Blog do Sakamoto

A "defesa do direito ao aborto" e a "defesa do aborto"

Leonardo Sakamoto

É com esperança que recebi a notícia de que a professora Eleonora Menicucci assume como ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres, não apenas por conta de sua trajetória como militante política durante os anos de chumbo e como respeitada acadêmica, mas também por sua forte atuação no movimento feminista.

Ao noticiar a posição pessoal da nova ministra de ''defesa do direito ao aborto'', parte da imprensa falou simplesmente em ''defesa do aborto''. Bem, só quem é jornalista e esteve em um fechamento sabe o que é ter um chefe bufando no seu cangote, exigindo a página fechada, enquanto procura fazer caber uma ideia inteira em um espaço tão exíguo quanto aquele reservado ao título ou à manchete. Mas, caros colegas, temos que tomar cuidado. Defesa do direito ao aborto é diferente de defesa do aborto.

Não há defensora ou defensor do direito ao aborto que ache a interrupção da gravidez uma coisa fácil e divertida de ser feita, equiparada a ir à padaria para comprar um Chicabon. Também não seriam formadas filas quilométricas na porta do SUS feito um drive thru de fast food de pessoas que foram vítimas de camisinhas estouradas. Também não há pessoa em sã consciência que defenda o aborto como método contraceptivo. Aliás, essa ideia de jerico aparece muito mais entre as justificativas daqueles que se opõem à ampliação dos direitos reprodutivos e sexuais do que entre os que são a favor. A interrupção de uma gravidez é um ato traumático para o corpo e a cabeça da mulher, tomada após uma reflexão sobre uma gravidez indesejada ou de risco.

Defender o direito ao aborto não é defender que toda gestação deva ser interrompida (nem sei porque estou gastando pixels explicando algo que deveria ser óbvio, mas vá lá). E sim que as mulheres tenham a garantia de atendimento de qualidade e sem preconceito por parte do Estado se fizerem essa opção.

Hoje, o ''direito'' ao aborto depende de quanto você tem na conta bancária. Afinal de contas, mulher rica vai à clínica, paga R$ 4 mil e pronto. Mulher pobre se vale de objetos pontiagudos ou remedinhos vendidos a torto e direito sem controle e que podem levar a danos permanentes. A discussão não é quando começa a vida, sobre isso dificilmente chegaremos ao um consenso, mas as mulheres que estão morrendo nesse processo. Negar o ''direito ao aborto'' não vai o diminuir o número de intervenções irregulares, eles vão acontecer legal ou ilegalmente. Abortos mal feitos causam 9% das mortes de mulheres grávidas, 25% dos casos de esterilidade e são a quinta causa de internação hospitalar de mulheres, e acordo com dados da própria Secretaria de Políticas para as Mulheres.

Mas aborto é mais do que um problema de saúde pública. Negar a uma mulher o direito a realizá-lo é equivalente a dizer que ela não tem autonomia sobre seu corpo, que não é dona de si. ''Ah, e o corpo do embrião/feto que está dentro dela, seu japonês endemoniado do capeta?'' Na minha opinião – e na de vários outros países que reconheceram esse direito, ela tem sim prevalência a ele.

Defendo incondicionalmente o direito da mulher sobre seu corpo (e o dever do Estado de garantir esse direito). É uma vergonha ainda considerarmos que a mulher não deve ter poder de decisão sobre a sua vida, que a sua autodeterminação e seu livre-arbítrio devem passar primeiro pelo crivo do poder público e ou de iluminados guardiões dos celeiros de almas, que decidirão quais os limites dessa liberdade dentro de parâmetros. Parâmetros estipulados historicamente por…homens, veja só.

É extremamente salutar que todos os credos tenham liberdade de expressão e possam defender este ou aquele ponto de vista. Mas o Estado brasileiro, laico, não pode se basear em argumentos religiosos para tomar decisões de saúde pública ou que não garantam direitos individuais. A justificativa de que o embrião tem os mesmos direitos de uma cidadã nascida é, no mínimo, patético. Dá vontade de fazer cafuné em quem defende isso e explicar, pausadamente, que não se pode defender que minhas crenças, físicas ou metafísicas, se sobreponham à dignidade dos outros.

Nesse sentido, desejo boa sorte à Eleonora. Que ela lute o bom combate, mesmo considerando que, como ministra, terá atuação bem mais limitada do que como militante, tendo que buscar apoio no Legislativo, no Judiciário e em setores do próprio Executivo. Mas peço a ela que ignore as ladainhas partidárias (a ditadura do comportamento não é monopólio de determinado grupo político – se vocês soubessem a quantidade de homens que vomitam progressismo publicamente e são tiranos dentro de casa…) e os que criticam sem pensar. Perdoe-os, eles não sabem o que falam.

  1. Patético

    17/02/2012 08:09:38

    Adoro o Saka. Mas jornalista quando se aventura a falar sobre direito soa como a dona de casa Malufista falando sobre a filha comunista da vizinha.Oh fofo Saka Hipster, tão admirado entre as gatinhas crescidas à Sucrilhos da Vila Madá, se é patético defender os direitos do embrião, diga para nós, pessoas desamparadas de seu esclarecimento USPiano, QUANDO COMEÇA O SER HUMANO?É só no parto? Quer dizer, somente após o parto começa a proteção à dignidade humana? Ou seria quando lhe cortam o cordão umbilical? Então quer dizer que um feto de 8, 9, 7, 6, 5 meses não tem direito à saúde, amparo financeiro, previdência, e claro, a ter sua precoce vida (biológica) protegida do risco de abuso ou risco de desaparecer?Você, ao contrário parece estar anos luz à frente de todas as ciências médicas e sabe definir muito bem o começo da pessoa. Já o STF e o legislador foi mais humilde. Dizem que, por não haver meios técnicos ou filosóficos para se afirmar o começo da aventura humana, deve-se proteger também a dúvida, ou seja, desde a nidação.Sim, a Constituição não fala nada sobre direitos do nascituro. Mas também não há uma palavra sequer sobre proteção aos direitos homoafetivos. E alguém duvida de que essas pessoas tem sua dignidade protegida pelo Estado? Tudo é questão de interpretação à luz da dignidade humana.Bom lembrar que todas as outras hipóteses de aborto estão garantidas em lei, sempre para proteger a dignidade e saúde da mãe. A construção do plano histórico dos direitos humanos evoluiu de maneira honrosa ao longo do séc. XX. Aceitar agora o retrocesso do aborto natalista e retirar garantias indivíduo parece... patético? Hitler deve estar levantando seu bigodinho num sorriso maroto. Conseguiu o que queria, em um discurso contrário.O aborto para controle de natalidade continua proibido. Como também são proibidos usar crack, cheirar cocaína e injetar heroína. Mas ninguém vai parar de fazer e usar só porque a lei diz que essas condutas são vedadas. Nesse ponto você tem razão: seria mais fácil legalizar tudo ao invés de convencer minha namorada a não fazer o mais fácil.Beijos fofos.

  2. Paty

    14/02/2012 15:11:00

    Roberto, não se preocupe. Eu entendo.Paulo, agradeço a opinião. Contei minha história apenas para tentar acrescentar algo ao debate do ponto de vista mais pessoal.Para explicar que muitas vezes, a mulher se cuida, toma as precauções e ainda assim algo dá errado (para responder aos que acreditam que "transou, agora se vira"). Minha intenção era tentar mostrar o que se passou na minha cabeça no momento e talvez passe na de outras mulheres na mesma situação. Claramente, para vc, isso não importa. Infelizmente não posso responder a uma opinião formada e a um ataque. Até porque...não preciso me justificar para você.Abraços.

  3. Paulo

    14/02/2012 13:45:48

    Poderia ter entregado a criança à adoção. Assim um ser humano não teria sido assassinado.

  4. Antonio

    14/02/2012 10:59:34

    Pela legalização do aborto já! Em toda a Europa ele é legalizado e a última vez que eu chequei, a Europa é o lugar do mundo onde o Estado mais respeita seu cidadão. Eles já fizeram essa discussão, vamos simplesmente copiar porque é a coisa certa de se fazer.

  5. Monalisa

    14/02/2012 04:04:20

    Esse tanto de gente opinando contra o aborto...Ok então, o aborto continua proibido. Mas aí, toda gravidez indesejada que ocorrer no Brasil, cada um de vocês vai se voluntariar a arcar com os gastos da criança, comprar comida, roupa, ensino de qualidade, segurança, emprego - que, aliás, o mesmo Estado que proibe o aborto, não nos assegura.

  6. Edna

    13/02/2012 22:50:50

    Cora, pelamordedeus! Hahaha! Eu é que peço desculpas... Que confusión!Eu quis brincar com o fato de vc ter escrito parecido com ele.Tenho um grande amigo que escreve dessa forma e brinco que ele é um japanordestino, porque no nordeste é costume se expressar assim, como manda o português correto.Na linguagem coloquial costumamos conjugar errado ou arrumamos outras formas de não aplicar o imperativo. Era brincadeira, mesmo!Os paulistas costumam dizer "pega uma bebida, vai" em vez de "pegue uma bebida" (que soaria mandão, mas para um baiano, não).Tem também as mais engraçadas tipo "quer que eu pego?" em vez de "quer que eu pegue?", a pessoa não quer ser mandona nem com ela mesma, rsrsrs.E hoje te mando um beijão pra te deixar bem sem jeito e acabar de vez com esses desentendimentos.PS: Outra coisa engraçada: os inlgeses se sentem superconstrangidos quando mandamos beijos, mas acham normal mandar um "much love", que para nós é muito mais íntimo, vai entender! rs

  7. Cora

    13/02/2012 21:52:41

    Edna,já te falei q não sou muito afetiva, né? Junta isso mais esse negócio de ter q escrever... só podia dar confusão!Quem sou eu pra mandar alguém fazer alguma coisa, credo! Ser autoritária, então? Credo, mesmo! Faço uma força danada pra controlar esse meu lado.Se a ideia q te passei foi essa, esquece. O intuito foi de reforçar a ideia de se participar do debate como se tem vontade.Não te acho infantil, não! E nem acho q vc ficou sem comentar por conta do q aconteceu. Comentar aqui não é compromisso fixo, né? A gente frequenta o espaço como dá e qdo dá.Como eu disse, a intenção foi totalmente outra: promover a liberdade.Pensei numa coisa e o efeito foi exatamente o oposto.E esse aqui provavelmente vai piorar a situação, mas tenho zero de traquejo social.Não sei como consertar, a não ser me desculpando.

  8. Morgana

    13/02/2012 09:05:30

    PatyTodo meu respeito e apoio para você.

  9. Morgana

    13/02/2012 07:59:15

    "Como justificar que tome essas medidas no caso de números insignificante de gravidezes indesejadas. ENTENDEU?”Sério, esse comentário me enojou.Número insignificante?Claro, vamos ignorar as 70 mil mulheres que morrem anualmente em decorrência de abortos clandestinos no mundo todo e que, no Brasil, a clandestinidade é a terceira causa de mortalidade materna.Vamos ignorar que internações decorrentes desses abortos superam as internações por câncer de mama no SUS. Vamos ignorar que o governo brasileiro gasta cerca de R$ 35 milhões por ano com questões relacionadas a abortos inseguros.Vamos fazer de conta que o problema não existe, afinal, nós somos brasileiros, não é mesmo?

  10. Morgana

    13/02/2012 07:42:33

    "É inacreditável!!! Você descartou as idéias cientificas, filosóficas e religiosas de, praticamente, toda humanidade."Idéias pessoais, você quis dizer, não é? Porque não é possível que você defenda que o Estado deva legislar levando crenças e opiniões intrinsecamente pessoais como dirigentes.E quanto exagero, vamos combinar. 'Toda a humanidade' não é cristã não, queridão. O Judaísmo, por exemplo, tem mais de 15 milhões de fiéis e aceita o aborto, colocando a vida da mulher em primeiro lugar, sempre.O rabino Feldman afirma: "Ele interrompe indubitavelmente uma vida possível, mas o que os rabinos acentuam é que uma mulher que decide, após a concepção, interromper a gravidez, não estaria muito distante daquela que deixa de ter relações com seu marido para não conceber. Se no segundo caso não há homicídio, também não há no primeiro".Já pensou no que se transformaria o Brasil se as religiões cristãs (maioria) o governassem?Vamos dar alguns exemplos.João acredita que um espermatozóide é sagrado, vamos proibir a camisinha. Pra quê se preocupar com a AIDS,?Maria acredita que sexo deve ser feito somente após o casamento. Então, vamos reprimir toda a população que pensa de forma diferente.Paulo acha que a mulher não pode trabalhar fora de casa... vamos proibí-la, lógico.Mário acha que homossexuais são anomalias, vamos extirpá-los.(Vale lembrar que tudo isso está na bíblia)Aliás, muito cômodo pra você, não é, macho, heterossexual e cristão?

  11. Morgana

    13/02/2012 07:20:15

    Caro Wellington"Veja, no caso do aumento no números de MORTOS por causa de doenças cardiovasculares, pessoas perderam entes queridos, e o governo não viu necessidade de tomar qualquer medida. Como justificar que tome essas medidas no caso de números insignificante de gravidezes indesejadas. ENTENDEU?"Como assim? Está na hora de se informar melhor antes de vir postar aqui; O Ministério da Saúde tem diversos programas de combate à obesidade, ao excesso de colesterol e à pressão alta. O governo até disponibiliza medicamentos gratuitos para tratar de problemas dessa ordem.E você compara uma doença cardíaca com uma gravidez? Juro que não entendi."Você quer me colocar na condição de sádico? É claro que eu aceito os caso previstos em lei. E, na minha opinião, podem ser incluído os casos de má formação, quando a criança não tem condições de sobrevivência após o parto.E isso não tem nada de hipocrisia é uma questão de bom senso. Ninguém pode usar esse argumento para defende a BANALIZAÇÃO do aborto."Anteriormente, você me acusou de relativizar a vida; Você está fazendo isso agora mesmo.Você afirma que um feto é um ser humano com direitos que devem ser defendidos, mas afirma concordar com a interrupção de gestações decorrentes de estupro. Mas, afinal, você é a favor da vida ou o quê?Fetos de mulheres que ousaram transar por vontade própria devem ser defendidos a todo custo, mas os fetos de mulheres estupradas devem ser ignorados?Me desculpe, mas isso é oportunismo demais.

  12. Cora

    13/02/2012 01:59:35

    Vc não foi lerdo. Não falei do motivo nenhuma vez.Qto ao tempo, não é q não aceito. Veja, Roberto, ninguém acha aborto bonito e legal e divertido. De certa forma, é tb uma violência contra a mulher. No entanto, algumas mulheres (casais), por muitos motivos, inclusive por falta de acesso a métodos contraceptivos, precisam fazer. Mas, qto maior o tempo de gestação, mais difícil é pra mulher interromper uma gravidez, pois mais desenvolvido estará o feto. Neste caso, a não ser em situações especiais, não considero adequado a interrupção.Vc provavelmente não vê diferença, não é?Essa idade, pra mim é um pouco intuitiva. Imagino q seria o tempo necessário pra mulher ponderar, refletir e decidir com segurança.Mas, precisamos tratar do assunto objetivamente, e poderíamos considerar como razão pra essa limitação o surgimento da pré-consciência, como sugeriu a Morgana. Os circuitos neuronais da região responsável pela consciência começam a se constituir a partir da 24ª semana. Então, considero um tempo adequado até a 16ª.De qq forma, percebe q estamos falando de uma exceção, né? Um aborto só deve acontecer se td o mais falhar e a mulher não puder ou não quiser levar a gravidez adiante. Métodos contraceptivos, atendimento médico e campanhas incentivando o uso desses métodos devem ser presentes e garantidos.Um aborto é sempre a última opção. Mas, neste caso, deve ser garantido o atendimento médico adequado e seguro pra mulher.Mas, no brasil, esse atendimento seria muito precário, provavelmente. Pois, mulheres em trabalho de parto são mal atendidas por aqui. Imaginem as q precisarem abortar. E não estou falando só de maternidades públicas não. A atenção à gestante no brasil é muito precária.É necessário humanizar o atendimento à gestante.Não sei se esclareci suas dúvidas.

  13. Juliana

    13/02/2012 01:05:36

    Primeiro, escreva direito, depois fale das "garota que se acham inteligente", ok?! Gente, vocês precisam aprender a exercer ALTERIDADE. Se não souberem o que significa, procurem no Google, estudem antropologia, direito, psicologia... leiam mais, se informem mais, escutem mais os outros ao invés de sair julgando e vomitando moralismo. Estudar, buscar compreender "o outro", estar aberto a outras realidades e valores que não os nossos, não julgar os outros a partir das "nossas verdades"... tudo isso nos faz pensar e entender que nem tudo é tão simples como uma fórmula matemática do tipo "MULHER IRRESPONSÁVEL + SEXO = OBRIGAÇÃO DE TER UM FILHO" ou "FILHO = MAIOR FELICIDADE DA VIDA, NOS TORNA MAIS FORTES E FELIZES". Quem pode decidir se uma mulher tem condições de ter um filho? Eu, tu, o Estado?! Quem "nós" pensamos que somos pra achar que temos o direito de impor as nossas verdades, crenças e vontades aos outros?! Cada um sabe de si, das suas capacidades, suas dores, seus medos..

  14. Cora

    13/02/2012 01:02:30

    Roberto,qdo falo de avaliação e julgamento do comportamento feminino, faço referência à tradição machista de julgar moralmente a mulher, não importa q situação vc pense.No geral seria o uso de adjetivos como imoral, vadia, piranha, cachorra, golpista, mentirosa, pervertida, oportunista, mal amada, mal comida, caprichosa...fora os “elogios” como gostosa, fofa, anjo, princesa e seus congêneres pronunciados por qq desconhecido na rua;ou o uso de vítima entre aspas qdo o assunto é alguma violência;ou expressões como “olha como estava vestida”, “não se deu ao respeito”, “não é nenhuma inocente”, “o q tava fazendo lá a essa hora?”, “tava pedindo”, “ficou pq quis”, “viveu com ele pq quis”...;ou qq outra expressão q minimize ou justifique a violência sofrida, não importa qual tenha sido.Enfim, é sempre eximir ou poupar o autor da violência, culpabilizando, responsabilizando a mulher.Aqui, esse julgamento apareceu na forma de condenação ao comportamento sexual. Quase tds aqui disseram q a mulher q aborta é a solteira q pratica sexo com múltiplos parceiros, enfim, a doidivanas irresponsável (pq, né?, mulher direita não gosta de sexo – outro julgamento)E normalmente não é esta q se vê grávida sem desejar, justamente pq não abre mão do preservativo.Muitas mulheres q recorrem ao aborto são casadas ou estão em relacionamentos estáveis, são adolescentes no início da vida sexual, ou mulheres q se viram grávidas e sem o parceiro. Enfim, o problema da gravidez indesejada não é só da mulher. O caso é q ela é q carrega o embrião, então td o ônus do julgamento e da condenação recai sobre ela. Mas, vc percebe q quem aborta é o casal? Mesmo q este casal já não exista mais pq o homem se mandou?Foi nesse sentido meu questionamento sobre o julgar. Isso td é machismo.Não é q homens não devam opinar sobre o assunto. É q qdo o fazem desconsideram completamente o organismo feminino e olham simplesmente pra um embrião q é, ainda, apenas expectativa de ser humano, pois ainda em formação, entende? Como se a mulher deixasse de existir como indivíduo e se tornasse apenas o organismo q contém o embrião, sem vontades, sem direitos, sem contexto, sem história de vida. É a insensibilidade q me incomoda, não o fato de homens estarem opinando.Não sei se ficou claro.

  15. Edna

    12/02/2012 21:50:32

    Putz, Cora,Não querendo dar mais uma volta nisso mas já dando... Acho que não ficou muito claro que eu não pude me colocar por causa de uma barreira intransponível do blog e logo depois comecei um projeto que me deixou longe...Não respondo apenas quando não leio. São muitos posts e muito tempo nisso...Eu não faço o que me mandam, desde de criança (rs), inclusive esse foi um dos meus comentários. O tom imperativo que ele usa o tempo todo cansa.E vc acabou de usar, rsrsrs. Não faça, não dê, não se sinta mas de modo diferente, num aconselhamento... Eu sei que é o português correto mas soa extremamente autoritário, sorry!Acho que eu passo uma imagem meio infantil... Tenho que melhorar isso.Tenha a certeza que só faço mesmo o que eu quero, só falo com quem eu quero. E por isso mesmo não falo mais com ele...Acho que já estamos legal desse papo, não? Sei que vc quer ajudar mas te usei de "ouvido".O envolvimento é normal, sou passional. Mas sei levar na brincadeira, quando sinto que não tem doença por detrás...Valeu pelo "ombro", rsrsrs!Abraços

  16. Roberto

    12/02/2012 20:51:56

    Cora,Posso meter o bedelho? Não para tentar te convencer do contrario, mas para eu entender o seu argumento de que os homens não deveriam "julgar" a matéria. Isso não seria o "machismo feminista" (acabei de inventar), ou seja, a apropriação daquilo que é ruim machismo (e o que é bom?) e a sua aplicação no feminismo (que, com acerto, busca extirpar da sociedade o tratamento discriminatório)?Fui muito confuso?Tenho outra pergunta, e se você ainda tiver paciência, gostaria de entender porque você nao aceita o aborto após o quarto mês. Poderia me explicar novamente, pois tentei entender lendo os comentários seus anteriores, mas não "peguei" (se me chamar de lerdo, ficarei chateado! Rsrs).Obrigado!

  17. Roberto

    12/02/2012 20:15:40

    Sementar = sem pensar.

  18. Roberto

    12/02/2012 20:14:47

    Paty,Me desculpe. Não tinha o direito de lhe questionar isso. Foi sementar e sem qualquer outra intenção.

  19. Roberto

    12/02/2012 20:13:02

    Cora,Você tem razão. Foi muito insensível mesmo. Na hora, não passou pela minha cabeça que isso poderia abrir uma ferida e tudo mais. Desculpe de coração e obrigado por me alertar. Não dá para voltar atrás, então não tenho muito o que fazer além de pedir desculpas, especialmente à Paty.

  20. Cora

    12/02/2012 19:34:36

    ok, Gaetho.não chegaríamos mesmo a um entendimento, não é?

  21. Paty

    12/02/2012 19:03:22

    Roberto...não, nunca pensei em algo do tipo. Tento ativamente não pensar no que "poderia ter sido". Mas essa é uma atitude que tento ter com tudo que eu queria que fosse de um jeito e acabou sendo de outro.No entanto, quero ressaltar que culpa e remorso não são necessariamente sinônimos nesssa história. Me sinto mal por ter tido que tomar uma decisão dessa. É algo que pesa na mente e no corpo de qualquer mulher. Não é algo que se esquece pura e simplesmente. E estou certa de que, quando minha família começar a expandir, eu sempre irei pensar no que falta.Mas quando digo que "não sinto remorso" é porque, em última análise eu não tinha estrutura alguma para ter um filho. Que tipo de mãe eu seria? Que tipo de filho eu iria criar? Eu me sentiria extremamente culpada se me forçasse a passar por isso sem poder prover tudo o que uma criança precisa de uma mãe. Porque, se tem uma coisa que aprendi, é que a estrutura familiar vem em grande parte da mulher....eu não teria nenhuma.De qualquer forma, não quero acrescentar sensacionalismo a um debate que acho mais do que necessário. Vejo diversos argumentos de ambos os lados que são interessantes e muitos que me fizeram pensar. E é isso que esse debate deve fazer. Quis apenas colocar a minha situação já que, com certeza, minha opinião não é imparcial.

  22. Welington Gaetho Escola

    12/02/2012 18:48:34

    Cara Cora,Eu me dou por satisfeito, um grande abraço para você e para todos que trocaram ideias comigo.

  23. Cora

    12/02/2012 14:55:04

    Gaetho! Onde q estou censurando vc? Cara, vc é muito injusto e parcial. Estou falando com vc com td educação, então não seja grosseiro!O termo interrupção voluntária da gravidez não é eufemismo. É o termo médico do procedimento!Não use eufemismos comigo, se vc não quiser. Vc é livre, coisa q as mulheres ainda não são. Usufrua da sua liberdade!Pra mim a vida começa ANTES da concepção!TUDO está vivo desde sempre. Se formos falar em qdo a vida começa, teremos q retornar uns 4,5 bilhões de anos no tempo. A partir do surgimento e da estabilidade das primeiras formas de vida, vida gera vida. Então, amigo, TUDO está vivo. Desde antes da fecundação.A questão não é essa. Como já disse inúmeras vezes. A questão é se vamos aceitar ou não interromper uma gravidez.Pra mim, a fecundação marca o inicio da gestação de uma nova vida, de um novo ser humano. Q só estará completo e, portanto só será de fato um ser humano DEPOIS de nascido. Uma pessoa é uma pessoa depois de nascida. Não antes. Será sujeito de direitos após seu nascimento, não antes.Antes, faz parte sim do corpo da mulher. Só existe por causa dela. Sinto muito, mas não dá pra separar o feto da mulher q o carrega, como vcs querem fazer.Isso não significa q uma gravidez possa ser interrompida em qq momento. Claro q não! Acho adequado q se estabeleça entre o 3º e 4º mês o limite para a interrupção.Lembrando q a interrupção da gravidez é uma EXCEÇÃO, não a regra! A regra é q as gestações cheguem a termo. Estamos falando aqui de casos em q a mulher não deseja ou não pode levar uma gestação adiante. É EXCEÇÃO!!Nenhuma mulher quer ou está louca pra abortar! O q vc acha q uma mulher é!?!Eu defendo seres humanos, Gaetho, q existem de fato. Defendo q seres humanos nasçam em condições adequadas. Q possam, após seu nascimento, ter tds os seus direitos garantidos. Q não sejam abandonados, q não passem fome.É vc q quer colar em mim o rótulo de insensível, de louca, de monstro, sei lá...Não há feminismo fajuto! As mulheres não são livres! Esse debate mostrou isso. São homens decidindo o q uma mulher deve fazer! São homens julgando e rotulando.Vc valoriza um embrião. E só isso. Não valoriza nem a mulher, já q acha justo q ela leve uma gravidez não desejada adiante. E não valoriza o bebê, já q acha q td bem ser abandonado depois de nascido!Leia meus cometários novamente e entenda como eu penso.E a mulher? É justo, mesmo q não possa, levar adiante uma gestação?

  24. Cora

    12/02/2012 13:32:54

    Poxa, Gaetho, nunca conseguiremos conversar sobre esse assunto, não é? Aqui acontecerá o q aconteceu no debate sobre o pl 122. Naquela ocasião, vc encerrou com um comentário q mostrava q não havia entendido nenhuma das minhas falas.Como aqui.Os depoimentos mostram apenas q abortos acontecem no brasil.(não li tds as mensagens, foram muitas, há outros? Agora, sinceramente, não me lembro.)Quem está apelando pra sentimentalismos, neste caso, é o Roberto, com a pergunta q tenta lembrar a mulher q ela deve se sentir culpada.Pq a Paty contou sua experiência, disse q foi difícil, mas não sente remorso. Pra vcs isso é impensável. Como assim ela não sente remorso? Por isso a pergunta. A intenção pode não ter sido consciente, mas é clara. Lembrá-la de q deve, sim, se sentir culpada.

  25. Cora

    12/02/2012 13:20:04

    Roberto, não quero soar grosseira, mas é como disse várias vezes. Um aborto nunca é tranquilo. É uma decisão pensada, difícil, dolorida, independente de ser legalizado ou não. Aqui no brasil, a decisão é ainda mais difícil por ser contra a lei. Ela deixou essas questões claras no comentário. Ela disse q não sente remorso. Então, perguntar isso me soou insensível, como se vc quisesse abrir feridas, achasse q a mulher deve sentir-se mal imaginando o balanço vazio... de novo, pra mim isso é falta de solidariedade com a mulher. É julgamento. Agora, ela poderá engravidar e cuidar de um bebê se ela quiser. A vida mais organizada, ela mais segura, sentindo-se pronta pra ser mãe, enfim. Percebe q há outras formas de ver a situação sem esse peso cristão da culpa e do remorso. Mas, pra vcs, a mulher q aborta não merece perdão. É culpada e deve se martirizar pelo resto da vida arrastando pesadas correntes pelos corredores, como um fantasma. Se ela não se sente culpada, tratemos de lembrá-la q ela tem culpa sim e q deve sofrer pro resto da vida.

  26. Cora

    12/02/2012 12:55:41

    Oi Edna,não foi indireta, não. Não tenho este hábito, de jogar indiretas. Acho q qdo as coisas são ditas claramente, há menos chance de ruídos. Falava mesmo de mim. O verme e eu já brigamos algumas vezes. Nunca falamos sobre isso depois das querelas, q sempre considerei superadas, pelo q escrevi no comentário. Mas, é a segunda vez desde janeiro, q ele diz q brigou comigo. Aí pensei q talvez ele estivesse incomodado e o liberei da culpa. Ele está desculpado. Eu já havia esquecido. Ele pode esquecer tb. Foi isso.Mas, acho bacana vc dizer se algo te incomoda. A caixa de comentários dá muita margem pra confusão mesmo. Mas, não se envolva demais. Estamos muito distantes e magoar alguém é muito fácil. Então, não leve as coisas ditas aqui tão a sério. Brigue qdo for o caso, escreva poesia qdo sentir vontade, fale sério qdo achar necessário. Faça o q tiver vontade de fazer. Mas esteja preparada pra reações q podem não ser as q vc esperava. E reaja tb. Nos termos q vc quiser. Não se prenda por outros comentaristas. Foi isso q ele tentou te dizer naquela ocasião.Não ache q sou importante aqui, Edna. Não sou. Não sou mais nem menos inteligente q ninguém aqui. Provavelmente ele se referia ao fato da gente ter, mais ou menos, o mesmo posicionamento político, concordar em vários assuntos. Sem contar q ele não é especialista em inteligência. Ele considerar alguém (q ele nem conhece, aliás) inteligente não faz de ninguém realmente inteligente, percebe? É opinião. Outros aqui me acham estúpida. Pq acreditar no verme? Isso é td bobagem.Qto a cair em armadilhas... quem não cai, né? Só quem não caminha não cai em armadilhas. Mas, o q importa é como vc se levanta. (sorry, isso foi piegas pra caramba, mas, não é mesmo?)Eu disse pra ele não se impor regras. Da fala dele, isso foi o q me incomodou. Acho q sempre devemos analisar nossas ações e mudar aquilo de q não gostamos, mas esse negócio de regras, sei não... regras foram feitas pra serem quebradas, né? Então, digo o mesmo pra vc. Liberte-se desse negócio de regras. Faça o q vc tem vontade de fazer. Fale com quem vc tem vontade de falar. Não evite uma conversa interessante pq vc tá chateada com uma pessoa. A gente só frequenta esse espaço pra trocar ideias. Pq então vamos evitar algo só pq quem tá debatendo é o fulano ou o beltrano?E, por último, não faça o q ele diz pra vc fazer. Faça o q vc tem vontade de fazer. Sempre!

  27. Anonimo

    12/02/2012 08:23:23

    Pergunto aos radicalmente contrários ao direito ao aborto o que acham da doação de orgãos... Afinal, se aceitam a morte cerebral como definição de morte num doador de órgãos, por que insistem que zigotos sem cérebro têm vida?

  28. Jose Mario HRP

    12/02/2012 07:04:53

    Lógico "TIA", estamos pensando em civilização, não em homem ou mulher!Metodos modernos e não medievais!Aliás um parto bem feito trás bem menos problemas que aborto e depois já que a criança não é bem vinda mesmo, qual o drama de dá-la para adoção?Incongruencia pouca é bobagem................

  29. Welington Gaetho Escola

    12/02/2012 02:10:49

    Cara Cora,Desculpe, mas eu não vou permitir que você faça uma CENSURA sobre à minha fala. Caso eu estivesse conversando com uma mulher que fez um aborto, eu seria comedido usaria o termo interrupção voluntária da gravidez(IVG).Agora, como você mesma disse estamos discutindo em tese e não há lugar para sentimentalismos. Não vou usar nenhum eufemismo com você darei o nome que melhor caracteriza o ato que é: dar fim à uma vida. Para mim a vida começa no momento da concepção.Pela última vez, DIREITO é algo que possibilita um indivíduo viver com dignidade. O aborto nunca vai ser uma DIREITO, pois é o extremo oposto, ele nega o DIREITO à vida.Nesse caso eu não sou movido por nenhuma paixão, quem faz isso é quem defende o aborto como um suposto "direito", absoluto, que a mulher deve ter sobre seu próprio corpo. Coisa que ninguém possui. Então, essa defesa não passa de uma "ideologia putrefata".A maior prova disso é quando alguém se apresenta como defensor dos Direitos Humanos e é favorável ao aborto. Como alguém pode explicar isso racionalmente e/ou logicamente? Só pode ser uma defesa "ideológica".Seria como após eu, Welington, fazer toda essa defesa da vida; amanhã chegasse aqui no Blog do Sakamoto e defendesse à pena de morte. Qualquer pessoa de bom senso iria dizer que eu estou de trollagem no blog.Justificava nesse mundo há para tudo. Só que elas são submetidas ao crivo do raciocínio crítico daqueles que não possuem compromissos com grupos ideológicos ou qualquer coisa que o valha. E aí não se sustentam por serem, absurdamente, ilógicas e irracionais.Das duas uma: Você pode ser um inocente útil ou saber exatamente o que está fazendo.Cora, eu peço que você faça uma reflexão sobre suas próprias palavras: "...É muito menos traumático não nascer, do q passar a infância em orfanato..."Essas mesmas palavras poderiam estar na boca de quem? Defendendo que tipo de coisa?Quer exemplos?"É muito menos traumático não nascer do que ser miserável.""É muito menos traumático não nascer do que ser bandido."Eu não valorizo o embrião ou a mulher! O que está em questão para mim não é a mulher ou o embrião, mas sim o direito à vida. Você consegue entender isso?A minha tese eu considero que seja de cuno ético e científico, não concordo com sua assertiva.Cora, esqueça essa bandeira de um "feminismo fajuto" as mulheres não precisam disso para serem livres, elas já são livres. Já conquistaram muito e espero que conquistem muito mais.Abraços!!

  30. Edna

    11/02/2012 22:49:06

    Gaetho, eu entendi, achei que deveria esclarecer melhor, porque do jeito que estava colocado, dava uma outra impressão.Eu já acho que não só o Brasil mas o mundo deveria adotar algum tipo de controle, se de comum acordo ou com campanhas fortíssimas de esclarecimento, não sei, mas alguma coisa.Vejo o mundo sendo devastado. Florestas, rios, ilhas... Tudo assolado pelo crescimento populacional. E nem estou falando de criminalidade.Me incomoda demais viajar por aí e perceber qua a natureza foi dizimada para se plantar, construir ou virar lixão, para milhões de pessoas que amanhã serão o dobro em um piscar de olhos.Minha preocupaçnao não é só com o ser humano ou especialmentecom a mulher.O ambiente em que vivemos me interessa também e acho que por motivos egoístas estamos desprezando-o.O ser humano enquanto espécie deveria se auto controlar, já que é racional. E não ficar batendo o pé e dizendo que temos o direito a ter quandots filhos quisermos porque isso é inalienável. É presunção acharmos que devemos nos impor à natureza só porque temos "direito" ao direitos.Direito ao aborto: tema espinhoso, de novo, acho que deveria ser discutido amplamente e não imposto por nenhum grupo dono da verdade.Desde os tempos antigos, alguém tem que se valer de artifícios para educar as massas. Oprimir o povo rude dizendo que "Deus" mandou não matar, não roubar, etc. com duas pedras cortadas, foi uma grande sacada. Gênial. E se foi mesmo verdade que Deus falou a ele, melhor ainda, mas...Vejo que não evoluímos muito desde então. Não conseguimos cumprir nem esse básiquinho ainda...

  31. Edna

    11/02/2012 22:25:36

    Cora, não devemos mesmo julgar, ninguém, não só as mulheres.Eu me pego o tempo todo fazendo isso, julgando...Mas como não julgar? Como saber se uma pessoa quer ser mãe/pai por vontade genuína ou por imposição da sociedade?De qualquer forma julgamos o filho de papai mimado, o ganacioso capitalista, etc.Julgo as mulheres que fazem coisas que eu penso que não estãode acordo com meu ponto de vista. Sei que não é certo julgar, eu tenho um monte de erros e não posso me eximir. Mas como não julgar?

  32. Cora

    11/02/2012 22:12:00

    Gaetho, vc insiste nesses termos, não? E está ficando como o asno, com esse ‘eles’ aí.Dar fim a uma vida. Se não nasceu, embora vivo no útero, não é uma vida estabelecida, entende? É uma vida em gestação, q poderá vir a ser.É claro q muita coisa precisa melhorar em relação à questão reprodutiva no brasil. Informação e acesso aos métodos contraceptivos são imprescindíveis. Da mesma forma, campanhas estimulando o uso de preservativos. Planejamento familiar tb é tema q deveria estar em debate. E, em minha opinião, não precisamos de controle de natalidade no brasil.Mas, nada disso impede q o direito à interrupção voluntária da gravidez tb seja garantida por lei.Tente pensar nisso sem paixão, por favor. Eu respeito muito a vida pra ser leviana nesse assunto. Respeito muito a dignidade do ser humano pra ser considera desumana nesse assunto.Ninguém acha bonito. Não sou favorável ao aborto. Por mim isso jamais aconteceria, pq é tb uma violência contra a mulher. Nenhuma mulher quer fazer aborto. Por mais q vc (e outros aqui) nos ache irresponsáveis.Mas, uma gravidez não planejada pode acontecer. Por inúmeros motivos. E obrigar uma mulher a levar adiante uma gravidez q ela não quer ou não pode naquele momento, tb é um violência. Eu sei q pra vc é difícil entender isso, mas é.Uma gravidez não é um processo corriqueiro, q a mulher pode levar adiante e depois dar o bebê pra adoção. Não é assim q as coisas funcionam. E, penso q é muito menos traumático interromper uma gravidez do q abandonar um bebê. É muito menos traumático não nascer, do q passar a infância em orfanato.Estamos falando de interromper a gravidez até, no máximo, a 12º semana. Neste caso, ser contra a interrupção é sim valorizar a vida humana não nascida mais do q qq outra vida, inclusive da mulher q contém o embrião. Pq ela vira isso, né? O organismo q contém o embrião. Deixa de ser cidadã, deixa de ter direitos, deixa de ser levada em consideração. O q ela quer não importa, pq agora, ela é apenas o organismo q contém o embrião. Não é mais uma pessoa.As justificativas para ser contra são tds de cunho moral, religioso e emocional, por mais q vc queira negar.O q me incomodou nesse debate, é q pouquíssimos aqui estavam pensando na mulher. Ela foi completamente ignorada.

  33. Edna

    11/02/2012 21:41:29

    Cora, antes desse, tem um maior que é o início, por favor espere liberar antes de responder. Vc não vai entender nada, rs.

  34. Edna

    11/02/2012 21:40:02

    Cont...Acho que minha dificuldade em superar o embrólio, se deu muito em função de que na época, o blog estava passando por uma reformulação (acredito, eu), e os comentários demoravam dias para serem liberados me fazendo desistir. Até cheguei a pensar que estava bloqueada.Assim não pude responder e desabafar da maneira que era preciso. Fiquei entalada com tudo aquilo na garganta. Gostaria de ter me expressado mais.Como da última vez que trocamos idéas, ele veio com a coisa de que eu deveria menosprezá-lo, fiquei com mais pulgas atrás da orelha. Acho que ele me atacou com outros nicks, os quais, eu não dei grande importância por não terem história de companheirismo, pf, companheirismo...Cora, desculpe fazer seus olhos e sua cabeça de penico. Mas acho que peklo menos deu pra desabafar um pouco. Teve bem mais detalhes, mas aí é querer demais de vc!Abraços!

  35. Welington Gaetho Escola

    11/02/2012 21:12:12

    Cara Edna,Não me referi à rígidas políticas de controle de natalidade implementadas pelo Estado, o Brasil não é a China ou a Índia. Nossas taxas de natalidade estão há décadas declinando.As estimativas apontam na direção de que futuramente estaremos mais próximos do que é a Europa, hoje, no que diz respeito à população. Vai ocorrer um envelhecimento da nossa população.A média de número de filhos nas classes mais pobres é superior ao das classes mais ricas. As razões nós sabemos quais são: acesso a métodos contraceptivos, nível de instrução e por aí a fora...Quando falo de planejamento ou controle da natalidade quero dizer que é preciso instrumentalizar os mais pobres, de forma, que eles mesmos possam ter autonomia para planejar suas famílias. Nada imposto de cima para baixo.(incluindo as jovens que tivessem uma vida sexual ativa)Isso, só isso, já seria um grande avanço na direção da conquista da CIDADANIA.Entretanto, eles acham "bonito" defender a "IDEOLOGIA" do (pseudo) direito de dar fim à uma vida.Abraços!!

  36. Edna

    11/02/2012 20:49:43

    Cora,Não sei se vesti a carapuça mas senti que o "não fico remoendo" foi pra mim, rs.Numa boa, entendo totalmente sua visão porque não esteve presente desde o início. Pegou somente o "piriguete".O Verme disse que pediu desculpas, se pediu eu não vi, por ter me ausentado um bom tempo, talvez... Eu não quero pedido de desculpas porque eu não estou magoada nem remoendo nada. Estou apenas escaldada, tipo gato escaldado sente medo de...Comecei sendo atacada de ignorante, depois de que eu estava no blog para caçar homens (e não foram uma nem duas vezes). Tive de ler também que eu estava aqui para me promover com meus haicais (sendo que um dia ele mesmo tinha me chamado para fazer um acróstico) e que eu fosse fazer um blog pra mim. Continuei ouvindo que era chantagista co os "amigos", doida de pedra, que comigo não tinha assunto, e um basta! Tipo: mandei calar a boca! Colocando depois a cereja do pirigueti, que vc pegou.Não estou remoendo, apenas não quero esquecer, para não cair em armadilhas. Tenho o costume de me esquecer muito facilmente e depois cair novamente. E quero que saiba bem o porque de ter que dar um tempo daqui...Se ele identificou que sou chantagista (e sou mesmo, uma sentimentalóide babaca) eu identifiquei nele coisas que prefiro não mencionar nem estar em contato.Continuo achando seus comentários, os dele, muito inteligentes. Mas perdi a vontade de me relacionar.Quando vc entrou no blog, ele disse que finalmente havia entrado uma mulher inteligente, numa tentativa de humilhar as demais. Eu sei que vc é muito mais inteligente e ele nem precisava dizer pois no seu primeiro comentário isso ficou claro.Depois, pelo visto, brigou com vc também. Não sei em que termos, pois não li, mas imagino.Eu acredito que nunca dei motivo pra nehuma das acusações (a não ser a de chantagista emocional), muito pelo contrádio, me sentia uma parceira dele e por isso o sentimento de traição foi pior.Para que não haja mais atitudes traiçoeiras, prefiro continuar com o pacto que fizemos de ignorarmos um ao outro.Pra mim está ótimo assim. Abaixo eu só "falei" com ele, porque coincidentemente entrei para pedir desculpas aos comentaristas e ele havia feito antes. Me arrependi de ter mencionado seu nome em vão mais tarde, porque realmente não quero mais contato.Se ele é "hacker" e quiser me bloquear, que bloqueie.Bem escrevendo isso acabei de perceber que ainda estou, sim magoada. O que não é muito normal. Mas acho que se deve ao fato de... cont...

  37. Roberto

    11/02/2012 19:40:23

    É sim mera curiosidade. Fiquei imaginado eu no lugar dela. Sei que é impossível retratar o quadro perfeitamente; cada um o pintaria com as suas cores (de seus preconceitos), não?De tudo, fiquei meio triste e só o que pensava era uma cadeira de balanço vazia em um lugar silencioso.Deveria ter ficado quieto, talvez.... Já que minha curiosidade não tem a qualquer outra pretensão. Como não dámais para apagar, fica por ai mesmo.

  38. Ricardo Santa Maria Marins

    11/02/2012 18:53:50

    Olá! Caros Comentaristas! E, Sakamoto!Olá EDNA! Minha complementação foi INTENCIONAL no sentido de NÃO aliviar para o PADRECO SAFADO DE ASSIS! Foi deliberadamente intencional! No caso desse PADRECO, verdadeiro PINGÜIN de GELADEIRA, FRANGO CONGELADO DA IDADE MÉDIA, não há entendimento! O cara é um CRETINO! Por sinal achei interessante sua abordagem e considero a alusão ao Kandinski muito apropriada. Entretanto, a visão piramidal do pensamento ainda coexiste, porém, ultrapassada desde a década de 60, século XX. Talvez, já, questionada antes, nos EUA. Até a década de 90, século XX, estávamos atrasados em literatura em geral uns 30 ou 50 anos em relação ao que existia de mais moderno, para aquela época. EDNA, não estou alterado, estou INDIGNADO com a BESTA de ASSIS! Sobre convicção religiosa, religiosidade e outras oportunidades de FÉ! É claro para mim que: Cada um deve decidir o que melhor para si! Devem ter todo o leque apresentado de opções e até a opção de NADA acreditar ai incluídas. Entretanto, cada qual deve decidir o melhor para sua compreensão e até mudar com o TEMPO! Não há questão FECHADA nesse meio! Inclusive no quesito ABORTA OU NÃO ABORTA ou TALVEZ, nesse ponto, tenho por convicção que as MULHERES devem decidir ou sinalizar ações para o ESTADO enquanto GOVERNO colocar em prática suas "MULHERES" opiniões e sugestões. Não significa que NÓS homens devemos nos ALIENAR. Apenas, entendo que é questão posta às MULHERES. Os atritos entre ateus, cristãos, protestantes, budistas, os fundamentalistas orientais e outros, são o DESRESPEITO ATÁVICO fruto do pré-conceito, JAMAIS, superado ao longo dos milênios. E estão IMBRICADOS com o PODER e o PODER do DINHEIRO em AÇÃO. A questão é bastante abrangente e de difícil solução! Vamos assistir muitas GUERRAS mais e GUERRAS sangrentas até talvez daqui MIL anos para frente ainda estarmos discutindo esse TEMA. RELIGIÃO e sua PERVERSIDADE aos HUMANOS. Essa dualidade para frente e para trás é uma resposta ou pergunta INCOMPLETA! A questão, creio, passa pela imaginação de viajar no tempo que deverá ocorrer mais para frente. E aí possamos compreender melhor como partes das sociedades avançam e outras retroagem e outras nem tanto. A questão que mais me intriga é; Se pudermos retornar no passado, devemos, podendo, alterá-lo, e, se alterarmos, não estaremos alterando o futuro? Fruto de um presente modificado. Essa REFLEXÃO é que poderá, talvez, explicar um pouco do que é DEMOCRACIA e TOTALITARISMO! EDNA, OBRIGADO! OPINIÃO!

  39. Welington Gaetho Escola

    11/02/2012 18:19:49

    Cara Cora,Deixei um comentário para você mais abaixo.Abraços!!

  40. Welington Gaetho Escola

    11/02/2012 18:16:40

    Cara Cora,Eu não posso ficar calado diante de tamanha contradição! Você reclamou do vídeo do sr. Chersterton, no qual havia uma mulher grávida, o acusou de estar apelando para sentimentalismos em um debate político.Nas suas palavras, Cora disse:"...Mas, não devemos fazer uso de sentimentalismos, q chamei de terrorismo psicológico, em um debate. Não discutimos aqui questões pessoais. Estamos pensando em políticas públicas, q servem para a população como um td..."Entretanto, eu já passei por alguns comentários como os da sra. Paty e eu não vi você condenando nenhum deles, muito pelo contrário, sua arguição ao sr. Roberto parece ser condenatória.Será que esse comentário não seria um apelo ao sentimentalismo, pois é a exposição de uma experiência pessoal, particular?E aqui nós estamos debatendo em tese ou não?Ou testemunhos de experiências, "bem sucedidas", de pessoas que interromperam uma gravidez, podem?Abraços!!

  41. Cora

    11/02/2012 15:12:30

    verme, vc é um cara de extremos. E, confesso, lidar com vc nesse extremo é mais difícil.Td bem termos brigado. Não sou de cristal, não! Eu envergo, mas não quebro. É verdade q, na ocasião, não soube lidar muito bem com a querela, mas aprendi com ela. Nem sei pq a gente tá falando disso, depois de tanto tempo.Penso no q acontece comigo, aprendo o q consigo com a situação e vou em frente. Não fico remoendo ad infinitum.Então pronto, tá? Vc tb pode esquecer isso. Está desculpado.Podemos contribuir mais usando a racionalidade do q a emoção, é verdade. E vc é um dos q mais contribui com os debates aqui, sempre com pontos de vista interessantes e, vez por outra, falas cortantes. Pq não? Talvez seja o caso de ajustar a mira. As trollagens acontecem de ambos os lados, vc sabe disso. Qtas vezes as falas não são completamente distorcidas? (mas, realmente não merecem tanta energia)Concordo em maneirar na virulência. Usar argumentos racionais é mais efetivo pra desconstruir falas tacanhas e preconceituosas, mas não exagere. Nem tds aqui merecem sua consideração, pois nunca há empatia ou compaixão em suas falas.Reflita sobre suas atitudes, altere seu comportamento se ele estiver te incomodando, se não te faz mais feliz, mas não se imponha regras.(gostei da mudança de inimigos para adversários)

  42. Edna

    11/02/2012 14:17:02

    Ricardo,Quando postei, acho que o seu comentário não estava liberado, ou eu não prestei atenção nele.Meu comentário ficou preso desde ontem à noite.Portanto não se refere em nada ao seu. Apesar de concordar contigo.Fiz uma tentativa de buscar um entendimento, já que estamos todos alterados...Mas acho que não fui muito feliz, pois não tenho experiência nessa área...Gostaria somente de acrescentar que, como ex-atéia hoje vejo os ateus se posicionando fanáticamente com pouca diferença dos religiosos fervorosos e suas crenças.Não tenho religião e vejo a cegueira tanto de um lado como de outro.Os ateus olham para os crentes com desprezo e o crentes os vêm com horror.Ateus se crêem tão superiores quanto os ungidos se sentem.A discussão sobre a ética e valores morais ainda não está livre de dogmas de nenhum dos lados.Tem um livro muito interessante chamado Do Espiritual Na Arte, escrito pelo gênio da pintura Wassily Kandinsky de 1910 (!!!) que coloca muito bem essas questões. Muito além de sua época, Kandinsky coloca a questão da pirâmide do pensamento. Como as idéias de ontem são abraçadas pelas bases da pirâmide e de como o ser que está no topo dela, se sente só e é apedrejado pelos colegas, mesmo seus mais próximos. De como suas idéias, são tidas às vezes como retrógradas, de tão distantes, e são abraçadas pela vanguarda, muitos anos depois. Assim sucessivamente abandonadas até chegarem na base da pirâmide e serem incorporadas pela massa. E nesse momento existe outro ser no topo da pirâmide novamente só, sendo apedrejado...Assim caminha a humanidade, com idéias defasadas e com seres iluminados/visionários na sua solidão. Mas talvez seja essa a roda da vida, o "maquinário" que faz andar. Será que estamos andando pra frente ou patinando num eterno retorno?Estou aqui para aprender, não me vejo de forma alguma superior a ninguém, muito pelo contrário, MESMO!Por isso tenho tentado mudar minhas brincadeiras para não me fazer entender errado.Abraços à todos

  43. Cora

    11/02/2012 13:30:26

    pq essa pergunta, Roberto?não é mera curiosidade. há uma intenção. qual?

  44. Cora

    11/02/2012 13:23:17

    como vc é grosseiro, Jose Mario!

  45. Cora

    11/02/2012 13:18:51

    verme, o q tá acontecendo? Vc está falando sério? Eu aprisionei um espírito livre?Td bem maneirar na virulência. Mas se impor regras? É exagero, principalmente pq não há inocentes aqui. Pelo contrário. O pessoal não hesita em agredir, em torcer uma fala até q ela ganhe o sentido oposto.Se vc estiver dizendo q irá comentar do modo como fez no post sobre o pl 122, ok. Percebi a diferença, o seu cuidado com um dos comentaristas, vc foi fraterno em vários momentos.E é engraçado vc falar sobre comentários menos emotivos justamente num post em q eu nem sempre consegui manter o equilíbrio. Aliás, ultimamente os temas têm me maltratado, pois a maioria dos comentários é de fazer perder o sono.Nem tds da lista merecem seu pedido de desculpas.

  46. Cora

    11/02/2012 11:47:35

    Gaetho, deixei bem esclarecido o meu pensamento sobre o vídeo qdo falei com vc mais acima. Se não, faço-o novamente: não devemos apelar para sentimentalismos em um debate político! Minha crítica é essa e apenas essa.Acho grávidas lindas. Acho fantástico q pessoas acreditem o suficiente na humanidade para terem filhos. Pra mim, é sempre um gesto de esperança, esperança q eu não tenho. Ou melhor, tenho, mas exerço de outra forma, tentando modificar meu universo próximo, já q me falta talento pra atuações mais amplas.Mas, não devemos fazer uso de sentimentalismos, q chamei de terrorismo psicológico, em um debate. Não discutimos aqui questões pessoais. Estamos pensando em políticas públicas, q servem para a população como um td.É isso.

  47. Ricardo Santa Maria Marins

    11/02/2012 11:12:16

    Sakamoto!Olá! EDNA! Todos, possuem o DIREITO e o DEVER de criticar ou de apoiar! Quanto a esse aspecto NÃO há dúvida! O que NÃO pode é critica DESELEGANTE, DESRESPEITOSAMENTE, "ex: Chamar de ASSASSINA a Ministra da Secretaria das Mulheres, que ainda quase NEM assumiu, em NOME de INSTITUIÇÃO”. CRETINA, vulgo cnnb. Note: Uma coisa é esse cidadão comparecer aqui ou em qualquer local em NOME PRÓPRIO. Como estamos fazendo! OUTRA coisa é vir aqui ou em qualquer local e DAR na sociedade uma carteirada religiosa de cunho fundamentalista psicológico. Isso é coisa de canalha e covarde! Ex: Estamos no norte ou nordeste com um grupo de vereadores/as que estão desrespeitando a CF/88 e baixando normas por resolução como vereadores e OBRIGANDO ensino religioso nas escolas. Imagine. Vi esse TEMA ontem na TV. O TRE local e, o TSE deveria exigir a CASSAÇÃO imediata desses vereadores e a PRISÃO dos mesmos! O BABACA PILANTRA é do DEM!Outra coisa; o que fazem PARTIDOS POLÍTICOS, e, políticos em BRASÍLIA votando no congresso nacional a intenção de interferir no caso GREVE da BAHIA? Abortado por seus pares? O que fazem políticos envolvidos com grevistas na BAHIA e misturados com sindicalistas na BAHIA, RIO e outros locais? PREJUDICANO O POVO? O que fazem esses cidadãos políticos e sindicalistas e de associações engendrando NÃO greve, porém, ANARQUIA pelo PAÍS? Em minha opinião é uma tentativa INTENCIONAL de desestabilização. Porém, BURRA! Concordo com a PRESIDENTA: Não há anistia, deve ser CANA! Os Atos praticados na BAHIA são ATOS com inspiração TERRORISTA. Não nos esqueçamos que já foram ASSASSINADAS mais de 150 pessoas. CIDADÃOS! E desta vez no RIO DE JANEIRO, NÃO deve existir apoio a GREVE! Estão ERRADOS! É CANA para BOMBEIROS E CANA para os MILITARES envolvidos! SEM PERDÃO! Existe um imbricado entre: A tentativa de desmoralização da JUSTIÇA em geral, o CNJ, do jeito que foi autorizado pelo stf, digo, pelos 06 (seis) do stf, é um PERIGO INSTITUCIONAL para o BRASIL. Não se pode AVACALHAR A JUSTIÇA. O CNJ está ERRADO e os 06 (seis) do STF estão ERRADOS! Veja EDNA estão desqualificando a Eleonora Menicucci e a MULHER em nome da IGREJA ou das IGREJAS. Em minha visão isso é CRIME! Note: Essa discussão precisa avançar muito, só que RESPEITOSAMENTE, ORDEIRAMENTE, AS MULHERES têm a voz principal, e, os demais influem. O quê o BISPO e as IGREJAS estão fazendo com a Eleonora é CRIMINOSO, sem sentido, IRRESPONSÁVEL e INCONSEQUENTE. Esse BISPO em particular é um CRETINO! OPINIÃO!

  48. Rosi de Campos

    11/02/2012 09:52:33

    “Relatório Kissinger" é uma vergonha

  49. Edna

    11/02/2012 00:30:37

    Tem um comentário meu enorme em moderação...Mas aqui um curtinho:Gaetho diz: "Então, vamos discutir com os mais pobres planejamento familiar, controle de natalidade, facilitar o acesso à métodos contraceptivos e tudo mais…"Eu sou a favor do controle da natalidade e sinto desconforto de meus colegas quando coloco o tema. Por que?Acredito que seja pelo fato de que sempre se coloca o planejamento para "os mais pobres".Gaetho, não estou discutindo com vc. Somente que a questão do controle da natalidade tem de ser colocada para toda a sociedade.Tenho visto famílias ricas com montes de crianças.As fraldas descartáveis são muito mais usadas pelos de maior posse do que o contrário. Quando defendo o controle, o faço pensando no problema de lixo ambiental, superpopulação, mais carros nas ruas, etc.O bebe pobre, fica carregando cocô o dia todo com uma fralda só.Quem tem mais dinheiro, a cada pum do nene, joga uma fralda no lixão.

  50. Roberto

    11/02/2012 00:23:25

    Falando sério! Sério mesmo!

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