Blog do Sakamoto

Flagrantes mostram roupas da Zara sendo fabricadas por escravos

Por três vezes, equipes de fiscalização do governo federal flagraram trabalhadores estrangeiros submetidos a condições análogas à escravidão produzindo peças de roupa da badalada marca internacional Zara, do grupo espanhol Inditex.

A apuração é de Bianca Pyl e Maurício Hashizume, aqui da Repórter Brasil – que acompanhou as mesmas ações retratadas na noite desta terça pelo programa A Liga, na TV Bandeirantes, e levou o nome da Zara aos TTs mundiais no microblog Twitter. Os dois jornalistas esmiuçaram o processo de produção e comercialização da empresa e trazem um relato completo do que pode estar por trás do mundo da moda:

Na mais recente operação que vasculhou subcontratadas de uma das principais “fornecedoras” da rede, 15 pessoas, incluindo uma adolescente de apenas 14 anos, foram libertadas de escravidão contemporânea de duas oficinas – uma localizada no Centro da capital paulista e outra na Zona Norte. Para sair da oficina que também era moradia, era preciso pedir autorização.

A investigação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP) – que culminou na inspeção realizada no final de junho – se iniciou a partir de uma outra fiscalização realizada em Americana (SP), no interior, ainda em maio. Na ocasião, 52 trabalhadores foram encontrados em condições degradantes; parte do grupo costurava calças da Zara. As informações puderam ser liberadas agora para não prejudicar os trabalhadores e o processo de fiscalização.

“Por se tratar de uma grande marca, que está no mundo todo, a ação se torna exemplar e educativa para todo o setor”, coloca Giuliana Cassiano Orlandi, auditora fiscal que participou de todas as etapas da fiscalização. A ação, complementa Giuliana, serve também para mostrar a proximidade da escravidão com pessoas comuns, por meio dos hábitos de consumo. “Mesmo um produto de qualidade, comprado no shopping center, pode ter sido feito por trabalhadores vítimas de trabalho escravo.”

O quadro encontrado pelos agentes do poder público, e acompanhado pela Repórter Brasil, incluía contratações completamente ilegais, trabalho infantil, condições degradantes, jornadas exaustivas de até 16h diárias e cerceamento de liberdade (seja pela cobrança e desconto irregular de dívidas dos salários, o truck system, seja pela proibição de deixar o local de trabalho sem prévia autorização). Apesar do clima de medo entre as vítimas, um dos trabalhadores explorados confirmou que só conseguia sair da casa com a autorização do dono da oficina, só concedida em casos urgentes, como quando levou seu filho ao médico.

Quem vê as blusas de tecidos finos e as calças da estação nas vitrines das lojas da Zara não imagina que, algumas delas, foram feitas em ambientes apertados, sem ventilação, sujos, com crianças circulando entre as máquinas de costura e a fiação elétrica toda exposta. Principalmente porque as peças custam caro. Por fora, as oficinas parecem residências, mas todas têm em comum as poucas janelas sempre fechadas e com tecidos escuros para impedir a visão do que acontece do lado de dentro das oficinas improvisadas.

As vítimas libertadas pela fiscalização foram aliciadas na Bolívia e no Peru, país de origem de apenas uma das costureiras encontradas. Em busca de melhores condições de vida, deixam os seus países em busca do “sonho brasileiro”. Quando chegam aqui, geralmente têm que trabalhar inicialmente por meses, em longas jornadas, apenas para quitar os valores referentes ao custo de transporte para o Brasil. Durante a operação, auditores fiscais apreenderam dois cadernos com anotações de dívidas referentes à “passagem” e a “documentos”, além de “vales” que faziam com que o empregado aumentasse ainda mais a sua dívida. Os cadernos mostram alguns dos salários recebidos pelos empregados: de R$ 274 a R$ 460, bem menos que o salário mínimo vigente no país, que é de R$ 545.

As oficinas de costura inspecionadas não respeitavam nenhuma norma referente à Saúde e Segurança do Trabalho. Além da sujeira, os trabalhadores conviviam com o perigo iminente de incêndio, que poderia tomar grandes proporções devido a quantidade de tecidos espalhados pelo chão e à ausência de janelas, além da falta de extintores de incêndio. Após um dia extenuante de trabalho, os costureiros, e seus filhos, ainda eram obrigados a tomar banho frio. Os chuveiros permaneciam desligados por conta da sobrecarga nas instalações elétricas, feitas sem nenhum cuidado, que aumentavam os riscos de incêndio.

As cadeiras onde os trabalhadores passavam sentados por mais de 12 horas diárias eram completamente improvisadas. Alguns colocavam espumas para torná-las mais confortáveis. As máquinas de costura não possuíam aterramento e tinham a correia toda exposta (foto acima). O descuido com o equipamento fundamental de qualquer confecção ameaçava especialmente as crianças, que circulavam pelo ambiente e poderiam ser gravemente feridas (dedos ddas mãos decepados ou até escalpelamento).

Para Giuliana, a superexploração dos empregados, que têm seus direitos laborais e previdenciários negados, tem o aumento das margens de lucro como motivação. “Com isso, há uma redução do preço dos produtos, caracterizando o dumping social, uma vantagem econômica indevida no contexto da competição no mercado, uma concorrência desleal”.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lavrou 52 autos de infração contra a Zara devido as irregularidades nas duas oficinas. Um dos autos se refere à discriminação étnica de indígenas quéchua e aimará. De acordo com a análise feita pelos auditores, restou claro que o tratamento dispensado aos indígenas era bem pior que ao dirigido aos não-indígenas.

A primeira oficina vistoriada mantinha seis pessoas, incluindo uma adolescente de 14 anos, em condições de trabalho escravo. No momento da fiscalização, os empregados finalizavam blusas da Coleção Primavera-Verão da Zara, na cor azul e laranja (fotos acima). Para cada peça feita, o dono da oficina recebia R$ 7. Os costureiros declararam que recebiam, em média, R$ 2 por peça costurada. No dia seguinte à ação, 27 de junho, a reportagem foi até uma loja da Zara na Zona Oeste de São Paulo (SP), e encontrou uma blusa semelhante, fabricada originalmente na Espanha, sendo vendida por R$ 139.

De outra oficina localizada em movimentada avenida do Centro, foram resgatadas nove pessoas que produziam uma blusa feminina e vestidos para a mesma coleção Primavera-Verão da Zara. A intermediária AHA pagava cerca de R$ 7 por cada peça para a dona da oficina, que repassava R$ 2 aos trabalhadores. Peça semelhante a que estava sendo confeccionada foi encontrada em loja da marca com o preço de venda de R$ 139. Uma jovem de 20 anos, vinda do Peru, disse à reportagem que chegou a costurar 50 vestidos em um único dia. Em condições normais, estimou com Maria Susicléia Assis, do Sindicato das Costureiras de São Paulo e Osasco, seria preciso um tempo muito maior para que a mesma quantidade da difícil peça de vestuário fosse toda costurada.

Foi apurado que até a escolha dos tecidos era feita pelo Departamento de Produtos da Zara. O fabricante terceirizado encaminhava peças piloto por conta própria para a matriz da Zara (Inditex) na Espanha, após a aprovação de um piloto pela gerente da Zara Brasil. Somente após a anuência final da Europa, o pedido oficial era emitido para o recebimento das etiquetas. Na opinião de Luís Alexandre Faria, auditor fiscal que comandou as investigações, a empresa faz de tudo, porém, para não “aparecer” no processo.

Para a fiscalização trabalhista, não pairam dúvidas acerca do gerenciamento da produção por parte da Zara. Entre os atos típicos de poder diretivo, os agentes ressaltaram “ordens verbais, fiscalização, controle, e-mails solicitando correção e adequação das peças, controle de qualidade, reuniões de desenvolvimento, cobrança de prazos de entrega etc.”

Em resposta a questões sobre os ocorridos enviadas pela Repórter Brasil, a Inditex – que é dona da Zara e de outras marcas de roupa com milhares de lojas espalhadas mundo afora – classificou o caso envolvendo a AHA e as oficinas subcontratadas como “terceirização não autorizada” que “violou seriamente” o Código de Conduta para Fabricantes. De acordo com a Inditex, o Código de Conduta determina que qualquer subcontração deve ser autorizada por escrito pela Inditex. A assinatura do Código do Conduta é obrigatória para todos os fornecedores da companhia e foi assumido pelo fornecedor em questão (AHA).

A empresa disse ter agido para que o fornecedor responsável pela “terceirização ão autorizada” pudesse “solucionar” a situação imediatamente, assumindo as compensações econômicas dos trabalhadores e comprometendo-se a corrigir as condições de trabalho da oficina flagrada com escravidão.

Haverá, segundo a Inditex, um reforço na revisão do sistema de produção para garantir que não exista outro caso como este. “Estamos trabalhando junto com o MTE para a erradicação total destas práticas que violam não só nosso rígido Código de Conduta, como também a legislação trabalhista brasileira e internacional”. Em 2010, a Inditex produziu mais de 7 milhões de unidades de peças no Brasil, desenvolvidas, segundo a empresa, por cerca de 50 fornecedores que somam “mais de 7 mil trabalhadores”. O total de peças que estava sendo produzido irregularmente (algumas centenas de peças), adicionou a Inditex, representa “uma porcentagem inferior a 0,03%” da produção do grupo, que é um dos maiores do mundo no segmento, no país.

Como disse um amiga, tá começando a faltar lugar para comprar sem peso na consciência.

Para ler a reportagem completa, clique aqui.

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Comentários

414 Responses to “Flagrantes mostram roupas da Zara sendo fabricadas por escravos”

  1. ISSO É MAIS UM ABSURDO, QUE ACONTECE A ANOS AQUI NO BRASIL, MAIS ESPECIFICAMENTE EM SP.ONDE OS BOLIVIANOS E PERUANOS VEM NA ESPERANÇA DE TER UMA VIDA MELHOR, ATRAVÉS DESSE TIPO DE TRABLAHO,AI ESSAS MAFIAS COREANAS E CHINESA OS ESCRAVIZAM. ESSE MINISTERO DO TRABLAHO É UM LIXO, NÃO INVESTIGAM NADA E NÃO PUNE NINGUEM. SÃO UM BANDO DE PARASITAS.

    • Washington Di Havana disse:

      Isso mermo cumpanhêro.
      Um dia espero que a revolução triunfe,
      desde que eu não perca a minha boquinha
      de viver sem trabalhar.
      Esse negócio de trabalhar ficou para o povo.
      Agora se derem bobeira saio daqui numa jangada improvisada.
      E viva a Revolução!

      • sem fôlego disse:

        A revolução costuma ser excelente

        …para a elite que fica com o poder.

      • Washington Di Havana disse:

        claro, sempre quem fica no poder
        é alguma elite, o povo é só o povo, um pequeno detalhe
        para ser citado em discursos e sempre manipulado,
        inclusive pelo engano e/ou força bruta.
        Mas as elites, os burgueses, jamais deixarão
        de existir em qualquer sociedade, independente do regime.
        Eu, de minha parte, que sou povo, quero apenas escapar com minha
        jangada em direção à Miame, porque amo o consumismo
        e o estilo de vida de Miame, com menos defeitos do que os daqui.
        Has ta la vista homem de Deus!

    • luci disse:

      Caro Jota, se vc ler direito, verá que as ações mostradas foram realizadas pelos auditores fiscais do Ministerio do Trabalho, que lavraram 52 autos de infração. se informe mais antes de dizer besteiras.

      • BESTEITRA QUEM ESTA DIZENDO É VC LUCI.AQUI NO MS A 10 ANOS ATRÀS O QUE TINHA DE TRABLHO ESCRAVO NAS FAZENDA E NAS CARVOARIAS, ERA UM ABSURDO. COMO DISSE ESSES PARASITAS SÓ DESCOBRIA, QUANDO ALGUEM FUGIA E PEDIA SOCORRO.O QUE ACHO ESTRANHO, É VC QUERER DEFENDER ALGUAM INSTITUIÇÃO NO BRASIL.

      • BESTEITRA QUEM ESTA DIZENDO É VC LUCI.AQUI NO MS A 10 ANOS ATRÀS O QUE TINHA DE TRABLHO ESCRAVO NAS FAZENDA E NAS CARVOARIAS, ERA UM ABSURDO. COMO DISSE ESSES PARASITAS SÓ DESCOBRIA, QUANDO ALGUEM FUGIA E PEDIA SOCORRO.O QUE ACHO ESTRANHO, É VC QUERER DEFENDER ALGUMA INSTITUIÇÃO NO BRASIL.

    • Juliana disse:

      Fato … porém só uma correção, a Zara é espanhola

    • RI disse:

      Não sabia disso…
      vou fazer a minha parte… não compro mais na ZARA.

    • Olivia disse:

      Caro Jota, antes de falar sobre máfias coreanas ou chinesas, porque não perguntar aos colegas bolivianos se eles PREFEREM a vida deles ganhando através do seu trabalho, um mínimo pode ser, porém que os sustenta e dá condições de criarem seus filhos e família, ou se preferem voltar às condições precárias na Bolívia? Garanto que muitos que vieram, aqui ficaram, se estabeleceram economicamente e não voltariam a seu país a não ser para visitar parentes.
      E ressalvo, o termo usado para trabalho ESCRAVO torna-se um chavão, qdo podemos lembrar que são sim remunerados e que vivem em condições precárias porque muitos deles optam viver desta maneira para economizar e tambem varam noites trabalhando pela ambição de quererem ganhar mais. Nesta cadeia, ninguém é santo e nem coitado. Todos têm sua culpa no cartório. Tanto os que escravizam qto os que se deixam dizer escravizados.
      Se existe a cadeia é porque ambas partes concordam e têm se sujeitado a isso.

      • silva disse:

        olha seu ponto de vista é ridiculo sua visão pior ainda ,então faz o seguinte vai la e passa na pele o que eles passam , cuidado tudo que faz para os outros vem em dobro ,é a lei da semeadura plantou colheu

  2. reinaldo mantovani disse:

    95% das confecções do brasil; trabalham desta maneira, caso oministerio do trabalho fosse eficiente, isto seria evitado .

  3. marilu disse:

    Bom dia Sakamoto!

    eu assisti o programa na TV, vc tava lá td cheio graça rsrsrsrsr, mas brincadeiras a parte, foi muito bom de ver, não houve exageros, nem ataques de coitadismos, a realidade é cruel mesmo! mas pode e dve ser melhorada sempre! é assim mesmo que deve ser combatida, com denuncias e não denuncismos, com reportagens bem feitas e acompanhamento até a finalização do caso, pra não se perder no meio do caminho.
    o papel da mídia, do jornalismo sério é esse! parabens pra tda equipe!
    sugestão: em Cianorte e Maringa ( norte do parana) tem um polo de confecção muito grande, nunca ouvi falar de trabalho assim com requintes de escravidão, mas sei lá, pode ser uma boa dar uma olhada ali tbem, rsrsrs quem sabe né?
    abs

    • Eduardo Azevêdo disse:

      Amada Marilu:
      excelente comentário que espana o problema do coitadismo.
      Agora é só esperar que esses escravos que foram
      libertados voltem aos seus países de origem,
      e em lá chegando sejam postos em programas televisivos
      de cadeia nacional, alertando aos demais patrícios,
      com seus testemunhos de escravidão,
      que a vida é também um grande perigo.
      Aliás, o vate cearense Belchior já disse isso
      há décadas: “viver é que é o grande perigo”.
      Paz!

      • marilu disse:

        Eduardoooooooooooooooooo boa tarde!

        que linda lembrança da música do Belchior!!!!!!!!!!!!!!!! eu adorooooooooooooooo ” não tome cuidado,não tome cuidado comigo, que eu não sou perigoso, viver é que é um grande perigoooooooooooo”

        bjosssssssssss

    • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

      Oi Marilu e Eduardo.
      Bem dito, bem falado, gostei do Sakamoto em A LIGA.
      No finzinho, foi o melhor pra mim..
      Questionado, porque há trabalho escravo: “Falta de oportunidades” palavras do Sakamoto.
      Abraços.

      • O Asno disse:

        eu como um asno acho que sei como vivem
        e como passam essas humildes pessoas.
        Mas sei também como vivem com altos salários
        seus libertadores e seus comentadores.
        A diferença de vida entre escravos, libertadores e comentadores
        é tão gritante que talvez no futuro eles queiram voltar aos seus senhores,
        porque certamente seus libertadores e os demais não os vão alimentar.

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

        Verdade verdadeira Asno.

  4. wilker disse:

    Um absurdo a empresa quer culpar as vitimas e sair bem da situação.
    A legislação deveria dar uma multa milhonaria a Zara.

  5. Luiz Alberto, disse:

    Prezado Sakamoto…bom dia.

    Pois é cara…a coibição do trabalho escravo parece ser uma atividade sem trégua.
    Sua amiga lhe confidenciou que está ficando difícil “comprar sem peso na consciência”.
    Pois eu lhe digo que a minha ficou pesada…descobri através desta reportagem que sou fornecedor de uma das confecções que presta serviço pra Zara.
    Coincidentemente,está na minha mesa uma ordem de compra da empresa….liguei pros caras e simplesmente comuniquei que deixarei,a partir de hoje,de ser um de seus fornecedores.
    Não gosto de viver com fantasmas ao meu redor.
    Abs.

    • xaliba disse:

      Parabens pela iniciativa!!!!

    • Carmen disse:

      Parabéns, Luiz Alberto… você é um exemplo que os negócios podem ser corretos e mesmo assim dar lucro. Desejo muito sucesso para sua emprêsa. Você, como ser humano, já é um sucesso.

      • Luiz Alberto, disse:

        Querida Carmen…o problema não é o lucro,e sim a ganância do ser humano que, a pretexto de ser bem sucedido,utiliza métodos como os expostos no post.
        Ser honesto,justo,ético etc e tal…é uma obrigação,e não virtude.

        Se concordarmos com tal estado de coisas,cairemos na escuridão fundamental,seremos incapazes de reconhecer a real netureza de nossas vidas.
        Sou romântico e acredito que ainda vamos dar certo.
        Abs.

    • marilu disse:

      Luiz Albertooooooooooooooooooo!

      esse é o meu garotooooooooooooo, é assim mesmo! cada um fazendo a sua parte!

      bjosssssssssssssssssssss

      • Luiz Alberto, disse:

        Alô Marilu….hoje me lembrei dum presente que prometi a vc.
        Lembra-se da Cruz de Ansata?…Aquela que simboliza a vida?
        Que tem na capa dum disco do Maluco Beleza?
        A promessa ainda está em aberto.
        Bjs.

    • Luciana disse:

      PARABÉNS cara…o mundo precisa se mais gente como vc!

    • Edna disse:

      Luiz Alberto,
      Aquele beijão pra vc! Parabéns!

    • Pedro disse:

      sendo fornecedor da a…duvido q nunca tenha vendido c/ meia nota ou ate msm sem nota!!
      ha ha ha

  6. Mary Freitas disse:

    Nooossa adorei a matéria,quer dizer não gostaria de ver casos como esses q não são comuns,mas Parabéns a tds vcs q se empenharam para preparar a matéria e principalmente para aqueles q denunciaram…é isso tem q denunciar mesmo,para q casos como esses aos poucos vá perdendo força.Pagam uma miséria pela confecção de uma peça,e caso a costureira danifique a peça, por qualquer avaria q seja,ela paga o preço da peça pronta onde já está embutido impostos, lucro…e não aquele pouco mais de R$1,00 …Gente isso é uma vergonha!!!!!E aqueles operários????Não entendo como a pessoa consegue dormir na sua cama confortável,depois de banho tomado,de jantar com sua família…sabendo q os funcionários longe dos seus familiares,em péssimas condições de trabalho,irem dormir depois de um dia inteiro de trabalho sem ao menos um lugar digno para descansar,e o pior de receber o q realmente foi ofertado.Q seres humanos é esse q tem conhecimento do q é devido a um trabalhador, tiveram uma oportunidade a mais de estudar ,de saber o é certo e fazer isso…sinceramente não entendo como conseguem dormir.

  7. Eduardo disse:

    É uma pouca vergonha que isso ainda aconteça no Brasil e no mundo. Já se tornou normal grandes empresas usufruírem de mão de obra escrava em todo planeta. Um exemplo bem pior que a Zafra é a própria Nestlé (diga-se maior produtor alimentício no mundo), que utiliza mão de obra escrava nas lavouras de cacau na Costa do Marfim (Fonte: Documentário “O lado negro do chocolate”).
    Obs: Saka, atualiza essa foto do blog. Te vi no “A liga” ontem e você tá bem mais gordo. ^^

  8. Bárbara disse:

    ABSURDO!

    Nunca mais compro nada lá!!

    Queria compartilhar a notícia via facebook! Não estou conseguindo!!

    Tem que ser amplamente divulgado isso!!

  9. wilson disse:

    bando de vagabundos, se aqui fosse um pais sério, os presponsaveis por isso , chefe de oficina, dono da zara. tinham que ser fuzilados em praça pública! vagabundos , pilantras, sujos e fedorentos, tenho nojo dessa laia.

  10. Jose Mario HRP disse:

    Os cortiços de Sampa tem muito a falar!

  11. Bagé disse:

    A questão é muito simples. Basta que nós como consumidores, passemos a ignorar totalmente essa marca ZARA. NÃO COMPREM ZARA.

    • Carmen disse:

      Eu, com certeza, nunca comprei… imagina se vou pagar 140 reais por uma blusa. Isso é coisa de gente que se afirma nas griffes….

    • Guilherme disse:

      Se fosse só não comprar Zara seria fácil. Os casos não aparecem, pois se aparececem e seguíssemos essa lógica não compraríamos de quase ninguém.

  12. ITALO disse:

    O grupo móvel do Ministério do trabalho e Emprego, composto por Auditores Fiscais do Trabalho, tem trabalhado diuturnamente, inclusive com riscos de morte, como aconteceu em UNAI-MG, quando três Auditores foram emboscados e assassinados, juntamente com o motorista que os conduzia. Apesar do tempo decorrido, os assassinos e mandantes, todos identificados ainda não foram julgados. Mas, esse grupo móvel vem realizando um trabalho exemplar por todo o Brasil, libertando trabalhadores nas condões análogas A de escravos e de trabalho degradante, quando nem mesmo as crianças são poupadas por saudosistas da época escravocrata. ÍTALO.

  13. patricinha disse:

    NÃO vou deixar de comprar as minhas roupas da ZARA (que são maravilhosas) por causa disso…esses bolivianos e paraguaios que vão procurar empregos no PAIS deles…

    • revolucionário contemporâneo disse:

      Seu comentário é tão ridículo que acho que é só para chamar a atenção mesmo.

    • Harald disse:

      Concordo, pois essas oficinas de costura não geram impostos para ninguem, além de contratarem mão de obra semi escrava, enquanto a empresa Zara, emprega muitos funcionarios legalizados e paga impostos para o governo. Não devemos
      atacar o problema na primeira ponta (Zara) e sim na ultima ponta (as oficinas as vezes até clandestinas)

    • Carmen disse:

      Querida Patricinha, continue usando as roupas maravilhosas da Zara, mas também estude um pouco de português… os PAIS deles eu não sei onde estão, mas o PAÍS talvez não tenha condições de ajudá-los.

    • joseph disse:

      patricinha racista e preconceituosa,duvido se vc diria isto se vivesse em outro pais.Vivo na inglaterra,por opcao, mas sei o quanto muitos conterraneos que ja encontrei por aqui sofrem as vezes para um trabalho digno e tb pra nao escutar coisas do tipo as que vc escreveu ai.meu guarda-roupas e basicamente composto por pecas como vc mesma disse “maravilhosas” e sorry,vc esqueceu de mencionar de boa qualidade,mas nem por isto seria a favor de trabalho escravo para a producao destas roupas maravilhosa…SHAME ON ZARA BABE!!!

  14. LuizaNog disse:

    Choquei!!! Vai ser difícil eu voltar nessa loja!

  15. Douglas disse:

    Essa situação se repete, infelizmente, porque existe muito pouca fiscalização. Há interesses, inclusive no Congresso Nacional para que não exista mesmo. Existem pouco mais de 2000 fiscais do trabalho em todo o país, sendo que temos mais de 5000 municípios, dessa forma não tem nem um fiscal por município.

    • Advrp disse:

      Isso sem falar que
      apesar de fiscal do trabalho ser um emprego MUITO bem remunerado
      quase ninguém que trabalha com isso fica lotado em locais que realmente exigem demanda.
      Ao contrário, são geralmente transferidos para os locais onde o trabalho é mais “tranquilo”

  16. Joao Paulo disse:

    Essa sua reportagem, esse seu post, tá meio esquisito. Sei não… Citar o nome da Zara sem mais, nem menos… Esperar por provas concretas e conclusivas é o que manda o manual da boa ética. Do jeito que está fica meio esquisitão. Parece… Sei não.

    • magrus disse:

      A Zara foi autuada e você ainda não acredita! SEI NÃO…

    • Advrp disse:

      Sakamoto,
      na próxima matéria
      bem que poderia scanear os autos de infração
      ou os respectivos inquéritos e postar aqui no blog
      ou quem sabe.. vídeos da operação
      aí não vão restar dúvidas para ninguém…

    • lucmes disse:

      O programa “A Liga” da TV Bandeirantes mostrou tudo em 16/08.

    • Comentarista disse:

      Conheço um amigo que pensa parecido com você, ou seja: Ele pegou a própria mulher na cama com outro cara e continuou com ela por que ele acha que aquilo não provava nada…

  17. Geraldo disse:

    E do lado do consumidor os preços são tão caros e o apelo para comprar tais roupas de “grife” é tão grande que os homens e as mulheres até se prostituem para conseguir comprar tais peças. Quem não compra é chamado de “jeca”. Perversidade total.

    • revolucionário contemporâneo disse:

      Concordo contigo e um adendo, os preços que chegam ao consumidor são altíssimos sim, mt em função da cobiça desmesurada da rede Zara (bem como de outras lojas) mas também, não esqueçamos, em função dos impostos abusivos que os governantes do Brasil insistem em impor a toda a sociedade que impedem o acesso a uma maior parcela da população de produtos de melhor qualidade.

  18. magrus disse:

    Acho que as pessoas só deixaram de comprar produtos produzidos em regime de escravidão quando matérias como esta forem destaques no Jornal Nacional e manchete principal nos principais jornais estampadas nas bancas.

  19. Humberto disse:

    Uma correção necessária: a roupa não é feita por “escravos”, mas sim por pessoas em condições de escravidão. É preciso dignificar esses trabalhadores, que a despeito de sua pobreza não são vistos roubando ou pedindo esmolas. Esse fato temos que reconheçer: É uma gente valorosa no caminho do trabalho, o que falta que lutem contra a exploração no trabalho

    abs

    • Gunnar disse:

      “que a despeito de sua pobreza não são vistos roubando”

      E desde quando pobreza leva a criminalidade?

      • Humberto disse:

        a pobreza leva a um afunilamento das escolhas, e por isso a criminalidade é uma possibilidade bem mais forte quando na miséria

      • Gunnar disse:

        “a pobreza leva a um afunilamento das escolhas”

        E o que leva à pobreza?

      • Humberto disse:

        pobreza pode ter muitas causas, não vou falar disso.
        Essa nova geração de bolivianos em são paulo são resultado do declínio das regiões minerais do altiplano boliviano, que especialemente depois de 1985 liberou muita mão de obra. Esse foi o ano do crash dos preços do estanho. Já conheciamos o êxodo rural. Pois bem, agora estamos vendo um êxodo mineral. Na mineração boliviana ainda é comum jornadas de 14 horas diárias, em galerias mal iluminadas, com pouca ventilação, etc…bastante igual.

      • Gunnar disse:

        “a pobreza leva a um afunilamento das escolhas”

        A escolha é sempre entre o certo e o errado. Ou não?

      • Guilherme disse:

        E qual é o problema com a criminalidade? Furto, roubo, latrocínio, tráfico de drogas etc. são ótimas formas de redistribuição de renda.

      • Pedro disse:

        realmente, pobreza nao leva a criminalidade, mas a pobreza leva a outras consequencias q levam a criminalidade.
        a pobreza no brasil vem da falta de oportunidade, da preguica e vagabundice das pessoas, o q faz estas msms pessoas irem p/ a criminalidade.
        ja viu qtas pessoas se acomodam por causa dessas m*** de bolsa-familia, bolsa isso, bolsa aquilo, auxilio nao sei o q.. e etc…?

      • verme disse:

        Simplista.

        Pra variar.

        Você tem amigos?

        Já conheceu pessoas de carne e osso?

        A escolha é sempre entre certo ou errado?

        ERRADO.

        Há mil nuances.

        Pode-se agrupá-los no certo e no errado.

        Mas quem os determina?

        Evangélicos donos da verdade?

        Estarão certos?

        Quem disse?

        Os irmãos?

        Aí fica fácil.

        Vai rodar mundo, rapaz!

      • Gunnar disse:

        (sem acentos, novamente)

        O fato de voce nao saber a diferenca entre certo e errado ja diz bastante coisa.

      • sem fôlego disse:

        “A escolha é sempre entre certo ou errado?
        ERRADO.”

        Essa é sua escolha? O ‘errado’? Bom saber.

        “Há mil nuances.
        Pode-se agrupá-los no certo e no errado.
        Mas quem os determina?”

        A lei, burro.

      • verme disse:

        Esperto pacas:

        Nem o crente mais castrado faz escolhas baseadas no certo ou errado. Há momentos pra isso.

        Escolhe-se o que é prazeroso, o que evita o desconforto e a dor, por exemplo, o que não se encaixa nas determinações exteriores certo ou errado.

        Ninguém anda com a constituição, o código penal ou mesmo a lei mosaica impregnada na mente antes de tomar decisões.

        O comportamento do indivíduo, por condicionamento, pode coincidir ou não com essas leis, raríssimos aqueles que se lembram delas antes de agir, a vida é dinâmica, esperto, só você vive num aquário e acha que isso representa o mundo.

        As leis não caíram do céu. Nem a mosaica. Quem as escreve pertence a classes e grupos e, como tal, manifesta nesse corpo de leis seus interesses privados, que podem ou não coincidir com os interesses da maioria.

        Esperto, até mais.

  20. René Duarte disse:

    Mais de 12 milhões de pessoas são vítimas do TRABALHO ESCRAVO no mundo. Entre os filhos da puta que exploram essa condição, pasmem, o glorioso GOVERNO DO ESTADO DE SP.
    Inacreditável. O próprio Estado promove a escravidão. Bom, na verdade, quando se lembra que esse governo é do PSDB, não parece tão inacreditável assim.
    Traduzindo: vc votou no Alckmin? Parabéns, vc colabora para a existência da escravidão no Brasil.

  21. Renato disse:

    Sakamoto, fazer essa matéria c/ empresa de grife deve dar muitos clicks p/ o seu blog. por que não estender essa matéria p/ as barracas da feira da madrugada do brás e das muvucas da 25 de março ? ou vc acha q esses locais vendem barato porque o ‘proprietário’ é de baixa renda, assim como o seus clientes ? o tal comércio do povão ? parece discurso do Lula…

    • Li disse:

      Certinho cara!
      Ao passar pelas ruas do Pari, Brás e região, vemos muitas casas bem fechadas, quase vedadas, onde moram famílias inteiras de bolivianos. A carga e descarga de tecidos feita em horários não muito convencionais. O que será que acontece por lá?! Porque o poder público não toma nenhuma iniciativa eficaz contra isso? E as pessoas que consomem essas produtos e assistem aos bolivianos na região como algo normal, percebem a miséria mas não se dão conta que também são responsáveis por esse ciclo. A questão não é apenas social, existe também falta de cultura e falta da base de tudo que a boa educação para todos e igualmente, pois assim todos saberão seus direitos e seus deveres e também a consequência dos prórios atos.

    • Comentarista disse:

      E o seu parece discurso do abjeto, ignóbil e medíocre Zé Pedágio, muito provavelmente o contemplado pelo seu voto nas últimas eleições…

      • Renato disse:

        Olha só !!!! o cara é mega rodado, c/ pose de ator de comercial de operadora de celular e dá uma resposta político-partidária. voto nulo há muito tempo, meu chapa. desculpe, mas vc me lembrou o lula metendo o pau nos banqueiros naqueles dicursos q ele fazia nos confins desse país e hj dá palestra do bradesco cobrando 200 mil.saber dar o nome do ‘santo’ na hora certa é td nessa vida…

    • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

      Né não Renato.
      Funciona assim óóóhhh:
      - Se é pra “pobre de baixa renda”, que que tem uma escravidãozinha, é barato, é do povo, para o povo. Aí pooooode..!!
      Mas veja você, no caso em questão, estão produzindo para uma grande marca burguesa, capitalista, consumista, de direita, então não POOOOODE.. Entendeu..??
      Da mesma forma que, nunca vão culpar os negros africanos, que escravizavam os negros africanos, e que depois vendiam seus próprios irmãos negros africanos para os brancos portugueses, espanhóis, (Maauuuuuss, muito maaauuuusss mesmo).
      A culpa é de quem então..??? Sua hora bolas.. As cotas estão aí pra provar isso.
      Vamos devolver logo esses bolivianos, peruanos, paraguaios.
      Daqui uns dias vão vir com aquela história de que temos uma dívida histórica impagável com eles, vão criar cotas pra eles, bolsas pra eles, e vai sair tudo do nosso bolso, ou da vaga na faculdade de nossos filhos..
      kkkkkkkkkkk…
      Abraço..

      • STFU disse:

        É os negrinhos são todos ruins mesmos merecem tudo isso q ocorre com eles,superiores são os brancos, verdadeiras vítimas, tem uma vida tão difícil, sendo sempre questionados pela cor de sua pele…

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

        Isso é você quem está dizendo STFU.
        Eu discordo.
        Abraço.

      • verme disse:

        Simplista.

        Mas é fato sabido que reinos negros escravizavam outros, vendendo negros para brancos.

        Embaçado é querer legitimar o simplismo como autoevidência, incontestável.

        Mas não cola.

        Tem material aos montes na net. Grátis.

    • Paola disse:

      Renato, as barracas do Brás e da 25 não dão audiência. A mídia quer vender, apenas vender. Infelizmente não podemos confiar no teor das reportagens.

  22. Gigi disse:

    É covarde, revoltante e nojento. Cadeia (e bem superlotada) para todos os responsáveis e co-responsáveis. Código de conduta não pode ser fachada! Se tem um “Código de Conduta”, também deveria ter fiscalização, inspeção, controle. Me parece muito cômodo alegar que tem um “Código de Conduta” e pronto, fica isento de qualquer responsabilidade. Simples, né? Deviam mandar fechar essas lojas, por total desrespeito com o ser humano em território brasileiro, uso de trabalho escravo, exploração de menores, infração às normas de segurança do trabalho entre outras alegações.

  23. Joao disse:

    Por que fazer esse tipo de reportagem, ao inves de ir atras do por que deste tipo de trabalho?? Vc ja parou p/ pensar nos motivos q levam a este tipo de trabalho sem registro e em algumas vezes com condicoes precarias p/ o trabalhador?
    Por que nao vai atras do governo p/ pedir por uma tributacao mais justa p/ q este tipo de trabalho nao exista??
    Enfim, vc deveria ir atras do governo ao inves das oficinas de costuras q estam tentando sobreviver nesse pais de impostos.

    • lucmes disse:

      Uma coisa não exclui a outra, a denúncia é importantíssima.

    • Comentarista disse:

      E você, o que fez na vida contra tudo isso que você abomina até hoje? Muito provavelmente nada… Logo, o silêncio lhe caberia muito bem.

      • Joao disse:

        O problema é a midia q mostra o q quer e como ela quer. Tem oficinas de costura q infelizmente trabalham “escravizando” seus funcionarios. Mas pelo outro lado nem todas sao assim. E normalmente as q “escravizam” os colaboradores, e nao dao condicoes suficientes de trabalho sao oficinas comandadas pelos proprios bolivianos. Ou seja, os patricios f*** seus patricios.

  24. Gaetano Mammano disse:

    È por isso que a Zara tem fabricas na maioria dos paises com grande quantidade de sub-empregados.
    Tenho uma jaqueta Zara “Made in India”, dá até arrepio de usar.
    Já tinham me contado mas relutei em acreditar.

  25. Joao disse:

    MATERIA P/ O POVO IGNORANTE QUE NAO SABE E NEM IMAGINA O Q É UM EMPRESARIO PAGAR IMPOSTOS ALTOS E ABUSIVOS.
    ESTAS OFICINAS DE COSTURA EXISTEM POR CAUSA DO GOVERNO E NAO POR CAUSA DO EMPRESARIO.
    CASO CLARO, QDO A TRIBUTACAO EM SP ABAIXOU, A ARRECADACAO AUMENTOU. OU SEJA, OS EMPRESARIOS QUEREM PAGAR TRIBUTOS E IMPOSTOS MAS TEM Q CONTORNAR A LEI TRABALHANDO C/ ESTAS OFICINAS TERCEIRIZADAS P/ NAO AUMENTAR O CUSTO DA MERCADORIA.
    E MAIS UMA…PQ SE IMPORTAR C/ PESSOAS Q ESTAO TENTANDO SOBREVIVER SE TEM MTO POLITICO ROUBANDO O DINHEIRO DO POVO??

    • Jose Mario HRP disse:

      Cara de pau !
      Brincadeira!

    • Luiz Alberto, disse:

      Prezado João…boa tarde.

      Vc tem razão quando diz que o empresário arca com uma carga tributária elevada.
      Tem razão tbém quando se refere a políticos corruptos que assaltam os cofres públicos.
      Porém,não tem razão quando defende…ou tenta justificar o injustificável.
      Imagina vc se todos, a pretexto de reduzir custos,usassem do mesmo expediente…não seria a barbárie?
      Ah…por falar em barbárie,segunda tenho que pagar o simples federal.
      É simples…emite-se o darf e recolhe-se o imposto.Diga-se de passagem,no Brasil, já foi bem pior.
      O grande problema hoje chama-se…Corrupção.

      • Joao disse:

        Caro Luis Alberto,

        Nao concordo c/ “escravizaçao” de funcionarios. Tb acho injustificavel. Mas mtas vezes, os proprios bolivianos “escravizam” seus patricios q vieram de fora, pq é o jeito de eles tb sobreviverem aqui.
        Mas digo…se todos acham tao coitados estes “escravos” pq nao empregam os bolivianos e estrangeiros em suas empresas?
        Des-humano é fecharem estas oficinas, deixando o camarada q saiu de seu pais natal p/ procurar condicoes de vida melhor e fechar a porta p/ ele com a unica forma digna q ele encontrou de ganhar sua vida.
        Tanto brasileiro por ai roubando, assaltando, matando e nos empresarios pagando por eles p/ ficarem na prisao. Enquanto vem um cara q fica ali sentado no a/c o dia todo lendo um livro, fazendo pesquisa e procurando alguem p/ ferrar, faz a materia e ferra um cara q veio aqui tentar a vida de uma maneira justa, trabalhando.
        PO vai procurar saber pq os deputados precisam gastar 20mi/ano p/ trabalhar 3 dias por semana. Vai procurar saber pq estes bolivianos trabalham assim.

      • Joao disse:

        Caro Luis Alberto,

        Nao concordo c/ “escravizaçao” de funcionarios. Tb acho injustificavel. Mas mtas vezes, os proprios bolivianos “escravizam” seus patricios q vieram de fora, pq é o jeito de eles tb sobreviverem aqui.
        Mas digo…se todos acham tao coitados estes “escravos” pq nao empregam os bolivianos e estrangeiros em suas empresas?
        Des-humano é fecharem estas oficinas, deixando o camarada q saiu de seu pais natal p/ procurar condicoes de vida melhor e fechar a porta p/ ele com a unica forma digna q ele encontrou de ganhar sua vida.
        Tanto brasileiro por ai roubando, assaltando, matando e nos empresarios pagando por eles p/ ficarem na prisao. Enquanto vem um cara q fica ali sentado no a/c o dia todo lendo um livro, fazendo pesquisa e procurando alguem p/ ferrar, faz a materia e ferra um cara q veio aqui tentar a vida de uma maneira justa, trabalhando.

    • Alberto disse:

      Só que ninguém é obrigado a ser empresário no Brasil. Suponho que alguém que o decida ser, está ciente das leis e da carga tributária do país.
      Esse papinho de que as leis trablhistas e seus encargos são insuportáveis ficam bem claros qdo verificamos as remessas de lucro das multinacionais para suas matrizes quebradas do 1º mundo.
      Acorda cara.

      • Jose Mario HRP disse:

        Pois é.
        Depois começa aquela velha ladainha da flexibilização da CLT, terceirização,contrato temporário, e etc etc e tal.
        Momento neoliberral do Malan/FHC/Mailsom da Nobrega/Ruben Ricupero e outras também de más lembranças!
        E que vengam los toros!

      • Luiz Alberto, disse:

        Já que ninguem é obrigado a ser, e temos a liberdade de ser,faço-lhe a sugestão …Seja um…depois me conte onde o bicho pega.

      • Urbano disse:

        De fato, ninguém é obrigado a ser empresário.

        A pessoa tem, como você, a opção de ser sanguessuga, de mamar nas tetas dos impostos e um vampiro de empresário, em suma: ser um auditor do trabalho.

    • Douglas disse:

      A alta carga tributaria não pode ser usada como justificativa para sujeitar pessoas a trabalho degradante.

      • Maria Alice disse:

        É que o lucro tem que ser alto de qualquer maneira, senão vai degrau humano mesmo.

      • Maria Alice disse:

        Caro Douglas,

        Além da CARGA TRIBUTÁRIA ALTÍSSIMA os LUCROS também “precisam” ser ALTOS, trata-se de vício cultural (entenda-se Cultura Extorsiva). Por isso as escadas de degrau humano. Bem lamentável.

    • Wilson disse:

      Quando a costureira recebe R$ 2,00 por peça e a dona da oficina R$ 7,00 e a Zara vende por R$ 139,00 não cabe nenhuma desculpa de que os impostos são altos no Brasil. Mesmo pagando todos os direitos trabalhistas, previdenciários e os impostos, o lucro seria exorbitante! Neste caso, não vale a desculpa dos impostos serem altos!

      • Pedro disse:

        e assim falou um cara q deve ser empregado e nao sabe o minimo do q esta falando….
        vai aprender um pouco sobre gerir uma empresa amigao.

    • miriam disse:

      Prezado Sr. João, boa tarde.. não conheço argumento melhor para o Sr poder compreender a realidade do que este pensamento

      UM ERRO NÃO JUSTIFICA OUTRO..
      acho que o senhor só compreenderia passando por situações parecidas a de quem sofre, pq existem pessoas que só aprendem pelo sofrimento…
      fique com Deus…

      • Pedro disse:

        nao nao…as pessoas aprendem qdo tem ensino. sofrimento e’ consequencia.
        entao a sra passa por o q estes bolivianos passam??
        concordo q um erro nao justifica o outro….mas qual erro q esta justificando outro?? a tributacao nao e’ um erro….e’ pura roubalheira msm, vc tem o retorno dos impostos??

      • miriam disse:

        Sr. Pedro, oi desculpe-me mas meu comentário foi uma resposta p/o comentário do Sr. João das 12.01… qto ao sofrimento eu apenas quis dizer que ele só iria aprender se colocando no lugar das pessoas em questão… fique com Deus…

    • JOÃO SEU ARGUMENTO É RIDICULO.

      • miriam disse:

        oi jota, qto tempo? tudo bem contigo? espero que sim… obrigada pela ajuda.. vc sempre atencioso com as pessoas aqui neste blog, mas veja aqui parece com um divã onde podemos desabafar, podemos dialogar, podemos colocar nossas opiniões, podemos inclusive, aprender… eu confesso que aprendo muito por aqui porque as opiniões são as mais diversas e o blogueiro nos dá essa liberdade, mas tem pessoas que só comentam aqui pra descarregar suas frustrações… tenha um ótimo fim de semana e fique com Deus…

    • Iam Thorison disse:

      Parabéns, João!!! Você acaba de resolver o problema!!! O problema são os tributos!!! Claro!!! Como pudemos ser tão cegos? A culpa é do governo… Pobrezinho do dono da confecção (independente da nacionalidade) que precisou tratar seres humanos como lixo pra poder sobreviver nesse mercado tão concorrido. Pelo seu raciocínio então todos os empresários deveriam escravizar seus empregados, afinal todos pagam impostos e taxas… Aliás, o cidadão que tem empregada doméstica também deveria escravizá-la, não? Afinal, o consumidor final é quem paga todos os tributos para os empresários porque eles são repassados no preço final da mercadoria… Nunca ouvi falar de empresário que assumisse os peso dos tributos pra si mesmo… ACORDA PARA O FATO DE QUE A ÚNICA RAZÃO PARA O TRABALHO ESCRAVO, QUE É O QUE A REPORTAGEM DENUNCIA, É O DESRESPEITO AO SER HUMANO, AO SEU SEMELHANTE. Só faltava essa agora… A justificativa do injustificável… Falta de registro em carteira é uma coisa, submeter uma pessoa, seja ela quem for a condições desumanas é outra completamente diferente… E essa desculpinha de que quando os tributos são mais baixos o empresário recolhe não convence ninguém, porque vocês não reduzem os preços das mercadorias (ou o preço de suas prestações de serviço se for o caso) vocês embolsam a diferença. E já que é pra perguntar os motivos do Sakamoto, tenho uma pergunta melhor: Por que ELE tem de ir atrás de quem quer que seja? Por que VOCÊ não vai? Por que VOCÊ não organiza um grupo de empresários e questiona o governo? Por que VOCÊ não persegue os corruptos? E outra coisa, ignorante é você, que não consegue sequer entender como suas palavras, seu pensamento, é pernicioso. INFELIZMENTE NOSSO PAÍS É ASSIM, NINGUÉM É RESPONSÁVEL POR NADA, TODOS TÊM BOAS DESCULPAS PARA TUDO, VALE A LEI DO “ERRAR É HUMANO E CULPAR ALGUÉM POR ISSO É ESTRATÉGICO”. Sem falar que quando alguém toma alguma atitude como o pessoal de A Liga (Rafinha Bastos e Cia) e o Sakamoto contra escravagistas – porque esse tipo de gente não pode ser considerada empresário – são criticados. Se não fazem nada, são criticados. Se denunciam algo que um governo fez, são pessoas manipuladas pela oposição e portanto criticados; Se defendem direitos dos homossexuais, são homossexuais também, ou tem amigos homossexuais (mesmo que não o sejam) e portanto suspeitos – legislam em causa própria – então são criticados. Não gosta do trabalho do Sakamoto? SURPRESA!!! Vc NÃO é obrigado a ler o que ele escreve… Abraço!

      • STFU disse:

        Ao menos alguém lúcido, e o pior é q esse tal de João acha certíssimo o raciocínio dele, nem adiantar argumentar, para ele não tem problema algum escravizar o ser humano…

  26. Jose Mario HRP disse:

    Sugestão aí em cima:
    Não compre Zara, marca Zara!
    É e também as marcas “made in”
    China
    Tailandia
    Indonesia
    Vietnã
    Etc etc e tal.

    Não compre CD pirata, iiiiiiiiiiiii…. vai ser dificil!

  27. AdvRp disse:

    E umas das coisas que mais me deixou impressionado
    foi o fato de eles pagarem R$ 2,00 por uma peça
    que vai ser vendida por mais de R$ 100,00

    • Edna disse:

      AdvRp

      São 2,00 por peça que é dividida em 5 pessoas que a fazem!!! São centavos que ganha por peça… Lamen†ável. Mas disso a cho que todos sabemos.

      O grande lance é que agora tem gente que mostra.

      Parabéns a equipe da Liga e para o Sakamoto!

      • Edna disse:

        Nossa! Falei tudo esquisito!
        São 2 reais para cada peça. Mas cada peça é dividida entre 5 pessoas na linha de montagem. Cada trabalhador/escravo recebe apenas alguns centavos (não vou fazer conta) por peça um… Eita

    • verme disse:

      E o grande lance Adv,

      NÃO VALE o que cobram!

      O marketing é MENTIRA.

      O produto é feito aos montes, e é barato!

      Por que produzimos para os patrões?

      Por que permitir que eles etiquetem um produto barato, falsificando seu valor?

      ****

      Durante a crise Argentina, várias pequenas e médias empresas foram à falência. Os empregados tomaram algumas delas para si. Tocam-nas.

      Dá o que pensar.

      Dá pra ir mais longe, inclusive (mas não digo nada agora).

      Tem o filme da Naomi Klein, The take (La toma). Procura e baixa que é da hora.

      Outro filme legal é um curta do CMI, imperdível, sobre trabalhadoras que tomaram pra si uma fábrica de roupas na Argentina também:

      “Controle Operário dos Trabalhadores da Brukman”

      http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2003/05/253936.shtml

      QUEM NÃO VIU, TEM QUE VER. OS DOIS.

      E o blog da Flaskô, fábrica gestionada pelos próprios trabalhadores aqui de Sumaré, com vídeos no youtube contando a história dessa luta lindíssima:

      http://flasko.blogspot.com/

      • verme disse:

        Caraca!

        Dá pra ver o filme da Naomi Klein no youtube inteirinho, com legendas no bom idioma que tanto amamos:

        http://www.youtube.com/watch?v=k07f70kDrqw

      • sem fôlego disse:

        Flaskô? Aquela que “A conta fica sempre no vermelho”, conforme Fernando Martins, membro da comissão que comanda a fábrica?

        Sim, e a “luta lindíssima” é pra estatizar essa porcaria. Bonito mesmo. Na verdade, é a solução de todas as empresas do mundo! Nunca mais vai ter prejuízo, afinal, o governo tira dinheiro da bunda, certo?

        Ou será que, na verdade, somos eu, você, todos nós, que acabamos pagando pelo prejú?

        Com isso o verme assina definitivamente seu atestado de zombeteiro.

        Eu já saquei tudo. O verme é um dos caras que escreve no Vanguarda Popular. Tá fazendo todo mundo de bobo aqui com essa caricatura do típico militante de esquerda.

      • verme disse:

        Olha, sem fôlego,

        Até que enfim uma respostinha minimamente inteligente…

        Você tem razão, buscar o financiamento estatal é pra lá de suspeito.

        Por outro lado, enquanto não houver uma radicalização desse tipo de movimento (isto é, uma ampliação, com milhares de ocupações e reforma agrária, com autogestão, why not?), a busca pelo patriarcalismo estatal é quase que inevitável.

        Isso aparece no filme da Naomi Klein “La toma”, que você não pode deixar de ver também.

        Essas empresas buscam o estado primeiro pela questão legal da desapropriação (complicadíssima) e o saldo das dívidas. (Coisa que um governo radical à la Chavez poderia (repito: PODERIA…) resolver, mas que está fora de nosso espectro, ó raios!),

        Depois é que vem a treta mesmo: continuar produzindo de modo cooperado e vencer a concorrência robotizada? Sem redução de salários, demissões, aumentos das jornadas de trabalho, quanto sobra pro capital fixo (maquinaria)?

        Entre outras, como a questão do meio ambiente…

        Luta cheia de variáveis. Mas os nós devem ser desatados.

        Os fracassos devem ser analisados com cuidado, todos os fatos, teorizados, reaplicados… é necessário acumular experiências, reinventá-las e tentar de novo.

      • verme disse:

        2ªparte

        Trocando pra bugalhos:

        Obrigado pela dica do Vanguarda Popular, espero que valha minha atenção, o nome já não é animador, mesmo assim, agradeço. Se for um lixo, volto aqui pra acertar as contas com você.

        Agradeço o zombeteiro, na verdade inevitável, tendo em vista muitos dos interlocutores deste blog.

        Fazer você de bobo não é necessário. Você é muito bobo mesmo.

        Embora seja bom menino. (Bom demais, eis o problema.)

        O dinheiro não sai necessariamente da bunda, mas sempre do corpo do trabalhador. Seja nos gastos estatais, seja nos ganhos do patrão, ou na multiplicação dos valores dos financistas.

        Quando o trabalhador já se torna inútil pra gerar valor, estamos em crise.

  28. Alberto disse:

    É muito azar dessa empresa. Ora, os empresários sabem do desmonte da fiscalização do trabalho no Brasil, vão cumprir as leis a troco do que? E o governo está mesmo muito preocupado, essa semana o MTE divulgou o número de ações fiscais de 2010: o menor nº desde 2004! E olha que não podemos comparar a economia de 2004 com a de 2010. Agora, queria ver se isso acontece com a Receita Federal. Mas o governo trabalhista está pouco se lixando pros trabalhadores.

    A instalação dos canteiros de obras da 3ª maior hidrel do mundo já começaram e não existe 1 único fiscal do trab lotado na região. Será que dá pra imaginar que trabalho degradante, trabalho infantil, acidentes fatais no trabalho irão imperar em Altamira ou precisa de muito esforço? Considerem que os empresários da região contarão com uma explosão da população economicamente ativa (fluxo migratório) e terão absoluta consciência da inexistência de fiscalização do trabalho! Nem que fosse na Suiça.

    • Douglas disse:

      E os grupos móveis de fiscalização então. Já foram 9, e em vez de aumentar diminuiram. Hoje são 4.

      • Alberto disse:

        Ah, parabéns cara.

      • verme disse:

        TEM QUE SER ASSIM.

        Ou não será.

        Nenhum empresário sério quer bancar a infra-estrutura, o bem-estar dos trabalhadores (moradores locais).

        Nããão.

        Jamais.

        Isso nunca, nunca foi assim, em lugar nenhum.

        É como se fosse um prêmio pela iniciativa, porque os empresários vão levar “desenvolvimento” para as regiões atrasadas, não vão?

        Então… precisam de um prêmio pelo favor: trabalho gratuito, isenção de impostos, uso ilimitado dos recursos ambientais.

        É só mais tarde, quando as empresas estão montadinhas, que se pensa se vale a pena considerar os arredores como um lugar digno de gastos estatais e privados.

      • verme disse:

        Excelentes Alberto e Douglas.

    • Urbano disse:

      KKKK, sanguessuga do trabalho, vocês nada poem fazer contra a CLT Flex !!!

    • verme disse:

      Muito legal.

      Cabe ainda a pergunta:

      Desmazelo?

      Esquecimento?

      Incompetência?

      Ou estratégia?

      Fico com a última opção.

  29. Yoshidome disse:

    É preciso fazer CUMPRIR A LEI, isso significa punir os responsáveis pelas condições degradantes e EXPULSAR OS TRABALHADORES ILEGAIS.

    • Guilherme disse:

      hahaha, o cara não quer libertar, quer “expulsar” os trabalhadores. Tem norueguês no Brasil, hem…

  30. Daniela disse:

    Sakamoto, você é muito bom!

  31. Jaqueline de Camargo disse:

    Especialmente boa e importante materia!
    Abraços!

  32. É um absurdo o que o maldito sistema capitalista faz: usa os desfavorecidos para lucrar!

    Convoco TODOS os camaradas que acreditam em um mundo governado pelo proletariado a se unirem! Vamos colocar em prática as ideias de ENGELS E MARX!!

    O CAPITALISMO E A RELIGIÃO SÃO DUAS FARSAS, E ESTÃO DERRETENDO A CADA DIA!

    Criei um fórum para debatermos ideias (tirem os espaços):

    comunistafundamentalista. blogspot. com

  33. Vivian disse:

    Boicote à Zara já!!!

  34. ta cheio de industrias, e marcas famosas que usam trablho ecravo.o povo sabendo qual industria ou marcas e ate redes de lojas ,que não comprem nelasou delas.

    • corrigindo.ta cheio de industria e marcas famosas, que usam trablho escravo. O povo sabendo qual é a marca ou a industria, tem que boicotar esses mercenarios.

      • Pedro disse:

        entao pare agora de comprar qualquer coisa. em tudo tem trabalho “escravo”, se for falar de “escravo” nessa forma q foi citada na materia

  35. Panda disse:

    Sakamoto, não conhecia teu trabalho e te vi ontem na Liga. Me fez sentir credibilidade na matéria por parecer uma pessoa “normal” com conhecimento, não alguém que, por ter conhecimento, se julga superior.
    Parabéns!

    Quanto à situação, ouço histórias de exploração de trabalho desde meus tempos de 2o grau, até quando isso vai existir e as mega corporações vai fingir que a culpa é de um maquiavélico empresário que elas contrataram de boa fé?

  36. Lua Bueno Cyriaco disse:

    só pra constar… as roupas da Zara fora do Brasil (especialmente na Europa) são MUITO mais baratas que as daqui, memso se convertendo do euro pro real…
    acho que ja da pra perceber de onde eles “economizam” né? com aquele papo de ‘fabricas no mundo inteiro’

    sempre achei os preços das roupas da Zara abusivos, fora que eu NUNCA soube quem eram os estilistas tão incríveis que assinavam os designers pra que custasse aquele preço todo!

    e quem paga é justamente quem confecciona… vergonha

  37. Augusto disse:

    Bianca Pyl e Maurício Hashizume, que são essas pessoas? São repórteres que de leis trabalhistas nada entendem. Só entendem, e você também de marxismo rasteiro ensinado nas faculdades de ciências socias. Você é muito burro, senão vejamos: Se todos ganhavam um salário ( seja abaixo do mínimo ou não, isso é irrelevante) então, ESCRAVOS É QUE QUE ERAM!! Agora, se todos forem demitidos indiretamente, nem esse salárioo eles terão! Vá estudar, rapaz, deixa de ser vagabundo

    • PauloAdv disse:

      “Bianca Pyl e Maurício Hashizume, que são essas pessoas?…”

      Ah, então, a desculpa é essa? Trabalhem para mim como escravos em vez de ficarem desempregados? Dou um trocado, arranco sua pele, e você ainda tem de me agradecer por eu lhe dar “trabalho”?

      Tenha a santa paciência amigo. Como é que alguém consegue falar uma abobrinha dessa?

      Vá aprender a ser cidadão, deixa de ser vagabundo você! Pois somente um vagabundo diria tamanha bobagem.

    • verme disse:

      Ganhar salário mínimo é irrelevante,

      Ou ganhar o irrelevante salário mínimo?

      *****

      Dúvida Tostines, lembra?

    • Iam Thorison disse:

      PARABÉNS AUGUSTO!!! Vc é o auge da sabedoria humana… Tenho certeza que conhece tudo de Leis Trabalhistas, e tem a nossa Carta Magna na ponta da língua, seu comentário ilustra mesmo isso, profundo conhecimento do assunto… Tô comovido em ler essa pérola que é seu comentário… Imagine só ficar preso a algo como uma bobagem como um direito constitucional como o salário mínimo… Eles não eram escravos não… Podiam exercer o direito de ir e vir tanto quanto você, não? Tinham direito a férias, décimo terceiro, ótimas condições e ambiente de trabalho… Ops… Não tinham? Ah, Augusto… Lamentavelmente tenho que dizer que o único que não sabe mesmo o que está falando aqui é você…

  38. carlos disse:

    Incrivel achar que um comercio e responsavel pela producao. Por que entao uma empresa tem o direito de montar seu negocio e ter registro oficial se o MTE acha que isso e ilegal?
    Me pergunto se a Band tem 100% dos funcionarios registrados, e os freelas e prestadores de servico, como ficam?
    Cade o governo controlando a entrada de estrangeiros pelas estradas do pais?
    Será mesmo que essa responsabilidade e so da Zara?
    Ta na hora de cobrarmos nossas autoridades a altura. Somos um pais serio? As prefeituras e governos contratam mao de obra irregular!
    Revoltante esse vies da reportagem.

  39. Alexandre disse:

    E, olhe que, nestes dias, na própria ZARA, estava pensando com meus botões: “como pode uma marca dessa, com preços altos, reduzirem os preços na mudança de coleção?”

    A reposta pode estar aí: com trabalho escravo em seus custos, então, justifica eles diminuírem os preços.

    Um vergonha mesmo. Vou fazer com eles o que fiz com Nike. Vamos boicotá-los!!!!!!

  40. seu trabalho, leonardo, é admirável…uma luta quase utópica…é bom saber que alguém ainda se indigna com as iniquidades que nos cercam…literalmente nos cercam! meus mais respeitosos cumprimentos …obrigado!

  41. Daniela disse:

    Sakamoto, gosto mto do que escreve e, à medida do possível, o acompanho.
    Assisti ontem ao A Liga e li aqui suas considerações.
    É lamentável e tanto mais absurdo que esta marca não seja vilã sozinha.
    Estamos contribuindo, quase sem querer, para INsustentabilidade social, para perversão cultural e para DESvalorização moral!
    Trabalhos como o seu ajudam a alertar e merecem maior visibilidade.
    Obrigada!

  42. TEMPLÁRIO disse:

    Parabéns pela matéria e obrigado.Sou/Era consumidor ZARA.Não digo que nunca mais, mas enquanto não houver providências( e vou acompanhar) , punições, adequação e manifestação da ZARA, não entrarei em estabelecimento da ZARA.Mais, difundirei os fatos a toda minha rede social.Inadmissível um grupo estrangeiro vir praticar crime no nosso País e ainda nos vender os produtos.

  43. J.R. disse:

    O programa também mostrou uma escola do estado sendo construída com mão de obra irregular…cadê a fiscalização de um contrato entre o governo do estado e uma construtora picareta que quer ganhar (mais) em cima da desgraça dos caras que realmente colocam a mão na massa?

  44. Edvaldo disse:

    Até que enfim o Sakamoto escreveu um artigo sem que o tema fosse: GLBT. Valeu!!

  45. Bruna disse:

    Pra mim, o buraco tá mais embaixo….Imigração ilegal, impostos altos, entre outros problemas fazem desta realidade apresentada algo comum no meio têxtil……

    • Rogério disse:

      Bruna, o Brasil é para bolivianos e peruanos o que os Estados Unidos é para brasileiros. Eles vêm fazer o trabalho sujo que os brasileiros não querem fazer. Imagine o que os americanos pensam dos brasileiros. Já pensou se resolverem expulsar todos os brazucas ilegais? Melhor deixar como está.

      • Gunnar disse:

        Os emigrantes terceiro-mundistas buscam os países de primeiro mundo para fugir dos seus problemas, sem perceber que na verdade os trazem consigo.

      • verme disse:

        Caceta, rapaz… como é que pode?

        Há quantas gerações tua estirpe ocupa o MEU país, hein?

        MEU, muito meu, que não sou branco e meu narigão não consegue ficar empinado por causa do peso.

        Meu e de toda a caboclada que vai construindo bem ou mal essa imensidão chamada Brasil.

        Aí vem meia dúzia de gringo que não teve a capacidade de lutar contra as ditaduras de seus países de origem (ou seja, se acorvardaram)…

        Ocupam uma fazenda, se dão bem e, em vez de dividir o segredo, segregam!

        Mas foi AQUI, filhão, AQUI!, que você e todos os teus velhotes de língua enrolada conseguiram se dar bem, no meio da caboclada que vocês desprezam.

        Aliás, não fosse essa caboclada tão ignorante, e vocês comeriam o pão que o diabo amassou, teriam que trabalhar para os locais como meros empregados, não como donos da terra.

        Agradeça, branquela, agradeça a burrice cabocla pela tolerância com que você e teus avós foram recebidos nesta terra fértil e quente, diferente dos lugares gélidos, cinzentos e horríveis de onde vieram: Alemanha, Rússia e Polônia!

        Para o inferno com essa arrogância babaca!

      • verme disse:

        Tudo de pernas pro ar…

        Reconfiguremos:

        Empresas do primeiro mundo são instaladas no terceiro pra fugir dos ganhos minguados de seus países de origem.

        Sugam os pobres até o tutano.

        Trazem seus problemas pra atormentar o terceiro mundo e, depois, dizem que não tem nada a ver com o furdúncio.

      • Edna disse:

        Aê, Verme!
        Soltou o verbo, me sinto vingada!

        Fiz um haicai (infame) com algumas palavras que captei pelo blog:

        BJUNDA
        Na velha tumba
        O Verme que aqui jazz
        Come sua b*nda

      • Edna disse:

        Verme,
        O Sakamoto deve odiar essa nossa trolhagem, né?

        Desculpa aí Sakamoto!
        Mas é que enquanto nosso blog resposta/espelho não sai, só temos aqui pra fazer pipi.

        Abraços free jazz!

      • Neiva disse:

        Edna e Verme,
        Vocês me matam de rir!
        Edna belo haikai!!!…KKK
        Mijem o quanto puderem, vcs dão graça a esse blog!
        Abração!

      • verme disse:

        Edna,

        Parece sacanagem,

        Mas minha resposta a você acabou de ir pra geladeira.

        Vai sair, né possível…

        Por enquanto,

        Abraço.

      • Edna disse:

        Neiva!
        E nosso seminário hilário, hahaha! Vc leu o comentário de um doidão, Fábio?
        Lá no outro post do Sakamoto.
        Precisamos começar a dar seminário pelo Brasil e ganhar uma graninha…
        Se ficar muito hilário, acaba virando um stand up comedy comuna.

        Verme,
        Vou esperar, como sempre! Que praga, Sakanagem!

      • Gunnar disse:

        “agradeça a burrice cabocla pela tolerância com que você e teus avós foram recebidos nesta terra fértil e quente,”

        Quem devia agradecer é o Brasil. Os imigrantes europeus trouxeram desenvolvimento. No Paraguay, as colônias mennonitas foram por muito tempo o carro-chefe da economia, e até hoje desempenham papel fundamental dentro da mesma.

        ” diferente dos lugares gélidos, cinzentos e horríveis de onde vieram: Alemanha, Rússia e Polônia! ”

        De fato, é bem diferente.

        Faça a seguinte conta: os imigrantes estão trazendo dividendos ou prejuízos para as contas do estado?

        Os imigrantes europeus trouxeram desenvolvimento e trabalho ao terceiro mundo, e nunca receberam esmola de welfare nenhuma, aliás, vale lembrar, nem saneamento básico o estado nos deu. Pagamos impostos como todo mundo, além de gerar emprego. A conta é positiva para o estado.

        Os imigrantes terceiro-mundistas trazem a sua pobreza à Europa, e, se há alguns que querem realmente trabalhar, a maioria quer mais é ficar no bem-bom do rechonchudo welfare estatal. A conta é abissalmente negativa para o estado, e está levando as social-democracias à bancarrota. Não sou eu que estou dizendo, procure os números!

        Outro indicador: criminalidade.

        Procure a região com menor criminalidade do Paraná. Voilá, é a colônia. Faça o mesmo no Paraguay. De novo, as colônias mennonitas.

        Agora vá à Berlim e procure as regiões de MAIOR criminalidade. Neukölln e Kreuzberg (bairros predominantemente turcos). Procure a região de maior criminalidade em Malmö, na Suécia. De novo, os turcos. Na França, são as comunidades de africanos e árabes. Pode xingar as estatísticas de racistas, se quiser.

        Procure um mennonita na cadeia, ou sequer acusado de qualquer crime, aqui ou no Paraguay. No hay.

        Procure pelas estatísticas de crimes como estupro, assalto e homicídio em países nórdicos. Só dá não-europeu.

        O que eu percebi é que você nutre um ódio muito grande contra os imigrantes europeus. Devia viajar mais, conhecer o mundo, aprender a tolerar culturas diferentes da sua.

        Esse ódio todo não faz bem, sabe.

      • Gunnar disse:

        Esse povo é muito previsível. Você cutuca de leve e logo eles babam todo seu ódio, racismo e xenofobia sem o menor pudor.

        É bom porque expõe quem eles realmente são. Vejamos.

        “Há quantas gerações tua estirpe ocupa o MEU país, hein?”

        Xenofobia e nacionalismo em uma só frase. Uau.

        “MEU, muito meu, que não sou branco e meu narigão não consegue ficar empinado por causa do peso.”

        Os não-brancos são mais brasileiros do que os brancos?

        “Meu e de toda a caboclada que vai construindo bem ou mal essa imensidão chamada Brasil.”

        Os brancos não estão construindo o Brasil?

        “Aí vem meia dúzia de gringo que não teve a capacidade de lutar contra as ditaduras de seus países de origem (ou seja, se acorvardaram)…”

        Alguém precisa estudar história. Não era uma, mas duas ditaduras (os soviéticos de um lado e os nazistas do outro). Algumas milhares de pessoas “lutando contra” só engrossariam a fileira de vítimas desses regimes, e você sabe disso.
        Aliás, interessante como o mesmo argumento não vale quando se fala de emigrantes terceiro-mundistas fugindo das condições precárias de seus países em vez de “lutar”. Dois pesos e duas medidas, só pra variar um pouquinho.

        “Ocupam uma fazenda, se dão bem e, em vez de dividir o segredo, segregam!”

        Mentira em cima de mentira. Os mennonitas não se “deram bem”. Foram anos de suor e privações.

        Segregaram? De onde você tirou isso? Os mennonitas assimilaram a língua e a lei locais e estão perfeitamente integrados. O fato de buscarem viver juntos nada mais é do que afinidade cultural.

        Assim como fazem as comunidades turcas na Alemanha, ou as africanas na França.

        Ah, o “segredo”, amigão, já é de domínio público há séculos. Chama-se TRABALHO.

        “Mas foi AQUI, filhão, AQUI!, que você e todos os teus velhotes de língua enrolada conseguiram se dar bem,”

        Olha a xenofobia aí de novo.

        “no meio da caboclada que vocês desprezam.”

        Você está me acusando de racismo. Se não puder provar, é crime.

        “Agradeça, branquela, ”

        Mais discriminação racial. Mas não vou te denunciar, fica tranquilo.

      • verme disse:

        Aê, branquela,

        Diz aí:

        É chato pra caramba ser discriminado, né?

        Beijundas murchas nos velhotes.

      • verme disse:

        A propósito…

        Volta pra lá, branquela, cê vai ver que SEQUER cidadania alemã vão te dar. Você precisará passar sei lá quantas gerações ali pra que chamassem algum dos seus descendentes de cidadão. (Fora as discriminações básicas, os pogronzinhos de fim de semana executados pelos autênticos branquelas, donos daquelas terras…)

        Volta, volta, pra ver se é bom.

        Lamento,

        Mas você e a tua turma de branquelas ainda devem muito pra caboclada.

        É que não sabemos cobrar…

        A generosidade (e a lerdeza) são o nosso forte.

        Se tudo mudará ou não… quem sabe?

        Sigue la lucha.

      • branquela disse:

        Você e todos os pretos do mundo ocidental é que devem muito aos branquelas do mundo inteiro.

        Afinal, quem acabou com a escravidão?

        E, sim, eu vou pra lá sim, mas antes quero sugar mais um pouquinho o país tropical, ok?
        E, ahm, não, não sofro discriminação lá. Por sinal, os alemães são muito mais acolhedores e humildes do que os brasileiros – aliás que povinho arrogante tem esse Brasil! Bando de tereciro mundista que se acha a cereja do planeta. Haja paciência.

        Enfim. Eu volto pra Europa, você para a África, e fica tudo certo.

  46. Jairo Rodrigues disse:

    Eu assisti a matéria na íntegra (Band) e fico revoltado em saber que a PEC do trabalho está emperrada (Vide Blog do Sakamoto) pelo fato de alguns Deputados serem os Capatazes, Senhores Feudais, pois mudaram o Modis Operandi de escravidão, hoje em dia não se usa mais chicote, se usa a coação moral, se humilha funcionários, não se recolhe impostos, e não se paga horas extras, ameaças de morte ou de desemprego e outros males. Temos que lutar que esse fim de escravatura moderna e disfarçada que reina entre os Deputados Ladrões (Feudo) que não assinaram a PEC do trabalhador, porque temem ser punidos. Me ajuda aí!!

    NÃO ENTENDO PORQUE ESSES CASOS NÃO TEM REPERCUSÃO EM BRASÍLIA, conheço vários casos assim, inclusive….nem vou falar porque tem gente na minha rede. Mas os culpados são os Deputados que respondem por processos de escravatura, isso mesmo (Regime de Escravidão da forma moderna e velada) – Espero que o Sr. Sakamoro sacuda essa poeira, e muita gente que “nus” sustenta vai rolar na cadeia, assim espero!.

  47. Gusné disse:

    Alguém perguntou para algum desses bolivianos se eles se sentiam escravizados? Foi algum deles que conseguiu escapar das garras do escravocrata para formalizar a denúncia?
    Ora, me poupem, meus amigos!
    A Zara e tantas outras empresas estão erradas, com certeza! Mas elas não vão até a Bolívia sequestrar índios à força a fim de que estes trabalhem contra a vontade.
    Há algum tempo, existia na Bolívia um programa gerador de empregos chamado PLANE; após algum tempo, este programa se revelou um verdadeiro fiasco, pois, as poucas vagas existentes eram para sub-empregos braçais pesadíssimos que pagavam uma migalha; detalhe, esses sub-empregos braçais eram destinados a mulheres!!!
    Tempos depois, não bastasse; uma “sujeita” chamada Esther Encinas(uma das idealizadoras do PLANE, ao lado de: Evo Morales, Giovana Navía e outros políticos que, depois de eleitos, deram as costas aos índios!) passou a cobrar dos interessados um “valor simbólico” para que estes pudessem se cadastrar no PLANE.
    Logo conclui-se que, diante desse panorama boliviano, o “trabalho escravo brasileiro” é um verdadeiro paraíso para aqueles que fogem da miséria do seu país e passam a viver ilegalmente no nosso.
    Discorda?
    Converse com um boliviano e peça a opinião dele a respeito!

    • É claro, né? Porque tirar as pessoas da m* se a situação delas podia ser pior? Afinal, tenho certeza de que os Bolivianos tiram de letra o cerceamento de liberdade, as condições insalubres e o total desrespeito às leis trabalhistas. Tudo isso deve ser relevado porque, afinal, eles estão tendo oportunidade de emprego. Se eles vieram de livre e expontânea vontade trabalhar num lugar desses, que fi

      • *o site dando problema. Continuando:

        Se eles vieram de livre e expontânea vontade trabalhar num lugar desses, que fiquem por lá. Não temos que cumprir esse negócio que chamam de CLT, ou de lei. Afinal, eles são estrangeiros!
        #not

        Me poupe você, né?

      • Gusné disse:

        Você entendeu meu texto direitinho, porque parece ser uma pessoa esclarecida; só não sei porque fingiu não entender, ou se fez de rogada, referente a algumas passagens dele(texto).
        Você já conversou com algum boliviano a respeito disso, Larissa?
        Converse; é fácil… eles estão por toda parte aqui em São Paulo! Fora aqueles já estão mendigando nas ruas; pergunte se eles se importam com cerceamento de liberdade, insalubridade, esse blablabla whiskas sachê todo que ilustrou. Pergunte!
        E outra: deixei bem claro que, tanto a Zara quanto às outras devem cumprir as leis trabalhistas e não estão certas quanto as condições impostas.
        Ocorre que estrangeiros ilegais que se sujeitam a esse tipo de condições estão tão errados quanto a empresa que os explora.
        Que apliquem as devidas punições às empresas escravocratas e que mandem os “escravos” de volta para onde eles vieram antes que o problema tome dimensões ainda maiores!

    • Manoelito disse:

      Gusné,

      “Gusné”…

      Poupe-nos você, cidadão, de sermos obrigados a ler tamanha bobagem.

      Quer dizer então que por “aceitar” o sujeito se submeter a trabalho escravo, justifica os atos do escravizador, ou melhor, a escravidão? Em outras palavras, foi o que você disse, oras! A exploração do trabalho escravo está autorizada já que os bolivianos aceitam-na “sem reclamar”… (que absurdo!)

      Pois bem, então devemos tolerar o trabalho escravo no país (e não me venha com essa conversa mole de que os trabalhadores nessa condição “não se consideram escravos” – que disparate!), por que o cidadão a aceita?

      Infelizmente, é isso aí. Isso é democracia. É aceitarmos esses pensamentos facistóides como vemos diuturnamente na Internet.

      Desculpa-me, mas, esse teu pensamento é nazi-fascista, para dizer o mínimo.

      • Gusné disse:

        Nazi-fascista? Nazi-fascista?
        Vc me conhece por acaso??? Não; creio eu. Então, deixe-me esclarecer.
        Meu nome é Irmiahu Ben Avraham… quer dizer, sou judeu(aquele povo que foi escravo por muuuuitos anos!). Então, meça você as palavras para não falar asneira. Só porque não compartilho do seu pensamento “esquerdóide” não quer dizer que eu seja conivente com uma ideologia absurda que fez o que fez com meus antepassados, assim como fizeram os comunistas que você provavelmente idolatra!
        Se você tivesse lido com atenção, tanto meu comentário, quanto a resposta que dei à Larissa, teria visto que condeno tanto a atitude da empresa escravocrata, quanto o imigrante ilegal que se sujeita às condições impostas. Repito: CONVERSE/PERGUNTE a um boliviano que trabalha em um desses ambientes escravocratas se ele se importa com isso. Eu JÁ FIZ ISSO como parte de um tcc e lhe digo o que ouvi: poucos são aqueles que se sentem desconfortáveis; ouvi de mais de um que eles preferem trabalhar de 10 a 12 horas a ter que voltar para a Bolívia!
        Cidadãos brasileiros não devem aceitar que nenhuma empresa empregue trabalho escravo, tampouco devem aceitar passivamente imigrantes ilegais que vêm para cá somente com “a cara e a coragem”; por acaso o país virou terra de ninguém???
        Por ora, eles ainda têm a “opção” do trabalho escravo, quando não mais a tiverem e se virem marginalizados sem eira nem beira; eles estarão enfiando um cano de revólver na sua boca, na da sua mulher, na da minha filha…
        Mais uma vez eu digo: Que sejam punidos os escravocratas e libertos os escravos; de volta para a terra de onde vieram.
        E finalizo perguntando: você tão politizado e preocupado com os bolivianos pobrezinhos tem consciência dos escravos brasileiros? Das crianças escravizadas no Norte do país, nas carvoarias e extração de castanha?
        Assim; só para saber se sua indignação vem de longe, ou eclodiu apenas agora ao saber da tirana Zara escravizando aqueles que o “companheiro” Evo deu as costas após se tornar presidente.

      • Gusné disse:

        Nazi-fascista? Nazi-fascista?
        Acaso você me conhece, Manuelito??? Não; creio eu.
        Então, deixe-me esclarecer.
        Meu nome é Irmiahu Ben Avraham… quer dizer: faço parte daquele povo perseguido e que foi escravo por muuuuitos anos!
        Então, meça você as palavras para não falar asneira. Só porque não compartilho do seu pensamento “esquerdóide” não quer dizer que eu seja conivente com uma ideologia absurda que fez o que fez com meus antepassados; assim como fizeram os comunistas que você, provavelmente, idolatra!
        Se você tivesse lido com atenção, tanto meu comentário, quanto a resposta que dei à Larissa, teria visto que condeno tanto a atitude da empresa escravocrata, quanto o imigrante ilegal que se sujeita às condições impostas.
        Por isso, repito: CONVERSE/PERGUNTE a um boliviano que trabalha em um desses ambientes escravocratas se ele se importa com isso. Eu JÁ FIZ ISSO como parte de um tcc e lhe digo o que ouvi: poucos são aqueles que se sentem desconfortáveis; ouvi de mais de um que eles preferem trabalhar de 10 a 12 horas a ter que voltar para a Bolívia!
        Cidadãos brasileiros não devem aceitar que nenhuma empresa empregue trabalho escravo, tampouco devem aceitar passivamente imigrantes ilegais que vêm para cá somente com “a cara e a coragem”; por acaso o país virou terra de ninguém???
        Por ora, eles ainda têm a “opção” do trabalho escravo, quando não mais a tiverem e se virem marginalizados sem eira nem beira, eles estarão invadindo sua casa; enfiando um cano de revólver na sua boca, na da sua mulher, na da minha filha…
        Mais uma vez eu digo: Que sejam punidos os escravocratas e libertos os escravos; de volta para a terra de onde vieram.
        E finalizo perguntando: você tão politizado e preocupado com os bolivianos pobrezinhos tem consciência dos escravos brasileiros? Das crianças escravizadas no Norte do país, nas carvoarias e extração de castanha?
        Assim; só para saber se sua indignação vem de longe, ou eclodiu apenas agora ao saber da tirana Zara escravizando aqueles que o “companheiro” Evo deu as costas após se tornar presidente.

      • verme disse:

        Caceta!

        E daí que tu é judeu, Gizé?

        Só porque é judeu não pode repetir o fascismo?

        Lamento, mas em vez de bater no peito teu judaísmo, defenda valores democráticos.

        Não é necessário ser alemão dos anos 40 para ser nazi.

        O mesmo Estado e Israel pode se tornar uma ditadura do tipo mais retrógrado como o Irã, Afeganistão ou Alemanha de Hitler.

        Fica esperto, mané!, nome e sobrenome não garantem nada…

        Aliás, a extrema valorização do nome e do sobrenome é algo pra lá de suspeito.

      • verme disse:

        Não, não é nazi, não:

        “Por ora, eles ainda têm a “opção” do trabalho escravo, quando não mais a tiverem e se virem marginalizados sem eira nem beira, eles estarão invadindo sua casa; enfiando um cano de revólver na sua boca, na da sua mulher, na da minha filha…”

        O que dizia a propaganda nazista sobre judeus mesmo?

        Ah! Que eram ladrões sorrateiros, que eram uma ameaça ao bom alemão trabalhador, que, se a população não se cuidasse, o país seria dominado por ratos, sim, ratos obcecados por moedas, não pelo trabalho!, diziam os nazistas.

        Veja só, meu pequeno aprendiz judeu de nazismo: estereótipos que justificam a segregação.

      • verme disse:

        Se liga na ideia do Gizé:

        Se o cara não se sente escravo, ele não é escravo, oras!

        Tá tudo resolvido: escravo doidão, aumenta a produção, zero reclamação!

        Lindo!

        Tá explicado, os bolivas trabalhavam mascando folhas de cueca!

        É como dizia Marx:

        O tcc é o ópio do boliviano.

      • Gusné disse:

        Pois é, Vermelho… Diga isso da valorização do nome ao seu amigo manuelito, que veio ironizar o nickname que usei para postar aqui. Somente por isso, me identifiquei: para não parecer estar me acovardando atrás de um suposto anonimato. Estou pouco me importando para meu nome e/ou etnia; eu sou BRASILEIRO!
        Vc é o típico comunista quadrado, alienado que só enxerga aquilo que lhe é conveniente; eu vou repetir mais uma vez tudo aquilo que eu disse só por conta do seu analfabetismo funcional por conveniência; talvez com esforço, você entenda!
        O problema não são bolivianos, peruanos, chilenos ou argentinos. O problema é o emprego da mão de obra escrava e aqueles que se sujeitam a ela!
        ACORDA aí, paladino defensor dos direitos humanos; os brasileiros estão na pior, existem crianças sendo escravizada quebrando pedra no Norte do país e você aí: preocupado e ávido na luta em defesa de imigrantes ilegais?
        Você pode empregá-los/abrigá-los na sua casa(mas em condições de acordo com a CLT, hein!) quando eles estiverem desempregados/marginalizados E passando fome; porque, a partir do momento em que eles não tiverem mais de onde tirar sustento para prover para si e para os filhos deles, a tendência é sim, a mendicância, se não, a criminalidade. Não porque eles são bolivianos, peruanos ou incas venusianos e maus; e sim, porque, assim como você e eu, eles são dotados de instinto de sobrevivência e proteção da prole!
        Finalizando, mais uma vez, vamos ver se você entende agora: O TRABALHO ESCRAVO DEVE SER COMBATIDO! ASSIM COMO A IMIGRAÇÃO ILEGAL.

      • verme disse:

        AAAAaaaaaaaaaaaah…

        Abaixou a bola, né?

        Continua um lixo, mas já deu uma melhoradinha.

        Muito feio isso de dizer sou fulano… sabe com quem tá falano?

        Cada dia, uma dia.

        Hoje você já aprendeu uma pequena lição.

        Amanhã aprende outra.

        Quando casar, sara.

        ****

        No entanto, caro brasileiro…

        Parece que você não é você, sabe?

        Depois de ler o nick do sem-valia ali embaixo…

        É tanto medinho, tanta frescurite…

        Vai entender.

        *****

        E se as crianças que quebram castanhas estiverem felizes, hein?

        Será que algum mané vai fazer esse tcc?

        Uma coisa é verdade: apesar de pernóstico, esse tipo de tcc é útil.

        É muito importante para empresários e governos saberem tudo sobre manter a felicidade integrada à miséria.

      • Edna disse:

        Hahahahahahahaha!

      • Gusné disse:

        Poutz, mas como é difícil dialogar com gente obtusa, PQP!!!
        Onde vc leu que eu escrevi: “você sabe com que está falando”? Eu disse que o sujeito não me conhecia; aí, precisei me identificar para que ele soubesse que eu era judeu e, por isso, a acusação dele de eu ser nazi, era infundada!
        E lixo, é esse manifesto comunista que anda vomitando aqui a cada comentário que posta!
        Mas assim são os esquerdóides: passam dias, anos… séculos e eles nada aprendem!!!
        Você por exemplo, segue se fazendo de rogado ante a premissa do meu texto, que é contra o trabalho escravo. Prefere vestir a armadura do super-herói vermelho defensor dos andinos “ilegales” que estão pouco se lixando se estão sendo ou não escravizados.
        Em tempo: as crianças brasileiras escravizadas não poderiam estar mais felizes! Afinal, elas estão morrendo de exaustão, fibrose pulmonar e outras coisas tão divertidas…
        Só mesmo um animal de sela, lobotomizado pelos ensinamentos de barbudos para especular uma coisa dessas!
        Pior é que não há esperança desse tipo de gente “baixar a bola”, tampouco dar “uma melhoradinha”.

      • verme disse:

        Aê, mistura de GUSpe com maNÉ:

        hauahhauahhauaha!

        (Junto com a Edna.)

      • verme disse:

        Pro mané guspido,

        Ainda falta dizer que, em princípio,

        Nada mais obtuso que aferir a felicidade dos infelizes.

        No entanto, esta é uma época em que as obtusidades são levadas muito a sério, e devem sê-lo, pra manutenção da total obtusidade.

        Resumo da ópera: obtuso sim, mas não estou sozinho.

        Mas é chato ter que aturar malas como você que, sendo obtusos, não o reconhecem, e posam de conselheiros.

        E, sim, malaco velho, você usou do “sabe com quem tá falano, aqui é otoridadi”, do mesmo modo que usa de um raciocínio fascistóide pra defender o bem estar de crianças brasileiras (acredite quem quiser!).

        Resumindo, você é um bom hipócrita.

        E tem aquela arrogância jeca dos pouco estudados que comem mortandela e arrotam peru.

      • Gusné disse:

        Mais uma vez, você falou, falou e não disse nada.
        Contudo, neste último post, parece que você(ainda que de forma sutil) se deu conta de que estava falando asneira; o que já um avanço!

        Bom… dá uma lida aí: http://tinyurl.com/3un5t45
        Dê uma atenção extra ao trecho que se refere aos motivos de expulsão.

  48. vicenta pereira disse:

    boa tarde,
    Que tristeza, é lamentável isso tudo.

  49. Paula disse:

    Boa Tarde,
    Parabéns pela reportagem. Será que tem como sabermos uma lista mais ampla de empresas que exploram este tipo de trabalhadores para divulgarmos!
    Grata
    Paula

  50. Kate disse:

    A melhor resposta será sempre o boicote. Não comprar roupas desta marca, ainda que esteja em liquidação. E não duvidem de que haverá liquidação para atrair compradores. De minha parte, garanto que a Zara prendeu cinco excelentes clientes habituais.

  51. luis alberto disse:

    POIS E MEU AMIGO SAKAMOTO , TODOS OS GRANDES MAGAZINES BRASILEIROS C&A RENNER MARISA ZARA ESTAO IMPORTANDO MILHARES DE PECAS DE FABRICAS NA INDIA E BANGLADESH ONDE AS CONDICOES DE TRABALHO SAO PIORES QUE AS DOS BOLIVIANOS
    SALARIOS DE 50 DOLARES E JORNADA DE 18 HORAS / DIA.
    PORQUE ESTA LONGE DE NOS PODE , PORQUE NOSSAS AUTORIDADES NAO SE PREOCUPAM COM ISTO , ESTAS PECAS ESTAO SENDO VENDIDAS NO BRASIL E ARRASANDO O PARQUE TEXTIL BRASILEIRO
    VEJAM EM http://www.oxfam.org,au/blogs

    • Humberto disse:

      Os nossos empresários textêis poderiam reagir aos acontecimentos instalando oficinas na própria Bolívia, onde os custos realmente são mais baixos, inclusive pela própria diferença cambial. Eu vejo essa como a melhor proteção contra o importado índiano, chinês ou sul-africano

  52. Caro Sakamoto,

    Você matou a pau ontem no A liga, hein? Valeu, cara!!!

    Abraços, continue na luta…

  53. Josemar Pires disse:

    Tenho uma blusa Zara e a partir de agora terei vergonha de usá-la. Então a doarei a um boliviano.
    Todos nós em SP sabemos que bolivianos são escravizados pelos coreanos e só a polícia não sabe.
    É uma vergonha esta exploração feita por estrangeiros que vem adotar estas práticas criminosas aqui. Já chega as crianças brasileiras que trabalham em canaviais e carvoarias no interior em regime de escravidão e que todos também sabem, menos as autoridades.

  54. Estela disse:

    Pronto!! então todo mundo anda pelado e descalço, não toma banho , não come … simples!!!!

  55. Joao disse:

    PO vai procurar saber pq os deputados precisam gastar 20mi/ano p/ trabalhar 3 dias por semana. Vai procurar saber PQ estes bolivianos trabalham assim.

  56. Joao disse:

    vai procurar saber pq o pais nao fecha a importacao de roupas p/ as confeccoes nao terem q usar mao de obra nao registrada.
    UM DIA TODOS VAO USAR ROUPA DA CHINA Q NINGUEM SABE QUEM POS A MAO P/ FAZER. ASSIM COMO AQUI NAO IMAGINAM ESSA MAO DE OBRA “ESCRAVIZADA”

  57. Chesterton disse:

    Sakamoto, saca essa. Tod produto importado da China é fabricado com mão de obra escrava. Até automóveis inteiros estamos importando. Esse trabalho “escravo” acaba com a indústria nacional, SEU emprego.
    Não estaria na hora de você ajustar o foco de suas reclamações?

  58. Jairo disse:

    Só não entendo por que esta marca não produz seus produtos na China, onde é possível explorar mão de obra escrava, sem que a empresa sofra com fiscalização do governo ou bisbilhotice da imprensa. As mais famosas marcas estão produzindo na China e seus produtos são aceitos e consumidos graças a filosofia “o que o olhos não vêem, o coração não sente”

  59. Cassia disse:

    É lamentável. O que nos resta fazer: não comprar nada na Zara. É uma forma de protesto…

  60. jaime krochik disse:

    Como diz o velho ditado: O bom filho a casa torna e eis que estou novamente dando minha contribuição nesse espaço ímpar na mídia.
    Digo e repito aquilo em que sempre acreditei em caso de trabalho escravo EXPROPRIAÇÃO IMEDIATA EM BENEFÍCIO DOS FUNCIONÁRIOS E PARA QUE SE EVITE TAIS SITUAÇÕES:
    1- FORMAÇÃO DE COOPERATIVAS, ONDE AO INVÉZ DE SALÁRIOS SEJA PAGO PARTICIPAÇÃO NO FATURAMENTO
    2- LEGALIZAÇÃO E FORMALIZAÇÃO IMEDIATA DA ASSIM CHAMADA ECONOMIA INFORMAL
    3 – IMPLEMENTAÇÃO IMEDIATA DE UM PROGRAMA DE CONTROLE RÍGIDO DA NATALIDADE EM ESPECIAL EM FAMÍLIAS COM RENDA INFERIOR A 5 MIL REAIS
    4- IMPOSTO ADICIONAL NA IMPORTAÇÃO DE BENS PROVENIENTES DE PAÍSES ONDE CAMPEIA A MÃO DE OBRA INFANTIL, ESCRAVA E/OU MAL REMUNERADA, ISSO SE CHAMA DUMPING SOCIAL
    5 – CRIAÇÃO DE UM FUNDO PARALELO AO DE GARANTIA VISANDO O FINANCIAMENTO, TREINAMENTO E CRIAÇÃO DE UM PROGRAMA DE FRANQUIAS POPULARES
    E POR FIM COMO COSTUMO DIZER; QUEM EXPLORA TRABALHO ESCRAVO NÃO É DIGNO DE NADA E DEVE PERDER ATÉ MESMO AS SUAS “CUECAS SUJAS”

  61. Humberto disse:

    O empresariado do setor têxtil precisa perceber os sinais e produzir a partir de oficinas lá na própria Bolívia. Aproveitando que a mão-de-obra é mais barata por, por ser menor a carga tributrária e nossa moeda ser mais valorizada que a deles. Ambos os pólos ganhariam assim. Talvez até mesmo eu passe a cogitar melhor essa possibilidade, quem sabe

    • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

      Boa Humberto.
      O problema é se Evinho Moreles, não resolver tomar com o exército a fábrica dos brasileiros(Normal por aquelas bandas)..
      Mas é bom, quem sabe empregados em confecções eles parem de produzir cocaína.. kkk..
      Abraços.

      • verme disse:

        O comentário do Humberto já deixa claro que a exploração não deve encontrar limites.

        Quanto mais baixos os salários, melhor.

        Só que esse tipo de raciocínio e atitude empresarial não quer arcar com o outro lado da moeda, os caos social, as revoltas, os governos populistas…

        Quem semeia a miséria, colhe tempestade. Na hora do quebra-pau tem que bancar a repressão. Mas de vez em quando a repressão perde a parada para os populistas…

        Melhor produzir coca.

        Tanta gente produzindo porcaria (transgênicos, por exemplo) por aí e faturando, inclusive com legislação a favor… por que não coca? Só porque os governos norte-americano e europeu não querem arcar com os custos sociais dos seus viciados? Alguma vez eles se preocuparam com os latino-americanos?

        Antão.

        O pobre só tem que ficar esperto pra ele mesmo não cheirar essa porcaria. Melhor que a playboizada e gringos de rabinho endinheirado se acabem. O caos pode ajudar nas transformações necessárias. Com a zelites dopadas fica mais fácil.

  62. pap disse:

    Gostaria de saber a opinião daquele povo da ABRH(Associação Brasileira
    de Recursos Humanos),dos consultores economicos em geral e de psicolo
    gos de RH,dos financistas,investidores,publicitarios,modeletes,atrizetes,
    folhetes,vejetes,globetes e novetes sobre isso.
    Devem pensar ” ah, faz parte”. É porque não é com eles.
    Lamentavel e lastimavel. Essa Zara é mais um traste estrangeiro que só
    faz a alegria da elite atroz e boçal traduzida na daslu e na oscar freire,
    tipo esse bando de socialites,fashionetes,modeletes,badeletes e descole-
    tes que pensam com mentalidade de rainha maria antonieta

    • pap disse:

      O termo “ah, faz parte” foi colocado no contexto de dizer que a situação acima,
      descrita por sakamoto,atroz e lastimavel por si mesma, vive aparecendo em
      materias veiculadas pela mídia e acaba por se tornar,infelizmente e não deveria
      ser, mais uma matéria a respeito do mesmo tema.

  63. miriam disse:

    oi sakamoto, mais uma vez obrigada pela matéria.. apesar de alguns comentários maldosos, eu percebo que as pessoas começam a se dar conta da realidade, eu acredito muito em tudo o que vc escreve, e fico sempre muito triste quando vejo atitudes de brasileiros que como se diz aí, somente visam os lucros, que somente querem levar vantagens, seguindo a velha lei de gerson neh… e gostaria de deixar aqui que no início do movimento dekasségui houve muitos casos parecidos, digo parecidos porque graças a Deus aqui no Japão, as cobras não se criam, no Brasil a gente costumava dizer que o castigo vem a cavalo, mas eu fui percebendo que aqui no japão, o castigo vinha a jato, eu vi muitos brasileiros maltratando os novatos que aqui chegavam, humilhando e destratando as pessoas, imagine brasileiro maltratando brasileiro, e ficava sempre triste por ter que assistir sem poder fazer nada, mas como Deus é sempre justo e bondoso, eu sempre acreditei em Deus, eu pude testemunhar a queda destas mesmas pessoas que maltratavam os próprios compatriotas, mas o mundo vai mudar, e hj graças a internet, as pessoas podem acompanhar e tomar consciencia de como o ser humano, as vezes, surpreende a gente.. hj em dia aqui, as coisas mudaram muito, e graças a Deus já não há essas coisas, mas sei que ainda existem, por isso eu digo sempre que vc é um ser humano abençoado, pq vc consegue nos mostrar o que é possível, e agradeço a vc sempre, e vc sempre será abençoado em tudo o que vc fizer.. obrigada mais uma vez e fique com Deus…

    • Ju...... disse:

      Vixe! Falou coisa com coisa, miriam?

      • Maria Alice disse:

        Respondo: sim, ela falou de como os membros de uma cultura antiética são sem noção com eles e sem consciência com o próximo.

      • miriam disse:

        oi Ju, desculpe-me se vc não consegue compreender o que escrevo, mas só o fato de vc ter perdido seu precioso tempo lendo meu comentário já é motivo pra te agradecer, espero que um dia vc possa olhar pra dentro de si mesma e acordar, que Deus te abençoe…

      • Aham disse:

        Em Miriam, ainda bem que temos mais que a vírgula, não é?!

      • Ju...... disse:

        Obrigada Maria Alice, clara e direta!

    • CHAVES disse:

      pelo jeito vc esta no japao. ai no japao os dekasseguis sao quase “escravos” tb. tem uma jornada de trabalho super puxada e c/ o salario q ganham, so da p/ comer mais ou menos e morar em um lugar mais ou menos tb.
      e hj em dia ai no japao as coisas mudaram mto sim, desemprego geral p/ os dekasseguis, e condicoes de trabalho pior p/ os q ficam. por isso q tantos dekasseguis hj retornam p/ o brasil.

      • miriam disse:

        Chaves, é verdade, já passamos por situação parecida, mas apesar de tudo, aqui é bom pra se viver, qdo aprendemos a conhecer o povo japones fica mais fácil, pq aqui há o respeito, respeito pelo próximo, respeito pela natureza, pelos animais, pelas crianças, pelos idosos, qdo vc se sente respeitado é muito bom neh… coisa que uma boa parte dos brasileiros ainda precisa aprender.. fique com Deus…

  64. César Henrique Xavier Rosa disse:

    Só tenho a agradecer ao Sakamoto e todos os envolvidos na denúncia. Continuem assim.

    PS: Zara nunca mais!

  65. Marah disse:

    Eu nunca comprei nessa loja, mas conhecia os produtos e também os preços das peças…sinceramente, agora é que vou boicotar mesmo!
    Os governantes do Brasil deveriam fechar essas lojas que praticam o trabalho escravo e burlam as leis trabalhistas do nosso país.
    É injusto para as pessoas que estão sendo usadas, é injusto para os empresários brasileiros, que empregam e pagam tantos impostos para concorrer com esses gringos que só querem se dar bem aqui! Não fazem questão nem de dar um trabalho digno para quem mora e vive no Brasil.
    A Daslu é outra loja que deveria ser boicotada pela pessoas…depois de terem sonegado tantos impostos e cobrar valores astronomicos de peças que são compradas lá fora a preço de banana…só os alienados para para continuar comprando lá.
    Brasileiros, vms boicotar essas empresas que só querem se dar bem e pensam em si próprios e não na coletividade!

  66. Lili disse:

    Profissional como Sakamoto que faz com que não percamos a esperança de um Brasil melhor,mais humano. E o Bom Retiro, Braz e outras pronta-entregas existentes em SP, será que não utilizam dessa exploração de mão de obra ?

    • Gunnar disse:

      “um Brasil melhor,mais humano”

      Principalmente quando ele conseguir trazer para cá o quebra-quebra londrino.

      • verme disse:

        Não, quebra-quebra, não!

        Quebra-quebra é o que aguenta um boliviano numa malharia brasileira, é o que aguenta um jovem inglês numa Europa em crise, sem saídas à vista.

        Deixe de coitadismo!

        Encare os problemas com coragem.

      • Edna disse:

        Esse é um país que vai pra frente!

  67. Vinicius Dinofre Dada disse:

    Olha só, que notícia bombástica, não é de me surpreender, infelizmente. Principalmente por que algumas lojas de marca e renome, simplesmente realizam promoções no qual o preço tem uma queda brusca do dia para noite, agora como explicar isso !? A resposta é vem com esta reportagem muito bem feita por Sakamoto.
    Não faz sentido uma peça que custa 149 custar 49 no dia seguinte, mesmo que o produto esteja encalhado na loja…
    Isso é por que a roupa é comprada a preço de banana, e revendida com milhares % superfaturado. Além de alimentar a vaidade social, o produto acaba saindo para o bolso do consumidor, que procura estas lojas pela suposta qualidade oferecida.
    E é aí que está a resposta para este enigma !
    Trabalho escravo !
    Vergonha para esse país, que deseja estar em uma condição social melhor.
    Vamos ver quantos ministros mais serão banidos para fazer uma canoa salvação para nosso país !
    Quem sai perdendo ?

    Todo mundo !!!

  68. Cleiry disse:

    Olá. É a primeira vez que acesso esse blog. Fiquei perplexa com o conteúdo da denúncia, também com diversos dos comentários. Aliás, muitos deles, feitos sem nenhum embasamento. As empresas de grandes portes costumam sim repassar as produções para terceiros, seja em Maringá, Cianorte, China ou São Paulo. As pessoas que trabalham para esses microempresários recebem sim microsalário e muitas vezes sobrevivem apenas dessa fonte de renda.
    O que me deixa preocupada é o número de “leitores” que afirmam que é pior ficar desempregado do que ficar em um emprego com condições semelhantes ao tempo da escravidão.
    Todo mundo sabe que imposto no Brasil é alto; sabe também que a grande maioria das empresas sonegam impostos (oi já se esqueceram da, por exemplo, já que estamos falando de marca grifada, da Daslu?) e pagam os funcionários com um fixo e comissão para os tributos ficarem menos caros…; todo mundo sabe que muita gente ganha X na carteira e XXX por fora. Também é de conhecimento geral que os governantes são coniventes a tudo isso, na maioria das vezes, porque usufruem de meios também ilegais e impróprios para aumentarem o já gordo salário.
    Agora, em grande proporção aqui nos comentários, o que se lê é que a denúncia não procede por A (culpa dos políticos), por B (culpa dos impostos), por C (melhor ganhar uma miséria e ficar feliz do que voltar para o país de origem) e etc., etc.

    Diante de tudo isso, o papel que cada leitor deveria ter, não parece ser o papel que a maioria teve. Ler e entender é o primeiro passo para opinar sobre qualquer assunto. Prefiro pensar que tem gente que não entendeu… se bem que isso é um tanto cor-de-rosa, é fugir do que está na cara: a humanidade é egoísta em muitos casos… comprar um camisa por R$ 25,00 em uma loja de marca é sair ganhando, não interessa o quanto custo para quem produziu… e sim, não dá para dizer que não temos nenhuma peça produzida em condições semelhantes… infelizmente é comum encontrar peças em lojas de tudo quanto é canto com etiquetas “made in china”…

    Torço para que mais matérias como essas nos ajudem a encarar de frente o que fazemos com os nossos semelhantes quando vamos a lugares como o McDonald (alguém já parou para pensar na condição de trabalho deles?) e etc.

    • Dema Pires disse:

      Cleiry, muito bem!
      O Sakamoto, como sempre, fez excelente trabalho. Ele levantou a “bola” e você fez um ponto lindo. Dois bons textos (o dele e o seu) que esclarecem, humanizam e incitam a pensar e a mudarmos de atitude.
      Parabéns!

      • Cleiry disse:

        Oi Dema.

        na verdade essa discussão poderia dar muito “pano pra manga”. No Brasil temos diversas formas de trabalho em condições tão ou até mais lamentáveis que a apresentada. Se pensarmos no “chão de fábrica” na construção civil ou se pensarmos nos cortadores de cana, já dá para termos uma ideia.

        Mas, infelizmente, sem uma “revolução” feita pela classe (e é duro ter consciência de classe no Brasil), não haverá mudança tão cedo. São tão poucos os que de fato pensam no coletivo… a maioria de nós quer resolver os próprios problemas e a gente nem dá conta disso com tempo hábil para resolver outros…

        O que vale mesmo é a discussão levada para dentro dos nossos lares, escolas e etc. Se a mentalidade consumista continuar crescendo na proporção que cresce, as explorações tendem a aumentar.

        Agora, um outro incomodo meu é o seguinte: brasileiro quando vai para outro país para ganhar dinheiro é porque está em busca de melhoria e crescimento pessoal e financeiro. Já outras nacionalidades quando chegam ao Brasil com as mesmas intenções…

        Continuemos pensando em mudança, um dia ela se concretiza. Só não sei se estaremos aqui para ver.

      • IDF disse:

        “Mas, infelizmente, sem uma “revolução” feita pela classe (e é duro ter consciência de classe no Brasil), não haverá mudança tão cedo. ”

        e COM revolução, teremos o que?

  69. Ricardo disse:

    Está na hora dessas “griffes” pararem de pensar apenas em si… nos seus bolsos… e terem realmente VERGONHA, pois se o POVO fosse menos ignorante e soubesse a FORÇA que possui… essas MARCAS estariam FALIDAS… para aprenderem que o SER HUMANO vale muito mais que uma MARCA… para mim, agora, a MARCA não vale nada… já que não VALORIZA a PESSOA… ignorânica!!!

  70. Regina disse:

    A ZARA é uma marca para as pessoas que podem pagar. Que tal uma “investigação” “denuncia” ou seja la o que for de uma bem popular como a Pernambucanas? Já li uma reportagem sobre uma denuncia do Ministerio do Trabalho sobre a produção de peças pra essa tradicional loja de departamentos semelhante ao caso “ZARA”.

    • Edna disse:

      Regina
      Então,
      Que tal uma investigação numa grife de verdade. Uma onde as peças custem no mínimo 1.000 reais?
      Tem grife que cobra até 15 ou 30 mil reais só numa bolsa!!! Isso deve ter uma margem estupenda de lucros. Uma Diesel, ou Gucci, sei lá como se escreve!

      Bando de safados!

    • Maria Alice disse:

      Minha cara,

      Sempre achei o gás muito alto para pouca água. Já entrei várias vezes, mas nunca comprei, sempre acabava desistindo. Motivo:o somatório das qualidades roupas, tecidos, costuras( especialmente, acabamentos), não combinava com o preço. Assim, ó: tais quais pessoas que só tem bonito biótipo (leia-se, só visual), um tempinho já é suficiente.

  71. MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

    hihihi..
    Tá feia a coisa né Sakamoto..
    Não pode mais vestir, pois é produzido com trabalho escravo. no Brasil e no exterior. (Blusas, calças, tenis importados, etc).
    Não pode mais comer, pois é tudo produzido pelo AGRO(Diga-se, homens maus, perversos, etc).
    Não pode mais andar de carro, ônibus, caminhão, pois o aço é produzido com ferro gusa, feito com carvão do trabalho escravo lá do Pará.
    Não pode mais comprar móveis de madeira, pois é destruição da natureza.
    Que coisa não..???
    kkkkkkkkk
    Abraços.

    • Neiva disse:

      Depois desse lixo de comentário, não precisa não.
      tchau.

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

        Confessa Neiva.
        Lá no fundinho, tem um “que” de verdade.. kkk
        Abraço.

      • Jose Mario HRP disse:

        BLEARGHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

      • Neiva disse:

        Não deixa de ser um lixo, continue com ele.
        Abrace-o veja os outros sofrerem e serem explorados até a morte.
        Sorria! porque, afinal, isso tudo parece ter um gostinho muito bom pra vc, um especial, certo???
        Te deixa, digamos…
        de barriguinha cheia.
        Nada é perfeito, nada é pleno.Pois então temos duas escolhas:
        Deixarmos como está, e continuar nos afundando.
        Ou lutar, mudar, fazer o possível pra evoluir.Justamente porque o capitalismo não vai desaparecer, e estrá constantemente tentando fazer das pessoas coisas e das coisas, pessoas.Por isso é bom ficar bem atentento porque basta um deslize, e pronto! a vida e a dignidade humana perde valor, e não volta, juro que não volta, a menos que alguém o veja e lute por ele.O que não parece ser seu caso.
        Motosserra não existe uma pessoa sequer que não seja egoísta, tem que ver pra onde esse egoismo vai e o grau dele em vc.Têm que saber controlar.
        Tente Mosserra, tente ver.O mundo está bem aqui, diante dos seus olhos.
        Não custa nada.
        Abraço.

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

        Discunfia Neiva..
        Agora nem posso mais ter um “rompante” daquela arrogância que eu tinha quando começei a acessar o blog.. kkkk..
        Mas depois de qualquer brincadeira ou ironia minha vou colocar entre parenteses(BRINCADEIRA)..
        O “kkk” está aí pra isso, mas pelo visto não é suficiente..
        Nesse comentário eu escrevi 4 parágrafos, em 1 fiz gracinha, os outros 3 não valem como argumento.??
        Abraço.

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

        Eita..
        Deu pau aqui novamente Neiva.
        Essa resposta acima, é do texto lá de baixo, pra você e para o Vinicius.
        Vou escrever outro rebatendo o LIXO.kkk

      • Neiva disse:

        Se tem gente trabalhando em condição degradante, manda de volta pro país dele, lá ele vai poder produzir a cocaína dele, pra mandar pra cá, pra você usar tranquilo.. kkk..(BRINCADEIRA)
        Não adiantou,
        Continua muito baixo
        Baixissímo.
        Abraço.

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

        Tá bom, Neiva..
        Eu admito, exagerei, me desculpe..

    • verme disse:

      É, Motoca, é isso mesmo.

      Você chegou na essência do problema.

      Não existe capitalismo bom.

      Não existe fartura (farta tudo) sem exploração.

      E aí?

      Ficamos no fo**-se?

      Ou vamos mudar alguma coisa?

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

        hihihi..
        Na verdade não Verme, pra mim(E pro mundo) o capitalismo é bom, é ótimo.
        A culpa, no fundo, é do AGRO, veja bem, o preço das roupinhas da Zara não é composto só pela manufatura, tem o preço do tecido, de algodão do AGRO, que está “pela hora da morte”… kkk..
        Mude alguma coisa você aí.. Tô afim não.. Sou egoísta já assumi aqui..
        Tem alguns comentários meus aguardando moderação, bem interessantes.
        Abraço.

      • verme disse:

        Bom?

        Ótimo?

        Cheiraste demasiado agrotóxico.

        Já que cê não quer mudar nada, cheira mais uma: de Tordon, que nem é perigoso, nénão?

    • Neiva disse:

      Boa verme, seu comentário foi mais inteligente que o meu.
      Valeu professor.

      • verme disse:

        Neiva,

        Obrigado pelo reforço.

        Tamos juntos na briga.

        Todos os comentários se completam. Ficam inteligentes no conjunto.

        ****

        Só vou te pedir um favorzinho, bem titiquinho, sem querer incomodar, sabe?

        Não me chama de professor, por favor.

        A não ser que você me deixe chamá-la de professora, ou mestra (ui!).

        Abraço.

      • Neiva disse:

        Verme! Já é!
        Tu têm que aparecer maaaaaais!!!
        Abraço!

      • Edna disse:

        Pode ser criador de galinha
        Um dia vc disse, sem querer, que era criador de galinha e professor de criança, hahaha!

      • verme disse:

        Mas é verdade!

        Crio galinhas, cuido do quintal, planto umas ervinhas e dou aulas.

        Tô na m…

        Mas com diguinidadi!

    • Cleiry disse:

      Oi moto serra elitista, mas não tanto, já que é só prata, certo?

      Seu comentário, ainda que pareça ridículo, não é. A coisa está de fato feia, feia, feia. Todas as suas observações são verdadeiras, infelizmente.

      Já morei no Pará e a coisa por lá é pra deixar calvo de cabelo com franja. Já morei em um Estado que não queria que a soja fosse transgênica, mas não conseguiu isso e por lá a soja é transgênica.

      Ah, sim, do Pará eu trouxe um móvel de madeira. Sabe como ele foi feito? De uma raiz de mogno. Quando comprei achei que era um aproveitamento da raiz.

      Agora, quando vejo a raiz, penso no tamanho da árvore que foi derrubada e vendida para madeireiros. Que o cara que fez o móvel, ainda que tivesse aproveitando os restos daquelas que desmataram, também está prejudicando. E que eu, ao ter adquirido o móvel, contribui para o trabalho do segundo.

      E os carros poluem… e moro em uma capital que a proporção é de 1,1 carro por pessoa. Mas as rodovias não foram pensadas para a quantidade de carro que trafega.

      Viu como a coisa está de fato feia?

      A única coisa que não vejo razão no seu comentário é o “kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk”, mas, até ele pode ser justificado, já que a gente também ri de medo, de pavor.

      Abraço para você também.

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

        Oi Cleiry.
        Para vossa informação, MOTO_SERRA_DE_OURO é minha musa do AGRO, Kátia Abreu. kkk.
        Veja bem, meu comentário foi uma “irônia” que fiz, como você bem disse, uma “irônia” verdadeira.
        Obrigado por tirá-lo do limbo da ridicularização.
        Pelo menos em Santarém não se produz soja transgência, bem, não pra vender pra os multinacionais, talvez para o consumo regional se produza.
        Soja transgêncica é tudo de bom, assim como o milho, o algodão, etc..
        Bom comentário o seu, gostei, sincero, principalmente a parte do móvel de madeira.
        Faltou eu dar uma sugestão pra o Sakamoto, “veste uma tanga e vai pra floresta, viver na libertadade do espírito da mata.” kkkkk..
        Abraço.

      • verme disse:

        Cleiry,

        Ótimo comentário, bela reflexão.

        A gente é tão besta que nem se dá conta de que está envolvido numa cadeia produtiva, de que somos números em projeções elaboradas por empresários e pelo governo.

        Vivemos como meras dragas trituradoras de mercadorias e vendemo-nos pelo menos 8h por dia sendo mercadoria.

        Há quem chame isso de liberdade…

        Um abraço.

        Quanto ao Motoca, já sabemos:

        Fungou muito agrotóxico (ele vende esses troços que envenenam a comida que comemos).

        Tá lá no barracão, esculhambado, babando… entre uma cheirada e outra.
        Vê a si mesmo num mundo cheio de oportunidades.

        Por isso aquela risadinha peidorrenta, acovardada: kkkk e hihihihi!

        Esse cara não sabe rir de verdade.

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA(AGROCIDADÃO) disse:

        Verme Verme..
        Lembre-se, quem não lê a bula é o Ciro..kkk.
        Eu Leio, e tá lá:
        - Evitar a inalação.
        - Evitar comer durante o manuseio.
        E O PRINCIPAL:
        - Usar o EPI.
        Entre outras advertências, e recomendações. Eu as sigo todas.
        Inclusive tem lá o período de carência(tempo entre a última aplicação e a colheita). Tempo esse necessário para a biodegradação/fotodegradação/quimiodegradação do produto e que ele esteja sem resíduos próprios para o consumo.
        Não sei o seu mundo, no meu mundo tá cheio de oportunidades. Um exemplo é o monte de boquinhas pra comer.
        Abraço.

    • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

      Neiva, não é lixo não, é a verdade.
      Se quiser ser politicamente correto, ambientalmente correto, socialmente correto, mentalmente correto, etc, é isso aí que eu disse.. Não tem pra onde correr não minha amiga, é abandonar esse mundo, ir morar numa aldeia indígena, só de tanga feita de folha de bananeira. Mas pelo menos você concorda que nada é perfeito, então eu vou vivendo na imperfeição.
      “os outros sofrerem e serem explorados até a morte”, aí que melodramático. Já vi pessoas morrerem de fome, de doentes, de velhos, de trabalhar ainda não vi; uns tem LER, outros estresse, outros fadiga, cansaço, mas passa..
      Das duas escolhas, não são só estas opções, mas como você só me deu essas duas, eu já disse aqui diversas vezes: “Não me convidem pra mudar nada, não contem comigo, sou egoísta(Em alto grau. kkk) e estou muito ocupado produzindo alimentos e ganhando meu dinheiro, legalmente inclusive, sem escravizar ninguém”.
      Não tá fácil viver nesse mundo em que todo mundo é, ou muito coitadinho, ou é muito bonzinho. Se eu não ajudar, se eu não fazer, se eu não agir, o mundo vai acabar e o culpado sou eu, tenha paciência.
      Eu disse em outro comentário:
      “Vamos devolver logo esses bolivianos, peruanos, paraguaios.
      Daqui uns dias vão vir com aquela história de que temos uma dívida histórica impagável com eles, vão criar cotas pra eles, bolsas pra eles, e vai sair tudo do nosso bolso, ou da vaga na faculdade de nossos filhos.” E é isso que eu penso.
      E eu vejo o mundo, vejo as mazelas, vejo os problemas, vejo as tristezas, aí eu leio seu comentário e fico deprimido por saber que eu sou o culpado, “Ahh Vá..!!” kkk.
      Mas vou ficar com suas sábias palavras no meu coração: “Nada é perfeito, nada é pleno”, então tá tudo certo.
      Faço o que posso para dar dignidade aos que me rodeiam, acho fácil no blog fazer sensacionalismo, eu fico com os fatos reais.
      Veja você, saiu no UOL agorinha, “Lojas da Zara mantem movimento normal mesmo com denúncias”, e vamos levando a vida.
      Sou meio “secão”, BRUTO RUSTICO E SISTEMÁTICO.
      Abraço.

      • verme disse:

        Secão?

        Qué isso…

        É tosco.

        E

        Acomodado.

        Quer defender o seu rabinho.

        O resto que se dane.

        Ri peidorrento graças à loucura de uma época suicida.

        Troca a má consciência por dinheiro.

        Mas…

        Tudo sendo o que é, não ficará como está,

        Já que os seres humanos costumam enfrentar as situações de coerção e repressão quando as reconhecem e dispõem de meios para tal.

        Conservadores têm 2 apostas a fazer, sempre: 1. que as massas não enxerguem seus inimigos; 2. que elas não disponham dos meios para vencê-los.

        (Quem quer mudança faz muitas apostas, a maior de todas é a de não reproduzir sobre si a boçalidade própria dos inimigos.)

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA(AGROCIDADÃO) disse:

        Verdade verdadeira Verme.
        E vamos vivendo.
        Abraço.

  72. CHAVES disse:

    CARA, COMO TEM GENTE IGNORANTE NESTE PAIS!!!

    CADA POST DE CADA UM Q NAO TEM A MINIMA IDEIA DO Q ESTA FALANDO.

    VIVEMOS NUM PAIS DE MRDA, Q TEM UMA DAS TRIBUTACOES MAIS ALTAS DO PLANETA. E MSM ASSIM, NAO TEMOS NEM UM SISTEMA DE ESTUDO PUBLICO Q SEJA NO MINIMO DIGNO.

    NEM RUAS BOAS P/ ANDAR C/ OS CARROS Q TODOS PAGAM O DOBRO DO Q ELES REALMENTE VALEM, NEM SEGURANCA SUFICIENTE, TANTO EM CONTINGENTE COMO EM PREPARO …

    SOMOS AUTO-SUFICIENTES EM PETROLEO E PAGAMOS MAIS CARO Q QQUER LUGAR DO MUNDO…

    SISTEMA DE TRANSPORTE CARISSIMO E UM LIXO…

    E VCS FICAM AI FALANDO ABOBRINHAS, CRITICANDO ISSO E AQUILO, METENDO O PAU NA ZARA E NAS CONFECCOES…

    VAI FAZER PASSEATA P/ PAGAR MENOS IMPOSTO, PAGAR MENOS EM COMBUSTIVEL, OU VER SEU DINHEIRO SUADO INDO PELO RALO EM IMPOSTOS Q VAO P/ OS BOLSOS DOS POLITICOS AO INVES DE ENCHER O SACO DE GENTE Q ESTA TRABALHANDO PROCURANDO SOBREVIVER.

    O BRASIL E UMA VERGONHA E NUNCA VAI MELHORAR. ESTE E O PAIS DOS LADROES DE COLARINHO BRANCO, SAO ROUBADOS TODOS OS DIAS E NINGUEM FALA NADA….

    Q NEM O COITADO DA PORSCHE Q ESTA SENDO MASSACRADO POR TER $$$, A FAMILIA DA MENINA Q MORREU E’ DE POLITICOS TB, OU VCS ACHAM Q SE FOSSE QQUER PROLETARIO POR AI IAM ESTAR FAZENDO ESTA TEMPESTADE EM COPO DE AGUA??? HAHAHAHAH NAO ME FACAM RIR.

  73. Elaine disse:

    Olá, Sakamoto!

    E esse não é o único setor com explorações absurdas. Seria muito importante se um profissional como você pudesse investigar as construções desses novos sobradinhos, que virou uma boa fatia no mercado. “Empreiteiros” compram terrenos com casas antigas constroem sobrados, apartamentos novos. Só que ninguém imagina que os pedreiros são pessoas vindas do norte e nordeste do nosso país, e até o que eles comem é pago ao dono da construção. Eles mal têm tempo para fazer refeições e certamente estão passando frio nos dias de inverno, em condições precárias. Sempre encontramos esses pedreiros na cooperativa contando as mínimas moedas para comprar alimentos (os quais eu repito, eles compram mas devem para o “chefe”).

    Está na hora disso explodir na mídia.

    Espero que esses seres repugnantes paguem pelo o que fazem com as pessoas.

    Caso você não tenha disponibilidade, será muit bom se você puder indicar alguém com interesse em desvendar a verdade atrás do sonho da casa própria.

    Abraços,
    Elaine

  74. Roberto Ramos disse:

    Seria legal imprimir cópias deste artigo e distribuí-lo para os “mudernos” na porta do Shopping Paulista, onde fica a loja da Zara.

    • verme disse:

      Que muderno deixará de comprar roupas bacanas por causa de bolivianos?

      Se vacilar,

      Vira marketing.

      (Olha um trampo pra vc, Avrão!, marketeiro de tumbeiro.)

  75. ELI disse:

    A MATERIA DEVERIA SER “ROUPA DA ZARA É USADO POR ESCRAVOS(AS), ONTEM VI A CONVERSA DE UMA COISINHA FALANDO DA ZARA SUAS ROUPA JEANS ETC,QUANDO OLHEI PELO ESPELHO OBSERVEI QUE A COISA NEM DENTE TINHA NA FRENTE, DAI VEIOA A DEDUÇÃO.
    MAIS UM ESCRAVO DE PERIFA QUE MORA EM KITCH, MAS TEM QUE SER ESCRAVO E JOGAR O SEU GRANDE PODER AQUISITIVO PARA COMPRAR ISSO E SEUS DENTES BEM AS FAVAS COM OS DENTES.

  76. ALGUÉM DO POVO disse:

    Lendo esta reportagem, fico supreso como vcs não te uma linha de pensamentos definida, pois a 3 reportagem atrás a maioria dizia que este pessoal que incendiou lojas , casas, carros e tudo o que viam pela frente era democracia e em nome da justiça, e agora nao vejo nenhum comentário insentivando este pessoal injusticados e em nome da democracia, tacarem fogo nestas ofiçinas , lojas, carros e tudo o que veem pela frente, por que, vao atigir vcs e podem tacar fogo em suas casas, lojas e automóveis. É como falei que pimenta nos olhos dos outros nao ardem, foi na inglaterra não me atingiu.Vcs não tem opinião própria quando alguém diz uma coisa, seguem e acha que esta certo sem verificar se está,como alguém falou em presidenta e todos acham que esta correto, sem verificar as regras de potuguês que dizem que presidente e um substantivo comum para os 2 gêneros, tanto para o masculino como para o femenino e só muda o artigo, para diferenciar, o presidente, a presidente, presidenta nào existe, senao também poderiamoso dizer presidento, se fosse presidento então sim seria presidenta, mas é presidente, assim como lider, chefe,ministrante,governante, muitos dizem governanta, é o governante a governante, também tem adjetivos comuns para os 2 gêneros como elegante, o homem elegante, a mulher elegante, se for bonita entao e o homem bonito , a mulher bonita, dai tem gênero definido.

    • verme disse:

      Bitcho,

      Na boa, consulte um dicionário ou uma gramática mais antiga. “Presidenta” já estava lá antes do Lula chegar à presidência; bem antes.

      Ganhando uma mulher de outro partido, poderia usar igualzinho.

      Mas esse assunto é muito bobo.

      *****

      Mais legal é lembrar que seria muito interessante ver os trabalhadores se rebelando contra a escravidão, unindo-se a uma multidão de rebeldes nas ruas, quebrando espalhafatosamente vidraças, incendiando automóveis e apedrejando policiais e viaturas.

      Claro, a gente ia apanhar um pouco, mas meia dúzia não pode com 600, 6.000, 600.000 pessoas revoltadas.

      E no Brasil a coisa iria mais longe… uma revolta urbana como essa inflamaria deliciosamente o campo…

      Já pensou?

      Incêndio nos transgênicos do Maggi?

      Fogo na Amazônia.

      Fogo.

      Só pra esquentar a população pra verdadeira transformação que há de vir.

      Muito mais simples, aliás.

      Por exemplo:

      Por que os trabalhadores não fazem calças pra si mesmos?

      ****

      Você não se ligou, mas já houve muitas manifestações de apoio a insatisfeitos aqui no blog.

      Apoio aos baderneiros do passe livre em sp; apoio aos trabalhadores rebeldes da hidrelétrica de Jirau; aos indígenas e ongueiros contra Belo Monte, por exemplo.

      É que aqui o puder vai contendo a massa insatisfeita. Lá na Inglaterra, neste momento, a panela não aguentou a pressão.

      Mas tem chão, amigo, essa luta tem chão.

      Vou bancar o profeta: em breve veremos baderna nos Estados Unidos e muitas mais (porque já existem) na China.

  77. Larissa disse:

    O que me deixa mais triste é que “os consumidores” desta loja, não deixarão de comprar…porém, daqui há alguns anos…as chances de ter uma nova denúncia são enormes, já que não existe nenhum interesse público muito menos político em banir esses acontecimentos.
    Até os Indianos lutam pelos direitos do povo, quando o assunto é corrupção…mas nós brasileiros já estamos tão acostumados com a podridão, que infelizmente, esta virará só mais uma denúncia.
    Mesmo assim tenho fé que um dia este país seja mais justo, sem corrupção, sem abuso, sem tanta podridão por todos os lados!

  78. Ernani Luis Ribeiro disse:

    O mais sério problema, a causa de muitos dos nosso males, como esse, está na AUSÊNCIA, INEFICIÊNCIA E CORRUPÇÃO DO ESTADO, em todos os níveis: Federal, Estadual, Municipal e em todas as funções: POLÍCIA, JUSTIÇA, EXECUTIVO E LEGISLATIVO, muitas de nossas ONGs tambem servem a corrupção. Falo em ESTADO – normalmente culpa-se o “governo” no sentido de “poder executivo”. O nosso problema é muito maior. Sem POLICIA e JUSTIÇA não se tem condições de vigiar e punir os governantes, criminosos. Fala-se em reformas, em custo Brasil e se remete a estradas, portos, etc… As reformas (revolução talvez) deveria começar pela POLICIA e JUSTIÇA. Mas ausência, ineficiência e corrupção na justiça ajuda os bandidos (de colarinho branco) a roubarem e ficarem impunes. ESTAMOS CONDENADOS A SER UM PAÍS RICO, MAS SEREMOS UM – POBRE PAÍS RICO – vamos ter $$ que será sera em grande parte desviado pelos corruptos e o povo (que permanecerá igorante) vamos gastar o dinheiro comprando “bujigangas” com crédito. O Brasil não tem remédio. Nossa herança cultural é tragica: indíos neolílitcos, portugueses e europeus católicos e ignorantes e africanos (que escravizavam os seus “irmãos” para vende-los aos europeus. É melhor parar por aqui….

  79. Lúcio disse:

    Sakamoto, assiti ao programa A LIGA naquele dia, achei muito interessante mas faltou uma coisa. No caso da construtora, foram até o governo de São Paulo. No caso da Zara, foram lá também.

    Mas no caso da carvoaria não foram até o comprador final do produto, as siderúrgicas e mineradoras da região norte e nordeste. Assim como as empresas de Minas e Goiás continuam indiretamente estimulando o desmatamento do cerrado aqui em Goiás, no sudeste do Maranhão e sudoeste do Pará essa atividade, além de explorar indiretamente mão-de-obra escrava, faz pressão pelo desmatamento ilegal.

    De qualquer forma valeu demais.

    • verme disse:

      Muitíssimo bem lembrado, Lúcio, o lúcido.

      Chutou o pau do barraco.

      Zara?

      Escola?

      Isso é nada, é fichinha!

      Quem são as siderúrgicas? Quais as mineradoras?

      Vamos falar dos donos do país!

      A quantas vai o desmatamento do cerrado?

      Por quem?

      Por quê?

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

        Verme.
        O desmatamento em Goiás vai muito bem obrigado.
        E pode deixar comigo, vou me certificar para que não desmatem mais do que os 65% do total previstos na Lei. kkk.
        - Por quem? Pelo carvoeiros.
        - Por que? Pra produzir aço, nas siderúrgicas, pra produzir carros, ferro para construção, metais diversos, etc, etc.
        E também pra fazer churrasco lá em casa, sem carvão não dá.. kkk..
        Abraço.

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

        Desculpe Verme.
        O desmatamento no “cerrado” vai muito bem obrigado.
        Abraço.

      • verme disse:

        Ô moto,

        O papo é sério.

      • verme disse:

        Carros?

        Metais diversos?

        Lixo…

        Dispensa o carvão pro churrasco.

        Basta sair a céu aberto.

        Pra que sombras, frescor… bah!, eu quero é Sum Paulo, meu complexo de jeca me empurra pra Sum Paulo.

        Sô jeca tipo sertanejo gringo, muderno e destruidor.

        Manancial limpo? Bah! Que paguem pela água purificada!

        Alimentos saudaveis e saborosos? Sai fora!

        Vamos alimentar uma manada de alienados que não sabem a diferença entre batata e inhame!

        Vamos passar a serra, que eu tenho que faturar!

        São meus olhos de psicopata que zelarão do cerrado.

        Tranquilizai-vos impotentes moradores das cidades.

        Darei a vocês um mundo pior, e a mim também.

        Só pra juntar dinheiro.

        hihihihi! (Mãozinha cobrindo o sorrizinho cagão.)

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA(AGROCIDADÃO) disse:

        Desculpa.
        Snif.. Snif..

    • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

      Lucio, eu faço um desafio ainda maior ao pessoal de A LIGA.
      Procurar qualquer um desses ditos “libertados” pra ver o que eles estão fazendo.
      Não faço apostas, mas seria capaz de apostar que estarão em outras carvoarias na mesma região, trabalhando da mesma forma.
      Uma das últimas frases do Sakamoto no programa me chamou atenção, foi a melhor. Inquirido sobre qual o motivo de haver trabalho escravo no Brasil, ele, ao contrário do que faz aqui no blog, não culpou “ninguém”, ele disse o seguinte:
      - “Falta de oportunidades”, pra mim ele não poderia ser mais sincero.
      Outra coisa, ir atrás dos pernambucanos libertados também, pra ver como estão, como vivem.
      Nem vou falar dos bolivianos, esse vão voltar a produzir cocaína na Bolívia. kkk.
      Abraço.

      • Edna disse:

        Moto,
        Nossa que engraçado! Quase morri de rir da desgraça total!

        E por causa disso vou até estourar uma champagne pra comemorar a miséria alheia!
        Alheia a mim…

        Há alguns anos o Gilberto Dimenstein libertou meninas, de 10 anos de idade, escravas prostituídas, de prostíbulos lá do Pará. E sabe o que o povo dizia? A mesma coisa… Que elas iriam voltar a “trabalhar” e que ainda existiam montes desses mesmos lugares nas matas. Que isso não era nada diante do todo.

        Então vamos comemorar? Ploft! Sshshshhs (bolhinhas, borbulhantes).
        Que maravilha!!! Que felicidade! KKKKKKKKKKKK

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

        Edna.
        Se você quiser comemorar comemore, quem sou eu pra lhe recriminar.
        Mas que parte do texto que segue você não entendeu?
        “Inquirido sobre qual o motivo de haver trabalho escravo no Brasil, ele, ao contrário do que faz aqui no blog, não culpou “ninguém”, ele disse o seguinte:
        - “Falta de oportunidades”"
        Se você tiver alguma oportunidade pra eles, fique a vontade novamente, vai lá..
        O duro é ter que aturar o sensacionalismo(Que vende IBOPE), os redentores, os salvadores, os bonzinhos, as pessoas do bem, indo “salvar” os pobres “escravos”, salvar de que?? De alguns dias longe das carvoarias.??
        Salvaram os pernambucanos de receber R$ 365 por mês de trabalho, agora salvos, eles podem voltar pra o PE e viver, sem trabalhar em nada, com os R$ 120,00 do Bolsa Família, que bom né Edna.?? Que bom.?? Comemora mais essa aí..!!!
        Sensacionalismo barato comigo não..!!
        Abraço.

      • verme disse:

        Ô moto,

        Isso aí a gente já sabe, meu.

        E daí?

        Ferrado, então ferrado e meio?

        Se é pra deixar tudo como está, não discutamos mais, não mudemos nada.

        (Este é o objetivo de todo conservador, deixar as coisas como estão.)

        Vamos parar de ser sonsos, vamos fazer a crítica e, quem tiver boas ideias pras possíveis soluções, que proponha alguma coisa, oras!

        O que não dá pra aceitar é esse sorrisão cínico na cara, como se nada pudesse ser diferente.

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA(AGROCIDADÃO) disse:

        Verme.
        Não é atoa que somos chamados de conservadores..
        Dá pra fazer melhor sim, as idéias do Dr Marcelo, os menonitas, etc.. Você as propos muito bem, já disse que sou adepto..
        Eu é que não vou sair por aí querendo mudar o mundo..
        Já disse rapaz, mude você, faça você, tô afim não, tô ocupado com o AGRO..
        Ferrado ferrado e meio sim, enquanto não houver outras oportunidades a vista..
        Como diria papai, SERROTE_DE_PRATA, que que é peido pra quem está cagado..?? kkk..
        É meio egoísta o que eu disse né..? Pois é, eu sou egoísta.
        Abraço.

  80. Helio Jr. disse:

    Acho que deveríamos começar a boicotar esta grife e outras que dão uma de joão sem braço, dizendo que não sabiam de nada, e se aproveitam da falta de fiscalização no Brasil para ter lucros astronômicos. Chega destas empresas espanholas que vêm fazer colonialismo aqui! Fora Zara! Fora Telefônica!

    • Alex Namas disse:

      Todas as marcas de moda do Brasil ou utilizam a mão de obra boliviana ou importam da china….se for para boicotar….por favor ande pelado…..

      • Rogério disse:

        Discordo, pois na minha cidade ha 3000 trabalhadores em confecções e não conheço ninguém nestas condições. Pelo contrario, a cidade é conhecida por gerar muito emprego e melhorias sociais na região.

  81. Alex Namas disse:

    Vamos lá…tenho que eclarecer alguns fatos, pois, trabalhei muitos anos no setor e tenho conhecimento da causa: 1. Não existe máfia coreana ou chinesa na confecção….isso é puro preconceito de gente sem informação./ 2. Os maiores beneficiados pelo trabalho escravo são: Magazines (C&A, Renner, Pernambucanas, Marisa, Zara etc.) / 3.Bolivianos exploram bolivianos/ 4. Vão querer colocar os coreanos como bode expiatório…pena…,pois os maiores fabricantes no Brasil de confecção que usam mão de obra escrava são brasileiros….

  82. Leandro Alexadre disse:

    Isso que vocês estão vendo é apenas uma pequena amostra do que ocorre no mundo todo incentivado pelo sistema vigente que, mais do que incentivar, cobra a exploração do homem por outro homem, separando o trabalhador de seus meios de produção e comprando sua força de trabalho por um preço miserável. Em nome da obtenção do lucro através da apropriação por parte do capitalista da mais valia, ignora-se as mais básicas regras de civilidade e compaixão para com o ser humano.
    Meus parabéns a empresa Zara, está dando uma aula de capitalismo de eficiência em seus negócios. Comprar uma peça por 7,00 e vender por 135,00 isso que é negociação. Deveriam aplicar esse exemplo nas faculdades de administração. Afinal de contas quem precisa levar em conta o bem estar do ser humano se o dinheiro está entrando? Os que defendem a propriedade privada certamente devem ser a favor, afinal de contas vivemos em um sistema de liberdades individuais não? Somos livres para ser explorados, livres para sermos escravizados, livres para passar fome.

    • Gunnar disse:

      “Os que defendem a propriedade privada certamente devem ser a favor, ”

      Errou.

      “afinal de contas vivemos em um sistema de liberdades individuais não?”

      Você tem alguma coisa contra as liberdades individuais?

      • verme disse:

        Você tem alguma proposta para conceituar a palavra liberdade?

        Enquanto você não tiver uma resposta clara pra essa questão, não pague pau de libertário, pega mal, você tá sempre se contradizendo.

      • Gunnar disse:

        Está na Constituição Federal. Conhece?

      • sem fôlego disse:

        “Você tem alguma proposta para conceituar a palavra liberdade?”

        Sim. Chama-se Constituição Federal.

      • verme disse:

        Leis não garantem liberdade.

        Pra se fazer valer é necessário força.

        Sem tergiversações, por favor, defina liberdade.

        Citar a constituição é muito vago.

        Além do mais ela é um corpo ideológico contruído numa sociedade não liberada. Reproduz (por mais liberal que seja) coerção.

        Mas fale você.

  83. Marly disse:

    Sou funcionária da Zara, empresa que me deu a oportunidade de fazer minha
    casa ter uma vida melhor. É minha segunda família. Gostaria de convidar todos a fazer uma reflexão sobre o que existe de real participação da empresa nisso tudo, pois sempre tem um doido fornecedor que quer ficar cada dia mais rico, e comete essas atrocidades. Antes das críticas, pare e pense: a Zara realmente iria se sujar por causa disso? Quem acha que sim uma sugestão: não comprem mais nada que seja chinês, para começar!
    Quem sabe não é tudo fruto de trabalho escravo! Deixemos de ser hipócritas,minha gente!!!

    • verme disse:

      ATENÇÃO, GALERA!

      vOTEMOS!

      Voto pelo aumento da Marly!

      Acho que o comentário dela vale uns… uns… uns 3% de incorporação salarial!

      Vamos ajudar a colega aê, né?

      À Zara… um brinde!

      Com leite de lhama e folhas de cueca!

    • verme disse:

      Cara chefia das repositoras da Zara,

      A funcionária Marly, por sua extrema dedicação, merece, por consenso de todos os moradores deste cemitério, o título de FUNCIONÁRIA DO MÊS.

      Como consumidores dos corpos dos ex-funcionários dessa empresa (como de outras) acreditamos no peso de nossa recomendação.

      Consideramos de bom alvitre pendurar a foto de FUNCIONÁRIA DO MÊS de MARLY num lugar suficientemente alto e iluminado para que os demais repositores possam tomar como exemplo aquele sorriso confiante, o olhar obediente e a bela chapinha paga em longas prestações.

      Agradecemos sua atenção.

      Defuntos, vermes e baratas.

  84. Rogério disse:

    Sakamoto, moro em uma cidade do Sul de Minas Polo de Moda Intima, onde a 3000 pessoas envolvidas com produção de lingerie, todas com carteira assinada e ganhando em media R$ 800,00 mensais. Hora extra é muito raro, trabalham 44 horas semanais. Há 120 Marcas instaladas na cidade, concorrendo com produtos chineses em condições muito desiguais, e agora vemos que concorremos com trabalho escravo aqui no Brasil também.

  85. Andreia disse:

    Gostei muito da denuncia, muitas vezes, nao imaginamos quantas pessoas estao sofrendo , para ganhar o pao de cada dia.Se submetendo, a esse tipo de coisa. e’ muito triste, espero que a nacao abre seus olhos em favor do nosso povo.
    Adicionei no meu blog tambem. http://www.diariodeumamissionaria2008.blogspot.com

  86. Gunnar disse:

    No países dos muçulmanos, que a esquerda tanto ama, o Sakamoto seria preso por denunciar escravidão.

    http://www.jihadwatch.org/2011/08/mauritania-prosecutor-seeks-prison-for-anti-slavery-activists.html

  87. Fabio disse:

    Boa tarde, Eduardo.
    Como sempre, você foi muito sensato e pertinente nas suas colocações. Sou leitor assíduo do seu blog e do Repórter Brasil, embora comente pouco os posts.
    Gostaria que você me indicasse (se puder, claro) algumas leituras para um TCC que pretendo elaborar sobre as ZPE’s. Sou aluno de graduação em Ciências Sociais da PUC-Campinas, e ficaria muito grato em contar com uma possível ajuda sua. O e-mail é esse que está anexado ao meu comentário. Parabéns pelo excelente blog.

    Sem mais, agradeço

    Fabio

  88. VINICIUS BORGES/Cuiabá, MT disse:

    É, Saka, a escravidão, definitivamente, está na moda. E pelo jeito nunca saiu….

    MOTO SERRA DE LATA, cadê você para defender os patrões?

    • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

      Eita…
      Saudades de mim Vinicius?? Já vou avisando, sou hétero, casado, muito bem casado.. kkk..
      Defendo gente de bem, que não escraviza, que segue a Lei.. Já disse aqui, repeti diversas vezes, muitas mesmo.. O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO NÃO PRECISA DE ESCRAVOS..
      O post do Sakamoto não tem a ver com agronegócios, não conheço nada de confecção..
      Se tem gente trabalhando em condição degradante, manda de volta pro país dele, lá ele vai poder produzir a cocaína dele, pra mandar pra cá, pra você usar tranquilo.. kkk..
      Abraço.

    • Neiva disse:

      ”Sou hetero e bem casado”…KKK
      Relaxa Motosserra, não tem niguém aqui te querendo nesse sentido..KKK
      Boa sorte com o bom casamento, continui com ele de preferencia.
      Agora, falano sério, o que deu em vc??? Cara vc se superou!
      Nossa, vc foi muito baixo Motosserra, muito baixo, eignh?
      Vc geralmente coloca sua opinião e infrmações, mas agora partiu pra baixaria (não só por esse, mas por outros comentários também).
      Piorou porque o computador deu pau ou porque vc é casado???
      Vai saber…
      Posso mandar um abraço, ou vc vai achar que tô pedindo tua mão?
      Na dúvida, não vou mandar não.Um tchau deve bastar..
      Tchau!

      • Edna disse:

        Neiva e Moto,

        Estavam começando a ter uma conversa civilizada esses dias e a coisa descambou!
        Moto tá revoltado.

        Nem Neiva, a mais, meiga aguentou! Hahaha, por que é casado, né?!
        Dá um tchau de longe senão ele serra teu braço!

    • Maria Alice disse:

      “Verdade”, mentirosa.

  89. Neiva disse:

    É, também senti saudade.
    Motosserra!
    Cadê aquele agronomo viciado?!Tá me devendo um monte de respostas.
    Vai vê não tem argumentos e nem endende de economia…
    Saindo de mancinho né?! Ham!
    Abraço.

    • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

      hihihi..
      Não me menospreze Neiva.. Lhe respondi sim, vou lá ver se foi bloqueado..
      Estive fora, pois meu computador feito por aqueles escravos chineses desgra…dos, deu pau.. kkk
      Lê a resposta que dei para o Vinicius acima, serve pra você..
      Abraço.

      • verme disse:

        Chineses produzem lixo.

        Parecem os agro.

        Tá difícil contorná-los, entretanto.

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA(AGROCIDADÃO) disse:

        Tá difícil mesmo Verme.
        Por necessidade não podemos contornar o AGRO, precisamos todos comer..
        Por vaidade, orgulho, inveja, não podemos contornar os chineses, e deixar o vizinho, o amigo, o colega tem um computador melhor que o meu.. Jamais, o meu tem que ser maior e melhor..
        Saiu o IPhone nº 257.957.345 e eu quero pra mim.. kkk…
        Abraço.

  90. joseph disse:

    Meu Deus me senti super mal agora,sempre soube que existe por ai este tipo de trablho escravo,principalmente em paises subdesenvolvido como alguns da asia,mas saber que isto isto esta acontecendo no meu pais, e em uma das maiores dai,eu me choquei,achava que este tipo tipo de feldalismo havia so em fazendas remotas e um caso erradicado.Aqui na inglaterra a zara e um das mais badaladas marcas da high street,sou super fan e praticamento tudo que uso vem da zara,mas apartir de agora vou comecar a me concientizar e passar a msg pra frente,espero que algo seja feito logo e a marca seja punida!!!

  91. JP disse:

    Qual será a marca que não utiliza mão-de-obra escrava? Se as de grife utiliza, imaginas as grifes que se vê nas Riachuelos e Torra-Torras da vida!

  92. Evandro Nunes disse:

    Acredito que, assim como a Zara milhares de “grandes empresas” usam deste tipo de trabalho, escravo, tornando seus funcionários verdadeiros prisioneiros do século XXI, então, não acho que devemos focar somente numa marca, e sim, punir a todos que fazem este tipo de coisa.

    Até acredito que exista uma “organização” por trás disso, trazendo “escravos” para as grandes empresas e, como na sua maioria não são descobertos torna um trabalho árduo até que se consiga encontrar toda a sujeita que há por trás deste evento da Zara, que, repito, não é isolado e deve haver muitas outras que fazem o mesmo.

  93. maisvalia disse:

    Depois de “O astro”, vem aí um novo remake: “Escrava é Zara”.
    O Sensacionalista

    CANA NELES!!!

    • verme disse:

      hauahauahahhauaha!

      Queria ter inventado essa!

      Vou pensar em alguma coisa.

      Zara total?

      ****

      Não, não… sem graça pra cacete.

      • Edna disse:

        Hahahaha
        Boa, maisvalia!

        Assim Falhou Zara truta? Zara treta?
        Tá difícil.

      • Maria Alice disse:

        Cara Edna,

        Se estava difícil, agora, acabou. Eu achei super criativo e engraçado. Não sei se ficaria popular, mas que está bem bolado, ah , isso está!

      • Maria Alice disse:

        Aliás, a caminho do blog deparei com a seguinte manchete da Folha de S.Paulo:”Para Mendes Ribeiro, novo ministro da Agricultura, lobby é “legítimo”. Hum,…, há controvérsias.
        Agora, “mudando de assunto”, veio-me a “dúvida”: vai começar a pe$caria ? I$ca ? Tem truta na treta ?

      • Edna disse:

        Maria Aliiice!
        Popular, é verdade! Pensarei em algo pop… Hahaha!

        Mudando de assunto… Me deixou tonta! Com e$$es cifrões e e$$as charadas…

        Dúvida, oh! dúvida cruel!
        A dúvida me corrói!

      • Euzinha disse:

        Sou Edna, Maria Alice,
        respondi mas está preso… Aliás tudo meu está preso hoje!
        Estou me sentindo numa solitária…

      • Euzinha disse:

        Maria Alice
        Acho que o gato comeu meu comentário anterior (juro que estava melhor)…

        Mas vc. é sempre tão misteriosa!!!

        Na dúvida, melhor não ter treta. E truta não como… Pescaria, sou contra. Isca me dá arrepio…

        Meu Deus, nem eu sei o que vc. perguntou e nem o que estou respondendo!

      • Edna disse:

        Maria Alice,
        Eu sou a “euzinha”… Mudei de nome pra ver se entrava. Vamos ver este aqui.

      • Maria Alice disse:

        Cara Edna,

        Eu imaginei.

      • Maria Alice disse:

        Cara Euzinha,

        kkk… Eu, misteriosa ? Imagina. Você ficou confusa a toa, mais cristalino que isso impossível, veja só: truta é truta, treta é treta ! Viu ? Básico. As trutas que se envolvem em tretas sabem do que falo. Kkk…

      • Maria Alice disse:

        Comentário/Resposta para Edna (em 19/08/2011 às 23:35hs.)

        Cara Edna,

        Eu tenho por hábito colocar $ quando a circulação de moeda$, de qualquer nacionalidade, ou ocorreu, ou ocorre, ou ocorrerá, ou ocorreu, quer física ou mentalmente(inclua-se até as expectativas e seus preparativos), quer passiva ou ativamente. Em síntese, quando há ou intençõe$, ou rituai$ , ou efetivaçõe$ de tretas. Ou em linguagem mais popular, quando tudo indica a exi$tência de tretas, quer antes, durante ou depois. Viiixe, agora, eu é que cansei !

      • verme disse:

        hauhauahauaha!

        Zara truta foi fucks…

  94. ALGUÉM DO POVO disse:

    Estou vendo que vcs não conhecem como funciona a coisa, uma empresa como montadoras de automoveis tem seus projetistas que projetam os carros e todas as peças são compradas de outras empresas, o que a montadora vai verificar é a qualidade e o preço, não quer saber e nem tem a obrigaçao de vereficar se pagam impostos , e os trabalhadores, (isto é responsabilidade dos fiscais do governo) e como são feitas, apenas querem uma empresa que seja resgistrada e tenha cnpj, e inscriçao estadual, para fornecer notas fiscal. assim é com grandes empresas de confecçao, tem os estilistas que moldam a peça piloto ou padrao e dai para confeccionar as peças compram tecido de fornecedores, mandam para outras empresas especializadas em corte para talhar o tecido e depois para empresas de costura para confec
    çionar a peça que se chamam de facções. No caso da Zara o que para ela importa a qualidade e o preço e que sejam empresas legalizadas para fornecer as notas fiscal e não tem a obrigaçao de saber como estas peças sao confecçionadas, a resposnsabilidade e dêstas empresas contratadas ou facçoes que vc dizem ofiçinas, estas facçoes que enviam peças para casas de costureiras aonde trabalham mãe, filhas, noras e amigas, a Zara não tem nenhuma responsabilidade com êste pessoal que dizem trabalhar nesta situaçao. A responsabilidade é toda dêstas empresas contratadas.

    • RIDICULO SEU COMENTARIO.ALGUÉM DO POVO, VC TEM FILHOS?SE TIVER COLOCA ELES NESSAS FABRICAS, PARA TRABALHAR.

      • verme disse:

        Infelizmente, Jota, o que nosso amigo disse é verdade verdadeira (já dizia o Moto), mas é justamente o Povo que não acreditaria nisso.

        Para o povo os negócios são transparentes e honestos. As empresas sempre são admnistradas de maneira a garantir o bem-estar da população, jamais enganam o governo e nunca coprariam mercadoria de procedência “esquisita”.

        O povão confia no empresariado, nos telejornais e nos governos.

        Raríssimos os momentos de ceticismo.

        O povo vive imerso em crendices, o folclore e as religiões são fichinha perto das três que citei.

      • Neiva disse:

        Saber que tem coisa errada, acho que ele até sabe, nao sabe de maneira profunda, mas sabe.
        Mas pra eles(o povo) tá tudo bem porque a mulher do jornal disse que é normal, que o problema é o Brasil, e que fugir é a melhor solução.
        Abraço.

      • sem fôlego disse:

        Olha o verme chamando o povo de ignorante.

      • verme disse:

        Ignorante… não necessariamente.

        Enganado, sempre.

        Conformado é um degrau mais abaixo, mais perto do fundo do poço da covardia, lugar onde VOCÊ se encontra.

    • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

      Isso..
      Verdade, verdadeira..

    • verme disse:

      Isto é fantástico e indigesto:

      “a resposnsabilidade e dêstas empresas contratadas ou facçoes que vc dizem ofiçinas, estas facçoes que enviam peças para casas de costureiras aonde trabalham mãe, filhas, noras e amigas, a Zara não tem nenhuma responsabilidade com êste pessoal que dizem trabalhar nesta situaçao. A responsabilidade é toda dêstas empresas contratadas.”

      Uma viagem às origens do capitalismo; ressurreto, o passado nos assombra, inclusive o sempre morrido mas nunca matado K. Marx.

    • Jose Mario HRP disse:

      Alguém do Povo?
      Ou Alguém rico, burguesinho e filhinho de papai!????

  95. Fabiana disse:

    Alguém por acaso sabe se outras “oficinas” de confecção, de grandes magazines, utilizam trabalho escravo???

    • verme disse:

      Fabiana,

      Leia um comentário do Motosserra lá de cima.

      Dá pra concluir alguma coisa sobre isso.

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

        Não não não…
        Fabiana, sobre o que você está falando, lê um comentário de um tal de “reinaldo mantovani” lá no começinho, dizendo ele 95% da confecções do Brasil trabalham com trabalho escravo.
        Eu não disse nada sobre confecções, disse inclusive que nem conheço desse ramo, só de vestir roupas e olhe lá..
        Mas meus outros comentários são bem “interessantes”.. kkk..
        Se me der a honra de lê-los, ficarei feliz de saber sua opinião..
        Obrigado.
        Abraços.

      • verme disse:

        Fabiana,

        O Motoca tem razão.

        Eu me enganei.

        Eu me referia a outra pessoa, mas já me esqueci quem era.

        Foi maus.

  96. Humberto disse:

    Estão todos errados os que disseram que a Zara não tem responsabilidade, que a culpa era dos fornecedores, etc

    O que a Zara faz é estípular baixas margens para seus fornecedores obrigando-os a “se virar” na busca baixo custo. Podemos esperar que eles recorram justamente à clandestinidade e contratem tais oficinas para atender as metas da varejista.

    Se a Zara e marcas quer reduzir custos, porque não cruza a fronteira e instala suas oficinas no próprio território boliviano, onde os custos são mais baixos??

    • ALGUÉM DO POVO disse:

      quem faz preço são os fonecedores do trabalho e muitos baixam os preços para ter o serviço e depois usam este esquema encima do trabalho dos outros. se a empresa da o preço faz quem quer, o que vale e o mercado, oferta e procura se vc nao faz outros fazem, quando não tiverem mais os que fazem, serão obrigados a subir os preços. vcs tem de estudar economia. A empresa contratada tem de ver seus custos para saber se podem fazer o trabalho ofertado. Se o preço ofertado não cobre as despesas com pessoal , impostos, e ter seu lucro, então é prejuizo e ninguem pode trabalahr no prejuizo.

      • verme disse:

        Excelente!

        Oxalá o povo estivesse bem ciente dessas coisas!

        E enxergasse onde ele (povo) entra nessa história.

      • Humberto disse:

        vc está equivocado porque está supondo que o poder de mercado é idêntico entre os participantes. Mas não é. Nesse caso quem detém poder de escolher entre os vários fornecedores é a varejista, que demarca os preços que vai pagar por peça. Isso é possível justamente porque a produção é baseada em clandestinidade. Funciona assim, a empresa terceirizada, no caso a AHA, fixa metas e preços para as oficinas bolivianas que são coagidas a produzir com exclusividade para eles, sob ameaça de terem o endereço denunciado à polícia federal. Por isso ninguém deseja ser dono de oficina para sempre. Veja os coreanos, que até antes da anistia de 1991, ainda mantinham muitas oficinas onde seus compatriotas trabalhavam trancados. Mas hoje eles tornaram-se lojistas, exigindo das oficinas bolivianas exclusividade no fornecimento e baixo preço, sob a ameaça de revelar o endereço da oficina para a polícia.

        É o que deve ter ocorrido nesse episódio da Zara. Os bolivianos decidiram vender para o fornecedor da Zara, e então algum lojista coreano rebateu delatando o endereço da oficina.

      • verme disse:

        Caraca!

        O comentário de Humberto vale outra reportagem!

  97. Vanoska disse:

    Olá Sakamoto,muito bom o teu trabalho,
    mas quero mesmo parabeniza-lo pelos
    contos, adorei!
    abraço

  98. Jose Mario HRP disse:

    A CANALHA ISRAELENSE BOMBARDEIA INDISCRIMINADAMENTE A FAIXA DE GAZA!
    MORREM CRIANÇAS, VELHAS, VELHOS E PESSOAS SEM QUALQUER CULPA.uRREM BONS HOMENS DE BENSM!
    iSRAEL MATA PESSOAS SEM PESTANEJAR!
    DEUS, JESUS, SALVEM-NOS DESSE MONSTRO TERRIVEL!
    Amigos , gente sem qualquer ligação com esses monstros islãs , estão sendo dizimadas , por serem palestinos!
    PAREM ISRAEL
    CHEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEHHHHHHHHHHHHHHHHHHHGA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    • maisvalia disse:

      E os que morreram em Israel não valem nada?

    • Jose Mario HRP disse:

      Eu rezo e aparecem os mortos vivos de sempre!
      KKKKKKKKKKKKKKK…………..

    • IDF disse:

      chora, terrorista.

    • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

      Jose Mário.
      Israel não bombardeia indiscriminadamente a Faixa de Gaza, em geral são bombardeios cirurgicos, umas vítimas inocentes aqui e ali sempre ocorre né.??
      Quem bombardeira indiscriminadamente são os terroristas palestino da Faixa de Gaza, esses sim atiram a esmo, se pegar pegou, se matar matou.. Atiram a esmo pois não tem equipamentos, se tivessem seriam mais precisos. Esses terroristas também atiraram em carros de civis inocentes, os matam por matar, por afronta, porque os consideram infiéis.. (Pra eles, você é um infiel tá.?? Não pense que você estará com Alá e as 70 virgens, pois conforme eles, não estará..kkk)
      Ahhhh.. Aquela historinha de resposta “desproporcional”.. Pra mim não serve..
      Se um cidadão me atira um foguete, eu não esperar ele me atirar outro, nem o amigo dele, nem o vizinho dele..
      Jesus disse para darmos a outra face, concordo, mas acho que os israelenses não estão com o espírito preparado pra isso.. kkk.. Aliás, eles ainda esperam o “MESSIAS”.. kkk
      Vai pra Jihad meu filho.. kkk.. Quem sabe com seus conhecimentos químicos você não crie uma arma pra extirpar os israelenses da face da terra como querem os palestinos, os iranianos, os iraquianos, os libaneses, os mulçumanos..
      Abraço.

      • Jose Mario HRP disse:

        Vai estudar filho.
        Sem estudar não tem como voce entender a coisa e aí fica babando essa conversa padrão de direitista que acha que os palestinos já nascem com carteirinha do PT e os judeus são o bem, e são de direita e ,ah!< são superiores!
        Sem estudar e saber como e onde Israel começou seu ardiloso e de longo prazo jogo para ursurpar toda a terra dos palestinos para mim voce não passa de "café com leite"!
        ou seja nada, não está em condições de debater pois não tem saber suficiente!
        Tchau e tenta….mais tarde quem sabe?

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

        Ohhh…
        Estudioso..
        Perfeito…
        Sabedor de tudo…
        Discunfia rapaz…
        Cria vergonha…

      • verme disse:

        Bombardeio cirúrgico é de lascar!

  99. Paola disse:

    Olá Sakamoto,

    Assisti ao programa da Liga referente ao trabalho escravo e achei muito sensacionalista. Por exemplo, o nome “Zara” apareceu diversas vezes enquanto os nomes das outras empresas foram citadas pouquíssimas vezes. Além disto, na invasão a primeira oficina clandestina, a própria reportagem diz que apenas uma parte da produção era da Zara. Por que as outras marcas não foram mencionadas? Me soa um pouco estranho. Será que elas não teriam uma repercussão tão grande na mídia? Me parece que a Zara foi escolhida como bode expiatório. Para mim ficou muito claro que a AHA e a RHODES, citadas apenas uma vez na matéria, foram quem realmente contrataram a oficina de costura, porém, mais uma vez reforço, será que a repercussão seria tão grande se a AHA ou RHODES fossem evidenciadas? Esta reportagem me fez pensar se realmente podemos confiar nas matérias que são divulgadas. Pelo que pesquisei, de acordo com a CLT, a responsabilidade trabalhista acerca dos funcionários (bolivianos) é da empresa contratante, AHA e RHODES, e no caso da contratação incorreta, a Zara responderia subsidiariamente. Em nenhuma matéria veiculada na mídia encontrei esta explicação. O que você opina a respeito? Aguardo seus comentários.

    • Ed Justus disse:

      Estou de acordo com vc Paola!

      Sakamoto, sejamos francos, os meios de comunicação só estão interessados em transformar fatos sérios em “novelas” sensacionalistas.
      Digo isso pois, trabalho escravo é coisa muito séria, mas o foco não está em abolir a escravidão, mas sim em punir e responsabilizar a Zara (e somente a Zara) de fatos que, juridicamente, talvez ela nem devesse responder…
      Os “intermediários” (termo usado pela mídia, diferente de dar o NOME AOS BOIS, AHA E RHODES), responsáveis em negociar e pagar às fábricas clandestinas, simplesmente parecem ser coadjuvantes no meio de tudo isso.
      Pra mim, está mais do que claro que a Zara (nome exaustivamente usado pela mídia, pois dá muito mais Ibope) foi enganada por esses fornecedores oportunistas e agora está servindo de troféu para a mídia e principalmente para o Ministério do trabalho, que deveria fazer o seu trabalho SEMPRE, não apenas quando convém ou quando pode virar matéria de TV… Pq essa fábrica não foi fechada ou autuada antes? Onde estavam eles?
      Por outro lado, esses bolivianos se fazem de coitados (e “escravos”) mas provavelmente eles mesmos fazem a denúncia, recebem as compensações financeiras e depois voltam a trabalhar de maneira ILEGAL…

      Provavelmente, alguns deverão achar meus comentários “simplistas” ou sem “provas”, e isso é bom, pois no dia que me mostrarem provas do que fizeram com a Zara, darei o braço a torcer e serei solidário…

  100. verme disse:

    Marca, marca, marca. Zara, c & a, marisa etc.

    E se você internetar vai ver também a Nike, o Mc Trolhald’s etc.,

    Produzindo a preço de banana.

    São belas merdas de mercadorias!

    Então tem cabimento um tênis Nike de 300 contos?

    Um sanduba de 10, 15 mangos?

    Uma calça jeans… uma merda de calça jeans…

    Porra, é tudo feito ali, por trabalhadores iguais a quaisquer outros, com as ferramentas de sempre, as matérias-primas de sempre.

    Tanto babaca preocupado com a autenticidade da blusa, do boné, do tênis, do sanduba, do perfume, da calça, calcinha…

    E tanto babaca montado em tanques de guerra como se em cavalos lustrosos: aço, gusa, carvão, peão, floresta, deserto, asfalto, urbanização, câncer, sinaleiro, minutos, atraso, horas, horas e horas.

    Tosse.

    Tudo é como se fosse sempre no camelô.

    Tudo é chinês, made in são paulo by bolivianos.

    Todo dia é o mesmo dia; todo lugar, o mesmo lugar.

    Xangri-lá é Xing-ling.

    http://www.vagalume.com.br/the-kinks/shangri-la.html#traducao

    Tá na hora de viajar.

  101. Jose Mario HRP disse:

    Continua a matança de pessoas , sem qualquer justificativa.
    A Waffen SS quando sofria algum atentado nos países ocupados pela alemanha nazista, em que algum de seus menbros morria, manvada fuzilar dez civis!
    Israel está fazendo a mesma coisa!
    Israel precisa ser parado!
    http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/israel+reage+a+atentados+com+bombardeio+aereo+contra+faixa+de+gaz/n1597163478548.html

    • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

      Sem qualquer justificativa Jose Mario..?? Sem qualquer justificativa Jose Mario..??
      E o onibus atacado, e o veículo militar, e o carro particular..??
      Tenha A SANTA PACIÊNCIA Sr Jose Mario..
      Abraço.

  102. Urbano disse:

    A busca pela redução de custos nas empresas, infelizmente, ultrapassa todos os limites éticos. Nos custos de administração ou de MBA são apresentados belos conceitos, como: “primeiro o negócio, depois a operação”. Daí se deduz: não importa quem vai produzir, importa é quanto a empresa vai ganhar. Ou outro: “seu cliente não quer saber como você está estruturado, ele quer é o atendimento das suas necessidades”. Casos como o da Nike, que só cuida da marca e design, terceirizando tudo o mais, são apresentados como a oitava maravilha do mundo. Então os executivos das empresas, pressionados pelos acionistas, buscam reproduzir esses esquemas perversos, criam as suas “redes de valor”, buscando no Vietnan, na China, no submundo de São Paulo, os desesperados, dispostos a produzirem pelo valor mais ínfimo.

    No Brasil, um célebre engenheiro, considerado “o consultor número um do Brasil”, é o mentor da “cultura” mais que perversa de uma grande cervejaria, aquela que atira ovos nos seus piores vendedores, a cada mês. Essas empresas estimulam a formação de grupos executivos considerados “destruidores de custos”, que não medem esforços na sua atuação como modernos capatazes, a serviço da acumulação de recursos pelos acionistas.

    Esse mesmo consultor está na origem das transferências de custos para os clientes, efetuadas pelos grandes bancos nos últimos anos.

    Na década de 90, eu comprava no Brasil camisas italianas de grande qualidade e durabilidade. Outro dia comprei na mesma loja uma camisa péssima, com a mesma etiqueta, mas fabricada no Peru (descobri depois a etiqueta interna), a R$ 300,00 cada !! E não culpo os impostos por isso. Não duvido que o lucro da loja seja superior a 300%

    Minha posição aqui é conhecida, extremamente conservadora. Mas concordo que esse modelo moderno de exploração levará o mundo ao caos (não sou a favor de nenhuma forma de exploração do homem). Os capitalistas dos países ricos estão quebrando os seus próprios países, pois exportaram empregos. Os países periféricos, que se prestam à venda da mão de obra barata, como precisam tirar ainda grandes massas da miséria, continuarão fazendo isto por muito tempo.

    Essa é uma realidade externa que não podemos mudar, mas devemos compreende-la e nos adaptar a ela.

    Alguém duvida que os empregos industriais estão sendo extintos no Brasil? Alguém duvida que a própria CLT corre riscos? Pergunto aos próprios esquerdistas…Vocês acham que a nossa legislação trabalhista está consolidada e segura?

    • maisvalia disse:

      Acertou em cheio Urbano, como sempre.

    • verme disse:

      Caraca, Urbano,

      Seu texto é GENIAL!

      Você está certíssimo, a necessidade de lucros torna o processo autofágico, e a qualidade vai pro espaço. No final das contas, você paga a marca, e é só o que as empresas têm a vender: marcas, produto que é bom: necas!

      Mas discordo TOTALMENTE da sua conclusão, você está ERRADO!

      Por que deveríamos nos adaptar ao caos, à precariedade, à miséria?

      Meu, isso é uma proposta suicida!

      Apostemos na vida!

    • verme disse:

      Urbano,

      Gostei tanto do teu texto que tive que voltar.

      Teu questionamento final é perfeito.

      A esquerda (a esquerda tradicional, comunistona, estatista) não tem resposta pro momento que vivemos.

      Saudades nesse sentido são um retrocesso e desembocam em fascismos.

      E a direita, o que propõe?

      Nada.

      Paciência e adaptação.

      Fundo de poço e araquiri.

      Outro mundo tem que ser possível.

  103. Jose Mario HRP disse:

    Em falando de exploração do homem pelo homem e o descaso com a vida dos outros, vejam só o outro lado , o horror que é a coisa, uma história mantida em segredo:
    http://dotsub.com/view/8446e7d0-e5b4-496a-a6d2-38767e3b520a

    Veja até o fim e perceba como somos aparteados das verdades pelo poder da grana!

  104. Luiz Schuwinski disse:

    Lá no ffaffa da SS estou soltando a frangona a todo vapor!
    Meu ódio mortal por pobre, imigrante nordestino, por petistas, por povo, por qualquer coisa que não seja branca, loira e descolada!
    Uiiiiiiiiiiiiiiiii……..Pirei na batatinha.
    Vou a Zara comprar umas saias e blusinhas com gosto de sangue de escravo!
    Doreiiiiiiiiiiiiiiii……

  105. EU ACHO O PROGRAMA A LIGA, UNS DOS MELHORES DA TELEVISÃO. É COMANDADO PELO RAFA O MESMO DO CQC.NO CQC AS VEZES ELE NÃO É MUITO BOM, MAIS A LIGA É BOM. PERFEITO NÃO VAI SER , MAIS É UM DOS MELHORES.

  106. Luiz Alberto, disse:

    Eh rapasiada…a cobra vai fumar.
    Mais seis empresas estão sendo investigadas pelo MTE.
    Pode não resolver definitivamente o problema…mas que vai sacudir o limoeiro isso vai.

    • verme disse:

      Pelo menos a agitação oferece a oportunidade de a gente pensar um pouco.

      Belo comentário, Luiz, até mais.

  107. Ed Justus disse:

    Estou de acordo com vc Paola!
    Sakamoto, sejamos francos, os meios de comunicação só estão interessados em transformar fatos sérios em “novelas” sensacionalistas.
    Digo isso pois, trabalho escravo é coisa muito séria, mas o foco não está em abolir a escravidão, mas sim em punir e responsabilizar a Zara (e somente a Zara) de fatos que, juridicamente, talvez ela nem devesse responder…
    Os “intermediários” (termo usado pela mídia, diferente de dar o NOME AOS BOIS, AHA E RHODES), responsáveis em negociar e pagar às fábricas clandestinas, simplesmente parecem ser coadjuvantes no meio de tudo isso.
    Pra mim, está mais do que claro que a Zara (nome exaustivamente usado pela mídia, pois dá muito mais Ibope) foi enganada por esses fornecedores oportunistas e agora está servindo de troféu para a mídia e principalmente para o Ministério do trabalho, que deveria fazer o seu trabalho SEMPRE, não apenas quando convém ou quando pode virar matéria de TV… Pq essa fábrica não foi fechada ou autuada antes? Onde estavam eles?
    Por outro lado, esses bolivianos se fazem de coitados (e “escravos”) mas provavelmente eles mesmos fazem a denúncia, recebem as compensações financeiras e depois voltam a trabalhar de maneira ILEGAL…
    Provavelmente, alguns deverão achar meus comentários “simplistas” ou sem “provas”, e isso é bom, pois no dia que me mostrarem provas do que fizeram com a Zara, darei o braço a torcer e serei solidário…

  108. KATE disse:

    ARRASOU ED JUSTUS!!!!
    MIDIA, SENSACIONALISMO…….AH VAMOS COMINAR NA PESSOAL???

    • Ed Justus disse:

      Kate,

      Do fundo do meu coração, queria que o Sakamoto, o Rafinha, o Thaíde e todos os que “noticiaram” isso tudo, fizessem outra reportagem com os operários que foram “salvos” pelo ministério do trabalho e nos digam como essas pessoas estarão vivendo daqui há uns meses…
      Será que os operários que estavam naquele “fim de mundo” (como disse o Rafinha) estarão empregados?
      Será que os trabalhadores da carvoaria realmente terão os mantimentos que a auditora do trabalho “garantiu” que eles teriam?
      Será que os bolivianos seguirão produzindo roupas de maneira legal, mesmo que a competição nesse setor, por culpa dos altíssimos impostos, seja complicadíssima?

      O mundo (não só o Brasil) não é um mar de rosas. Não é dessa maneira que vamos consertar o mundo…
      Cada um deve fazer o seu trabalho da maneira correta. Os que precisam fiscalizar, que fiscalizem, não fiquem querendo virar artistas de TV.
      Os que precisam noticiar, que dêem as notícias, de maneira parcial, sem interesses, sem sensacionalismo.
      Se a Zara fabricou, sem o seu conhecimento, peças em fábricas ilegais, que melhore seu controle (e segundo a mídia, foi isso que ela fez).

      E no final, o dono dessa A-HA, deve estar morrendo de rir, explorando os bolivianos e a Zara… Ahahahahahaha PILANTRA SEM VERGONHA.

      • Paola disse:

        Boa Ed Justus!!!

        Só quero ver se sairá um programa mostrando o pós reportagem. Aparecer na TV e dizer que é injusto até eu sei fazer. Agora quero ver ajudar realmente estas pessoas.

        Não me recordava de um detalhe: a Zara foi a única a responder a reportagem e estes bolivianos foram os únicos que receberam os direitos.

        E o que a Secretaria de Educação e a Carvoaria fizeram? Os trabalhadores receberam os direitos?

        Repito mais um vez: será que a audiência seria a mesma se o programa informasse a realidade e enfatizasse as outras empresas? Ou as outras empresas não tem o mesmo peso do nome Zara?

        Isto só nos mostra uma coisa: a Band não sabe fazer um jornalismo sério. Visa apenas o lucro, igual ao dono da AHA!!!

        O que você opina Sakamoto?

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

        Propus isso lá em cima Ed..
        Vai lá ver como estão eles hoje..
        Abraço.

      • verme disse:

        Isso é a mais pura verdade.

        A imprensa só quer audiência e vender jornal.

        Solucionar problemas nunca esteve em pauta, com raríssimas, mas raríssimas mesmo!, exceções.

        A imprensa faz parte do arsenal de mentiras usado contra a população pela zelites.

  109. ALGUÉM DO POVO disse:

    ofiçinas são locais aonde tem profissionais que consertam alguma coisa, como automoveis, aparelhos eletronicos,eletrodomésticos, maquinas, e roupas, neste caso aqui, não se conserta roupas e sim se confecçiona ou fabrica, então não é ofiçina e sim facção de costura.este esquema bem montado, seguro, e com pagamento justo de levar serviços para as casas das pessoas aonde trabalham a familia, seria bom, pois as mulheres podem cuidar dos filhos e dos afazeres da casa e ainda trabalham em casa, sem o extres de pegar onibus e melhoraria a renda da familia. tudo bem organizado aonde em casa tem local apropriado e que não possa chegar crianças e ter segurança.o imposto que este pessoal só deviam pagar é o inss.pois outros impostos já estão inclusos no preço total da peça aonde inclui a mão de obra. as coisas bem pensadas e organizadas só serve para o bem de todos. esta e minha conclusào dêste tema

    ste tema

  110. Maria Alice disse:

    Olá Sakamoto !

    Acabei a assistir ALIGA (do Rafa do CQC) e, também, achei a sua participação bem contributiva para aqueles e outros vulneráveis da construção civil . Aliás, a bem da verdade, não faltam vulneráveis aqui no brasilzão, em vários setores, com ou sem estudo. Essa Cultura Antiética “é um nó”, só tem espertinhos, haja paciência e sapiências ! Nem sempre tenho tempo para assistir os programas dos meninos lá do CQC, mas, às vezes que vi, gostei (já consegui assistir dois do Rafa e dois do Danilo Gentili, e os achei ótimos dentro do que se propuseram).
    Bem, agora, faz um favor para mim ? Se sim, libera o meu comentário das 15:17 hs.. Esse filtro é bem incômodo.Quando é assim dá vontade de enviar o mesmo comentário até à exaustão. Mas se já nem gosto de ver o meu comentário duplicado, imagine com maiores fatores. Problema.
    Antecipadamente, obrigada (já sentiu que, quando eu quero, sou elegante e formal ? Pois é,… Risos).
    Em tempo 1: Assisti graças a gentileza do comentarista verme de fornecer o endereço eletrônico. Obrigada, caro verme.
    Em tempo 2: Justo o comentário que me posiciono a respeito do assunto em pauta(dentro, obviamente, daquilo que conheço).

  111. ALGUÉM DO POVO disse:

    assim como já tem outros profissionais que trabalham em casa, como os da informática.

  112. Joaquina disse:

    Não sei se vocês lembram do filme O QUARTO PODER?
    O filme discute o poder da mídia sobre a opinião pública, fazendo uma espécie de jogo com as suas emoções. Quando as emissoras exibiam imagem positivas de Sam (John travolta)), o público ficava a favor dele, mas quando outras redes divulgavam imagens denegridas, o público se posiciona contra. Pode-se perceber também, sensacionalismo no filme, quando o jornalista (Dustin Hoffman) em vez de ajudar Sam, manipula a informação para prejudicá-lo, pois assim tem mais IBOPE.
    É o que esta acontecendo com a ZARA, pq ninguem pergunta a sua versão e apenas a critica?
    Ninguem tem opinião propria?Estão comprando somente o que a midia quis dizer…

    • Paola disse:

      Joaquina, eles não tem opinião própria, pois isto não dá Ibope.
      O interessante é vender o que vai chocar o telespectador!!! Sendo verdade ou não!

    • Ed Justus disse:

      Bom exemplo Joaquina…

      Mas se as pessoas se guiam por programas sensacionalistas, imagine que tipo de opinião elas teriam…

      • verme disse:

        Só vale lembrar o seguinte, né, meu povo?!

        O sensasionalismo costuma ir CONTRA o trabalhador, exaltando as qualidades ou vitimizando a zelites.

        São poucos os momentos em que temos o prazer de assistir aos bacanas pisando na jaca.

        De qq maneira, jornais não resolvem problemas.

        Só não se empolguem fazendo uma crítica toda parcial, midiática também, tipo Alexandre Garcia no jornal matutino.

  113. The Rock disse:

    Interessante todo este apelo aos bolivianos: os caras chegam aqui sem dinheiro, ELES aceitam a trabalhar sem registro porque não tem nem mesmo o CPF. OS PRÓPRIOS bolivianos que já estão aqui a mais tempo trazem os demais, e ELES é que dão a péssima condição de trabalho. As mulheres tem vários filhos só para terem cidadania, sem se importar com o futuro das crianças. Eles só pensam em dinheiro!
    Com relação a ZARA duvido que um grupo gigante vai se sujeitar a este tipo de coisa. Toda vez é isso, jogam nomes na mídia para ter dinheiro. A reportagem mostram pessoas na selva, doentes, sem comida e o que aparece lógico é o nome de uma marca famosa (que inclusive foi a única que se prontificou a dar resposta!!)
    Concordo com os demais quando perguntam o Por que disso tudo. E eu ainda pergunto: Porque não dar oportunidade para milhões de brasileiros sem emprego ao invés de estrangeiros?
    Enfim, lamentável este tipo de apelo sem ouvir todos os lados. Lamentável os comentários exagerados no progama. Eu continuarei a comprar na ZARA, e não assisto mais um único programa na BAND que não se mostrou ser uma empresa séria!!

    • Joaquina disse:

      É isto mesmo que temos que fazer, procurar uma midia imparcial que tá dificil no Brasil.

    • Humberto disse:

      Vc está errado por dizer que a Zara não tem responsabilidade. Vou dizer mais uma vez que o que a Zara faz é estipular baixas margens para que seus fornecedores justamente recorram à clandestinidade em busca de baixo custo.
      Vc tem que saber que o poder de mercado não é idêntico entre os varejistas e os fornecedores. A Zara pode escolher qual fornecedor vai contratar, e pode a qualquer momento recindir o contrato porque a multa é ínfimia em comparação ao seu balance sheet, mas para o fornecedor não é. Com isso ela tem o poder de demarcar os preços que vai pagar por peça costurada.

      É assim que a Zara e as grandes varejistas do ramo são as grandes beneficiadas da existência de clandestinidade na costura.

      Agora, como as terceirizadas, no caso a AHA, conseguem impor seus preços para as oficinas bolivianas? Bastando fixar metas e preços para as oficinas bolivianas que são coagidas a produzir com exclusividade para eles, sob ameaça de terem o endereço denunciado à polícia federal.

      A saída mais digna para a Zara é: Se quer reduzir custos, que cruze a fronteira e instale lá na Bolívia suas oficinas, onde os custos são mais baixos.

      • Paola disse:

        Humberto, concordo em partes com vc. Estou de acordo que a Zara tem responsabilidade subsidiária em toda a cadeia, porém os grandes varejistas impoem um preço por causa do seu volume. Os custos são diminuídos qdo existe um grande volume de produção. Agora, se a AHA contratou uma oficina boliviana, ela deve responder por tal ação e ser veiculada na mídia sim. Aliás, não só ele como todos os outros fornecedores e apenas as grandes marcas. Nessas horas vemos que a mídia mostra apenas o que vende e nem sempre é a verdade.

  114. Regininha disse:

    Concordo Ed Justus!!!! Arrasou!!!!

  115. Celinha disse:

    Vixiiiii, e agora que descobriram outras marcas, não compramos de ninguém? E as marcas que já haviam sido autuadas (Pernambucanas, Collins, Marisa). O que fazer? Será que o problema é só da Zara ou está em toda cadeia produtiva de roupas? Será que o MT não demorou muito para fiscalizar? E os trabalhos informais (camelôs, motoristas de vans, lojinhas da 25, taxistas clandestinos, diaristas, domésticas etc), não são trabalhos informais, cuja renda pode ser até inferior ao salário mínimo. Creio que o Sr. Sakamoto tem muito trabalho e vai aparecer muito na TV para mostrar todos os trabalhadores que, sem opção, acabam por se submeterem a trabalhos informais.

  116. Chesterton disse:

    O trabalho “escravo”
    “Empregada por uma brasileira, que a concedeu dias de licença maternidade, Julia trabalha 10 horas por dia, e mesmo assim diz que sua vida aqui é melhor do que na Bolívia.” Um sinal da decadência intelectual de um país é o modo como os conceitos são deturpados nos debates públicos pra servirem – não à busca honesta da verdade, obviamente – mas aos objetivos políticos dos seus proponentes. Quem é um escravo? Um escravo é quem não tem o controle sobre o próprio corpo e pertence a uma outra pessoa, é alguém que não tem a propriedade de si mesmo. Um escravo, por definição, não pode pedir demissão, pegar o seu boné (ou o seu poncho) e ir à luta em outra freguesia. Só que a confusão chegou num ponto em que equivaler um assalariado a um escravo e um empregador a um senhor de escravos virou a norma nas discussões, e quem questiona isso só pode ser um FDP da TFP. Não que o meu objetivo seja antagonizar, isso não é a causa do que escrevo, é a consequência, se acontecer. Se eu quero tentar me aproximar da verdade o máximo possível, o mínimo que eu posso fazer é respeitar o significado das palavras e não me engajar em manipulações emocionais pra parecer bonzinho segundo a mentalidade mais influente do momento e ganhar pontos na gincana social. Claro que eu prefiro que as pessoas gostem de mim, mas se o que escrevo vai contra o que elas acreditam, paciência. Se alguém concorda em trabalhar nas condições X, é porque as alternativas não eram melhores segundo a sua própria avaliação, não há escravidão. Não obedecer todas as regras impostas pela CLT também não faz do empregador um senhor de escravos, não importa quantas vezes os jornais, as TVs e os demais puxa-sacos do governo repitam isso. Se vê por aí muita indignação contra a ganância dos empresários, seus lucros exorbitantes e as corporações exploradoras – “o governo tem que contratar mais fiscais e endurecer as leis contra esses malditos sem coração.” Mas por que será que quase metade da mão-de-obra no Brasil – fora os desempregados – vive na informalidade? Seria por uma falha de caráter do brasileiro, uma tendência irresistível em não seguir as leis simplesmente pelo prazer de burlá-las? Ou isso teria mais a ver com a falta de contato dessas leis com a realidade? Se as pessoas não conseguem cumprir as normas da CLT – uma legislação inspirada na Carta del Lavoro de Mussolini – de quem é a culpa, das pessoas ou da lei? Esses empregos dos bolivianos da Zara nem existiriam caso eles estivessem formalizados, eles não teriam como competir com os preços de lugares sem os custos da CLT, teriam então que fazer outra coisa da vida, tocar flauta na praça (existe algum sindicato dos flautistas filiado à CUT?) ou voltar pro socialismo-indígena-do-século-21 de onde fugiram. (http://operamundi.uol.com.br/noticias_ver.php?idConteudo=4004).

    • MOTO_SERRA_DE_PRATA disse:

      Boa Chesterson.
      Gostei da matéria do implicante.
      Abraço.

    • verme disse:

      Não sei se seu texto é tão rui quanto esse porque ainda não li.

      Mas esse é péssimo.

      Viver sob Evo é o cão chupando manga, o que não justifica arrancar o couro dos bolivas no Brasil.

      Aceitar a superexploração de estrangeiros no Brasil é:

      1. aceitá-la contra brasileiros na mesma situação;

      2. fomentar racismo.

      Os erros do governo Evo não justificam os nossos.

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA(AGROCIDADÃO) disse:

        Manda a indiada de volta loooooogo..
        Vai sobrar pra nós ainda ter que cuidar dessa turma aqui..
        Eles que se virem lá com o Evo..
        Se bem que são uma boquinhas a mais pra comer, pro AGRO vai ser bom, mais PROCURA.
        Abraço Verme.

  117. Chica disse:

    Alguém já disse: o progresso faz caça-níqueis com pele humana. Se esmiuçarem, quase todas as lojas que atendem os nossos ilimitados desejos por uma peça da “moda”, valem-se do trabalho escravo, clandestino ou da costureira que trabalha em casa, que tem um filho ou filha pequena e ajuda a mão a pregar botões, passar, alinhavar, etc.
    É certo que precisamos de roupas novas para o trabalho, lazer, etc.
    Mas é certo também que a busca incessante desemboca em atitudes como essas para nos atender.Tenho amigas que são verdadeiras ratas dessa marca. Elas me disseram que a Zara tem peças novas praticamente todas as semanas. Como atender a uma demanda tão alta, sem escravizar, explorar? Impossível.
    Leio muito sobre globalização e sei dos efeitos dela. Esse é um dos maléficos.
    Nunca comprei na Zara. E tenho condições de consumir as suas roupas. Antes ela não me despertava interesse, agora menos ainda.

  118. carla disse:

    essas lojas daslu, zara e ( quem sabe outras ) estão cheias de irregularidades. Fazem parte de um brasil que assiste filmes americanos, europeus , asiáticos mas não entendem nada do que está passando. Apenas reflete um país de passado colonial onde existe o pobre e o rico: um tem roupa e o outro não. Ainda bem que isto está mudando.

    • verme disse:

      É isso mesmo.

      Vamos criar cooperativas e produzir nossas próprias roupas sem exploração.

      Acabemos com o consumo em magazines!

      • MOTO_SERRA_DE_PRATA(AGROCIDADÃO) disse:

        Verme, eu vendo o algodão, trangênico é claro, pois usa menos defensivo.
        Rapaz, eu estou pra mudar de idéia, se transgênico não usa defensivos, ou usa bem menos, como eu vou sobreviver.??
        Vou fazer como a Neiva. Tô confuso… kkkk..
        Abraço.

  119. Cristina disse:

    Sakamoto,

    A ANDI divulgou esta semana análise de mídia sobre cobertura da presença de mulheres no mercado de trabalho O imprensa costuma dar mais espaço a trajetória individual de sucesso, como de executivas, empresárias, a despeito de políticas públicas voltadas para igualdade de oportunidades. Para ter uma ideia, apenas 9% do noticiário pesquisado abordou a diferença salarial entre homens e mulheres. O link para o resumo executivo é http://tinyurl.com/3dtrvhr. Ao todo, são três análises. O resumo executivo da última deve ser divulgado em duas semanas. Os resultados serão discutidos em seminário, no dia 3 de outubro. Fica o convite para quem se interessar pelo tema.