica, digamos assim, pergunto: quem já não riu de uma pegadinha do Faustão ou do supracitado Sílvio? Não é divertido? Eu morro de rir.

    Dou de lambuja uma dica para os empreendedores da mendicância: câmeras escondidas filmarão as pessoas que, bons otários que são, devem, além de pagar pelo show, vivenciar uma cena bem ridícula. Por exemplo, um esfarrapado de feridas abertas deve dar um abraço aperdado naquele que lhe doar algumas moedas. Essa pessoa terá uma reação inesperada, um corre-corre surgirá. Ao final desse espetáculo, o mendigo deverá dizer que tudo não passou de uma pegadinha, que a pessoa em questão foi filmada, e o vídeo será vendido pra algum canal de televisão. Conforme prosperar o negócio, o mendigo já terá capital suficiente pra adiantar a parte do interlocutor envolvido logo ao final da cena. Veja só como a realidade é dinâmica: quem antes tinha uma simples companhia teatral mambembe passa a ser cineasta alternativo. Pra quem tem visão de futuro a prosperidade não para!

  50. falsão disse:

    Muito trololó, falsão, fala aí do viés negativo.

    OK, OK.

    Se a classe média ocupa o lugar do mendigo e toma pra si a renda que pertenceria a este, então o mendigo terá que procurar outra coisa pra fazer pra que haja a recuperação do equilíbrio econômico. E assim tem que ser, pois o mendigo-ator é mais capacitado para ser mendigo do que o próprio mendigo.

    Tem maior capital intelectual.

    Cabe a nós, esquerdos, garantirmos que a cidadania do concorrente excluído seja recuperada rapidamente, recapacitando-o para entrar no mercado. Deveremos então pressionar o estado para que este crie cursos de mendicância nos três períodos. Ser mendigo não é para qualquer um, temos de aliviar a dor dos coitados, que são esmurrados pela mão invisível do mercado.

    Pela cidadania! Avante!

    2. Viés otimista

    (conto depois, abraços a todos)

    • falsão disse:

      Droga, as duas primeiras partes ficaram bloqueadas. Se tudo vier ao ar, quem se interessar, terá de recolocar os trechos em ordem.

      Abraços a todos.

      • Olá! Caros Comentaristas! E, Sakamoto! Caro Falsão: Você está propondo INFLACIONAR a atividade mendicante? E pelo que observo você não gosta muito dos mendigos. Veja: Se legalizar a atividade, além da INFLAÇÃO aumentar, o Mendigo vai recolher imposto e terá seu salário-remuneração reduzido. O que inviabilizará a atividade. Quando falei em R$1.500,00 falei em valor líquido. Ao legalizar: Esse valor vai cair BRUTALMENTE. Talvez, precisemos pensar em algo mais criativo e menos CONFISCATÓRIO. Afinal, o salário mínimo já é espelho de um CONFISCO de renda quase eterno ou quase desde sua existência. O problema que analiso é: O quanto pagamos de IMPOSTOS em GERAL. Aí incluídos os impostos nos produtos adquiridos e até nos descontos percebíveis em nossos salários-remunerações, que em verdade NÃO SÃO RENDA. São retribuição por TRABALHO realizado a favor do BRASIL. Renda é algo diferente. Renda deve ser TRIBUTADA. Salário-Remuneração NÃO. Quando falam em Plano para mudança TRIBUTÁRIA no BRASIL acredito que isso precisará ser discutido. Os impostos deveriam incidir sobre o PRODUTO OU PRODUTOS FINANCEIROS. Esses NÃO geram RIQUEZA. GERAM AGIOTAGEM GRATUITA, para os AGIOTAS e POBREZA E MISÉRIA para os demais. Note: GRANDES FORTUNAS FINANCEIRAS nos países mais CAPITALISTAS E RICOS geram percentuais maiores sobre esse LUCRO INÚTIL que tributado vira IMPOSTOS. E estes são utilizados para fazer frente aos serviços públicos e infraestrutura e investimentos. Nas sociedades em formação e acesso capitalista o que se observa é que os IMPOSTOS percentualmente PESADOS recaem sobre a produção e talvez aí esteja o ponto menos positivo. Dai fazer uma avaliação correta. Até, talvez, a inflação possa CAIR. Bom: São questões sensíveis e complicadas. Vamos ver no que dá! Nessa abordagem não discrimino classes. Vale para todos. O que precisamos é REFORMA TRIBUTÁRIA, REFORMA POLÍTICA, REFORMA NA EDUCAÇÃO. Obrigado!!!

  51. Diogo disse:

    O Ricardo Sta.Maria me lembrou uma coisa interessante. Nos faróis de São Paulo, a gente vê dois perfis de pedintes, o mendigo profissional e o coitadinho que esta pedindo esmola pra comer. Moro no centro onde literalmente você tropeça em pessoas nas calçadas. Aqui a grande maioria não pede dinheiro no farol. Eles preferem pedir para as pessoas que os olham no rosto, na calçada. Não é um pedido em atacado, onde um não de um motorista não representa nada.

  52. Isto pessoal, falem enquanto puderem. A censura comunista está chegando…………………..

  53. Zé Villela disse:

    Sakamoto,

    Vc viu essa? É a famosa carteirada. Quem tem que fazer cumprir a lei sente-se no direito de desrespeitá-la. É um Deus, está acima de tudo.
    Gostaria de ver um comentário seu a respeito.

    Título da matéria: Juiz manda prender agente que rebocou seu carro no Rio
    http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/02/13/juiz-manda-prender-agente-que-rebocou-seu-carro-no-rio.jhtm

  54. ronaldo disse:

    ora,eu com certeza ajudaria o calouro,afinal pede não por precisar,mas por farra,tudo brincadeira que faz parte do aprendizado humano.ajudar quem precisa não é humanamente possivel

    • Sérgio disse:

      Infelizmente, para muitos liberdade de expressão é autorização para dizer bizarrices.

      “ora,eu com certeza ajudaria o calouro,afinal pede não por precisar,mas por farra,tudo brincadeira que faz parte do aprendizado humano.ajudar quem precisa não é humanamente possivel”

      Como alguém é capaz de dizer algo tão tacanho? Por isso que a Internet não é levada muito a sério.

      Seria cômico, não fosse trágico: o cara deve achar o máximo (ou se achar) dizer despautérios como esse. Que triste…

  55. Tolerância Zero disse:

    Bem criativa a historinha de hoje… hehe! Entretanto, nem um caso, nem outro se justificam. Essa indústria da esmola — seja movida por necessidades ou não — precisa acabar.

    • Chesterton disse:

      obrigado, Dario.

      • mais*valia disse:

        Eu nem sei porque saiu dario.

        • menosmal disse:

          Voltando ao Egito.
          ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO EGITO:

          نور اگر رفت سایه پیدا نیست
          نقش دیوار و چشم خیره ما
          نقش سایه دگر نمی دان
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          نقش سایه دگر نمی دان
          نور اگر رفت سایه پیدا نیست

          Quando souber de algo mais, lhes informarei.

  56. maisvalia* disse:

    De novo a censura.

  57. *maisvalia* disse:

    Again

  58. menas disse:

    Cen.su.ra não pode escrever, né japa?

  59. SérgioMM disse:

    Me corta o coração não dar esmola para os pedintes de semáforo – regra muito geral – (quem são os reais necessitados, quem são os “empregados”?) e acho uma babaquice o comportamento desses caras-pintadas (borradas), que deviam mais era ir fazer trote cívico.

    Não dá para ler tudo; escreve-se demais … são crônicas e mais crônicas. Gostei da análise enxuta e correta do Tiago Rattes.

  60. heroito mendes disse:

    quanto a historia das ongs o caçador de pittibull lembrou muito bem, quer ganhar dinheiro facil? monte ou compre uma ong,, esta pençando que e brincadeira? pergunte para ao dinossauro ranço do sarney, credo este nome me lembra sarna, que nojo.

  61. Flávio Cordeiro disse:

    Espero estar errado, mas seus textos parecem estarem carregados de um profundo falso moralismo e de uma tremenda hipocrisia. Tenho a impressão que o autor leva os leitores a pensar sobre o assunto, mas o próprio autor da a impressão que tambem nao faz nada para mudar tal absurdo em nossa sociedade devido a arrogancia exposta em seus textos.

  62. eu e daí... disse:

    Antes de entrar no debate do tema postado, gostaria de fazer algumas observações a respeito dos comentários de alguns missivistas observados neste blog em diversas ocasiões. O título que eu dou a este meu comentário é: A ARROGÂNCIA DE ALGUNS BLOGUEIROS.
    1. “O missivista é novato” – E por acaso exige-se curriculum vitae de blogueiro com experiência comprovada neste ou em qualquer outro blog?
    2. “O missivista não posta idéias próprias e só fica criticando os comentários dos outros” – E por acaso, abaixo de cada mensagem postada não está escrito “comente”? Não conheço nenhum blog onde seja proibido fazer comentários sobre a mensagem de outro missivista qualquer. Observo, por exemplo, que antes de fazer qualquer comentário, leio o que os outros escreveram e comento, antes de postar minha eventual possível contribuição, vamos assim dizer.
    3. “Quando me interessar vou na fonte original” – Quando alguém indica um link, alguns missivistas criticam e dizem que vão buscar a informação no original. Por acaso o missivista que assim se manifesta tem um Portinari, ou um Modigliani, ou um Picasso original em casa? Onde está a arte (e o conhecimento), só no original? Ou a arte (e o conhecimento) pode estar em reproduções de qualidade também?
    4. “Percebo que você troca o nick” – E por acaso é obrigatório conservar o mesmo nick? Existe alguma exigência legal para conservar o mesmo nick? Conheço blogueiros que tem 50 nicks e usam todos para criar polêmicas espetaculares e debaterem com eles mesmos.
    porhojeésóestedesabafoenadamaiseagoravamosaoscomentários – leia-se: por hoje é só este desabafo e nada mais e agora vamos aos comentários.

    • Cético disse:

      “2. “O missivista não posta idéias próprias e só fica criticando os comentários dos outros” – (… )Não conheço nenhum blog onde seja proibido fazer comentários sobre a mensagem de outro missivista qualquer. …”

      Isso não deveria ser exceção? Parece regra aqui neste blog. A parte de comentários não é para acrescentar, debater, divergir do post, em si?

      “4. “Percebo que você troca o nick” – E por acaso é obrigatório conservar o mesmo nick? Existe alguma exigência legal para conservar o mesmo nick? Conheço blogueiros que tem 50 nicks e usam todos para criar polêmicas espetaculares e debaterem com eles mesmos.”

      Não é bem assim. Primeiro, o blog que se utiliza desse expediente está com o pé na cova, isto é, só um blog com meia dúzia de visitas precisaria de o próprio blogueiro trocar de nicks para provocar polêmicas (creio que não seja o caso deste aqui); ademais, a polêmica é – e deve ser – criada no próprio post; se o blogueiro evidentemente crer acrescentar ponto novo ao debate ou ele o faz no próprio post, ou vem, com seu nome original, na parte de comentários, para debater diretamente com comentaristas. Trocar de nick para isso? Pra quê?

      Por outro lado, a experiência já demonstrou que, na maioria esmagadora das vezes, esse troca de nicks é utilizada por MÁ-FÉ. Ou seja, o camarada troca de nicks para quê afinal? Para contar piadas? Para trazer outro ponto de vista? Para ampliar o debate? Por que não o faz com o mesmo nick? Sinceramente, não vejo razão alguma para essa troca de nicks, a não ser realmente o seguinte:

      1) fazer ataques a outros comentaristas e sair incólume com seu nick original;

      2) repetir à exaustão suas ideias (ou copiadas de blogueiros manjados, em especial da turma neocom, cujos pontos de vista são muito procurados por “comentaristas fundamentalistas” – já que ideias, vamos chamar assim, “politicamente incorretas”, são difíceis de convencer (pq., em geral, vão de encontro a direitos fundamentais, secularmente negados), melhor, então, repeti-las exaustivamente, numa lobotomia digital – afinal, água mole em pedra dura…); utilizei o exemplo neocon, pois a maioria aqui é nessa linha;

      3) criar pseudo polêmicas, pq., na verdade, querem é fazer valer suas ideias; daí cria-se uma variedade de nicks, reforçando ideias de seu nick original ou atacando quem é contra, para dar a impressão de que várias pessoas coadunam c/ seu pensamento (assim fica mais fácil de convencer);

      A troca de nicks, na maioria das vezes, é por questões antiéticas.

      • menosmal disse:

        Sou cético quanto ao que você disse.

        A tesoura pode obrigar a mudança para continuar comentando.

        Lembre-se que até o chico jabuti, na época em que não defendia ditadura, já fez isso.

  63. eu e daí... disse:

    Já vi esta discussão proposta pelo Sakamoto em uma crônica de última página da Veja… quando eu lia a Veja… agh… graças a Deus abandonei este vício já faz mais de 15 anos. Hoje estou limpo…

    A coisa da desigualdade de oportunidades não vai se resolver assim tão fácil, infelizmente, pois o fluxo do dinheiro deveria ser inverso ao fluxo de bens e serviços, por exemplo: vão bens e serviços, vem dinheiro – na mesma proporção.
    Acontece que já se fala hoje que vão bens e serviços e vem 50 (cinquenta) vezes mais, proporcionalmente, dinheiro, ou seja, a frenética concentração de renda.
    Assim… o pedinte vai continuar lá no farol, a esmagadora maioria deles, por falta de oportunidades reais e o calouro vai continuar disputando as moedas com eles uns dias por ano.

  64. falsão disse:

    A você, Ricardo S M Marins,

    Agradeço a atenção. Você pensou em algo que nem me havia passado pela cabeça. A tributação de mendigos. Vai que a ideia cole!

    E cola!

    É só alguém lembrar que o aumento de arrecadação aumenta o superávit primário…

    Pobres mendigos.

  65. Chesterton disse:

    E pedintes com grana alta na poupança é o que não falta no Rio de Janeiro. São vários, já manjados, que mudam de esquina de tempos em tempos.
    Só não crê quem quer ser trouxa.
    O pior lugar para se fazer caridade é nas ruas.

  66. FDA disse:

    Visto de Sirios..

    Os posts do Saka tornam-se cada vez incompreensíveis! O termo “sem-teto” compreende-se. Mas “cara-pintada”,visto de Sírios, é completamente incompreensível!

    Visto de Sirios, não se vê onde o “advogado” que chegar com a sua narração ao proprietário do “blog”! Em que um fato, uma experiencia de vida passada: “passei fome, passei frio, passei necessidade..” legitimiza sua atitude urbana onde é questão de “doação”?

    Em que um fato, uma experiencia de vida passada é vista de maneira ambivalente: ou “dar dinheiro alegremente”; ou se dar de de “forma constrangida”?

    É notório que do ponto de vista de um jurídico a questão empirica é do direito a liberdade de dar ou não dar. O jurista não é um sociopsicologo. É o sociopsicologo que se questiona sobre o fato de saber se o fato de alguem ter passado fome, frio, necessidade, justifica um ato de “projeção”: “projeta-se no outro”. É o sociopsicologo que se questiona sobre o fato de alguem ter passado fome, frio, necessidade, justifica um ato de racionalização, ou seja, a decisão estratégica de “continuar passando fim de reviver um saudoso momento” e assim evitar de “participar de um rito comum à sua classe social”.

    Dai a questão: será que no seu questionamento o Saka não esta confundindo “direito” individual, direito social com questões sócio psicológicas de “rejeição”, “projeção” e “racionalização” de atitudes sociocultural?

    Três conceitos que deveriam ser pensados de maneira diferentes quando se trata de questionar direitos individuais, sociais, “melhores condições” de vida, desigualdade social, ou, atitudes relacionados com comportamentos socioculturais…

  67. marcus disse:

    Daria moeda aos dois… (ou vai me dizer que o cara tinha apenas uma moeda no carro?).
    Embora entenda o dilema do debate considero um tanto uma discussão de sexo dos anjos…
    O moleque passou, legal!
    O morador precisa da grana pra sobreviver…e teve uma tirada irônica muito boa!
    Ponto!
    Na situação dividiria as moedas.

  68. Pedro disse:

    Eu compreendo que não é justo julgar uma pessoa cujo passado nem conhecemos. Confesso que costumo ser frio e indiferente com pedintes. Só não acredito que alimentar o ramo da esmola irá resolver alguma coisa.

  69. robson disse:

    Muito bom…. eu daria minhas moedas para o cara pintada.. pois o governo ja da…

    BOLSA FAMÍLIA
    VALE GÁS
    LUZ FRATERNA
    MINHA CASA MINHA VIDA
    BOLSA TRANSPORTE
    REMÉDIO
    ETC………………

    querendo ou não eu dou “esmola” todos os dias a milhões…..

  70. Sandra disse:

    Eu heim!!! Parece que não se pode nem ficar feliz nesse país, se for universitário é porque é classe média e se for escola de samba não pode ficar feliz porque deixa de comer pra fazer a fantasia….eu heim que horror!

  71. Marcelo disse:

    PASSEI SÓ PRA TE LEMBRAR: TU É UM TREMENDO BABACA PTRALHA! DEMAGOGO E OPORTUNISTA!

  72. lilica disse:

    Primeira vez que leio comentários deste blog.
    Sinto que perdi preciosos 10 minutos do meu dia.

  73. Jose Mario HRP disse:

    Menos Valia, Mais mal do que bem, Chestinho e Marcia Valéria em o quarteto fanatico!
    Esses caras pedem nas esquinas???

  74. Black Shark disse:

    Me impressiona como a sociedade está cada vez mais tresloucada por inutilidades, tendo tais inutilidades contextualizadas dentro de cada subconjunto social. Discute-se aqui a quem deveria ser dada a moeda (merecimento ou compaixão)? Ou seria o contexto social de cada indivíduo? Talvez as duas coisas. Inquestionável é a teoria de Salomão sobre a vida: nada há de diferente debaixo do sol, tudo o que acreditamos ser novo, há muito já foi feito, e tudo o que já foi feito, se tornará a fazer. Não importa a quem se dará a moeda, não importa qual á maior merecedor, isso não mudará a situação de um ou de outro. Não há novidade nas desigualdades sociais, desde sempre. Não há novidade na depreciação dos desgraçados da vida, desde sempre. E não há novidade nessa “palavrada”, desde sempre. Novidade seria, se, e somente se, os que aqui escrevem, parassem de escrever e começassem a viver. Mas, convenhamos, escrever é mais fácil. Está decidido: PAREI DE ESCREVER!!!!!

  75. marilu disse:

    Bom dia Sakamoto, eu te amo!

    nem tudo está perdido, muito ainda há pra se perder rsrsrsrsrsr inclusive o bom senso! eu não dou esmolas e nem pago pedagio pra universitário! não temos mesmo oportunidades iguais, nem vidas iguais, nem ideais, nem dna, nem impressão digital! é por isso que somos uma maravilha de ser observados, é a nossa diferença que nos torna únicos! só que tbem não acredito em condenação, podemos sim fazer diferente, mudar o rumo, inverter! ninguem “precisa” ser mendigo nem prostituta, podemos ser pobres,miseráveis,malacafentos, mas mesmo assim ainda podemos ter dignidade e trabalhar! culpas são boas pra serem distribuidas, nunca para serem absorvidas ou administradas.

  76. MAZINHO disse:

    Estive na China recentemente, a negócios; eta povo que trabalha, alguem tomou conhecimento do crescimento deles ano passado, e o crescimento do PIB, a China já é a seg. rconomia mundial, perdendo apenas p/ os EEUU.
    Engraçado, aqui as pessoas ficam pedindo moedinhas, na Bahia já estão pulando Carnaval desde janeiro, no Rio de Janeiro o governo tem dinheiro para ajudar escolas de samba que incendiaram, no entanto para ajudar as vitimas das enchentes, sai pelo Brasil pedindo ajuda,( esmola); acho que ta na hora do brasileiro tomar vergonha!!

    • Dawran Numida disse:

      A China cresce tanto porque não é rica. Ainda tem muita gente para integrar na economia e muita área para explorar. Por isso cresce a taxas elevadas. E rapidamente até.

      • ricardo disse:

        O brasil nao é rico, tem muita gente para integrar a economia, muita area, minerios para explorar. Pq o numero de pedintes so aumenta entao?Acho que eles nao gostariam ir para a china nao.

  77. Yáscara disse:

    Não dou esmolas, por princípio.
    Moro numa cidade em que, por todos os lugares, vêem-se placas com letras garrafais “Esmola não dá futuro”. E eu acredito mesmo nisso. Nesta mesma placa são divulgados os números de telefone dos setores especializados da prefeitura (que NUNCA estão ocupados) para os mais diversos casos.
    Foi-se longe o tempo em que pedir nas ruas era a única oportunidade de sobrevivência (mesmo você sendo um sem teto largado pela família devido ao seu problema de alcolismo, ou alguém recém chegado à cidade, ou um órfão menor e recente de pai e mãe). Existem hoje vários programas sociais realmente funcionais, seja na esfera pública ou privada. Conheço alguns bem idôneos e colaboro quando posso. A negação da esmola tira as pessoas da rua.
    Já fui bixo, já pedi moedas no semáforo e sei bem pra onde vai o dinheiro. Não considero isso “esmola”.

  78. mais*valia disse:

    Interessante.

  79. Eduardo Nogueira disse:

    eu não dou esmola, pra não adiar a revolução!

  80. luizpereira disse:

    só uma pergunta para o maisvalia//menosmal. o que voce quis dizer com nao existirem mendigos japoneses???
    isso cheira a determinisnimo genetico, estou certo???

    pois saiba que existem sim, mendigos japoneses, aqui e no japão.

  81. Olá! Caros Comentaristas! E, Sakamoto!
    Caro Sakamoto, peço permissão para informar que a página do JOSIAS, FREDERICO E FERNANDO RODRIGUES, local para comentários estão LIBERADAS. O intruso foi retirado das mesmas!
    Isso altera informação anterior colocada em sua página-comentário anteriormente, como ALERTA, aos comentaristas. Obrigado e se puder mantenha essa informação mesmo fora de contexto da chamada.
    Obrigado!
    O problema parece ter sido resolvido! Tchau!!!

  82. Mr X disse:

    Outro, igualmente sincero, foi visto pelo Governador Eraldo Gueiros, recentemente, no interior de Pernambuco. Havia muitos anos que o mendigo posava de cego, nas feiras. Um dia, surgiu de aleijado. Perguntaram-lhe:
    — Desistiu de ser cego, Zé?
    — Desisti.
    — Por quê?
    — Porque me passavam muito dinheiro falso…

    http://poietiko.blogspot.com/2010/08/mendigos.html

  83. luizpereira disse:

    caro menos-mal. fiz uma pergunta para voce, mas parece que meu post foi apagado, talvez por eu ter citado su antigo nome, o mv. cara, voce tá mal falado hein??rsssssss…

    o negocio é o seguinte. não entendi o que voce disse sobre praticamente nao existirem japoneses mendigos. acho isso muito estranho, pois eu já vi varios aqui no brasil, principalmente no centro de sao paulo. tambem sei que existem varios mendigos no japao, e desde antes da crise.

    a unica explicacao que me vem a cabeça é que talvez voce acredite em um certo determinismo genetico que paira sobre alguns brasileiros, que os tornaria mendigos acima de qualquer coisa.

    estou certo????

    • menosmal disse:

      Não acredito em determinismo, talvez em cultura.

      Nasci e moro em sampa desde os 50′ e nunva vi pedinte japonês nem judeu. A colonia judaica é unida e se ajuda.

      A história da foto é verdade, tirei porque era japa e mendigo e também era a cara de uma amigo meu.

      No fundo, eu gostaria de saber a razão e não acreditar na que você mencionou.

      Na europa, o mais comum, e não leve como preconceito, é o mendigo ser cigano.

      • Só sei que nada sei... disse:

        “Na europa, o mais comum, e não leve como preconceito, é o mendigo ser cigano.”

        Pela madrugada, isso não é preconceito?

        “Nasci e moro em sampa desde os 50′ e nunva vi pedinte japonês nem judeu. A colonia judaica é unida e se ajuda.”

        Outra colocação preconceituosa. Ou seja, brasileiro comum é…?????

        É incompreensível que comentários como esse tenham assento aqui neste blog. Lamentável…

      • Mr X disse:

        Ok. Eu explico:

        Os ciganos têm a cultura da mendicância, treinam as crianças desde pequenas nessa “arte”. No roubo, também. Isso não é genético, mas cultural. Pode pesquisar, não é preconceito, é realidade.

        Já a inteligência dos japoneses (e dos judeus) é, provavelmente, genética. Há poucos mendigos judeus e japoneses no Brasil porque: b) as comunidades judaica e japonesa são unidas e costumam ajudar seus membros; b) são inteligentes e além disso sua cultura valoriza o estudo e o trabalho.

        Já no Japão, quase todos os habitantes são japoneses, portanto a concorrência é mais feroz e é natural que haja alguns que são pobres e mendigos. Acho que em Israel também há judeus pobres.

        Dito isso, acho que eu já vi mendigo japonês no Brasil também. Era até meio parecido com o Sakamoto, ah ah. Mas são poucos.

      • mais*valia disse:

        é bom …

      • Hans Lauxen disse:

        Não acredito que seja preconceito, é uma constatação. Já vivi na europa e não se vêem mendigos nos paises germanicos, por exemplo e quando existem como na Inglaterra, são de outros países ou culturas.O mesmo acredito no caso japonês, embora sem poder afirmar com certeza.Talvez os motivos sejam culturais.
        Esses países conheceram a pobreza na sua pior forma antes de se tornarem ricos e nem nesse periodo havia esmolas como a conhecemos no nosso Brasil.Havia as chamadas sopas comunitárias, a divisão voluntária de comida e agasalho e as entidades assistenciais voluntárias, que minimizavam os problemas de carestia~. E para aqueles que dizem que só as classes mais favorecidas ascendem na vida, a população desses países estão ai para desmentir.

      • Só sei... disse:

        …que você, X, vive defendendo ideias mui parecidas com as preconizadas por um certo Terceiro Reich, aqui, no blog; daí, meu caro, não estranho a sandice que estás dizendo.

        Você acha que tem alguém ingênuo aqui? Sei bem o que significa esse disparate que acabou de dizer.

        Repito o que eu disse: é incompreensível que ideias tão vis tenham assento neste blog, que prima pelo exercício de cidadania.

      • Mr X disse:

        Quer me censurar, “Só sei”?

        Não prego idéias similares ao III Reich coisa nenhuma, nada tenho contra judeus, bem ao contrário; não prego “superioridade racial” nem ódio nem autoritarismo nem extermínio de ninguém. Mas que existem diferenças diferenças culturais abissais entre os povos, não se nega.

        Não é preconceito observar que os ciganos costumam pedir esmola e os imigrantes asiáticos costumam trabalhar da manhã à noite, é mera observação da realidade.

        E também é cada vez mais difícil de negar que a inteligência depende em grande parte (não se sabe quanto) da genética. Ainda que outros fatores, como boa alimentação na infância, estímulos, educação de qualidade etc, também auxiliem.

  84. Dawran Numida disse:

    A história poderia terminar com a certeza de que há muitos pobres no País. Uma moedinha não refrescaria em nada, além de compor uma parte para uma alimentação qualquer. Ao estudante, nada. Seria só fazer parte de uma brincadeira. Em nenhum dos dois casos há razões para culpas.

  85. Danapada disse:

    Ao ler o comentário de Eduardo Nogueira as 9h55, de 14/2 :”eu não dou esmola para não adiar a revolução” lembrei-me de um companheiro de juventude no início dos anos 60 do século passado. Éramos como a maioria dos jovens da época politicamente radicais. Nosso lema: abaixo a burguesia , viva o proletariado.

    Certo dia tomávamos umas cervejas bolando uma maneira de tomarmos o poder quando um mais louco tendo sido abordado por um pedinte, exclamou:” sai daqui vagabundo vai trabalhar”. Assustados com o que para nós pareceu forte demais, indagamos :que é isso companheiro? Ao que ele respondeu:” precisamos acirrar as contradições companheiros”.

    Naquela época ainda não havia desmoronado o poder soviético, amávamos Cuba e sua revolução; Os Beatles e Elvis eram para nós, agentes do imperialismo .

    Bons e ingênuos tempos aqueles. Hoje ,alguns blogueiros aqui têm a mesma cabeça dos anos 60. Um esquerdismo infantil, bizonho. A tragédia é que muitos deles não têm de 15 a 20 anos como tinhamos.

    Fazer o que . Alguns não conseguem aprender com a história. Repetem-na como farsa.

  86. Chesterton disse:

    Tem um pedinte na Av Pres vargas no Rio de janeiro que há 10 anos “alimenta” uma ferida no abdomen, a deixa em carne viva, para que os passantes se comovam com seu drama (?).
    É tão nojento que da próxima vez vou fotografar e denuncia a policia.

  87. Lucas disse:

    dar dinheiro ao bixo? ele muito provavelmente não precisa e se for usar será para ficar bebado. dar dinheiro ao mendigo? ele certamente precisa, mas precisa para que? para se drogar e alcoolizar? melhor fingir que ele não existe. existe? e vive para que? vive morrendo para não viver! dar dinheiro, pra que? Eu prefiro ficar o dinheiro, afinal, você deve estar saindo do serviço ou da faculdade para começar tudo de novo para ganhar moeda.

  88. Fábio disse:

    Se tem mendigo, é culpa do Estado. Não me venha com esse seu discursozinho de falso elitista preocupado com a situação social que você é. Texto criado para atrair visitas de uma classe média que, independentemente dos “caras-pintadas”, não se preocupa e não participa na política nacional.
    Péssimo autor, péssimo texto.

  89. Fábio disse:

    Troquei as palavras. Correto: “discursozinho falso de elitista”.

  90. Jose Mario HRP disse:

    direita sem sentido pulula pelo blog…………
    Deus Meu.

  91. marilu disse:

    Bom dia Sakamoto, eu te amo!

    nem tudo está perdido, muito ainda há pra se perder rsrsrsrsrsr inclusive o bom senso! eu não dou esmolas e nem pago pedagio pra universitário! não temos mesmo oportunidades iguais, nem vidas iguais, nem ideais, nem dna, nem impressão digital! é por isso que somos uma maravilha de ser observados, é a nossa diferença que nos torna únicos! só que tbem não acredito em condenação, podemos sim fazer diferente, mudar o rumo, inverter! ninguem “precisa” ser mendigo nem prostituta, podemos ser pobres,miseráveis,malacafentos, mas mesmo assim ainda podemos ter dignidade e trabalhar! culpas são boas pra serem distribuidas, nunca para serem absorvidas ou administradas.

  92. luizpereira disse:

    mais-valia, otimo, vc nao acredita em determinismo genetico, mas como explicar que no brasil nao existe japones mendigo por causa da cultura, e no japao´, onde logicamente a cultura oriental é muito maior, existam sim japoneses natos mendigos????

    não é um contra senso??

  93. luizpereira disse:

    de novo mv, meu post foi censurado so por citar o seu nome. tá dificil falar com vc.rsssssss

    eu nao entendo qdo vc diz que o problema é cultural. vamos tentar entender. no brasil nao existe japones mendigo por causa da cultura japonesa.
    otimo.

    e como explicar que no japão, berço da cultura japonesa, existem sim mendigos, japoneses natos????

    ora, se nao existem no brasil, como podem existir no japão????

    desenha para mim. rssssss

    • Mr X disse:

      A inteligência dos japoneses (e dos judeus) é, provavelmente, genética, mas o incentivo ao estudo e ao trabalho é cultural. Há poucos mendigos judeus e japoneses no Brasil porque: b) as comunidades judaica e japonesa são unidas e costumam ajudar seus membros; b) são inteligentes e além disso sua cultura valoriza o estudo e o trabalho.

      Já no Japão, quase todos os habitantes são japoneses, portanto a concorrência é mais feroz e é natural que haja alguns que são pobres e mendigos. Acho que em Israel também há judeus pobres.

      Dito isso, acho que eu já vi mendigo japonês no Brasil também. Era até meio parecido com o Sakamoto, ah ah. Mas são poucos.

      • menosmal disse:

        Bem poucos, se é que existem…

      • Jose Mario HRP disse:

        Mr X e suas besteiradas.
        Genetica?
        Judeus , japs e chinas e coreanos são massacrados pelas familias( nem todas) obrigados a estudar horas a fio!
        No colegial enquanto eu nem olhava a lousa com os problemas de matematica e fisica dois japinhas escreviam tudo e em casa repetiam os exercicios 100 vezes!
        Eu tirava 9,5 e eles entre 8 e dez!
        Na faculdade estudei com dois decendentes de israelenses, que estudavam como loucos a quimica dos livros, e depois me pediam explicação!
        São unidos, radicais e materialistas!
        Não sei se sabem viver…..visto os suicidios no Japão e o jeito maravilhoso de encarar o mundo dos judeus em Israel!
        Dos Chinas nem falo……..é só olhar como as pessoas vivem nas fabricas chinesas!
        Bom dia e não percam tempo com o mascarado xizento!
        KKKKKKK

      • Chesterton disse:

        HRP é que é um genio secundarista.

      • Só sei... disse:

        “A inteligência dos japoneses (e dos judeus) é, provavelmente, genética, mas o incentivo ao estudo e ao trabalho é cultural. Há poucos mendigos judeus e japoneses no Brasil porque: b) as comunidades judaica e japonesa são unidas e costumam ajudar seus membros; b) são inteligentes e além disso sua cultura valoriza o estudo e o trabalho.”

        Teorias eugenistas aqui, no blog, X?

        Daqui à pouco você vai entrar defendendo como possível a teoria do sino.

        Coitado do dono blog…

      • Só sei... disse:

        Só para relembrar:

        Eugenia Nazista:

        http://pt.wikipedia.org/wiki/Eugenia

      • Só sei... disse:

        Corrigindo: Teoria da Curva do Sino

        Um dos maiores disparates que o homem já criou.

      • Mr X disse:

        estudei com dois decendentes de israelenses, que estudavam como loucos a quimica dos livros, e depois me pediam explicação! (HRP)

        AH AH AH! A melhor piada da semana. HRP, o gênio da raça!

        Corrigindo: Teoria da Curva do Sino

        Um livro interessante e polêmico, fruto de longas pesquisas, que não deve ser desconsiderado só porque os “politicamente corretos” não querem.

        Sim, a inteligência, até prova em contrário, é largamente genética. O resto depende da cultura e da formação familiar.

        http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u342554.shtml

      • Só sei... disse:

        Ao “X”

        “Corrigindo: Teoria da Curva do Sino. Um livro interessante e polêmico, fruto de longas pesquisas, que não deve ser desconsiderado só porque os “politicamente corretos” não querem. Sim, a inteligência, até prova em contrário, é largamente genética. O resto depende da cultura e da formação familiar.”

        E o camarada ainda confirma a plausibilidade da Teoria da Curva do Sino. É muita cara-de-pau.

        Bem, eu tinha razão com relação às tuas ideias, não é X?

        Sakamoto, olhas as crias que estão saindo aqui do teu blog. Olha as cobras que está criando…(desculpe)

        Que lástima…

  94. Policarpo Quaresma disse:

    O trio parada dura é ótimo (seria quinteto?)

    O outro escreve lá em cima, daí o outro vem aqui embaixo e diz: boa (esse aí fica repetindo boa para tudo quanto é comentário comum às sua ideias; parece um robô: boa, boa, boa, boa…).

    Outros ficam repetindo mais ou menos a mesma coisa….

    Eles ficam falando para si mesmos….Judiação…

  95. Jose Mario HRP disse:

    Hoje é o dia da forra para esse prisioneiro da dieta:
    Teremos Tutu de feijão(feijão com farinha refogando), bisteca, ovo frito, linguiça frita e salada e arroz a vontade!
    Podem chamar do que quiser!
    E Israel ehin?
    Pisando em ovos …..
    Chestinho e outros menos capazes na torcida branca e azul com pons pons e e mini saias e tops de “lame”!
    GO BOYS GO!
    Patéticos!

  96. claudio marcio disse:

    Quando a gente começa a ler o blog , parece que a coisa via em frente… mas um pouquinho mais de atenção e a gente sente uma mistura de vergonha e raiva.Vergonha por ver um professor universitário com um texto tão pobre de forma e de idéias. Raiva , porque paga-se uma assinatura para um provedor que insiste em trazer idéias indigentes proferidas por autores intelectualmente bem limitados.A gente já pode esperar que a matilha sairá das trevas , bradando impropérios: são pagos – em bem pagos – para isto !
    Infelizmente , porém , não se trata de discordância , mas sim de falta de conteúdo mínimo , falta de argumentação básica , falta de capacitação simples…tudo isto misturado a uma verdadeira e aterrorizante incapacidade de escrever algumas linhas sem assassinar a Gramática e a Composição de Textos. Realmente , impossível até mesmo discorrer sobre o tema : a abordagem é vexatoriamente rasteira.Merecíamos , todos , algo melhor neste espaço!

  97. Ricardo Souza disse:

    Eu não daria nem a um nem a outro…
    Em relação ao mendigo, acho que ele é vítima e não um “vagabundo” como gostam de dizer… Nem por isso acho que dar esmolas é a saída… Acho que dar esmolas desincentiva buscar outras formas de solucionar o problema.

  98. luizpereira disse:

    só uma pergunta:
    como dá para saber se um mendigo é judeu ou nao- judeu?????

    mendigo judeu usa kipá??????

  99. Jose Mario HRP disse:

    Deus me livre estar no Rio , me sentir mal e ter que ser atendido pelo Dr Chestinho!
    Morte certa!
    KKKKKKKKKKK
    Pois é essa do judeu mendigo é boa!

    O ultimo que existia juntou tantas moedas em Times Square que fundou um banco!KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK…………….

  100. Gunnar disse:

    “sentimentos nobres como a dó”

    Ai meus olhos! Bora arrecadar esmolas pra pagar um intensivão de gramática pro tio Saka?

  101. lelouch disse:

    por que dar uma moeda prum, na maioria das vezes, moleque mimado? se for de faculdade pública, essa é só pros mais abastados. Se for de uma privada de nome, mesma coisa. se for uma mais baratinha, provavelmente nem tem tempo de pedir, pq acorda-se as 6, trabalha-se até as 18 para entrar na aula as 19. os que precisariam não tem tempo para pedir

  102. ricardo disse:

    Eu daria a moeda para o estudante que entrou na faculdade graças ao seu esforço. Ja o Mendigo, está nesta situaçao por vagabundagem mesmo.

  103. ricardo disse:

    Eu vivi anos no japao e vi uma diferença entre lá e aqui.
    Lá,existem vários programas que mostram a historias de pessoas bem sucedidas com suas empresas.Mostram como sairam do nada e contruiram seu imperio a custo de muito suor. Aqui, a maioria acha que a pessoa se torna rica porque roubou o pobre,ou porque que ja nasceu em familia rica.