Governo do Pará assina compromisso para combater carvão ilegal
O governo do Pará concordou, na tarde desta quarta (8), com o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) proposto pelo Ministério Público Federal para as siderúrgicas do Estado, segundo informações da assessoria de imprensa do órgão. O acordo pode alterar a produção de carvão vegetal na região, hoje marcada pelo desmatamento da floresta Amazônica e por denúncias de trabalho escravo. O documento prevê a substituição gradual da compra do carvão produzido a partir da derrubada da mata por carvão produzido a partir de unidades de silvicultura (reflorestamento).
Ao assinar o documento, o governo se compromete a implementar, por meio da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), um programa intensivo de monitoramento ambiental, checando a legalidade das licenças já emitidas para as siderúrgicas. A Sema também assume a responsabilidade de fiscalizar anualmente o cumprimento das condicionantes ambientais, as exigências feitas para a manutenção das licenças e a estabelecer uma parceria mais próxima com os municípios onde estão instaladas as indústrias. Além do pente-fino em busca de irregularidades e do monitoramento, o governo se compromete a só emitir novas licenças para as empresas que comprovarem a origem lícita do carvão.
A assinatura do documento foi feita por José Alberto da Silva Colares, secretário estadual do meio Ambiente, e Justiniano de Queiroz Netto, secretário estadual do Programa Municípios Verdes. Na prática, o apoio oficial deixa as siderúrgicas em uma situação desconfortável. Se não concordarem com o TAC proposto pelo MPF, os industriais correm enorme risco de cair na ilegalidade. Três grupos convocados pelo Ministério Público – Cosipar, Ibérica e Sidepar – têm até a próxima terça (14) para assinar.
Outras siderúrgicas, que se encontram fechadas, têm até o dia 21 – uma semana a mais. Se concordarem com os termos, receberão autorização para funcionar legalmente. Entre os compromissos que devem assumir, conforme o termo, está o de não adquirir carvão vegetal ou qualquer outra matéria-prima de origem florestal dos empreendimentos que estão na “lista suja”, cadastro do Ministério do Trabalho e Emprego e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República das empresas flagradas com trabalho escravo.
Caso semelhante – Frigoríficos
Com base em um rastreamento de cadeias produtivas realizado em parceria com o Ibama, o Ministério Público Federal do Pará iniciou duas dezenas de processos judiciais contra fazendas e frigoríficos, pedindo o pagamento de R$ 2,1 bilhões em indenizações pelos danos ambientais no final de maio de 2009. Dezenas de empresas que compraram subprodutos desses frigoríficos receberam notificações em que foram informadas que haviam adquirido insumos obtidos através do desmatamento ilegal da Amazônia. A partir da notificação, deveriam parar de comprar desses fazendeiros e frigoríficos ou passariam à condição de co-responsáveis pelos danos ambientais.
Apesar da chiadeira de produtores rurais e das bravatas de seus parlamentares ruralistas, o varejo respondeu à ação. Por exemplo, redes de supermercados, como Wal-Mart, Carrefour e Pão de Açúcar, acataram as recomendações, pressionando os frigoríficos. Em julho de 2009, esses frigoríficos acusados de colaborar para o desmatamento da Amazônia começaram a assinar termos de ajustamento de conduta com o Ministério Público Federal.
Os acordos previam a exigência dos fornecedores de uma moratória total do desmatamento, o reflorestamento de áreas degradadas e o licenciamento ambiental. Também a necessidade de informar a origem da carne aos consumidores e ao MPF, que verificaria a existência de trabalho escravo, crimes ambientais e grilagem entre os fornecedores. No termo de compromisso entre o governo e o Ministério Público Federal havia medidas como a implantação de cadastro informatizado de propriedades rurais e da Guia de Trânsito Animal Eletrônica.
Essas ações sobre a pecuária e o carvão vegetal são passos importantes no sentido de garantir que os produtos consumidos pelos brasileiros estejam livres de crimes sociais e ambientais em seu DNA. Entre os desafios pela frente, está a necessidade do governo federal implantar um sistema gratuito e transparente de rastreabilidade de produtos agropecuários e extrativistas para que o controle social contra desmatadores e escravagistas torne-se parte do cotidiano dos cidadãos.

Ou se adota controle rígido ao desmatamento ou a amazônia toda vira deserto dentro de 30 anos.
Estou ouvindo isso desde que era criança!!!
Que vai acabar, que vai virar deserto e atá agora nada!!!!
Mas paciência, tem gente que continua acreditando nisso!!!!
É só uma questão de tempo.
Talvez os seus netos também ouçam isso???
Não sei se já assistiu, mas esses documentários do Zeitgeist no endereço abaixo dão algumas respostas para perguntas não perguntadas
http://coisasmiudasegraudas.blogspot.com/2011/11/zeitgeist.html
Qual é a sua PROVA de que isso é um engano? porque as fotos de satálite em comparação provam que você está enganado. Você tem prova do contrário?
Ou se acaba com o desmatamento irresponsável ou veremos, dentro de 30 anos – todo o norte do país virar deserte.
Ou se acaba com o desmatamento irresponsável ou veremos, dentro de 30 anos – todo o norte do país virar deserto.
Sr.Antonio Aurélio;
O carvão em sua grande maioria é feito após o desmate. Dificilmente alguem derruba mata para fazer carvão. Boa parte do carvão é feito pelas sobras de serrarias. Pode também ser feito de galhos de árvores sem necessáriamente derrubá-las. Pode igualmente ser feito em raleio de mata, até coquinho de babaçu dá um carvão de excelente qualidade.
A Amazonia não vai virar deserto, essa conversa catastrofista já se esgotou há muito tempo.Assim como a história de que os solos da Amazonia são aproveitáveis sómente pela mata.
A Amazonia é composta de campos, mata e cerrado e não somente de mata e ocupa 60% de todo o território nacional. O grande medo sobretudo dos paises que financiam as ONGS que “lutam pela preservação da Amazonia” que não trabalham de graça, é de que o Brasil incorpore ao redor de 20% da Amazonia no processo de produção agrícola e pecuária e passe a ditar as regras mundiais sobre alimentos. Muitos brasileiros espertos se encostam nessas ONG para viver sem muito esforço e outros muitos são os chamados inocentes úteis que fazem a divulgação de graça das desinformações e dos objetivos estrangeiros, pensando estar fazendo grandes coisas pela humanidade, o que acredito ser o seu caso.Já reparou que tudo que pode levar o país ao primeiro mundo é sistemáticamente atacado pelos “politicamente corretos”,que descobriram como ganhar dinheiro com sua ideologia.
Então vocÊ está dizendo que a produção de gêneros agrícolas vai nos levar ao “primeiro mundo”?
Admirável a sua percepção, agora me mostre outros exemplos que se “desenvolveram” dessa forma.
É só o AGRONEGÓCIO para salvar o mundo? De preferência com produtos da Monsanto…
“Viver é lutar.” Gonçalves Dias
http://coisasmiudasegraudas.blogspot.com/2011/11/novo-codigo-florestal.html
Daniel e Cleyre: Para entrar no chamado primeiro mundo entre muitas coisas, há sim a questão agricola. Nova Zelandia e Australia são exemplos.Investiram pesado na agricultura e no agronegocio e essa atividade foi a mola propulsora para se chegar às outras e se tornar nações desenvolvidas.
Voces não conseguem perceber porque insistem em defender ideologias que não dão certo, obcecados por um pobrismo que beira a insanidade.
A garantia alimentar, com uma política agricola de resultados e não de achismos pode ser sim a alavanca principal para se atingir um grau maior de desenvolvimento.Hoje já se consegue segurar o superávit da balança comercial com os excedentes de safra do Brasil. Se incorporarmos apenas 10% da Amazonia, poderiamos sim ditar as regras na produção mundial de alimentos. Êsse é o medo das nações que não tem esse potencial e utilizam os nossos mal intencionados e também os INOCENTES UTEIS, bobões e desinformados para espalhar mentiras e supostas catastrofes desprovidoas de qualquer realidade.
Sr. Sífilis (interessante nome, vc escolheu pra esconder a sua identidade), o texto fala justamente que a maioria derruba a mata, sim. O Leonardo não escreve bobagens, então suponho que pelo seu pseudônimo, por suas idéias, e por ignorar totalmente o que o texto descreve, a sua pretensão seja exatamente disseminar algum tipo de bactéria infecciosa – ou idéias – como a que o seu nome sugere. Vc é da bancada ruralista?
Houve um pouco de exagero no finalzinho do último parágrafo do comentário, devido ao grau de agressividade dos adjetivos aplicados. Digo isso porque embaçou e enfraqueceu um comentário que poderia ter sido muito contributivo, caso a agressividade não o tivesse dado um tom tendencioso. Sendo assim, necessário se faz também o comentário econômico de que as exportações australianas, por exemplo, realmente contaram/contam com o setor primário; mas este não é o responsável-mor pelo desenvolvimento da referida nação. Até porque o referido setor é apenas um no universo do setor industrial que, atualmente, deve estar em torno de 25% do PIB de lá. Aliás, nos três últimos parágrafos de
http://blogdosakamoto.uol.com.br/2012/01/31/dilma-afirma-que-novo-codigo-florestal-nao-sera-perfeito/
algumas coisas foram colocadas a respeito.
Houve um pouco de exagero no finalzinho do último parágrafo do comentário, devido ao grau de agressividade dos adjetivos aplicados. Digo isso porque embaçou e enfraqueceu um comentário que poderia ter sido muito contributivo, caso a agressividade não o tivesse dado um tom tendencioso. Sendo assim, necessário se faz também o comentário econômico de que as exportações australianas, por exemplo, realmente contaram/contam com o setor primário; mas este não é o responsável-mor pelo desenvolvimento da referida nação. Até porque o referido setor é apenas um no universo do setor industrial que, atualmente, deve estar em torno de 25% do PIB de lá. Aliás, nos três últimos parágrafos de
http://blogdosakamoto.uol.com.br/2012/01/31/dilma-afirma-que-novo-codigo-florestal-nao-sera-perfeito/
algumas coisas foram colocadas a respeito.
Observação: desculpem-me a duplicidade, mas até o momento a primeira postagem está em moderação. Vide as horas.
Nos três últimos comentários.
O Brasil já tem seu primeiro preso politico desde o fim da ditadura!
Um bombeiro carioca foi preso depois que “escutas” telefonicas indicaram que ele e outros policiais tramavam uma greve como forma de obter apoio no congresso para a PEC que cria o piso nacional dos policiais!
Preso por lutar por seus direitos politicos de exigir melhor salário!
Tinha que ser com o PT governando!
O partido em que sempre votei ver go nho sa men te usando práticas da ditadura!
Preso político, essa é brincadeira!!!
Os dois pegos nas gravação, são bandidos fardados que estavam armando um monte de arruaças e vc vem defendê-los??
A amigo me desculpe mas esse seu discurso é patético!!!!!!
Inclusive um deles foi EXPULSO da polícia por má conduta, portanto boa gente ele não é!!!
Agora tudo nesse paías é preso político, é pseudo estudante na Usp, é pseudo policial bandido, agora virou moda classificá-los como presos políticos!!!
A isso é baboseira!!!
São CRIMINOSOS como qualquer outro, e como tal tem que ser punidos, simples assim!!!
Agora me diga, que moral vc tem para cobrar punições a políticos e mandatários, se vc quer abrir exceção para esses criminosos?? A lei não é igual para todos???
LUGAR DE BANDIDO É NA CADEIA !!!!
Independente de quem for!!!!
Lembra da Dilma explodindo cofres?
Bandida armada, ou lutando contra o arbitrio?
Não a condenaria e não os condeno, pois o povo está de costas para eles , numa indiferença pobre de espirito…..simples assim!
Discurso legalista é coisa pra Floriano Peixoto!
UDENISMO PURO!
Concordo com quase tudo, menos com essa história de preso político. Esse povo usa o direito de greve, que a polícia não tem e nem pode ter, para apoiar o vandalismo. O que é engraçado é que, quando algum cidadão destes que está escrevendo aqui, está no aeroporto partindo de férias ou para passar o Natal com a família e os funcionários deste aeroporto faz grave, é anarquista tem que prender etc…, aí se o comando da PM prende um cara que está tentando promover a desordem, é ditadura. Vamos entrar em um acordo ? É ditadura ou não ? Quando alguém definir me avise pra não perdermos tempo com essas colocações sem fundamento. Outra coisa, o que tem a ver a greve da PM da Bahia com o desmatamento da Amazônia ?????????
EU tenho coerencia, pois apoio todas as greves justas, mesmo da meganha que bate em trabalhador…….
Todos os cidadãos tem que ter direitos iguais!
O resto é besteira de quem ainda não viveu nada e tem medo de perder seu mundinho confortável!
Bom dia, o desmate não pode parar!
A verdade é essa!
E ninguém faz nada!
Tudo na teoria me parece correto, mas infelizmente na prática metade desses planos não vão acontecer…
uau… gosto de teoria! Elas são tão certinhas (aff, nem todas, é certo!)…
Morei no Pará e o que vi por lá foi a REGULAMENTAÇÃO de madeira ilegal… não sei como, mas os donos desse tipo de negócio conseguem comprar madeira ilegal, esquentar a nota fiscal como se fosse madeira de reflorestamento e vender para fazer carvão para a … para a Vale, por exemplo.
Lá tem tanta guseira que é difícil acreditar até na teoria exposta acima… E o perigo é quando fiscais do Ibama são mortos por denunciar as práticas ilegais, algumas vezes dos próprios colegas de trabalho.
http://coisasmiudasegraudas.blogspot.com/2011/11/novo-codigo-florestal.html#links
“Todos sabemos que a nossa época é profundamente bárbara, embora se trate de uma barbárie ligada ao máximo de civilização. (…) [Hoje] já não é admissível a um general vitorioso mandar fazer inscrições dizendo que construiu uma pirâmide com as cabeças dos inimigos mortos, ou que mandou cobrir as muralhas de Nínive com as suas peles escorchadas. Fazem-se coisas parecidas e até piores, mas elas não constituem motivo de celebração.” Antonio Candido
E o Sakamoto continua a sua cruzada contra o desenvolvimento!
Mal sabe ele que tudo que um país precisa pra o “progresso” chegar precisa de trabalho escravo, destruição dos recursos naturais e higienização das áreas que devem ser usadas na especulação imobiliária!
Você falhou, japonês!
Acho que o texto fala de desenvovimento sim, mas com responsabilidade. Pois desenvolvimento por meio da exploração do trabalho escravo deveria ser considerado um flagelo, não?
O japonês, muda esta foto ridícula que esta neste seu Blog. Êta Blog chato.
OI MANÉ!! SÓ NÃO PEDER SEU TEMPO ENTRANDO AQUI.
Olá! Caros Comentaristas! E, Sakamoto!
Não há discussão com relação a mudar gradativamente a matriz energética de suja para limpa! Isso é mais ou menos o que todos desejam!
A questão que fica é: Uma radical mudança não poderia desabastecer o País?
O carvão será utilizado por muitos anos mais.
As energias sujas serão necessárias por muitos anos mais.
A questão é: Até onde os controles sociais do politicamente, midiaticamente corretos serão sustentáveis para não desequilibrar o desenvolvimento do pais?
Se em nome do meio ambiente, restringirmos demais o pasto, apesar dos ganhos de produtividade em qualidade por metro e se restringirmos demais as utilidades referentes ao carvão e se bloquearmos o desenvolvimento siderúrgico, e outros fatores de maneira RÍGIDA, exagerada não estaremos inviabilizando a ENERGIA, exportações e entrada de recursos e a empregabilidade e empregos no país?
Natural que ajustes gradativos de redução das desigualdades se fazem necessários, entretanto, não estariam os ambientalistas inviabilizando até os serviços energéticos?
Questões para analisar!
OPINIÃO!
Olá,
Veja que a região amazônica tem uma tendência a substituir outras formas de energia por carvão vegetal, devido à abundância dessa fonte; e por causa do preço alto da energia.
A questão de o carvão vegetal ser fonte suja ou mais ou menos suja, não precisa ser discutida agora: O fato é que carvão vegetal não é uma fonte com que se possa contar para política de desenvolvimento local, porque impõe uma taxa de esgotamento do recurso muito superior a sua reposição.
Hidrelétricas são uma fonte melhor para a amazônia, ainda que cause danos circunscritos
Olá! Caros Comentaristas! E, Sakamoto!
Olá! Caro Renan, boa colocação e concordo inteiramente. Inclusive, apoio BELO MONTE e outras iniciativas desse tipo! Entretanto, dada nossa RIQUEZA natural diversificada e podemos dizer ÙNICA no Planeta, entendo que todas as fontes devem ser exploradas. Uma espécie de REDE INTEGRADA DE ENERGIAS diversificadas. Até como questão de segurança.
E o carvão é fonte das fontes importantes dentro desse processo! Daí sua opinião estar correta!
OPINIÃO!
Finalmente bateram na porta certa – as siderúrgicas. Ficava todo mundo atrás dos carvoeiros e faziam vista grossa para quem comprava – se existe oferta é porque existe demanda. O que salta aos olhos é a enorme e grave INCOMPETÊNCIA ou mesmo CONIVÊNCIA do governo do Pará com essa ladroagem. Que seus eleitores se lembrem disso.
O GOVERNO BRASILEIRO, TEM QUE PEGAR PESADO COM OS DESTRUIDORES DA FLORESTA.
Em tempo Dona Dilma:país rico,é país sem pobreza sim,mas principalmente,sem corrupção também,do contrário não haverá saída.
Muitos anos atras, atraves de pesquisas constataram o que as pessoas desejavam um carro, economico, facil para estacionar (portanto pequeno), barato…entao desenvolveram o carro e… ENCALHOU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Pessoas sao complexas, falam os que os outros devem fazer, como fazer, mas nao sabem começar por si mesmas…
Eu pensei que isso era coisa da Ana Júlia! imagine vc!!!!
Leonardo Sakamoto,
você ja ouviu falar no blog do Barata, do jornalista Augusto Barata? ele tem um blog que denuncia a corrupçao e os deslizes constantes do governo do Estado em relação à falta de governança. sugiro que dê uma olhada. novoblogdobarata.blogspot.com
Um abraço.
O que choca é uma propaganda que incentiva um casal ir para cama na primeira vez que se encontram !!!!! Nem se conhecem e acabam transando …..
Quer dizer que para “virar” primeiro mundo podemos qualquer coisa?
É esse o pensamento?
Nenhum país “vira” primeiro mundo desmatando, escravizando, superexplorando.
Primeiro mundo é educação para todos, ambientalismo, boa alimentação, garantia da sáude e não indústria da doença, cidadania e muito mais…
Principalmente: eleições sem propaganda paga por elite empresarial.
Primeiro mundo não é um bando de esfomeados enriquecendo as empresas do país para garantir um lugar no ranking mundial de economia.
Isso não seria a China, que tanta gente aqui despreza? Contraditório.