Blog do Sakamoto

Usa CD pirata? A culpa pelas desgraças do mundo é sua

Leonardo Sakamoto

O Brasil apreendeu 1,6 milhão de CDs piratas em 2010, segundo balanço da Associação Brasileira das Empresas de Software em conjunto com Entertainment Software Association divulgados pelo Uol e a Folha.com nesta segunda. Isso representa um crescimento de 42% em relação ao ano anterior. Foram 730 operações em centros comerciais para combater esses artigos – 10% a mais que em 2009. A matéria aponta que a consultoria IDC afirma que a indústria de softwares e serviços pode incorporar cerca de R$ 7 bi nos próximos quatro anos, se reduzir em dez pontos percentuais o índice de pirataria no mercado local – 74% dessa renda iria para a economia nacional, gerando 12 mil novos empregos.

Trago aqui um debate que publiquei anteriormente neste espaço, mas que acho bastante pertinente. De tanto ouvir e ver propagandas em rádios, TVs e cinemas que fazem o consumidor sentir-se um pedaço de lixo, financiador do tráfico de drogas, responsável pelo desemprego e pela fome no mundo, por não se atentar à origem dos CDs e DVDs que compra, creio que se faz necessária uma pergunta: empresas de software, gravadoras e a indústria do entretenimento em geral aplicam o mesmo terror em suas relações comerciais?

Inexiste, por parte de muitas delas, uma política para evitar a compra de equipamentos eletrônicos (utilizados na criação de programas, gravação de músicas, filmagens de películas) que contêm crimes contra a humanidade e o meio ambiente em seu processo de fabricação. As únicas restrições que impõem são: que o produto tenha preço baixo e a qualidade técnica desejada. Enquanto isso, a indústria de aparelhos eletrônicos consome proporções cada vez maiores de minérios preciosos e raros encravados pelo mundo. Muitos desses metais são extraídos em minas de países pobres nas quais trabalhadores, crianças e adultos, enfrentam condições aterradoras. Ou comunidades são removidas para dar mais espaço para a mineração. Fora a contaminação da água e a poluição do solo.

Alguns vão dizer que é ilegal baixar músicas e copiar DVDs, mas comprar de quem escraviza e desmata para a produção de matéria-prima não? A resposta sobre o porquê de o mundo ser assim reside no fato de que, historicamente, as leis criadas para proteger a propriedade e o lucro são mais severas e efetivas do que as que foram implantadas para defender a vida e a dignidade.

Se a indústria da informação e do entretenimento não podem comprovar para o consumidor comum de que o seu processo de produção é social e ambientalmente responsável, como é que eles vão exigir responsabilidade de nós?

E isso não significa doar computadores para orfanatos, informatizar ONGs ou ser simpático ao distribuir softwares gratuitos a instituições de ensino (há várias formas de viciar uma criança, sabia? – mas isso é assunto para outro texto). Também não basta recolher o lixo digital produzido pela obsolescência programada das máquinas desse admirável mundo novo. É preciso mais, muito mais. Deveria-se chegar ao ponto de discutir o consumismo tresloucado da era digital e aonde vamos todos com esse culto ao gadget (do qual, não nego, sou participante ativo).

A provocação não é uma apologia à pirataria, mas sim um chamado à responsabilidade. Coisa que anda em falta nos dias de hoje.

  1. Usa CD pirata? A culpa pelas desgraças do mundo é sua | Livros e afins

    30/11/2011 12:50:42

    [...] Usa CD pirata? A culpa pelas desgraças do mundo é sua – Se a indústria da informação e do entretenimento não podem comprovar para o consumidor comum de que o seu processo de produção é social e ambientalmente responsável, como é que eles vão exigir responsabilidade de nós? Postado em Notas. Compartilhe Tweet [...]

  2. MARINA

    27/01/2011 15:50:27

    compartilhado no fb, achei fantástica a crítica em um mundo onde quem critica, geralmente, levanta a bandeira e depois não sabe o que fazer com ela. Tks!

  3. Leonardo

    18/01/2011 10:00:08

    Eu não consigo entender essa justificativa de que o filme é caro para se comprar, e por isso é que existe a pirataria.Um filme custa em média R$100,00, e sempre foi assim, por isso que existem (por pouco tempo) as video-locadoras, a uns 15 anos a traz não existia camelô na rua vendendo filme pirata, e quando alguém queria ver um filme iria ao cinema ou alugava. Hoje não pode comprar o filme original porque é caro. Não tem condições de compra-lo agora? Assista em um bom cinema, alugue em sua locadora favorita ou espere o valor baixar e ai sim compre-o.

  4. Maracajá

    15/01/2011 17:27:08

    Estou fora dessa discussão. Baixo tudo pela internet.

  5. joselitus_maximus

    14/01/2011 17:07:28

    "Ou usou um notebook que possui um chip fabricado a partir da columbita-tantalita, matéria prima rara encontrada na rep. do Congo e cujas jazidas são alvos de conflitos internos que acentuam as matanças étnicas entre tutsis e hutus?Cadê a sua responsabilidade?"A caixa de comments deste blog aceita telepatia?Está acusando a si mesmo e a todos os outros que frequentam este blog (ou que não, mas usam um computador).Depois dizem que o Sakamoto que é um chato que tenta por a culpa em todo mundo.E nem se preocupou em dizer o que achou ruim no post do Sakamoto, é contra ou a favor de prender pessoas que usam Windows pirata afinal de contas?

  6. Kamilla

    14/01/2011 16:25:36

    Já que você citou, aproveito pra deixar a dica desse excelente doc sobre obsolescência programada. De Joan Úbeda y Cosima Dannoritzer "Comprar, tirar, comprar".http://www.rtve.es/mediateca/videos/20110109/comprar-tirar-comprar/983391.shtml

  7. André

    13/01/2011 16:46:30

    Tenho certeza que já mencionaram isso, então eu reforço: querem acabar com a pirataria? o governo que reduza a hipocrisia junto com os impostos.

  8. Hélio

    13/01/2011 13:43:59

    Acho que esse foi o comentário mais Hipócrita que eu vi até agora."Quem compra produto pirata está usando o mesmo CD e o mesmo computador que o que compra legítimo, a diferença é que o que compra pirata está reduzindo ainda mais o salário do “trabalhador explorado”."Salário? Ri demais"...comunista (?) ganham pouco e trabalham 12 horas por dia, mas em geral trata-se (creio) de trabalho voluntário."Trabalho Voluntário? HAHAHSAHSUAHSUAHSUASHAUHSAUSH EU RI MUITO.Hipocrisia fail man, se mata

  9. Hélio

    13/01/2011 13:27:50

    Parabéns, realmente pareceu que você sabia do que estava falando.Releia o texto, e tente entende-lo.

  10. Shirlley

    13/01/2011 11:51:55

    Sempre entro no UOL para pincelar notícias que prestam e nunca tinha parado para ler você. Parabéns pelo seu senso crítico! Gostei muito do jeito que escreve.

  11. sebastiao neto

    12/01/2011 22:42:01

    o tópico vem com o texto mais boçal e idiota sobre a defesa da pirataria que já li. Como se os pirateiros não utilizassem os mesmos métodos. E pirateiro vai comprar seu CD virgem só de empresas com ISO14000 e mantem os ambientes limpos, arejados e seus empregados bem remunerados e com carteira assinada? As grandes empresas consomem recursos naturais? claro. mas pagam por isso. São fiscalizadas e caso saiam da linha são punidas. Se não são, a responsabilidade não é delas, é da fiscalização mal-feita. Mais específicamente, do governo chinês (vem tudo de lá mesmo).E sobre leis pra proteger o capital serem mais severas do que as que protegem a vida então me diga então: a pena pra quem rouba é mais severa que a pena pra quem mata? Só o que tem é pena alternativa pros crimes leves (e a maioria deles são justamente os crimes contra o capital) enquanto crimes contra a vida são quase todos hediondos. Era o toque marxista do tipo "capitalismo feio, sujo e malvado" pro texto ecoxiíta que tava faltando. O pior é que você tenta justificar a pirataria (mesmo que diga o contrário) atacando a industria em coisas que simplesmente não tem nada a ver com ela. Se você pregasse algo do tipo "não usem eletrônicos, nem originais, nem piratas. O meio-ambiente agradece" aí sim teria mais coerência. E mais uma justificativa infâme pra juntar com todas as outras.Sakamoto, antes de DAR aulas na PUC, acho que voce deveria TER aulas de lógica.

  12. rodolfo

    12/01/2011 19:23:58

    O Sakabosta, me diz uma coisa.Você digitou esse seu postzinho ridiculo, digno de um menino punheteiro de 14 anos que chora ao ver diários de motocicleta, por telepatia, foi? Ou usou um notebook que possui um chip fabricado a partir da columbita-tantalita, matéria prima rara encontrada na rep. do Congo e cujas jazidas são alvos de conflitos internos que acentuam as matanças étnicas entre tutsis e hutus? Cadê a sua responsabilidade?

  13. Hans Lauxen

    12/01/2011 17:56:20

    Oh Luiz Roberto: Não de trela ao FDP que ele toma conta do blog e chateia todo mundo além de não acrescentar nada.É um chato na quinta potencia vezes tres e vc. é um homem culto, ao não responder a esse mala vc. estará poupando todo blog dessa mumia paralítica.

  14. maisvalia

    12/01/2011 10:37:02

    Perfeito Juca Bala!

  15. Luiz Roberto O. Pereira

    12/01/2011 07:49:51

    Sr. FDA,Não estou negando a ninguém o direito de usar pseudônimos, apelidos ou siglas. Estou afirmando que eu não faço uso de tal recurso.É uma opção pessoal, pois eu penso que, sendo público o debate, seria melhor que todos os participantes se apresentassem in totum e o nome é parte da identidade pública de cada um.Seria um autoritarismo meu exigir dos outros que seguissem minha opção e renunciassem ao uso de seus pseudônimos.Quanto ao sucesso ou exposição publica, é evidente que participar dos debates traz a todos um certo grau de exposição pública, é inerente ao fato de entrar no debate.O que eu quis dizer e talvez o tenha feito de forma demasiado sintética, é que minhas participações não se dirigem a isso, vejo a exposição pública como um evento secundário, um efeito colateral, se posso usar essa denominação, para o fato de estar debatendo.Sucesso é algo muito complexo e também muito difícil, porque é formado por um conjunto enorme de fatores e o entendimento do que é sucesso para mim, pode ser muito diverso do que seria para o senhor.Aliás, vai aqui uma breve digressão: Complexidade e dificuldade não são a mesma coisa e às vezes as pessoas confundem isso.A respeito de vivermos em uma sociedade de exposição pública, concordo inteiramente, é algo facilmente demonstrável. Thomas Wood Jr. tem excelentes artigos a respeito do tema e caso não os conheça, recomendo que os leia.Também não estou propondo a criação de um ambiente virtual monista, ou diria mais, monocrático e monolítico. Sei que isso é impossível, o ambiente virtual é tratado, conduzido, frequentado e manipulado por pessoas do mundo real e seria ilusório supor que elas seriam transfiguradas e alteradas em sua constituição moral e intelectual, porque estão no ambiente virtual.O que estou propondo e creio que isso não é uma quimera, é bem simples e objetivo: Focar nos temas a serem debatidos e tentar ao menos um mínimo de renúncia à expressão de ideologias particulares. Tratar o problema, propor alternativas para sua solução, sem transformar isso em uma luta ideológica.O problema é infenso às ideologias de cada um. Ele continua sendo um problema, enquanto as pessoas sacodem sobre ele suas bandeiras partidárias.É só isso, se me fiz entender.

  16. Felipe Leão

    12/01/2011 07:36:00

    Esta tirinha está meio defasada no tempo e no contexto!Em tempos de internet, youtube e itunes, o CD (aquele oficial da gravadora) vai se tornando pela de museu.Até os músicos começaram a perceber que quem realmente lucrava (e bem)eram com as gravadoras...Até o Mettalica (aquela que abriu o primeiro pocesso contra o Napster), hoje já admite que o CD (e agora a internet) são apenas meios de divulgação para vender shows (este sim o grande filão que realmente dá lucro ao artista).Toda esta propaganda hipócrita das grandes gravadoras é o último suspiro de uma industria ultrapassada pela tecnoligia...

  17. Jose Paulo Remor

    12/01/2011 07:30:30

    Legal o texto. (na verdade shooow!)Também vale lembrar da origem dos AVIs, dos MP3s...isso tudo se deu em fundo de quintal. Os algoritmos altamente desenvolvidos e úteis inclusive no meio industrial (mas so depois de popularizar) nasceram de entusiastas dentro de suas próprias casas e se espalharam pelo meio democrático internet. Se não fosse a internet no seu conceito mais básico de democracia e os entusiastas "nerds", ainda estariamos vendo filmes em fitas cassete.Muito me preocupa falar em regulação de internet por isso. Dar o poder de controle e monitoramento de fluxo de dados ao governo é entregar o ouro na industria manipuladora do alto volume. Ninguem sabe o quanto esse governo tem influencia dos donos dessas empresas, ninguem sabe quanto terá no futuro, e nem quanto teve no passado. Liberdade de internet é uma questão de independencia permanente. Que os crimes sejam combatidos pela polícia e pela justiça comum.Entregue ao mundo da pirataria, o mp3 vai para a industria e passa a fazer parte de mídias como a web os quais agora pode transmitir som facilmente. Mesma coisa com os AVIs. Hoje qual o aparelho de DVD q não toca AVI?Lembro da época que a banda Offspring apoiou o napster (inclusive vendendo camisetas no site) dizendo que ele não pesava na divulgação da banda, pelo contrário, os show viviam lotados. Apostaram que se o próximo CD deles não tivesse um certo numero de vendas (inclusive maior que o anterior), eles parariam de tocar. Que bom que estão ai até hoje. Mesmo com o apoio o napster caiu judicialmente.

  18. Márcia Valéria

    12/01/2011 06:34:43

    FDA,O nome, sobrenome, pseudo nome é o que menos importa. Estamos lidando aqui com as palavras e suas nuances, bem como seus significados aparentes e subretícios, donde observamos os propósitos e interesses de cada um junto ao contexto observado pelo autor ou pelos leitores/comentaristas.Sabes tão bem quanto eu que quem acompanha o blog conhece quem é quem por aqui, e o que as palavras não revelam da 'alma' de cada um e principalmente do autor? Pois é na essência do conjunto daquilo que não se expõe de forma direta que temos uma idéia do valor de cada uma aqui. Mas, claro que aqui é apenas a ponta de um Iceberg, pois somos mais que as palavras, mais que os textos, mais que 2500 caracteres e muito mais do que nos propomos.Um abraço.

  19. FDA

    12/01/2011 03:19:18

    Cara Marcia Valeria e Luiz Roberto de O. Pereira,Marcia, seu comentário é de um grande bom senso: nada a acrescentar sinão duas observações:(1)A Sociedade brasileira se define constitucionalmente como “Sociedade Pluralista”. Seu comentário dá uma boa abordagem do problema e das problemáticas socioculturais e ideológicos que “Isso” implica. A questão é então de saber por que então a sociedade virtual seria monista incarnando um interesse único?(2)Compreendo a colocação do Luiz Roberto de O. Pereira de afirmar que “não busco sucesso ou exposição pública” o que falta o comentarista demonstrar que ele mesmo e outros estejam a “procura” de um “sucesso” ou não. Que Luis queira ou não vivemos em uma sociedade de exposição pública. A prova é que aqui na França, sei que existe um Luis Roberto que escreve no Blog do Sakamoto. Não ouso nem imaginar ao nível nacional. Se o Luis Roberto tem todo o direito de afirmar sua opção pessoal reconhecido pelo código civil brasileiro: “sou suficientemente firme para entrar no blog com meu verdadeiro nome, de forma límpida e transparente”.A questão é de saber por que ele não concede esse mesmo direito aos outros comentaristas?De fato, o código civil brasileiro reconhece o direito a uma pessoa de usar um pseudônimo. E isso não tem nada há ver com ocultíssimo “sem ocultar-em em pseudônimos, apelidos ou siglas”. É um direito individual como é um direito individual a liberdade de pensamento e de expressa-los.Portanto, seja bem-vindo Luiz Roberto de O. Pereira! Saiba entretanto que o mesmo direito que tenta organizar a vida social pluralista real teriam a mesma validade para o mundo virtual.

  20. cesar pope

    11/01/2011 23:54:14

    Oi Sakamoto. Parabens pelos teus artigos. Vou postar todos que achar relevante, posso? Sou musico, radialista e agente cultural de São Jose dos Campos alem de guerrilheiro ecosociocultural. Valeu mesmo, siga assim com a critica saudavel e interessante. Obrigado. Se quiser passar por minha cidade algum dia, podemos organizar algum evento musicocibernetico cultural. Valeu.

  21. Juca Bala

    11/01/2011 23:25:19

    A culpa é o do Serra, do Kassab, do Alckmin, dos EUA, do Bush, de Israel, do capitalismo, do PSDB e do DEM. Chame os prefeitos paulistas de Mauá, São Bernardo e Guarulhos. Eles têm a solução. Para o inteletual esquerdista de cavanhaque não choveu nestas cidades, não morreu gente nestas cidades e seus prefeitos petistas são mais eficientes que a mãe do povo. Um doutor que remunerado bajula e lambe as botas do lulo-petismo. A preocupação com "problemas sociais do brasileiros" se manifesta onde existem adversários do lulo-petismo. Naqueles estados onde "brasileiros com problemas sociais" morreram soterrados ou afogados durante últimos 8 anos, o doutor fica mudinho.

  22. Juca Bala

    11/01/2011 23:06:18

    "A provocação não é uma apologia à pirataria, mas sim um chamado à responsabilidade." Ah tá, ainda bem. Sempre um bom motivo (ecológico, moral ou político) para desrespeitar as leis, tudo claro para o bem comum e sempre contra a civilização bruguesa-judaico-cristã-ocidental-ianque. Se não encontrarmos respostas melhores a culpa será do Bush, ou do EUA, ou de Israel, ou do capitalismo ou do Serra, ou de FHC, ou do DEM, ou do PSDB. Alguns destes será o culpado.

  23. Ligeiro

    11/01/2011 22:43:37

    Tem. Uma coisa é se defender, outra é sequestrar outra pessoa. Dois errados não fazem um certo.

  24. maisvalia

    11/01/2011 20:40:06

    A Nova Gramática (em dilmês)À maneira dos twiteiros, aí vão mais algumas contribuições para a gramática imposta pela "presidenta":* Dizem que Drummond é o poeto predileto da presidenta.* A presidenta foi ao dentisto.* O sobrinho da presidenta é um atleto.* A presidenta abrirá concurso para garias no Distrito Federal.

  25. Andre Silva

    11/01/2011 19:36:55

    O Importante é alguém ter lido...

  26. Claudio

    11/01/2011 19:02:51

    Excelente! Tirou as palavras da minha boca!

  27. Claudio

    11/01/2011 18:45:26

    Errado!!! É exatamente o contrário. O consumo desenfreado levará a uma falência mundial. Os economistas já viram que o antigo modelo, onde a matéria prima (meio ambiente) vale menos do que o produto acabado, ou seja, extraímos e transformamos para vender mais caro e enriquecer, está equivocado. Hoje sabemos que o meio ambiente tem um valor maior do que um produto industrializado. Sendo assim, ao minerar e destruir tudo, a humanidade está empobrecendo..... Dentro de algumas décadas o sistema que explora o ambiente e transforma tudo em produtos irá quebrar totalmente.

  28. roberto

    11/01/2011 18:13:41

    gostei dos comentários sobre os comentários. não tinha pensado neles dessa forma, como uma questão de vaidades.após algumas discussões sem sentido, me surgiu que não responder a comentários agressivos de outros seria uma forma de fugir a esse problema.porém, talvez pensando melhor ou por outra visão da questão, vale a pena responder, como uma forma de aprender a defender seus pontos. é uma forma de aprender a debater. alias, o debate deveria ser incentivado mais nas escolas assim como vemos em programas americanos.sempre será melhor que o assunto seja o tema do post, mas se debandar para outro lado, como algumas vezes acontece, voce tem opção de continuar ou não.é uma forma também de aprender a não ser tão passivo (no meu caso).

  29. Renan

    11/01/2011 18:13:40

    A pirataria é a grande força da Microsoft, da Apple, da Adobe e de outras grandes empresas de software. Efetivamente, ela é um marketing gratuito, e uma forma bem eficaz de desmotivar a busca de alternativas livres - tudo que essas empresas querem. A velha e EXTREMAMENTE efetiva tática do "dê a droga de graça e crie o viciado", coisa que essas empresas não vão mudar!E das gravadoras também: o que seria das bandas industrializadas da atualidade, se não fosse pelo aspecto quase viral que a pirataria fornece à música deles (uma pessoa baixa, passa a faixa para todos seus amigos, etc...)?Pirataria pode ser errado, mas não adianta tomarmos as dores das empresas para nós: elas estão rindo da paranoia. E não vai ser punindo que o problema vai ser resolvido, mas sim dando condições para que ele não aconteça. Uma boa opção é começar por cima, com a adoção maciça e sistemática do software livre e das licenças de copyleft nos órgãos públicos (passando pelas escolas públicas, universidades federais etc...).Um post do meu blog que justamente descreve esse marketing gratuito chamado pirataria: http://renanbirck.blogspot.com/2011/01/mindshare-pirataria-como-forma-de.html

  30. Luiz Roberto de O. Pereira

    11/01/2011 17:57:12

    Sra. Márcia Valéria,Agradeço pelas partes de seu comentário que me trazem elogios, que credito à sua boa educação.Devo dizer-lhe que eu pretendo me inscrever no grupo dos que têm "sinceros propósitos em descobrir significados do problemático viver e conviver humanos".Por isso frequento esse blog, embora muitas vezes me sinta um pouco acuado pelo fragor dos brados insensatos, pela algaravia dos pedantes, pela birra irredutível dos fanáticos de todas as cores que arreganham dentes à simples menção de que seu modo de agir e pensar, mais prejudica do que ajuda na discussão.Mas pretendo continuar.Continuarei mantendo minha postura de debater os temas e me policiar também para não cair na tentação da vaidade, pois como disse o personagem do Diabo na última cena do filme "O Advogado do Diabo":- "A vaidade é o pecado de que mais gosto".Não busco sucesso ou exposição pública e sou suficientemente firme para entrar no blog com meu verdadeiro nome, de forma límpida e transparente, sem ocultar-em em pseudônimos, apelidos ou siglas.Não tenho medo de me molhar, se puder aprender alguma coisa sob a chuva.Abraços.

  31. Luiz Roberto de O. Pereira

    11/01/2011 17:18:31

    Sr. FDA,A denúncia não criará obviamente uma nova forma de produzir. Eu não disse isso, em momento algum.A denúncia tem três propósitos:1) Conscientizar aqueles que ignoram fatos;2) Constranger aqueles que praticam os fatos denunciados;3) Provocar agentes públicos e privados para que tomem ações corretivas.Sou professor universitário e coincidentemente, ministro a disciplina de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos. Então, acredito que tenho autoridade para falar desse assunto, pois eu o estudo diuturnamente.É possível sim, produzir de forma sustentável e socialmente responsável, posso afiançar-lhe que é viável fazê-lo para quase tudo o que o senhor, eu e quase todo mundo consome.A questão é quanto a sociedade está disposta a se empenhar nisso, porque há um custo e isso independe de sermos capitalistas ou socialistas.Há um custo e ele não tem somente a vertente econômico-financeira, é bem mais complexo do que isso e valeria um bom par de aulas para explicar isso, mas o blog não é o melhor espaço para dar aulas, o Sr. há de concordar, certamente.O direito de propriedade não se constitui por si mesmo, é preciso que exista a propriedade em si, seja ela intelectual ou baseada na posse de um patrimônio. Aliás, é preciso abstrair um pouco mais, pois é necessário que haja aceitação social da propriedade como fato econômico e jurídico. Mas isso também valeria outro par de aulas, não é mesmo?Lido diariamente com o problema do direito à propriedade intelectual, creio que o Sr. não ignora o problema do plágio e como professor-orientador, isso é particularmente doloroso e difícil, pois é muitas vezes uma luta solitária contra interesses de toda ordem, que buscam fraudar a propriedade intelectual.Estou propondo uma discussão diferente para a questão do direito de propriedade aqui, não baseado em um questionamento ideológico que eu entendo já superado, mas procurando identificar como o direito de propriedade é estabelecido em cada caso.Então, se tenho um guarda-chuva feito na China, devo me preocupar apenas com a questão de tê-lo comprado em loja, com NF e tudo e assim ficar em paz com minha consciência, ou devo me preocupar com o processo de criação de meu direito de possuir esse guarda-chuva?Se aceito a segunda hipótese, posso em tese descobrir que meu guarda-chuva custou uma parte da infância de um menino chinês, enfiado 18 horas por dia em uma fábrica obscura.E descobrir que ele foi produzido de forma não-ética. É isso.

  32. Márcia Valéria

    11/01/2011 16:33:11

    Olá Senhor Luiz RobertoMuito digno seus comentários senhor, mas interessante observar que a forma como nos conduzimos aqui no blog, cada um com a sua disputa pessoal de vida e como se perdem em suas perspectivas de melhoramento está sempre acompanhada disto que vc chama “digressões labirínticas”, caminhos tomados por cada um de nós, segundo uma perspectiva pessoal mesclada a uma visão ideológica ou ‘ideologizante’ de mundo.Ainda não me dei conta se tu és ou não leitor assíduo da seção comentários daqui, pois me parece que não percebe, ante a problemática de nosso dia a dia do viver que o mundo que chamamos ‘mundo real’ é quase surreal, como este aqui no blog. As pessoas ‘lá fora’ não são arrogantes e cheias de si como aqui dentro? O mundo ‘real’ é menos perverso, menos vaidoso, menos prolixo? Talvez a perversidade ou excesso de vaidade possa ser de alguma forma atenuada pela exposição de cada um ante uma presença identificada, mas sempre as discussões e embates sociopolíticos descambam para o que chamamos a fundo de DISPUTA DE VAIDADES PESSOAIS mesmo. O cerne de cada debate, se perde aqui, como ‘lá fora’...Quantos embates políticos que assistimos nas Câmaras de nossos representantes políticos vão saindo pela tangente dos interesses dos mais perdidos? Numa das escolas que trabalho, participo de debates com professores sobre racismo e tudo, mas tudo é desculpa para reafirmar sua ‘inexistência’ e o debate geralmente termina com colocações do tipo – Vamos enfocar no tema da igualdade, buscando fotos, textos, experiências que reafirmem esta igualdade entre as raças e etnias brasileiras...(é possível tratarmos sobre a problemática do racismo sem tratar da desigualdade, do preconceito, como ele se revela no cotidiano social?)Assim senhor Luiz, sempre se conduz a discussão para aquilo que não se quer ver, algumas participantes daqui se empenham ferrenhamente neste aspecto da coisa, de forma proposital e ordenada, para conduzir o assunto naquilo que não interessa que se discuta – BUSCAR SAÍDAS.Em sua pergunta inocente “Por que algumas pessoas que freqüentam este blog estão tão empenhadas em desqualificar os outros...” não podes imaginar que no mando dos interesses financeiros e mercadológicos nacionais e internacionais das indústrias do ramo da alta tecnologia e nanotecnologia com todo o seu aparato político e lobista e o reflexo destas e outras ações se operam restritamente em suas áreas de interesses, não? Pensa que ações historicamente conduzidas pelas técnicas de colonização e recolonização não se desdobraram nas relações humanas de maneira geral? AGIR SEGUNDO DETERMINADOS INTERESSES EM DETRIMENTOS DE OUTROS ou DA MAIORIA?Pois é senhor, aqui é o refeitório, onde os pratos quentes da vaidade, dos interesses, da desqualificação, do sofisma, do dilema inútil fabricados por estas e outras indústrias são servidos a vontade no desdobrar das correntes lançadas por aqueles que verdadeiramente nos governam – Os nossos verdadeiros soberanos – OS PAÍSES E GRUPOS COLONIZADORES.Não é uma simples pergunta “... não dá para pavonear-se menos...?” é que cada um por aqui vai começar a achar que deve mudar sua própria arrogância, não?Mas sim o enfrentamento bem disposto e firme daqueles que resolutamente têm sinceros propósitos em descobrir significados do problemático viver e conviver humanos e sua nuances que se desdobram nas complexas e interdependentes relações de produção e comercialização de interesses.Tudo de bom.

  33. André Cintra de Souza

    11/01/2011 16:20:59

    Vocês acham normal uma pessoa ganhar milhões por ano e não fazer algo tão simples como assinar carteira de uma pessoa que trabalha 8 horas por dia?!É claro que isso não se compara a qualquer tipo de escravidão, mas se nem o básico é feito por uma empresa que comporta este tipo de blog, imagino mesmo o resto como seja.Um tipo de exploração pior não exclui os outros tipos de exploração. Deixar de assinar carteira é ilegal, e é crime. Não quero imaginar quanto que o UOL ganha deixando de pagar direitos aos trabalhadores e ao Estado.

  34. marilu

    11/01/2011 14:24:33

    Luiz Roberto, muito bem colocado, é muito constrangedor mesmo, as pessoas ficarem aqui trocando suas "farpas" particulares, enquanto os debates, as idéias ficam menores diante de tanta vaidade! eu acredito que sempre posso aprender com tantas pessoas questionativas (não sei se existe essa palavra), desde que elas questionem sobre o tema do blog que é do Sakamoto e nem meu, nem de outros.

  35. Luiz Roberto de O. Pereira

    11/01/2011 13:34:57

    Uma pequena pergunta:Por que algumas pessoas que frequentam esse blog estão tão empenhadas em desqualificar os outros e não em discutir realmente os temas colocados pelo jornalista?Vejo pessoas envolvidas em verdadeiras "jihads" intelectuais, ancoradas em ideologias há muito superadas e essas pessoas engalfinham-se em uma luta virtual e virulenta, adjetivando de forma depreciativa os outros frequentadores, quando deveriam defender suas linhas de argumentação de forma consistente e lógica.Todo post que é colocado no blog serve como desculpa para esse enfrentamento e no final das contas, perde-se o fio da meada, a discussão envereda por digressões labirínticas e bizantinas e pouca luz é lançada sobre os problemas.Será que não dá para pavonear-se menos, arrastar com menos ruído as respectivas erudições e simplesmente debruçar-se de forma isenta sobre os temas?Quem muito sabe, pode ensinar aos outros sem arrogância e sem imposição de sua ideologia particular.Não preciso arrastar para o debate meu conhecimento da língua francesa, nem do latim ou do grego, do espanhol ou do italiano, se não for para esclarecer alguma questão.Meu conhecimento teológico estará disponível quando for necessário ao debate, não preciso expô-lo todo o tempo, tampouco o que sei de filosofia ou teoria geral do Estado.Às vezes, uma questão poderá ser melhor tratada se a abordarmos com simplicidade franciscana, enquanto o aparato de um discurso barroco apenas trará ao debate um peso que lhe seria dispensável.Ser simples e sensato pode exigir que renunciemos à exposição vaidosa de nós mesmos, mas podemos ter a recompensa de contribuir para trazer luz a um tema importante para todos.Abraços.

  36. Juliano F

    11/01/2011 13:04:16

    O que mais me irrita e ler comentários a favor da pirataria, como se a mesma fosse feita por pessoas miseráveis, sem chance alguma. Vejo que muitos esquecem que as pessoas que produzem tais produtos não pagam porcaria nenhuma de impostos, nem IR, nem FGTS ou INSS, mas tem os mesmos direitos que os outros. Não defendo o preço abusivo das gravadoras, mas o próprio mercado daria conta de baixar estes preços. Agora, a pirataria afeta a livre concorrência e favorece espertalhões sonegadores, além de criar uma massa trabalhadora sem direitos alguns.

  37. Luiz-PR

    11/01/2011 11:55:47

    Vc. acha isso falso moralismo? peninha,,,,,,

  38. Hans Lauxen

    11/01/2011 11:53:16

    Aha! O uol escravisando coitadas mulheres, hein Sakamoto! Imediatamente chamem o MT, a TV, os barbudinhos fiscais, 30 rádios , 50 jornais e iniciem o escandalo.Falta ainda algum deputado do PT oh não, agora do Psol para acompanhar a libertação. Deve estar sentada em uma cadeira que não oferece condições de conforto, o ar condicionado deve estar infectado, o piso da sala tem rugosidades e a água que está tomando com risco de contaminação com cloriformes fecais, além do computador estar causando problemas visuais.Não deixem barato!

  39. FDA

    11/01/2011 11:36:47

    Pobre Eduardo Azevêdo! Mais uma vitima desse maldoso FDA...Oh, FDA miserável, por que não desapareces, desgraçado....Fica ai terrorizando essas criancinhas com comentários babacas, insanos...Ah se tivesse uma arma visual, já teria exterminado esse desgraçado FDA!!Por quê esse desgraçado de FDA, não Desaparece....Vamos fazer uma petição para exterminar esse miserável do Blog do Sakamoto..Morre vitualmente miseràvel.........

  40. Ciro Lauschner

    11/01/2011 11:36:04

    Obrigado Marilu, também estou na espera do teu amor, tudo pro Saka e nada pra mim?

  41. Will

    11/01/2011 10:26:19

    Ele não entende de nada, é filósofo de "orelha de livro". Só sabe relativizar e fazer perguntas cretinas. Se incomodou tanto com o Eduardo Azevêdo e acabou expulsando o rapaz daqui - ele "se via" nas "dúvidas" do Azevedo; ele é que deveria ter ido embora, essa mala sem alça.

  42. Mr X

    11/01/2011 10:23:19

    Trabalho escravo! Que horror! Chamem o Super Sakamoto. E Liberdade à Xismnânia do Sul!

  43. André Cintra de Souza

    11/01/2011 09:57:25

    Eu tenho uma colega que trabalha no UOL e não tem carteira assinada. No UOL.

  44. FDA

    11/01/2011 09:57:20

    Caro Luiz Roberto de Oliveira Pereira,Gostei da sua colocação e de seu comentário. Concordo em parte com vc:“Será que não chegou o tempo de abandonarmos tais práticas e tentarmos formas novas de produzir, que respeitem tanto o direito de propriedade, quanto o direito de não ser explorado, de não ser enganado, de não ter a água que bebemos contaminada, os alimentos que consumimos fraudados de diversas formas, as roupas que vestimos feitas por mão de obra escrava?”Para vc “o embate entre discursos ideológicos, direita contra esquerda, esse maniqueísmo infantil e intelectualmente pobre, não vamos avançar em nada, não vamos melhorar em nada e o modelo predadório de constituição de direitos de propriedade permanecerá intocado e as futuras gerações pagarão o preço de nossa alienação maniqueísta.Assim, se a sua proposta-solução é verdadeira: “possível denunciar essas formas de criação eticamente condenável de direitos de propriedade e defender as formas de criação eticamente aceitáveis”.Fica a questão é de saber sera que a “denucia” seria “uma forma de criação” de uma atitude ética? Como defender os “direitos de propriedade” e “defender” ao mesmo tempo “formas de criação eticamente aceitáveis”? Sera que “discussão centrada na validade ou não do direito de propriedade” é tão inefiaz assim?

  45. maisvalia

    11/01/2011 09:45:13

    AH ESQUECI, DO CHIP ESQUERDOHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHHEHEHE

  46. maisvalia

    11/01/2011 09:43:49

    MANUAL DO CHIP ESQUERDO:A cinqüenta anos da revolução cubanaQuando iniciarmos o primeiro dia do novo ano se cumprirá os cinqüenta anos da revolução triunfante em Havana com a qual culminou a luta de 26 de julho encabeçados pelo Fidel e o Che.Os psolistas não podem duvidar em afirmar que a revolução cubana foi o acontecimento mais importante acontecido em nossa “Pátria Grande” Latino-americana. Talvez possamos divergir sobre apreciações de seu regime político, da política internacional seguida pelo Fidel em certos periodos. Mas o concreto é que foi um movimento tão poderoso e tão genuíno para que hoje Cuba seja o único país do chamado “socialismo real” que existe e do qual não só podemos reivindicar sua história como também seu presente; Cuba mantém suas conquistas sociales e seu orgulho de ser independente do imperialismo a menos de cem milhas de suas costas.Como forma de recordar essa revolução e esse momento histórico transcrevemos um artigo do Olmedo Beluche do Movimento Popular Unificado do Panamá. Do mesmo queríamos destacar sua lembrança da Celia Hart, falecida faz uns meses, que fora também amiga e simpatizante entusiasta do PSol, e que morreu afirmando uma idéia que resgata Olmedo em seu artigo e muitos de nós. Que o futuro da revolução cubana se decidirá principalmente no que ocorra na luta Latino-americana em curso; na continuidade e aprofundamento dos processos da Venezuela, Equador, Bolívia… dos quais nos sentimos parte.Pedro FuentesSecretário de Relações Internacionais do PSOL

  47. Flávio

    11/01/2011 09:41:38

    Vc tem razão ao falar sobre os músicos, mas não entendeu a idéia central do texto...abraço

  48. FDA

    11/01/2011 09:28:15

    Caro Fábio_|Vc não teria uma “lição para o adestramento” do Petit Hans?O pobre garoto esta terrorizado pelo cavalo FDA! Ele quer proteger sua “mamãe” Fran do malvado FDA!!Ele não compreende por que “mamãe” Fran trata o FDA com tanto carinho, lhe mandando “bissss”O pobre Hans esta apavorado por essas mensagens enigmáticas...Por favor uma “lição para o adestramento” do Petit Hans!

  49. Fábio_|

    11/01/2011 09:15:22

    maisvalia,Ai vai mais uma lição para o seu adestramento.Pergunte-se o que é o mais interessante?Obedecer a lei porque se possui um chip lhe obrigando?Não obedecer a lei porque se possui um chip lhe obrigando?Não ter um chip lhe obrigando a nada e, portanto, possuir a liberdade de escolher entre obedecer as leis existentes ou construir, pelos meios democráticos, novas leis? (X) - minha resposta certa (Com você, tem que ficar tudo muito explícito, senão a brincadeira não funciona).Ah, mas agora você deve ficar triste porque nós temos liberdade e você tem um chip implantado em seu corpo que faz as escolhas por você, não é?Não precisa ficar triste não. Devem ter implantado esse chip na região em que você pensa. Então, você tem duas opções (É só deixar o seu chip escolher)a) Comer uns 2kg de feijoada e tomar um laxante que logo logo ele deve sair com o fluxo.b) Ir direto ao proctologista.

  50. FDA

    11/01/2011 09:09:45

    Caro "Petit Hans",Estas com medo do “cavalo” “intelectual”, do “conhecedor” FDA...Pobre pequeno Hans, saístes direto da literatura freudiana para te mostra terrorizado pelo mundo virtual...Ou serà seu "papai" ou sua "mamãe" que te deixa nestes estado...Va brincar vai, sai um pouco de seu terror pessoal..Afirmar é fácil, argumentar é difícil...

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