Blog do Sakamoto

Eles não usam black-tie. Nem gravatinha

Leonardo Sakamoto

Brasília – Apesar de ir sempre paramentado à capital federal, vez ou outra deixo as línguas de pano descansando em casa. Afinal de contas, este é um país tropical, em que vestimos velhos gordos com veludo no Natal só para exercitar nosso sadismo. E por estar sem gravata, já fui impedido de adentrar determinados recintos nobres do Congresso Nacional em momentos solenes. Até porque o regimento da Casa do Povo (sic) precisa ser respeitado. ''Em tudo o rito se cumpra!'', mesmo que o fundamental direito de ir e vir seja ignorado para isso.

Por que? Porque sim. Nem Kafka com um processo nas costas se divertiria tanto.

Não é irritante um troço como a gravata funcionar como passaporte para entrar em recintos? Se você não tem ou está sem, dançou: fica do lado de fora. Entendo que existam formalidades, mas que deveriam ficar restritas a ambientes privados. Até porque respeito não deveria ser obtido através de vestimentas, mas de ações.

Mas aí complica, uma vez que haveria muita excelência que não teria visto de entrada em seu próprio gabinete.

Esse tipo de política exclui a esmagadora maioria da população brasileira de transitar por espaços, em tese, públicos. Ou seja, é um ato de preconceito de classe levado a cabo por quem deveria atuar pela defesa da igualdade de direitos. Ok, o ''deveria'' foi forte demais, desculpem. Mas essa bizarrice também é muito útil para mostrar como funciona o poder público: se agarra a uma preocupação imbecil ao passo que promove o toma-la-da-cá e o compadrio serelepes pelos corredores.

Imagem é tudo. Sair bem vestido na foto então…

Em muitos escritórios da Organização das Nações Unidas é facultativo o uso de terno pelo motivo mais óbvio: economia de energia elétrica que seria usada pelo ar condicionado. Existe cena mais surreal que uma pessoa trajando um pesado paletó pedir para ligar o ar frio porque está com calor? No Congresso Nacional tupiniquim, propostas para aposentar a obrigatoriedade do traje entre funcionários e parlamentares são arquivadas.

Economizar para quê? Se precisar de mais energia, é só expulsar alguns milhares de índios, ribeirinhos, camponeses e quilombolas e construir uma hidrelétrica no lugar. Com o bônus de agradar os doadores de campanha, ops, quer dizer, promover o desenvolvimento do país.

Até porque índios, ribeirinhos, camponeses e quilombolas não usam black-tie, como diria Gianfrancesco Guarnieri. Tampouco, gravatinha.

  1. Octaviano galvão Neto

    03/10/2011 11:57:21

    Na verdade, na ONU é facultativo o uso de terno e gravata porque em muitos países – muitos dos Africanos e do Oriente Médio, por exemplo – o ‘chique’ tem um outro ‘standard’, não é mesmo ?

  2. Acabrunhado

    30/09/2011 20:06:51

    Ler isto me deixa depressivo. Porque sei que é a verdade.

  3. Cora

    29/09/2011 05:20:54

    Eu gosto das poesias que transformam.

  4. O Asno

    29/09/2011 04:00:04

    Cara Cora:não tem do que se desculpar.Acho que escrevi irônicamente... acho...Bom.Eu gosto de poesia sim,mas de poesias dalguns poucos poetas que admiro...não gosto de nenhum daqueles que enaltecemromanticamente deliquentes juvenis e terroristas.Como lhe disse, entre meus poetas preferidosestão o vate cearense Belchior,que fez aquela bela canção que diz:onde anda aquele tipo afoito, que em 1968 queria transformar o mundo, e etc. (ou estão ricos ou indenizados, claro),e o vate paraibano de Sapé,Augusto dos Anjos, e ainda outros que depois lhe falarei.Eita, vou me preparar para fazer a agrimensura da aurora de hoje,vou pegar meu teodolito e minha caderneta de campo,e também a caderneta de campo do Lélis Espartel,para o caso de dúvidas duvidosas.Depois volto, viu?

  5. Cora

    29/09/2011 00:21:22

    É inegável que existem códigos de vestimenta. E é inegavél, também, que na maior parte das vezes esses códigos sirvam para classificar, rotular, diferenciar, segregar. Não é à toa que existam inúmeros programas televisivos e revistas que se dedicam a ensinar como vestir. E adoram apontar o dedo pra quem não seguiu o código e, portanto, errou(!). Sempre temos que nos sentir inadequados, pra consumir produtos que nos façam adequados. Eu acho tudo isso uma bobagem. Qual é o problema de não reconhecermos imediata e claramente quem é o funcionário do hotel, da loja, do restaurante? O perigo é termos que trocar algumas palavras a mais com a pessoa? Ou ser confundido com o funcionário é ofensa? Por que as pessoas não podem usar qualquer roupa no congresso? A seriedade está na gravata? Quando vamos pra uma festa/balada, tá todo mundo vestido igual! Não tem diferença. Quando chega alguém ligeiramente destoando de todo mundo, as pessoas comentam e, dependendo do nível de preconceito, rola até uma certa animosidade. Ridículo.

  6. Cora

    28/09/2011 21:58:51

    Claro que não. Só os homens de bens podem.

  7. Cora

    28/09/2011 21:39:25

    Esse pessoal tá todo nervoso, por que, a cada dia que passa, a platéia fica mais vazia e eles escutam menos aplausos. Não demora muito e esse pessoal vai falar com as paredes. É só observar como eles tentam fazer barulho pra chamar a atenção.

  8. Cora

    28/09/2011 21:30:06

    Que o sr. tenha ao menos ruborizado ao escrever essas palavras.

  9. Cora

    28/09/2011 21:10:29

    Nossa, Asno, eu disse numa boa. Não foi minha intenção ofender. Não acho impossível que vc goste de poesia. Achei bacana a imagem do agrimensor de auroras. Eu conheço um agrimensor muito bacana, que curte muito o que faz e gostei da imagem que fiz dele quando que li o que vc escreveu. Senti saudades. Estranhei porque a profissão é tão técnica, que eu nunca esperava encontrá-la numa frase poética. Perguntei se vc pretendeu mesmo ser poético porque o pessoal aqui gosta muito de ironia. Eu também acho bacana (a ironia), mas assim, através da tela, nem sempre dá pra sacar. Bom, viajei legal. E olha q eu não tinha nem tomado nada. Acontece. E tô viajando ainda, porque sei q não devia, mas mesmo assim vou clicar envie pra este comentário sem noção.

  10. Maria Alice

    28/09/2011 21:09:51

    Caro Geraldo,Taí, boa idéia! Veja bem: o modo de vestir do Falcão é o sinônimo do que venha a ser tropical.

  11. nuevo

    28/09/2011 20:51:28

    Exmº Sr. Eduardo Vieira,Ousei dirigir-me diretamente ao Senhor por engano, já que me encontrava com chinelos e os cabelinhos do peito pra fora da camisa entreaberta.Da próxima vez ser-lhe-á enviado nosso embaixador devidamente trajado, embora goste de usar cuecas do Fantasma.Beijo vossas nádegas.Nuevo

  12. Luiz Felipe Martins Candido

    28/09/2011 20:12:29

    Não vejo porque as pessoas não poderiam ir aonde quisessem vestidas de Falcão e Tiririca. Cada um que vista o que mais lhe apetece, ora.

  13. Barba

    28/09/2011 14:40:14

    Deixe-me ver, não haver obrigatoriedade do terno equivale a andar de chinelo de dedo e sem camisa, como "vulgares ribeirinhos ou quillombolas". Esses aí, para terem um pingo de dignidade, deveriam pescar e lavrar de terno e gravata. Os chavões da olavetalha andam cada vez menos interessantes...

  14. Eduardo Veiga

    28/09/2011 13:47:05

    Realmente, dá gosto dialogar com um cara como vc: articulado, razoável, capaz de sustentar idéias com coerência e sofisticação...

  15. nuevo

    28/09/2011 13:07:01

    hihihihi!Tá se enrolaaando...Fala mais, volto depois.

  16. nuevo

    28/09/2011 13:05:50

    Meu, esse maluco aí tinha um blog, não sei se ainda tem.O cara era adepto de ideias de eugenia e o escambau.Nazi filhinho de mamãe.Digita o nick dele no google se você quiser ler um pouco da merda que esse cara "pensa".Lixo.

  17. Eduardo Veiga

    28/09/2011 11:07:42

    Que carapuça? Vc respondeu diretamente à minha manifestação e tudo que tem para treplicar é esse chavão rídiculo! Conteste meus argumentos, não meu caráter, pois, de resto, vc não me conhece.

  18. nuevo

    28/09/2011 09:34:38

    Xi!A carapuça serviu.

  19. Eduardo Veiga

    28/09/2011 07:51:49

    Felizmente, jamais precisei me meter em bajulações, tudo que tenho e que consegui foi objeto, exclusivamente, de meu esforço. É isso que me dá tranquilidade para criticar o Sakamoto.

  20. O Asno

    28/09/2011 03:28:27

    Cara Cora:te respondi por duas vezes.Mas as barreiras quarentenárias têm enfrentado as respostas.É a lerdeza da net, aqui não há censuras... acho...

  21. O Asno

    28/09/2011 03:26:45

    Cara Cora:você continua lendo as asneiras que escrevo?Fiquei preocupado com você... fiquei...há aqui outros comentaristas que não escrevem asneiras,e que vão se "salvar",vão "salvar os homens",e de resto vão "salvar a terra e o meio ambiente",e talvez seja mais prudente e condizente lê-los, "estudá-los".Todavia,você já me disse, doutra feita,que não vê problema em dar bom dia à cavalos,e eu até concordei e não cncordei, porque não gosto de cavalos.Mas tudo bem.Agora,deixar de comer campim não dá para deixar,porque capim ainda é a principal fonte de glicosepara meu pequenino cérebrode apenas dois neurônios (duo neuronal),esem a glicose que o capim me proporciona,meu "duo neuronal" não funcionaquando vou fazer agrimensuras das auroras de cada manhã.Tambémnão fizeram ainda ração para asnos, daquelas que vendem nos supermercados e nas casas especializadas do ramo.A propósito, em São Paulo já se vende mais ração para cachorros e gatos do que feijão para os humanóides.Meu medo é que terminem por não ver muitas tantas diferenças diferentesassim entre os sabores das rações e do feijão.Fico com medo, viu? Fico... fico...Talvez tenha sentido este meu medo,porque alguns comentaristas da net,que não é o caso deste blog,porque aqui só tem anjo de candura,parece escreverem babando sangue pelos cantos de suas bocas...psicopatas e pervertidos de todas as matizes...Pois bem.Desculpe-me se interpretei errado, porque só interpretoas cousas e os textos erradamente...mas parece que você espantou-se de eu ter dito alguma cousa poética, porque disse que ia fazer a agrimensura da aurora de hoje...será porque só discordamosnão poderia eu e/ou você gostar, gostarmos, de poesia?Pensando bem, acho que gostamos de poesia,mas não sei se também discordamos nas poesias...aliás, digo-lhe logoque não leio e nem escuto os "poetas" que pousam de bons moços e enriquecem fazendo músicas e poesias que louvam deliquentes juvenis e terroristas...esses tais nem ouço... não consigo nem ouvi-los...prefiro ouvir o vate cearense Belchior,com aquela bela canção que diz:onde anda aquele tipo afoito, que em 1968 queria mudar o mundo, e etc...ou então ler alguns outros poucos poetas,inclusive ler as poesias do vate de Sapé, Augusto dos Anjos.Eita, deu fome, vou ali comer campim,depois volto para dizer mais asneiras poéticas e de "poetas",porque asneiras sempre haverá de haver!Só isso, viu?

  22. O mundo é de quem pode mais.

    27/09/2011 23:30:46

    Eles usam cartões de crédito. Elas tiram a calcinha.

  23. nuevo

    27/09/2011 22:48:59

    Tudo o que você queria saber sobre índios milionários e não tinha a quem perguntar:http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=1003

  24. Maria Alice

    27/09/2011 21:59:19

    Caro JDP,As minhas observações também me levam a pensar assim. Inclusive, outro dia quando comentava no post “ Kassab deveria ir trabalhar de bicicleta” lembrei de experiências parecidas com o questionamento feito no texto de hoje(o que se costuma chamar de bom visual, mas que na realidade tem que ser algo do tipo “ostentação de poder e, quiçá, de riqueza”). Por exemplo, há um certo tempo atrás eu vivia precisando de livros para pesquisas e, assim, também andei freqüentando as livrarias e biblioteca da USP, e o que pude observar foi que:Infelizmente a coisa é um pouco complicada, pois quem discrimina é aquele que fora do ambiente de trabalho é discriminado, na maioria das vezes. Em geral, quando eles começam a trabalhar, entram em contato com as classes média alta e alta e como não conseguem depreender , de forma adequada, que as diferenças gritantes são exceções e não regra, ou seja, que são representativas apenas em relação a uma minoria privilegiada, eles passam a achar que aquilo, sim, é que representa o padrão social nece$$ário à cobrança de alguma cidadania. Então, quando alguém não atende aos “padrõe$ visuai$” fantasiados por eles, o pré-conceito é imediatamente acionado. O que eu quero comentar é que quando eu ia de carro nacional popular, com vidros escuros, eu tinha que me identificar e dizer para onde eu queria ir, só que o mesmo não ocorria quando eu ia com um importado clássico de vidro também escuro (neste, eu só abaixava um pouco o vidro e cumprimentava. Interessante é que quando de “nacional” só o sorriso não bastava, tinha que parar. Então, eu pensava : “- se, por acaso, algum dia, eu vier a pé venho de óculos escuro e camisa de griffes”. Enfim, tudo isso é simplesmente hilário). Em síntese, para eles a ostentação de riqueza é condição “sine qua nom” para um “zeloso respeito”. Não é a toa que certas gangues praticam assaltos de terno, gravata e com um bonito carro roubado. Olha, sinceramente, quando eu assisto ou ouço algum assalto assim, eu costumo achar engraçado. Motivo: só rindo.

  25. nuevo

    27/09/2011 21:19:09

    Parece que alguém realmente se ofendeu com a crônica.Trololó bem amarrado, de quem tá metido em bajulações.Sinal de que o Saka foi no alvo.Críticas como essa são o melhor elogio possível.

  26. nuevo

    27/09/2011 21:12:48

    Zé mandou bem.Como disse um outro colega depois dele, tem peão barrado em vara TRABALHISTA porque vai de chinelo.Xô, xuá, cada macaco no seu galho.O melhor a se fazer com o chinelo é o que fez aquele iraquiano que arremessou-o contra o Bush.Já pensou?Peão arremessando chinelo contra político? Contra juiz? Patrão?E se for a botina?O maçarico, o carrinho de mão, o caminhão...Começar pela base: o chinelo.

  27. nuevo

    27/09/2011 21:05:43

    As palafitas vão acabar com Belo Monte?Vão submergi-las?

  28. nuevo

    27/09/2011 20:28:37

    Bem-vindo.Mas teve gente que andou migrando nos últimos tempos.Muito suscetíveis.Outros trocam de nick o tempo todo, pra ver se enganam alguém variando o discurso.Mas no frigir dos ovos...Ou seja, fica por aí.Quem sabe a coisa não melhora.Você pode fazer a diferença.Ao se afastar é que não fará.

  29. marilu

    27/09/2011 20:25:41

    Katsumoto, boa noite!eu escrevi uma resposta pra vc e depois de ficar o dia td na moderação foi finalmente cancelada rsrsrsrsrsr e nem era nada de mais não, era mais/menos tipo: pô que texto massa cara! adorooooooooooooooooobjosssssss e saudades

  30. nuevo

    27/09/2011 20:24:56

    Bem lembrado.Mas a sujeira nunca serviu pra limpar nada.Mais ou menos sujo vai depender de nossa memória e das preferências da imprensa.São fontes dadas a desvios. Uma pela natureza, outra pelos acordos.Estão todos sujos.Não tem sabão, tem que diluir.Só isso.

  31. nuevo

    27/09/2011 20:17:19

    Óia!Que nelvoso!Aguém traiz um suco de maracujelvis pro rapaiz.Não vale mijar dentro, hein!

  32. nuevo

    27/09/2011 20:13:52

    Olha, eu ia zoar o Katsumoto com essa de acreditar em papai Noel, mas o último parágrafo valeu a leitura do comentário.Nada de Belo Monte, digo eu.Biomassa. Pra um outro tipo de produtividade (antes que me perguntem, basbaques: e como produziremos automóveis? etc.).Mas, podz crer, os alemães vão querer empurrar pra periferia o lixo que eles não admitem mais no centro.E vai ter peão aplaudindo, achando que encontrou o ovo no cu da galinha.Inté.

  33. nuevo

    27/09/2011 20:08:03

    Katsumoto é um outro nome pra Amaury Jr.Keep it comin love... keep it... comin lovehttp://www.youtube.com/watch?v=u6ajqJ_pcmsAliás, sabe quem seria superbacana pra comentar esse tipo de assunto: idumentária bacana?Ele!Nosso capitããão... Naaaano Beeeerger!(Aquele com assento de privada no pescoço).Mas anda meio sumido, né?Por que será?, diria nosso outro amigo, o asno.É muito bacana imaginar o Nano daquele jeito, todo pimpão, balofo de Mc Donald's, pagando uma de Amir Klink na sua miserável catraia.Aceno pra galera enquando a catraia avança 2 metros na lagoa: keep in... comiin loove, keep in... comiin loove...Aaaah, como é bacana saber viver!

  34. Franklin AS

    27/09/2011 20:03:28

    Mas quais os momentos em que se devem usar a "indumentária" formal? Pelo que eu saiba, é uma formalidade mais restrita ao Senado? ou não? Se for esse o raciocínio, de um ponto de vista puramente formal, o uso de terno e gravata no senado não abala a convicção de uma casa democrática, aberta ao povo, já que o Senado não é representante direto da população, e sim dos estados federados. Entretanto, não dúvido nada que tal 'barração' tenha acontecido. Afinal, já barraram um operário de se defender em uma vara trabalhista, só porque calçava chinelos.

  35. Ricardo Santa Maria Marins

    27/09/2011 19:12:56

    Olá! Caros Comentaristas! E, Sakamoto!Caro Sakamoto você foi bem até o momento do desfecho final. Aí deu uma DERRAPADA mais pré-conceituosa que a utilização da gravata e do paletó. Pensamento terceiro mundista contamina até jornalista de alto nível. Coisa FEIA, Caro Sakamoto!Vamos lá: Para construir uma USINA como a de BELO MONTE vale sim, abrir espaço para a referida construção e com exceção dos índios, os ribeirinhos, camponeses e quilombolas são TÃO exploradores do espaço quanto qualquer outro e verdadeiros posseiros INVASORES. Que se busque solução para esses grupos, vá lá. Entretanto, com o argumento utilizado no final de seu texto. Encaro-o e entendo-o como pré-conceito viciado.Sem as USINAS de BELO MONTE e outras vamos ficar no escuro, vamos ter desemprego e vamos atrasar o BRASIL em seu desenvolvimento. Isso é uma realidade. E observe: USINAS HIDRO-ELÉTRICAS são ambientalmente POSITIVAS assim como as USINAS NUCLEARES são ENERGIA LIMPA, ecologicamente, CORRETAS.Inaceitável é conviver com a malária, a toxoplasmose gondhi e outras doenças só para manter gente morando em PALAFITAS FÉTIDAS como é a realidade local.O PROGRESSO atendendo aos cuidados adequados ao desenvolvimento sustentável, produzirá menor número de doentes.Fiz essa observação, pois, achei seu desfecho HORROROSO, ridículo e questiono a validade desse desfecho pelo fato de NÃO corresponder à realidade.OPINIÃO!

  36. Edu

    27/09/2011 19:01:37

    O pior é que em todo post, o "jornalista" toma várias pauladas sobre coisas que ele nitidamente desconhece e/ou ignora propositalmente e não se manifesta a respeito.Não tem fonte, não tem errata e não tem moderação, enfim, o "senso de ridículo" a que ele apela em todos os textos pelo visto não estão considerados dentro da própria casa dele. "Faça o que eu digo, não faça o que eu faço".É o "jornalismo" independente, muito diferente daqueles praticados pelos maiores veículos de comunicação do país, que são "os vendidos" é claro. E o povo aplaude.

  37. 27/09/2011 18:36:36

    Deve ser inconcebível que o zé povinho interfira no trabalho dos seus representantes. Zé povinho só presta no período eleitoral.

  38. 27/09/2011 18:32:41

    O congresso nacional é a casa do povo aonde o povo não pode entrar.

  39. Odilon Sérgio Santos de Jesus

    27/09/2011 17:41:06

    Me divirto muito com os comentários deste blog. Mais engraçado ainda porque as mesmas pessoas reclamam, reclamam, reclamam, mas permanecem fiéis a SAKAMOTO. Viraram já os comentaristas do blog. E mesmo sem um palavra de SAKAMOTO em resposta, acho que já se sente familizarizado com seus críticos acídos (e assíduos), que marcam encontro aqui a cada post. Virou aquela esquina onde os vizinhos rabujentos brigam entre si, prometem nunca mais se falarem e na outra semana estão de volta.O dia que você sumirem com certeza o blog não será o mesmo. E quem primeiro vai sentir a sua ausência será o próprio SAKAMOTO.

  40. Sofia

    27/09/2011 16:21:07

    Olá! Como não tenho tempo de escrever muito, só gostaria de deixar registrado aqui que conheci seu blog há três dias e já fiquei fã. São poucos os que conseguem tratar dos problemas dessa nossa humanidade com tanta maestria literária.Obrigada por compartilhar conosco seus pensamentos e vida longa ao blog!

  41. Wladimir

    27/09/2011 15:51:13

    Hoje a roupa é uma forma de se distinguir e, ao mesmo tempo, se identificar com seu grupo. Uma verdade. Contudo, é sempre bom estarmos atentos ao fato de que, neste panorama, as velhas práticas ainda persistem. Neste caso, há uma associação óbvia entre o código vestimentar e a distinção, que assume aqui um sentido de exclusão, não "diferenciação" (odeio essa palavra, mas aqui cabe). Ultrapassado? A ideia certamente sim, mas a prática, pelo visto, não. Quanto tempo um hábito leva para morrer? Quanto tempo leva para algo mudar de verdade? Tempo demais. Diante dessa incerteza, o melhor é levar uma gravata na mala. Ou não.

  42. Luiz Alberto

    27/09/2011 15:42:28

    Presado J Campo Grande...será que gostar de formalidades é ter preconceito? Acho que não.O texto do Katsumoto não mer pareceu preconceituoso...apenas realista.Abs.

  43. Edu

    27/09/2011 15:34:31

    "Essa liberdade não se aplica a mim, ou a vc, meu caro – jornalista e doutor em ciência política – que deveria saber respeitar o código de indumentária da sociedade e do grupo social a que pertence e que impõe, em algumas circunstâncias, alguma formalidade…"kkkkkkkkkkkkkkk Gênio!

  44. O Asno

    27/09/2011 15:32:34

    discordo.O Paulo Malúfico é uma criançinha peralta que furtou um único pirulito,se comparado com os políticos que passarama vida toda falando mal dos outros,dizendo-se puros e imaculados,e que quando assumiram o poder fizeram cousas bem piores que o Paulo Malúfico fez.A história jamais será apagada...eLLes se sujaram para sempre e não podem mais se limpar.Só isso, viu?

  45. Luiz Alberto

    27/09/2011 15:30:24

    Querida Marilu....é sempre bom falar contigo."Simples mesmo...conviver,misturar com outros é impossível sem regras...métodos...convenções."Quando visito meus amigos do Xingu...fico a vontade,afinal tbem tenho sangue nativo,quando vou a praia uso sunga;não dá pra tomar banho de terno e língua de pano...quando salto de para quedas em Boituva...uso roupa adequada para a segurança do esporte,e quando vou a um casamento não dispenso terno e gravata...acho até charmoso rsrsrsrsrsrs.Se não quiser usar nada...vou a um campo de nudismo....se bem que atualmente estou revendo esta opção...por causa das coiseiras rsrsrsr.Abs.

  46. luiz filho

    27/09/2011 15:23:59

    O Sakamoto não perde a oportunidade de revelar sua obtusidade e falta de noção da realidade. Sempre explorando a filosofia do coitadinho. Coitadinhos dos índios, quilombolas e ribeirinhos. Vamos parar de produzir energia (de fonte limpa) para preservar a vagabundagem destes inúteis. Quando o Sakamoto ficar sem energia elétrica e sua adega de vinhos caros for desligada, talvez ele "sake" as bobagens que escreve. Sugiro que você venha conhecer o Brasil real, que trabalha e produz de sol a sol para sustentar os ladrões de Brasília e os "coitadinhos" que vivem mamando nas tetas da mãe pátria.

  47. Geraldo

    27/09/2011 15:08:17

    Eu diria para você pegar o gravatão estampado do Falcão para entrar no recinto, mas ai você ia parecer tal e qual os palhaços malignos que de vez em quando transitam por ele.

  48. nuevo

    27/09/2011 15:07:21

    A tese inicial é tentadora.Desenvolvi esse raciocínio num post abaixo.Vamos ver se libera.

  49. Mino Rasta

    27/09/2011 15:01:39

    Duvido que proibam a entrada de um índio devidamente paramentado..Quanto ao Quilombolas, eu nunca vi um. Os índios ajudaram a acabar com os quilimbolas de Mangaratiba e até mudaram o nome da cidadela.

  50. nuevo

    27/09/2011 14:58:49

    A primeira parte é legal, mas faltava consertar com uma revisão.Pra variar, falhei nessa parte.Saco.

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